FICTION.

Autora: Sweet | Beta: Cami


*Um – (Unholy Confessions)

Aquela rotina era cansativa. As brigas com a família, a hora para acordar e se arrumar para ir à escola, as vozes, as pessoas, os rostos que ela cansara de ver há tempos; e mais uma vez ela saía de casa brigada com o pai. Eles não se davam bem, para quê forçar um relacionamento, então?
Andava pelas ruas desertas de sua cidade em direção ao colégio novo. Mais um ano que havia trocado de escola e esperava sinceramente que fosse a última vez, ela não se dava bem com pessoas, as pessoas não gostavam dela, então o que poderia ser feito? Ela não ligava para isso, era melhor estar sozinha, assim ela se sentia bem.
O tempo estava fechado, e ela gostava disso. O vento que batia em seu rosto fazendo com que seus cabelos esvoaçassem em torno ao seu rosto, as nuvens cinzas no céu pareciam cada vez mais escuras. Apertando o casaco em torno do corpo frágil, ela andou mais depressa, a música em seus ouvidos tocava alta, ela gostava disso, e precisava da música mais do que qualquer coisa naquele mundo; ela se encontrava apenas na música.
Avistou um grande portão de ferro pintado em branco, as pontas de ferro como estacas no alto. Um arrepio percorreu todo o seu corpo, ela suspirou pesadamente a fim de ganhar um pouco de calma e se arrastou lentamente para dentro daquele que provavelmente seria o seu inferno por um ano. Assim que colocou os pés dentro daquele pátio, vários olhares se voltaram para ela, analisando-a de cima a baixo, então já estavam a julgando, sempre faziam isso, por que lá seria diferente?
Parou em frente a um grande mural de recados, passou os olhos por uma lista onde deveria estar seu nome e sua sala de aula. Localizando-se na lista, em seguida, começou a caminhar até sua sala de aula, que, para a sua sorte e surpresa, foi fácil de localizar. Tomando ar e entrando no ambiente, ela abaixou a cabeça e seguiu andando até a última carteira da sala, que, para sua felicidade, ainda estava vazia. Sentou-se sem ao menos prestar atenção em quem sentava à sua frente, jogou a mochila no chão, tirou o caderno e uma caneta, a música ainda alta em seus ouvidos precisaria ser desligada. Ao ouvir o sinal para o começo da aula, ela desligou o iPod e guardou-o na mochila, soltou um suspiro e começou a escrever, esperando que o novo professor entrasse na classe e começasse com sua aula.
O professor finalmente entrou na sala e pediu a atenção de todos ali presentes. A garota deixou a caneta sobre a mesa com intuito de olhar para o professor, mas seus olhos se deixaram cair no colega que ocupava a carteira em frente da sua. Ele a encarava intrigado, seu coração deu um grande salto quando percebeu que ele a analisava e, ao contrário de todos os outros, ele parecia querer falar com ela, pois o sorriso que ele lhe deu aqueceu todo o seu corpo sem motivo algum, então ela pôde perceber o quanto ele era bonito. Os olhos eram vivamente verdes, seu sorriso possuía um piercing de cada lado do lábio inferior, seu cabelo era meio bagunçado e ao mesmo tempo arrumado e caía com uma franja perto dos olhos, algumas mechas pintadas de roxo, e o nariz completava perfeitamente o conjunto. As várias tatuagens que ele possuía chamaram sua atenção, ela gostava.
Tomada por um impulso, ela lhe sorriu de volta, timidamente, sentiu suas bochechas corando, e deu graças a Deus pelo rapaz ter se virado para frente para prestar atenção ao professor, que agora se apresentava como Sr.Yamashita. Ele era um japonês baixinho, carrancudo e dava aula de matemática.
A garota revirou os olhos com aquilo, ela nunca fora boa em exatas e passava raspando nas outras matérias, isso acontecia porque ela não gostava de estudar, gostava de música, de escrever e amava livros, contos de fadas, ah, como ela amava se perder naquelas histórias, como ela queria viver nelas... Com o passar dos anos e dos problemas, ela havia criado o seu próprio mundo, o seu conto de fadas, onde fazia apenas as coisas que gostava, onde não existiam regras e nem pessoas, porque, no mundo dela, viver sozinha é o que a deixava feliz, afinal ela não sabia lidar com as pessoas, por mais que tentasse.
As aulas passavam vagarosamente, e tudo o que desejava era o intervalo, ela acharia algum canto naquele colégio em que fosse abandonado por pessoas; algum lugar silencioso para que pudesse ouvir suas músicas e escrever seus textos em paz, sem ter de olhar para as panelinhas formadas por pessoas odiosas. O rapaz que antes chamara a sua atenção agora dormia profundamente, a cabeça apoiada nos braços fortes, a respiração leve. Ela sentiu inveja, queria ser como ele, não ter problemas, recostar-se e dormir profunda e tranquilamente, onde quer que fosse.
O soar do sinal a despertou daqueles pensamentos, guardou rapidamente as coisas na mochila, tirando da mesma seu iPod, colocando os fones no ouvido e ligando a música alta. Ela saiu rapidamente da sala à procura de seu lugar aconchegante, ela precisava urgentemente daquilo. Os olhares em cima dela eram irritantes, colocou o capuz de seu moletom na cabeça e abaixou-a.
Andou um pouco até encontrar um corredor deserto, provavelmente ele levaria a algum lugar vazio, afinal quem é que queria ficar sozinho em um colégio? Apenas ela e, provavelmente, caras drogados. Com esse pensamento sarcástico, ela chegou ao fim daquele corredor, um pátio que provavelmente estava fora de uso há muito tempo, devido às tranqueiras que estavam empilhadas por toda a extensão do ambiente. Ela se dirigiu a uma poltrona surrada em um canto, estranhando ela não estar coberta de poeira como tudo mais ali, sentou-se e respirou aliviada, ela achara seu lugar ali, assim esperava.
Um barulho a despertou de seus pensamentos, automaticamente ela se virou para o corredor que ela achava ser deserto. Um rapaz alto adentrava o pátio, e não parecia tê-la visto ainda, pois andava tranquilamente em sua direção batucando as mãos nas pernas e cantarolando algo. Ela reparou na figura alta a sua frente, a pele clarinha assim como a do rapaz que lhe sorrira, os olhos eram de um azul claro e reconfortante, os lábios levemente cheios e pequenos, o nariz fino, um piercing no queixo, o cabelo preto caía em franja no seu rosto.
Foi então que ele a notou, sua calma se transformando em curiosidade, ele olhava para a garota parecendo fazer força para entender o porquê dela estar ali, que provavelmente seria o lugar dele. Isso definitivamente responderia aos pensamentos dela sobre aquela poltrona estar sem poeira alguma. Ele abriu a boca como para falar alguma coisa e a fechou tão rápido quanto a abriu, sorriu de leve para a menina que o encarava assustada e receosa.
- Hey, novata, o que faz sozinha, e no trono do rei? - O garoto perguntou com uma careta curiosamente educada.
- Ah, eu não sabia que alguém vinha aqui, procurava um lugar para ficar sozinha... Não gosto das pessoas, hm. - Ela não sabia o porquê de ter contado a verdade a ele, mas por uma estranha razão sentiu que sabe-se lá Deus por que ela poderia confiar naquele estranho charmoso. Levantou-se meio desajeitada e mordeu os lábios ainda olhando receosa para o rapaz.
- Ah, eu também não gosto de pessoas, achei esse lugar antes de você, mas sou bonzinho, podemos dividir. Aliás, eu sou James Sullivan, mas pode me chamar de Jimmy, ou como você quiser...
- , meu nome, mas pode me chamar de , é para os fracos. Eu prometo que fico bem quietinha e não te atrapalho, só quero um lugar para sentar, já que essa é a poltrona do rei. - Ela concluiu, sorrindo verdadeiramente para Jimmy, que também sorria.
- Vamos achar algo sentável para você, novata, só vai ter de se acostumar com meus amigos que às vezes vêm aqui, mas vai gostar deles, são iguais a nós dois, estranhos e evitam as pessoas. O que me faz pensar que você é bonita demais, deveria estar com os populares, não?
- O quê, sério? Eu com aquele bando de acéfalos? Nem morta, além do mais, repare bem em mim, sou uma completa desleixada perto deles, e estou muito bem, obrigada, aqui sozinha. - Fazendo uma careta assim que ouviu o sinal tocar, anunciando o fim do intervalo, ela pegou a mochila que estava no chão, colocando-a sobre um dos ombros e virou para James que ainda a encarava sorrindo.
- Ok, garota estranha, gostei de falar com você, nos vemos aqui? - Ele disse, sentando-se onde antes a garota estava e encarando com aqueles olhos azuis, que a faziam ficar perdida.
- Nos vemos aqui, mas você não vai para a aula? - Perguntou já andando para ele, que apenas sorriu e balançou a cabeça em sinal de negação.
Andava com passos firmes e rápidos em direção à classe, com a cabeça sempre baixa para evitar olhar as pessoas a sua volta, e olhando sempre para o chão, porém foi assim que ela acabou no chão, após trombar com alguém mais alto e forte do que ela, que raiva, ela era o quê? Um graveto?
- Desculpe-me, eu estava distraído, você está bem? - Uma mão apareceu estendida na sua frente, ela resolveu erguer o rosto em direção ao estranho, e quando o fez levou um choque, meu Deus, como poderia? Era ele, ela nunca esqueceria aqueles olhos, aqueles traços, era ele, ela sabia, e seu coração também, pois o mesmo agora batia descompassadamente.

Capítulo revisado por Camila A.


*Dois – (Welcome to the Family)

"Hey, there’s somethin’ missin,
Only time will alter your vision,
Never in question, lethal injection,
Welcome to the family..."


Sem dúvida alguma, aquele era Brian Haner, ela nunca poderia se esquecer daquele rosto tão belo. Foram anos de espera para poder olhar em seus olhos novamente, e agora ele estava ali parado a sua frente, sem demonstrar reação alguma, e, para sua surpresa, ele lhe virou o rosto e adotou o caminho oposto ao que ela seguia. A garota apenas deixou seus olhos o seguirem. O choque era grande, pois ele nunca havia lhe dito o motivo de ter sumido da vida dela. Ela se lembrava nitidamente do dia, sentiu o peito doer, voltou a abaixar a cabeça e seguir seu caminho, doía demais pensar em Brian, e ela não o faria agora.
Apenas sentou-se em seu lugar e deixou com que seus olhos se fixassem em um ponto qualquer que não fosse a professora gordinha a sua frente, ela não saberia dizer que aula era aquela, estava tão perdida em memórias que mal notou seu colega da frente sentando-se ao seu lado, e seu susto foi grande ao ouvir uma voz - que ela julgou ser extremamente sexy -, chamando-lhe de volta ao presente. Sentiu seu corpo tremer e arrepiar involuntariamente ao olhar para o ocupante perigosamente atraente ao lado; ele sorria educadamente para ela e parecia curioso, seu sorriso mudou para um de canto de boca quando ouviu pela primeira vez a voz da garota.
- Hum, está ao meu lado por que mesmo? - Ela perguntou confusa e envergonhada, sentindo todo o rosto arder, mordeu o lábio assim que viu os olhos verdes e intensos a fitarem, estudando-a.
- É, definitivamente você estava em outro planeta, atividade em dupla diz alguma coisa para você? - Ele perguntou sorrindo em deboche, em seguida seus olhos e lábios se tornaram brincalhões, ele se esticou para o mais perto da garota e sussurrou: - São todos retardados e desinteressantes aqui, mas é segredo, não conte a ninguém, hein! - A risada que o estranho garoto soltou a agradou e ela sorriu timidamente, dando assim mais confiança ao colega que lhe estendeu a mão.
- Zachary Baker, mas me chame de Zacky, e você? - Esperou pela resposta ainda com a mão estendida, que a garota aceitou em seguida.
- , mas me chame de , por favor, não gosto do meu nome. - Ela sorriu para Zacky, apertando sua mão.
- E concordo com o que disse. Prefiro me isolar a ter que conviver com pessoas que vão me julgar pela aparência, são todos filhos de uma puta, cansei de tudo isso. - Ela finalizou, e agora Zacky a encarava encantado, ou não, ela não sabia ler sua face. Isso a incomodou, normalmente as pessoas era bem decifráveis e não se importavam em esconder nada, pelo menos era o que ela tinha para ela.
O colega sorriu para ela e depois seus olhos se voltaram para a professora, que agora explicava qual seria a atividade que deveriam fazer, mas acabara de ser interrompida pelo diretor que adentrara na sala naquele momento. Um homem alto e magro, os cabelos penteados alinhados e com total perfeição. Ele esperou com que os alunos parassem de falar em silêncio. E, quando finalmente obteve o que queria, começou a falar.
- Sejam bem-vindos os alunos novos, e vou brevemente lhes falar o motivo de minha visita: daqui a duas semanas haverá a semana do acampamento, os nossos alunos antigos já estão informados de como ela funciona, mas, para os nossos alunos novos, serão entregues folhetos explicativos. A reserva em que está localizado nosso acampamento fica a três horas daqui, peço que tragam o formulário que está anexado ao folheto até segunda–feira que vem, preenchido e assinado pelos pais ou responsável, se forem fazer parte do grupo. As outras informações estão nos folhetos, leiam com atenção, por favor, e, qualquer dúvida, pergunte a um colega e/ou professor, boa aula.
Assim que o diretor se retirou, a conversa alta voltou e a professora não conseguiu mais controlar a turma, tendo assim que dar a aula como encerrada.
A garota olhou para Zacky com uma sobrancelha erguida, afinal, que história era aquela de semana do acampamento? Não estavam mais na terceira série, aquilo era estranho para ela. O colega, por sua vez, apenas sorriu e piscou um dos olhos para ela.
- Parece bobeira mesmo, o acampamento, mas é bem divertido até. Bom, eu só vou quando meus amigos topam aguentar esse povo no ônibus. De qualquer forma, você deveria ir se nós formos, vai se divertir com a gente. - O sorriso dele foi o mais lindo, ele parecia realmente querer que ela fosse e, pela primeira vez, ela conseguiu ler os olhos dele. Ele parecia esperançoso. Zacky lhe tocou a mão de leve, como a incentivando, e ela apenas sorriu em resposta. Então ele queria que ela fosse?
- Quem são os seus amigos, Zacky? - Ela perguntou curiosa. Se seus amigos fossem iguais a ele, provavelmente ela iria se dar bem com eles, sentia uma enorme curiosidade, queria saber mais sobre o garoto estranho que ela tanto se encantara.
- Ah, não sei se você os viu, eu mesmo não te vi, você sumiu durante o intervalo e... - Ele parecia ter se lembrado de algo, pois interrompeu o que estava falando e a fitou com os olhos verdes e curiosos, ele arqueou uma sobrancelha, em sinal de interrogação.
- Afinal, onde é que você estava durante todo o intervalo que eu não te achava?
- Ah, eu não gosto de ficar no meio dos outros, eles ficam me encarando, prefiro ficar eu e minha música apenas. Encontrei um lugar que pensava não ir ninguém, mas tem um garoto que pelo jeito também gosta de ficar sozinho, Jimmy, não sei se você conhece, ele me pareceu bem legal, então vamos dividir o local. - Ela soltou uma risada baixa, lembrando-se das coisas que o garoto alto tinha lhe dito mais cedo, e só depois percebendo a expressão meio risonha de Zacky. E, antes que pudesse lhe perguntar o que era engraçado, o rapaz soltou uma risada baixa.
- Conheceu o Jimmy? James Sullivan? - Ele sorriu ainda mais, o que fez ficar intrigada com aquilo, afinal, o que tinha demais em ter conhecido James?
- Sim, conheci o James, qual é a graça disso? Ele me pareceu um cara muito gente boa, se quer saber, então não sei qual a graça...
- Não, graça nenhuma, não é difícil gostar do Jimmy, é só engraçado imaginar ele dividindo aquele canto com alguém que não seja eu e os outros caras, ele deve ter gostado de você, Jimmy está entre meus melhores amigos. - Ele sorriu para , que apenas suspirou e concordou com a cabeça.
- Se você já conquistou o Jimmy, tenho certeza que vai se dar bem com os outros caras, e, posso dizer, bem-vinda à família! - Ele lhe piscou um dos olhos de novo e sorriu verdadeiramente.
- Obrigada, mas você não sabe se os outros vão gostar de mim, Baker. - Ela mordeu o lábio e o fitou sorrindo, escutando o maravilhoso sinal soando, ela estava livre por hoje.
- Não, tenho certeza que eles vão gostar de você, e acho que você vai gostar deles também. Mas diga-me, está com tempo agora ou precisa ir embora rápido?
- Ah, bom, eu preciso ir logo, na verdade, não faço questão nenhuma de voltar para aquela casa, mas, sabe, estou procurando algum apartamento pequeno que eu possa morar sozinha, preciso sair de casa logo, então vou ficar atrás disso hoje... - sorriu envergonhada para Zacky, que lhe sorriu em resposta.
- Ia te chamar para conhecer os caras, mas isso pode ficar para amanhã, o que acha de eu te ajudar na sua busca por um apartamento? Não tenho o que fazer hoje, e até sei onde pode ter um vago, é pequeno e barato, e foi reformado recentemente, e é um bairro seguro, perto daqui, aliás. Só temos que torcer para ainda estar vago. - Seu sorriso era convidativo e sincero. Ele se levantou da carteira ao seu lado, lembrando-a de que ela tinha de se levantar também.
- Se você quiser e puder, eu aceito sua ajuda sim, preciso de um lugar novo mais do que nunca.
Eles andavam lado a lado até o portão bizarro da escola, Zacky pegara o celular e agora estava ligando para um dos amigos, dizendo que precisava ir embora e que não poderia os esperar naquele dia, uma vez que estava ajudando uma amiga. Então, ele se virou para , que fitava o chão, algo que era costumeiro para ela, evitava ao máximo olhar para as pessoas ao seu redor.
- Prontinho, linda, podemos ir, mas eu estou com uma baita fome, topa comer um lanche aqui perto? Garanto que vai ser o melhor da sua vida. - Ele disse, abrindo os braços, feliz, e soltando uma gargalhada depois, ela riu junto, naquele momento ele parecia uma criança.
- Então eu topo, mas, se não for o melhor lanche da minha vida, eu vou te culpar por ter me deixado com vontade do melhor lanche de todos, hein. - Ela riu e ele deu um tapinha leve na testa dela e sorriu convencido.
- Só quero ver a sua cara quando provar do super lanche do Zacky!
- Como é, o convencido? Então é você quem vai fazer o melhor lanche da minha vida? Eu duvido, hein! - gargalhou da cara brava de Zacky e lhe sorriu em seguida. - Ok, Mr. Baker, eu provo do maravilhoso lanche do Zacky!
- Sua engraçadinha, vamos logo, senão você não vai mais comer do meu lanche maravilhoso e supremo. - Eles riram juntos, o rapaz passou o braço pela cintura de , que mordeu o lábio envergonhada, mas repetiu o gesto do rapaz.

Capítulo revisado por Camila A.



N/A: Olá pessoas do meu coração! Acho que a atualização não demorou tanto não é mesmo? Eu tentei mandar o mais rápido possível, e vou continuar tentando fazer isso, só peço que se as vezes demorar um pouco mais, tenham paciência, pois a faculdade me ocupa uma grande tempo, e minhas férias estão no fim, logo volto para São Paulo e a rotina começa novamente. Mas não vou abandonar a fic, não deixaria de escrever, ela é importante para mim, já que foi a única maneira de homenagear o Jimmy que eu encontrei, sinto muito a falta dele, mas sei que ele está olhando pelos que o amam, como um anjinho, olhando tudo lá de cima! E sobre o capítulo, eu espero que vocês tenham gostado, ele ficou mais ou menos do mesmo tamanho do primeiro, não vejo a hora de mandar a parte do acampamento, Zacky me seduz devo comentar, mas sempre vai ter o mistério, com quem você vai ficar no fim? MUAHAHAHA, nem eu sei devo comentar, tudo acontecendo com o desenrolar da história! Então agradeço aos comentários e peço que mande sugestões e continuem comentado, pois é isso que me da força para continuar publicando minha fic que não chega nem aos pés de outras! Bom é isso, e nos vemos na próxima atualização! Contato: @ellensays_ ou fairytale.gottwisted@hotmail.com ou até http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=11428192178795863457

N/B: Se encontrarem qualquer erro, por favor, me mandem um e-mail? (camila.ov@hotmail.com) Cami, xx