Finalizada em: 08/04/2017

Capítulo Único


Tinham marcado de sair com alguns amigos, mas sabia muito bem qual era o presente ideal para aquela noite. Ela estava vestida para matar apesar da pouca roupa e não podia estar mais satisfeita com o resultado,caminhando pelo apartamento que não era seu. Havia levado um robe preto, de seda, para fazer conjunto com a cinta liga da lingerie rendada, mas optou por deixá-lo de lado ao substituí-lo por uma camisa de , totalmente branca. A peça escorregava de seus ombros por estar aberta e ser grande demais, mas ela não via como aquilo podia ser um problema.
Ouviu o barulho da chave e encostou-se contra a pilastra, levando o dedo indicador até a boca enquanto o esperava, ansiosa para que abrisse a porta. Estava particularmente inspirada aquele dia, pronta para dar um show e impressioná-lo mesmo que ainda não tivessem definido ainda o que tinham um com o outro. Não precisavam de rótulos para fazer o que faziam de melhor e se ela soubesse o quão bom ele era, teria deixado aquela amizade fugir do convencional há muito tempo.
Na cama, eram dignos de um prêmio. Não que precisassem.
Assistiu enquanto ele abria a porta, distraído demais com o celular para notá-la ali. Ela ergueu uma sobrancelha, esperando que ele a trancasse para se voltar novamente para ela.
- Jesus! – exclamou, a princípio se assustando ao vê-la ali sem que estivesse esperando. No segundo seguinte, no entanto, o olhar dele já caia sobre seu corpo com luxuria o suficiente para aquecê-la por completo. - Puta merda. – soltou mais baixo, enquanto mordia o lábio inferior.
- Não tenho certeza de que as duas palavras na mesma frase seja uma boa ideia. – ela respondeu, totalmente satisfeita com a reação que causara, sentindo seu corpo corresponder a ele mesmo daquela distância. Apenas em expectativa.
- Já se olhou no espelho? – ele questionou, finalmente voltando-se para seu rosto, seus olhos. - Não acho que seja muito fácil pensar em qualquer coisa no momento.
Ela sorriu, satisfeita com a resposta antes de erguer os braços.
- Surpresa. – falou, afastando-se da pilastra para que pudesse dar uma volta, mesmo que a camisa escondesse sua bunda. Deixaria que ele imaginasse o que tinha ali embaixo e não era como se ele não tivesse visto o suficiente para saber o que lhe esperava. – Vai demorar muito para desfrutar do seu presente de aniversário?
Sem que fosse necessário mais uma palavra, jogou o celular de lado, no sofá, e cobriu a distância entre eles, a tomando em seus braços com firmeza.
Seus corpos se chocaram com um baque e os lábios dele, famintos, encontraram os seus. sentiu o calor de seu corpo emanar para o dela, seu perfume, como de costume, entorpecer todos os seus sentidos.
Sua língua tinha sabor de menta e ela arranhou sua nuca quando ele juntou os cabelos dela em um bolo, intensificando o beijo enquanto tomava cada parte dela para si.
Ele invadiu a camisa com a mão livre, a descendo por suas costas até estar em sua bunda e apertou uma de suas nádegas, a impulsionando para cima. passou as pernas ao seu redor, sentindo o pulmão clamar por um pouco mais de ar enquanto se beijavam, mas nenhum dos dois estava disposto a parar quando a prensou contra a parede com certa brutalidade, fazendo com que ela finalmente afastasse seus lábios para soltar o ar contra sua boca, já totalmente fora de si, mesmo com tão pouco.
puxou a camisa dele para cima, sentindo o corpo implorar por aquele contato. Desejava tocar sua pele nua, arranhar suas costas e marcá-lo para que todos soubessem que era dela. Por um instante, foi difícil lembrar que aquele espetáculo era dela, que ele era o aniversariante e que ela tinha muito mais coisa planejada para a noite.
puxou seu lábio inferior entre os dentes, apertando uma de suas coxas com força o suficiente para deixar os dedos marcados ali. Buscou os lábios dela novamente com os seus, pronto para iniciar um novo beijo, mas antes que o fizesse ela o empurrou para trás, sorrindo travessa quando ele a encarou, estupefato.
Ela ainda sentia o toque dele em sua pele, o calor. Sentia seu gosto e a simples visão dele parado ali, de frente para ela com os lábios inchados com seus beijos já era o suficiente para excitá-la, mas não estava disposta a acelerar as coisas.
- Eu quero você no sofá. – ela falou e ele ergueu uma sobrancelha em questionamento, confuso.
- Vou pra onde você quiser se vier junto. – respondeu e ela sorriu convencida, voltando a se aproximar dele. era bonito demais para que ela ignorasse, os olhos verdes lhe tiravam o fôlego e seu sorriso de lado era o melhor que ela já havia visto. A risada dele era maravilhosa, o som, mas nada superava o sorriso de lado que a deixava totalmente louca para beijá-lo.
Pausou uma das mãos em seu peito enquanto a outra levava até seu quadril, mas não o puxou para si, por mais que quisesse. Ficou na ponta dos pés para aproximar seus rostos enquanto ele esperava, o desejo entre os dois quase palpável e ela quis mais do que tudo fechar os olhos quando sentiu a respiração dele em seu rosto, seu hálito, seu cheiro. A cobiça em seu olhar fazia seu copo vibrar, suplicar por ele.
aproximou seus lábios, deixando que roçassem um no outro sem, de fato, tocá-los. tentou iniciar o beijo, mas ela sorriu, usando a mão em seu peito para afastá-lo.
- No sofá. – ela repetiu em um sussurro, o empurrando até lá e não se opôs, deixando-se cair sentado quando ela o empurrou.
- Achava que era pra eu desfrutar do meu presente. – ele falou, mordendo o lábio inferior quando ela se aproximou, passando as pernas ao seu redor. Ela sentou em seu colo, de frente para ele e segurou em sua cintura por reflexo.
negou com a cabeça, como se reprovasse a atitude.
- Você vai, mas só depois que eu terminar com você. – respondeu, tirando suas mãos dele de cima dela, as erguendo para segurar os braços de atrás de sua cabeça. Ele era muito mais forte, podia se soltar em questão de segundos, mas ela sabia que não faria, limitando-se em aproveitar a sensação de estar no controle.
- Terminar? De me provocar? – ele respondeu e ela sorriu, descendo sua boca até a dele enquanto movia-se em seu colo, sem beijá-lo. Sentiu o volume de seu membro entre suas pernas e sua intimidade derreteu por ele, esperando por ele. Ela já estava molhada desde o momento que vestiu a lingerie. A expectativa a estava matando, era totalmente absurdo o que ele fazia com ela, o poder que tinha sobre seu corpo com o mais simples olhar, o mais simples toque. Não conseguia mais se ver sem ele, mas tentou não pensar nisso, naquela parte de sua mente que a lembrava de que, talvez, gostasse mais dele do que deveria.
- Eu não me vesti assim pra tirar a roupa tão rápido, querido. – falou, deixando que seus lábios roçassem nos dele enquanto o fazia. Mais uma vez, como há pouco, tentou iniciar o beijo, mas ela afastou seus lábios, mordendo seu maxilar ao invés disso.
- Porra, . – ele resmungou enquanto soltava o ar pela boca, e satisfeita, ela desceu para seu pescoço, o mordendo ali antes de beijar a região.
jogou a cabeça para trás, no encosto do sofá, e ela segurou seus braços com mais força, movendo-se mais uma vez em seu colo antes de subir para o lóbulo de sua orelha. Ela o puxou entre os dentes antes de passar a língua por ele, arrepiando o garoto ao beijar atrás de sua orelha.
Ele tentou soltar os braços para agarrá-la, mas antes que o fizesse intensificou o aperto para que ele entendesse que ainda não havia acabado. Só estava começando.
- Eu vou dançar pra você. – sussurrou em seu ouvindo, roçando o nariz em sua pele. –E você vai gravar para se tocar quando estiver sozinho, enquanto assiste.
Ela se afastou para ver em sua face a reação que suas palavras haviam causado e o soltou finalmente, tocando seus lábios com o polegar quando encontrou seus olhos vidrados nela. Gostou de pensar que ele já imaginava como seria antes mesmo que ela começasse e segurou seu queixo, o mantendo parado ao aproximar novamente seus rostos, puxando seu lábio inferior entre os dentes antes de se afastar.
Ela sorriu sem que ele pudesse ver, dando play no som já preparado com a música que ela precisava. Era Earned It, do The Weeknd, e apesar de não gostar do cantor, não podia negar que tinha ótimas músicas para isso.
Ainda de costas para ele, remexeu os quadris lentamente, no ritmo da música enquanto sentia o olhar de queimar em suas costas, atento aos seus movimentos. levou a mão até os cabelos e os juntou em um bolo enquanto dançava devagar, dobrando os joelhos conforme o fazia até descer ao chão.
- Eu nunca pensei que odiaria te ver vestida com uma roupa minha. – ele falou, referindo-se ao fato dela cobrir totalmente a bunda da garota. Tudo que podia ver era o volume e os movimentos de quadris, mas desde o início, aquela era a intenção.
Ao invés de respondê-lo, ela apenas negou com a cabeça, soltando os cabelos antes de se virar para frente finalmente, fazendo os fios voarem no percurso. Sentiu-se satisfeita com o olhar dele preso em seu corpo, o lábio inferior entre seus dentes. Ela nem mesmo precisava conferir para saber que ele já estava duro. Podia ver isso estampado em sua cara.
- Você não está filmando, . – disse simplesmente, em um tom um tanto quando sacana enquanto puxava para frente dele a cadeira que havia deixado propositalmente próxima ao rádio.
Dançar era o que ela queria para a vida, afinal. Ele não podia esperar que ela não tivesse planejado nada melhor do que um ou dois movimentos de quadris. Ela podia, definitivamente, fazer mais do que isso.
- Porra, . – ele xingou mais uma vez, como se aquilo fosse tudo que ele podia dizer. Provavelmente havia chegando a mesma conclusão que ela e levou uma das mãos para o meio de suas pernas, apertando suas bolas uma vez antes de finalmente pegar o celular.
- Bom menino. – ela provocou, finalmente se sentando na cadeira. A postura totalmente ereta, as costas no encosto e as mãos nos joelhos, grudados um no outro.
abriu as pernas na primeira batida da música e jogou a cabeça para um lado na segunda, passando as mãos pelos cabelos antes de jogá-los para o outro lado na terceira batida, acariciando seu próprio corpo logo depois. Tocou seu seio, sua barriga, fazendo tudo muito lentamente enquanto ele observava atento, ignorando completamente a tela do celular enquanto assistia seus movimentos. A tensão era palpável e ela lutou para se manter no papel, para não descer a mão até o meio das pernas antes de tempo. Ela precisava dele dentro dela, mas se conteve, limitando-se apenas em imaginá-lo ali, suspirando para ele e entreabrindo os lábios. Queria que ele visse em seu rosto a mesma expressão que via quando estava dentro dela para se imaginar ali também.
Ela subiu as mãos até que as duas estivessem em seu pescoço, as apertando ali como ele gostava de fazer quando a comia. Ambos gostavam daquilo, dos toques rudes, da brutalidade, mas hoje não. O faria aproveitar de um jeito diferente, devagar.
girou a cabeça duas vezes, com as mãos ainda no pescoço antes de voltar a fechar as pernas por um segundo. Em uma nova batida da música, finalmente se soltou, abrindo os braços primeiro, depois as pernas mais uma vez apenas para jogar o tronco para a frente junto com os cabelos. Ela mesma havia filmado aquela dança antes só para saber o efeito que teria em frente a câmera e sabia que era ótimo. Precisava ser ótimo se a intensão era que ele guardasse, se queria que ele assistisse novamente.
Ela escorregou para fora da cadeira, ficando agachada de costas para ela e de frente para . Manteve as mãos para trás, no banco, e as utilizou como apoio para se manter naquela posição. Rebolou duas vezes e foi até o chão antes de repetir a atitude mais uma vez, soltando-se da cadeira para se ajoelhar de uma vez no chão logo em seguida.
O piso era liso, de madeira, e suas pernas escorregavam graças a meia, facilitando alguns movimentos. Ela levou apenas uma das mãos para o chão, ficando de quatro, e colocou a outra a frente, como se fosse seguir na direção dele, exceto que não saiu do lugar. Sabia o que a expectativa faria com ele e justamente por isso havia feito aquilo. Seu único intuito aquela noite era enlouquecê-lo e a julgar pela expressão em seu rosto, estava conseguindo aquilo com maestria.
Não deixaria que esquecesse aquela noite e jogando os cabelos para trás de uma só vez, voltou a ficar de joelhos, as pernas entreabertas enquanto se movia sem sair do ritmo uma única vez. voltou a subir as mãos pelo corpo, dessa vez, no entanto, voltando a descer até estar entre suas pernas. Ela tocou a si mesma, sentindo o tecido da calcinha já molhado demais com sua excitação. Se ela estava daquela forma, só podia imaginar como ele não estava. Mordeu o lábio com o pensamento, mas quando jogou a cabeça para trás foi apenas encenação para provocá-lo. Uma vingança por ele mexer com sua cabeça mesmo sem fazer nada.
Ela desejava sentir seu membro ereto entre suas mãos, em sua boca. Queria chupá-lo, fazê-lo gemer. Queria que ele assistisse enquanto ela lhe dava prazer como nenhuma outra em uma obsessãozinha pessoal.
A música já estava no final e se colocou novamente de pé, subindo o corpo lentamente enquanto voltava a rebolar de um lado para o outro. Segurou os dois lados da camisa para isso, os balançando para os lados antes de, em uma nova batida, os soltar, virando-se repentinamente de costas para . Ela voltou a rebolar como havia feito no começo de tudo, mas subiu as mãos pelas pernas agora, apenas para afastar a camisa de sua bunda, dar a a visão que dando queria. O ouviu soltar o ar de forma pesada e não pode deixar de sorrir, satisfeita com sua reação mesmo que ainda fosse a primeira de muitas.
Por fim, ela parou o que fazia para virar a cadeira, deixando o encosto de lado para utilizá-lo como apoio para se abaixar vagarosamente, uma perna dobrada enquanto a outra ela deixava estendida para frente. Quando chegou ao chão, se deixou sentar ali, abrindo as pernas antes de virar o corpo para ficar mais uma vez de frente para o dele.
Jogou o cabelo novamente, controlando mais um sorriso ao vê-lo com as mãos entre as pernas pela segunda vez, segurando a si mesmo como se a ereção já doesse, ignorada por tempo demais.
Antes que tivesse tempo de fazer qualquer coisa, antes que a música, de fato, acabasse, ele parou a gravação, jogando o celular de qualquer jeito no sofá ao se levantar de onde estava.
- Chega disso. – falou de forma quase ríspida, não se importando em ajoelhar de frente para ela ao segurar seu rosto entre as mãos, tomando de uma vez seus lábios sem qualquer aviso ou delicadeza, muito pelo contrário, os colando com certa fúria ao iniciar o beijo. tocou suas línguas de forma ansiosa e não pode se sentir mais orgulhosa por ter causado tudo aquilo.
segurou em sua bunda para trazê-la para mais perto e voltou a sentar em seu colo, gemendo contra sua boca ao sentir a ereção dele tão firme entre suas pernas. a apertou contra si, a espremendo contra seu peito ao juntar totalmente seus corpos.
Sem poder se conter, desceu as unhas por suas costas, o arranhando enquanto cada mínima parte de seu corpo implorava por ele de forma totalmente insana e cruel. Ela se esqueceu imediatamente de qualquer outro plano, se esqueceu de que pretendia chupá-lo ainda, só queria que ele estivesse de uma vez dentro dela, explorando por completo tudo que ele tinha a oferecer. Ele era tudo que ela queria.
- Só me fode de uma vez, . – pediu contra seus lábios, rebolando mais uma vez em seu colo. Ele soltou o ar contra sua boca, não parecendo nenhum pouco disposto a enrolar muito mais com aquilo. – Venha para dentro de mim.
Sem que qualquer outra palavra fosse necessária, ele puxou as tiras que prendiam a cinta a sua meia, que o impediam de tirar sua calcinha. Elas arrebentaram sem qualquer resistência e por mais que houvesse gostado daquela lingerie, a garota não pode se importar menos. Só queria que ele estivesse de uma vez dentro dela antes que o feitiço virasse contra o feiticeiro e ela perdesse totalmente o juízo. Queria tê-lo por completo se movendo dentro dela, em sua intimidade totalmente molhada e pronta para ele.
Antes que terminasse o que fazia, levou a mão até sua calça, abrindo o botão e, em seguida, o zíper. Precisava senti-lo e afastou sua cueca da melhor forma que podia naquela posição. Seu membro totalmente ereto praticamente pulou para fora, entre eles, e ela segurou com firmeza com uma das mãos, recebendo uma exclamação deliciosa em resposta. Aquilo, por si só, foi o suficiente para que ela começasse a masturbá-lo, esquecendo até mesmo da ânsia que sentia em tê-lo lhe preenchendo.
- Caralho, . – ele xingou mais uma vez, jogando a cabeça para trás enquanto apertava sua cintura com mais força, desistindo de tentar despí-la e urrando de prazer.
Antes que ela se desse conta do que acontecia, no entanto, ele a envolveu com um dos braços e inverteu as posições, fazendo com que ela batesse com as costas no chão gelado em um baque. Ela gemeu, completamente excitada com a atitude e foi para cima dela, segurando os braços da garota aos lados de sua cabeça como ela havia feito com ele.
A diferença era que se não quisesse que ela se soltasse, ela jamais conseguiria.
- Eu disse chega. – repetiu, juntando seus braços para que pudesse segurá-la com uma só mão, mas ela quase não notou a atitude enquanto sentia o membro dele contra sua barriga.
- ... – ela o chamou, em súplica, e sem pensar duas vezes ele puxou sua calcinha para baixo, a livrando dela com uma só mão como se aquilo fosse simples demais antes de abrir suas pernas, finalmente lhe invadindo.
gemeu alto sem qualquer motivo para tentar se conter, totalmente em êxtase enquanto jogava a cabeça para trás, elevando o corpo para isso enquanto era totalmente preenchida por ele.
Tentou se soltar, tentou se agarrar a ele, arranhar suas costas, morder seu ombro. Precisava tocá-lo, precisava sentir o corpo dele em suas mãos, mas apenas a segurou com mais força ao soltar o ar em seu pescoço, puxando seu lóbulo entre os dentes enquanto iniciava os movimentos dentro dela, a fazendo gemer em completo deleite.
Aquilo era tudo que ela precisava, tudo que ela sempre precisaria. Não se importava com mais nada desde que pudessem fazer aquilo até o fim de seus dias e apenas para provar que ela estava certa, desceu para seu pescoço, chupando a região enquanto investia vagarosamente dentro dela, a deixando em completa agonia.
Não estavam acostumados a fazer daquela forma, mas era bom. Ela deliciosamente bom apesar de completamente torturante. Ela precisava de mais, queria mais velocidade, mais força, mas sentia como se pudesse continuar ali para o resto da vida, o sentindo sair devagar de dentro dela antes de entrar novamente, permitindo que a garota tivesse a experiência completa, que sentisse cada centímetro dele deslizar em sua intimidade.
Ela chamou seu nome mais uma vez sem que pudesse se conter, os olhos fechados enquanto o som da respiração pesada de ambos dominava o ambiente em meio aos seus gemidos.
- Porra. – foi a vez dela de dizer, sentindo seu corpo quente a ponto de entrar em combustão. deixou que um sorriso se formasse contra seu pescoço e gemeu mais alto quando ele investiu com força dentro dela uma única vez. Ela precisava daquilo, decidiu. Por melhor que fosse daquela forma, precisava de mais e pediu por isso, em alto e bom som.
- O quê? – ele perguntou, descendo beijos por seu colo até estar entre seus seios, passando a língua por lá. – O quê você quer? – quis saber, mordendo pouco acima de seus seios, onde o sutiã que ela ainda vestia o permitia alcançar.
- Mais. – ela pediu e ele apenas diminuiu ainda mais os movimentos, a fazendo urrar em completa agonia ao jogar a cabeça para trás novamente. – , céus. – implorou e afastando seu corpo do dela, finalmente lhe deu o que queria, soltando seus braços para ficar entre suas pernas enquanto lhe invadia com força e agilidade, a fazendo gemer mais alto conforme investia.
segurou com firmeza em sua cintura para continuar o que fazia tão bem e completamente insatisfeita com a distancia entre eles, a garota se sentou, passando os braços ao seu redor para agarrar-se a ele como queria fazer desde o início. Antes que tivesse oportunidade, no entanto, ele fez com que se deitasse novamente, diminuindo os movimentos até interrompê-los completamente ao se apoiar em seus braços. se inclinou sobre ela sem que seus corpos se tocassem e resmungou em protesto. Em resposta, ele selou seus lábios por um breve instante, afastando-se antes que ela tivesse oportunidade de aprofundar o beijo.
- Meu aniversário, lembra? – sussurrou, subindo a mão por sua barriga até estar em um de seus seios. - Agora eu digo como vai ser. – disse ele, voltando a se mover. Persistiu nas estocadas lentas e ela fechou os olhos, levando uma das mãos até suas costas para marcá-lo com as unhas. – Olha pra mim. – ele pediu e ela o fez, o puxando para mais perto quando encontrou os olhos verdes dele tão perto.
Quando não se opôs, levou a mão livre até seus cabelos, os puxando enquanto gemia contra seu ouvido.
xingou baixo, soltando o ar contra seu pescoço e, como se não aguentasse mais, voltou a estocar com força, gemendo junto com ela com a atitude. Ela o segurou com mais força, passando as pernas ao redor de sua cintura e gemeu mais alto quando ele foi mais a fundo por isso, sentindo-se já a beira do orgasmo, provavelmente o melhor que já havia tido.
- Só... continua. – pediu, mesmo que ele não tivesse qualquer intenção de parar e invadiu seu sutiã com uma das mãos, segurando seu seio enquanto investia. Ele voltou a morder seu pescoço, agora quase tão desesperado quanto ela e a garota apenas continuou gemendo por ele, derretendo em seus braços até que os gemidos fossem altos demais e constantes demais para que ela pudesse se conter.
- Goza pra mim. – ele pediu em seu ouvido, a arrepiando por completo ao soltar uma nova exclamação, tão perto de gozar quanto ela. – Porra, não aguento mais, goza pra mim, .
Como se suas palavras surtissem efeito imediato, sua visão ficou embaçada e ela afundou as unhas em sua nuca sem notar que o fazia. Sentiu-se perder o controle do próprio corpo ao fazer exatamente o que ele havia pedido, chegando ao ápice. Chamou por ele alto demais para que os visinhos não escutassem, totalmente entregue a , a sensação, ao orgasmo. Seu corpo foi totalmente tomado pelos espasmos que ele causava melhor do que ninguém e ela não pôde se deliciar mais com aquilo, demorando tempo demais para sentir o líquido quente dele derramando entre suas pernas.
Era aquilo que eram, que precisavam e não pode ficar mais satisfeita pela noite enquanto sentia a respiração pesada dele em seu pescoço, o movimento de seu peito próximo a dela enquanto tentava recuperar o ar.
Mas ainda não era o fim da noite. Tinham até o amanhecer para fazerem aquilo e ela não aceitava menos. Transar enquanto aguentassem até que a noite chegasse realmente ao fim.


Fim.



Nota da autora: Yeeeey! Fim! Espero que tenham curtido a fic tanto quanto eu curti escrever!
Comentem, pls! E obrigada por lerem.
Xx
Mayh.



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