I Believe In A Thing Called Love
Autora: Cathe
Beta-Reader: Amy Moore




Era uma linda tarde de sol. andava pelo Central Park e, nas escondidas o vigiando, estava sua namorada, desconfiando que ele estava com outra. Ele estava sentado em um banco ao lado de uma loira e se falavam como se conhecessem um ao outro há muito tempo. Audree, a namorada de , então teve a certeza que ele tinha um caso com alguém. Mas mal sabia ela que a loira linda com que ele conversara era sua irmã. Audree vai para casa, furiosa, andando pela rua, quando se esbarra com o amigo de seu namorado, o , que nota o stress de Audree.
- O que aconteceu? - ele perguntou
- Nada. Capaz de você ser cúmplice dele - ela respondeu, fervendo de raiva.
- Do que você esta falando? Não estou te entendendo.
- O tem outra! Eu o vi com uma loira no parque.
- Hã? Mas o ele nunca te trairia, ele te ama! Você viu os dois se beijando?
- Não, mas...
- Então... vamos tirar essa historia a limpo.
puxa Audree pelo braço e a arrasta de volta até o Central Park. Eles avistam e a loira juntos.
- Nossa, será mesmo verdade?! - ele pensa.
vê os dois ali parados e vai em direção.
- Oi, , como foi de viagem? Oi, amor! Por que estão com essas caras? Eu tenho uma surpresa pra vocês.
- Ah? Então é verdade, você esta me traindo com aquela loira?!
- Foi boa, -respondeu o amigo. - E, que loira - completou baixinho.
- O quê? Está louca, meu amor? Bebeu? , vem cá quero lhe apresentar meus amigos.
chega, meio envergonhada.
- , Audree, quero que conheçam minha irmã. Ela vai morar no apartamento da banda por um tempo, porque ela quer terminar os estudos aqui - respondeu
- Olá, . Eu sou o - disse, encantado.
- Oi, eu sou a Audree, a namorada do seu irmão.
Já estava anoitecendo, então os quatro decidiram sair para algum bar, beber alguma coisa.Chegando ao bar, sentam numa mesa para quatro, do lado de sua namorada e sentado ao lado de .
Altos papos, conversas jogadas fora e bebida. paga a conta, entra todo mundo no carro, e vão para o apê da banda, deixando e , enquanto levaria sua namorada para casa.
Pierre abre a porta para . Ao entrar no apê, não se ouve nenhum barulho. A casa estava vazia.
- Eu acho que os guris ainda não chegaram. Somos somente nós aqui.
- Estavam todos viajando? - perguntou, tímida
- Sim, visitando família e amigos. Faz quantos dias que você chegou?
- Dois dias atrás, vim com o . Vou terminar meus estudos aqui, e precisava passar na escola antes das aulas começarem.
- Entendo. Hoje à noite chega uma amiga minha... e eu esqueci de falar ao .
- Ela vem termina os estudos aqui também?
- Vem. Vamos estudar juntas.
- Que bom, assim você não fica tão sozinha...
- É verdade...
- Você já conheceu nosso estúdio?
- Ainda não, vocês tem um estúdio aqui no apartamento?
- É pequeno, bem pequeno. Vamos?
- Adoraria conhecer.
conduziu-a até o pequeno estúdio, mostrando-a tudo que havia ali.
– E aí, gostou? - perguntou, observando-a.
– Amei! - disse, com um sorriso de orelha a orelha.
– Que bom! Espero que você goste daqui.
– Cheguei, galera! - disse , assim que entrou no apartamento
– Meu mano chego! - disse, sorridente.
, onde você está? - Estava à procura da irmã.
– Aqui no estudiozinho com o ! - gritou. - A gente já está indo aí...
e vão para sala e ficam conversando, enquanto havia ido à cozinha preparar um sandubão, pois estava com fome. Enquanto conversavam empolgadamente, lembra-se de que havia esquecido de falar a seu irmão sobre sua amiga que chegaria dentro de algumas horas.

Já era noite, o dia havia passado depressa.
– Nossa! Esqueci de falar pro da minha amiga! - Correu até a cozinha.
– Falar o quê? - perguntou.
– Que a minha melhor amiga, chega hoje do Brasil e falei a ela que iria buscá-la no aeroporto e também falei que ela poderia ficar aqui comigo...
Na cozinha:
, ! Preciso falar com você!
– Que foi, mana? O que aconteceu?
– Ah, é que eu tinha esquecido de te falar que uma amiga minha vai vir pra cá também! Eu disse que ela podia ficar aqui no apê de vocês comigo... Desculpa não ter te avisado antes, algum problema?
– Não, não sem problemas. Sendo sua amiga é nossa também e, nosso apê é igual coração de mãe; sempre cabe mais um...
– Ai, que bom, por isso que você é meu irmão preferido...
– Mas você só tem a mim mesmo...
– Por isso mesmo...- Riu.
– Engraçadinha você, não é? Então que horas...
São interrompidos por quatro rapazes que entram no apê fazendo a maior bagunça, parecia até que tava tendo um arrastão. Estavam todos viajando, curtindo as férias para voltar com energias para o trabalho. Somente voltou antes de viagem, trazendo a irmã junto.
– Hey, os guys chegaram! - disse .
– Ah, mana... Essas criançonas aí são o , , e ... - diz, apontando para cada um deles respectivamente.
– Prazer... - eles responderam.
, é podem me chamar de mesmo... - diz, vendo a carinha de feliz dos garotos.
– A respeitem, viu, ela é minha irmã, não é pro bico de nenhum de vocês, nem pra você, .
– Nem parece sua irmã... - disse .
– É, ela é tão bonita - disse o baterista da banda.
– É mesmo, e o tão... - completou um dos guitarristas.
– O é a outra parte da família - diz o amigo e webguy da banda.
– Que outra parte? - questionou.
– A parte desprovida de beleza... - diz, rindo.
Todos começam a rir descontroladamente, inclusive , que ficou meio tímida no começo.
– Ai, coitadinho do , ele não é feio, okay! - a irmã diz, ainda rindo.
– É mesmo, coitado! Ele não é feio... - diz um dos amigos.
– É até que ele é 'ajeitadinho' - diz outro, ainda rindo.
– Haha como vocês são engraçados, até você ? E começa a rir também - diz o irmão e depois completa. - Eu posso ser feio, mas pelo menos tenho namorada...
– A Audree? - diz .
– Com uma namorada daquelas... - diz .
– Você não precisa nem de inimigos... - diz o batera.
– Pior não vou com a cara dela...
– Nem eu... ¬
– É, ela é muito ciumenta, também...
– Parem de fala mal dela, eu tô com ela há pouco tempo, mas gosto dela...
– Que faça bom proveito...
– O que da Audree?!
Novamente todos começam a rir, inclusive , que não gostava que ficassem falando mal dela, mas não aguentou a pérola que soltou...
– Essa foi boa, hein... - diz, rindo.
Cada um vai pra um canto da casa; ficam na sala , e .
, esqueci da minha amiga, tenho que ir buscá-la... - gritou desesperadamente.
– Ai... Eu não posso ir com você, amor, tenho umas coisas pra fazer, mas, , você não faria esse favor pra mim?
– Claro! Vamos nessa! - disse, já levantando e pegando a chave do carro. Fofo demais.
– Vou só pegar minha bolsa e já tô descendo...
– O quê? Vão pega quem? Onde? - perguntou.
– Intrometido você, não é? - respondeu .
– Minha amiga. Ela está chegando do Brasil, vai ficar aqui com a gente...
– O que deixou, hein! Se não gostaram da ideia, xinguem a ele.
dá um tchau coletivo já saindo do apê. já estava tirando o carro da garagem...
– Amiga? Opa, ela é solteira? - pergunta . - É gata? Ou é igual a Audree? - Fez todos rirem.
– Caras, sabe que eu não sei. Nem sabia dessa amiga dela, ela me contou agora há pouco; acho que eu nem conheço. Mas se é amiga da ...
– É nossa também - respondem juntos.
Enquanto isso, e chegam ao aeroporto. Ele estaciona o carro e vão logo pro saguão do Aeroporto, pois estava achando que a amiga já havia chegado. Eles vão até o desembarque de passageiros e no caminho avista uma menina parecida com sua amiga. Na dúvida, foi mais perto para ter certeza.
, é a minha amiga ali! - Diz, apontando para a tal menina que estava carregada de malas e parecia bem cansada.
– Vamos lá falar com ela, então!
Os dois apressam o passo para alcançar a amiga de .
! Oi, amiga! - disse, gritando.
– Oi, ! Tudo bem com você? - Diz, abraçando a amiga.
– Tudo sim! , esse é o , é amigo do meu irmão e integrante do .
– Prazer, !
– Prazer! Seja Benvinda! Deixa eu te ajudar com as malas.
Ele pega uma das malas de , e ajuda, carregando outra, e eles vão em direção ao estacionamento. Colocam as malas no porta-malas e entram no carro. Enquanto voltam para o apê, conta como foi a viagem...
– Ah, a viagem foi boa... mas um pouco cansativa! Fiquei muito tempo esperando nos aeroportos pra fazer escala. E ainda sozinha, aí não tinha o que fazer...
– Que bom que foi tudo bem. Fico feliz que você está aqui!

Alguns minutos depois, chegando no apê...

Após o carro estar estacionado na garagem, entre os três carregam as malas da .
, vai subindo, amiga! A gente já leva as coisas, não se preocupa!
– Está bom! Deixe-me levar pelo menos essa minha malinha pequena... - diz, pegando a mala.
– O elevador é logo ali à direita! - diz, apontando.
– Ah, o apê fica no décimo andar, é na cobertura! E o número do apê é 1001.
Enquanto vai até o apê, e pegam as malas e fecham o carro. E logo em seguida, pegam o elevador. Quando chega no 10° andar, se dá conta de que não tem a chave e logo pensa:
– Vou bater na porta, pode ser que não tenha alguém no apê...
bate na porta e segundos depois alguém abre...
– Oi, você deve ser a amiga da minha irmã, certo? - diz .
– S... si... sim... Sou eu mesma! Você é o irmão da , não é?
– Eu mesmo! Seja Benvinda! Entra aí! Fica à vontade!
– Obrigada! - diz, sorrindo.
– Onde estão a e o ? - ele perguntou.
– Aqui! - dizem, entrando no apê.
– Ai, gente, obrigada pela ajuda! Onde que a gente vai colocar as coisas, ?
– Ah, por enquanto deixa aqui no cantinho, depois a gente leva pro quarto.
, cadê o pessoal?
– No estúdio... ou na cozinha.
– Vou lá chamar a galera!
– Vou junto com você! vem comigo, vou te apresentar pro resto do pessoal!
pega pelo braço e vai com atrás dos meninos, no estúdio.
– Oi, galera! Quero apresentar minha amiga pra vocês!
– Cadê ela? - dizem, juntos.
, entra aqui!
– Oi, pessoal! - diz, meio sem graça.
– Oi, ! Seja benvinda! -dizem, admirados e sorridentes.
– Obrigada, pessoal!
, , e ! - diz, apontando para cada um deles respectivamente.
– Vem comigo, , vou te mostrar o apê! Ah, aqui é um estúdio onde os meninos treinam as músicas e tal. É pequeno, mas parece bem confortável
– Adorei o estúdio, meninos!
– Obrigada! Quando quiser aparece por aqui, será benvinda!
– Obrigada, pessoal!
– Vamos lá que eu vou te mostrar o resto!
– Vamos...
– Ah, meninos, depois vocês podem fazer um favorzinho pra mim e levar as malas da lá pro quarto?
– Claro, . A gente leva sim! - diz um deles.
– Obrigada! - diz, sorrindo.
leva pra conhecer o apê dos meninos.
, aqui é a sala de TV...ali a sala de Jantar...
– Nossa! Lindo o apê! - diz, sorrindo.
– É mesmo, concordo com você!
– Pra cá é a cozinha, e ali do lado da cozinha fica a área de serviço, onde tão as máquinas de lava e secar roupa.
– E quem que cozinha? - pergunta, meio sem graça.
– Ah, sem problema, ... Eles têm uma pessoa que vem fazer comidinha pra eles e cuida do apê, porque eles não têm tempo pra essas coisas. Mas agora que a gente ta aqui, a gente pode ajuda com alguma coisa...
Enquanto isso, os meninos estavam no estúdio batendo altos papos...
– Nossa, essa amiga da minha irmã é linda, não é, gente?
– Com certeza! Tão linda quanto a sua irmã! - dizem, sorrindo.
– Quê? Como assim? -, boiando...
, você não estava prestando atenção no que a gente estava falando?
– Não... desculpa. Estava pensando em outra coisa...
– Em que você tava pensando? - pergunta, curioso.
– Ah, nada não, deixa pra lá! Hey, quem me ajuda a levar as coisas da lá pro quarto?
– Eu te ajudo!
– Eu também! - diz um dos guitarristas.
Vão até a sala onde estão as malas, pegam-nas e vão em direção aos quartos.
– Em que quarto que ela vai dormir? - questiona .
– É mesmo... Onde ela vai dormir, ? - perguntou .
– Ponham as coisas dela aqui no meu quarto. Dá pra ela dormir aqui também, tem cama sobrando.
– Ai, bem que a podia dormir lá no meu quarto... -, pensando alto.
– O que você disse, ? - perguntaram os outros dois.
– Nada não, tava pensando alto... - diz, com cara de inocente.


CAPÍTULO 2:

Já havia anoitecido. Enquanto isso, e voltam pra sala e ficam conversando, colocando o papo em dia, já que havia uns dias que não se falavam. Logo em seguida, chegam , e , vindos do estúdio...
– Hey, galera, o que acham da gente pedit pizza? Estou ficando com fome...
, e vinham até a sala ao encontro dos demais.
– Alguém falou em pizza? - falou o vocalista.
– O deu a sugestão da gente pedi pizza... Topam?
– Todos estão com fome... não é?
– SIM! - Em coro.
– Vou pegar o telefone pra ligar na Pizzaria... - diz, indo pegar o telefone e vendo o número da pizzaria na agenda.
– Vão pedi pizza de quê? - perguntou.
– Vamos ter que pedi umas 3 pizzas grandes... porque hoje temos visita! - diz, sorrindo.
e se olham e retribuem com outro sorriso.
– Meninas, vocês querem pizza de quê? - perguntou.
– Ah, eu não sou muito chata pra sabor de pizza, mas prefiro as de queijo ou de frango, mas por mim tanto faz. E você, ?
– Por mim também. Sou como você, prefiro as de queijo e as de frango. Mas também como dos outros.
– Vamos pedir uma de 4 queijos, outra de frango com catupiry e outra de chocolate pra ser de sobremesa. Pode ser?
– SIM!
ligou para a pizzaria...
– Alô, é da Pizzaria Montreal?
– Sim, senhor. O que deseja?
– Queria pedir pizza... mas vocês tem tele-entrega?
– Claro, nós temos. Quantas pizzas e qual os sabores?
– São 3 pizzas grandes.
– E os sabores?
– Uma de 4 Queijos, outra de Frango com catupiry e outra de chocolate.
– Okay, senhor. Qual é o endereço para entrega?
– Rua Perfect, n° 6 apto 1001, fica próximo à Escola de Música.
– Okay, senhor. São 50 dólares.
– Quanto tempo vai demora?
– Uns 40 minutos.
– Okay. Obrigado, vou ficar esperando.
– Muito Obrigado pela escolha.
– Gente, já pedi. Daqui uns 40 minutos eles vão trazer as pizzas.
– Okay, maninho - diz, sorrindo.
Enquanto a pizza não chegava, e continuaram conversando na sala de estar e os meninos estavam na sala de TV ao lado.
20 minutos depois, vai até a sala de TV...
– O que foi, mana? Precisa de alguma coisa?
– Nada, nada. Eu e a vamos coloca a mesa pra deixar tudo pronto pra quando chega a pizza, okay?
– Está bem... qualquer coisa me chama.
– Está bem, mano. Vem comigo, !
e vão até a cozinha separar os pratos, talheres e copos. corre até a sala de TV novamente...
– A gente vai janta lá na cozinha mesmo ou na sala de jantar?
– Na sala de jantar, amor - diz o irmão.
– Okay, amor.
– E aí, a gente vai comer aqui ou na sala de jantar?
– Lá na sala de jantar. Vamos levar as coisas pra lá! - Ela estava de volta à cozinha.
– Tudo bem - diz, pegando os pratos.
– Eu levo os talheres e os copos.
Quando levavam as louças até a sala de jantar, lembram-se de que havia esquecido a toalha.
– Onde tem toalha de mesa? - grita.
vai até a cozinha, abre a última gaveta do armário, pega a toalha e leva até a sala de jantar
– Aqui tem uma! - diz, sorrindo para .
– Ah... Obrigada - diz, sorrindo, e logo fica a sós com a amiga novamente.
, dá aí a toalha!
– Hã? Quê?
! A toalha!
– Ah, sim. Desculpa.
– Que foi, amiga? - diz, meio preocupada.
– Ah... Depois te conto. - Ar de suspense.
– Está bem, mas vamos terminar de arruma aqui que daqui a pouco o cara da pizzaria tá aí - diz a amiga.
No que e terminam de arruma a mesa, toca o interfone.
– Deixa que eu atendo! - diz, correndo até o Interfone que ficava na cozinha perto da porta.
Logo depois...
– É da pizzaria... O cara tá subindo com as nossas pizzas.
– Vou lá pegar o dinheiro! - diz, indo até seu quarto.
Enquanto isso, o funcionário da pizzaria bate na porta e, logo é atendido por , que pega as pizzas e logo, lhe dá o dinheiro.
– Prontinho, galera!
– Oh, maravilha, meu estômago já está roncando há horas... - diz o amigo da banda.
– Já está tudo pronto lá na sala...
– Vamos pra lá então! - falou o vocalista.
Todos já na sala de jantar. A mesa era grande, cabiam umas 10 pessoas. e estavam sem saber onde sentar até que...
– Mana, senta aqui do meu lado! - diz ele, sentado numa das pontas da mesa
– Tô indo, mano. Mas e a , vai senta onde?
– Ela senta do outro lado - diz, sorrindo.
Elas com os olhinhos brilhando, vão até a mesa e se sentam uma de cada lado do , sendo que do outro lado da , estava e do outro lado da , o . Durante a janta, rolaram muitos papos e, 40 minutos depois, estão todos ajudam a ajeitar as coisas. A louça suja é colocada na máquina de lavar louça, tudo é guardado nos seus devidos lugares.
Depois de tudo organizado, o pessoal vai para a sala e continuam conversando. Conversa vai, conversa vem, se lembra que tinha trazido umas fotos da festinha que haviam feito para ela antes que ela fosse para Nova York para estudar.
, vou lá no quarto pegar as fotos da festinha que fizeram pra mim antes de vir pra cá. Já volto.
– Claro, teve festinha, então... Eu quero vê as fotos, então!
– Vou lá pegar - diz, indo até o quarto.
Nisso, diz que vai tomar banho, para que ninguém desconfiasse, porque na verdade ele não iria tomar banho naquele momento. Isso tinha sido apenas uma desculpa esfarrapada.
já estava no quarto. Separou as fotos e foi ao banheiro. Nisso alguém entra no quarto de e fecha a porta. Quando ela sai do banheiro... se depara com ninguém mais ninguém menos do que... .
– O que você faz por aqui? - diz, meio sem jeito.
– É que preciso te falar uma coisa... - disse, fazendo um pouco de suspense.
– Falar o quê? - diz, meio preocupada.
– Vem aqui. - Puxou-a e olhou no fundo dos olhos. - Desde que eu te vi no Central Park eu me encantei com você. Nossa, você é perfeita, e talvez você não goste do que... - Calou-se com o toque do dedo dela em sua boca.
- Não fala nada - ela disse, e logo ele encosta seus lábios aos de dela e a beija apaixonadamente.

Enquanto isso, na sala...

– Por que será que a está demorando? - estranhou a amiga.
– Já vamos saber... - diz, indo até seu quarto. Chegando lá, ao abrir a porta, se depara com a cena do beijo apaixonado. , ao perceber que o irmão estava no local, parou de beijar .
? - querendo acreditar que ele não estava lá.
– Você estava demorando muito à voltar e eu resolvi vim ver o que havia acontecido. Chego aqui e me deparo com essa cena! - diz ele, bravo.
– Mas... mas... - tentava dizer algo sobre o que havia acontecido.
– Ela mal chegou e você já tá atacando! Ela é minha irmã mais nova. E você, , o que é isso, vem já pra cá que eu quero fala com você em particular...
– Mas... ...
– Mas nada! Por mais que você não queira, eu sou seu irmão mais velho...
– Sim, mas não precisa ficar assim, eu nem sou mais criança pra você me tratar desse jeito.
– É, , fica calmo... -pela primeira vez, falou.
– E você trate de ficar quieto. Depois meu papo é com você - diz ele, ainda muito bravo, arrastando-a para outro cômodo do apê...
, eu não quero ver vocês juntos, como casal. Vocês podem até ser amigos, mas só isso!
– Por quê? Ag ente só tava se...
– Eu vi muito bem o que vocês estavam fazendo. Você não o conhece. E eu sei muito bem no que vai dar isso...
– O que pode ter demais nisso? A gente só se beijou e...
– É que não quero ver-te magoada, ele não é daqueles que gostam de um compromisso mais sério. Ele fica por ficar...
– Tudo bem, mas você está fazendo tempestade num copo d’água, não é pra tanto. Já sou bem crescidinha e posso muito bem decidir o que é bom pra mim e o que não é...
– Está bem, então. A vida é sua mesmo, mas depois não diz que eu não avisei. - Deposita um beijo na testa de e, ao voltar para sala, passa por seu quarto sem olhar para .
então vai para o quarto do , onde estava.
– Hey, ele ficou bem bravo, não é?
– É, mas ele sempre foi assim sabe. Ciumento é o sobrenome dele. - Pensando no que havia dito, pega as fotos e...
Vendo que ela estava pensativa, então deduziu que era pelo que havia dito.
...
– Que foi?
– Vem aqui. - Pediu com voz de anjinho.
– Que foi? - disse, bem próxima a ele
, eu ouvi o que o falou. Saiba que eu não sou assim... - disse, segurando as mãos dela e olhando-a nos olhos.
– Tudo bem, eu nem liguei muito para o que ele falou - disse, interrompendo-o.
– Tem certeza?
– Sim. Agora vamos voltar pra sala...
Pegou as fotos que estavam em cima da cama e voltou pra sala, e vai até seu quarto, fecha a porta, deita em sua cama e fica pensando em tudo que havia acontecido...

Na sala...
– O que houve , por que você demorou? - pergunta.
– Nada não... é que eu não tava achando as fotos...
– E então, trouxe as fotos?
– Sim! Estão aqui - diz ela, entregando o álbum à .
– Cadê o , gente? - pergunta .
– Acho que ele está no quarto - respondeu .
– Eu vou lá falar com ele... - diz, indo até o quarto do amigo.

– Quem é? - pergunta após ouvir batidos na porta.
. Abre a porta!
abre a porta e entra, fechando-a novamente.
– Aconteceu alguma coisa?
– É, aconteceu...
– O que aconteceu? O tá meio estranho...
– Eu beijei a .
– Você fez o quê?!
– É, isso que você ouviu. Beijei a !
– Por isso que você foi atrás dela quando ela foi pega as fotos...- sorri. - É por isso que o está estranho?
– É... porque ele viu tudo.
– E você tá arrependido do que fez?
– Eu?! Lógico que não...
– Então= vamos lá pra sala com todo mundo.
– Vamos... - diz, levantando-se da cama e voltando para a sala com o amigo.
O pessoal continua conversando, vendo televisão, até que...
– Estou cansadinha e acho que vou deitar. Você vai ficar aí, , ou vai deitar também? - diz , levantando-se.
– Não, não. Vou deitar também, o dia foi cansativo hoje - diz, levantando-se.
– Mano, onde tem lençol pra arrumar a cama pra ?
– Ah, tem no meu armário, na última gaveta.
– Okay, mano... - diz, quase entrando no quarto.
As meninas entram no quarto e vai até o armário e pegar lençol para arrumar a cama para a .
– Quer que eu te ajude, ?
– Ah, pode ser... Ajuda-me a puxar a cama de baixo da que eu estou dormindo pra arruma pra você.
Elas puxam a cama e começam a arrumar, e depois:
, aqui tem uma toalha pra você tomar banho... - diz, entregando a toalha para ela – detalhe a toalha era branca.
– Obrigadam ! Vou tomar banho...
– Vou te mostrar o banheiro... - diz, puxando a amiga pelo braço.
– Nossa! Que lindo! É a cara do seu irmão...
– É verdade! É a cara dele!
– Tudo de zebrinha! Muito moderno, esse banheiro.
– O chão e as paredes são brancos, o vaso sanitário, a pia e o bidê são pretos; as toalhas de banho são brancas, as de rosto pretas e as de chão pretas e brancas. Ah, e eu já ia esquecendo o armário do banheiro... é branco com uns detalhes em preto! Lindo né?
– Muito! - dizm sorrindo. - Posso tomar banho nesse banheiro lindo?
– Mas claro, amiga! Fica à vontade! Qualquer coisa é só me chamar, eu vou ajeitar a minha cama e separa as coisas pra toma banho depois.
– Está bem! - diz, indo tomar banho.
Enquanto toma banho, arruma sua cama e separa o pijaminha pra tomar banho depois. Depois disso, se deita na cama e fica escutando música no seu MP3 e cantando, até que terminasse de tomar banho.
– "I don't want another pretty face I don't want just anyone to hold I don't want my love to go to waste I want you and your beautiful soul You're the one I wanna chase You're the one I wanna hold I wont let another minute go to waste I want you and your beautiful soul…" - cantava uma música do Jesse McCartney.

MINUTOS DEPOIS:
– Nossa! Que banho bom! Sinto-me outra pessoa! - disse, sorrindo ao deixar o banheiro.
– Que bom! Agora eu vou! - diz, indo pro banheiro. - Ah, se quiser ouvir música no meu mp3, fica a vontade, .
– Obrigada!
Enquanto toma banho, fica escutando música no mp3. Logo que sai do banho, a amiga lembra-se de que mais cedo algo havia acontecido e ela estava querendo saber o que era...
, posso te pergunta uma coisa?
– Claro, amiga. O que foi?
– O que aconteceu aquela hora que você veio no quarto pega as fotos pra me mostra? - Parecia preocupada.
– Já te conto, deixa-me arrumar aqui e fecha a porta que eu te conto o que aconteceu - disse, fazendo suspense.
termina de se arrumar, fecha a porta do quarto e elas sentam cada uma na sua respectiva cama e começam a conversa...
– E então... O que aconteceu?
– Logo em seguida que eu subi, o veio atrás...
– Sim, ele tinha dito que ia tomar banho...
– Isso foi só uma desculpa...
– Como assim?!
– É, ele veio aqui no quarto...
– E o que aconteceu?
– Eu estava no banheiro quando senti que alguém tinha entrado, mas achei que era meu irmão, aí nem liguei. Mas não era... era ele.
– E o que ele veio fazer aqui?
Aí derrepente alguém bate na porta do quarto...
! Tá tudo bem?
– Sim, mano... eu e a já tomamos banho e já arrumamos as camas... a gente tá conversando um pouco antes de dormir. Desculpa ter fechado a porta. Você quer entrar?
– Não, não, só queria saber se tá tudo bem, se vocês não estavam precisando de nada. Daqui a pouco eu venho me deitar também, porque estou muito cansado.
– Okay, mano.
Depois disso, o papo entre e continua.
– Então... Você não vai acredita no que aconteceu...
– Conta logo!
– A gente se beijou!
– Hã?! Como?!
– É, isso mesmo! A gente se beijou!
– E por isso que o está desse jeito com o ?
– É, porque ele disse pra mim que o não é desses que gosta de compromisso sério, que ele fica por ficar e tal e ele não quer me ver magoada...
– O é um irmão super protetor, né?
– E ciumento também!
- E como foi o beijo? - disse, entre risos.
– Ai, amiga, foi lindo. Pareceu aqueles beijos de cinema, sabe?
– Sei, sim - disse, sorrindo.
– Pena que meu irmão estragou tudo! - diz, meio chateada.
Tempo depois, como estavam todos muito cansados, foram para seus respectivos quartos, e ao passarem pelo quarto de ...
– Boa noite, meninas! - dizem os meninos.
– Boa noite, meninos! - elas respondem.
– Bom... vou dormir, tô bem cansada; a viagem foi cansativa.
– Eu também vou dormir, hoje foi um dia e tanto. Boa noite, ! Boa noite, mano!
– Boa noite, Mana! Boa noite, !
– Boa Noite, !


CAPÍTULO 3:

Na manhã seguinte...

– Bom dia, , dormiu bem?
– Bom dia, , dormi sim e você?
– Também. Será que o já saiu com os meninos? – disse, percebendo a ausência dele no quarto.
– Não sei. Será que eles tinham algum compromisso agora de manhã?
– Bom, de manhã acho que não, afinal já são onze e meia *olhando para o relógio*... No máximo eles resolveram deixar a gente dormindo e foram tomar café em algum lugar.
– Ah, sim, vou tomar um banho então... – Pegando a toalha e indo em direção ao banheiro do quarto.
– Eu vou ficar por aqui mesmo, dormir mais uns 10 minutinhos – cobriu a cabeça com o cobertor.
chega ao banheiro e, quando vai abrir a porta...
– Wow! – diz, virando-se para a porta, já que estava em pé, fazendo chapinha.
– Ai, desculpa, desculpa mesmo – ela respondeu, sem graça. – Achei que vocês tinham saído.
– Tudo bem, relaxa, mas olha você descobriu meu segredo. – ele disse, com ar de piada.
– Ah, sim, pode deixa que não conto pra ninguém – entre risos.
– Está bem, será nosso segredo. – Com ar sarcástico. – Pode usar o banheiro; eu saio.
– Não, pode terminar o que está fazendo aqui, eu uso o outro. – Ia deixando o local quando:
– Não, querida. Pode usar esse mesmo. Eu já acabei – disse, enquanto a segurava pelo braço.
– Tudo bem. Obrigada – agradeceu, sorrindo para ele.
sai do banheiro, levando sua big chapinha... e vai tomar seu banho.
– Bom dia, maninho, tudo bem amor?
– Olá! – Pulou em cima de .
– Aiii, , menos, acabei de acorda, né? E você sabe como fico quando acordo. – Meio mau humorada.
– Eu sei, mas olha que dia maravilhoso está lá fora. Não gosto muito de sol mais está lindo... – abrindo as cortinas do quarto, após de levantar.
– Seu bobinho! – Cobrindo a cabeça. – Me diz: como você consegue acordar com essa disposição?! Parece a , sempre dispostos e de bom humor logo ao acordar...
– É que a gente dorme bem. Aí já acordamos felizes. – Rindo.
– Ah, sim, eu durmo bem e nem sempre acordo de bom humor.
– Vou mudar isso rapidinho em você. Os meninos e eu mostraremos a vocês duas o lado bom da vida. – Com cara de sapeca.
– Quero só ver, hein! – respondeu, rindo.
Enquanto isso, sai do banheiro...
– Vou sair pra você terminar de se arrumar e, , trate de se arrumar também porque vamos sair.
– Onde vamos? – Curiosa.
– Surpresa! *Dando uma piscadinha e saindo do quarto.*
Enquanto se arruma, vai até a cozinha beber água. Saindo do quarto, na sala já encontra e e os cumprimenta...
– Cadê os meninos? – ela pergunta.
– Como sempre, lá no estúdio. – respondeu.
– Lá é o cômodo que mais gostam, não é? Depois do quarto, claro – disse, rindo.
– Opa, com certeza. *Rindo também.* Cadê a ?
– Está se arrumando – ela respondeu.
– Vocês vão almoçar com a gente, não é? – perguntou.
– Claro! Mas o não quis dizer para a irmã onde vamos – meio tristonha.
– Claro, não é? Surpresa.
– Com certeza vocês já foram lá muitas vezes, mas com a gente vai ser diferente – respondeu.
– Nossa! Mas por que tanto mistério? O que vocês tão aprontando, hein?
– Nada demais – respondeu, com ar misterioso.
– É, só vamos mostrar a vocês o que é diversão. *Cara de fodão.*
– Falou! Quero só ver – ela disse, entre risos.
– Está bom já, não é, ? Pode parar de se achar, agora. – Todos riem.
vai até a cozinha, dá uma passadinha no estúdio e cumprimentar os meninos.
– Todos prontos? Cadê a minha maninha? Vamos logo! *Gritando.*
– Eita, coisa gostosa, ninguém aqui é surdo. – dá uma piscadinha.
– Vamos lá, senão o vai continuar berrando – ria.
– É, essa criança hiperativa não tem jeito mesmo. – completou.
– Por isso o apelido, não é? – disse .
– Que apelido, gente? *Vegetando.*
, oras. – retrucou, rindo.
sai do quarto, já pronta e dirigi-se para a sala, enquanto , , e vão de encontro à sala.
– Nossa! * olhando .*
– O que foi, hein? – põe as mãos na cintura.
– Nada não. *Indo em direção a ela.* Oi, ! Dormiu Bem? *Dando um beijinho no seu rosto.*
– Dormi sim, e você, querido?
– Também. – Sorriu.
– Vamos, não é? – disse o irmão dela, entre os dois.
– É, mas vamos ter que ir em dois carros.
– Verdade. Somos oito, agora – respondeu.
– Eu vou dirigindo – afirmou .
– Eu também, mas a MINHA IRMÃ vai no MEU carro. *com olhar autoritário
– Tudo bem, então a vai no meu, e o Seb e o Pat também.
– Não, a como é amiga da minha irmã, tem que ir no mesmo carro para irem conversando.
– Nada a ver, ela também é nossa amiga e a gente só vai em carros diferentes. Vamos almoçar no mesmo lugar, lembra? *Ar sarcástico.*
– Vamos parar com isso, meu! Hoje vocês dois estão impossíveis, hein – diz .
– É verdade, vocês dois estão – foi a vez de .
– Cara, tinha esquecido! Marquei de almoçar com o Bob. Ele falou que tinha algo pra me falar. *, intrometendo-se.*
– Ih, com o cara você não pode furar, hein. Tchau, querido! – despediu-se .
– É, a gente zoa por você – completou
Então saiu correndo e acabou que quem foi dirigindo o outro carro foi o , que levou e enquanto no outro carro, foi dirigindo e levou , a irmã, e . Chegando ao shopping, foram direto ao McDonald’s.
– Aqui que vamos almoçar garotas. – abriu os braços e apontou para o Mc.
– Oh, que emoção! Onde eu era escravo antes da fama. – colocava a mão no rosto como se fosse chorar.
– Nunca viemos aqui, não é? – perguntaram-se as amigas com ar sarcástico.
– Quem nunca comeu hambúrguer de minhoca daqui que atire a primeira pedra... – riu e contaminou o grupo.
Então juntam duas mesas e chamam um atendente pra fazer o pedido. Escolhem os lanches e, quando a atendente está saindo, solta um:
– Eu quero um McLanche Feliz. – Rindo.
– Olha o tamanho da criança – comentou, rindo.
– Aposto que é por causa do brinquedo – o amigo completou.
– Claro, ou você acha que eu gosto do hambúrguer seco que vem nele? – Todos riem.
A atendente olha com uma cara pro , que sorri pra ela.
– Ah, ao invés de um McLanche Feliz, traga três – disse ele.
– Três? – estranhou .
– É, porque a e a também querem!
– Queremos? – as duas, juntas.
– É, no fundo no fundo sei que vocês também querem.
– Está bem, então, não é? Já que você insiste... – disse a irmã.
– É, mas o brinquedo vai ser nosso, tá? – riu.
– Então é só um mesmo! – disse, com as mãos na cintura, intercalando seu olhar entre e a atendente.
– Ih, magoou a criança... – riu também.
– Vocês vão pedir ou não? – a atendente com cara de saco cheio.
– Já pedimos, minha querida. Pode trazer o que pedimos e três McLanche Feliz – respondeu .
A atendente volta ao balcão, enquanto isso eles ficam lá conversando e zoando as pessoas que passavam lá. Tempo depois, ela volta com os pedidos e já vai logo vendo o que é o brinquedo.
Todos começam a comer, ele fica zoando com as batatas colocando-as no nariz, as coloca na orelha e, molha uma batata na coca e até afirma que é bom, e todos riem.
– Cara, como vocês são nojentos! – exclamou .
– É, assim as meninas não vão querer mais sair com a gente – confirmou o outro guitarrista.
– Não, tudo bem. A gente nem liga, não é, ?
– É verdade, com o eu já estou até acostumada.
– Viram, elas nem ligam – disse ele, com uma batata ainda no nariz.


CAPÍTULO 4:

Todos saboreavam seus lanches quando o celular de começa a tocar.
– Ih, é a ex – brinca .
– Não, palhaço, é o ! – responde o dono do celular.
– Coloca no viva voz aí – pede o vocalista.
– Oi, ! – dizem juntos.
– Heyy Guys! Hii Girls!
– O que contas, cara? – pergunta .
– Vocês têm um show amanhã no Canadá.
– Amanhã já, cara?! – estranha.
– Você devia ter avisado a gente antes, não é? – fala novamente o dono do aparelho que havia tocado.
– É, mas nem eu estava sabendo. O Bob que me falou, era pra ele ter nos avisado ontem, mas ele esqueceu. Ele falou que dá tempo ainda. Só que nós vamos ter que pegar o voo que sai uma e quarenta e cinco porque vocês já tem entrevista marcada pra hoje de noite lá.
– Nossa! E já é meio dia e meio agora – disse o baixista.
– É, portanto vão pra casa arrumar as malas, e tratem de não perder esse voo, ouviram?
– Sim, papai – ria.
– Então está beleza. Encontro vocês no aeroporto com as passagens, de vocês e das meninas, ok?
– A gente vai? Valeu, ! – comemorou .
– Que eficiente... – respondeu entre risos .
– Tem que ser, não é? – riu junto.
– Já vai se achar O BOM – completou .
– Olha quem fala. Vou desligar porque ainda tenho que pega as passagens e, vocês terminem logo aí!
– Já estamos terminando mesmo.
– Beleza, falou! Beijo, meninas!
– E, para mim não tem beijo? – perguntou , rindo.
– Tchau!
– Falou, cara. Vemo-nos daqui a pouco – diz e desliga o celular.
– Já terminamos, não é? – pergunta.
– É, mas eu vou levar meu refri – comenta .
– Eu também – responde a irmã.
– E eu levo as batatas – completou a amiga.
– Vamos, então?
– Falta a conta, não é? – lembrou .
– Pois é, quem vai? – questiona.
– O , claro! – levanta e sai.
– É mesmo. Vamos saindo, pessoal. – entra na "onda".
– Seus palhaços! – levanta e dirige-se ao balcão. paga a conta enquanto as meninas e os meninos vão saindo do McDonald’s. Assim que ele volta, vão todos juntos em direção à escada rolante pra irem para o estacionamento. Quando, ao se aproximarem de uma fonte:
– Oh, uma fonte. – , com ar infantil.
– Que lindo! – diz, com as mãos no rosto.
– Ih, isso não vai prestar – disse a amiga, olhando e as duas riem.
– Gente, apreciem meu nado. – debruçava-se na fonte.
– Essa eu quero ver. – pegando, a câmera para gravar.
– Não fiquem muito perto, meninas. Venham aqui comigo. – , enquanto bebia seu refri com seu bichinho do McLanche Feliz na mão.
As meninas estavam perto de e , perto da escada, filmando e, começa a fingir que está nadando, se debatendo todo na fonte. Detalhe: com metade do corpo pra fora. Então, ele começa a fazer o maior escândalo alegando que está se afogando, enquanto alguém filma e ri muito.
Derrepente:
– Por favor, você poderia parar de fazer isso? Está causando tumulto – disse um segurança do shopping.
– Isso o que, seu guarda? – perguntou, sínico.
Enquanto isso, vai saindo da fonte, todo molhado.
– A gente nem estava fazendo nada demais – baixou a cabeça.
– Eu vou ser obrigado a pedir para que se retirarem do shopping – retrucou o segurança.
– Nem precisa; já estávamos de saída mesmo. – diz e foram à escada rolante.
– Até mais – despedindo-se do segurança.
– Vamos aí, gente. – desceu junto com o , que não aguentava de tanto rir enquanto , do lado do segurança, imitava-o.
– Vamos descer logo, vai! –, puxando a amiga.
– Vamos! – Ria, enquanto caminhavam até a escada.
– É, também vou – , diz indo em direção à escada rolante, só que pro lado que sobe
Derrepente, começa a correr que nem louco na escada pelo lado de subir, tentando descer (detalhe: com o refri e o bichinho na mão).
, e , que estavam lá embaixo, começam a rir que nem loucos. As amigas que estão no meio da escada pra descer também não se aguentam de tanto rir e olha para o segurança e sai de mansinho, rindo muito. Até o não se aguentou e estava rindo.
O segurança pegou seu comunicador e começou a contar a situação ali... e só se ouve...
– Ih, sujou, gente, corre! – ri e corre pela escada de subir mesmo.
– Caraca, a gente está parecendo bandido – correndo e rindo.
– Ae, embora para o apê! – gritou o vocalista.
– Nos vemos lá – responde o guitarrista moreno.
já havia pagado o cartão do estacionamento quando pagou o lanche, então eles saem rápido. Em direção ao apê ainda rindo, ele começa a ver tudo o que tinha filmado. No outro carro:
– Nossa, , você está ensopado. Vai fica resfriado – diz a .
– Nem me fale em resfriado, linda – disse, enquanto tira sua blusa quando estavam parados em um semáforo.
– Ih, já vai começa a fazer strip, não é? – não gostou do que viu.
– Nossa! *Olhando sem camisa.*
– Nossa, hein? O que, hein? Pode parar de olhar pro virou o rosto de pra ele.
– Linda, segura pra mim? *Dando sua blusa pra e dando uma piscadinha.*
– Claro! *Retribuindo a piscadinha, fazendo-o sorrir.*
estava com a mão no rosto de , olhando pra ela e ela para ele. Aos poucos, ele começa a se aproximar, mas derrepente:
– Chegamos! – diz sua irmã.
– Ops, atrapalhamos algo aí atrás? – ria, enquanto olhava o amigo.
– Ai, gente, desculpa. – Ela riu
– Tudo bem. – olhou o casalzinho na frente.
ainda estava olhando-a, mas depois vira-se pra e dá um sorrisinho, sem graça.
– Ih...
– O que houve, ? – questiona.
– Nada não.
Ele estaciona o carro na garagem do condomínio e todos descem e vão em direção ao elevador. aperta no botãozinho pra chamar o elevador, que logo chega, e todos entram.
– Alguém aperta aí no 10° andar!
– Eu aperto. – diz, sorrindo.
– Obrigada. – Ela retribui o sorriso.
– Chegamos.
Deixam o elevador e vão atrás de até o apartamento. Ao entrarem:
– Vem, , vamos arruma nossas coisas – diz, puxando-a.
– Estou indo!
– Ahh, mano, quantos dias a gente vai ficar lá?
– 3 dias, mana – diz, sorrindo.
– Está bem – diz, indo até o quarto.
As amigas começam a ajeitar suas malas, enquanto e estão na sala...
– É impressão minha, ou tá rolando um clima ?
– Quê?! Clima?! Como assim?! – diz, se fazendo de desentendido.
– Não te faz de desentendido! Eu sei que você entendeu o que eu disse!
ri da situação.
– Está rindo do quê?
– Nada não...
– E então, vai me contar ou não? Se não quiser, depois eu pergunto pra ; com certeza a vai fala alguma coisa pra ela...
– Não, não... não precisa você falar com a minha irmã. Eu te conto...
– Opa! Então conta! Rolou ou não rolou um clima entre vocês?
– Rolou, estou gostando dela. Ela parece ser bem legal...
– Ae! Eu sabia! Deu pra notar que você estava gostando dela. – Isso fez sorrir.
– Mas... E a Audree?! Você não gosta mais dela?
– Ah, quer sabe? Nunca gostei de verdade dela. Não sinto por ela o que eu sinto pela ...
– Ai que lindo! – Sorrindo.
– Ai, para, !
– Está bem, está bem. Já parei.
– Hey, os garotos estão demorando, não?
– Eles devem estar chegando. Vamos arrumar nossas coisas enquanto isso – diz, indo ao quarto.
– É mesmo, vamos! – diz, indo ao quarto.
Enquanto isso, elas já haviam terminado de arrumar as coisas e estavam indo até a sala esperar até que todos estivessem prontos. Enquanto esperavam, ficaram conversando e vendo TV. Nesse meio tempo, , e chegam.
– Oie meninas! – disseram juntos.
– Oie meninos! – elas responderam.
– Cadê o e ? – pergunta o baterista.
– Eles tão arrumando as malas! – uma delas anuncia.
– Aconteceu alguma coisa? – diz a outra preocupada.
– Não, não. É só porque o ligou enquanto a gente vinha pra cá pra avisa que nosso vôo não é à uma e quarenta e cinco e sim às duas e quarenta e cinco – diz o moreno de olhos azuis.
– Mas a gente tem que sair de casa à uma e quarenta e cinco, temos que chegar um pouco antes no aeroporto – completa o outro guitarrista.
– Ah, sim, de qualquer forma, estamos com as nossas coisas prontas.
vai ao quarto dar a notícia à seu irmão, enquanto vai ao quarto de dar a mesma notícia. Nisso, os outros dois vão aos seus quartos arrumar as malas, pois haviam se atrasado e já era uma e quinze, e dentro de alguns minutos passaria lá para buscá-los.
15 minutos depois, e já estavam com as malas prontas, só faltavam as malas dos outros três. e foram até a sala junto com as meninas esperar até que chegasse...
– E então mana, gosto do passeio de hoje?
– Claro... amei! Me diverti muito.
– E você, ? Gostou? – olhou-a.
– Muito. Diverti-me bastante!
– Que bom...
– Bem que a gente podia ir lá naquele parque de diversões em Montreal, né? – pergunta com cara de cachorrinha sem dono.
– O, La Ronde? – confirma.
– É, esse mesmo...
– Se der tempo, podemos sim! – responde o irmão.
– Obaaaa! – ela comemora.
– Tomara que dê pra gente ir. Sou louca pra ir nesse parque. Disseram-me que é muito legal lá.
– É sim, . Eu já tive lá! É muito show!
– Só que se a gente for, tem que ir cedo, porque a gente perde muito tempo nas filas e tal – comenta.
– É verdade...
– Os meninos estão vindo!
– Beleza. Só falta o chegar, então.



CAPÍTULO 5

Já era uma e quarenta e estava na hora deles irem pro aeroporto. No que os meninos chegam à sala, toca o interfone, ao qual atendeu. Era dizendo que os esperava no hall de entrada do edifício para que fossem ao aeroporto. E respondeu que estavam descendo ao encontro dele. Depois disso, pergunta com quem conversava ao interfone e, recebe como resposta.

- está lá em baixo nos esperando!
- Vamos descer logo, então – pronunciou.

e pegaram suas malas e foram chamando o elevador, enquanto os meninos fechavam o apê e logo uma parte deles desceu. A outra esperou até que o elevador retorne. Não demorou muito para que estivessem todos juntos, colocando as respectivas malas dentro da limusine que os levaria até o destino na cidade. Mas as meninas, logo que viram a limusine ficaram um pouco espantadas e impressionadas, pois até aquele momento não haviam andado nem sequer entrado em uma. Para tudo se tem uma primeira vez na vida. Hoje era o dia delas.

- Se acostumem com isso – disse .
- Com muito prazer! – elas dizem, sorrindo.

Ao entrarem na limusine, com um olhar de cachorro sem dono, pediu que sentasse ao seu lado e, sem muitas alternativas, ela dá uma resposta positiva. No momento em que ela se sentava ao lado dele, seu irmão lançou um olhar que os dois puderam perceber e sabiam o que isso significava. Pois ainda não havia esquecido o ocorrido naquela noite, quando os dois se beijaram.

No caminho para o La Guardiã – aeroporto de NYC –, alguém pergunta onde será o show deles em Montreal e responde que será no Centre Bell, deixando os cinco membros da banda muito felizes, pois gostavam de fazer shows lá e, era sempre bom estar em casa.

- E quando será? – pergunta o moreno da guitarra.
- Amanhã – respondeu, tranquilo.
- E a gente vai dar alguma entrevista? – foi a fez de falar.
- Sim, claro! Tem uma marcada para hoje à noite no Musique Plus [nota: para quem não sabe é o mesmo Much Music, só que esse é em Francês e fica em Montreal e o outro fica em Toronto se não me engano – eu passei várias vezes na frente quando estava em Montreal] e temos uma marcada para amanhã de manhã na Radio-Canada da CBC.

Enquanto isso, os pombinhos conversavam sobre outra coisa. perguntou se ele sabia qual era o Hotel onde se hospedariam, mas ele estava viajando nos pensamentos e não prestou atenção. Logo ela fez novamente a pergunta e ele se prontificou a descobrir: perguntaria a Pat.

- ?
- Que foi?
- quer saber em que Hotel a gente vai ficar.
- É no Hilton.
- Obrigado, . – Ela sorriu.

Logo depois, respiram mais tranquilos por terem chegado ao aeroporto a tempo. Não demorou para que fossem ao guichê realizar o check-in juntamente com as bagagens, sendo ajudados pelo motorista, que deixou a limusine estacionada em local apropriado. Assim que o motorista deixa a última mala junto a eles, agradece, dizendo que avisará para que o mesmo esteja esperando-os no retorno.
Check-in feito, agora todos se dirigem até a aeronave, que os esperava. O aeroporto estava calmo naquele horário, então foi rápido o percurso até a aeronave. Eles iriam até Montreal na primeira classe do avião e as meninas resolveram ir juntas para poderem conversar tudo que quisessem. A viagem seria curta, em média uma hora e meia. Durante o curto tempo, rolaram muitos papos, sobre diversos assuntos e, quando menos esperaram, alguém anuncia que acabaram que chegar ao destino, deixando duas amigas eufóricas para deixar aquele local e poderem curtir as coisas boas da cidade.
Chegam no Montreal Trudeau, Quebec (YUL). Após passarem por todo o processo de entrada no Canadá, eles saem do aeroporto por uma saída especial para VIP, onde havia uma van à espera deles. O motorista da van recebeu-os muito bem e apresentou-se como Peter, dizendo que havia sido contratado para fazer o transporte deles, enquanto estivessem na cidade. Em seguida, ele abre o pequeno porta-malas da van para que colocassem as bagagens, que não eram grandes, devido ao pouco tempo em que estariam em Montreal. Deixaram o local com destino ao Hotel, e logo alguém diz:

- Nossa! Que lindo!
- O que, ?
- Ai, ... Montreal; é linda, a cidade!
- Isso é só uma parte amiga, depois você vai conhece mais da cidade...você vai vê como é linda e encantadora...
- Já tô super empolgada... Vamos aproveitar bastante esses dias aqui.
- Com certeza! – falou, sorrindo.
- Essa viagem será inesquecível... – completou.

Peter estaciona a van na entrada do Hotel. Logo em seguida, vêm os mensageiros para ajudar com as malas. Dois mensageiros os receberam, dando as boas vindas e ajudando-os com as bagagens, colocando em um daqueles carrinhos de carregar malas.

- Vou até a recepção para ver se está tudo certo com a nossa reserva e tal – diz, indo até a recepção do Hilton.

Enquanto fala com os recepcionistas, os meninos ajudam os mensageiros com as bagagens e as meninas ficam junto. Cinco minutos depois, os meninos estavam na recepção do Hotel junto à , esperando para que fossem para seus apartamentos. Assim que ele termina de falar com os recepcionistas, juntamente com os meninos e as meninas são acompanhados até os apartamentos pelos 2 mensageiros. Seriam 4 apartamentos, sendo que cada duas pessoas ficaria num. As divisões são as seguintes: e , e , e e e .

- Galera, deixem as coisas no quarto e vamos descer – anunciou .
- Onde a gente vai, mano? – curiosa.
- Vamos comer e depois acho que vamos pra entrevista no Musique Plus – respondeu .
- Falando em entrevista... que horas mesmo será a entrevista hoje, ?
- Às dezoito temos que estar lá, . Mas o programa só vai ao ar às dezenove.
- Beleza.
- Onde vamos comer?
deu a ideia de irem comer no Hard Rock Café e todos gostaram da sugestão. Então, seguiram até o restaurante após deixarem as malas nos apartamentos e ouvirem uma breve, mas bem breve explicação dos serviços do Hotel a que eles teriam direito.

O Hard Rock Café está localizado na Crescent Street, no centro de Montreal, e foi para lá que eles seguiram. No caminho conversaram sobre os planos para o tempo livre e lugares que desejariam visitar nos três dias que estariam na cidade. Não demorou para que Peter estacionasse a van em frente ao restaurante. Todos desceram e entram no Hard Rock Café, onde logo foram atendidos.

- Boa tarde! São quantas pessoas? – a recepcionista perguntou, conforme eles adentravam ao local.
- Somos oito pessoas – confirmou .
- Venham por aqui; vamos juntar duas mesas.
- Vamos, pessoal! – disse, acenando para o pessoal.

Todos ajudaram a juntar as mesas e logo se sentam. A atendente traz os cardápios e eles se põem a conversar, a fim de decidirem o que iriam comer, e não demora até que a atendente retorna para anotar os pedidos. Cada um pediu um sanduíche diferente, e para tomar, um Ice Tea. Ela deixa a mesa, após tomar nota dos pedidos e vai até a cozinhar comunicar sobre os pedidos. Enquanto isso, muito papo rolava:

- , o que a gente vai fazer enquanto eles estão no Musique Plus?
- Não sei, amiga. Podemos ir num dos shoppings subterrâneos da St. Catherine Street. O que acha?
- Boa ideia...
- Podemos, mano?
- Claro! Até porque vocês acharão chato fica esperando a gente lá no Musique Plus sem fazer nada... – Ele sorria.
- Valeu, mano! Aí depois a gente combina onde se encontrar com vocês depois da entrevista.
- Claro, sem problema – ele respondeu, fazendo-as sorrirem.

A atendente traz as bebidas e afirma que logo trará os sanduíches, e lembra-lhes que por qualquer coisa poderiam chamá-la. Enquanto isso, a conversa ainda rolava solta, sobre o passeio vespertino das meninas ao shopping.

- Tragam um presente pra mim? – diz, com cara de pidão.
- Claro! – As duas sorriem e afirmam que precisam ir ao banco.
- Oba, eu vou ganhar presente! E vocês não!
- Não tragam nada pra ele não, meninas! Não precisa trazer presente pra ninguém. Divirtam-se – completou .
- Sem problemas; a gente traz uma lembrancinha pra cada um e também vamos nos divertir bastante, não é, ?
- Oh se vamos! – diz, com cara de suspense.
- Que cara é essa, mana?
- Em que você tá pensando? – questionou o moreno guitarrista.
- Nada não... – Dava um sorriso de canto de boca.
- Está com cara de que está aprontando alguma... vai, contar pro aqui.
- Ain, tô com fome, galera... Essa comida tá demorando. – sente seu estômago roncar.
- Já tá vindo! – sorri ao ver a atendente caminhando na direção deles.
- Os sanduíches! Desculpem a demora... – diz, entregando o pedido ao respectivo dono.
- Sem problema.
- Obrigado.
- Qualquer coisa é só chamar – diz, retornando para o balcão.
- Bom apetite, galera! – , antes de tascar uma mordida em seu sanduíche.


CAPÍTULO 6

Enquanto todos saboreiam seus sandubas e tomam seus Ice Tea's, ficam num silêncio profundo. Até perceber que já eram cinco e meia e eles deveriam estar às seis no Musique Plus. Mas em pouco tempo todos finalizam seus sanduíches e Ice Tea’s. paga a conta e logo eles deixam o local. Dalí foram para os estúdios do canal de televisão. Peter deixou os meninos no estúdio e acompanhou e até o Eaton Center, um shopping subterrâneo próximo.

- Onde a gente vai se encontrar com vocês?
- Em frente à GAP no terceiro nível – o irmão respondeu.
- Ok... E a que horas é pra gente se encontrar lá?
- Aí que vem o problema. , você sabe quanto tempo vai demorar no Musique?
- Olha, acho que lá pelas oito vocês devem ser liberados, mas nada certo. Pode haver imprevistos.
- Todos estão com celular? – novamente interrogou e recebeu respostas positivas dos demais integrantes.

Então ele deu seu celular à sua irmã e disse que se comunicaria com ela para saberem o horário do encontro em frente à loja da GAP. Em seguida, afirma que por volta das oito horas elas estariam indo até a loja. Já estavam em frente ao Musique Plus, pela entrada VIP e assim que Peter estacionou e eles desceram – após se despedirem por um tempo das meninas –, desejarem um bom passeio à elas.

- Valeu, meninos! Boa entrevista! – elas dizem, sorrindo.

Logo eles entram no prédio do Musique Plus e são recepcionados na entrada e encaminhados até o estúdio. Peter acompanha as meninas até o shopping à pé. Ao chegarem lá, elas lembram que precisam passar no banco e pedem que Peter as acompanhe.

- Claro, meninas. Eu vou até lá com vocês.

Enquanto se dirigem aos caixas eletrônicos, Peter as espera do lado de fora e as fica cuidando da porta. Logo em seguida, elas saem do banco, agradecem-no pela espera e ele diz que vai estar por perto, depois pede que anotem o número de seu celular para o caso de necessidade.

- Diz o número que vou anotar no celular do mano.
- É: (514) 9961-3442.
- Ok, anotado.
- Qualquer coisa é só ligar.
- Ok, Peter. Até mais tarde – despediu-se dele.

As duas amigas estavam enfim sós no shopping. Começaram passeando pelo andar em que estavam. Elas caminham, olham vitrines, se interessam por peças e objetos, entram e saem das lojas, enquanto o tempo passava e elas nem percebiam. Em certo momento, estavam próximas à GAP e lá entraram as duas na loja, onde estiveram longos minutos olhando tudo que havia atentamente.

- Nossa! Olha que linda, essa blusa! – mostrava-a a sua amiga.
- Nossa, linda mesmo! – a amiga respondeu.

Minutos depois, elas estavam saindo da GAP com uma sacola cada uma. E, após checarem as horas e verem que não teriam muito tempo até encontrarem os garotos, resolveram olhar o resto das lojas e suas vitrines. Entre uma compra e outra, pergunta sobre os presentes dos meninos e verificam se faltava algum.

- O , ! – diz, sorrindo.
- Ele mesmo! – diz, sorrindo.
- O que você está pensando em levar para ele?
- Vem comigo; vamos ao primeiro andar – diz, pegando pelo braço e indo até a escada rolante.
- Okay, mas vamos rápido que já são quase oito horas.

As duas vão até o ptimeiro andar do shopping (na parte subterrânea). procura a loja Tour de Jeux. Logo que a encontram, as duas adentram e segue-a até a sessão de bichinhos de pelúcia. Entre tantos, ela escolhe um, vai até o caixa, paga e pede que o embrulhem para presente. , a esta altura, estava esperando-a na entrada da loja. Logo em seguida, elas foram para o local combinado para que se encontrarem com os meninos. Chegando lá, quem as estava esperando?

- Oi, Meninas!
- Oi, Peter! Cadê os meninos?
- Estão nos esperando na van.
- Faz muito tempo que você está nos esperando?
- Não, não. Não faz cinco minutos que estou aqui.
- Então vamos embora, apesar de querer ficar mais...

No caminho até a van, Peter comentou sua impressão de que as meninas haviam aproveitado bastante o tempo no shopping e elas confirmaram que se divertiram bastante. Peter ajudou-as com as sacolas, visto que haviam feito muitas compras, aproveitando os bons preços das lojas e suas formas de pagamento. As sacolas vão para o pequeno porta-malas da van e, logo seguem todos rumo ao Hotel. Em certo momento, pergunta se compraram seu presente e, responde que sim, que haviam comprado uma lembrança para cada um deles. Todos agradecem por lembrarem-se deles e dizem, convictos de que iriam gostar dos presentes, independente do que fosse.

- Cadê meu presente? – pergunta o vocalista.
- Só quando chega ao Hotel – responde, séria.
- Ah, mas eu queria agora – ele disse, triste.
- Falando em chegar ao Hotel, vamos pra piscina quando chegarmos?
- Boa, , estou precisando relaxar... Será ótimo – diz, sorrindo.
- Vamos, galera? – o dono da ideia pergunta a todos.
- Claro! – disseram em uníssono.

Chegando ao Hotel, Peter estaciona em frente e espera que todos desçam, ajudem as meninas com suas sacolas e antes que Peter deixasse o local, todos o agradeceram pelo serviço e disseram que o veriam no dia seguinte. Minutos depois, estavam todos na piscina curtindo e relaxando. disse que entregariam os presentes mais tarde. E foi aceito, já que estavam todos entretidos na piscina após uma viagem cansativa e entrevistas. Entre um mergulho e outro, chama-a para conversar e , enciumado, pergunta o que ele quer com sua irmã e recebe como resposta:

- Quero perguntar uma coisa, posso?
- Depende do que você vai perguntar – diz o irmão.
- Olha o ciúme... – brinca, rindo.
- É, , você é muito ciumento – confirmou.
- Eu, ciumento?!
- Não, a vovozinha... – fez com que todos ali rissem.

Antes que acabasse brigando com seu irmão, ela pede ajuda a sua amiga para que o distraia até que ela fale com . A amiga aceita e se dirige ao ciumento, chamando-o:

- ?
- Que foi, ?
- Vem aqui um pouquinho, por favor?
- Claro linda. Já tô indo...

Enquanto os dois conversavam, foi até os meninos antes de ir até e pediu que ficassem de olho em seu irmão para que ele não tivesse crises de ciúmes maiores e causasse problemas. Eles disseram que a ajudariam, que podia contar com eles.

- Obrigado pela ajuda... adoro muito vocês.
- A gente também te adora muito e queremos que você seja muito feliz.
- Do jeito que meu irmão é, vai ficar difícil ser feliz... – diz, meio triste.
- Vai lá falar com o que a gente fica de olho aqui – anunciou .
- Valeu!

olha para e faz sinal para que ela vá até ele sem que perceba. havia saído da piscina e estava no corredor do hotel... enquanto ela sai da piscina, enrola-se com a toalha e vai até ele.

- Pronto, tô aqui. Espero que o não sinta minha ausência lá.
- Esse seu irmão é fogo. – Sorri.
- Ele sempre foi assim comigo – ela complementa.
- Não sei como você aguenta.
- Pois é... mas o que você queria comigo? – Estava curiosa.

segura-a pela mão e a conduz até seu quarto. Chegando lá, ela pergunta o que ele quer com ela e, recebe como resposta:
- Quero fazer uma coisa com você.
Isso a deixou surpresa e sem reação, pois não sabia do que ele falava até que ele pediu que ela fechasse os olhos e, aos poucos se aproximou, sentindo sua respiração e a dela ficarem descompassadas com a proximidade, até que seus lábios tocaram os dela, ele pediu passagem, que foi concedida por ela, para aprofundar aquele beijo. Foi um beijo que começou bem calmo, com muitas carícias da parte dele, pois ela ainda estava estática por não esperava por isso. Ele queria apenas curtir esse rápido momento com ela. No final, eles gemiam juntos e começavam a suar com a profundidade do beijo e com tantos movimentos de ambas as mãos fazendo carícias um no outro.
Aos poucos foram diminuindo o beijo, mas nenhum dos dois queria se separar. Sentiam que precisavam daquilo mais e mais. Era como um vício, algo que precisamos a todo o momento para nos manter vivos e esquecer os problemas da vida. No caso, um irmão ciumento que teriam de aprender a lidar se quisessem ficar juntos.

Continua...
Nota da Beta:
Espero que apareçam mais leitoras no decorrer da fic ! Ainda tem muita coisa pra rolar até o final ! É uma fanfic bem mas bem grande !

Caso queiram falar comigo: @Cathe_Dreaming no twitter ou pelo formspring.


CAPÍTULO 5

Já era uma e quarenta e estava na hora deles irem pro aeroporto. No que os meninos chegam à sala, toca o interfone, ao qual atendeu. Era dizendo que os esperava no hall de entrada do edifício para que fossem ao aeroporto. E respondeu que estavam descendo ao encontro dele. Depois disso, pergunta com quem conversava ao interfone e, recebe como resposta.

- está lá em baixo nos esperando!
- Vamos descer logo, então – pronunciou.

e pegaram suas malas e foram chamando o elevador, enquanto os meninos fechavam o apê e logo uma parte deles desceu. A outra esperou até que o elevador retorne. Não demorou muito para que estivessem todos juntos, colocando as respectivas malas dentro da limusine que os levaria até o destino na cidade. Mas as meninas, logo que viram a limusine ficaram um pouco espantadas e impressionadas, pois até aquele momento não haviam andado nem sequer entrado em uma. Para tudo se tem uma primeira vez na vida. Hoje era o dia delas.

- Se acostumem com isso – disse .
- Com muito prazer! – elas dizem, sorrindo.

Ao entrarem na limusine, com um olhar de cachorro sem dono, pediu que sentasse ao seu lado e, sem muitas alternativas, ela dá uma resposta positiva. No momento em que ela se sentava ao lado dele, seu irmão lançou um olhar que os dois puderam perceber e sabiam o que isso significava. Pois ainda não havia esquecido o ocorrido naquela noite, quando os dois se beijaram.

No caminho para o La Guardiã – aeroporto de NYC –, alguém pergunta onde será o show deles em Montreal e responde que será no Centre Bell, deixando os cinco membros da banda muito felizes, pois gostavam de fazer shows lá e, era sempre bom estar em casa.

- E quando será? – pergunta o moreno da guitarra.
- Amanhã – respondeu, tranquilo.
- E a gente vai dar alguma entrevista? – foi a fez de falar.
- Sim, claro! Tem uma marcada para hoje à noite no Musique Plus [nota: para quem não sabe é o mesmo Much Music, só que esse é em Francês e fica em Montreal e o outro fica em Toronto se não me engano – eu passei várias vezes na frente quando estava em Montreal] e temos uma marcada para amanhã de manhã na Radio-Canada da CBC.

Enquanto isso, os pombinhos conversavam sobre outra coisa. perguntou se ele sabia qual era o Hotel onde se hospedariam, mas ele estava viajando nos pensamentos e não prestou atenção. Logo ela fez novamente a pergunta e ele se prontificou a descobrir: perguntaria a Pat.

- ?
- Que foi?
- quer saber em que Hotel a gente vai ficar.
- É no Hilton.
- Obrigado, . – Ela sorriu.

Logo depois, respiram mais tranquilos por terem chegado ao aeroporto a tempo. Não demorou para que fossem ao guichê realizar o check-in juntamente com as bagagens, sendo ajudados pelo motorista, que deixou a limusine estacionada em local apropriado. Assim que o motorista deixa a última mala junto a eles, agradece, dizendo que avisará para que o mesmo esteja esperando-os no retorno.
Check-in feito, agora todos se dirigem até a aeronave, que os esperava. O aeroporto estava calmo naquele horário, então foi rápido o percurso até a aeronave. Eles iriam até Montreal na primeira classe do avião e as meninas resolveram ir juntas para poderem conversar tudo que quisessem. A viagem seria curta, em média uma hora e meia. Durante o curto tempo, rolaram muitos papos, sobre diversos assuntos e, quando menos esperaram, alguém anuncia que acabaram que chegar ao destino, deixando duas amigas eufóricas para deixar aquele local e poderem curtir as coisas boas da cidade.
Chegam no Montreal Trudeau, Quebec (YUL). Após passarem por todo o processo de entrada no Canadá, eles saem do aeroporto por uma saída especial para VIP, onde havia uma van à espera deles. O motorista da van recebeu-os muito bem e apresentou-se como Peter, dizendo que havia sido contratado para fazer o transporte deles, enquanto estivessem na cidade. Em seguida, ele abre o pequeno porta-malas da van para que colocassem as bagagens, que não eram grandes, devido ao pouco tempo em que estariam em Montreal. Deixaram o local com destino ao Hotel, e logo alguém diz:

- Nossa! Que lindo!
- O que, ?
- Ai, ... Montreal; é linda, a cidade!
- Isso é só uma parte amiga, depois você vai conhece mais da cidade...você vai vê como é linda e encantadora...
- Já tô super empolgada... Vamos aproveitar bastante esses dias aqui.
- Com certeza! – falou, sorrindo.
- Essa viagem será inesquecível... – completou.

Peter estaciona a van na entrada do Hotel. Logo em seguida, vêm os mensageiros para ajudar com as malas. Dois mensageiros os receberam, dando as boas vindas e ajudando-os com as bagagens, colocando em um daqueles carrinhos de carregar malas.

- Vou até a recepção para ver se está tudo certo com a nossa reserva e tal – diz, indo até a recepção do Hilton.

Enquanto fala com os recepcionistas, os meninos ajudam os mensageiros com as bagagens e as meninas ficam junto. Cinco minutos depois, os meninos estavam na recepção do Hotel junto à , esperando para que fossem para seus apartamentos. Assim que ele termina de falar com os recepcionistas, juntamente com os meninos e as meninas são acompanhados até os apartamentos pelos 2 mensageiros. Seriam 4 apartamentos, sendo que cada duas pessoas ficaria num. As divisões são as seguintes: e , e , e e e .

- Galera, deixem as coisas no quarto e vamos descer – anunciou .
- Onde a gente vai, mano? – curiosa.
- Vamos comer e depois acho que vamos pra entrevista no Musique Plus – respondeu .
- Falando em entrevista... que horas mesmo será a entrevista hoje, ?
- Às dezoito temos que estar lá, . Mas o programa só vai ao ar às dezenove.
- Beleza.
- Onde vamos comer?
deu a ideia de irem comer no Hard Rock Café e todos gostaram da sugestão. Então, seguiram até o restaurante após deixarem as malas nos apartamentos e ouvirem uma breve, mas bem breve explicação dos serviços do Hotel a que eles teriam direito.

O Hard Rock Café está localizado na Crescent Street, no centro de Montreal, e foi para lá que eles seguiram. No caminho conversaram sobre os planos para o tempo livre e lugares que desejariam visitar nos três dias que estariam na cidade. Não demorou para que Peter estacionasse a van em frente ao restaurante. Todos desceram e entram no Hard Rock Café, onde logo foram atendidos.

- Boa tarde! São quantas pessoas? – a recepcionista perguntou, conforme eles adentravam ao local.
- Somos oito pessoas – confirmou .
- Venham por aqui; vamos juntar duas mesas.
- Vamos, pessoal! – disse, acenando para o pessoal.

Todos ajudaram a juntar as mesas e logo se sentam. A atendente traz os cardápios e eles se põem a conversar, a fim de decidirem o que iriam comer, e não demora até que a atendente retorna para anotar os pedidos. Cada um pediu um sanduíche diferente, e para tomar, um Ice Tea. Ela deixa a mesa, após tomar nota dos pedidos e vai até a cozinhar comunicar sobre os pedidos. Enquanto isso, muito papo rolava:

- , o que a gente vai fazer enquanto eles estão no Musique Plus?
- Não sei, amiga. Podemos ir num dos shoppings subterrâneos da St. Catherine Street. O que acha?
- Boa ideia...
- Podemos, mano?
- Claro! Até porque vocês acharão chato fica esperando a gente lá no Musique Plus sem fazer nada... – Ele sorria.
- Valeu, mano! Aí depois a gente combina onde se encontrar com vocês depois da entrevista.
- Claro, sem problema – ele respondeu, fazendo-as sorrirem.

A atendente traz as bebidas e afirma que logo trará os sanduíches, e lembra-lhes que por qualquer coisa poderiam chamá-la. Enquanto isso, a conversa ainda rolava solta, sobre o passeio vespertino das meninas ao shopping.

- Tragam um presente pra mim? – diz, com cara de pidão.
- Claro! – As duas sorriem e afirmam que precisam ir ao banco.
- Oba, eu vou ganhar presente! E vocês não!
- Não tragam nada pra ele não, meninas! Não precisa trazer presente pra ninguém. Divirtam-se – completou .
- Sem problemas; a gente traz uma lembrancinha pra cada um e também vamos nos divertir bastante, não é, ?
- Oh se vamos! – diz, com cara de suspense.
- Que cara é essa, mana?
- Em que você tá pensando? – questionou o moreno guitarrista.
- Nada não... – Dava um sorriso de canto de boca.
- Está com cara de que está aprontando alguma... vai, contar pro aqui.
- Ain, tô com fome, galera... Essa comida tá demorando. – sente seu estômago roncar.
- Já tá vindo! – sorri ao ver a atendente caminhando na direção deles.
- Os sanduíches! Desculpem a demora... – diz, entregando o pedido ao respectivo dono.
- Sem problema.
- Obrigado.
- Qualquer coisa é só chamar – diz, retornando para o balcão.
- Bom apetite, galera! – , antes de tascar uma mordida em seu sanduíche.


CAPÍTULO 6

Enquanto todos saboreiam seus sandubas e tomam seus Ice Tea's, ficam num silêncio profundo. Até perceber que já eram cinco e meia e eles deveriam estar às seis no Musique Plus. Mas em pouco tempo todos finalizam seus sanduíches e Ice Tea’s. paga a conta e logo eles deixam o local. Dalí foram para os estúdios do canal de televisão. Peter deixou os meninos no estúdio e acompanhou e até o Eaton Center, um shopping subterrâneo próximo.

- Onde a gente vai se encontrar com vocês?
- Em frente à GAP no terceiro nível – o irmão respondeu.
- Ok... E a que horas é pra gente se encontrar lá?
- Aí que vem o problema. , você sabe quanto tempo vai demorar no Musique?
- Olha, acho que lá pelas oito vocês devem ser liberados, mas nada certo. Pode haver imprevistos.
- Todos estão com celular? – novamente interrogou e recebeu respostas positivas dos demais integrantes.

Então ele deu seu celular à sua irmã e disse que se comunicaria com ela para saberem o horário do encontro em frente à loja da GAP. Em seguida, afirma que por volta das oito horas elas estariam indo até a loja. Já estavam em frente ao Musique Plus, pela entrada VIP e assim que Peter estacionou e eles desceram – após se despedirem por um tempo das meninas –, desejarem um bom passeio à elas.

- Valeu, meninos! Boa entrevista! – elas dizem, sorrindo.

Logo eles entram no prédio do Musique Plus e são recepcionados na entrada e encaminhados até o estúdio. Peter acompanha as meninas até o shopping à pé. Ao chegarem lá, elas lembram que precisam passar no banco e pedem que Peter as acompanhe.

- Claro, meninas. Eu vou até lá com vocês.

Enquanto se dirigem aos caixas eletrônicos, Peter as espera do lado de fora e as fica cuidando da porta. Logo em seguida, elas saem do banco, agradecem-no pela espera e ele diz que vai estar por perto, depois pede que anotem o número de seu celular para o caso de necessidade.

- Diz o número que vou anotar no celular do mano.
- É: (514) 9961-3442.
- Ok, anotado.
- Qualquer coisa é só ligar.
- Ok, Peter. Até mais tarde – despediu-se dele.

As duas amigas estavam enfim sós no shopping. Começaram passeando pelo andar em que estavam. Elas caminham, olham vitrines, se interessam por peças e objetos, entram e saem das lojas, enquanto o tempo passava e elas nem percebiam. Em certo momento, estavam próximas à GAP e lá entraram as duas na loja, onde estiveram longos minutos olhando tudo que havia atentamente.

- Nossa! Olha que linda, essa blusa! – mostrava-a a sua amiga.
- Nossa, linda mesmo! – a amiga respondeu.

Minutos depois, elas estavam saindo da GAP com uma sacola cada uma. E, após checarem as horas e verem que não teriam muito tempo até encontrarem os garotos, resolveram olhar o resto das lojas e suas vitrines. Entre uma compra e outra, pergunta sobre os presentes dos meninos e verificam se faltava algum.

- O , ! – diz, sorrindo.
- Ele mesmo! – diz, sorrindo.
- O que você está pensando em levar para ele?
- Vem comigo; vamos ao primeiro andar – diz, pegando pelo braço e indo até a escada rolante.
- Okay, mas vamos rápido que já são quase oito horas.

As duas vão até o ptimeiro andar do shopping (na parte subterrânea). procura a loja Tour de Jeux. Logo que a encontram, as duas adentram e segue-a até a sessão de bichinhos de pelúcia. Entre tantos, ela escolhe um, vai até o caixa, paga e pede que o embrulhem para presente. , a esta altura, estava esperando-a na entrada da loja. Logo em seguida, elas foram para o local combinado para que se encontrarem com os meninos. Chegando lá, quem as estava esperando?

- Oi, Meninas!
- Oi, Peter! Cadê os meninos?
- Estão nos esperando na van.
- Faz muito tempo que você está nos esperando?
- Não, não. Não faz cinco minutos que estou aqui.
- Então vamos embora, apesar de querer ficar mais...

No caminho até a van, Peter comentou sua impressão de que as meninas haviam aproveitado bastante o tempo no shopping e elas confirmaram que se divertiram bastante. Peter ajudou-as com as sacolas, visto que haviam feito muitas compras, aproveitando os bons preços das lojas e suas formas de pagamento. As sacolas vão para o pequeno porta-malas da van e, logo seguem todos rumo ao Hotel. Em certo momento, pergunta se compraram seu presente e, responde que sim, que haviam comprado uma lembrança para cada um deles. Todos agradecem por lembrarem-se deles e dizem, convictos de que iriam gostar dos presentes, independente do que fosse.

- Cadê meu presente? – pergunta o vocalista.
- Só quando chega ao Hotel – responde, séria.
- Ah, mas eu queria agora – ele disse, triste.
- Falando em chegar ao Hotel, vamos pra piscina quando chegarmos?
- Boa, , estou precisando relaxar... Será ótimo – diz, sorrindo.
- Vamos, galera? – o dono da ideia pergunta a todos.
- Claro! – disseram em uníssono.

Chegando ao Hotel, Peter estaciona em frente e espera que todos desçam, ajudem as meninas com suas sacolas e antes que Peter deixasse o local, todos o agradeceram pelo serviço e disseram que o veriam no dia seguinte. Minutos depois, estavam todos na piscina curtindo e relaxando. disse que entregariam os presentes mais tarde. E foi aceito, já que estavam todos entretidos na piscina após uma viagem cansativa e entrevistas. Entre um mergulho e outro, chama-a para conversar e , enciumado, pergunta o que ele quer com sua irmã e recebe como resposta:

- Quero perguntar uma coisa, posso?
- Depende do que você vai perguntar – diz o irmão.
- Olha o ciúme... – brinca, rindo.
- É, , você é muito ciumento – confirmou.
- Eu, ciumento?!
- Não, a vovozinha... – fez com que todos ali rissem.

Antes que acabasse brigando com seu irmão, ela pede ajuda a sua amiga para que o distraia até que ela fale com . A amiga aceita e se dirige ao ciumento, chamando-o:

- ?
- Que foi, ?
- Vem aqui um pouquinho, por favor?
- Claro linda. Já tô indo...

Enquanto os dois conversavam, foi até os meninos antes de ir até e pediu que ficassem de olho em seu irmão para que ele não tivesse crises de ciúmes maiores e causasse problemas. Eles disseram que a ajudariam, que podia contar com eles.

- Obrigado pela ajuda... adoro muito vocês.
- A gente também te adora muito e queremos que você seja muito feliz.
- Do jeito que meu irmão é, vai ficar difícil ser feliz... – diz, meio triste.
- Vai lá falar com o que a gente fica de olho aqui – anunciou .
- Valeu!

olha para e faz sinal para que ela vá até ele sem que perceba. havia saído da piscina e estava no corredor do hotel... enquanto ela sai da piscina, enrola-se com a toalha e vai até ele.

- Pronto, tô aqui. Espero que o não sinta minha ausência lá.
- Esse seu irmão é fogo. – Sorri.
- Ele sempre foi assim comigo – ela complementa.
- Não sei como você aguenta.
- Pois é... mas o que você queria comigo? – Estava curiosa.

segura-a pela mão e a conduz até seu quarto. Chegando lá, ela pergunta o que ele quer com ela e, recebe como resposta:
- Quero fazer uma coisa com você.
Isso a deixou surpresa e sem reação, pois não sabia do que ele falava até que ele pediu que ela fechasse os olhos e, aos poucos se aproximou, sentindo sua respiração e a dela ficarem descompassadas com a proximidade, até que seus lábios tocaram os dela, ele pediu passagem, que foi concedida por ela, para aprofundar aquele beijo. Foi um beijo que começou bem calmo, com muitas carícias da parte dele, pois ela ainda estava estática por não esperava por isso. Ele queria apenas curtir esse rápido momento com ela. No final, eles gemiam juntos e começavam a suar com a profundidade do beijo e com tantos movimentos de ambas as mãos fazendo carícias um no outro.
Aos poucos foram diminuindo o beijo, mas nenhum dos dois queria se separar. Sentiam que precisavam daquilo mais e mais. Era como um vício, algo que precisamos a todo o momento para nos manter vivos e esquecer os problemas da vida. No caso, um irmão ciumento que teriam de aprender a lidar se quisessem ficar juntos.


CAPÍTULO 7

Enquanto isso, na piscina, depois de um tempo alguns começam a deixar o local, já se sentindo relaxados e sentindo os estômagos roncarem. sentiu falta da irmã e do amigo, vocalista da banda e todos desconversaram sobre o paradeiro dos dois. Foram juntos ao elevador e começaram a ficar preocupados caso encontrasse a irmã com . Então, sugeriu ao , amigo da banda, que ele fosse ao seu quarto e de lá ligasse para o de , tentando saber se ele ainda estava ocupado com ela.

No quarto de , neste momento, ele se declarava a sua amada, olhando-a nos olhos. A mesma respondeu e depositou um selinho em seus lábios. Nesse momento, ouvem batidas na porta e perguntam quem era, recebendo uma resposta do amigo.

- Sou eu, . Posso entrar ou os pombinhos estão ocupados?
- Deixe-o entrar – disse .
- Já abro a porta; espera aí. – dirigiu-se a porta.

Antes disso, , e disseram que iriam se arrumar para irem jantar e combinaram que se encontrariam no corredor em 30 ou 45 minutos. Assim que abre a porta para o amigo, pergunta sobre sua amiga e seu irmão e recebe como resposta um "ainda estão na piscina". Ela diz que terá que voltar à piscina, pois a chave do quarto estava lá, com a amiga.
- Vão tomar banho e se arruma que a gente vai janta depois – diz, antes que ela deixasse o quarto, indo pegar suas coisas para tomar banho.
- Então, vou lá pegar a chave com a e já chamá-los pra irem se arrumar para jantar.
- Está bem, linda. Até daqui a pouco – falou antes que ela saísse.
- Até... – ela responde, indo em direção ao elevador.

Assim que fecha a porta do quarto, o amigo lhe pergunta o que houve e ele diz estar apaixonado pela irmã do amigo e companheiro de banda. Enquanto toma seu banho, põe-se a pensar sobre o ocorrido pouco antes.

De volta á piscina...

pergunta à amiga onde está a chave do quarto e, ao mesmo tempo, seu irmão pergunta onde estava. A chave estava em cima de uma das mesas que ali havia e, enquanto pegava a chave respondeu à pergunta do irmão:
- Estava no quarto do , falando com ele. Por quê?
- Só estavam conversando?
- Sim, e agora é pra todos irem tomar banho e se arrumar pra gente ir jantar.
- Vamos, então... – diz, saindo da piscina.
ajuda o irmão a sair da piscina, puxando-o para fora e, os três vão juntos até os respectivos quartos. Uma hora depois, faltavam somente as meninas no quarto de e . Eles já estavam há uns 10 minutos esperando e, como sabemos homens não gostam de esperar pelas mulheres, então sugeriu que o amigo e colega de quarto fosse verificar o porque da demora das meninas.
atendeu a porta enquanto a amiga terminava de se arrumar. Logo que abriu, deparou-se com , que perguntou se demorariam muito tempo até estarem prontas.

- Não... já estou pronta. Só falta a termina de se arrumar.
- Quem é, ?
- É o . Eles já tão prontos, só estão nos esperando.
- Diz para eles irem indo pro restaurante que a gente vai logo em seguida, e já levamos os presentes.

Assim que ouviu o que sua amada disse fez sinal de que estava indo chamar os meninos e que as encontraria em alguns minutos, no restaurante do Hotel. fechou a porta e, pouco depois, estava pronta. Pegaram os presentes que haviam comprado no shopping e deixaram o quarto, ao encontro dos meninos.

estranhou a demora das meninas. Assim que elas entraram, ele perguntou o porquê da demora e retrucou à ele que sua amiga não saía do banheiro. Ela é do tipo de pessoa que enquanto não se sentir bem, não sai de casa, nem que seja preciso olhar-se um milhão de vezes no espelho. Logo, foram entregar as lembrancinhas que haviam comprado aos meninos. Todos agradeceram e adoraram os presentes e, em seguida a comida estava sendo servida. Os meninos resolveram pedir para as meninas, devido à demora por parte delas.

Enquanto saboreavam uma comida deliciosa, o tempo voou e como o show seria no dia seguinte, eles deveriam dormir cedo, pois o dia seria puxado. Assim que terminaram de comer, deixaram o restaurante em direção aos quartos. Estavam bastante cansados e precisavam relaxar.

- Hoje foi um dia e tanto! – comentou .
- E amanhã, a noite promete! – o irmão acrescentou, sorrindo.
- Boa noite! – todos dizem juntos.
- Eu ligo para vocês de manhã, girls! – lembrou.

Observação: Os presentes dos meninos foram CDs de suas bandas preferidas, macaquinho e um porquinho de pelúcia, além de um filme em DVD.


CAPÍTULO 8

No dia seguinte, no quarto de e , eram 9 horas quando ele chamava pelo amigo lembrando que tinham uma entrevista marcada para às 11 numa rádio da cidade.
Todos sabiam da tal entrevista, exceto as meninas. Mas havia dito que ligaria para elas de manhã. De qualquer forma, resolveu que iria checar o quarto das meninas e ter certeza de que já havia chamado para acordá-las.

– Safado! Até parece que eu não sei que você quer ver a !
– Eu?! Quem disse?
– Não precisa ninguém dizer. Dá pra perceber – diz, rindo.

Enquanto se veste, liga para os meninos e checar se estão todos acordados, arrumando-se para sair, mas antes tomariam café da manhã.

- Daqui há trinta minutos todos no salão do café! – disse a todos.

Em seguida, deixou o quarto em direção ao das meninas e disse que o encontraria no salão do café, para depois encontrarem Peter na recepção.

No quarto das meninas, alguém bate na porta:

, estão batendo na porta. Você vê quem é enquanto eu vou ao banheiro?
– Claro, claro.
– Que horas são?
– Nove e quinze; ainda é cedo.

Após outra batida na porta, ela grita um "Já vou!", indo até lá.

– Bom dia, minha linda! – disse ao vê-la.
– Bom Dia! – diz, dando um selinho. – Entra. Por que acordou cedo hoje?
– Porque a gente tem uma entrevista na Rádio Canadá e vocês vão junto, porque de lá a gente vai almoça e organiza as coisas pro show de hoje à noite.
– E que horas é a entrevista?
– Às onze. É para irem se arrumando, tomar café e depois encontrar o Peter lá na recepção para irmos até a rádio.
– Está bom. A gente vai se arrumar e já desce para o café.
– Eu vou indo com o e encontro vocês lá – diz, indo até a porta.
– Okay. A gente já vai. – Foi junto até a porta.
– Não demora, tá? – Já no corredor.
– Está bem. Daqui a pouco estaremos lá.

No quarto, assim que toca na porta, logo abre o chama para irem ao salão do café e logo aparece o restante da banda no corredor, quando pergunta pela irmã e a amiga. responde que elas logo iriam para o salão e tem uma crise de ciúmes por saber que havia falado com elas.

– Vai começa tudo de novo – retrucou .
– Oh, , à essa hora da manhã não, né? – completou .

Juntos, eles se dirigem até o salão do café, no térreo e vão procurar uma mesa para todos, inclusive para as meninas. Enquanto isso, no outro quarto, estava curiosa para saber quem havia aparecido na porta antes e, sem que a amiga falasse ela entender que era ELE.

– Já entendi. O que ele queria? – ela perguntou.
– Veio nos chamar porque eles têm entrevista na rádio Canadá às onze e a gente tem que se arrumar e tomar café pois vamos junto – respondeu.

Em alguns minutos, elas se vestiram e estavam descendo, pelo elevador, e chegariam ao salão, de encontro aos meninos.

– Bom dia, meninas!
– Bom dia, meninos! – responderam juntas.
– Dormiram bem? – perguntou .
– Muito bem e vocês? – disse.
– Eu também... – ele respondeu.

Todos haviam dormido bem, feito anjos, e até tiveram bons sonhos, como o que teve o vocalista. Ela perguntou o que havia acontecido no sonho e ele respondeu que pensaria em contar a ela. Mudando de rumo, perguntou o que fariam hoje e teve como resposta, o seguinte:

– Tem uma entrevista marcada para às onze na Radio Canadá; deve durar uma hora no máximo, depois podemos dar uma voltar, almoçar e depois ir lá no Centre Bell ver se tá tudo certo pra de noite – o amigo da banda respondeu à dúvida.

O show estava marcado para às dez e meia e provavelmente acabaria por volta da meia-noite. convidou-as para irem ao Center Bell com eles, quando fossem organizar as coisas para a noite e as duas aceitaram. Não demorou muito até que todos comessem e, depois se dirigiram aos quartos para terminar de se arrumarem e encontrarem-se na recepção.

– O Peter já ta aí galera. Vamos? – chamou.
– Vamos!

Após cumprimentos de Bom dia entre eles e Peter, estavam todos dentro da van indo até a Rádio Canadá, onde teriam uma entrevista dentro de alguns minutos. No caminho para a rádio, estão todos conversando sobre o show da noite.

– Que músicas vocês vão cantar no show? – perguntou .
– Um pouco de cada CD. Temos que satisfazer todos os nossos fãs – respondeu o irmão.
– Por que, ? – foi a vez de questionar.
– Por nada... só pra saber – retrucou.
– Tem alguma música que você queira que a gente toque? – deu continuidade ao assunto.
– Tem. – Ela sorri.
– Qual? – , curioso.
– Todas!
– Se desse tempo, eu adoraria. Mas só temos uma hora e meia pra ficar no palco – comentou .
– Que pena. Tem que ser mais tempo.
– Pois é melhor uma hora e meia do que nada – foi a vez de se pronunciar.

Depois de sanarem suas dúvidas, estava com uma cara de mistério, mas quando foi perguntado sobre o que estava tramando, preferiu ficar quieto. Alguma surpresa as meninas teriam no show.

Assim que chegaram à rádio, desceu primeiramente da van e foi verificar na recepção do local se estava tudo certo para a entrevista, voltando logo após o "okay" da recepcionsta para chamar o pessoal. Enquanto os meninos se dirigiam para o estúdio, levou consigo as meninas, até uma salinha, onde esperariam até que a banda fosse liberada. Peter estaria esperando-os em frente ao prédio da rádio e, antes que eles seguissem para o estúdio, desejou-os boa sorte.


CAPÍTULO 9:

Na entrada do prédio, a recepcionista disse que os encaminharia até o local onde seria a entrevista, enquanto eles estivessem no estúdio e as meninas ficariam numa sala ao lado, podendo vê-los pelo vidro entre a parede de uma sala e a de outra.

Não demorou muito até que a entrevista começasse após o entrevistador cumprimentar cada um dos meninos e estarem todos sentados e acomodados com seus microfones e fones de ouvido. Após dar uma introdução sobre o que aconteceria ali, o apresentador do programa iniciou a entrevista, perguntando sobre o novo CD da banda.

– O que esperar do novo CD?
– Estamos ficando mais velhos e mais maduros. Há algumas músicas de rock bem atual. É também um pouco mais experimental, pois tentamos sair do que sempre fizemos; queremos seguir por novos caminhos. Será um pouco diferente do que já fizemos antes - respondeu o vocalista.
– As letras falam basicamente de problemas como a dificuldade na relação com os pais e com o mundo. Vocês vão ficar mais felizes no próximo disco?
– Não escrevemos nada que seja feliz. Música é como uma terapia e quando você fala sobre coisas que incomodam ajuda a superá-las. Nossas músicas trazem letras de esperança. Não importa a sua idade, todo mundo tem problemas - comentou .
– As músicas já estão prontas?
– As músicas já estão prontas e já selecionamos as que farão parte do álbum. O álbum terá 12 canções. - Foi a vez de responder.
– Já tem uma data prevista para o lançamento do terceiro CD?
– Ainda não temos uma data certa, mas com certeza isso acontecerá no próximo ano - respondeu.
– O que vocês preparam para o show de hoje a noite?
– Vamos tocar músicas antigas e mais novas. Sabemos que tem uns que preferem as mais antigas, outros as mais novas. Só queremos que os fãs se divirtam com a gente! - sorriu ao dizer.
– Obrigado pessoal pela entrevista! Ouvintes, fiquem ao som de um dos sucessos do , .

Enquanto a música tocava, os garotos de despediram e agradeceram. O mesmo fez o entrevistador. E conforme os meninos iam deixando o estúdio na rádio, e as meninas saiam da sala ao lado e se dirigiam ao encontro deles na recepção, comentando o quão rápido havia sido, pois esperavam que fosse mais demorado. Mas como não tinham muitas informações para dar sobre o álbum que lançariam, nem mesmo haviam entrado em estúdio ainda, foi bem rápido.

Assim que encontraram com Peter, pediram que os levassem ao Centre Bell, onde verificariam se estava tudo ok para o show desta noite. No caminho, Peter questionou sobre a entrevista, recebendo respostas positivas do tipo “Foi ótima!”, ficando contente pelos garotos.

Um silêncio havia se instaurado na van, até que resolveu falar. Perguntou à qual era sua música preferida e ela respondeu:

– Olha, eu amo todas, mas já que é uma só... . - Sorriu ao dizer, aquela música era seu lema de vida.
Logo, ele comentou que as duas amigas teriam uma surpresa durante o show, o que as deixou extremamente curiosas, querendo saber do que se tratava e por que seria só a noite. Mas ele se manteve firme e não contou, pois não queria estragar a surpresa. Esse show seria especial para ambas.
Chegaram ao Centre Bell, Peter estacionou à van em frente e disse que estaria os esperando. Estava ali para atendê-los. Os garotos desceram e obviamente as meninas foram junto. Logo na entrada, a recepcionista os recebeu muito simpática, perguntando se poderia ajudá-los em alguma coisa. Disseram que estavam ali para checar tudo para o show da noite, então a loira de estatura média e olhos verdes os acompanhou até o salão onde seria o show, onde encontraram já várias pessoas fazendo ajustes técnicos de luz, som e fazendo a limpeza do local.

Logo, eles retornaram a van e pegaram seus instrumentos, já iam deixá-los no local para que nada acontecesse com os mesmos estando na van. Enquanto instalavam tudo e testavam para ver se estava certo, as duas amigas passeavam pelo local como se fossem turistas, olhando cada canto e às vezes tirando fotos aqui, ali. A morena comentou que o local era bem grande e sua amiga comentou ser esse o motivo de grandes shows acontecerem ali. Era grande e tinha capacidade para MUITA gente.
Sem saber onde assistiram ao show à noite, comentaram que não se importariam de assistir na grande ali em frente ao palco.

Ao voltarem para o salão principal, encontraram-se com , que perguntou por onde elas estavam e ouviu um “Fazendo tour pelo Centre Bell”. Ele afirmou que logo mais deveriam deixar o local para irem almoçar, pedindo que as meninas tivessem um pouco de paciência pela demora.
, que estava próximo e ouviu o final da conversa, disse que ainda dariam uma volta pela cidade para que alguém conhecesse, deixando feliz. Enquanto as meninas estavam sentadas em um canto tagarelando, a curiosidade falou mais alto e e perguntaram sobre a tal surpresa à .

– Seguinte, a gente podia dedicar as músicas preferidas da e da pra elas no show. O que vocês acham? - Ele perguntou.
– Gostei da idéia! Por isso você perguntou pra a música favorita dela - comentou , que também ouviu, pois o puxou quando estava próximo.
– Elas vão amar, tenho certeza! - sorriu ao imaginar as duas amigas felizes com a homenagem.

Quando e ficam sabendo da idéia, também aprovaram e sabem o quão felizes elas ficarão.

– Perfeito. Quando for tocar a gente dedica pra e quando for a gente dedica pra - completou, sorrindo.

Antes de deixarem o local do show, resolveram fazer um pequeno ensaio, já treinando as músicas escolhidas pelas duas amigas. Cantaram e , sendo acompanhadas no vocal pelas duas amigas, que se olhavam sorridentes, enquanto cantavam. Após o ensaio, haviam demorado um pouco mais e por indisponibilidade de tempo resolveram deixar o passeio para o dia seguinte. Assim poderiam descansar e estar dispostos para a noite.

Já dentro da van, ao deixarem o Centre Bell por pouco tempo, as meninas perguntam sobre os planos para o dia seguinte: se daria tempo de irem ao parque de diversões da cidade. E sim, teriam tempo de ir, pois o vôo de volta para casa estava marcado para as dez horas da noite. Após uma “básica” comemoração das meninas:

– Toda essa felicidade é porque vamos ao La Ronde? - perguntou.
– Claro! Vou andar em todas as montanhas russas! - respondeu, feliz da vida.

Não demorou muito para que estivessem em frente ao hotel. pediu a Peter que voltasse às nove e meia da noite para buscá-los, pois tinha que estar às dez horas no Centre Bell. Ao entrarem no hotel, não acreditou na pessoa que ali estava. Era uma amiga sua chamada Alexandra, mas conhecida como Ale.

Assim que eles entram ao Hotel:

– Eu não estou acreditando! - disse, olhando para uma menina que estava com seus pais na recepção.
– Não acredita no que, mana? - Olhou a irmã, tentando identificar o que seria inacreditável.
– Mana, sabe aquela menina ali? – Disse, apontando para uma morena de cabelos compridos na recepção do hotel.
– O que tem ela? - Questionou ela, sem ainda entender o inacreditável.
– É a Ale! – disse, saindo correndo.
? - perguntou a tal Ale, ao vê-la.
– Ale! Eu mesma! – respondeu, indo logo abraçar a amiga que há muito tempo não via.

Enquanto as duas amigas se abraçavam, perguntou à outra amiga, à que ele já conhecia, se ela sabia dessa que estava ali abraçando sua irmã. E a mesma sorriu e respondeu positivamente à pergunta, indo se juntar ao abraço.

Após aquele momento de euforia das meninas, ao se reencontrarem em solo canadense, chamou os meninos para lhes apresentar a amiga que acabara de encontrar. Após Ale comentar algo como “É verdade, não pensei que fosse encontra vocês por aqui...”, apresentou seus amigos, que prontamente disseram juntos:

– Oi, Ale, prazer em conhecê-la.
– Praze... Eerr, meninos! - Ale sorriu ao se pronunciar.

Obviamente que ao apresentar os meninos, comentou que eles faziam parte de uma banda e após ser questionada sobre o nome da mesma, respondeu rapidamente:

.
– Ah, sim, eu já ouvi falar. Curto muito as músicas! - Comentou Ale.
– Sério? - perguntou sem acreditar.
– Sim! Adoro as músicas! - Confirmou Ale.

Vendo que uma nova fã estaria sendo conquistada, convidaram-na para ir ao show à noite. E não é que ela adorou o convite? A resposta positiva ao convite dos garotos os deixou muito felizes. E ao mesmo tempo as amigas e , pois fazia tempos que não viam Ale, assim teriam a noite toda para colocar o papo em dia, se fosse possível.
Teriam duas horas para tomar banho e estar devidamente arrumados para o show da noite. Após combinarem com a amiga onde e que horas se encontrariam para irem juntos ao show, cada um entrou em seu respectivo apartamento. Teriam que se apressar, pois tinham pouco tempo.

Enquanto isso, no quarto dos amigos e , uma conversa rolava sobre a tal amiga das meninas. Algo em Ale teria chamado a atenção do moreno?

– É impressão minha ou a Ale mexeu com você?
– Como assim, ?
– Isso mesmo que você entendeu. Você ficou todo empolgado quando ela disse que ia ao show com a gente - Olhando-o sério.
– Qual é o problema nisso? Ela é amiga da e da , então é nossa também, não é? - Respondeu .
– É claro. E a minha irmã, modéstia parte, só tem amigas lindas... - Pensando na .
– Vamos terminar de nos arruma que daqui a pouco o Peter está na área.

O tempo se passou e já eram quase nove e meia... No quarto do e do , o assunto era a festa pós-show, que sempre rolava, independente de onde fosse, no hotel, numa boate, no mesmo local do show e independente do país.

– Você vai ir na festa depois do show, ? - perguntou, antes de saírem do apartamento para o encontro na recepção.
– Que festa? - O amigo perguntou.
– Uma que nos convidaram, o não te disse?
– Ah, sim, aquela festa – respondeu, lembrando-se do momento em que o chamara para falar da mesma.
– E você vai? - insistiu.
– Acho que sim... O Peter que vai nos levar e nos trazer pro hotel depois? - Perguntou quando deixaram o apartamento.
– Sim. O disse que ele vai ficar lá, próximo do local, nos esperando.


CAPÍTULO 10

Na entrada da festa haviam alguns seguranças e umas pessoas com lista de convidados, para que não entrasse ninguém de penetra. Resumindo, era uma festa só para VIP. Depois de confirmarem seus nomes na lista, todos adentram ao local e, em seguida, encontram-se com uma banda também bastante conhecida, chamada My Chemical Romance. As meninas ficaram, à princípio, sem reação, pois eram tão fãs dessa banda americana, quanto da que as acompanhava.

– Nunca que eu imaginei que fosse encontrar o My Chemical Romance pessoalmente! – disse a irmã do baixista.
– Oi, pessoal! – cumprimentou ao vê-los, recebendo cumprimentos em retribuição.
– Quem são essas meninas lindas? – perguntou Gerard, o vocalista.
– Essa é minha irmã – disse, apontando para . – Aquela ali é a e a Ale – diz , apontando para cada uma.

A banda My Chemical Romance cumprimenta cada uma das meninas e logo uma delas diz:

– Eu quero autógrafo de vocês depois! Posso?
– Será um prazer! – respondeu Mikey, irmão do vocalista.

Ficaram conversando sobre a banda em si, sobre a possibilidade de um show em Nova York dentro de alguns dias e divertindo-se. As amigas ficaram na promessa de irem ao show, caso acontecesse.

– Oba! Pelo menos o show não vai estar vazio. – Frank logo ri.
– Se der, eu também vou – comentou Ale.
– Beleza! Aí vocês entram no camarim e a gente dá autografo – acrescentou Bob.
– Ótimo! – disseram, juntas.

Enquanto o pessoal do My Chemical Romance troca umas ideias com os meninos do Simple Plan, as meninas retiraram-se do grupo e foram até a pista de dança. Junto delas estava , e ficou na promessa de ir logo depois.

– Daqui a pouco eu vou. Divirta-se! – respondeu.
– Pode deixar – a irmã diz, sorrindo.

No meio do salão, rolava de todos os estilos musicais, mas no momento um pouco de hip hop. O que deixou bem contente, pois era um de seus estilos preferidos.

– Gente, essa festa está bombando – Ale comentou com as amigas.
– É verdade. Isso porque não faz muito que começou. – concordou enquanto dançavam muito animadas, assim como o restante dos convidados na pista.

Voltando ao papo entre My Chemical Romance e alguns membros do ... , e comentaram sobre terem uns dias livres, para depois entrarem em estúdio, e Gerard afirmou terem acabado mais um álbum na semana passada, adicionando a informação de que o lançamento ocorrerá no show em Nova York, comentado com as meninas.

– Ficaríamos contentes se vocês fossem! – Frank completou.
– Pode contar com a gente – prontificou .
– Até porque não posso deixar minha irmã sozinha no show. Se algo acontece com ela, eu estou ferrado. – E o irmão ciumento e possessivo acrescentou:
– Ótimo então, vão todos juntos! – Foi a vez de Ray falar.

cruzou os meninos, perguntando sobre as garotas, e logo após alguém apontar onde as mesmas se encontravam, acrescentou, dizendo que estava indo ao encontro delas. E não demorou até que o irmão ciumento e possessivo fosse junto. E os outros dois – e – juntaram-se aos demais na pista de dança.

Tempo depois, após dançarem várias músicas de estilos diferente na pista, resolveram descansar um pouco em um sofá, que pareceu bastante aconchegante um canto do salão. procurava pelas meninas, mais especificamente por uma delas, e ao cruzar-se com , recebeu a notícia onde poderia encontrar quem procurava.

– Lá no sofá de couro azul, próximo aos banheiros – diz o amigo.
– Valeu! – respondeu, feliz, indo ao local indicado.

– Oi, meninas! – disse, sentando-se num canto do sofá, quase caindo.
– Oi, . – e responderam juntas ao vê-lo.
– Estão gostando da festa?
– Muito. – sorri.
– Eu também estou! – Foi a vez de a amiga pronunciar-se.

convidou para dançarem e logo percebeu que ela queria estar a sós com ele. Foi em busca dos outros meninos e da amiga Alexandra. percorre o salão todo atrás de , encontrando-se com – que não estava só – no caminho.

, desculpa incomodar, mas... você viu o ?
– Ele tinha ido lá fora... – disse.
– Ah... valeu. Vou ver se o encontro – disse, indo na direção da área externa da casa.

vai até o jardim da casa, passando pela piscina e mais algumas pessoas, até que parece ter encontrado quem buscava.

?
– Eu! – Ao levantar a cabeça, reconheceu a voz dela.
– Por que você está só? – Estranhou ao vê-lo sozinho.
– Vim respirar um pouco de ar puro. Lá dentro está muito abafado. – entendeu perfeitamente o que ele dizia. Havia muita gente respirando o mesmo ar na parte interna da casa e isso às vezes sufocava.
– Posso ficar te fazendo companhia? – ela quis saber.
– Uma companhia dessas é irrecusável... – Ele sorriu ao que ela sentou-se ao lado.
– Cadê a ? – Novamente, o irmão ciumento e possessivo reaparece.
– Lá dentro, dançando com o . Você não quer ir lá?
– Só se for para dançar coladinho com você – ele afirmou.
– Vamos! – Levantou-se em seguida.

Já na pista de dança, curtindo um ritmo mais lento, perfeito para uma dança a dois, ele procurava com os olhos pela irmã. Mesmo confiando no amigo, sabia que a irmã não era nenhuma boba. E, não é que não demorou até que ele respirasse mais aliviado vendo a irmã e o amigo dançando juntos, próximos a ele?

– Oh, que bom que vieram! Onde você estava, mano?
– Lá fora, tomando um ar...
– Ele estava sozinho, acredita? – comentou a amiga.
– Às vezes acho que não conheço mais meu irmão...

Enquanto isso, não perdia tempo e procurava conversar com a amiga das meninas. Logo ela iria embora e não tinham data prevista para um reencontro. Querendo puxar assunto, após alguns minutos onde o silêncio reinou entre os dois, perguntou se ela estava curtindo a festa. Felizmente, ela realmente estava gostando da festa e da companhia então, nem se fala. Era como um sonho se tornando realidade, ou até mesmo uma sensação de que isso não se passava de um sonho, ao qual ela acordaria logo.

Um pouco entendiado e cansado de estar sentado, convidou-a para irem até a pista de dança, recebendo uma resposta positiva e, juntos – como se já fossem um casal –, dirigiram-se ao local. No caminho encontram e perguntaram pelas meninas:

– Elas tão lá no meio do salão.
– Valeu, cara!

No salão, todos os casais dançavam animados quando resolve ir ao banheiro e seu amor fica à sua espera na porta. Não demorando muito, mas foi tempo suficiente para que ele sentisse sua falta. Com o ar abafado dentro da casa, os dois resolvem ir juntos ao jardim, espairecer um pouco. Encontraram um banco vazio e foi nele que sentaram-se para descansar.

– Senta aqui no meu colo? – Ele pede com voz de bebê.
– Tem certeza? – ela questiona.
– Uhum... – responde, balançando a cabeça afirmativamente.

Ela no colo dele, que abraçava-a forte, pediu um beijo, que logo lhe foi concedido. Foi um beijo rápido, pois logo alguém apareceu.

?
– Avril? Que bom te ver. – Sorri.
– Igualmente! Quem é essa menina?

Antes mesmo que ele pudesse responder, ela tomou a iniciativa, dizendo ser irmã de , o baixista da banda. Avril perguntou pelos garotos, recebendo um “estão lá dentro” de .

Enquanto isso, lá no salão, o irmão ciumento e possessivo buscava a irmã com os olhos e já estava ficando preocupado com o sumiço dela. , que estava com ele, sugeriu que eles fossem ao jardim ver se encontrava-se por lá. Como e Alexandra estavam próximos na pista de dança, perguntaram-lhe se queriam ir até a área externa, ouvindo uma resposta positiva.

foi a que viu sua amiga primeiro e mal puderam acreditar quando se deram conta. Avril Lavigne estava lá também. Eles se aproximaram e sentiu que o irmão estava com olhar de preocupação, mas que logo mudou, pois viu que a irmã estava bem.
deu-se ao trabalho de apresentar as suas duas amigas à Avril, que as cumprimentou, assim como os meninos. E juntos todos conversavam sobre diversos assuntos, mas o mais relevante era sempre música.
Já passava das três da manhã. Estavam todos um pouco cansados e, resolveram deixar a festa. Precisavam de uma boa noite de sono para repor as energias, pois o dia seguinte seria de muita diversão.

Após se despedirem de Avril, encontraram o amigo e, logo apareceu com uma morena. Combinaram de encontrar e se encontrariam novamente na porta principal.

– Pooo, onde o se meteu?! – diz .
– Está difícil achá-lo. Espera aí! – completa a amiga.

Parece que o encontraram. E ele não está sozinho. Seria ele ali beijando uma menina num canto do salão? As meninas que não queriam atrapalhar, mas teriam de chamá-lo. Resolveram esperar uns minutos, que não foram longos e, aproximaram-se dele, apenas avisando que estavam todos reunidos na porta principal da casa para irem embora e, deixaram-no ali, na esperança que ele fosse ao encontro no local combinado.

Não demorou muito até que ele aparecesse na porta e logo vissem Peter na van os esperando. Após se aproximarem, um dos garotos abre a porta e, como um cavalheiro, deixa que as meninas entrem primeiro. Todos a postos e logo deixam o local com destino ao hotel. No caminho, os comentários da festa eram os melhores. Todos haviam curtido muito.

– Ninguém vai querer ir no La Ronde amanhã? – questionou .
– Quem disse que ninguém quer ir? – Foi a vez de retrucar.
– Você quer ir? – ele novamente.
– É lógico! Eu não volto pra Nova York sem ir ao La Ronde... não é, ?
– Isso! Eu também não volto sem ir ao La Ronde!
– Que horas é nosso vôo amanhã, ? – queria confirmar o horário, para combinarem o horário que iriam ao parque.
– É às vinte e uma. Dá tempo de irmos ao La Ronde.

Sem sombra de dúvidas todos toparam a ideia de acordar cedo para irem ao parque. Queriam curtir um pouco da cidade, já que logo iriam embora. O combinado era que dormiriam até umas dez e, no mais tardar às onze estariam dirigindo-se ao La Ronde. Peter prontificou-se em buscá-los por volta das dez e meia da manhã e todos estavam felizes. Principalmente .

Ao chegarem ao Hotel, agradeceram Peter pela ajuda e atenção que tem dado desde que chegaram à cidade e, com um desejo de boa noite, adentraram ao prédio, pegaram suas respectivas chaves e foram dormir.


CAPÍTULO 11: - Betado por Andie

Algumas horas depois, no quarto das meninas, o telefone toca e atende, com aquela voz de sono, pois todas tinham dormido muito pouco. E já era o dia delas curtirem o La Ronde. havia ligado para acordá-la, já que Peter passaria para buscá-los dentro de uma hora. Ela disse que acordaria e que iria tomar banho. Ficou combinado, então, que ele passaria no quarto dela assim que estivesse pronto. E, no final da conversa...

– Não quer passar aqui depois, pra gente tomar café? – Ela perguntou.
– E para te encher de beijinhos? – Completou.
– Também... – Sorriu ao responder.
– Daqui a pouco estou aí, então.

Após desligar o telefone, chamou sua amiga e foi pegar uma roupa para tomar banho, para se aprontarem para um dia de muita diversão. Antes de se fechar no banheiro, ela lembrou a amiga de ligar para Ale, confirmando o parque e avisando que sairiam do hotel às 11 horas, ou seja, dentro de uma hora.
Assim que entrou no banho, o telefone tocou novamente. Mas desta vez não era e sim seu amigo e colega de banda, , perguntando sobre o quarto de Ale.

– Qual é o quarto da Ale?
– É o duzentos e... Seis! É o 206. – respondeu ainda meio sonolenta.
¬– Obrigado.

por fim levantou-se da cama, após muito espreguiçar-se, escolheu a roupa que colocaria para um dia de diversões no parque e resolveu ligar para Ale. Na primeira tentativa deu ocupado, mas logo lembrou que provavelmente estaria falando com ela. Esperou uns minutos e tentou novamente. A amiga atendeu, dizendo estar quase pronta e, quando perguntada, respondeu que o guitarrista estava junto com ela.
Enquanto tomava banho, após a amiga deixar o banheiro já vestida, alguém bateu à porta. Desta vez sim era , que entrou dando logo um beijo rápido, mas gostoso, em sua garota. Ela rapidamente avisou sua amiga que estava indo ao salão de café com ele e deixou o apartamento rumo ao elevador, bem acompanhada.


’s p.o.v. on
Ao chegarmos ao grande salão, com decoração requintada em tons claros, de cara vimos a mesa na qual meu irmão e os guys estavam. Cumprimentei cada um com um beijo e logo fui me servir no buffet. Como eu esperava, perguntou por minha amiga e eu contei que ela estaria vindo daqui a pouco. , em seguida, questionou sobre , ao não vê-lo na mesa.

– Já tomou café. Foi lá no quarto da Ale, chamá-la. – respondeu.
– Então ela vai junto? – questionou.
– Vai. – Meu querido irmão afirmou.

Segundos depois e entra no salão, cumprimentando todos e deixando a chave do quarto em cima da mesa. Enquanto nos deliciávamos com o maravilhoso café da manhã do hotel, conversávamos sobre o show e a festa da noite anterior. Acabamos comentando sobre o parque.

– Desta vez eu vou a todas as montanhas russas. – Comentei.
– Vou com você. – Minha amiga concordou comigo.
– Vai ser demais! – Acrescentei feliz e empolgada.
– Galera, já são 10h50! Daqui a pouco o Peter está aí. – interrompeu meu momento de empolgação.

’s p.o.v. off

Logo em seguida, todos deixaram o salão e foram a seus quartos para escovar os dentes e pegar a máquina fotográfica e demais acessórios para um pouco de diversão no parque. Não demorou para que estivessem reunidos na recepção, juntamente com e Ale. Peter havia chegado há pouco e juntou-se aos dois para esperar o resto da trupe, que não demorou a aparecer.

– Estamos prontas pra uma boa diversão! – anunciou e sorriu logo depois.
– Lógico! Mesmo tendo dormido pouco esta noite, tenho bastante energia para gastar! – completou, indo para a van.

Já estavam todos na van a caminho do Parque de Diversões La Ronde, na Ilha Ste Helène, em Montreal. Após um momento de descontração, um instante de silêncio. Não faltava muito até chegarem ao destino, pois já estavam próximo da Ponte Jacques Cartier. Seria questão de atravessá-la pra chegar à Ilha. Essa ponte era realmente linda, não há quem não concordasse. Poucos minutos se passaram até que Peter anunciou a chegada deles ao parque e deixou todos felizes, principalmente as meninas.

– Oba! La Ronde, aí vou eu.
– O que você andou bebendo, ? – Perguntou .
– Eu? Nada...

As duas amigas caminharam juntas até a entrada do parque, mas chegando lá perceberam que faltava algo.

– Como que a gente vai entrar no parque se não temos dim dim para o ingresso?

– É verdade! – Constatou .
– Quem que vai comprar os ingressos? – praticamente gritou.
– O chefinho! – comentou, referindo-se a .
– Eu não, cada um paga o seu! – Ele afirmou.
– Eu não tenho dinheiro. – disse triste.
– Eu também não. – Respondeu em alto e bom som, pois elas já estavam na bilheteria e eles pouco distantes delas.
– Mano, você paga pra mim?
– Eu pago o da e você, , paga o da . – Resolveu .
– Ok. Vamos logo, antes que a minha bebezinha comece a chorar! – O irmão respondeu.
– Que bebezinha?
– Você, oras! – Falou calmamente, já na bilheteria.
– Vou fingir que não foi comigo... – Comentou baixinho e todos riram da situação.

Após adquirirem seus ingressos, entrarem no parque e darem uma olhada geral pelo local, veio a dúvida: em qual ir primeiro? Após uma discussão básica e rápida, resolveram começar o passeio em alta velocidade, leia-se: indo a uma montanha russa. Lá estavam eles no carrinho, prontos para um passeio cheio de adrenalina. Gritos foram ouvidos por todos, até que disse que a irmã não poderia mais ir a parques de diversão e comentou que ele havia tirado o dia para implicar com a garota, pois a idéia de gritar na hora do looping havia sido da mesma.
Saindo da primeira montanha russa do dia, foram à outra. Gritos foram novamente ouvidos pelos que estavam na fila. O dia estava sendo realmente muito divertido e cheio de adrenalina.
questionou, ao deixarem a segunda montanha russa, para onde iriam. sugeriu que eles fossem ao briqnuedo de carros e todos aceitaram a sugestão. Só queriam se divertir um pouco, antes de retornarem para casa. Mas no caminho para o próximo brinquedo, encontraram umas fãs, deram alguns autógrafos e tiraram fotos, fazendo com que levassem mais tempo para chegarem ao destino.
Começa mais uma brincadeira, todos tentando fugir uns dos outros e tentando bater no carrinho de alguém ao mesmo tempo. Foi diversão pura!

– Vamos nos molhar um pouco, está muito calor hoje. – decidiu.
– Em qual a gente vai agora? – perguntou, curioso.
– Venham comigo! – Ela respondeu, indo em direção ao outro brinquedo.

Todos acompanham até o tal brinquedo e, como não havia ninguém fazendo fila, foram logo sentando em um carrinho de madeira. Era tipo uma pequena montanha russa, mas com água. Você faz um percurso no mesmo estilo de montanha russa, até que no final você passa por uma queda e acaba se molhando um pouco, pelo menos. Como a maioria já conhecia o tal brinquedo, quando passaram por essa parte do percurso todos gritaram “ÁGUAAAAA!” e logo caíram na gargalhada.

Enquanto isso, duas meninas pararam próximo ao brinquedo para ver como era, quando o carrinho com o grupo passava ali e molhava a todos, e viram que alguém ali parecia ser uma amiga delas. Se não fosse a tal amiga, era realmente muito parecida.
Assim que o pessoal deixou mais um brinquedo, Ale disse que estava se divertindo como há muito não se divertia. Logo a amiga acrescentou que a diversão ainda não havia terminado, muito ainda estava por vir. Mas alguém tinha que fazer um comentário, mesmo não querendo acabar com a alegria.

– Daqui a pouco temos que voltar pro Hotel... Já são quatro horas!
– Até seis horas a gente pode ficar, não pode ?
– Podemos, . – Confirmou, sorrindo.
– Então, vamos continuar se divertindo! – Chamou .
Antes que eles fossem para outro brinquedo, as duas meninas que estavam paradas ali resolveram checar se era realmente a pessoa que elas pensavam ser.

? – Perguntaram as duas juntas.
– Rah? Leh? – Ela disse, reconhecendo as amigas.
– Caramba, olha onde a gente foi se encontrar! – Brincou uma delas, indo abraçar a amiga. A outra fez o mesmo.

Após se cumprimentarem, resolveu apresentar as amigas ao seu grupo, aos seus novos amigos e ajudar seu irmão a lembrar-se delas.

– Que bom encontrar vocês por aqui. Ah, pessoal, essas são a Raíssa e a Letícia! São amigas minhas e FÃS da banda, não é meninas?
– Claro! Amamos ! – Respondem sorrindo.

Apresentações feitas, agradecimentos recebidos e resolveu convidá-las para se divertirem junto a eles, já que, pelo que haviam dito, as duas tinham chegado a pouco no parque. Elas adoraram a idéia.
E voltando à diversão, Rah e Leh comentavam como queriam ir à montanha russa com água. Devido ao forte calor, todos resolveram ir junto, para mais um pouco de diversão com água.
Saíram ensopados e seguiram para mais diversão. Agora o brinquedo funcionava assim: aos poucos o carrinho onde você estava começa a subir e a girar. Fica subindo e descendo, girando ao mesmo tempo. Antes que alguém passasse mal, a brincadeira terminou. Depois, eles foram até um brinquedo que se chamava Ile au Trésor, que não passa de uns barquinhos em formato de barril que fazem uma volta. Resolveram, então, ir até o carrossel para dar uma acalmada e terminar o dia perfeitamente bem.

Para fecharem o dia com chave de ouro, foram a outras duas montanhas russas, chamadas de Boomerang e Super Manège. Já passava das cinco horas da tarde e eles precisavam deixar o local no máximo as seis. Com certeza daria tempo, pois o parque não estava em um dos dias de muito movimento.
Era pura diversão com looping para cá, looping para lá, gritos ali e acolá. Aquele era um dia de diversão total. A cara de cada uma das pessoas já dizia o quão felizes estavam por um dia de muita animação no parque. Todos sorriam sem parar. Ao mesmo tempo em que estavam felizes, as amigas e estavam meio tristonhas, por saber que essa diversão em Montreal acabaria em algumas horas. Faz parte da vida... E, assim que aparecesse outra oportunidade, elas retornariam àquela cidade.

Quando deixaram a última montanha russa da tarde, novamente comentou que a irmã não poderia mais ir à parques de diversão.

– Por que não? – Questionou com cara de interrogação.
– Porque você fica muito alterada. – Comentou, brincando.
– Não posso ficar feliz?
– Pode sim, . Não é, ? – Foi a vez de se meter na conversa dos irmãos.
– Claro que meu bebê pode ficar feliz, mas não precisa toda esta excitação só por vir no La Ronde. – O irmão acrescentou, dando um abraço por trás na irmã.

Depois disso, ela ainda comentou que seu excitamento não era só pelo fato de estar em um parque de diversão em Montreal, mas por motivos que foram comentados logo depois, como a companhia dos amigos e do irmão e estar naquela cidade maravilhosa. Todos comemoraram e isso deixava a banda do irmão mais orgulhosa de estar de volta à cidade onde nasceram.

Após um momento de silêncio entre todos, Letícia resolveu questionar sobre a vida da amiga, pois havia um tempo que ela não tinha notícias e queria saber onde a mesma morava. Acabou descobrindo que viviam na mesma cidade, Nova York, e que estudam na mesma universidade, New York University. Isso as havia deixado extremamente felizes. Iriam se encontrar em Nova York para muitos momentos de diversão. Ao comentarem sobre morarem na mesma cidade juntas, Raíssa e Letícia deram como sugestão organizarem um jantar em seu apartamento comemorando este reencontro maravilhoso que tiveram.

Mas tudo que é bom acaba e já era hora de voltarem para o Hotel, para mais tarde irem ao aeroporto. Foram juntos até a entrada do parque e, no caminho, comentaram sobre estarem hospedados no Hotel Hilton, inclusive Rah e Leh. Seria por pouco tempo, uma vez que pegariam o avião ainda esta noite para retornar a Nova York.

Antes de deixarem o local, pegou o número de telefone das meninas e deixou combinado que entraria em contato no decorrer da semana seguinte para combinarem o jantar.


CAPÍTULO 12: - Betado por Andie

Quando as duas amigas encontram-se com o pai de Rah, que as esperava do lado de fora do carro, comentaram como tinham se divertido bastante na companhia dos amigos. No caminho para o Hotel, conversavam.

– Pai, você se lembra da ? – Perguntou Rah.
– Aquela loirinha que tem o irmão famoso?
– É, ela mesma. – Leh anunciou, sorrindo ao se lembrar do encontro com a amiga que há algum tempo não via.
– O que tem ela? – Ele voltou a questionar.
– Ela estava aí! Ela, o irmão, a banda do irmão e mais duas amigas dela. – Comentou a filha.

No caminho, o pai ainda perguntou se ela morava ainda em Montreal e Letícia comentou que não. Contou que morava na mesma cidade em que eles residiam, Nova York. Acrescentaram à conversa que tinham dado o número de telefone e que marcariam um jantar para os próximos dias.

Enquanto isso, ao chegarem ao Hotel, comentou sua vontade de ficar mais e seu irmão prometeu que, da próxima vez que viessem à cidade, voltariam ao parque. Ainda completou dizendo que faria qualquer coisa para ver sua bebê, ou irmã, feliz. A mesma respondeu com um “É por isso que eu te amo”. Antes que alguém dissesse estar com ciúmes, ela acrescentou amar a todos, ao que seu irmão retrucou:

– Começou a melação.
– Para, ... – Ela disse, empurrando o irmão.
– A gente também te ama, não é galera? – afirmou, esperando o mesmo de todos.
– É, nós amamos a ! – Todos confirmaram, deixando-a feliz.

Não demorou para chegarem ao Hotel. Peter, o motorista, ficou de esperá-los ali mesmo. Eles teriam que se arrumar e juntar as coisas para deixarem o hotel, rumo ao aeroporto. Pegaram suas respectivas chaves na recepção e seguiram para os apartamentos o mais rápido que puderam.

– Nada de demora para se arrumar, galera! Nos encontramos daqui uns 45 minutos lá na recepção? – Disse o chefe e todos confirmaram.

Teriam 45 minutos para um banho mega rápido e uma troca de vestimentas. No quarto em que estava , questionou o amigo sobre o motorista deles em Nova York. Precisavam que fosse buscá-los no aeroporto e levá-los em casa.
Enquanto foi banhar-se rapidamente, ligou para o motorista, que prontamente atendeu e prontificou-se ir buscá-los no aeroporto no horário combinado.

Quarenta e cinco minutos depois, encontravam-se quase todos na recepção. Faltavam apenas as duas amigas e , mas que logo estariam na recepção com os demais, juntamente com , que fora chamá-las. Não demorou até que os três apareceram e começou a checagens dos itens antes de deixarem o local. O Hotel já estava pago e as passagens aéreas com . Bastava entrar na van e partir. Malas guardadas, sentimentos de tristeza por deixar a cidade, mas fazia parte da vida de uma banda.

– Eu não queria ir embora... – disse meio triste.
– Nem eu. Gostei tanto daqui. – A amiga completou.
– Eu também não queria, mas a vida continua meninas! – tentou confortá-las.
– Tem hora para tudo. Hora para se divertir, para trabalhar, para estudar. – Além do irmão de , que entrava na van neste exato momento.
– Fazer o quê. Vamos para o aeroporto então. – se deu por vencida, acomodada na van.

Após alguns minutos no trânsito, chegaram ao aeroporto. Alguns fãs estavam esperando pela banda, pedindo por fotos e autógrafos, mas não puderam dar toda atenção que os fãs queriam. Deram apenas um “oi” e foram em direção ao guichê da companhia que os levaria de volta pra casa. Após o check-in, seguiram pelo corredor que os levaria a aeronave, acomodando-se em seus respectivos lugares assim que chegaram. Alguns minutos depois que o avião decolou, estavam todos absortos em sonhos.

Andrew, o motorista, os esperava na área de desembarque do aeroporto.
Depois que cada um pegou sua mala na esteira, encontraram-se com ele que, após um cumprimento rápido, conduziu todos até a van, que os levaria até o apartamento. Haviam conseguido dois daqueles carrinhos de carregar as malas. Como tinham dormido praticamente a viagem toda, estavam cheios de energia. e sentaram-se em cima das malas, um em casa carrinho, que era conduzido por e , respectivamente.
Elas bem que tentaram, mas não conseguiram força suficiente para empurrar o carrinho com mais um peso além das bagagens. O irmão fazia poses, dizendo estar muito bom. Então, as duas amigas trocaram olhares e uma delas disse que se eles trocassem de lugar com elas, seria muito melhor. As duas seguraram o riso, mas todos perceberam e, como cavalheiros que eram, a troca foi feita.

Ao chegarem ao local onde a van deveria estar, depararam-se com uma limusine. Pois é, a van estava no conserto. No caminho para casa, contaram a Andrew sobre os melhores momentos da viagem e da saudade que sentiam de casa. Após alguns minutos de silêncio, ouviram algum ruído parecido com roncos de um estômago e o assunto passou a ser o que iriam jantar quando chegassem a casa. Depois de muito debaterem sobre o assunto, ficou acertado que faria uma macarronada e que o ajudaria.
Assim que a limosine foi estacionada em frente ao edifício, agradeceu em nome de todos a Andrew, por tê-los buscado no aeroporto e aproveitou e convidou-o para subir até o apartamento. O convite foi recusado, ficando na promessa de ser cumprido uma próxima vez.
Despediram-se, já com as malas e mochilas fora da limusine e, assim que a mesma partiu, entraram no edifício, pegando o elevador logo em seguida. Uma parte pegou o social e a outra o de serviço, encontrando-se do apartamento segundos depois.
Estavam todos em seus respectivos quartos, onde deixaram as bagagens e demais pertence, quando se ouve um celular tocando. O silêncio tomou conta do local até que se descobriu quem era o dono do aparelho telefônico.

– Não acredito! – gritou em seu quarto.
– O que aconteceu? – retrucou.
– Adivinha quem está me ligando? – Perguntou enquanto o telefone continuava tocando.
– Quem é? – O amigo perguntou.
– A ... – respondeu.
– Não vai atender? – O outro questionou novamente.
– Eu não! Não tenho nada para falar com ela. – O celular parou de tocar.

Enquanto isso, chamou para ajudá-lo na cozinha, fazendo a janta. foi até o banheiro lavar as mãos e logo encontrou na cozinha, organizando as coisas para darem início ao processo que terminaria por alimentá-los esta noite.

Assim que ela pôs os pés na cozinha, o telefone fixo começou a tocar e prontamente atendeu. A pessoa do outro lado da linha pediu para falar com .

– É a ...
– Eu já imaginava. – Ele respondeu.
– Então, você pode chamá-lo? – Ela pediu.
– Vou ver se ele quer atender. – deixou o telefone e foi chamar , que em seguida questionou o que a mulher queria.
– Não sei, mas coisa boa não deve ser. – Respondeu o amigo.
– Pois é, já vamos saber o que ela quer. Estou vendo que ela não vai parar de encher enquanto não falar comigo. – Disse pegando o telefone.

fazia o molho para o macarrão e colocava a massa para cozinhar. No fim das contas, a ligação de era para marcar um encontro com ele no shopping, amanhã à tarde.
Estavam todos na sala, exceto e , que estavam na cozinha. aproveitou que estavam todos próximos e pediu que fossem com ele ao shopping amanhã, para o caso de algo acontecer, ele não estar sozinho e ter o apoio dos amigos, como sempre havia tido.
Nesse meio tempo, foi até a cozinha verificar o andamento do jantar. Chegando lá, afirmou que não demoraria muito até a comida estar pronta. Chegou perto de sua irmã, que havia posto o macarrão para cozinhar e estava ajudando-o com o molho.

– Ela está se saindo muito bem!
– Próxima vez você que vai fazer a janta... – Ela dizia para .
– Garanto que eu faço melhor que vocês! – Respondeu.
– Isso é o que nós veremos, não é ? – Brincou, tendo o apoio dele logo em seguida.

mencionou que ia deixá-los terminarem a janta e ainda reclamou que estava com fome, ao sentir seu estômago roncar. A irmã, para retrucar, disse que em vez de ficar reclamando que fosse arrumando a mesa. Ele acabou fazendo o que a irmã pediu, ou melhor, quase mandou. Foi até a sala de jantar, colocou a toalha na mesa, buscou na cozinha os copos, pratos e talheres e arrumou tudo em poucos minutos. Voltou à cozinha e disse que já tinha posto a mesa e logo retrucou que a comida também estava pronta.

Estavam saboreando a deliciosa macarronada feita por e quando alguém sentiu falta de algo para beber. levantou-se e foi até a cozinha, abrindo a geladeira e encontrando apenas refrigerante para beber. Retornou a sala de jantar e serviu cada um com o mesmo. O silêncio tomou conta do lugar. Só se ouviam garfos enrolando macarrão e pessoas mastigando.
Depois de alguns comentários do tipo “quando eu casar, meu marido não passará fome, porque ao menos macarronada eu sei fazer”, todos, já alimentados, levaram a louça para a cozinha, guardando o que fosse em seu devido lugar.
Como tinham alguém que limpava a casa e fazia comida quando estavam na cidade, não precisaria que ninguém lavasse a louça. Amanhã ela lavaria.
Logo, anunciou que iria tomar banho e dormir, pois teria de levantar cedo amanhã para o primeiro da na faculdade em sua nova cidade, Nova York. Mas antes que ela se dirigisse ao quarto do irmão, disse que precisavam ter uma conversa em particular e levou-a ao mini estúdio que tinham no apartamento.

Já no estúdio, com a porta trancada, ele comentou que demonstrava cada vez mais, pelo olhar, estar afim de , melhor amiga de , que confirma o lado oposto da história de amor. Ou seja, só precisava de um empurrãozinho para que o irmão e a amiga ficassem juntos.

– Tive uma idéia! – Ele disse.
– Qual? – Curiosa, questionou.
– Amanhã de manhã eu levo vocês duas pra faculdade para ver em que sala vocês vão ficar. Aí depois eu vou em uma floricultura e mando entregar flores para a como se fosse o .
– Ótimo! Aí eu digo para ela mandar uma mensagem pro celular dele agradecendo... – Ela complementou a idéia.
– Combinado. Depois a gente vê o que faz no shopping. Tomara que dê certo. – Disse esperançoso.
– É, assim o larga do meu pé. – Sorriu.

Ele ficou um pouco quieto, pensando em como seria sua vida depois que juntassem o casalzinho. , curiosa como nunca, perguntou em que ele estava pensando, mas o mesmo não quis comentar. Quando ela perguntou se podia ir, ele a olhou com o olhar mais safado que conseguiu, e disse que podia, mas antes teria de fazer algo.

– O que seria essa coisa? – Perguntou olhando-o nos olhos.
– Um beijo.
– Um só? – Estranhou a resposta dele.
– Óbvio que não. Quero vários! – Sorriu em seguida.

Aos poucos ela foi se aproximando, sentindo sua respiração descompassada. Ele fechou os olhos e logo sentiu os lábios dela nos seus. O beijo iniciou devagar, mas aos poucos foi ficando mais profundo e, se ficasse mais ainda, sabem como isso terminaria, não é mesmo? Logo, os dois se separam e bateu na porta.

?
– Já estou indo. – Responde levantando-se e indo até a porta.

chegou a abrir a porta, mas foi mais rápido, fechando-a novamente. Queria mais. Mais beijos. Combinaram que depois de mais um beijo ele a deixaria ir, antes que o irmão tivesse crises de ciúmes. O segundo beijo foi mais rápido, mas não deixou de ser tão profundo e sincero quanto o primeiro. Em seguida, ela saiu dizendo que iria tomar banho e dormir, pois tinha aula na manhã seguinte. adicionou dizendo que levaria as duas à faculdade.
As amigas se despediram dos meninos e retiraram-se da sala no intuito de tomarem banho e dormirem, para estarem bem dispostas na aula. Os meninos não demoraram muito a seguir o mesmo caminho. Estavam cansados da viagem. E a segunda-feira prometia com o encontro no shopping.


Capítulo 13

No dia seguinte, no quarto do , o alarme tocava às sete da manhã perto de , que enrolou um pouco antes de levantar-se da cama. Dirigiu-se ao banheiro e logo sua amiga também levantava da cama. Ainda meio adormecidas, fizeram sua higiene matinal, vestiram-se com calça jeans – uma colocou escura e a outra uma clara – e uma colocou uma camisa xadrez em tons de preto e azul e a outra uma baby look vermelha com os disseres: Don’t fuck with my heart em branco.
Foram juntas até a cozinha tomar café, pois a manhã seria longa e precisavam de energia. Ao chegarem à cozinha, viram que alguém já preparava algo.
- Bom dia, meninas! – disse, sorrindo em seguida.
- Bom dia, ! – As duas amigas responderam em uníssono.
- Dormiram bem? – ele questionou, enquanto colocava panquecas para as meninas, em seus respectivos pratos.
- Muito bem, e você? – ) respondeu.
- Também. Mas um dia vai ser melhor ainda – respondeu, olhando , que ficava com as bochechas um pouco coloradas.
Tomaram café juntos, em silêncio, e ao fim depositaram a louça suja na pia, para que alguém lavasse mais tarde. Voltaram aos quartos, a fim de escovarem os dentes, terminarem de se arrumar e pegarem o material. Não demorou muito a que e se encontrassem a sós na sala e pudessem confirmar o plano para aquela manhã, envolvendo os amigos e ). disse que as deixaria na faculdade e logo iria a floricultura.
- Ah, deixou meu celular com você para que a ) possa enviar a mensagem – completou, baixinho, perto do ouvido dela, que deu um “ok” a ele com o olhar.
- Espero que meu irmão não fique bravo comigo, nem com você – ela acrescentou.
- Ele não vai, estamos fazendo isso na melhor das intenções – olhando-a com certo desejo no olhar.
Não demorou até que ) aparecesse ao encontro dos dois na sala, e eles deixassem o apartamento com destino a garagem e, de lá para a faculdade das meninas. Assim que ele estacionou o carro, dirigiram-se para o Hall de entrada a fim de encontrarem o mural onde estaria especificada, juntamente com um mapa, a sala em que as duas estudariam pelo próximo ano.
Ao avistarem um aglomerado de pessoas que olhavam para algo na parede, rapidamente juntaram-se aos mesmos, procurando pela turma de Hotelaria, a delas. ajudava na busca, por sua altura já que várias pessoas estavam na frente deles. Demorou mas finalmente ele encontrou a informação.
– Sala Fifth Avenue.
– Onde fica essa sala? – perguntou ).
– De acordo com o mapa, é no segundo andar à direita – ele respondeu, olhando o mapa.
– Vamos pra lá, então – disse .
- Me avisem quando for para vir buscá-las! – gritou ele.
Despediram-se de , que deixou o local para ir a floricultura e as duas amigas tinham a manhã de muito estudo. Ele já havia deixado o celular com , que faria sua parte no plano. Já na sala de aula, depois de caminharem um pouco pelo corredor, pois era cumprido e havia várias salas, mas cada um dizia o nome do curso, então, não foi tão difícil encontrar, o sinal bateu, todos os alunos tomaram seus assentos e, logo o primeiro professor aparece na sala: aula de contabilidade.
Enquanto isso, ia para a floricultura que havia perto de onde eles moram. Chegando lá, estaciona o carro e adentra o local, falando em seguida com a atendente presente no local. Ele pede a ajuda para a escolha das flores e logo após escolher um cartão, escreve uma mensagem mudando a letra, para que ninguém se dessa conta de que era a letra dele.
– Preciso que entreguem essas flores na New York University agora pela manhã – ele comentou.
– Sem problemas. Só me passa o nome da sala onde a pessoa tem aula, o horário que você quer que entregue e o nome da pessoa – a atendente solicita.
– É na sala FIFTH AVENUE. O nome dela é .
– E o horário?
– Pode ser às dez – ele responde.
– Ok. São vinte dólares. – Após anotar as informações em um papel.
Após fazer o pagamento deixa o local ansiosamente para que tudo comece e, que no final ele possa tê-la em seus braços. Chegando em casa, deixa o carro novamente na garagem e sobe pelo elevador ao apartamento no último andar. Ao entrar, encontra e assistindo algo que não quis saber o que seria na televisão. Senta-se no sofá de dois lugares que estava vazio. Cumprimentaram-se com um “bom dia” e, após questionar sobre estar dormindo – recebendo um “sim” de –, falou precisar da ajuda deles.
Dirigiram-se para o estúdio, trancando a porta para segurança das informações que circulariam naquele momento dentro do ambiente. Começou explicando que ele havia falado com na noite anterior para darem um empurrãozinho para juntar à .
– Sim, e o que a gente pode fazer? – questiona sem entender onde o amigo queria chegar.
– Eu deixei as meninas na faculdade e passei numa floricultura. Mandei entregar flores pra ) em nome do . Aí, deixei meu celular com a e quando a ) recebe as flores ela vai dizer pra que a amiga mande mensagem pro agradecendo as flores.
– Beleza. E qual o problema? – foi a vez de questionar
– Que o vai querer saber sobre as flores. E eu ainda não sei o que vou falar...
A questão era não contar a verdade a , para que ele não ficasse bravo e nem deixar ) sem graça. Mas estavam fazendo isso com boas intenções, as melhores possíveis. Perguntaram que horas ele havia mandado entregar as flores e, pela conclusão que se chegou, ele estaria acordando quando ela estivesse recebendo-as.
– É a gente pode aproveita, e inventar qualquer coisa. Acho que ele nem vai ligar muito para o que a gente dizer – disse, pensativo.
– Posso dizer que ele tinha me pedido pra mandar as flores pra ela. Aí ele vai dizer que não lembrava ou qualquer coisa do tipo. E vocês confirmam – disse .
– Isso. Depois a gente vê o que faz, se ele perguntar – confirmou .
Nesse momento, toca o interfone na cozinha e levanta-se para atendê-lo na porta da cozinha. Era Maria, a senhora que cuidava do apartamento dos garotos e, ao mesmo tempo, dos próprios, quando se encontravam na cidade. Ela era alta, morena, tinha por volta de cinquenta e cinco anos de idade e, desde que eles se mudaram para Nova York, ela cuidava deles, sempre com muito amor e carinho. Dizia-se fã número um deles e só desejava muito e muito sucesso na carreira musical.
Assim que ela gritou do portão do prédio avisando que havia a porta estava liberada, desligou o interfone e dirigiu-se a porta do apartamento deixando a mesma entreaberta para Maria, que dentro de uns segundos apareceria ali. E, foi isso mesmo que aconteceu. Ela chegou toda feliz, mesmo que estivesse cheia de problemas para resolver em casa, cumprimentando os rapazes e perguntando da viagem.
- Foi ótima, a viagem! – ela ouviu em coro dos três.
- Fico feliz por vocês – respondeu, sorridente.
- Obrigado, Maria – retrucou .
Maria seguiu para a cozinha, já sabendo o trabalho que à esperava, quando o telefone toca e, levantou-se para atender o telefone, na sala deixando os rapazes a sua espera no estúdio. Era Allana, querendo falar com a prima, que estava na faculdade. Pediu para que dissessem à prima que retornasse sua ligação.
– Seu recado será dado – ele respondeu.
– Diga que preciso falar urgentemente com ela – ela completou.
Logo se despediram e ele colocou o telefone no gancho, voltando ao encontro dos amigos, que prontamente questionaram quem era ao telefone. Enquanto isso, acorda em seu quarto, com os raios do sol entrando pelas frestas da cortina. Levantou-se rapidamente indo até o banheiro fazer sua higiene matinal, pegou uma bermuda e uma camisa xadrez para vestir-se e, não demorou a encontrar-se com seus amigos, desejando bom dia até mesmo a Maria, no meio do caminho.
Passado o assunto das flores de para ), os rapazes estavam concentrados escrevendo novas canções para o próximo disco. E, lá pelas nove e pouco Jeff une-se a trupe, que testavam ritmos em uma canção.

NA NEW YORK UNIVERSITY

As meninas já haviam tido as duas primeiras aulas e acabam de retornar do intervalo. Estavam na mesma sala e a aula era de Administração. Quando o professor terminava a chamada, alguém bate na porta, que após um sinal do professor entrou na sala, ou melhor, apenas abriu a porta. Era o entregador da floricultura, dizendo que estava apenas realizando seu serviço e, que desta vez deveria entregar o buquê que tinha em mãos a uma aluna daquela turma.
– Pra quem seria? – questionou o professor em pé próximo à porta.
– É, o nome dela é... – respondeu, lendo o nome no cartão.
O professor fez sinal para que fosse receber as flores, para que ele pudesse dar sua aula. A mesma estava com um ponto de interrogação na cabeça, pois não tinha idéia de quem teria lhe enviado flores. Assim que pega das mãos do rapaz as flores, ele se desculpa e logo deixa o local.
Agora era a missão de descobrir quem havia mandado as flores. Mas graças ao senhor, havia um cartão. Por incrível que pareça, tanto o professor, quanto o restante da turma estavam ansiosos para saber a identidade do apaixonado.

Querida ,
Flores para alguém especial!
Espero que goste.
Beijos com carinho;
.


– E aí? Quem mandou as flores? – se fez de ansiosa.
– Seu irmão! Que fofo – a amiga respondeu.
– Tá vendo...
– O quê?
– Que ele gosta de você, ora!
– E eu dele... – ela completou com cara de apaixonada (ui, ui, ui, o amor é lindo).
Depois disso, a aula correu tranquila, enquanto escrevia um bilhete a sua amiga que estava na classe em sua frente. Cutucou-a estendendo a mão com o papel para que a amiga pegasse.

, quer mandar uma mensagem pro celular do agradecendo as flores?
To com o celular do ... ele disse que qualquer coisa a gente podia usar.
Beijo.
-x-
Posso mandar? Eu adoraria, e acho que ele ficaria feliz de receber uma mensagem. Beijo.

Depois de ler, pegou o celular que estava na bolsa e o entregou a com mais um bilhete que dizia:

O celular do está gravado na agenda!

pega o celular, procura na agenda o número de e escreve a mensagem, que após escrita, a mensagem é enviada e o celular entregue de volta a . De volta ao apartamento dos meninos, como eles haviam calculado, recém havia levantado e já passava quinze minutos das dez horas. Estavam todos em silêncio, após o mesmo dar bom dia, quando escutam um barulhinho: seria um sinal de que alguém havia recebido uma mensagem em seu celular?

, amei as flores e o cartão! Obrigada, lindo! Beijinhos, .

– Ahn? Flores? Cartão? Não estou entendendo nada – ele diz em voz alta, fazendo com que os outros se olhassem e engolissem saliva, tensos com o que viria a seguir.
– Você não encomendou flores na floricultura? – perguntou , na tentativa de ajudar o amigo a lembrar.
– Não que eu lembre! – com jeito pensativo, respondeu.
– Você esqueceu? – questionou na tentativa de fazer com que o amigo lembrasse de algo que ele realmente não pediu.
– Do quê? – retrucou.
– Que você pediu que eu mandasse flores para ela quando fosse levá-las à faculdade!
– Tinha?
– Sim! – Sorriu, tentando transmitir confiança ao amigo.
– Eu não lembro, mas obrigado! – ele tinha acreditado no que contara.
– De nada! – Ele deu um suspiro aliviado.
Enquanto isso, Maria estava na cozinha fazendo almoço, quando o telefone toca e é o primeiro a levantar-se para atender. Era Audree, a namorada de marcando um encontro com o mesmo no mesmo shopping em que teria um encontro com sua namorada.
– Então, nos encontramos na praça de alimentação para uma conversa – ela anunciou.
– Beleza. Até logo – ele respondeu e desligou o telefone em seguida.
A manhã havia passado bem rápido e, as meninas acabaram de sair da aula. Ligaram para que disse estar na faculdade em alguns minutos para buscá-las. E, como o mesmo disse, levou uns quinze minutos para estar em frente à universidade, ao encontro das meninas. Rapidamente, elas entraram no veículo e partiram, mas algo chamou atenção dele.
– E essas flores, ? – ele questionou, mostrando-se curioso.
– O mandou pra mim – ela sussurrou.
– Que legal da parte dele, né, ?
– É verdade! Meu irmão é muito fofo – a mesma confirmou, sorrindo.
Depois do assunto flores e ser fofo, ele perguntou como havia sido o primeiro dia, na universidade em Nova York. Faltava apenas um ano para que as amigas se formassem e, não tinham noção de tudo que aconteceria nesse tempo. Mas o feedback sobre o primeiro dia foi positivo, elas haviam gostado da turma e dos professores com quem tiveram aulas. Quando questionadas sobre novas amizades, lembraram das amigas que haviam encontrado em Montreal no fim de semana e combinaram de ligar para elas, para combinarem da janta que fariam.
Chegando ao edifício, lembrou-se do telefonema e avisou a que sua prima havia ligado e solicitou que ela retornasse a ligação quando pudesse.
– Que prima ligou? – quis saber, curiosa.
– A Nana – ele respondeu, enquanto estacionava a SUV na garagem.
– Nossa, faz tempo que não falo com ela! O que ela queria? – lembrou-se da última vez em que falara com a prima.
– Só disse que precisava falar urgente com você.
Entraram no apartamento, largou suas coisas no sofá e dirigiu-se ao telefone. Estava ansiosa com a ligação da prima e não descansaria enquanto não falasse com a mesma.
– Oi, mana! Oi, ! – cumprimentou as meninas logo que elas entraram.
– Oi, amore! – respondeu a irmã, com o telefone em um ouvido esperando que a prima a atendesse.
– Oi, ! Obrigado pelas flores, são lindas!
comentou ter ficado feliz, após o comentário de sobre as flores e, logo questionou as duas amigas sobre como havia sido o primeiro dia de aula em Nova York. deu a entender que havia gostado muito e a amiga concordou. Em seguida, pegou a agenda telefônica e tratou de procurar o telefona de sua prima Nana, que havia ligado pela manhã e falado com Pete. Aí, comenta que faz algum tempo que não fala com a prima.
– Eu também, por isso tô preocupada! – acrescenta.
Logo em seguida, depois de procurar o número, o encontra, disca rapidamente e não demora a ser atendida por alguém do outro lado da linha. A própria prima havia atendido o telefone e, após aquela sessão de cumprimentos básica das duas – de quanto tempo que não se falavam e estar morrendo de saudades – e, após Nana comentar que estava caminhando em direção ao telefone para ligar para , quando o mesmo tocou, desta vez.
– Eu confesso que fiquei preocupada quando o me disse que você tinha ligado e tinha dito que precisava falar urgente comigo. Aconteceu alguma coisa? – questionou com ar de preocupação na voz.
– Não precisa ficar preocupada, prima! Não aconteceu nada de grave. Eu só queria saber se posso ir te visitar essa semana! – Nana respondeu com toda calma do mundo.
– Claro que pode! Quer dizer, o apê é pequeno, mas acho que não tem problema, não é mano? – perguntou ao irmão, que estava ao seu lado.
– Claro que não – ele respondeu, olhando para algo que passava na televisão.
Enquanto conversava com Nana pelo telefone, os meninos continuavam no estúdio, com a porta aberta, conversando. E Maria, estava com o almoço praticamente pronto. No que fala sobre dormir no sofá para que a prima dormisse no quarto, logo grita: “não precisa você dormir no sofá!” Nana havia escutado o grito mas não conseguiu detectar quem o fez e, recebeu como resposta da prima que havia sido .
– Já entendi... – comentou Nana.
– Entendeu, o que, senhorita? – Mostrava seriedade na voz.
- Onde que ele quer que você durma, oras! – Nana completou.
Pouco depois, Nana comentou que veria com seus pais sobre o dia que iria a Nova York e pediu que ela avisasse para se organizarem e irem buscá-la no aeroporto. Nesse momento, é chamada para almoçar e ficam na promessa de se falarem em breve novamente. Assim que desligou o telefone, dirigiu-se até a sala das refeições e comentou com que Allana viria visitá-la essa semana, que não era nada grave como ela havia pensado, quando disse que a prima desejava falar com urgência.
Estavam todos sentados à mesa saboreando uma comidinha deliciosa feita por Maria, pouco conversavam enquanto comiam.
Passado alguns minutos, estavam todos reunidos na sala de estar, assistindo algo na tevê. Os meninos passam a tarde em função das músicas, escrevendo, debatendo, trocando idéias. E as meninas, passam a tarde conversando e, revezando entre a tevê e o aparelho de som.
Maria termina suas tarefas na cozinha, termina de organizar o apartamento vai embora lá pelas três e meia da tarde.


Capítulo 14

Já eram cinco horas da tarde, quando vai ao estúdio falar com os meninos, a fim de se informar que horas iriam ao shopping e, recebe como resposta de “um pouco antes das 18:00 a gente sai” com a aprovação de todos. Então, e ela resolveram que era hora de se arrumarem. Tomariam um banho rápido e trocariam de roupa. Não demorou a que as duas já tivessem se vestindo e os rapazes estavam terminando de se arrumar.
Como era verão, os rapazes vestiam bermudão e uma camiseta, bem confortável para um passeio no shopping, num dia com temperaturas super altas. Exceto e que vestiam calça jeans preta e jeans marinho, respectivamente. Já, as meninas, usava um short jeans e uma pólo azul e usava uma saia preta acima do joelho e uma pólo vermelha e, nos pés usavam All Star.
Quase seis horas da tarde e, estavam quase todos na sala, salvo por que ainda não dera sinal de vida, depois que fora se arrumar, mas logo levantou-se do sofá indo checar o porquê da demora do irmão.
– Posso entra?
– Pode! – ele grita do banheiro.
– Falta muito pra você terminar de se arrumar? – foi para em frente a porta do banheiro e olhou de cima a baixo.
– Eu não vou te deixar sair com essa roupa! – Estava meio bravo.
– Por que não?
– Essa saia está muito curta! – ele respondeu quase aos gritos.
– Ah, tá, lá vem você com suas crises! – ela retrucou.
– Não quero ver minha irmã sendo chamada de certas coisas... – Pensava nas palavras pelas quais poderiam chamá-la.
– Para! A saia não está curta! – gritou com o irmão.
Nesse meio tempo, todos ouviram a gritaria e resolveu checar o que estava acontecendo de perto. Chegando ao quarto do amigo, lhe disse que o irmão estava implicando com a sua roupa.
– Qual é o problema da roupa? – questionou sem perceber o comprimento da saia.
– Ele diz que a saia está muito curta! – ela respondeu.
– E como... – dizia, olhando-a.
– Quê?! – Já estava sem paciência.
– Nada... você está linda assim! – Para não complicar as coisas, ele fingiu que estava tudo bem.
– Está vendo, !
– Você que sabe... – o irmão disse, saindo do banheiro.
Cerca de quinze minutos depois, os dois apareceram juntos tirando suspiros dos demais que já não agüentavam mais esperar. Pegaram as chaves dos dois carros e, logo deixaram o apartamento, com e meio tensos. Após alguns minutos no trânsito de Nova York, naquele horário da tardinha, com todo mundo deixando o trabalho/escola/faculdade, chegaram ao Rockefeller Center. Deixaram os carros no próprio estacionamento do shopping, por sorte puderam deixar um ao lado do outro e, foram até o elevador que os levaria ao primeiro andar do shopping. Passeando por aqui e por ali, as meninas que ainda não haviam ido ao local, ficaram impressionadas com o tamanho do shopping. Era gigante. Entravam em uma loja, saiam de outra, faziam compras, perguntavam preços, olhavam vitrines e assim o tempo foi passando.
A última loja pela qual passaram vendia óculos escuros. Não é necessário dizer que todos deixaram a loja com óculos novos, não é mesmo? Ao deixarem a loja, disse que queria ir a praça de alimentação, pois estava com fome. Todos concordaram porque desde o almoço não haviam colocado mais nada no estômago.
No caminho até a praça de alimentação, no último andar do shopping, o celular de toca e,já sabendo quem era ele atendeu sem demonstração empolgação na voz.
– Alô?
– Oi, ! – ela respondeu.
– Você já está no shopping?
– Já. Onde você está? – Audree questionou.
– Indo pra praça de alimentação. E você? – Sabia que iria encontrá-la em poucos minutos.
– Na praça de alimentação.
– Ok. Vejo você daqui a pouco – e desligou o celular, não dando tempo para que ela acrescentasse alguma coisa.
Já na praça de alimentação, avista a mesa em que está sua até então namorada e, percebem que há mesas vazias na volta. Dirigiram-se até uma delas e, logo ele pronuncia-se:
– Mana, pega dinheiro aqui e vai ver o que você quer comer – diz, entregando dinheiro a irmã.
– Valeu, mano! – ela agradeceu.
, , e vão buscar algo pra comer, enquanto os demais ficavam guardando a mesa e ia conversar com Audree. Ela faz sinal para que ele se sente e, possam iniciar a conversa.
– Então, é um assunto bem delicado e não pensei que teria que falar isso pra você, mas... – ela iniciou, após uns segundos de silêncio que estavam incomodando.
– Fala logo, o que é? – Estava ansioso para saber do que se tratava.
– Esse fim de semana que vocês estiveram em Montreal, eu fui numa festa com uma amiga e...
– Já sei! Não precisa terminar de contar – ele disse, já levantando da cadeira.
– Sabe o quê?
– Que você quer terminar comigo! – Ele se controlou, mas queria no fundo gritar isso.
– É... – afirmou, com a cabeça baixa.
– Eu já imaginava... – disse, ainda olhando nos olhos dela.
– Eu só queria que a gente continuasse amigos... Pode ser?
– O tempo vai se encarregar de tudo, mas não espere que as coisas sejam tão boas quanto antes – ele afirmou, convicto de que talvez a amizade não fosse tão... boa.
– Tenho certeza que logo você vai achar alguém legal, que mereça estar com você e que te ame muito, como eu amei. – Audree demonstrava culpa pelo olhar e ele percebeu.
– Obrigado. Felicidades pra você! – Sorriu, deixando-a sozinha novamente.
– Obrigada – ela respondeu, mesmo se saber se ele ouviria.

retorna à outra mesa com o pessoal e como sua irmã o conhecia muito bem, mesmo depois de alguns anos sem se verem periodicamente, sabia que algo o deixara triste ou pelo menos incomodado. Seria o azar com as mulheres, as consequências da fama ou algo lhe dizia que sua alma gêmea ainda apareceria em sua vida?
Depois de todos questionarem o que havia acontecido, ele respondeu com tom de voz baixo, mas o suficiente para que todos ouvissem:
– Ela disse que quando estávamos em Montreal, ela saiu com uma amiga e acabou conhecendo outra pessoa... – disse, enquanto olhava a irmã sentada à sua frente.
– Não fica assim não, mano. Logo, logo você acha alguém que te mereça de verdade – disse, olhando pro .
– É verdade! A tem toda razão! – disse, olhando pra .
– Obrigado pela força, gente!
, e os meninos já haviam comprado algo pra comer e já estavam terminando, Ele, curioso, questionou o que ela estava comendo, pois a conversa havia deixado sem inspiração com o que iria comer.
– Um daqueles sanduíches do Subway. Quer? – ofereceu, já no finalzinho.
– Termina de comer o seu. Vou comprar um pra mim! – Assim como a irmã, era fã dos sanduíches do Subway.
Todos haviam terminado suas refeições, mas estavam ainda sentados à mesa, esperando pelo amigo. Minutos depois, ele havia terminado seu delicioso sanduíche e resolveram seguir passeando pelo shopping. Lá pelas oito e meia o celular de toca e, já achando que não veria sua até então namorada, olhou no visor de seu telefone e, confirmou de que era ela.
, você ainda está no shopping? – Antes mesmo de ele dizer algo, questionou, quase aos gritos.
– Já to indo embora, por quê? – ele respondeu na maior calma.
– Eu estou aqui na frente. Vem aqui? – Pediu já com o tom de voz quase normalizado.
– O que você quer comigo? – retrucou, um pouco nervoso.
– Quero falar com você! – e ele desligou o telefone sem dizer nada.
Ficaram por ali, passeando, enquanto ia encontrar-se com a até então namorada e andava devagar atrás dele, dividindo olhares com as vitrines das lojas da entrada do shopping e a pessoa com quem ele encontraria A conversa parecia civilizada, pelas observações de , mas logo isso mudou. Eles estariam brigando? Ele haveria dito que queria terminar e, ela retrucou um “Eu ainda te amo, ” que pode ouvir.
Ao que tudo indicava, ele estava mesmo terminando com ela, pois queria mesmo era ficar com a irmã de seu amigo e também colega de banda. Mas não queria aceitar e tentou a todo custo beijá-lo, fazendo com que a raiva e o ciúme corroessem por dentro e a fizesse correr shopping afora gritando para que o largasse, mas algo a impediu de chegar onde queria. A última coisa que lembra foi ter ouvido gritar.
– Cuidado! – ele gritou ao ver um carro vindo em alta velocidade, fazendo cair ao chão, desacordada.
automaticamente sai correndo para ver se ela ainda estava viva. Ajoelhado ao seu lado, tentava de todas as maneiras acordá-la e, conforme o tempo passava e ela não respondia, seus olhos ficavam cheios d’água. Ao mesmo tempo, na calçada, gritava “Ela morreu, meu querido!” e, ele revidava mandando-a calar-se.
Nisso muitas pessoas pararam para ver o que havia acontecido e para oferecer ajuda, enquanto os meninos e ainda estavam no shopping, mas não demorou a que vissem a movimentação no meio da rua e, fossem até o local averiguar. Quando saíam do shopping, deu falta pela irmã e, comentou tê-la visto olhando vitrines ali nas lojinhas da entrada e logo comentou que ela provavelmente deveria estar ali no meio da movimentação.

No meio da rua, a polícia estava ali no local trabalhando e não demorou a que a ambulância que fora chamada por alguém chegasse. Fizeram os primeiros socorros no local e logo foi levada a um hospital. , ao ver a irmã naquele estado, se culpou e sabia que estaria envolvida com isso, pela cara dela. Mesmo com o desespero, acabou indo na ambulância e os demais encontrar-se-iam no hospital. Depois de um teste do bafômetro ter sido feito com o motorista do automóvel, o prenderam, pois a taxa era muito mais alta que o permitido. Levaram-no à delegacia para que todo o procedimento padrão fosse feito. Dois policiais iriam até o hospital depois.

Assim que a ambulância parou em frente ao hospital, levaram com urgência para a sala de cirurgia, precisavam ser rápidos, pois a batida havia sido extremamente forte e ela já havia perdido muito sangue. Enquanto médicos e enfermeiro a atendiam, estava no corredor extremamente nervoso, andando de um lado para o outro, com tudo que havia acontecido sem saber no que pensar. Teria algo a ver com isso? Por que diabos ela estava rindo e dizendo que havia morrido? Quando deu um longo suspiro, e o restante da turma entravam pela porta e vinham em sua direção. Ele, como irmão dela, estava tão nervoso quanto e os demais. Havia muito medo em perdê-la. Perder uma amiga, uma irmã, o amor da sua vida. Estavam todos apreensivos, esperando por notícias.
, me conta direito essa história. Por que que a saiu correndo? – perguntou , querendo entender o que havia acontecido.
– Eu tinha ido falar com a e ela tinha dito que ia ficar cuidando. Então, enlouqueceu quando disse que não queria mais nada com ela, me beijou a força, a viu e saiu correndo. Nisso vinha um carro em alta velocidade e...
– Já entendi. Será que a tem algo a ver com o carro?
– Não sei. O que me interessa agora é a se salvar dessa – respondeu, nervoso.
– Verdade! Se minha irmã não sobreviver...
– Nem pensa numa coisa dessas, ! A é forte, ela vai se salva dessa – disse , ainda chorosa.

Cerca de duas horas depois, o médico que havia atendido se dirigiu até o corredor, onde estava e perguntou sobre quem estava acompanhando a jovem e, todos disseram serem acompanhantes dela. foi mais rápido e perguntou como estava a irmã.
– A cirurgia ocorreu bem, ela agora está no quarto repousando – disse o médico.
Com isso, todos respiraram aliviados e, ao mesmo tempo ansiavam por vê-la.
– Podemos vê-la? – quase ajoelha-se para o médico, queria muito vê-la.
Após a confirmação do médico e o pedido para que ela não realize muito esforço, pois precisa descansar, todos entraram aos poucos, de dois em dois e trocaram algumas palavras. Antes de o médico seguir seu rumo, naquele hospital, agradece por ter salvado a vida de sua irmã.
– Por nada! Só fiz o meu trabalho – respondeu o médico com um sorriso nos lábios, feliz por ter cumprido seu objetivo de salvar vidas.
e entraram primeiro, como combinado, no quarto número vinte e dois, naquele corredor, à direita deles. estava meio adormecida, mas acabou acordando quando sentiu o barulho da porta se abrindo. Assim que eles entraram, ela pediu que fossem próximo à ela e o irmão perguntou como estava se sentindo.
– Graças a Deus, bem, apesar das dores – ela respondeu, tentando sorrir, mas qualquer movimento a fazia sentir dores.
Trocaram algumas palavras com ela, afirmando ainda suas vontades para que ela possa voltar pra casa o quanto antes, e ela questionou sobre o paradeiro do restante da turma, ouvindo do irmão um “estão todos esperando para te ver”. logo lembrou que o médico pedira para que não ficassem todos juntos no quarto, deixando tristonha, mas como sempre fizera as vontades da irmã, pediu ao amigo que deixassem o quarto por uns instantes para que ela pudesse ver os garotos e a amiga. Os dois deixaram o ambiente e aos poucos o restante o do pessoal ia entrando para ver e trocar algumas palavras.
Quando foi a vez de ver sua amiga, que entrou no quarto juntamente com , comentou que a amiga seria forte e sairia bem dessa. Elas se conheciam muito bem, mesmo nunca tendo passado por situações tão fortes como essa antes.
Enquanto o pessoal visitava no quarto, o médico retornou ao corredor à procura do irmão de sua paciente, para uma conversa, que o deixou nervoso. Algo grave poderia ter acontecido com sua irmã? Acabou que foi junto.

– Fiquem de olho nela, meninos! Ela não pode forçar. – Pediu antes de seguirem até a sala do médico. Os dois sentam-se em duas cadeiras em frente à mesa do doutor, que toma seu assento logo depois. estava bastante apreensivo, achava que a irmã iria pra casa logo e que tudo ficaria bem, mas parece que as coisas não eram assim. Pelo menos não seriam agora.
– Ela precisa ficar dois dias em observação. Se tudo correr bem nesses dias, ela receberá alta – falava pacientemente aos dois.
Em seguida, questionou se alguém poderia ficar com ela e o médico afirmou que apenas uma pessoa poderia. Então, combinaram que cada dia, ficaria um deles acompanhando-a.
– E quanto ao estado dela, ela perdeu algum movimento? – questionou , sabendo que o médico não chamara apenas para dizer que ela teria que ficar dois dias em observação
– Então, ela vai ter que fazer algumas sessões de fisioterapia. Não se preocupe, ela está bem e se recuperará logo desse incidente – comentou o médico.
– Está bem, doutor – acrescentou , um pouco mais aliviado, mas ainda nervoso com essa história de fisioterapia.
– A fisioterapia pode ser feita aqui no hospital mesmo. É só ir à recepção e marcar horário – acrescentou o médico.
ainda questionou sobre quando ela deveria iniciar o tratamento e o doutor disse que esperassem esses dois dias em que ela ficaria de observação para depois avaliarem melhor, até quantas sessões ela deveria fazer. Não demorou muito a que os dois deixassem a sala do médico, depois de um agradecimento por ter salvado a vida. De volta ao quarto número vinte e dois, , e encontram-se conversando com , quando e pediram para falar com ela, então os dois amigos deixaram o quarto, dizendo um até logo para a amiga.
Enquanto os amigos estavam no quarto conversando com , fez um pequeno comentário sobre a cara dos dois quando passaram por eles, estavam os dois estranhos e ela não era a única que havia notado isso.
– Eu percebi. O que será que o médico falou?! – disse e todos ficaram ainda mais apreensivos.


Capítulo 15

Enquanto isso, no quarto, e se aproximam da cama em que estava deitada, e a mesma questiona sobre o que o médico havia dito. Estava curiosa quanto a seu estado de saúde, mesmo sabendo que estava sentindo-se bem.


– Ele disse que você vai ter que ficar dois dias aqui de observação. - disse o irmão da paciente.

Ela bufou. E pediu que ela tivesse paciência, pois dois dias passariam super rápido. completou dizendo que a irmã faria algumas sessões de fisioterapia, deixando-a preocupada, mas logo ele tratou de dizer que ela estava bem. Apenas faria poucas sessões para certificarem-se de que não haveria nenhum problema futuramente causado por esse acidente.


– Entendi. Se é assim, tudo bem. E eu vou fica sozinha no hospital esses dois dias?- ela questionou.
– Claro que não! Dormirei com você hoje, e amanhã o vem pra cá. Pode ser?
– Tudo bem, desde que eu não fique sozinha... - respondeu sorrindo.
– Eu só preciso de uma roupa pra trocar amanhã. - ele pediu ao amigo que prontamente se prontificou de trazê-las no dia seguinte, pela manhã.


Em seguida, questiona sobre como ficaria a faculdade e se compromete a falar com a coordenação no dia seguinte, quando fosse levar .


No corredor:
– O que aconteceu? - perguntou ao ver o amigo na porta do quarto.
– Depois eu falo pra vocês. , a quer falar com você. - recebeu como resposta de .


Assim que adentrou ao quarto e dirigiu-se para perto da amiga, explicou sobre a situação da irmã e a mesma pediu à amiga que falasse com os professores, mesmo sabendo que a diretoria o faria.


– Claro, ! Eu faço isso pra você.
– Obrigado, amiga! Sabia que podia conta com você. - respondeu com um sorriso de agradecimento.


Logo, o médico apareceu para ver sua paciente. comentou que ficaria essa noite com ela e o médico solicitou que a deixassem descansar.


– Qualquer coisa que precisar, a recepção funciona 24hs e eles me chamam se precisar. Eu moro próximo, então em poucos minutos estou aqui, caso precisem. - acrescentou o médico.

– Obrigado, doutor. - respondeu .

, e os meninos deixaram o hospital com destino ao apartamento. Precisavam descansar, assim como . Mas antes de se retirar do quarto, se despediu de sua amada.


– Boa noite, . - depositando um beijo em sua testa após proferir tais palavras.
– Boa noite, amor. - ela respondeu, com uma troca de olhares e seu irmão fez cara de quem não havia gostado, mas como a irmã estava naquele estado, deixou passar.


Não demorou muito até que adormecesse e ficando sem ter com quem conversar, acaba no mesmo estado em que sua irmã: os dois dormiam feito anjos.


Muito depois, no apartamento, começou o interrogatório sobre o estado de . Estavam todos apreensivos.


– Pierre, por que você e o estavam com umas caras estranhas, a hora que voltavam da sala do médico?- questionou .
– É, você disse que ia nos contar. - e acrescentou.
– Não é nada demais. Só porque a vai ficar uns dois dias de observação e além disso vai ter que fazer sessões de fisioterapia. - respondeu jogando-se no sofá.
– Por que fisioterapia?- preocupou-se .
– Ela perdeu os movimentos?- preocupado número 2, .
– Não, graças a Deus! Mas o médico disse que é bom fazer. - suspirou aliviado.

No dia seguinte, e se encontraram na cozinha para tomar café e parecia bastante cansado, ainda abatido com o acidente. Logo, tentou acalmá-lo, dizendo que a amiga voltaria para casa em pouco tempo e que tudo ficaria bem. Minutos depois, os dois deixaram o apartamento, com destino a faculdade. Já na chegada ao local, encontraram Rah e Leh, as amigas de , que perguntaram pela amiga ao darem falta dela.


– Cadê a ?- questionou Leh.
– Uma longa história. - respondeu sem ânimo, lembrando daquele momento.
, você quer que eu vá com você na coordenação?
– Não precisa, . Eu venho te buscar no final da aula e vamos ao hospital. Ok?


se despediu das meninas e foi em direção a diretoria comunicar sobre , enquanto contava as meninas o que havia acontecido com a amiga.

foi para sua sala e, enquanto Leh e Rah seguiram para a sua. E se encontrariam no intervalo.


estava na sala da coordenadora do curso de Administração, explicando todo o ocorrido para Carolina. A mesma questionou sobre o estado de Catherine. comentou sobre a operação feita ainda ontem e disse que passava bem.


– Que bom. Como estamos nos primeiros dias de aula, não haverá problema. Eu estarei comunicando os professores sobre o caso dela. E assim que ela melhorar, ela pega a matéria com algum colega. - comentou Carolina.
– Isso não será problema. A mora junto com a gente. Ela e a são muito amigas. - acrescentou entre um sorriso.


agradeceu e se despediu de Carolina, antes de deixar a sala. Já em casa, deitado no sofá, assistindo qualquer coisa na televisão, acabou pegando no sono, pois não havia dormido muito bem durante a noite. Acordou com o telefone tocando e levantou-se correndo para atender no susto. Era sua prima, Thelminha, para saber sobre , pois já haviam passado a notícia na televisão e estava nos jornais de Boston, onde ela morava.


Já passava das 9hs, quando toca o interfone: era Maria, a senhora que cuida deles e do apartamento, desde que se mudaram para Nova York. Era uma segunda mãe para eles.


Quando Maria entrou, estranhou somente estava acordado e levou um susto quando o mesmo mencionou que estava no hospital com a irmã.


com hospital com a irmã?!
– É, você não viu jornal?- ele perguntou.
– Não, o que aconteceu?- perguntou ainda em choque.
– Uma longa história... Mas a está bem, graças a Deus. - ele falou aliviado.

Maria ficou tranquila por saber que estava bem e pode ir aliviada cumprir seu trabalho diário.

Enquanto isso na faculdade, na sala da Hotelaria, Lunna escrevia uma bilhetinho para a colega , perguntando por que não havia ido e recebe como resposta um “No intervalo eu te explico”.


Alguns minutos se passaram e o intervalo na faculdade chegou. Lunna esperou que todos deixassem a sala em direção ao pátio, onde se reuniam nesse horário, e dirigiu-se até a colega. As duas tomaram assento e contou tudo que havia acontecido no shopping.

Rah e Leh encontraram as duas amigas na sala das mesmas e entre as quatro combinaram de ir ao hospital depois da aula. Passaram o resto do intervalo jogando conversa fora.


Enquanto esperava até que a irmã acordasse, seu celular tocou e o mesmo atendeu prontamente, vendo no visor de quem se tratava: era . , que questionou sobre sua amada, se já havia acordado e se havia passado bem a noite.

, o irmão da acidentada, respondeu que ela ainda dormia e que havia dormido a noite toda como um anjo. Haviam-lhe dado remédios para dor que a fizeram dormir.

Num outro momento da conversa, questionou sobre a faculdade e comentou que já havia falado com a coordenadora. ainda comentou estar cheio de repórteres em frente ao hospital e comentou sobre a notícia ter saído até em um jornal de Boston, cidade próxima a Nova York.


– Xi... E eu ainda não liguei pra mamãe. Ela deve estar em ataques! - acrescentou .
– Eu vou pegar a na faculdade perto do meio dia e depois vou para aí. - disse antes de se despedirem e desligarem o telefone.

Não demorou até que acordou, sendo importunada com a perguntar “Como você está se sentindo?” Disse ao irmão que se sentia melhor, deixando-o feliz com um sorriso no rosto.

Já era onze da manhã. Ela havia dormido bastante. Precisava descansar depois do acidente.


– Você já falou com a mamãe?- ela perguntou séria.
– Ainda não. Mas ela deve estar louca querendo falar com a gente!- exclamou o irmão procurando o celular da mãe em sua agenda telefônica.
– Por quê?- curiosa como sempre
– A notícia saiu no jornal! A prima do , que mora em Boston, já ficou sabendo por um jornal de lá. - ele comentou enquanto ouvia o som do ‘chamando’ no telefone.


Sra atendeu aflita, pois estava nervosa com o que ouvia e via na televisão sobre filha. Chorava de tanto nervosismo e tentou acalmá-la dizendo que estava bem, mas ela só se acalmou realmente depois que ouviu da própria filha que se sentia melhor.


– Oi, minha filha. Como você está?- questionou a mãe.
– Estou bem, mãe. Não se preocupa. Amanhã eu já saio do hospital. - a filha tentando acalmar a mãe nervosa.
– Que bom! Assim que der eu e seu pai vamos te ver. - comentou um pouco aliviada.
– Está bem, mãe. Diz pro papai que mandei beijos. - se despediu da mãe e passou o telefone de volta para o irmão.

Sra. pediu que o filho a mantivesse informada de tudo que acontecer com sua irmã e ele prometeu que quando retornassem para casa lhe contariam tudo que ocorreu.

Ela se despediu pedindo que o filho cuide da irmã e ele disse que já estava fazendo isso.


Capítulo 16

No apartamento dos meninos, avisa Maria que estava indo buscar na faculdade e de lá iriam ao hospital ver . Ela questionou se eles voltariam para almoçar e o mesmo respondeu que não, comeriam algo por lá. Ainda acrescentou que se precisasse de algo o número do celular estava marcado na agenda.

Na faculdade, já dava o último sinal. Horário de ir pra casa, ou seja, lá pra onde cada um fosse. Rah, e Leh encontraram-se no saguão e, logo as viu, fazendo sinal para que fossem até ele.Má questionou se iriam ao hospital ver agora e depois de uma resposta positiva vinda dele, perguntou se as meninas poderiam ir junto.

- Claro que podem! – ele exclamou.

Então os quatro seguiram até o estacionamento onde ele deixara o carro. E de lá partiram para o hospital. Ele ainda comentou sobre a conversa com a coordenadora, no caminho, e disse que passaria toda a matéria para a amiga sem problema algum.

Alguns minutos depois, entravam pela porta principal do hospital e iam em direção ao quarto da paciente. Estranharam quando encontraram no corredor, mas ficaram aliviados quando viram que o médico estava examinando a paciente e que estava tudo bem. Apenas mais um dia internada em observação e ela poderia voltar pra casa.

– Eu estava examinando ela, se ela passar bem o dia, amanhã de manhã ela tem alta. Depois conversamos sobre a fisioterapia – comentou o médico, antes de deixar o quarto para atender outros pacientes.

– Ok, doutor. Tem visita pra você, mana – ele comentou.
– Quem? – , muito curiosa, questionou.

Primeiro, entraram Rah e Leh e, antes mesmo que falasse algo, elas disseram que marcariam a janta para quando ela estivesse bem. Poderiam fazê-la no fim de semana, quando a prima de estaria na cidade ou em outro momento.

– Você vai ter alta quando? – perguntou Leh.
– O médico disse que amanhã, provavelmente – disse , entusiasmada.
– Que bom! – Rah ficou feliz em ver o entusiasmo da amiga.
– É, porque não aguento mais fica nessa cama... – acrescentou .
– Deve ser muito chato... – comentou Leh.

As duas não ficaram muito tempo conversando com a amiga, pois tinham outros compromissos. Apenas queriam ver a amiga e saber como ela estava após o acidente. Despediram-se e, rapidamente deixaram o local a fim de cumprir com os objetivos o dia.

Logo, entregou a roupa que havia trazido a e, ele foi até o banheiro tomar um banho e trocar-se. Enquanto isso, e ficam conversando sobre o que iriam comer e quando, mas decidem esperar que retornasse, o que não demoraria a acontecer.

Em certo momento, chama pelos dois do quarto – eles estavam no corredor, ainda – e vai até ela, vendo que ela aparentava estar melhor, mas ela mesma disse que algo poderia fazer com que ela se sentisse melhor ainda. Prontamente ele atendeu ao pedido dela, aproximando seu rosto ao dela e, beijando-a suavemente. Precisavam sentir um ao outro. E o beijo, era um dos melhores jeitos, pois proporcionava-lhes sensações ótimas, até estrelinhas no estômago.Logo depois do beijo, uma troca de olhares e um beijo na ponta do nariz dela, que a fez fechar os olhos para curtir melhor aquele momento, questionou quem dormiria com ela e, ficou super feliz quando ele disse que seria a vez dele passar a noite ao lado dela.

retorna e, o convida para irem comer alguma coisa enquanto cuida de sua amada. Eles acabam indo ao restaurante que está ao lado do hospital, mas antes pede que tragam algo para ele comer, pois também não havia almoçado ainda.

Em seguida que os dois deixaram o local, o celular de toca e ao ver no visor encontrou o nome de seu amigo , atendendo rapidamente a ligação. perguntou se ele se encontrava no hospital e comentou que iriam para lá dentro de alguns minutos. Também perguntou pela acidentada e comentou:

– Está bem. De acordo com o médico, amanhã de manhã ela deve ter alta – disse, confiante.
– Opa! Que bom. Vou pedir pra Maria deixa um bolo de chocolate pronto. O que você acha? – sugeriu .
– Claro! Ela adora. – adorou a ideia.
– Beleza. Agora de tarde a gente dá um pulo aí, então. Só vamos almoçar e esperar a Maria terminar o trabalho – comentou .

Antes de desligarem, pediu que avisasse que a prima Nana havia ligado e ligaria para o celular de .

curiosa como sempre, quis saber quem era. E, ficou feliz de saber que os amigos a visitariam no hospital e de que a prima ligaria novamente.

atendeu a ligação em seu celular, já imaginando que seria a prima de sua amada. E era mesmo ela. Trocaram algumas palavras sobre a notícia ter saído em jornais e, ele logo passou o telefone para que ficou animada por poder falar com sua prima, que estava super preocupada.

disse que quando estivesse melhor, lhe contaria tudo sobre o acidente. Ainda falaram sobre quando Nana iria visitá-la e a mesma respondeu:

– Ah, sim, saio de Montreal na sexta de tardezinha. Meu vôo é às dezoito. – Nana disse, empolgada com a viagem.
– Ótimo! No máximo oito horas você ta aqui – respondeu, feliz.
– Aham! Estou louca pra te ver... – retrucou Nana.
– Eu também. Vou ver com os meninos pra ir te buscar no aeroporto, porque eu não sei se vou poder. Mas não se preocupa que alguém vai te buscar – comentou a prima.

Não demorou a se despedirem e ficarem na ansiedade pelo encontro de sexta. Assim que desligaram o telefone, uma enfermeira passou para deixar a refeição da paciente. Sopa de Legumes. Não era a refeição preferida, mas sabemos que em hospital a comida não é o forte. Ele ajudou para que a cama ficasse com o encosto levantado, parecendo uma “poltrona” e enquanto ele dava colheradas de sopa para sua amada, eles iam conversando sobre a vinda da prima Nana.

Logo depois, e retornaram do restaurante com o que havia pedido. contou que Nana havia ligado e que viria sexta no vôo das 18 horas.

lembrou-se de que uma menina havia questionado-a porque não havia ido a aula e, a mesma menina havia ficado de vir ao hospital.

– Opa!! Mas a gente nem conhece ela direito – comentou .
– Pois é... ótima oportunidade, não? – comentou a amiga.
– Verdade... pode nascer uma amizade aí... – Sorriu.
– É. Mas eu continuo sendo a melhor amiga, viu, dona ?
– Claro! Não fique com ciúmes, por favor.

No apartamento dos meninos, Maria já estava pronta para voltar a sua casa e ter um pouco de descanso depois de mais um dia de trabalho e, os rapazes estavam ansiosos para verem no hospital. Pegaram o bolo de chocolate feito por Maria especialmente para a paciente e, todos juntos deixaram o apê.

– Até manhã, meninos! Mandem beijos pra por mim – disse Maria, pouco antes de deixar o prédio.

No hospital, , e estavam no quarto com , conversando já que a mesma se encontrava entediada, quando ela ouviu vozes que pareciam conhecidas.

– E aí, são eles? – questiona a amiga que havia saído do quarto para checar de quem se tratava.
– São sim! – ela respondeu, sorrindo, sendo cumprimentada pelos rapazes.

– Oi, ! – foi o primeiro a cumprimentá-la.
– Oi, meninos! – ela respondeu.
– Oi! – disseram os outros três.
– O que é isso que você tem aí, ? – perguntou baixinho.
– Bolo de chocolate – ele sussurrou.

Logo depois, parece que alguém ouviu sobre o bolo e retrucou:

– Eu amo bolo de chocolate! – sorriu ao dizer.
– A gente já sabe... – ao entrar no quarto.
– Por isso, a gente... – entrando no quarto.
– Trouxe um pra você! – entrando no quarto.
– Hã?! Eu entendi direito? – quis tirar suas dúvidas.
– Entendeu, sim! – entra no quarto com o bolo em mãos.
– Por isso eu amo vocês! Todos! Sem exceção! – exclamou feliz.
– Quem disse que você pode comer? – o irmão retrucou.
– Ai, mano... por favor... deixa, vai... Deixa? Diz que sim, por favor! Sim?
– Tudo bem,eu deixo – ele respondeu, deixando-a feliz.

Ela deixou para comer o bolo depois, pois havia almoçado havia pouco e estava sem fome.

Os rapazes fizeram comentários sobre como ela parecia melhor e estavam todos ansiosos para vê-la em casa novamente. Mais uma noite no hospital e ela voltaria ao lar, mesmo que ela tivesse que ficar uns dias de repouso em casa antes de voltar a rotinha.

Estavam com a televisão ligada no quarto, em um volume baixo, mas possível de escutar o que passava e ficaram em alerta quando ouviram o som das últimas notícias. Aumentaram o volume e ficaram atentos ao que viria:

– Notícias sobre o caso da jovem que foi atropelada ontem à noite em frente ao Rockefeller Center. É com você, Roberto!
– Estamos aqui, na Central de Polícia, com o Delegado Eduardo que está comandando as investigações do caso. Quais são as novidades sobre o caso, delegado? – questionou Roberto.
– O motorista do automóvel já depôs. Ele está com prisão temporária, até finalizarmos as investigações. De acordo com ele, tem mais uma pessoa envolvida no caso. Estamos tentando encontrar essa pessoa para saber sobre sua participação – respondeu o delegado.
– E a polícia já sabe quando vai ter um parecer final sobre o caso?
– Estamos fazendo todo o possível para que no máximo em uma semana isso esteja concluído.
– Obrigado, delegado. Voltamos aos estúdios.

abaixa o volume da TV. Todos estavam curiosos sobre quem seria o mandante do crime. Teria algo a ver com o acidente? Teria tudo isso sido planejado? Perguntas como essas pairavam no ar, mas o importante disso é que estava viva e logo voltaria a sua rotina normalmente, mesmo tendo algumas sessões de fisioterapia a serem feitas.

Às 16h30 aproximadamente, uma colega da faculdade chega ao hospital para saber notícias de . Ela pergunta na recepção o número do quarto onde a paciente estava e alguém indica em que direção ela deveria ir. Logo, ela estava em frente à porta que indicava o número dito pela moça na recepção.

, nesse instante, vê uma sombra na porta e resolve checar quem estava ali. Após um cumprimento rápido, Lunna entra no quarto deixando feliz quando a viu. Os meninos deixam o quarto por uns minutos para que as duas pudessem conversar um pouco.

estava muito melhor hoje. E, pelo visto, estaria melhor ainda depois dessa visita inesperada.

As duas estiveram conversando. Lunna comentou sobre a notícia ter saído em vários jornais e canais de televisão e acrescentou que a todo momento entrava a saía repórter do hospital. Emendando a conversa, ela comenta que deixará o hospital no dia seguinte pela manhã e que ficará uns dias ainda em casa, além de falar sobre a fisioterapia.

Lunna fez uma visita de médico. Tinha que ir embora. Os compromissos a chamavam. Mas com certeza ficou feliz com a visita, mesmo tendo sido rápida.

– Obrigada por vir. A gente se fala depois quando voltar pra faculdade.
– Claro, . Logo nos veremos novamente. Se cuida – disse Lunna, deixando o quarto e se despedindo dos garotos e de com acenos.

Depois que os meninos e retornam ao quarto da paciente, ela resolve que era hora de comer bolo e comenta:

– Achei que você tinha esquecido... – disse, sério.
– Imagina... – ela responde entre risos.

Conseguiram uma faca para cortar o bolo e uns guardanapinhos e era hora de só ouvir sons do tipo “hmm”, pois o bolo estava delicioso.

Enquanto saboreavam o bolo, comentou que quando o médico desse alta para , pela manhã, ele ligaria para que fossem buscá-los, já que hoje ele dormiria com ela no hospital.

– Aí a gente já vê com o médico sobre a fisioterapia – acrescentou .
– Nem me lembra disso... – retrucou ao irmão.
– Ow, , não fica triste não. Logo, logo você estará fazendo tudo como antes. – Jeff tentou deixá-la tranquila sobre a questão da fisio.
– É verdade. É só ter paciência – e concordou.

Já passava das 22h20, quando os rapazes junto de se despediram do casalzinho – e – e voltaram para casa a fim de descansarem. Ela agradeceu pelo bolo de chocolate, seu preferido e respondeu:

– De nada, ! Amanhã a gente vem te buscar.
– Beleza. Descansem! – ela retrucou.
– Você também! – desejou .
– Você vem com a gente, ? – questionou .
– Sim. Tchau, bebê, boa noite! Até amanhã, – despediu-se da irmã e depois do amigo.
– Até manhã, galera! – exclamou .
– Até manhã, mano! Tchau meninos!

Continua...

N/A: Desculpem a demora na atualização. Reescrever uma fic não é fácil quando se tem que trabalhar e estudar. O tempo que sobre não é muito. Ainda me restam muitas págs do Word pra escrever até vocês ficarem sabendo como a história termina. Espero que continuem curtindo, quem gosta de ler I Believe in a thing called Love.Kisses!@MeetYouThereCa_ (twitter, se quiserem falar comigo!)

I’m Addicted to you [Simple Plan - finalizadas]
What if I wanted to break? [Simple Plan - finalizadas]
Truly Madly Deeply [Simple Plan - finalizada]
Catch in a bad romance (song) [Restrita / Finalizada]
Minha Inesquecível Viagem de Férias [restrita - finalizada]
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My Unforgetable Night [Simple Plan - Finalizadas]
Can you feel the Love tonight? (Outros - Finalizada)
Let’s Go to the Candy Shop? (Simple Plan – finalizada) – Dá pra ler com qualquer guy de qualquer banda!






Nota da Beta: Comentem. Não demora, faz a autora feliz e evita possíveis sequestros - só um toque. Qualquer erro encontrado nesta fanfiction é meu. Por favor, me avise por email ou Twitter. Obrigada. Amy Moore xx