Finalizada em: 21/04/2017

Capítulo Único


passou a mão pelo rosto e, mais uma vez, se perguntou o que diabos estava fazendo. Melhor, se perguntou o que diabos ela ainda estava fazendo em seus pensamentos. Não fazia qualquer sentido que aquela mulher ainda lhe atormentasse, ainda lhe roubasse completamente o juízo àquele ponto.
Mas roubava. E aqueles cinco minutos que tiveram pela manhã eram a prova disso, afinal, não saíra de sua mente até então. Simples assim.
E ele havia feito absolutamente tudo para tentar esquecê-la. A mulher nua em sua cama era o melhor exemplo. A mulher nua que, infelizmente, não era a mulher que ele no momento queria ver nua. A única que ele queria.
se remexeu na cama mais uma vez, o fazendo com cuidado apesar de sentir-se agoniado. Estava chapado, mas ainda assim não queria acordar a mulher ao seu lado, não estava preparado para lidar com ninguém agora. Assoprou a fumaça para o alto e olhou para ela, o lençol preto sobre seu corpo cobria apenas pontos estratégicos e a deixava praticamente exposta para ele. Era linda, seus cabelos esparramavam-se como seda por seus travesseiros e se lembrava de, sob o efeito do álcool, achar seu cheiro totalmente viciante, quase tão bom quando o de , mas agora ele sabia que a culpa era total e completamente da bebida e precisou de uma baseado para ignorar aquele detalhe. Ninguém jamais superaria o que o fazia sentir e se odiando por estar mais uma vez pensando em uma mulher que não era sua, que não podia ter, levantou-se de uma vez, impaciente e angustiado.
Precisava se mexer, precisava fazer alguma coisa, qualquer coisa antes que enlouquecesse.
Seu jeans foi a primeira peça de roupa que encontrou no chão e a vestiu sem pensar muito sobre isso, a fechando enquanto saia de perto da cama. Nunca antes teve qualquer problema em morar em um loft, mas de repente a falta de ambientes o incomodava simplesmente porque, dessa forma, não podia fugir para qualquer um onde não pudesse estar a vista da mulher adormecida em sua cama, alguém cujo o nome ele se quer sabia. Fora, afinal, uma atitude totalmente impensada e desesperada, ele queria apenas tirá-la da cabeça, mas ali estava ele, pensando novamente sobre quem menos queria pensar.
Na verdade, a questão era que ele, talvez e muito provavelmente, queria pensar nela. Em seu corpo, em seu toque, em seu cheiro, em como absolutamente tudo nela era tão completamente viciante como uma droga da qual ele dependia e não conseguia simplesmente largar.
seguiu até a janela, ficando de frente para ela enquanto tentava se concentrar na vista incrível a sua frente. Ele estava no sexto andar e aquela vista era a melhor coisa que ele podia desejar. Na verdade, aquela vista da cidade costumava ser o suficiente para relaxá-lo, mas de repente não era. sentia-se sufocado vendo aquela imensidão a sua frente quando estava ali, preso naquele cômodo com uma mulher totalmente desconhecida. E nem era como se, antes dela, não estivesse acostumado a ter mulheres aleatórias em sua cama.
Ele deveria odiá-la por fuder com ele daquela forma, sabia que sim, mas odiava mais ainda a si mesmo por não conseguir simplesmente superar.
Em uma tentativa desesperada de pensar em qualquer outra coisa, pegou uma das telas em branco no chão, em um canto qualquer. Aquele espaço, o que deveria ser sua sala, era rodeado por telas. Pinturas que ele havia feito, telas em branco para serem pintadas.
Era tarde de mais, mas lá estava ele, de repente inspirado. Viu seu rosto pela manhã e ficou inspirado.
costumava se deixar guiar em momentos de inspiração. As vezes só sabia o que estava desenhando quando terminava. Tinha vezes que a pintura era simplesmente abstrata e ele não fazia ideia de onde havia surgido embora normalmente expressassem algo que ele estava sentindo, mas ali, assim que pegou a tela, soube o que iria desenhar, o que acabaria desenhando mesmo que tentasse seguir outro caminho. Quem, no caso.
deixou que seus instintos o guiassem ao misturar as tintas. Ele sabia que era mais fácil simplesmente pegar um caderno se queria tanto fazer aquilo, no meio da noite, mas ele não esta disposto a seguir o caminho mais fácil. O objetivo era ocupar a mente afinal, mesmo que terminasse com mais uma ilustração dela.
Por fim ele parou em frente a tela, com a palheta de tintas na mão. Sem pensar sobre o assunto, olhou mais uma vez para a loira dormindo pouco mais a diante e então, imaginando que fosse ali, ele simplesmente pegou o pincel e começou, utilizando o preto primeiro, misturando os tons com branco. estava apenas parcialmente ciente do que estava fazendo e antes que pudesse prever sua mente vagou para longe, mais precisamente, para algumas horas mais cedo quando aquela bagunça toda se iniciara.
sabia que a presença dela em sua mente ainda era constante, mas achava, sinceramente, que estava conseguindo seguir em frente. Isso até vê-la com ele.
Como uma ironia gigantesca do destino, chocou-se contra alguém enquanto andava distraído, perdido demais em seus devaneios. De inicio ele riu, segurando a garota para que não caísse, mas seu sorriso morreu assim que ele viu quem era. Não era qualquer garota, era a sua e por um instante, ele não conseguiu fazer nada além de pensar no quão bonita ela estava. Os cabelos soltos, movendo-se junto com a brisa o hipnotizaram e imediatamente ele soube o quanto havia se deixado iludir, pensando que podia esquecê-la. Alguns fios de seu cabelo fugiam para seu rosto e ele precisou de todo seu autocontrole para não afastá-los, para não tomá-la em seus braços como tanto quis fazer.
- ... – ela começou, tão surpresa quanto ele enquanto se afastava e ele não respondeu, não se viu capaz de fazê-lo. riu, colocando uma mecha de seu cabelo atrás da orelha exatamente como ele queria fazer e soube que ela estava sem graça. Só não sabia o motivo ainda e não era com se o som da sua risada o ajudasse de qualquer forma. Ele se deixava levar por tudo nela, cada detalhe, como uma terrível obsessão.
abriu a boca para falar, mas antes que o fizesse, chamou sua atenção e ele entendeu o motivo daquela reação, não era por ele. O homem abraçou a garota de lado ao se aproximar e precisou conter uma careta. Odiava . Não era como se pudesse evitar já que ele tinha a mulher que tanto queria. Talvez, na verdade, devesse se sentir culpado por ter dormido tantas vezes com a mulher já comprometida com ele, mas a culpa passava diante de e ele só conseguia pensar em possuí-la mais uma vez, mesmo que fosse a última, ou que fosse errado.
E sabia que havia algo entre eles. Sua insegurança diante de era quase palpável, mas infelizmente, era com que ela havia escolhido ficar, afinal.
- , que surpresa. – falou, soando cordial apesar de claramente insatisfeito de encontrá-lo e apenas o odiou ainda mais por isso. Era por esse tipo de atitude que o havia escolhido, afinal. A cordialidade, a educação. era sempre civilizado e diplomático. Um saco na opinião de , que obrigou-se a manter a indiferença em sua face, por mais complicado que aquilo fosse.
Voltou a olhar para , mas quando o fez ela desviou o olhar, mordendo o lábio inferior como se tivesse acabado de ser pega fazendo algo errado. Podia gostar do que era, mas sabia, a atração que sentiam um pelo outro era algo que jamais superaria, nem em seus melhores dias.

despertou de seus devaneios sentindo-se um tanto quanto irritado e chacoalhou a cabeça, apertando a mão ao redor da palheta com muito mais força do que o necessário.
Sabia que não podia culpar por amá-la e sua maior raiva, na verdade ia para si próprio por não deixá-la só seguir de uma vez com já que era isso que havia escolhido.
Olhou para a tela, vendo o desenho que havia feito e sentiu a raiva aumentar em seu peito. Ele desenhara a garota em sua cama, o lençol sobre seu corpo, a luz fraca da janela fazendo com que certos pontos de sua pele brilhassem, mas o rosto... O rosto era o dela, era o de e em um acesso de raiva ele estourou a tela ao atingi-la com a palheta, urrando enquanto o fazia.
Raiva de si mesmo. Não era de , não era de , era de si mesmo.
A loira em sua cama despertou assustada com o barulho e se sentou, segurando o lençol em frente ao corpo. Ela procurou por ele, mas mal pode vê-la, empurrando brutalmente a tela para o lado.
- E... está tudo... bem? – ela perguntou, evidentemente assustada. Estava na casa de um estranho, talvez também não soubesse seu nome. Deveria estar tão louca quanto quando transaram, mas ele não conseguiu se importar, pegando a chave do carro sobre o balcão da pia e a camiseta branca no sofá, a vestindo de qualquer jeito.
- Volte a dormir. – disse simplesmente enquanto seguia até a porta, mesmo com aquela vozinha em sua cabeça gritando que ele se arrependeria, que faria merda. Mais uma. Estava chapado e sabia, terminaria deixando a droga do orgulho em casa. – Vou sair, pode ficar se quiser. – completou, abrindo a porta e a batendo atrás de si para fechá-la.
Precisava ir atrás de , precisava por um fim naquilo antes que enlouquecesse. E ele se sentia prestes a enlouquecer.
pegou o carro e dirigiu como um louco pelas ruas de Nova York, acelerando antes que simplesmente desistisse. Deveria, na verdade, se deixar desistir e não sabia o que faria se ainda por cima a encontrasse com . O que era bem provável.
Era tarde, as ruas estavam vazias e em quinze minutos, de carro, fez o caminho que costumava demorar pelo menos meia hora. O caminho tão conhecido até o apartamento dela, o caminho que ele se imaginou fazendo milhões de vezes desde que haviam terminado, que ela havia terminado.
Não sabia ao certo se sentia-se mais estúpido por tê-la deixado terminar sem escolhê-lo ou por estar indo até o apartamento dela no meio da noite, mas de qualquer forma já era tarde demais e ele estacionou de qualquer jeito em frente ao seu apartamento, descendo do carro de uma vez e correndo até o portão, torcendo para que o porteiro ainda se lembrasse dele e o deixasse entrar. Esperava, na verdade, que não houvesse dado ordens ao homem para não deixá-lo entrar, era o que faria em seu lugar, mas assim que o viu, o porteiro abriu o portão e suspirou aliviado.
- Obrigado. – falou para o homem, parando ali por um instante. Imaginava que estivesse óbvio, em sua expressão, o que ele havia ido fazer ali e provando que ele estava certo, o porteiro sorriu para ele.
- Vá falar com ela, garoto. – disse ele e sem saber o que fazer, surpreso demais com aquilo, apenas o encarou. – Eu gosto de uma boa história de amor. – explicou.
não tinha muita certeza de que aquilo era uma história de amor. gostava de como a fazia sentir, viva. Gostava do fogo entre eles e da estabilidade de , da tranquilidade.
era instável, , seguro e ele não sabia o que pensar sobre isso.
Por fim, tudo que decidiu fazer foi concordar com a cabeça, sorrindo fraco antes de agradecer mais uma vez e correr para dentro, apertando o botão do elevador. A espera o estava matando e ele olhou para as escadas, mas lembrando-se que ela estava na cobertura, imaginou que talvez não fosse uma boa ideia. Era apenas provável que ele terminasse perdendo ainda mais tempo.
Quando, por fim, o elevador chegou, ele se jogou para dentro, tentando pensar em algo para dizer, qualquer coisa, mas nada lhe vinha a mente. Não sabia se podia convencê-la de que era melhor quando não sabia se de fato era.
Sabia que nunca, jamais, a faria completamente feliz, a faria se sentir tão viva quando ele fazia, por melhor que fosse.
não era ele. E não dizia isso por presunção, ele dizia porque sabia que era melhor naquele quesito do que , só não sabia se era o suficiente. Se era tudo o que ela precisava.
Quanto o elevador se abriu, correu apressado para fora, acelerando o passo até o apartamento dela. Parou em frente a porta quando chegou e respirou fundo mais uma vez. Poderia ter preparado algo melhor do que aquilo, do que simplesmente aparecer de surpresa em sua porta, mas correndo o risco de desistir ele simplesmente apertou a campainha, esperando que ela aparecesse para atendê-lo mesmo quando já se passava das três da manhã.
Mas então a porta foi aberta e ele se esqueceu de tudo. Esqueceu-se de sua voz, esqueceu-se do que tinha para dizer e até mesmo o que estava fazendo ali ao vê-la de frente para ele usando apenas uma camisa. A princípio, perdeu o fôlego, mas isso somente até se dar conta de que não era a sua camisa. Era provavelmente de .
- . – ela falou, soando exasperada. Parecia espantada e se escondeu atrás da porta quando lembrou-se da roupa que vestia. – O que está fazendo aqui? Como subiu?
- Não importa. – ele respondeu, travando o maxilar já arrependido de ter ido até lá. Ela estava pronta para seguir adiante, afinal. Ele que não estava pronto para deixá-la ir e passou uma das mãos pelos cabelos ao se dar conta disso. Deveriam estar bagunçados, mas não se importava realmente com isso.
- E o que veio fazer aqui? – ela perguntou, confusa e negou com a cabeça, dando as costas para ir embora. Nem mesmo ele sabia, estava apenas sendo ridículo mais uma vez porque era aquilo que ela fazia com ele. – , Só pensou em bater na minha porta no meio da noite para ver como andam as coisas? - quis saber e ele parou onde estava, já longe demais, e se voltou para ela, frustrado com seu tom de voz irônico.
Quem ela pensava que era afinal para falar com ele daquela forma depois de tudo que havia feito?
- Quer saber, isso provavelmente vai soar errado, mas não vou demorar. – falou, voltando a se aproximar. A raiva que só sentia de si próprio agora era direcionada também a ela, afinal, estava brincando com os dois. Talvez devesse ir atrás de para contar tudo, talvez ela merecesse ficar sozinha. – Nós provavelmente não vamos voltar. – falou e ela concordou, o que o deixou apenas mais irritado, mas ele riu sem humor ainda assim. – É, não vamos, mas você no fundo sabe que vai se arrepender disso. Sabe que ele nunca vai te tocar como eu tocaria, ou te amar como eu amaria. é mais seguro? Certo, mas não conhece seu corpo como eu conheço, não te leva para os lugares onde eu te levo. Não sabe fazer isso direito e nunca vai saber porque não conhece você como eu, por inteiro.
- E me dizer isso faz você se sentir melhor? – ela perguntou, não parecendo nem mesmo ligeiramente abalada. Já deveria saber de tudo isso, mas havia feito uma escolha totalmente baseada na razão.
- Não, não faz. – respondeu. - Não faz por que você não sai da minha cabeça durante a porra do dia inteiro, porque você é uma vadia insensível...
- Que você ama. – ela respondeu e ele detestou que estivesse certa.
- É, amo. – confessou. – E você pode dizer o que quiser, pode que está tudo acabado, que não me quer, mas nós dois sabemos que não é verdade. Você só de diverte em perder meu tempo, confundir minha mente.
- Você gosta, . Essa é a questão. – ela terminou de abrir a porta, saindo de trás dela para se aproximar. – Você gosta do que eu faço com sua cabeça e por isso está tão obcecado.
Ele negou com a cabeça, desacreditado com aquele argumento, mas antes que pudesse se afastar como pretendia ela o segurou pela nuca, colando seus lábios. , inevitavelmente, a puxou para mais perto, pela cintura, colando seus corpos. Era aquilo que ele queria, que ele precisava. Era dela, de seu gosto, seu toque, a sensação de seus corpos colados, tudo que ela o fazia sentir. Um beijo, um tocar de línguas e de repente ele se via totalmente entregue mais uma vez e levou tempo demais para se dar conta de que era isso que ela queria.
estava finalmente se convencendo de que estava acabado e então ela o beijara para lembrar a ele de tudo que não poderia ter.
Retomando o controle, a afastou e sorriu enquanto olhava o novo rumor em seus lábios, fazendo com que ele os mordesse sem que pudesse se conter ou pensar sobre o que fazia.
- O que diabos foi isso?! – ele perguntou, irritado, e ela deu de ombros, voltando-se para seu apartamento em seguida.
- Uma despedida. – falou, parando na porta mais uma vez, ficando séria ao encará-lo. – Vou me casar, . – confessou, recebendo de um olhar totalmente chocado em retorno. Toda a disposição que ele havia conquistado ao chegar lá, o deixando completamente enquanto ele sentia as palavras lhe atingirem como um soco no estômago. Ela ia casar. Com ele. Ela ia se casar com ele. Tinha escolhido passar sua vida inteira com , dia a dia e de repente quis fugir de lá. Havia perdido, definitivamente perdido apesar de tudo e a única coisa que foi capaz de fazer foi encará-la. – Desculpe. – ela falou, pela primeira vez soando sincera e até mesmo um pouco culpada, o que somente serviu para deixá-lo ainda pior. Quer dizer, ela havia brincado com ele, o tinha usado, e agora ia se casar com outro. – Você vai ficar bem. – disse, e nenhum pouco disposto a continuar lhe ouvido, deu as costas.
nunca a amaria como ele, mas já tinha feito sua escolha.
Ele não era essa escolha.


Fim.



Nota da autora: Olha, preciso dizer. Não sei se estou amando muito ou odiando muito essa coisa de ficstape. Só sei que esse mês já foram quatro, além dos outros dois que já tinha. Hahahaa Sim, é MUITO ficstape! XD E vou deixar o link de todos abaixo embora eu não saiba dizer se, quando esse sair, os outros já vão estar todos postados. XD
Enfim, espero que tenham gostado e se gostaram, por favor, comentem!
Xx
Mayh.



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