Algumas pessoas me consideram superficial. Não posso culpá-las. Quando alguém me conhece apenas de vista, é inevitável que pensem que eu só ligo pra homem, roupas de marca, festas e carros. Minha aparência me entrega completamente! Mas quando esse alguém resolve me dar uma chance e realmente me conhecer... Todas as suas suspeitas se confirmam.

01


- Hei, Princess! - Hanna grita enquanto desce o vidro da janela do carro. Porsche Boxster? Hmm, já gosto desse novo namorado de minha amiga.
- Chega essa bunda gorda pra lá, Shields querida - ordeno assim que abro a porta do carro, logo entrando no mesmo. Observo o interior do veículo enquanto respiro aquele cheirinho de carro novo. Sorrio automaticamente.
- Aprovado? - ela sussurra em meu ouvido, toda feliz e sorridente.
- Não fique toda empolgada por enquanto, Hanna... - Contenho a alegria de minha amiga, lhe dando tapinhas na perna bronzeada artificialmente. - Vamos ver como ele vai se sair pelo resto da noite.
- Brandon, Robert - Hanna aponta para os cavalheiros sentados nos bancos da frente -, esta é minha grande amiga, null.
- Como vai, null? - Brandon, o mais novo namorado de Hanna, me cumprimenta, rapidamente virando sua cabeça para trás. - Hans não consegue deixar de citar seu nome em pelo menos oito das dez frases que fala!
Hans? Hmm, mas que cara apressadinho!
- Bom saber - comento em um tom misterioso, fazendo-o rir. - Vocês estão juntos há quanto tempo mesmo?
- Três dias! - Hanna não contém sua alegria e bate palminhas enquanto fala. - Hoje é nosso aniversário de quatro dias inteiros, né, meu docinho?
Ela se inclina para frente e lhe dá um beijo na bochecha para comemorar, ou algo assim. Nesse meio tempo, troco olhares com Robert, o tal amigo de Brandon. Hanna havia me dito que ele era um recém formado de Stanford e acabara de se mudar para a Inglaterra. Ela só não me avisara que ele já estava dando indícios de calvície precoce e que precisava urgentemente de um clareamento dental para esconder o fato de que provavelmente fumava e era um viciado em cafeína.
- Para onde estamos indo? - pergunto assim que Hanna resolve parar de beijar seu namorado ao volante e senta-se ao meu lado novamente.
- null, você vai A-DO-RAR essa nova boate que abriu agora no centro, a ClubKai... É tipo impossível entrar lá sem ser alguém famoso ou importante, mas o pai do Brandon conseguiu umas cortesias e nós estamos na área VIP! Dá pra acreditar?
- Mal posso esperar - falo com malícia na voz.

Entramos na casa de festas sem o menor problema, graças aos contatos de Brandon. Esse cara deve ser importante mesmo... Quer dizer, os pais deles pelo menos são. Assim que pisamos no principal ambiente da boate, meus olhos percorrem todos os exemplares masculinos que ali estão, analisando-os minuciosamente com base no cabelo, roupa e relógio de pulso. De fato o material presente era de qualidade.
- Acho que vou conseguir me divertir aqui, amiga. - Sorrio para Hanna. Ela aperta minha mão, me repreendendo, e eu ergo a sobrancelha sem entender. - O que foi?
- null, você prometeu que ia dar uma chance ao amigo do Brandon... - Ela me olha com aquela carinha de melhor amiga pedindo um favor. - Você sabe que é importante pra ele que as amigas de sua namorada se deem bem com os amigos dele!
- Deixa de besteira, como você sabe disso? Conhece o cara há menos de 48 horas! - Dou um tapinha em sua mão que me segura com força, dando mais alguns passos à diante.
- Por favor, só por hoje... Robert também tem dinheiro, ele acabou de conseguir um emprego no jornal local como comentarista de futebol! Por favor, por favor, fica com ele essa noite?
Chegamos à mesa que os cavalheiros separaram para nós e nos esperam de pé. É uma mesa reservada, no canto da boate, porém não vejo nenhum banheiro por perto. Com certeza uma das mais cobiçadas mesas do local, não deve ter saído barato.
Enquanto Hanna e eu nos sentamos na poltrona que cerca a pequena e acolhedora mesa, vejo que Brandon passa uma grande nota para o maître que nos acompanhou. Explicado.
- Vou tentar, mas não prometo nada - falo para Hanna, agora sentada na minha frente.
- Tentar o quê? - Robert, curioso, pergunta.
- Tentar beber menos do que da última vez que saímos juntas. - Sorrio, olhando para ele ao meu lado. Viro-me novamente para Hanna e conto uma mentira. - Bebi todos os drinks coloridos que eles serviam e não consegui me controlar... Dancei até não me aguentar mais de pé!
Hanna confirma com a cabeça, sorrindo também.
- Vocês não vão querer ver essa menina bêbada... - ela comenta como se fosse o pesadelo, porém nós duas sabemos que o que eles mais esperam desta noite é que fiquemos bêbadas o suficiente para voltarmos com eles para o apartamento de Brandon e liberarmos as vagabundas que vivem dentro de nós.
Todos riem e o rumo da conversa logo muda para o novo emprego de Robert. Comentarista de futebol, ainda por cima num jornal local? Sério, como isso supostamente atrai mulheres? Enquanto bebemos os drinks que Brandon não hesitou em pedir, eu tento não reparar nos dentes amarelos de meu acompanhante, mas sim nas pessoas que dançam na pista, exibindo seus corpos e trajes caríssimos.
- Ah, null está terminando o curso de Artes Cênicas agora no final do ano - ouço Hanna mencionar meu nome e volto a prestar atenção à conversa. Pelo visto agora estamos falando de mim.
- Então você quer ser uma atriz, hum? - Robert pergunta, fingindo interesse. Minha vontade é responder ironicamente que estou fazendo Artes Cênicas, mas na verdade desejo ser advogada. Respiro fundo e sorrio, pois devo alguns favores a Hanna.
- Sim, adoraria fazer um filme, ou até mesmo algum seriado na televisão - respondo da maneira mais sonhadora que consigo.
O que quero na verdade é casar-me com um homem rico o suficiente para sustentar a mim e todo o luxo que o dinheiro pode proporcionar. O curso que estou fazendo é na verdade um jeito de enganar meu pai para que ele continue pagando por meu apartamento em Londres e por minhas noitadas, até que esse homem surja em minha vida.
- Me acompanha até o toalete, Hanna?

- Juro que estou tentando, Shields, mas esse cara é irritante demais da conta! - desabafo assim que entramos no banheiro. - Isso sem falar que ele não consegue falar duas palavras sem que haja uma interrupção entre elas pra que ele possa checar meus peitos "discretamente" - faço as aspas com as mãos, logo em seguida dando uma ajeitada em meu sutiã enquanto me olho no espelho enorme à minha frente.
- E desde quando isso é um problema pra você, null?
- Ah, nem começa com isso... Você sabe muito bem que eu aprecio um joguinho de conquista, quando é fácil demais assim perde totalmente a graça!
Abro minha bolsinha e remexo o conteúdo, procurando por meu batom cor de boca levemente avermelhado com sabor cereja.
- null, você sabe muito bem que qualquer cara daqui te pegaria e te levaria pra casa com menos de cinco minutos de conversa... - Hanna me encara enquanto esbraveja, sem conseguir conter sua raivinha porque eu não estou entrando na vibe do encontro-duplo que ela arrumou.
- Na verdade... - viro de frente pra ela, me aproximando pra poder falar mais baixo como se alguém pudesse estar escutando - eu já avistei um alvo que pode significar algo desafiador pra mim...
- Tá vendo só como você não está nem tentando dar uma chance ao Robert? - Hanna explode, não dando a mínima para o babado que eu acabei de contar para ela.
Rolo os olhos e viro para o espelho novamente, aplicando a camada generosa de batom em meus lábios.
- Não é culpa minha se null null resolveu comemorar seu aniversário de 21 aninhos na mesma boate que eu. - Dou de ombros e ofereço o batom a Hanna, me arrependendo um segundo depois que ela aceita. Agora vamos ficar com lábios iguais, ótimo!
- null null?
- Argh, Hanna, o que você faz com as revistas de fofoca que eu te empresto depois que leio? Joga fora? - Irritada, sento na bancada de pias do banheiro, de costas para o espelho. Cruzo minhas pernas e ajeito a barra de meu lindo e querido vestido.
- É claro que eu sei quem ele é, ele é filho daquele cara, o... Adolf null! - Hanna sorri ao ver que se lembrava do nome. - Acabou de herdar a empresa do pai e entrou na lista dos jovens empresários de sucesso na segunda colocação!
- Ele merecia bem mais do que aquele nerd que inventou o Facebook, cá entre nós - resmungo, dando de ombros. - Mas enfim, o que interessa é que ele é rico, inegavelmente sexy e um ótimo marido em potencial.
Não consigo conter um sorriso ao me imaginar dividindo uma cama com ele, dormindo e acordando todos os dias ao lado de um homem poderoso e influente no mundo dos negócios britânicos, que ainda arruma um tempo pra manter a aparência impecável. Acho que estou apaixonada!
- Marido em potencial? Nossa, você está realmente interessada, hein - Hanna comenta, começando a se contentar com o fato de que eu não vou mais dar bola para Robert, o calvo, esta noite. Ela devolve meu batom e eu guardo na bolsa, feliz em poder constatar que ele combina muito mais com meu tom de pele do que com o dela.
- Pois é, querida... Você entende que eu tenho pendências a resolver hoje então, certo? Quero dizer, onde mais eu vou encontrar esse cara outra vez? Essa é uma daquelas oportunidades que só surgem uma vez na vida de uma garota como nós. - Seguro as mãos de minha amiga para adicionar um drama ao momento. Sei que ela vai entender. Se não hoje, daqui a um ano ou dois, quando eu estiver casada e rica.

03


- , você não vai acreditar! - ouço a voz de minha amiga extremamente ansiosa no telefone. - Sábado foi a MELHOR noite do ano, sem superação!
- Acalme-se, Shields... Estamos em Agosto, ainda há muito a ser vivido esse ano...
Estou sentada no palco do teatro de minha faculdade calçando meus tênis enquanto falo com Hanna. Acabei de sair da pior aula de Expressão Corporal da história! Econtro-me literalmente um caco de ser humano.
- Você diz isso porque ainda não abriu a HellYeah! dessa semana!
- Por quê? Por acaso saiu uma lista das pessoas que estavam no ClubKai sábado passado que inclui nossos nomes?
- Melhor! Minhas pernas apareceram no fundo de uma foto da Scarlett Prince, mas não é disso que eu estou falando... Saiu uma notinha na reportagem sobre o ClubKai dizendo que terminou com sua namorada de dois anos naquela noite! E tem uma foto dele saindo da boate completamente atordoado e sem rumo, mais bêbado que uma porca, sendo carregado por seu amiguinho .
- Hmm, interessante... - comento enquanto pulo do palco e dou um tchauzinho para minha professora Karla. Um amor de pessoa! - Se ele ainda estava namorando àquela noite, significa que temos um motivo para ele não ter dado muita bola pra mim, certo?
- Certíssimo! Melhor do que ter namorada, ele estava brigando com a namorada! Quer uma explicação melhor do que essa? Homens não pensam direito quando estão sob pressão amorosa, minha querida...
- Sei disso - digo, sorrindo comigo mesma. Troco o telefone celular de orelha e ajeito minha bolsa debaixo de meu ombro. Acabo de deixar o teatro em passos acelerados, pois estou louca para chegar em casa!
- Muito bom saber, obrigada pela notícia, amiga... Estava precisando mesmo de uma motivação pra continuar com esse jogo.
- Isso quer dizer que você vai ligar pro ainda hoje? - perguntou Hanna, e eu sabia que ela estava dando pulinhos de empolgação. Minha amiga adora acompanhar meus processos de conquista.
- Ainda estou pensando... Mas acho que é provável. Não tenho outra forma de conseguir informações sobre o nesse momento, já tentei de tudo! O cara é bem reservado.
- Tudo bem, vou desligar agora porque ainda pretendo entrar no banho com meu namorado... Mas boa sorte, e me ligue depois que estiver de encontro marcado com , o esquisitinho. Beijocas!
Ri comigo mesma e desliguei o celular em seguida. Apressei o passo para chegar em casa antes das seis, queria ligar para antes que ele saísse do escritório.

Encaro o telefone e ele me encara de volta.
"Você vai parecer muito desesperada", ele me diz. Não posso deixar de concordar. Hoje é segunda-feira, e me deu seu cartão sábado à noite. Se eu ligo agora, ele vai pensar que estou interessada demais nele, o que é totalmente mentira. E eu nem posso alegar que estou com tanta saudade da mãe dele assim, porque se eu estivesse, já tinha tentado encontrá-la antes. Mas como já dizia minha avó... Situações desesperadoras requerem medidas desesperadas!
- - ele atende com sua voz "estou trabalhando".
- Oi, - digo de um jeito descontraído, rolando na cama. Ajeito uma almofada em cima de minha barriga. - É a , tudo bem?
- Ah, oi, ! - parece surpreso. - Não achei que você fosse me ligar...
- E por que não ligaria? - ri como se aquilo fosse um absurdo, quando na verdade eu não ligaria mesmo em circunstâncias normais.
- Nada, esquece - ele também ri, e já vai logo mudando o assunto: - Mas escuta, eu estou um pouco ocupado agora, terminando algumas coisas do serviço... Você se importaria de me encontrar daqui a uma meia hora em algum restaurante de sua preferência? Aí poderemos conversar melhor...
- Ah, entendo... - demoro um pouco pra responder, como se estivesse pensando. A verdade é que eu já estava de pijama, pronta pra dormir depois de um dia cansativo, mas... Tudo por . - Bom, acho que pode ser... Que tal um pub no centro?
- Perfeito, escolha qualquer um e me mande o endereço por mensagem, te encontro lá.
Desligamos e eu suspiro... Ai, ai querido... O que eu não faço por você?

"Estou te esperando aqui..." Dizia a mensagem de . Acalme-se, querido, estou chegando!
Entro no pub que havia escolhido e rapidamente encontro sentado em uma mesa no canto. Deus, não vou cansar de me perguntar quando foi que ele ficou tão sensual assim?
- Desculpe o atraso, não consegui achar nenhum telefone de táxi... - vou me desculpando enquanto sento à mesa.
- Já estava quase indo embora - ele diz em um tom sério e eu o encaro sem graça por um momento. - Brincadeira!
- Ai , cala a boca! - Rio divertidamente, encarando-o devidamente pela primeira vez na noite. Contato visual é muito importante nessas situações. E nada doloroso no caso...
- Você não mudou nada mesmo, hein... - Continuamos nos analisando e eu desvio o olhar, como se estivesse envergonhada.
- Já você... - comento.
- Pra melhor, espero!
- Você sabe que sim... Tanto que eu nem te reconheci à primeira vista no ClubKai!
- Mas nem eu te reconheci logo de cara... Quando te vi entrando com aquele quarentão na boate, nem passou pela minha cabeça que podia ser você! - ele diz isso rindo, mexendo na garrafa de água que estava bebendo antes de eu chegar.
- Ah, aquele era o Robert... - Pelo tom da minha voz, espero que perceba que eu não estava com ele porque queria. - Amigo do novo namorado da minha melhor amiga.
- Ihh, já vi tudo! Tavam tentando te arranjar com o sem noção que não consegue mulher sozinho? - está se divertindo muito com a situação de Robert, e eu acabo rindo também do pobre coitado.
- É, pode-se dizer que sim... Por isso eu tive que dar uns perdidos nele, ficar um pouco sozinha no bar... - Encolho os ombros, analisando minhas unhas. - Você entende, né...
- Hmm, então era por isso que você ficou aquele tempo todo sentada no bar bebendo sozinha... achou que você estava dando em cima dele - ele diz e eu o encaro imediatamente, com uma sobrancelha arqueada.
- Você é bem direto mesmo, não? - Balanço a cabeça negativamente, rindo. - Mas eu devo ter encarado demais então... É que na verdade estava curiosa pra entender a situação que parecia estar rolando entre ele e a namorada. - Digo qualquer coisa, só pra não deixar o assunto morrer.
- Até você percebeu? O clima tava meio pesado mesmo, a Ambreal não tem a menor noção de nada... - diz com descaso.
- Entendi... Mas eles se ajeitaram no fim das contas? - pergunto com falsas esperanças. Ele faz que não com a cabeça e eu respondo com uma cara surpresa. - Poxa, mas que pena...
O silêncio reina por alguns segundos, até que o garçom se aproxima de nossa mesa.
- Vão beber alguma coisa?
- Um gim com tônica, por favor - não hesito em fazer meu pedido. Minha garganta está seca por algo que desça com um gostinho amargo...
- E eu acho que vou continuar no água mesmo... - aponta para a sua garrafa de água e dá de ombros. O garçom se retira.
- Água? Você tá de brincadeira comigo, né?
- Você não faz ideia do que é trabalhar pro seu melhor amigo! Ele ficou sabendo que eu ia te encontrar e resolveu me sacanear... Marcou uma reunião pro primeiro horário da manhã, com os caras mais importantes da empresa ainda por cima.
- Peraí... Você disse mesmo que ele é seu melhor amigo? - Rio meio confusa com as informações que recebi. - Não quero nem conhecer seus inimigos então - brinco.
- Não, é só uma inveja do bem - ri enquanto se explica, gesticulando bastante com a mão. Ele sempre teve essa mania, eu me lembro perfeitamente. O que antes parecia ridículo, agora me dava tesão. - não tem um encontro desde a Idade da Pedra! Aí ele resolve descontar a frustração em mim.
Não consigo me conter e arregalo os olhos diante daquele fato. Como assim, Deus do céu? Aquele deus grego consegue levar qualquer uma pra cama sem nem ter que dizer seu nome! Até porque, se mencionar seu nome, ele consegue a devoção eterna mesmo...
- Não acredito nisso... Você precisa ajudar seu amigo, meu bem. Aproveitando agora que ele está recentemente solteiro.
- Esse é o problema, ainda está recente demais... - Ele dá de ombros e ficamos em silêncio enquanto o garçom deposita nossas bebidas na mesa. - Mas enfim, vidas alheias à parte... O que você anda fazendo da vida?
E pronto, perdi todas as minhas chances de saber mais sobre a vida de . Ótimo, agora terei que falar sobre minha faculdade e minhas falsas aspirações... E o pior, ouvir sobre a vida de e seu trabalho medíocre como subordinado do meu futuro esposo, fingindo interesse em tudo isso. Não posso me esquecer de jeito nenhum de sorrir, flertar e ser adorável. Afinal de contas, tenho que sair daqui com um convite para a próxima festa da empresa, no mínimo!

Continua...

NA: Olá, mocinhas!
Não vou me estender mt aqui, acho que por enquanto não há necessidade... Se quisserem saber alguma coisa, só perguntar que eu rwesponsdo pelos comentários mesmo, ok?
Desculpem a demora pra atualizar, a falta de tempo não me permitiu...
Espero que estejam gostando da fic, eu particularmente acho-a divertidinha haha
Bjsss, ate o próximo cap!
Minha mais recente fiction, caso alguém se interesse em ler um drama também:
Walking Disasters - Restritas, em andamento.

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