A last moment, a change.
Capítulo 1.
Estava no meio da pista de dança, procurando pelo par de olhos castanhos que tanto amava, que tanto ansiava encontrar. Nada conseguia fazer com que ela se distraísse, nada a tirava de seus devaneios, e pensamentos ruins. Tudo podia ter dado errado. Levou o dedo indicador a boca, pronta para roer sadicamente suas unhas, que tinham sido feitas, cuidadosamente, naquela tarde, na melhor das manicures, para aquela que seria a melhor e a pior de suas noites. Sentiu então um perfume conhecido exalar de alguém que respirava calmamente atrás de si. Braços envolveram sua cintura por trás, e um singelo beijo foi depositado em seu pescoço. Sorriu abertamente, sem se virar para o causador daquilo, o causador dos fortes disparos que seu coração, então, dava. Fechou os olhos, suspirando aliviada.
- Você demorou, eu fiquei preocupada. – Mordeu o lábio inferior, tentando disfarçar toda a felicidade que surgiu no momento em que aquele perfume tomou conta de todo o espaço que precisava para respirar. De fato, talvez ele fosse tudo que ela precisava para respirar.
- Eu tinha que ficar gatinho para você, mas pelo visto você nem quer ver como estou lindo. – Sussurrou, abraçando-a forte, fazendo com que ela se virasse de frente para ele. Sorriu abertamente ao ver o quanto a garota estava linda, como ele já esperava.
-É. Você está... Hum... Apresentável. – Sorriu, fingindo descaso. - Ok, eu não sei mentir. Você está lindo. Como sempre foi. Como sempre vai ser. O meu lindo. – Sorriu abertamente agora, beijando-o delicadamente. era perfeito. Ela sabia disso, e tudo que ela sempre temeu foi perder toda essa perfeição, que achava não merecer. Na verdade, ele não era exatamente o que muitas garotas julgavam a perfeição, no colégio rígido em que estudavam. Ter atitudes diferentes das tomadas por todos aqueles nerds de cabelinho partido ao meio, e jogadores de pólo aquático com corpos atléticos. Nada disso atraía . Ela queria algo diferente, algo que trouxesse a felicidade verdadeira, e não a supérfula, que era vivida por todos que a cercavam. E foi em que ela encontrou tudo isso.
- Me concede uma dança, doce donzela? – Ele disse, se ajoelhando perante a garota, segurando delicadamente sua mão direita e nela depositando um beijo. Sorriu de uma maneira que a fez sorrir mais ainda.
- E como poderia negar, nobre cavalheiro. – Sorriu, vendo-o se levantar e se aproximando, conduzindo a garota para um lugar com uma concentração menor de pessoas, onde poderiam dançar sem se preocuparem com mais nada.
Passaram vários, incontáveis, segundos dançando silenciosamente, um sentindo a presença do outro, esquecendo de todo o mundo lá fora. Aquele era um mundo particular, um mundo apenas deles, um mundo que cada um jurara viver para sempre. Mas o para sempre acaba, é a regra da vida.
- Quanto tempo ainda temos? – Disse calmamente, levantando seu olhar ao dele.
- Exatamente? – Suspirou. – Eu não sei. Talvez mais um dia, talvez uma semana, ou apenas mais algumas horas. – Fitou o céu, enquanto sentia a garota o abraçar fortemente, e algumas lágrimas umedeceram seu terno. Ela estava chorando, como chorara toda aquela semana. Só Deus sabia o quanto doía nele vê-la sofrer tanto, sofrer por ele, sofrer silenciosamente. Pegou seu rosto com delicadeza, levou seu polegar ao rosto da garota, em uma tentativa inútil de secar alguma lágrima.
- Eu acho que a gente deveria aproveitar esses últimos... Tempos que temos. – Sorriu fraco, engolindo o choro.
- Era isso que eu queria ouvir, meu amor, eu não consigo mais te ver assim. É nossa formatura, tempo de alegria. Vamos esquecer tudo por essa noite, mesmo que seja a última. – Levou seu rosto para mais próximo do dela, analisando cada traço, cada parte daquele rosto, que ele jurara nunca esquecer. Levou seus lábios aos dela, em um beijo não delicado, não calmo, um beijo que extravasava toda a tristeza, raiva, amor, arrependimento, e qualquer outra emoção que sentiam naquele momento.
- Quer ir dar uma volta? Ir à praia, ou qualquer outro lugar da cidade?! – perguntou a apreensivamente, quando o relógio já marcava quase duas da manhã.
- Mas é claro, rapaz. – Sorriu, enquanto ele a pegava no colo e a levava até o carro. Saíram então, em direção à praia, que já fora palco de tantos momentos maravilhosos juntos. observava a cidade pela janela, enquanto sentia o estômago embrulhar, a respiração falhar, só em pensar em como seria o desfecho daquela noite, que já era manhã. As luzes londrinas, que sempre a acalmavam, já não surtiam efeito algum, e tudo que passava em sua mente era se ainda a amaria, se ele ainda ia querer voltar para ela, após o que ela pretendia revelar aquela noite. Um turbilhão de acontecimentos a ocorrer, milhares de pensamentos e medos a distraí-la, enquanto ele assoviava tranqüilo, com pensamentos apenas na despedida que essa noite era, e na linda surpresa que ele tinha para sua amada.
Capítulo 2.
A praia estava absolutamente vazia, como já era de se esperar. Impecavelmente limpa, impecavelmente silenciosa. Silêncio. A válvula de escape que tinha ajudado a esclarecer seu problema a si mesma, durante aquela semana. O silêncio a fazia bem, o silêncio era um companheiro. Correu pela praia, sem direção, por um segundo esquecendo-se de , mas ao olhar para trás, lá estava ele, a seu encalço. Ele puxou a garota pela cintura, fazendo com que caíssem na areia macia, rindo como bobos.
*’s POV*
A sensação de ter ali, em meus braços, era a melhor coisa que existia. Seus olhos profundos brilhavam para mim, mostrando resquícios de lágrimas que lá estavam a tempos atrás. Eu estava tão acostumado a vê-la chorar, a vê-la sofrer, e estava cansado de ser o causador disso, mesmo que a culpa não fosse, diretamente, minha. Eu queria fazer com que ela fosse feliz, eu queria ser o causador disso. Queria que ela nunca mais chorasse, que ela estivesse me mostrando aquele sorriso maravilhoso, que me conquistou de primeira. Quando me mudei de uma pequena cidade inglesa para a grande Londres, pensei que aquelas caras horrorosas, cheias de desprezo e frias, estariam sempre a me encarar. Até a bela donzela – a bela donzela que hoje é minha , e com todo orgulho, digo que é minha – me aparecer graciosamente, mostrando que todo túnel deve ter sua saída. E aquele sorriso lindo que ela passou a esboçar a cada manhã quando nos víamos, passou a ser um motivo para mim. Motivo para tudo. Confesso que já fui um completo retardado. Demorei mesmo para perceber que eu gostava daquele grilinho de sorriso belo. Apesar das caras de bosta, as garotas londrinas são gatas, e tem um corpo de despertar a luxúria em qualquer homem. Eu não sou diferente de qualquer homem. Provei de loiras, morenas e negras, mas nenhuma era como o grilinho, que insistia em sempre aparecer em meus sonhos, com o sorriso que ninguém consegue esquecer. E não... Eu não sou um cara tarado por sorrisos, não sou maníaco, nem nada assim. Mas acreditem, tem o sorriso mais indescritível que já se viu.
Essa noite eu via como o fim. Mas também via como um começo, ou recomeço. parecia enxergar apenas o fim, talvez por não saber que eu esperava o momento certo para dizer, ou talvez porque aquele era mesmo o fim. Tudo ia depender dela, tudo ia depender de um sorriso, ou da cara de rejeição que ela expressaria.
*Fim ’s POV*
As estrelas brilhavam como eles nunca haviam percebido, a lua cheia iluminava como um poste, trazendo um clima mais bonito à praia.
- Que tal entrar na água? – mordeu o lábio, pensativo, esperando que ela respondesse que sim. Água fria iria deixá-lo mais tranqüilo, e poderia ser divertido.
- Está gelada amor... – Respondeu desanimada, dando um beijo fraco na bochecha de .
- Por favor... Eu te levo no colo, você nem vai se molhar direito. Por favor, huh? – Deu seu melhor sorriso, disposto a convencê-la, e antes que respondesse, ele já a tinha tomado em seus braços, correndo em direção ao mar.
- AH NÃO, POR FAVOR! TUDO MENOS ÁGUA GELADA, POR FAVOR! – Ela gritava, entre risadas e súplicas. Sabia que ele não a soltaria, mas, pelo menos, ainda estaria em seus braços, pensou.
- Não grita, vai acordar os peixes! – riu, calando a garota com um selinho. – Nem deve estar tão gelada assim, sem frescuras, frescurenta. Parou à beira mar, colocou-a no chão, e tirou sua camisa rápido, ao ver que ela já corria de volta para o meio da praia. – Nem adianta fugir, seu destino sou eu aonde for, donzela. – Falou sedutor, puxando-a pela cintura e colocando a garota em seus ombros, carregando-a e correndo em direção ao mar novamente. – E, só como castigo por você ter tentado fugir de mim, vai entrar de roupa, assim como está. Esse vestido rosa claro vai ficar lindo, quase transparente. – Sorriu, vendo que ela também sorria e já nem se debatia. Entraram na água devagar, e as ondas calmas, foram molhando e aos poucos. Ele a colocou de pé e a abraçou por trás.
- A água não está tão gelada assim! – Ela assumiu, respirando devagar. – O céu está lindo.
- Não mais lindo que você.
- Sem exageros amorzinho. – Riu, apertando sua mão contra a dele. – O céu está mesmo lindo.
- Está, é verdade. Muito lindo. Mas eu posso te comparar a uma estrela?
- Como essa que você tem tatuada?
- Não, como essas que estão sempre ali. Sempre iluminando e tornando as noites mais belas, como essa. – Falou devagar, no ouvido de , fazendo com que ela ficasse arrepiada. Aquele tom de voz sempre a deixava assim, e ele sabia.
Ficaram mais alguns minutos ali na água, fazendo nada, além de nada. E nos braços de , voltou para a areia.
Capítulo 3.
Já eram três horas da manhã, e estavam jogados na areia, perdidos em pensamentos. Nenhum se atrevia a dizer uma só palavra, mas o silêncio já estava incomodando.
- Quando você tem que ir? – , enfim, disse com o olhar perdido no céu. virou-se para a garota, puxando-a para mais perto de si.
- Pela tarde. - Disse, desanimado.
- Pela tarde, que horas exatamente? – Levantou-se devagar, e sentou-se em frente a , olhando fixamente em seus olhos.
- Dezessete horas.
- Precisa mesmo ir, não é? - Trocavam olhares profundos, cada um sabia bem o tamanho da dor que os consumia. Ele abriu a boca para responder, mas ela levantou a mão, fazendo com que se calasse. - Eu já sei, precisa ir mesmo. É o seu pai, eu entendo bem, ok? Não vou insistir, eu só queria... Que isso não tivesse que acontecer mesmo. Que você não tivesse que me deixar.
- Eu sei amor, já falamos sobre isso muito, não é? O meu pai está mesmo doente, eu preciso ajudar ele. E tem o lance da universidade... Não tenho outra opção. Se eu tivesse, seria com você. - Ela já estava a chorar de novo, e ele a puxou para um abraço forte, fechando os olhos fortemente. - Vamos, vou te levar para casa. - Tomou-a em seus braços, guiando a garota até o carro. Ela nada disse, estava perdida em pensamentos, mais uma vez. Ela tinha até às dezessete horas para contar a o que escondia. Tinha até às dezessete horas para aproveitar o namorado. Sabia que ele podia nunca mais querer olhar na sua cara, podia gritar, podia ir embora sem se despedir, fazer com que ela se sentisse pior do que já se sentia. Guardar aquilo não estava lhe fazendo bem.
- Vai para sua casa agora? – Perguntou, quando ele estacionou na entrada da casa de . Eles não havia trocado uma só palavra durante o trajeto praia-casa.
- Se você quiser...
- Não, não. Dorme aqui, passa o dia comigo. Por favor... - Suplicou, perdendo o fôlego.
- Tudo bem, calma amor. Eu fico. - Sorriu abertamente, e a garota sorriu de volta. Trancou o carro, e foram até o quarto da garota. se jogou na cama dela, deitou em seu peito, sorrindo. - Vou sentir falta do seu quarto. - Ele disse, com um sorriso malicioso no rosto.
- Oh, sei que vai. É aqui que a mágica sempre ocorre! - Ela riu, segurando a mão do garoto.
- E que mágica garota... - Ele piscou e ela ria abertamente.
- Está com sono? - perguntou, minutos depois de parar de rir.
- Na verdade, um pouco. Mas não quero dormir. Você está com sono. E isso não foi uma pergunta. - Ele dizia, enquanto colocava entre seus braços, fazendo carinho em seu rosto.
- Estou... - Disse devagar. - Mas não quero dormir, eu quero ficar acordada, por cada segundo que estiver com você .
- É melhor você dormir amor, amanhã o dia vai ser... Longo. - Disse pensativo, com pesar.
- Se você vai ficar acordado, eu também vou.
- Então se eu dormir, você dorme?
- Durmo. - Sorriu fraco.
- Então ok, vai vestir uma roupa quentinha, e dormir. - Ele disse, olhando para a garota que estava só de shortinho e sutiã, e, em seguida, olhando para si mesmo, que estava só com uma bermuda velha, que havia esquecido há algum tempo na casa da garota.
- Tudo bem. - Disse se levantando e indo em direção ao seu guarda-roupa. - Mas e você, vai dormir só de bermuda? Está ficando frio, vou ver se tem algum agasalho seu jogado por aqui. - Havia várias roupas de espalhadas pelo quarto de , algumas que ele esquecia quando passava a noite lá e tinha que ir embora rápido, outras que ele, simplesmente, preferia deixar lá. As vezes era bem útil. Ela achou uma calça de moletom e um blusão do Super-Homem jogado em baixo da pia do banheiro, e entregou para que se vestiu rápido, e deitou-se com ela na cama.
- Agora dorme, ok? - Sorriu, dando um selinho estalado na testa da garota e passando seus braços ao redor do corpo dela.
- Com você me abraçando assim, vai ser difícil gatinho. - Ela riu, o abraçando forte. - Mas tudo bem, vou tentar dormir. - Fechou os olhos, sem conseguir deixar de sorrir.
- Boa noite, meu amor. - Ele sussurrou, sem saber se ela ainda ouvia. Eram quatro horas e trinta minutos da manhã, ele sabia que não conseguiria dormir, por mais que se esforçasse. Ele tinha uma decisão a tomar, algo que ele guardava só para si. Olhou para dormindo calmamente em seus braços, e pensou no quanto iria sentir falta disso, de poder cuidar dela, de tê-la. Ficou observando-a e pensando, até o amanhecer.
Capítulo 4.
Sentiu o peso dos braços de sobre sua cintura, e percebeu que o garoto ainda dormia. Sorriu ao ver o quão lindo ele era, mesmo enquanto dormia, e então a realidade veio. Já eram quatorze horas, haviam dormido demais.
- Hey , meu amor, acorda, vai. - Disse, dando um beijo na testa do garoto, enquanto puxava o cobertor que o cobria. [n/a: dã, cobertor que cobria (?) se ele é um cobertor ele cobre, né? haha ficou tenso isso, acho, mas ok. rs].
- Que horas são? - Ele sussurrou, com uma voz pesada, de extremo sono. – Ah, não, duas horas da tarde, dude! Caramba! - Se levantou rápido da cama, pegando o casaco e saindo do quarto rápido.
- Tudo bem, não precisava se despedir ou me esperar. - disse baixinho, indo devagar atrás dele, com as chaves do carro na mão. Na pressa, obviamente, ele esqueceu as chaves. Foi até a garagem, com uma expressão triste, e o entregou a chave.
- Ah, amor, desculpa! Eu fiquei tão doido com o horário, saí desesperado... E obrigada! – Disse, pegando as chaves e dando um selinho rápido nela. - Eu só vou em casa pegar minhas malas, tomar um banho... E venho aqui me despedir, ok? Você pode ir comigo até o aeroporto se quiser, também... - Ele coçou a nuca, meio sem jeito. Havia pensado tanto em como ia se despedir, e agora mal sabia o que fazer. Foi até , a abraçou forte, beijando o topo da cabeça da garota.
- Eu te amo. - Ela sussurrou contra os braços dele, que a prendiam contra si.
- Eu te amo mais. - Sorriu, entrando no carro.
assistiu partir, feliz por saber que, pelo menos, daquela vez ele voltaria. Subiu para o seu quarto, e decidiu tomar banho. A água quente ajudou a acalmá-la, trouxe um pouco de paz na espera por . Saiu sem pressa do banheiro, vestiu uma calça jeans simples, com uma regata simples e um All Star branco, simples. Tudo simples, como ela gostava. Enxugou o cabelo, e desceu para a cozinha, na esperança de conseguir comer algo. Ficou vários minutos com a cabeça dentro da geladeira, olhando para tudo que havia ali, mas sem ver. Não conseguia se focar em nada. Por fim, pegou uma maçã, sentou-se na frente da televisão, e ficou trocando de canal freneticamente, enquanto mordia devagar a maçã. Parou em um canal em que passava clipes musicais, e o clipe que estava passando lhe chamou a atenção; ela conhecia aquela música, conhecia muito bem. Era a música deles.
I don't want this moment, to ever end,
(Eu não quero que esse momento algum dia acabe)
Where everything's nothing, without you.
(Onde tudo é nada sem você)
I'd wait here forever just to, to see you smile
(Eu esperaria aqui para sempre só para ver você sorrir)
Cause it's true, I am nothing without you.
(Porque isso é verdade, eu não sou nada sem você)
Aquelas palavras que ela tinha na ponta da língua, aquela música que ela cantava até de trás para frente se fosse preciso. Pensou se ele já estaria chegando, se a despedida, o fim deles, estava tão próximo assim, ou se seria realmente o fim.
I want you to know, with everything I won't let this go.
(Eu quero que você saiba com tudo eu não vou deixar isso acabar)
These words are my heart and soul,
(Essas palavras são meu coração e minha alma)
I hold on to this moment you know.
(Eu vou me segurar nesse momento sabe)
Cause I'd bleed my heart out to show
(Porque eu sangro meu coração para mostrar)
that I won't let go.
(que não vou deixar isso acabar)
[With Me - Sum 41]
Talvez a música nunca tivesse feito tanto sentido quanto fazia naquela hora. Talvez ela poderia fazer com que aquilo não acabasse, ia depender apenas dela mesma. Talvez só precisasse ser compreensivo em relação ao que ela tinha que contar... Os pensamentos de foram a mil, mas fora a única coisa em que pensou.
'When you see my face, hope it gives you hell, hope it gives you hell'. O celular tocava sem parar, e despertou, percebendo que havia cochilado. Achou o aparelho que tanto tocava, e atendeu.
- Amor, eu estou aqui na porta te esperando. Você vem comigo até o aeroporto, não é? Vem. - Ela ouviu a voz meio calma, meio trêmula de dizer, enquanto ela corria até o espelho mais próximo, ajeitava o cabelo, e procurava pela chave.
- Estou saindo. - Disse simplesmente, com um sorriso que não era feliz estampado no rosto. Lá estava ele, a esperando, e lá estava ela, pronta para o fim. Ou quem sabe, o começo.
Continua..
Nota da Autora: eae dudes :) rs. eu demorei tanto pra essa att, mas eu tive que pensar muito antes de escrever ela, vem muitas ideias de uma vez e eu fico perdida no meu super cérebro -nnn ILUAHSOLAISOGTOW espero que não estejam decepcionados com a fic, estou escrevendo com tanto amor, rs. não se esqueçam de comentar e dizer o que estão achando uh? obg :) xx
Nota da Beta: Qualquer erro que você encontrou, mande um e-mail diretamente para mim. Obrigada, Thai.