Escrita por: Luilene, Nilene e Natália S.
Betada por: Nanda


Capítulo 1
Cambridge, 6 de fevereiro de 2011, 17h03min


estava se olhando no espelho, não satisfeita com seu cabelo e, pela milésima vez, reclamava nos ouvidos de , que estava ao seu lado, maquiando os olhos.
- Que droga esse cabelo. – resmunga.
- Cala a boca, feio é o nariz da Georgia. – falou, rindo.
- Tá ai uma coisa que eu concordo. – Enfim parava de reclamar.
Depois de arrumar seu cabelo, saiu da frente do espelho e se sentou no sofá junto com e , que já estavam arrumadas há muito tempo, esperando as outras duas. Estavam assistindo televisão, quando:
“...Diretamente daqui de Londres, no local do show da banda McFly, que irá começar sua nova turnê “Above The Noise” dentro de uma hora! Veja a multidão que já está aqui.”
- Gente, olha os guys, tomara que apareça o Harry. – Disse , quase entrando na tv.
- Cadê meu Daniel? – Disse , agora prestando atenção no que a mulher da tv falava.
Nisso, apareceram Danny e Georgia junto com Tom, Giovanna, Harry e Dougie, com uma mulher desconhecida que tinha os cabelos vermelhos, no camarim.
- Nossa, quem é essa com o Dougie? – diz, estranhando ver uma mulher com Dougie.
- QUÊ?!? – disse , saindo da frente do espelho. – Quem é essa vadia que está com o Dougie? Filha da mãe. – falava tão rápido, que as meninas nem escutavam o que ela estava falando.
“...As namoradas vieram prestigiá-los em mais um show. Georgia, Giovanna e Latoya (N/A Sim é a irmã do Michael Jackson) apareceram mais uma vez... Vejo que o senhor Harry Judd está solteiro hoje? Tem algo a nos dizer?” - Disse a jornalista.
“ Não, a Izzy só não pode vir porque teve que comparecer em um show.” - Disse Harry .
- Agora que eu tinha ficado feliz, essa criatura me diz que ainda está com aquela azeda. - Disse , com cara de “aff”.
- E ESSA VADIA? O QUE ELA TÁ PENSANDO QUE É, ESTANDO COM O MEU NANICO? E ESSE NOME DE PROSTITUTA? – falou, irritada.
- Deus, ela parece o diabo que fugiu da cruz! – Disse , com cara de nojo.
- Como essa Georgia é bitch! De volta pra realidade... Eu quero ver a máquina do tempo, ok? – Disse , levantando-se.
- Yep, eu também quero! - Disse , olhando-se no espelho mais uma vez.
- Só não vão fazer fiasco lá. – Disse , rindo e desligando a tv.
e mostraram a língua para a amiga, que continuou rindo. Pegaram o carro de e foram para o museu, ver a tão esperada máquina do tempo.
- Gente, ainda não está dando para acreditar que eu vou conhecer a máquina do tempo. – falou, mais uma vez.
- , o que você tem para dizer? – falou, ligando a câmera que a mesma carregava.
- Que é um dia muito feliz, e com certeza vai ficar na memória, como um dos melhores dias da minha vida. – Sorriu.
- Hey! Qual é o melhor dia, então? – Perguntou , que estava no banco da frente junto com , que estava dirigindo.
- O dia em que eu conheci o Dougie! Naquele show, em 2009. – A menina riu para a câmera.
- O amor é lindo. – Disse , virando a rua. – Estamos chegando, cambada.
- Quanto tempo falta para abrir ainda? – Perguntou .
- Meia hora. – Disse , agora fuçando no celular. – Gente, acabei de mandar a Georgia se foder via Twitter. – riu da sua própria frase.
- Você não presta mesmo. – Disse , rindo da irmã.
- A culpa é da . Ninguém mandou ela ser minha prima. – disse, se defendendo.
- Há, como se a colocasse todas as merdas que você fala na ponta da sua língua. – disse, defendendo , que agora estava distraída olhando uma revista sobre répteis. Não negava que era Poynter.
- Há, calem a boca. – Disse , rindo das irmãs.
Fazia três anos que as meninas moravam juntas, e eram irmãs, e eram primas de , que era vizinha de , que sempre foram amigas. Fazia oito anos que elas eram amigas, fazia oito anos que McFly havia as juntado, as meninas sempre haviam sido amigas, mas McFly as juntou de vez, e a partir daí, tornaram-se inseparáveis.

Museu de Cambridge, 06 de fevereiro de 2011, 17h49min.

O carro finalmente parou em frente ao museu, e não cabiam dentro de si, tamanha era a felicidade. Havia um letreiro gigante escrito “Museu Tecnológico de Cambridge”, viram uma pequena fila em frente ao museu, provavelmente algumas fãs de “De volta para o futuro” queriam conhecer a máquina, mas outras seriam apenas turistas querendo conhecer as maravilhas do país.
- Acho que já dá para entrar, já são seis horas. – disse procurando seu ingresso dentro da bolsa.
- Vocês não imaginam a nossa felicidade. – Disse , referindo-se a ela e . – Vamos logo, suas lesmas. Não vejo a hora de ver a máquina!
- É apenas uma máquina, . – Disse , mexendo na unha recém feita.
- Nunca ouse dizer que a máquina do tempo é apenas uma máquina. – disse ameaçadora para .
- É isso ai. Bate, mate. – esticou a mão e bateu na mão de .
- Tá, vamos entrar logo. – Disse , estragando a conversa de e no banco de trás.
- Vamos. – Elas cantaram em couro e e reviraram os olhos.
- Essas duas nem parecem ter 23 anos – comentou , vendo as duas saírem apressadamente do carro.
- E você, na flor da idade, com 26 anos, parece uma velha ranzinza. – Comentou , sorrindo e puxando a prima pela porta do motorista. – Vamos logo, . – Falou com olhos de cão que caiu da mudança.
- Há. Ok, conseguiu me convencer. – Disse, desistindo.
já estava na porta do museu com . Sorrindo como nunca antes. Logo e se juntaram a elas. Minutos depois, as portas do museu se abriram, e furaram a fila e foram as primeiras a entrar.
- Eu só posso estar sonhando. – disse, com os olhos arregalados. – É idêntica a do filme.
- Será que é porque é a do filme? – Disse , rindo da irmã. – Só podia ser Jones. – A irmã lhe mostrou a língua.
- , tira uma foto minha e da . – Disse , sorrindo. – Vem, , tirar a foto.
Depois de tirarem muitas fotos, aos poucos, todos foram saindo do museu, mas as meninas ficaram ali, apreciando a máquina. Quer dizer, e ficaram apreciando a máquina. Logo, só estavam elas dentro do museu, não tinha mais ninguém perto delas.
- , chega mais. – Cochichou . – Que tal entrarmos rapidinho na máquina para ver como é por dentro? – Perguntou e abriu um sorriso colgate.
- Mais que topado. – Enquanto e estavam conversando distraidamente, e entraram na máquina.
- Nossa, é linda por dentro. – Disse , sorrindo. – Bem mais do que eu imaginava.
- Nem me fale. Eu ainda não creio que estou aqui dentro. E que estou sentada aqui onde aquele mara do Marty sentou.
e estavam animadas em uma conversa sobre bolsas, esperando e saírem um pouco de perto da máquina para irem embora.
- Nem me fale. Aquela última coleção arrasou. – Disse .
- Verdade, pena que eu só consegui comprar uma. – disse, cabisbaixa. – Como a e a estão quietas. Estão aprontando algo, só pode. – disse, virando-se para trás. – , elas não estão lá. OMG! Onde elas se meteram? – disse, preocupada.
- Calma, , vamos mais perto da máquina procurar. – Disse , indo para perto da máquina. – Nossa, eu nem sabia que dava para entrar na máquina. – Disse , rindo.
- E não dá. – Disse .
- Então, porque a e estão lá dentro? – Disse , rindo.
- Deus, essas vacas me pagam. Vamos ser presas agora, porque não pode entrar dentro dessa máquina do tempo. Me ajuda a tirar elas de lá. – saiu correndo.
Dentro da máquina, tirava várias fotos, em dezenas de poses diferentes e fazia muitas caretas. Até que viram e chegarem perto da máquina.
- Saiam daí, já! – falou, mandona. – Vocês não podem entrar aí, vamos ser presas por isso!
- Que nada, , entra aí. – Falou , rindo.
- Não, saiam daí agora! – Mandou mais uma vez.
- Não seja tão mandona, entra aí um pouco. Se você não entrar, eu não saio daqui. – Disse , fazendo bico.
- Não, eu não sou uma louca. Saiam! Rápido, antes que apareça um segurança.
- Nop, só se você entrar.Oolha como é legal aqui dentro. – riu.
- É melhor entrar, , porque acho que elas não vão sair. – Disse .
-Ok. Eu entro, mas só um pouquinho, e depois vocês saem daí. Vem, entra logo. – Disse .
Entraram na máquina e as duas da frente começaram a rir escandalosamente, parecendo duas loucas, até mais do que já eram.
- Gente, quanto botão. – Disse . – O que será que faz? – Perguntou, rindo.
- Vamos ver. – Disse .
- Deixe-me ver. – começou a mexer nos botões. – Nossa, tem até Londres aqui. – continuou mexendo nos botões.
- Para de mexer, . – Disse , já brava com a irmã. – Você vai estragar.
- Olha só, , o negócio tá ligando. – Falou, ignorando a irmã. – Ano? Para quê um troço precisa de ano? , me diga um ano para eu por aqui.
- 2003? – Perguntou.
- Pode ser. – digitou os números.
- Tá, agora vamos sair. Eu e a já entramos e esse era o combinado. – falou, mais uma vez sendo ignorada.
- O que isso aqui faz? – Perguntou , achando um botão vermelho bem na direção da máquina. Assim que fez isso, a máquina começou a se mexer, luzinhas coloridas começaram a piscar dentro da máquina. – Deus, o que eu fiz? – perguntou, assustada.
- A máquina tá saindo do lugar. – Disse . – Gente, a máquina está andando que nem no filme. Vocês descontrolaram a máquina.
- Parem com isso, meninas. – estava com os olhos arregalados. – Por favor, vamos sair daqui.
- Não tem mais como sair. – disse . – A máquina está andando sozinha.
- OMG! Estamos andando na máquina do tempo dentro do museu. Eu só posso estar tendo um pesadelo. – disse, passando a mão nervosamente pelos cabelos.
- Eu não consigo parar. - Disse , com os olhos arregalados. – E se não pararmos, vai bater naquela parede! – Então, a máquina andou ainda mais depressa, indo contra a parede.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – Todas gritaram, e só o que viram depois foi um clarão e nada mais.

Londres, 06 de fevereiro de 2003, 18h48min.

Elas não acreditavam, estavam em uma rua agora, todas ainda estavam dentro da máquina, mas não estavam mais no mesmo lugar, estavam em frente a uma casa. A máquina do tempo era real, funcionava de verdade. Mas onde elas estavam?
- e , eu estou muito brava com vocês duas. Olha só, não sabemos nem onde estamos! - desatou a falar, enquanto as outras ficaram caladas.
olhou o espelho retrovisor e quase teve um treco, ela estava com 15 anos de novo, estava com seu rosto de 15 anos. Olhou para o lado, estava com os olhos fechados, mas também estava com 15 anos de novo. Olhou para trás e não parava de falar. olhava para a rua, tentando reconhecer o lugar, todas eram adolescentes de novo, com sua aparência de quando tinha 17 anos e com a sua aparência de 16. A menina não podia acreditar. Então deu mais um grito:
- AH! – As outras olharam abismadas para . – Eu tenho 15 anos de novo! Meu Deus!
As outras meninas começaram a se olhar e ficaram com as mesmas caras de espanto à da amiga. Realmente, aquilo era cômico. Elas haviam voltado no tempo e nem sabiam onde estavam, e ainda por cima, agora eram menores pela lei.
- Saindo dessa coisa agora. – falou alto, para que todas ouvissem.
Todas saíram da máquina. ainda sentia como se estivesse a ponto de ter um desmaio, olhava seu rosto mais uma vez, para se certificar de que estava com 15 anos mesmo. E estava contando mentalmente até 100 para ver se não voltava ao normal.
Já fora da máquina, começou a surtar.
- Podem me dizer por que eu estou com 17 anos de novo? – Ela perguntou.
- Porque você estava com a gente na máquina do tempo, e viemos parar aqui em não sei onde com essas caras de 15, 16 e 17. – Respondeu .
- Eu estou reconhecendo essa casa. OMG,OMG,OMG! – disse, parando de contar. – OMG!
- Dá para parar de falar isso? – disse à amiga, já sem paciência.
- Ai, Deus, eu estou reconhecendo também. – arregalou os olhos. – Não creio.
- Que casa é essa? – Falou .
- É a antiga casa dos guys! – Disse . Agora todas estavam abismadas.
- Isso significa que, já que voltamos no tempo, os guys ainda moram aí. – Disse .
- Ah, era só que me faltava. Por que ficam inventando coisas? – disse, mais mal humorada do que antes.
- Ah, , vá cagar. – Disse , sua paciência já havia acabado. – Vem , vamos ver. – puxou o braço de e as duas saíram correndo na direção da casa.
- Vamos, , antes que essas duas aprontem de novo. – Disse , indo atrás das duas, e indo atrás dela.
- Você bate. – falou.
- Não, você bate. – empurrou ela.
- Não mesmo, você vai bater. – empurrou a prima até à porta.
- Ok. – concordou. Mas quando foi bater na porta uma grande surpresa: Harry e Tom abriram a porta antes mesmo delas baterem.
Quando e chegaram em frente à porta, deram de cara com Harry e Tom. Só podia ser um sonho, eles estavam mais novos também, os mesmos que eram há oito anos atrás, assim que a banda começou. Mas, hey, havia digitado ano 2003, não? Então elas voltaram no tempo e eles ainda eram os guys sem namoradas. Ficaram estáticas na frente deles. Elas voltaram há oito anos atrás, quando a banda ainda nem era famosa, elas não podiam imaginar o quanto essa viagem no tempo iria mudar suas vidas. Mas uma pergunta rondava a cabeça de todas elas ao mesmo tempo:
E agora, o que elas fariam?

Capítulo 2
Londres, 6 de fevereiro de 2003, 18h48.


#Guys On:

- Mais um dia de ensaio...! - Disse Harry.
- Mais um dia de cansaço, isso sim. - Disse Dougie.
- Que nada. Quando a gente ficar famoso, vamos descolar várias gatinhas. - Disse Danny, com um sorriso malicioso.
- Não me coloquem no meio, só tenho olhos para a Gio. - Disse Tom, dando um pedala em Danny.
Nisso, eles começaram a tocar “Get over you”. Dougie errou bastante, fazia pouco que eles começaram a tocar juntos. E a banda ainda nem tinha nome.
- ‘Tô com sede de cerveja. – Disse Danny, largando sua guitarra no chão.
- É um gambá mesmo. – Dougie disse, andando para a sala e deixado seu baixo no sofá. Os outros guys o seguiram, indo para a sala.
- Tom, vamos ao mercado comprar cerveja porque as crianças aí não podem. – Harry falou, zoando Danny e Dougie.
- Cala a boca. – Disse Dougie, mostrando o dedo do meio.
- Fica na sua, nanico, senão não vai ganhar cerveja. – Tom disse, zoando Dougie.
Harry e Tom pegaram a chave do carro e o dinheiro. E quando eles abriram a porta pra sair, deram de cara com duas meninas bem em frente à porta e mais duas, vindo logo atrás. As que estavam na porta ficaram completamente paralisadas, sorrindo debilmente para os dois, mas o que mais os assustou foi o grito de uma delas:
- HARRY! – A menina gritou.
Harry e Tom se olharam, assustados. Logo Dougie e Danny estavam na porta também.
- Que grito foi esse, Judd? Pensei que fosse uma ex-namorada histérica sua que estava aqui. – Danny sorriu com o que disse.
- Não, ela não é! – Harry respondeu. – Eu nem a conheço.
- E como ela sabe seu nome? – Dougie perguntou. Mas foi ignorado.
Antes de Harry falar mais alguma coisa, escutou um novo grito. Da menina histérica novamente.
- Deus, a desmaiou. – Disse a menina, com os olhos arregalados.

#Guys Off.

e ficaram estáticas em frente à porta, apenas com um sorriso débil nos lábios, elas realmente pareciam loucas.
ficou estática também, não sabia o que fazer, tinha certeza que seu coração iria sair pela boca. Ela estava em frente à casa dos guys e Tom estava ali, a menos de um metro dela. Já não resistiu aos charmes de Judd e deu um berro ensurdecedor.
- HARRY! – gritou.
Os dois que estavam na porta se olharam, assustados, afinal ninguém nunca tinha ido gritar seus nomes em frente à porta deles. Logo Harry e Tom não eram os únicos que estavam na porta, Dougie e Danny se juntaram aos dois também.
- Que grito foi esse, Judd? Pensei que fosse uma ex-namorada histérica sua que estava aqui. – Danny disse para Harry. só faltava deixar seu queixo cair, seus pensamentos eram os mais loucos do mundo nesse momento.
- Não, ela não é! – Harry respondeu, indiferente e assustado ao mesmo tempo. – Eu nem a conheço.
- E como ela sabe seu nome? – Dougie perguntou, se metendo na conversa, mas sendo ignorado pelos outros. nunca imaginou que um dia teria a chance de ver Dougie Poynter nessa versão de oito anos atrás.
Harry iria falar mais alguma coisa a Danny, mas deu mais um grito. Desta vez, todos olharam para ela, inclusive e , que antes estavam olhando cada uma seu guy favorito.
- Deus, a desmaiou. – Disse , com os olhos arregalados. – Ajudem aqui.
e correram para perto das duas, estava desmaiada mesmo. Mas o que elas iriam falar para os guys agora?
- Vamos leva-la para dentro. – Disse Harry, agora mais assustado. Uma menina tinha desmaiado em frente à sua casa.
- Não tem como carregar ela. – Disse .
- Eu a levo para dentro. – Disse Tom, chegando mais perto e pegando no colo, carregando-a para dentro da casa. – Entrem também, meninas.
- Quem são vocês? - Perguntou Dougie, enquanto Tom pegava no colo e a levava pra dentro da casa.
- Estamos perdidas... E... A estava passando mal... E a gente veio aqui pra… - Disse , gaguejando.
- Pedir uma água. - Disse , ajudando a amiga com a mentira, porque bem, eles não iriam acreditar no que realmente aconteceu.. Iriam? Nisso, estava acordando, Tom estava com ela ainda em seu colo.
- Eu não acredito que a covinha tá do meu lado. - Disse , olhando para a cova de Tom e depois olhando para os outros, que a olhavam espantados.
- A tá delirando, gente... Ela precisa... Comer. Quando ela fica com fome, ela delira. – Disse , falando a primeira coisa que vinha em mente.
- Eu vou à cozinha. – Disse Harry. – Pegar alguma coisa para ela comer.
Entraram na sala da casa, que estava um tanto bagunçada, mas era do jeito que todas as quatro imaginaram. Afinal, era a casa dos seus guys. Arrumada não seria.
- Podem sentar. – Dougie falou para as meninas, que estavam de pé olhando Tom colocar sentada no sofá. Logo se sentaram. não tirava seus olhos de Danny, ainda nem acreditava que estava ali e estava encantada por estar naquela sala, sentada naquele sofá, ao lado do baixo do Dougie.
- Seu baixo é lindo, Dougie. – Falou, sem pensar, e Dougie e a olharam assustados.
- Como sabe que o baixo é meu, e como sabe meu nome? – Perguntou, ainda assustado.
- Trouxe um sanduíche, foi à única coisa que preste que eu consegui na cozinha. – Disse Harry, voltando à sala e dando o sanduíche para . Mais uma vez, Dougie era ignorado.
- Está tudo bem com você? - Harry perguntou para , que estava sentada ao lado de e estava atônita por estar ali encarando o mesmo. – Você está um tanto pálida.
- Também, com o grito que ela deu. – Disse Danny, gargalhando. – Deve ter faltado até o oxigênio. – Ele ainda gargalhava, deixando uma corada e uma abobalhada, seu Jones lindo ali na sua frente, e ela ainda não tinha o agarrado.
- Cala a boca, Jones. – Disse Harry, dando um pedala na cabeça do amigo.
- Está melhor? – Tom perguntou de forma carinhosa para .
- Sim... Err... Estou melhor. – Disse, gaguejando.
- Ok. Então já podemos ir, não é?! – se manifestou pela primeira vez.
- É, mas para onde vamos? – perguntou à amiga. – Estamos perdidas, esqueceu?
- OMG! Vamos para um abrigo de menores. – Exclamou , alterando a voz mais uma vez.
- Vocês podem ficar aqui por essa noite, se quiserem. Mas me digam... Como chegaram até aqui? Ou melhor, de onde vocês são? – Tom perguntou, curioso.
- Somos de Cambridge, pegamos carona em um carro para cá, e paramos aqui, na frente dessa casa. A estava passando mal, e eu íamos pedir uma água para ela, e então ela desmaiou. Agora estamos em uma sala, com meninos desconhecidos (Lê-se: meninos muito conhecidos por elas. E o sonho de consumo de muitas outras também.) e um deles está perguntando de onde nós somos. – deu um sorriso no final.
- Deus. Vocês são de Cambridge. – Danny falou. – É muito longe daqui? – Perguntou, afetado.
- Sabe que eu não sei, Jones? – sorriu, amigavelmente, mas uma voz dentro dela dizia: agarre-o logo.
- Estão com fome? – Tom perguntou para as meninas. – É óbvio que estão. Que pergunta a minha. Eu e o Harry vamos ao mercado comprar umas coisas para comer, já que aqui só tem miojo e... O que mais, mesmo? – Tom perguntou para Danny.
- Miojo? – Ele riu da própria piada.
- Ok. Cuidem das meninas. E, Dougie, seja normal. Aja naturalmente, espero encontrá-las aqui quando eu voltar. – Harry disse, saindo da sala e indo para a porta com Tom.
- Eu vou lá dentro. – Disse Danny, coçando a cabeça. – Alguém quer uma, hã... Água? Acho que é só o que tem.
- Ah, eu quero. – Disse já de pé, indo para perto de Danny. – Já estou escutando ela chamar meu nome. – Ela sorriu e foi junto com ele para a cozinha.
- Bom, você não me respondeu ainda. – Dougie disse, sentando ao lado de . – Como sabe meu nome? E como sabe que o baixo era meu?
- Bom, er... Seu amigo falou seu nome quando estávamos na porta, lembra? – Mentiu rapidamente. – E hã... O baixo só pode ser seu, já que você está com as mãos cheias de bolhas. – Ela disse, olhando as mãos do garoto, fazendo o mesmo olhar para suas mãos.
- Hã, eu pensei que hm... Ah, deixa para lá. – Dougie disse. – Dougie Poynter. – Estendeu a mão para a garota.
- Ferreira. – Ela disse, apertando a mão do garoto. – Mas pode me chamar de .
- Ok, . – Ele sorriu. Tão lindo. – E eu não tenho apelido.
- Que isso, você pode ter vários apelido, como Dougie Triple X, Dougster, Doug, etc...- Ele riu da menina, gostou dela, ela era maneira. (n/a: Imaginem o que Dougie estava pensando.).
Os dois continuaram conversando sobre apelidos. Vai saber da cabeça desses dois loucos. e estavam apenas olhando maravilhada para e Dougie, conversado como se fossem íntimos.
- Imagine a felicidade dela. – murmurou para . – Eles são tão bonitinhos juntos.
- Verdade. E você nem imagina a minha felicidade ao ver o Tom comigo no colo. – Ela suspirou. – Foi Lindo. Parecia um sonho.
- O Harry, por sua vez, nem fez nada por mim ainda. – olhou para as mãos. – Mas eu fico feliz por vocês, amiga.

#Na cozinha, e Danny:

- Sua água, madame. – Danny entregou um copo para a menina. – Qual é o seu nome mesmo?
- Silveira. Mas só . – Ela falou, e ele sorriu.
- Eu sou Daniel Jones. – Ele sorriu, galanteador. – Mas para as gatinhas é só Danny mesmo.
- Ah. Você deve ter várias garotas aos seus pés mesmo. – fez carinha triste, e Danny riu.
- Que nada. Só as mesmas de sempre, nem tem mais graça. Sempre são as mesmas. Me fale de você, . O que traz você a Londres?
- Ah, hã... Eu já disse, estamos perdidas. Nem sabemos para onde vamos amanhã. Tenho medo do que a disse. Somos menores ainda, podemos ir para um abrigo de menores. Imagine. – Arregalou os olhos. - Nem quero imaginar isso.
- Vocês podem ficar aqui até acharem um lugar para ficar. Vamos adorar ter meninas aqui em casa. – Ele sorriu, malicioso.
- Você é pervertido, Jones. – fingiu estar brava.
- Hey, eu nem pensei nesse sentido. – Ele sorriu.

#Mercado, Tom e Harry:

- Cara, muito estranho o jeito que aquelas meninas chegaram lá em casa. – Harry falou para Tom, que colocava as coisas dentro de um carrinho do super mercado. (N/A: Fletchers e Judds imaginem o Tom e o Harry fazendo compras para vocês! *-*)
- Verdade, cara. – Tom concordou. – Foi bem estranho aquela menina desmaiar quando viu a gente. Se aquelas fizeram aquilo e a gente nem é famoso, imagine quando a gente tiver fãs.
- Nem me fale. Pensei no mesmo. – Harry falou, pegando pipoca e colocado no carrinho.
- Cara, não se esquece da cerveja. – Tom falou.
- Ah, já tava quase esquecendo.

Depois de pegarem tudo o que achavam ser necessário, pagaram e agora já estavam quase em frente à casa deles.
- Tom, não era hoje aquele seu encontro com a Gio? – Harry perguntou.
- Cara, não é que é mesmo? Como eu pude esquecer? Esperei tanto por isso. – Tom deu um pedala em sua própria testa. – Vou ligar para ela. – Disse, descendo do carro. – Pega as coisas, por favor.
- Sabia que ia sobrar para mim. – Harry murmurou, mas Tom nem escutou, pois já estava entrando na casa.

#De volta à casa:

Dougie e agora falavam sobre lagartos e dinossauros. , , e Danny conversavam sobre coisas banais, de escola e derivados, nem perceberam Tom entrar apressado na casa.
- Deus, Danny, cadê o telefone? – Perguntou Tom, mais nervoso que o normal. – Droga, achei. – Falou, ao ver o telefone em cima de uma mesinha com caixas de pizzas em cima. Discou os números rapidamente.
- Alô, Gio. – Falou, por fim. olhou para o menino que estava perto da janela, falando ao telefone com ninguém mais ninguém menos do que Giovanna Falcone. Como ela havia se esquecido desse detalhe? percebeu a reação da prima e balbucio um “Não fique assim.” E a outra apenas assentiu. – Gio, desculpa, sim? Eu fiquei um pouco enrolado aqui, ainda está de pé o encontro? – sentiu uma um nó se formar na garganta.
- Ah, não vai dar. Hm... Tudo bem, quem sabe outro dia, então? Ah... Tudo bem. Beijos, tchau. – Tom passou a mão pelo cabelo.
- Mais um fora, amigo? – Danny perguntou para ele.
- É. – Falou, indo para o andar de cima.
Harry entrou com as sacolas, com as coisas que haviam comprado.
- Comer, cambada... – Falou e todos foram para a cozinha.
As meninas estavam felizes, era ótimo conhecer seus ídolos tão de perto, e os meninos as achavam legais. Danny achou perfeita. E Dougie amou o papo sobre répteis que teve com . Harry, por sua vez, não deixou de notar que era um tanto quanto atraente. E Tom... Ah, esse ficou no quarto, culpa da Giovanna, mas uma vez culpa dela. ficou insatisfeita em não ter sua presença ali, mas os meninos eram tão engraçados que a fizeram esquecer esse motivo de não felicidade.
E agora? Como seria dali para frente? Agora elas sabiam que o “E se?” de sempre mudaria totalmente.

Capítulo 3

- Quantos anos vocês têm? – Danny perguntou.
- Eu e a temos 15, tem 17 e 18. – respondeu, mostrando seus dentes num sorriso Colgate.
- Que colégio vocês estudam? – Dougie perguntou, comendo uma banana.
- A gente já estudou. – Disse , pensativa.
- Se você tem 15 anos, como que você já estudou? – Harry perguntou, confuso.
- Ela estudou o 1º grau só, ela é lenta demais. – Disse , aparando o erro da irmã.
- E agora, pra onde vocês vão? – Harry perguntou.
- A me disse que elas não tem pra onde ir, então eu disse pra elas ficarem aqui até acharem um lugar pra morar. – Disse Danny, olhando pra , que concordou com o que o menino disse.
- Hmmmm, a “”... Quanta intimidade... - Disse Dougie, com um olhar malicioso, fazendo todos da mesa gargalharem, menos e Danny, que não entenderam a piadinha.
- Quem vai lavar a louça? – Perguntou , enfim entrando na conversa.
- Já que você perguntou, vai você. – Disse , levantando-se da mesa e indo para a sala junto com , , Dougie e Danny.
- E o Harry vai ajudar. – disse antes de sair da cozinha.

#Na cozinha:

- Bando de preguiçoso, sempre sobra pra mim. Além de ter ido comprar as coisas, tenho que lavar a louça ainda. – Disse Harry resmungando.
- Nunca mais pergunto quem vai lavar a louça. Você lava e eu seco. – Disse , procurando um pano pra secar a louça.
- Ok. – Ele disse, indo para frente da pia.
Minutos depois, o único som que se ouvia na cozinha era o barulho da água. Então, Harry resolveu quebrar o silencio...
- Sabe... Você é... Er... Bonita.
se assustou com as palavras de Harry e derrubou o prato que estava secando.. Sem pensar duas vezes, ela se abaixa pra juntar os cacos...
- Deixa que eu te ajudo. – Disse Harry, abaixando-se pra ajudá-la. Nisso, os dois batem a testa um no outro...
- Outch! – Disseram na mesma hora.
- Merda! – disse, passando a mão na testa.
- Eu vou...Er... Pegar um jornal pra juntar os cacos. – Harry foi indo até o armário.
estava assustada com as palavras que Harry disse, e ainda mais, com a proximidade que havia acontecido há instantes atrás. Mas ela nem imaginaria que a proximidade aumentaria cada vez mais, e que mudaria sua vida para sempre.

#Na sala

- , gosta de guitarras? – Perguntou Danny.
- Demais, sempre quis aprender a tocar. – Disse , olhando pro menino.
- Ótimo, então vamos lá dentro que eu te ensino. – Ele disse, puxando a mão da menina e indo em direção à garagem.
- Hmmm... Esses dois, hein. – diz, com cara maliciosa.
- Gente, mudando de assunto... Dougie, onde fica o banheiro? – Perguntou .
- Fica lá em cima, última porta à esquerda. – Dougie disse, esparramando-se no sofá.

#Indo para o banheiro:

sobe as escadas rapidamente procurando o tal banheiro...
- Onde fica essa bosta? Quanta roupa nesse lugar... – Falou , vendo roupas jogadas por todos os lados. - Não tem guarda roupa, não? – falando sozinha... – Qual será o quarto do Tom... – Perguntou para ela mesma, pensativa. - Achei o bendito banheiro! – Disse ela, entrando no banheiro.

#Garagem e Danny:

- E então, , gostou da minha guitarra? – Danny pergunta para , que estava com sua guitarra nas mãos.
- Tá brincando? Eu amei.– falou, sorrindo. - Sempre quis conhecer sua guitarra. – Sorriu amarelo ao ver o que há pouco havia falado.
- Eu também amo essa guitarra. Legal saber que você queria conhecê-la. – Sorriu abertamente para . – Que ver o resto dos instrumentos?
- Claro. – disse, com os olhos brilhando.
- Vem, então. – Danny pegou a mão de , puxando-a para ver o resto dos instrumentos.

#Quarto Do Tom:

Tom estava deitado, meio triste por ter levado mais um fora de Gio, não sabia, afinal, por que ela fazia isso. Falava que ia sair com ele, mas quando chegava na hora, sempre dava para trás. Já estava ficando cansado disso, para ela, já estava virando um ciclo vicioso (N/A: Piadinha interna minha e da Júh. By: Luilene). Ela vivia dando foras nele, mas mesmo assim ele ainda gostava dela. Os guys falavam para ele deixá-la de lado, mas para ele, era um tanto difícil. Fazer o quê? Mal ele sabia que o destino estava preparando para ele uma história muito melhor do que a que ele viveria em sua vida normal.
- Droga. – Tom ralhou, ao sentir uma enorme vontade de ir ao banheiro.
“- Onde fica essa bosta? Quanta roupa nesse lugar...” – Tom pensou ter escutado uma voz perto de seu quarto, mas quem poderia ser? Os outros estavam todos na cozinha comendo.
Levantou da cama e foi para fora do quarto, rumo ao banheiro que ficava bem ao fim do corredor. Enfim, chegando ao banheiro.

#Já no banheiro:
(n/a: obs: Isso acontece enquanto o Tom estava chegando.)

Chegando ao banheiro, foi para frente do espelho.
- Nossa, como eu to horrível. – Disse, vendo seu cabelo bagunçado. – Aff. Parece que eu fugi do hospício. Preciso urgente de maquiagem. – Deu uma ajeitada no cabelo. – Hmm... Até que esse banheiro não é tão podre quanto eu imaginava.
Foi para frente do vaso sanitário, não era dos mais limpos, mas serviria, abaixou as calças e, quando ia fazer sua calcinha tomar o mesmo rumo, a porta se abriu.
- AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH. – e Tom gritaram, ao mesmo tempo.
- Ah, meu Deus! – Tom corou instantaneamente. Deixando uma pálida. – Me desculpe. – Tom fechou os olhos. Mas antes, não deixou de perceber que a calcinha que ela usava tinha um Garfield desenhado.
Quando deu por s,i viu um Tom muito corado na porta do banheiro, e com os olhos fechados. Saiu correndo do banheiro, puxando as calças pelo caminho.
- Deus. – Dizia, ao chegar às escadas, ainda não tinha colocado toda a calça, desceu as escadas apressadamente, com um Tom logo atrás de si.
- , me desculpe, não sabia que você estava no banheiro. – Tom falou para a menina, que ainda estava pálida de tanta vergonha.
- Menina, o que aconteceu? – Perguntou , assustada, com Danny em seu colo – estávamos na garagem, mas escutamos gritos.
- Nada. – respondeu, depressa.
- Por que você está quase sem calças? - Disse Harry, chegando com na sala também.
- É que a estava no banheiro e eu abri a porta, eu não sabia que ela estava lá, e a porta não estava trancada.
- , tá tudo bem? – Perguntou , chegando perto da escada junto com Dougie, que ria da cara que Fletcher estava fazendo.
- Está sim, foi só um mal entendido.
- Desculpa de novo, , foi sem querer.
- Tudo bem. – Disse, saindo da escada e sentando-se no sofá.
Após o incidente do banheiro, todos ficaram na sala vendo TV, e Tom ainda estavam um pouco constrangidos com o incidente. Mas ninguém mais tocou no assunto.
Agora estavam todos rindo das palhaçadas que Danny estava fazendo, principalmente .
- Estou com sono. – Disse , bocejando.
- Só você, então, porque eu não. – Disse .
- Vou dormir aqui no sofá. – se levanta e Dougie também.
- Nem pensar, . – Dougie discorda.- Vem, vou te levar para o meu quarto.
- Hmmmmm... – Danny começa a zoar os dois. – Vai levar a para o seu quarto, vai?
- Ah, vai cagar no mato. (N/A: Mais uma piadinha interna das autoras. Leny, jamais esquecerei.)
- Vem, . – Dougie falou para que o seguiu, rumo ao quarto no andar de cima.

#Quarto do Dougie:

Ao abrir a porta do quarto, se deparou com uma BAGUNÇA. Dougie sorriu, envergonhado, havia roupas pelo chão, caixas de pizza em cima de um criado mudo, mais roupas espalhadas, uma cama bagunçada. Tinha um único lugar que estava arrumadinho, um cantinho do quarto, onde estava uma mesinha velha, com várias revistas em cima e um aquário com um bichinho dentro. percebeu qual era o “bichinho”. Era Zukie. É claro, ela havia voltado no tempo, ele ainda não tinha morrido.
- Bem, eu sei que está bagunçado, mas é que eu nem tenho tempo para arrumar.
- Tudo bem. – Sorriu amigável.
- Bom, eu vou arrumar a cama, é o mínimo que eu posso fazer. – Sorriu, fazendo a menina sorrir de volta.
- Não precisa, Dougie, eu não gosto de camas arrumadas. Para que arrumar a cama se depois vou dormir e bagunçar de novo, não acha? – Falou e viu-o assentindo.
- É exatamente isso que eu sempre digo. – Ele falou, sentando na cama.
- Dougie, posso ver? – Perguntou , indicando com a cabeça o aquário de Zukie.
- Você não tem medo? – Perguntou.
- Não. Eu amo animais assim. – Sorriu indo na direção de Zukie. – Posso pegá-lo?
- Claro. – Dougie pegou Zukie e colocou nas mãos de . Dougie viu Zukie ficar quietinho. – Parece que ele gostou de você. – Dougie sorriu internamente, afinal, qual menina gostava de lagartos, dinossauros , camas bagunçadas e ainda era tão estranha quanto ele? Sorriu com o pensamento, mas agora viu o seu sorriso.

#Casa toda:

A noite foi tranquila, dormiu com no quarto de Dougie, e dormiu com no quarto de Tom, e os meninos se separaram nos quartos que sobraram. Dougie e Danny em um quarto e Tom e Harry em outro. E aquela foi a primeira noite das meninas em Londres, na casa dos guys. Amanhã era outro dia e elas iriam aproveitar a estadia ali o máximo que podiam, afinal, não é todo dia que se volta ao passado e tem a chance de conhecer seu ídolo antes mesmo dele ser famoso. Realmente, para resumir o que sentiam, elas se sentiam em um dos seus maiores sonhos.

Capítulo 4

Era madrugada, todos na casa já tinham ido dormir. Dougie acordou no meio da noite para ir ao banheiro, pois estava muito apertado. Ele estava no quarto de Danny, que estava dormindo abraçado com seu macaquinho de pelúcia, Dougie conteve a risada, ao ver o quão hilário era seu amigo. E logo foi ao banheiro.
levantou, mas o mais curioso era que a menina não estava acordada, ela era sonâmbula. Caminhou lentamente, seu subconsciente estava em outro mundo, foi andando cada vez mais e entrou no que parecia um quarto, ela nem imaginaria o que estava acontecendo. Foi indo até apalpar uma cama macia, mais macia que a que ela estava antes, deitou nessa cama, tinha mais uma pessoa ali, talvez fosse , deitou ali bem perto “da prima”. A pessoa se mexeu na cama e a abraçou. Abraçou-a muito apertado. É, talvez não fosse mesmo .
Dougie, ainda com sono, estava voltando do banheiro. Percebeu que havia deixado a porta aberta, espreguiçou-se e olhou para a cama, e deu de cara com uma cena bem cômica. e Danny estavam abraçados. Quer dizer, “agarrados”. Dougie se apavorou ao ver isso.
- AHHHHHHH! – Dougie deu um grito de “China Véia.” [N/A: Mais uma piada interna das autoras.]
Com esse grito, todos da casa acordaram, menos o casal que estava ali deitado, abraçado.

#Quarto Do Dougie:

acorda e vê que a prima não está ao seu lado, se apavora, a prima não está ali. Onde ela se meteu? Sai da cama e quando está saindo na porta, escuta o grito muito gay de um dos meninos. Vai correndo até o quarto de onde veio o grito, e vê Dougie olhando Danny e abraçados na cama. “A não perdeu tempo.” Foi o que a menina pensou.

#Quarto de e :

e acordam assustadas com os gritos, assim como Tom e Harry, que estão passando em frente ao quarto das meninas.
- Deus! Que grito foi esse? – Disse , assustada.
- Que loucura. Levei o maior susto. – Disse , arrumando o cabelo.
- Vem, vamos ver o que aconteceu. – Disse , abrindo a porta e escutando um gemido de dor.

#Corredor:

- Que grito louco esse. – Tom falou, esfregando os olhos.
- Só pode ser o Dougie com medo de escuro. – Debochou Harry. Mas a próxima coisa que sentiu foi a porta vindo em seu rosto. - Outch. – Harry gemeu ao levar uma portada na cara.
- OMG! – Harry ouviu falar. – Desculpa, Harryzinho. Foi sem querer.
- HAHAHAHA! Quebrou as guampas, Judd. – fala rindo histericamente, junto com Tom, que agora chorava de tanto que ria.
- Gente, vamos logo saber o porquê do grito. – Harry falou, levando a mão à testa.
- Vamos. – concordou.

#Quarto Do Danny:

- Deus, o que a tá fazendo ai? – Perguntou , abobalhada com a cena que via.
- Não sei, eu fui ao banheiro, e quando eu voltei, ela estava aí. – Dougie disse, com os olhos arregalados.
- Deus! Que isso? – Pergunta ao chegar ao quarto.
- A e o Danny dormindo juntos. – fala, tranquilamente. – Rápidos esses dois, né?
- Nem me fale. – concorda.
- Gente, tive uma ideia. Que tal pintar os rostos dos dois? Aproveitar que estão dormindo juntos. – Dougie falou, com cara de criança diabólica. [N/A: Créditos à Kally.]
- Adorei a ideia. – Harry sai do quarto, indo buscar as canetas.
- Hey, onde eu vou dormir? – Dougie perguntou.
- No seu quarto, né, mongol. – Tom falou rindo.
- É, mas a tá dormindo lá. – Dougie falou, olhando para .
- , não vá molestar o pobre Dougie, hein? – falou rindo para a amiga.
Depois de pintarem os rostos dos dois, eles estavam voltando para seus quartos.
- , aquele ali não é o seu brinco? – aponta para o brinco que estava no chão.
- Verdade. É o meu. – Ela diz, abaixando-se. Mas ao se abaixar, sente seu Jeans se rasgar e cora instantaneamente. – Deus, meu Jeans rasgou. – Ela sussurrou, mas só Tom escutou. Corou mais ainda ao ver Tom se abaixar perto dela.
- Vem, , vou te emprestar uma boxer. – Tom falou, puxando pela mão e indo para o quarto dele.

#Quarto Do Tom:

- Vou procurar e já volto. – Tom falou, indo para frente de um guarda-roupa que tinha no quarto. – Pode ser essa? – Perguntou, mostrando uma boxer vermelha.
- Claro, e muito obrigada, Tom. – Sorriu, meiga.
- Que de nada. [N/A: mais uma piada interna das autoras.] – Tom sorriu para a menina.
Ele ainda não tinha reparado, mas era muito bonita, e muito simpática também.
- Bom, agora vou dormir, boa noite, Tom. – falou, pegando a boxer.
- Boa noite, . – Tom falou para a menina e depois saiu do quarto.

#Quarto Do Dougie:

- Tem certeza de que não se importa se eu dormir aqui? – Dougie perguntou para mais uma vez.
- Claro que não, Dougie. – sorriu, encorajando o menino. – O quarto é seu. Esqueceu?
- Não, mas se você se importar, eu posso dormir na sala, ou na cama com o Harry e o Tom.
- Claro que não, seu bobo, pode ficar aí.
- Ok. Mandona. – Ele falou rindo e ela mostrou a língua para ele.

#Harry e cozinha:

- Harry, desculpa mesmo pela porta. – disse, envergonhada.
- Já te desculpei, linda. – Harry fala, fazendo uma carinha fofa para ela.
- E obrigada por deixar a gente ficar aqui, nós nem nos conhecemos direito, e já estamos enchendo vocês. Obrigada mesmo. – Ela sorriu para ele.
- Que isso, nem precisa agradecer. Vocês estão perdidas, é como se fosse uma obrigação nossa.
- Bom, Harry, eu vou dormir agora. – disse, tristonha.
- Tudo bem, preciso ir dormir também. – Falou, dando um beijo na testa de e saindo de lá, deixando uma estática na cozinha.
Nunca pensou que haveria tanta aproximação entre ela e Harry, jamais imaginou uma situação assim.

#Casa toda:

O dia havia amanhecido, alguns ainda estavam dormindo e outro já estavam há um tempinho acordados.

#Quarto Do Danny:

Danny acordou, mas ainda estava com sono, e ainda estava mais lerdo que o normal. Sentiu um peso em seu peito, olhou para baixo e viu uma cabeleira morena. “Dougie, não sabia que você era moreno.” Foi o que ele pensou. Olhou fixamente e percebeu, enfim, que era que estava deitada ali com ele, em seus braços. Danny tirou o cabelo que estava no rosto da menina, nunca havia acordado com uma menina ao seu lado, sempre foi do estilo que não ficava até o amanhecer, olhou diretamente em seus lábios tão convidativos, aproximou seus lábios dos dela, e os selou em um demorado beijo. Depois que se afastou, que foi perceber que estava com o rosto pintado.
- HAHAHAHA. – Danny riu escandalosamente, acordando .
- Onde eu estou? – Perguntou a menina. Ela olha para Danny. E não acredita no que vê. – Era para eu acordar e não sonhar mais. – diz, ao ver Danny. – Por que seu rosto está pintado? – perguntou, curiosa.
- Hey, o seu também está. – Danny ri mais. – Vem limpar seu rosto, . – Danny fala, puxando sua mão.

#Quarto Do Dougie:

Dougie dormiu no chão, ao lado da cama de . rola na cama, a cama é confortável, mas não é a cama dela. Começa a rolar na cama de um lado para o outro, até que cai da cama, diretamente em cima de Dougie, que leva um susto.
- Outch. – Dougie geme.
- OMG! Desculpa, Dougie. Eu te esmaguei? Está tudo bem? – perguntava, assustada.
- Com você em cima de mim, nada ficaria melhor. – Dougie sorriu, malicioso.
- Seu besta. – riu, saindo de cima dele. – Eu estava preocupada. Ok?
- Ok. – Ele sorriu, levantando da cama improvisada.

#Na Cozinha:

Tom estava na cozinha, fazendo panquecas, e cantando uma música que não saía de sua cabeça.
- Amanheceu, peguei a viola, botei na sacola e fui viajar... – Cantarolava a música.
- Hey, Tom, bom dia. – diz ao entrar na cozinha.
- Oi, bom dia. – Ele sorriu.
- O que está fazendo? – Perguntou, interessada.
- Panquecas, todos vão acordar famintos, só olha. – Ele disse, rindo.
- Verdade. Quer ajuda? – Perguntou .
- Claro, Gio. – Tom fala, sente-se mal ao saber que Tom está a confundindo com Gio, a pessoa que ela mais odiava no mundo. Só por saber que no futuro Gio e Tom eram noivos, uma raiva enorme subiu sua cabeça. Tirou a boxer dele e ficou apenas de calcinha, pegou a boxer e jogou na cara dele.
- Argh. – resmungou, saindo da cozinha, deixando um Tom sem entender o que havia feito de errado.
e Tom não se falaram mais. Depois que todos os outros acordaram, decidiram que iriam para o shopping comprar roupas novas para as meninas, já que elas só tinham as que fizeram a viagem no tempo. Depois de um dia de compras, brincadeiras e risos, voltaram para casa. Deviam descansar, pois amanhã elas e eles iriam para a escola, com ainda mais pessoas que estão em suas idades normais, e elas com suas idades mentais mais avançadas do que as deles. Seria uma experiência e tanto passar pelo colegial novamente. Como sempre.

Capítulo 5

Após o longo dia anterior, com compras no shopping com os guys, as meninas foram dormir, com as mesmas duplas que o dia anterior, assim como os meninos. Mas a noite foi curta, logo de manhã tiveram que acordar para ir para a escola. Para os meninos seria um dia como os outros e para as meninas seria uma loucura, afinal, elas já haviam feito o ensino médio. Imagina a loucura que isso não daria!
- Bom dia, gente. – Disse Tom, ao ver os amigos e as meninas entrarem na cozinha.
- Dia. – Responderam, menos , que ainda estava brava com Tom por ele tê-la chamado de Gio.
- E, então, meninas, prontas para irem para a “nova” escola? – Perguntou Harry.
- Claro. Prontíssimas. – Ironizou .
- Harry querido, nunca estamos prontas para a escola. – disse, dando um pedala em Danny por ele ter pego sua torrada.
- Eu estou feliz com a escola. – Disse , sorrindo.
- AFF, só você, então. – disse . – Mas é claro, a estranha da sempre com essas loucuras, se não falasse uma barbaridade, eu acharia que tu tinha sido abduzida.
- Hey, não chama a de estranha. – Dougie falou, com a boca cheia.
- Olha só, o mais estranho ainda defendendo a estranha. – Harry disse e e Dougie mostraram o dedo do meio para ele ao mesmo tempo.

Depois de tomarem café, foram todos para a escola, as meninas estavam muito nervosas, e os meninos estavam se achando por chegarem à escola com meninas tão bonitas.
- Ai, eu tô com medo. – Disse , se segurando em , que estava ao seu lado.
- Medo de quê? – perguntou.
- Dessa gente. – Ela disse, com os olhos esbugalhados.
- É por isso que eu prefiro macacos. – Disse Danny, se metendo no assunto, fazendo rir. – , pega na minha mão, se estiver com medo.
- Pega na mão dele. – sussurrou para a prima. – Vai. – E pegou na mão de Danny, percebia a felicidade das amigas. Era bem chato só ela sobrar, tudo culpa da Gio, sempre ela no caminho.
- Danny quem é aquelazinha que está me encarando? – Pergunta ao ver uma menina a olhando feio perto da porta de entrada da escola.
- É a Olivia Altermann, ex "peguete" do Jones. – Harry diz, cutucando o amigo.
- O que essa vaca quer, me olhando? – dizia furiosa, não só por a menina olhá-la, mas sim porque ela já tinha ficado com o Danny.
- , não começa. – Diz , ao ver que a prima está encarando a menina também.
- É, , não começa. Mal chegamos à escola. – Diz .
- Tá, parei, mas ela que não venha, senão ela vai ver. – ameaçou.
- É isso ai. – Disse .
Depois desse episódio, as meninas foram cada uma para sua sala, e Harry ficaram na mesma turma, , , Dougie, e Danny também ficaram nas mesmas salas. Cada um estava em sua sala agora.

Sala 31 – , e Dougie:

- Oi. – Disse uma menina muito simpática ao passar por .
- Oi. – sorriu.
- Você é nova aqui, então seja bem vinda. E qualquer coisa pode me chamar, aliás, sou Nina.
- Obrigada, Nina, sou ou só . – Sorriu.
- Nina não apresenta as amigas. – Disse um menino que se aproximava de , Nina e Dougie.
- Ah! Conheci agora, Steven, mas, bem, essa é . – Ela apresentou para a menina. – E, , esse é Steven, meu irmão, gêmeo, para falar a verdade. – Ela riu.
- Prazer, . – Disse Steven. – Muito bonita, você. – Sorriu, malicioso, fazendo Dougie sentir seu sangue ferver. Seria ciúme?
- Acho que a aula vai começar, , melhor vir se sentar comigo. – Dougie puxou o braço da menina, levando-a até uma carteira vazia.
- Ficou com ciúmes da , é, Poynter? – sussurrou para Dougie, sem perceber.
- Eu... Er... Claro que não. – O menino gaguejou.
- Aham, sei, posso ser lerda, mas captei no ar! Você ficou sim com ciúmes e não discuta. – Ela riu, vendo que o menino ia falar de novo.

#Ginásio:

Depois do momento ciúmes de Dougie, todos os outros se encontraram no ginásio da escola para lanchar.
- Olá, novata. – Olivia disse para .
- E aí. – falou. – Qual é?
- Nada, só que você se ponha em seu lugar, quer chegar se achando, tome cuidado. – Falou, derramando seu suco de uva na roupa da menina. – Ops. Acho que não tomou cuidado. – Falou, sorrindo.
- E você vai morrer agora, sua vadia. – Disse , já pegando nos cabelos da menina.
- , para com isso! Alguém ajuda! – Dizia , tentando controlar a situação.
- Solta meu cabelo! – Dizia Olivia.
- Você pediu, sua vaca desgraçada! – Disse , arrancando um maço de cabelos da menina e dando um tapa em seu rosto mais uma vez.
- Droga. – disse. – Solta ela. – disse, empurrando Olivia para o lado, que sem querer deu um tapa em seu rosto. – Agora você vai ver, sua sirigaita. Mata ela, ! – Então começaram a briga novamente.
- Jesus! O que as meninas estão pensando? É primeiro dia de aula delas e já estão brigando, são até piores que o Dougie. Vamos, Harry. – Disse Danny.
- Ah, cala a boca. – Disse Dougie, dando um pedala nele.
Danny segurou e Harry, , que se debatia, querendo bater ainda mais em Olivia.
- MAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – Disse o inspetor da escola, assustando a todos e fazendo até as meninas, que antes brigavam, paralisarem. – AGORA, NA SALA DO DIRETOR. – Ele apontou para as meninas que agora estavam todas descabeladas. – AGORA! E vocês? O que estão fazendo aqui? – Perguntou para Harry, Danny e Steven, que segurava Olivia.
- Apenas separando a briga, senhor. – Danny falou, saindo de fininho.
- Fodeu para elas. – Harry falou, sentando-se junto com os amigos. – Quando o senhor Loo fica bravo, ele fode com a vida das pessoas.
- Eu vou à direção ver o que houve com a . – Disse Danny.

Direção da escola: 10h23

- Mas o que houve aqui? – Perguntou a diretora. – E vocês não são as alunas novas? – Perguntou a mulher.
- Somos sim. – confirmou.
- E já estão aqui? – Perguntou, incrédula. – Mal chegam e já causam problemas, irei pensar coisas erradas de vocês, meninas.
Olívia ri.
- Qual é a graça, senhorita Altermann? – A diretora perguntou, irritada. – Já que não é a primeira vez que está aqui, você irá limpar os banheiros no final da aula.
- Mas, senhora Boom...
- Sem "mas", agora saia. – Falou. – E, vocês duas, fiquem. – Apontou para e .
- Tudo bem. – Disse .
- Bom, como é a primeira vez aqui, não vou dar um castigo muito grande a vocês, fontes me disseram que foi a senhorita Altermann que começou a briga, então, só para não me chamarem de injusta, vocês irão ajudar o senhor Fletcher e a senhorita Falcone na arrumação da biblioteca. Agora, podem sair. – Falou, por vez.

#Ginásio: e Dougie

- Podemos sentar aqui? – Pergunta Nina para , que estava sentada ao lado de Dougie, já que foram os únicos que sobraram na mesa depois da confusão, Harry e correram atrás de Danny para saber o que havia acontecido com e .
- Claro que pode. – Disse , sorrindo. – Não é, Dougie?
- Ah, sim, claro, claro... – sorriu forçado, pois Steven estava ali de novo.
- Então, , de onde você é? – Steven começa o papo.
- Eu sou de Cambridge, mas, na verdade, nasci no Brasil, minha família, assim como a das meninas, se mudou para cá, quando ainda era bebê.
- Nossa! Brasil! – Nina falou. – Sempre quis conhecer. Dizem que lá é lindo.
- E dizem que tem as meninas mais bonitas também, deu para perceber, não é, ? – Steven falou, fazendo Dougie se engasgar com o suco que estava tomando.
- Você que está dizendo. - sorriu sem graça.
- Bom, eu vou ao banheiro. Até a aula. – Steven falou e saiu, sorrindo, deixando um Dougie um tanto quanto furioso.
- Nina, você não se parece nem um pouco com seu irmão. Você é muito gentil e ele fica dando papo furado por aí. – Disse Dougie.
- Dougie, assim parece que você está com ciúmes da . – Disse Nina, rindo.
- Que droga, todo mundo fala isso. – Ele murmurou.
- O quê? – Nina arregalou os olhos... E agora foi a vez de se afogar. – Então é verdade?
Mas antes que Dougie falasse qualquer outra coisa, o sinal tocou, e ele se sentiu aliviado, estava nervoso, e se perguntasse desse assunto mais tarde? Ele estava com ciúmes mesmo dela? É, estava.

#Biblioteca: 10h28

- Ainda bem que só vamos ajudar na biblioteca, imagina a cara da Olivia ao limpar os banheiros. – dizia rindo.
- Pra mim, não vai ser tão fácil. – Disse , tristonha. – O Tom e a Gio vão estar lá, e eu vou ter que assistir a pegação dos dois de camarote.
- Fica triste não, mana. – riu para a irmã. – É que o Tom não te conhece direito ainda, mas tudo vai dar certo.
- Espero que sim, então, vamos lá. – puxou para a biblioteca.
- Oi, Tom. – disse. – Oi, Gio. – Disse, fazendo revirar os olhos.
- O que fazem aqui, meninas? – Tom perguntou.
- Bom, a gente acabou brigando com a Olivia, e ficamos de castigo, e o castigo é ajudar aqui na biblioteca. – sorriu de lado.
- Bom, então, vão para a seção ficção, que está meio empoeirada.
- Ok. – puxou novamente. – Que cu, , fica com essa cara de sempre aí, tem que mostrar que é poderosa.
- Ok, vou tentar. – sorriu.
Depois que arrumaram alguns livros, e ficaram espionando Gio e Tom, que estavam conversando por ali.
- Mas, então, Gio, quando você vai sair comigo? – Tom perguntou, sorrindo e mostrando a covinha. Fazendo se derreter atrás da estante.
- Eu já te falei, Tom. Não posso. Não tenho tempo. – Falou friamente.
- Ok. Mas um dia você vai sair comigo, não vai? – Falou com carinha de cachorro pidão.
Mas antes que ela desse uma resposta, escutou um barulho, como se livros estivessem caindo.
- Ai. – Disse , caída no chão com vários livros em cima dela. – , me ajuda.
- Tom, a caiu, ajuda aqui! – gritou, fazendo Tom vir correndo.
- Está tudo bem, ? – Falou, pegando ela no colo. – Vou levá-la à enfermaria. Avisem os outros.
- Ok. – Disse correndo.

#Lado de fora da direção: 10h35

- Cara, eu to ficando preocupado, a nunca sai dessa sala, o que será que a senhora Boom está fazendo? – Danny falou, com o ouvido na porta.
- Bosta, tem gente vindo. – falou.
- Pronto, agora que a gente se fode por escutar atrás da porta. – Disse Harry. – Vem, vamos. – Chamou Danny e - Corre, seu bosta. – falou, dado um pedala em Danny.
Estavam descendo as escadas quando resvalou, e se segurou em Harry, que foi levado ao chão junto com a menina.
Os dois saíram rolando o lance da escada, com Danny se matando de rir, em vez de ajudar os dois.
- Gente, que bom que encontrei vocês. – disse. – O que estão fazendo no chão?
-Testando a gravidade, querida. – riu. – , sua macaca “véia”, me ajude aqui. – Falou e puxou seu braço para levantar a amiga.
- Mas, então, por que estava correndo, sua louca? – Harry falou.
- Ahhh, é que a foi para a enfermaria. A estante de livros caiu em cima dela! Vamos para a enfermaria! E Alguém avise a . – disse, puxando a amiga.
- É, eu que vou ter que ir. – Disse Harry, o único que sobrara, já que Danny foi correndo atrás de e .

#Enfermaria:

- , está tudo bem? – Tom perguntou. E ela assentiu. – Menina, você está sempre se desastrando.
- Essa palavra existe? – Perguntou, sorrindo.
- Acho que acabei de inventar. – Tom sorriu. – Pode me dizer por que não estava falando comigo? Eu não entendi nada desde quando você tacou a boxer em mim.
- Eu não quero falar sobre isso. – disse, desanimada.
- Eu mereço saber, ao menos, o que houve.
- Você me chamou de Gio. E, bom, qual outra menina gosta de ser chamada pelo nome de outra?
- Me desculpe, , foi sem querer, eu juro, não queria ter dito. Mas... – Ele não conseguiu falar, depois todos os outros já estavam ali, perguntando o que havia acontecido.

Rumo de casa:

- Que dia, hein? – Disse .
- Nem me fale. Tudo culpa daquela bitch da Olivia. – falou, irritada.
- Ela é uma vaca. – falou.
- Está melhor mesmo, né, ? – Harry riu.
- Não existe pessoa mais chata que o Steven. Ele é muito insuportável, cara. – Dougie falou.
- Dougie, Dougie, o que já conversamos? – provocou.
- Acho que tem gente em casa. – Danny falou.
- Enfim usou o cérebro, Jones. – falou rindo. – Ainda me deve uma por rir de mim quando eu caí com o Harry.
- Tom, meu amor! – Foi o que escutaram quando entraram.
- Ih, , sua sogra. – falou rindo, deixando uma nervosa. E pensando em como iria agir agora. Debbie Fletcher estava ali.

Capítulo 6

estava nervosa, o que Debbie acharia dela? E se ela não gostasse da menina? Isso seria impossível, era uma menina muita simpática e Debbie era um amor. Tom estava nervoso também, pensando no que sua mãe diria ao ver quatro meninas morando ali com eles.
- Tom, eu estou aqui na cozinha preparando bolo, venha para cá com os meninos. – Tom não saiu do lugar, Dougie foi o primeiro a ir para a cozinha.
“Morto de fome”. Pensou Harry.
Enfim, Tom foi à cozinha seguindo Dougie, logo Harry foi atrás.
- Vamos, meninas, vamos lá também. – Danny chamou as meninas, que foram para a cozinha com ele.
Ao entrarem na cozinha, viram Debbie de frente para a pia, lavando uma tigela. sentiu suas pernas tremerem, nunca pensou que fosse conhecer pessoalmente a mãe de seu ídolo.
- Tomei a liberdade de fazer um bolo de chocolate, vocês não se importam. Não é, meninos? – Ela perguntou, ainda não tinha visto as meninas ali, elas também nem se manifestaram.
- Nós amamos essa ideia. – Dougie disse com um sorriso infantil.
- Claro, você vive com fome. – Danny disse sorrindo.
- Comprei algumas coisas e já coloquei nos armários e na geladeira. – Debbie falou se virando e, enfim, vendo as meninas ali. – Não sabia que vocês tinham visitas. – Ela sorriu para as meninas.
- Elas estão morando aqui com a gente, mãe. Estavam perdidas e oferecemos a casa para elas até conseguirem um lugar melhor. – Tom disse, saindo do seu transe.
- Perdidas? – Debbie perguntou preocupada. – E os pais de vocês meninas? Eles devem estar preocupados.
- É, meninas. E os pais de vocês? – Perguntou Harry.
- Nós moramos juntas em Cambridge. Nossos pais moram no Brasil. – Disse .
- Mas vocês ainda são menores de idade. – Tom falou.
- Sim, somos. Por isso temos o irmão mais velho da em Cambridge, mas ele nem se importa muito com nós, deve estar mais preocupado com o Pub dele. – Disse , se manifestando pela primeira vez. Era sempre ela que arrumava as situações.
- E vocês pretendem voltar para Cambridge? – Perguntou Debbie e os meninos prestaram atenção na resposta que elas dariam.
- Já que estamos aqui em Londres, porque não tentar a vida por aqui? – Disse .
- Concordo, acho que não faremos muita falta lá em Cambridge. – Falou , pensativa.
- Fico mais aliviada assim. – Disse Debbie, pondo a mão no coração. – Mas então, quais os nomes de vocês? Porque os meninos não prestam nem para apresentar vocês. – Ela disse rindo, fazendo as meninas rirem.
- Eu apresento. – Danny falou. – Essa anãzinha aqui é a ou . A do lado dela é a , mas chame ela de . A que está ali atrás é a , mas chame ela de . Essa aqui é a minha . – Danny corou ao ver o que havia falado. – Minha amiga . – Tentou consertar.
- Prazer, meninas. Eu sou a Debbie, mãe do Tom. – Debbie disse abrindo um sorriso carinhoso para as meninas. – Eu já ia para a casa, mas vou ficar e fazer outro bolo, já que agora dobrou a quantidade de pessoas.
- É, e a e o Dougie vão acabar com um dos bolos sozinhos! – Harry disse rindo das caras de ofendidos que Dougie e fizeram.
- Alguém quer me ajudar com o bolo? – Debbie perguntou.
- A quer. – Disse . – Ela ama cozinhar e fazer bolos.
- É, eu amo. – olhou feio para a irmã.
- Então venha cá me ajudar, querida. – Debbie disse à . – E, Tom, você também vai ajudar. – Debbie falou, fazendo Tom ficar na cozinha, junto com ela e .
“Isso não será fácil”. Pensou .

#Na sala:

- , como você é do mal! Deixou a pobre da sozinha com a Debbie e o Tom. E se ela desmaiar novamente? – falou rindo.
- Vocês são do mal. – Disse se atirando no sofá. – E me diz uma coisa: O que foi o Danny dizendo "Minha "? Que fofo, gente! – cutucou , que estava sentada no chão.
- Somos amigos, ora! Ele mesmo disse isso depois. – falou tristonha.
- Sei, sei... – Disse , rindo da amiga.
- Chega desse assunto que eles estão vindo. – falou com cara ameaçadora.
- O que faremos por enquanto, meninas? – Harry perguntou adentrando a sala e se jogando no outro sofá, assim como havia feito.
- Cara, o Harry é a versão masculina da . – disse fazendo rir junto com ela e deixando um Harry e uma constrangidos.
- Olha quem fala. – Disse Danny. – Você é a versão masculina do Dougie. – Fez piada.
- Por que versão masculina minha? – Dougie perguntou confuso.
- Porque você seria a menina e a o menino. Dã! – Disse entendendo o raciocínio de Danny. O garoto gargalhou.
- Pelo menos eu não sou lerda como você, . – Disse . – E isso te faz ser a versão feminina do Danny.
- E a é toda responsável que nem o Tom. Isso faz ela ser a versão feminina dele. – falou.
- Hey! Não fale da , ela não está aqui para se defender. – disse.
- Então vamos falar mal de você, já que você está aqui. – Disse , que ganhou um pedala da amiga.
- Vocês são umas chatas, vivem falando de mim. – mandou o dedo do meio para as amigas.
- Ninguém mandou você ser a mais nova, a mais baixinha, a mais estranha, a mais louca, a mais... - listava os contras de .
- Chega. – Dougie interrompeu . – Tadinha da .
- Olha lá, o Dougie defendendo a . – Disse Harry. – Só porque ele se identifica com ela, não sei qual é o mais estranho, ou menor. – Harry estava gargalhando, assim como as outras duas meninas e Danny.
- Idiotas. – Dougie e falaram juntos.
- Até juntos eles falam. – Danny dizia rindo.
- , vamos sair daqui. – Dougie disse para a menina.
- Vamos sim, Dougie. – mostrou o dedo para e , que riam.

#Na cozinha:

Debbie e faziam o tal bolo e Tom alcançava os ingredientes para elas.
- Tom, você e a estão ficando? – Debbie sussurrou ao filho enquanto tinha ido até à geladeira, fazendo ele arregalar os olhos.
- Não, mãe. Somos amigos. – Falou sério.
- Mas ela é ótima. – Debbie sorriu.
- É, ela é. – Tom concordou.
- , estava falando para o Tom que você seria uma ótima namorada para ele. – Debbie disse, fazendo tropeçar e quase cair. – Gostei muito de você, querida, e acho que você seria uma ótima namorada para ele e cuidaria muito bem do meu Tommy. – Tom estava vermelho e mais ainda.

#Na Sala:

- Cara, tadinha da e do Dougie, fiquei com pena dos dois. – Disse .
- Acho que pegamos pesado. – Danny concordou.
- Vamos pedir desculpas depois. – falou.
- É... – Foi só o que Harry disse.

#Quarto Do Dougie:

- Eu nem sou tão pequena assim. Sou, Dougie? – Perguntou .
- Nem é. Eles que são umas girafas. – Falou fazendo a menina rir. – Mas isso vai ter vingança, pode acreditar.
- Também pensei nisso. – falou, ela tinha brilho no olhar. - Conta tudo. – Dougie disse com uma voz afeminada.
- Seu Gay! – disse dando um tapinha no braço dele, fazendo-o rir. - Eu estava pensando em, depois que a Debbie sair, pregarmos peças neles. Trancá-los em algum lugar da casa pela noite inteira.
- Como ela é do mal. – Dougie disse rindo. – Eu topo.
- É por isso que você é meu preferido. – corou ao perceber o que havia falado.
- Sou é...? – Dougie disse corando também. – Também gostei muito de você.
- Ai, Douguito, que fofo! – O cérebro de dizia "Beija ele, beija logo", mas a menina não conseguiu, sabia que não era a hora certa. – Mas agora vamos descer e fingir que nem estamos ai para o que eles fizeram.
- Mas, , e se a e o Tom destrancarem os outros? – Dougie falou pensativo.
- E quem disse que não prenderemos os dois também? – falou e Dougie a olhou com um olhar cúmplice.
- Você é do mal e eu adoro isso. – Dougie disse rindo.

#Cozinha:

- Vocês cuidem do bolo. – Debbie falou pegando a sua bolsa. – Preciso ir agora, vou levar a Carrie na aula de canto.
- Tudo bem, mãe. – Tom disse, seguindo a mãe até à porta.
- Tchau, . Foi um prazer conhecê-la, leve-a qualquer dia lá em casa, Tom. – Debbie falou para o filho.
- O prazer foi meu. – sorriu para ela. Agora seu medo tinha ido embora.
ficou na cozinha e escutou um “tchau” em coro dos amigos. Amigos... Quem diria que chamaria os Guys de amigos. Foi até à sala e viu que e Dougie não estavam ali.
- Hey, cadê a e o Dougie? – Perguntou a menina.
- Foram para o quarto do Dougie. – Disse Harry de forma natural.
- COMO ASSIM? A É UMA CRIANÇA! - arregalou os olhos. – EU MATO O DOUGIE. SEXO SÓ DEPOIS DO CASAMENTO. – Todos começaram a rir. – Do que estão rindo?
- Não seja tão escandalosa, mulher. – falou. – Eles subiram porque nós estávamos zoando eles.
- O quê? Por quê? - quis saber.
- Estavam falando de nós? – perguntou, descendo as escadas com Dougie em seu encalço.
- Dougie, eu quase fui até seu quarto para te matar. – falou.
- Por quê? Eu nem fiz algo dessa vez. – Dougie arregalou os olhos.
- Porque o Harry falou que você, senhor Poynter, tinha levado a para o quarto e eu disse que sexo é só depois do casamento. – disse.
- Credo, . A é louca, mas não cometeria uma loucura dessas, ainda mais com o Dougie. – Tom disse chegando até o sofá.
- Mais um. – disse e Dougie concordou.
- Como assim mais um? – Perguntou Danny.
- Mais um para zoar a gente. – Ele disse sentando no sofá ao lado de Harry, empurrando ele para o lado para sentar-se.
- Que cheiro é esse? – perguntou.
- O BOLO. – e Tom correram para a cozinha.
Ainda aquela noite, e Dougie teriam sua vingança.

Continua.



N/A Lúúh: Eu sei, esse não foi um capitulo muito grande. Mas foi o que o meu tempo curto e minha imaginação ruim me deixarameu fazer, são 17h07min e eu ainda nem arrumei minha casa, porque aqui estou fazendo o capitulo para vocês. Prometo não demorar muito com a ATT, mas não depende só de mim, preciso encontrar com a Leny e com a Naty, mas faremos alguma coisa, ultimamente estamos todas sem tempo, a Naty com o trabalho dela e eu e a Leny com a escola, minhas notas em física estão péssimas, então passo maior parte do tempo tentando entender aquelas coisas chatas, e o outro resto do tempo fico lendo a série Jogos Vorazes a qual estou muito viciada e já li várias vezes, ou revendo os episódios de Once Upon A Time (quem não viu essa série ainda, veja porque vale à pena). Faz tempo que não vejo a Naty e a Leny, e isso faz com que não tenhamos nada da fic, é isso. Já falei demais, qualquer dúvida sobre qualquer coisa é só falar comigo. Ahh, sobre a tatuagem de L do Dougie ( se for verdadeira) ele fez pra mim tá. Kkkk’ E só mais uma coisa, o nome Olivia, foi obra do destino, não tínhamos nome e decidimos que seria Olivia, mas não nos referimos a Olivia ex do Danny, então não me mate @macacadodanny . Comentem ok. Beijos e até a próxima.
N/A Leny: Hey babes! Como estão? Eu estou bem (Ninguém perguntou, masok). Tá bem ruim de nos ver pra fazer a fic com essa correria de colégio. Vamos tentar nos ver logo pra fazer mais!! É isso, se tiverem gostado do capítulo comentem, beijos.
N/A Naty: Olá girls!!! Vou confessar que tá foda essa vida de trabalhadora e estudante... Cadê o tempo de encontrar as tinas pra fazer fic? Tá louco. Tentaremos nos ver qualquer dia desses pra fazer. Se gostarem do capítulo comentem aí, beijos leitoras!!!

Nota da Beta: Achou algum erro? Avise-me por aqui.
Nanda, Xx


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