Life Without Borders – O início da Gossip Girl Autora:Bia Guimarães Beta-Reader:Amy Moore
Capítulo Um
- , querida, você vai se atrasar! – Minha mãe alertou.
- Já estou indo. – Eu sabia que estava atrasada, quero dizer... Muito atrasada.
Estava terminando de colocar uma calça jeans, minha preferida, que era perfeita para me dar confiança para enfrentar o temido primeiro dia de aula na nova escola. Eu acabara de me mudar para Nova York e estava muito feliz, tirando o fato de que eu demoraria a ver minhas amigas de Los Angeles, onde morava anteriormente. Minha mãe tinha voltado da lua de mel há poucos dias com Patrick, seu novo marido, que morava em Nova York, no Upper East Side, em Manhattan, o que fez com que viéssemos morar com ele.
Eu tinha ouvido falar muito bem do Constance Billard, onde iria estudar, e esse seria meu primeiro dia de aula. Falaram-me dos caras lindos até os telescópios de alta tecnologia.
Com uma expressão animada, terminei de me vestir e fui dar uma olhada pela janela. A vista era muito linda, principalmente por conta da neve... Tinha me esquecido do sobre-tudo. Abri meu guarda-roupa à procura de um sobre-tudo decente. Parei por alguns segundos e fiquei observando a quantidade de jaquetas e sobretudos sob a minha vista. “É isso que dá ter uma mãe estilista”, pensei.
Optei por um que além de me deixar confortável iria deixar minha mãe feliz. Um amarelo, que apesar de chamativo, me fazia lembrar momentos esplêndidos.
Terminei realmente de me vestir e dei a ultima olhada no espelho, uma mania minha. Eu estava... bonita ao extremo. Meus sedosos e brilhosos cabelos davam um toque maior ao meu visual, e as Ankle Boots, me deixavam com uma silhueta mais alta.
Apressadamente fui em direção a sala de estar. Logo me deparei com minha mãe e Patrick, sentados na magnífica mesa.
- ! – Ela balbuciou.
Eu sorri para ela, afinal, eu estava usando o sobretudo de sua atual coleção.
- Você está usando um de meus modelitos!
- Lindo, não? – perguntei.
- Você está linda. – Intrometeu-se Patrick.
- Bom dia, Patrick, e obrigada. – Cumprimentei e agradeci.
Ele deu um de seus melhores sorrisos.
- Filha, o Jack está esperando-te lá embaixo.
- Sim, Sra. James . – Ela adorava quando eu a chamava pelo nome novo. “James” de Patrick James.
Como eu já tinha tomado café da manhã, logo após acordar, só faltava pegar minha bolsa. Corri para o meu novo quarto e decidi usar uma bolsa da mesma merca que o meu sobre-tudo, . Coloquei tudo que iria precisar e fui em direção a porta. Acenei para Patrick e em seguida para minha mãe, que sorriu ao ver a bolsa. Abri a porta com um só pensamento: “não se preocupe, vai dar tudo certo na nova escola”.
Capítulo Dois
Jack estava mesmo me esperando lá embaixo. Olhei para ele e acenei. Ele era bem bonito, e não era velho, muito pelo contrário, ele era bem novo. “O suficiente para mim”, pensei enquanto acenava, e ficava bem jovial no uniforme de chofer.
Quando cheguei perto o bastante para ele me ouvir, o saudei:
- Olá, Jack.
- Olá, Srtª. - falou e abriu a porta do carro, esperando eu entrar para fechá-la de novo.
Os vidros eram muito escuros e me impossibilitavam olhar a cidade.
Só percebi que chegamos ao Constance Billard quando o carro parou e Jack novamente abriu a porta.
- Boa sorte, Srtª. . – Desejou-me.
- Sinto que a sorte está ao meu lado – falei de um jeito gracioso.
Comecei a olhar em volta. Os meninos e meninas saindo dos carros. O clima de reencontro era estonteante, enquanto se abraçavam, e em alguns casos se beijavam, e em poucos casos praticamente se engoliam. As roupas pareciam que tinham saído diretamente de desfiles de semanas de moda.
Comecei a subir as escadas que acabavam na entrada, estava meio perdida, sem saber para onde ir, mas também fascinada com toda a energia positiva.
Quando perto da entrada, escutei uma voz se direcionando a mim, uma voz calorosa e misteriosa.
- Você está perdida? – perguntou.
- Não, quer dizer... Eu só não tenho o mapa do colégio, e... – Ele me interrompeu.
- Você é novata e esqueceu de pegar o mapa?
- Confesso que sim. – Dei meu melhor sorriso maroto.
- Qual a sua primeira aula? – perguntou-me.
- Hum... Acho que artes – eu disse, tentando me lembrar.
- Coincidência ou destino? A minha também é artes – disse em um tom sedutor.
- E então, você vai me acompanhar? – Eu deduzi, flertiva.
- Não, você que vai me acompanhar – ele disse, se mostrando charmoso.
Eu sorri maliciosamente e soltei um “tudo bem” fraco.
O acompanhei e pude ver os olhares tanto para mim quanto para ele.
Ele passou a mão pelos meus ombros devagar, podendo recuar se eu o interferisse, o que não aconteceu, e disse:
- Aliás, eu sou Chuck Bass.
- , prazer.
- Igualmente. ? – perguntou, pensativo.
- Sim.
- Francês?
- Acertou, de novo.
Ele sorriu maliciosamente, e continuamos a caminhada em direção a sala de artes, ele ainda com os braços sobre meus ombros.
Capítulo Três
- Sr. Bass?
- Sim? – Chuck desviou o olhar de mim e olhou para o professor de artes.
- Você poderia nos apresentar a aluna novata que tanto conversa?
Chuck sorriu e olhando para mim novamente, disse:
O professor de Artes assentiu.
- Senhorita...? – perguntou, olhando em minha direção.
Respirei fundo.
- . .
- Hum... Fale-nos um pouco sobre você.
Eu dei um sorriso desconfortável e depois me apresentei.
- Eu acabei de me mudar para Nova York, morava antes em Los Angeles e estudava no High School Yaet.
- Ótimo! Pessoal, vamos começar? Que tal uma pintura?
- Que tal ficarmos sem fazer nada por enquanto que você lê VOGUE? – perguntou uma menina, olhando na direção do professor ao desviar o olhar do seu Blackberry.
Ela era muito bonita, seus cabelos eram brilhantes e a pele era tão macia quanto... A minha pele. Ela usava um vestido curto com uma meia calça e um sobretudo rosa.
- Srtª. Waldorf! – ele disse, com um meio sorriso falso. – Que prazer tê-la como minha aluna novamente.
- Pena que eu não posso dizer o mesmo – disse em um tom choroso, debochando.
O professor deu mais um sorriso falso e continuou a aula.
Quando ouvimos o primeiro toque, o professor saiu da sala.
Chuck veio em minha direção e disse:
- Venha, vou lhe apresentar meus amigos.
Fomos andando até o fim da sala, que era muito grande, e paramos em frente a um grupo pequeno de meninas e meninos. Eram quatro; o primeiro era notável pela sua beleza, em seguida tinha uma loira escultural, que estava meio encostada na menina que no início da aula debochara do professor, e por último estava um menino, que olhou para mim desde a hora que cheguei perto deles, igualmente bonito, como o primeiro.
Chuck começou as apresentações.
- Nate Archibald, Serena Van Der Woodsen, Blair Waldorf e Liam Court.
Acenei para todos na medida em que ele dizia os nomes.
- Essa é minha mais nova amiga, .
Blair logo se espantou.
- , de ?
- Sim, ela é minha mãe.
- Eu adoro as bolsas dela, e os sapatos são incríveis. Ela trabalhou com minha mãe durante uma coleção de um ano atrás... – Foi interrompida pelo segundo toque, que segundo Chuck, era o toque para mudarmos de sala.
Blair fez uma careta agradável e pegou a bolsa.
- Vamos conosco! Qual a sua próxima aula?
- Teatro – falei, dando uma olhada no meu novo horário.
- A minha também – falou, e em seguida me puxou para onde Serena e Chuck estavam, perto da porta.
- A sua também? – perguntei a Chuck.
- Não.
- Ah... Então até mais.
- Até breve – ele disse, usando o tom charmoso e em seguida dando um sorriso malicioso.
Me despedi dos outros meninos, Nate e Liam, que ainda olhava para mim, e fui atrás de Blair. “Vou gostar mesmo desse colégio” pensei, sorrindo.
Capítulo Quatro
Durante a aula de teatro, eu Blair e Serena aproveitamos para nos conhecer.
Eu contei um pouco sobre mim, e elas contaram um pouco sobre elas.
- Nós somos melhores amigas desde a infância – contou Blair, olhando para Serena.
- Minha mãe se casou e eu tive que vir morar aqui, mas Los Angeles é maravilhosa.
- Você tinha namorado em LA? – perguntou Serena, com um sorriso extremamente malicioso.
- Sim, mas nós meio que terminamos. Ele viaja muito e eu vim morar aqui, então combinamos que de vez em quando vamos relembrar os velhos tempos.
- Viaja muito? – perguntou Blair, curiosa.
- Sim. Ele é ator, vocês devem conhecer... .
- Sério? – Eu confirmei, assentindo. – Eu adoro os trabalhos dele – disse Serena.
- Que tal um dia eu apresentar ele a vocês? Ele iria adorar.
Elas sorriram demonstrando que gostaram da ideia.
- , você gostaria de ir a nossa festa de pijama? – perguntou Blair, olhando em minha direção. – S, tem algum problema convidá-la?
- De modo algum – disse Serena.
- Toda segunda-feira, eu e S fazemos uma festa de pijama para comemorar nossa amizade, e tem tudo; de filmes a meninos.
- Eu adoraria – eu disse, animada.
- Você já conheceu quem irá. Chuck, Nate, e Liam. Eles vão passar lá, mas não vão dormir, a não ser que... deixa pra lá – disse Blair.
- Hum... Qual o lance com os meninos? – perguntei, sorrindo.
- Ela é quase “namorada” do Nate – disse, fazendo as aspas com a mão.
- Eu não sou namorada dele, a gente só se diverte de vez em quando, mas você também, Serena Van der Woodsen, que fica se agarrando com o Chuck, o Liam, o Josh, o David... Quer mais?
- Dá para parar? Eu já sei do meu currículo.
Depois da aula de artes, nós só andamos juntas. Não sabia exatamente o porquê até a aula de língua espanhola, que não era junta nem com Blair nem com Serena.
Uma menina mais nova, loira, chegou perto de mim e disse:
- Como você fez para ficar amiga delas?
Dei um sorriso desconfortável, dando a ideia que não estava entendendo o que ela estava falando.
- Queen B? Blair e Serena?
Não soube responder.
- Praticamente todos na escola tentam ser amigo deles: Serena, Blair, Chuck, Liam e Nate. E você é novata e já se tornou amiga deles.
Eu sorri para ela.
- Ah... tinha esquecido. Meu nome é Jenny Humphrey.
- .
- Ah... Tchau.
- Tchau.
Ela saiu da sala e eu comecei a rir de seu comentário.
Capítulo Cinco
O dia todo foi ótimo, e depois que o horário escolar acabou, fomos fazer compras. Nada melhor do que uma boa avenida para deixar o dia maravilhoso. Quem foi nos buscar na escola foi Jack, porque o motorista de Blair tinha se atrasado. Em seguida, deixamos Serena em casa, e não era de se impressionar que ela moraria em um dos prédios de luxo do Upper East Side.
Em seguida, Blair foi guiando Jack para o seu apartamento, ela foi lhe dizendo rua por rua. Já que não podíamos ver pelo vidro fumê.
Quando o carro parou e a porta foi aberta, eu repreendi Jack.
- Jack, era para deixar a Blair primeiro.
- Mas segundo as ruas que ela disse, o prédio que ela mora também é esse.
- Você também mora aqui? – perguntou Blair.
- Sim, no vigésimo andar.
- E eu no vigésimo primeiro – ela disse, alegre.
Nós começamos a gargalhar.
- Coincidência ou destino? – perguntei, ainda gargalhando e me lembrando da primeira conversa com Chuck.
- “Destino é para manés”.
- Então foi pura coincidência.
- Sim, pura – ela disse e em seguida demos tchau a Jack e entramos no prédio.
Nós andamos até o elevador, eu apertei no vigésimo e ela no vigésimo primeiro.
Quando chegou no vigésimo e o elevador se abriu, ela me lembrou:
- Hoje na minha casa às oito, festa de pijama. E você só precisa subir um andar.
- É - eu disse, rindo.
- Tchau, Blair. Até mais tarde – eu disse, saindo do elevador.
- ?! – Ela chamou minha atenção.
- Sim?
- Que tal você me chamar de B?
- Seria ótimo, B.
Ela sorriu e deu um tchau animado.
Abri a porta do apartamento, que era um por andar, e me deparei com minha mãe revisando os rascunhos da sua nova coleção.
- ! Como foi no colégio?
- Foi ótimo. O colégio é extraordinário.
- Que bom que você gostou. – Tirou os olhos dos rascunhos para me olhar. – Você fez compras! – disse, olhando para as sacolas que eu segurava.
- Sim, fui com umas... – Qual termo deveria usar? Colegas? Conhecidas?... - Amigas.
- Ah, filha... – Fez uma cara de desapontamento. – Queria ser a primeira a mostrar-lhe as avenidas.
Eu sorri para ela. Era mesmo a cara dela. Compradora compulsiva.
- Você aguenta mais umas horinhas de compras hoje? – ela me perguntou.
- Sim. Vou fingir que não conheci nada. Mas... mãe?
- Sim, querida?
- Eu tenho uma festa do pijama para ir hoje à noite.
- Uma festa? Tão cedo?
- Sim, conheci umas amigas bem legais. Hoje eu vou dormir na casa da minha amiga Blair Waldorf. Filha da Eleonor Waldorf.
- Ah... Eleonor. Bons os tempos que nós fazíamos coleções juntas.
- E vocês podem voltar a fazer. Ela mora aqui em cima, no vigésimo primeiro.
- Ah, ótimo. Tive uma ideia, que tal você convidar suas amigas para ir ás compras conosco? Nós não vamos demorar muito, voltaremos antes da sua festa.
- Brilhante ideia, mamãe – falei e fui correndo ligar para B e Serena.
Blair não pôde ir, pois tinha que fazer algo, que não me disse, e S - Serena me pediu para chamá-la assim enquanto estávamos no provador da Chanel - foi conosco.
Capítulo seis
S aproveitou e já ficou na minha casa. Nós estávamos sentadas na minha cama, quando meu celular tocou.
- Alô.
- Oi, , é a Blair. – Eu sorri com o modo que ela me chamou.
- Oi, B – falei, já me acostumando com o apelido.
- Eu tenho uma surpresa para vocês.
- Surpresa? – perguntei.
- Aham – disse, em um tom bem misterioso.
Afastei um pouco o celular do ouvido e disse para S.
- Ela disse que tem uma surpresa!
- Bem típico dela. – Serena comentou, rindo.
- B? – Coloquei o celular no ouvido de novo.
- Vocês vão adorar, quer dizer, eu adorei.
- Tá, nos vemos às oito da noite, mas porque você não pode vir aqui agora?
- Já disse que estou cuidando da surpresa.
- Tudo bem. Tchau, beijo.
- Até de noite – ela disse e desligou.
- Blair, sempre queen B. – Serena disse demonstrando carinho.
- Qual o lance dela com o Nate? – perguntei, esbanjando curiosidade.
- Ela está apaixonada por ele, e ele... Eu vou lhe contar, mas você tem de prometer que não vai pensar em dizer isso a ela.
- Prometo – falei.
- Ele vai pedir ela em namoro hoje.
- Sério? – perguntei, animada.
- Sim, ele sendo meu melhor amigo, me conta tudo.
Nós continuamos a conversar. Na hora de arrumar a bolsa, eu fiquei em dúvida com que roupa usar, afinal, era uma festa de pijama. S disse que não era uma festa de pijama normal, era uma festa de pijama estilo Blair.
Nós colocamos vestidos curtos e quando paramos em frente ao espelho – S tinha a mesma mania que eu. – Eu não sabia quem estava mais bonita, porque, modéstia à parte, se eu não estava uma deusa, estava bem perto disso, e Serena, estava magnífica, fabulosa, fantástica... Todos os melhores adjetivos possíveis.
Minha mãe adorou nossos vestidos; fez mil elogios.
Quando terminamos de nos arrumar, fomos nos despedir da minha mãe.
- Tchau, tia – disse S, dando um abraço em minha mãe.
- Tchau, querida. Espero que possamos fazer compras juntas novamente.
- Com certeza – ela disse, sorrindo.
- Mãe, qualquer coisa é só ligar; estaremos a um andar acima.
Ela assentiu.
- Tchau, mãe, te amo.E manda um beijo pra Patrick.
- Tchau, meu amor. Ah... Já estava esquecendo, o ligou.
Eu sorri ao pensar: "ele já está com saudades?"
- Tá, mãe. Amanhã eu ligo pra ele.
Fui atrás de Serena, que já me esperava no elevador.
Capítulo sete
Ao chegarmos no apartamento de B, logo nos deparamos com a surpresa: a prima dela, Naomi Clark Waldorf, que morava em Bevilly Hills, estava a visitando e iria passar uns dias com ela. Ela era linda, cabelos loiros e cacheados, e estava com o mesmo estilo de roupa que nós, inclusive B, que estava com um vestido preto lindo.
Nós ficamos tomando Martinis – não muito, porque não queríamos ficar bêbadas – e esperando os meninos. No quarto de B, tinha uma sacola para cada uma, com produtos da Chanel, de maquiagem, cremes e perfumes, e na mesa de jantar, estava um buffet bem jovem. A mãe e o pai de B estavam em Paris. Portanto, só havia nós e os convidados a chegarem.
A campainha tocou, e B pediu que eu atendesse, porque os empregados estavam dispensados, e ela estava arrumando o buffet.
Quando abri a porta, fiquei surpresa. Além de Chuck, Nate e Liam, ainda haviam mais algumas pessoas.
"Essa definitivamente não é uma festa de pijama normal", pensei.
- Olá, meninos! – eu disse.
- Olá, , você foi convidada? – perguntou Nate, surpreso, me deixando constrangida.
- Nate, Nate, Nate, não se trata uma dama assim, não seja indelicado – Chuck falou, sem tirar os olhos de minhas pernas.
- Desculpe-me, não quis ser indelicado, é porque elas geralmente só convidam os mais íntimos.
- E quem disse que ela não é intima? – perguntou Naomi, vindo em nossa direção.
- Naomi! – disseram ao mesmo tempo.
- Olá, lindos! Quanto tempo.
Comecei a amar a Naomi, pois ela me tirou de uma péssima situação.
- Vamos todos entrando, porque vocês sabem que só podem ficar até as onze – ela disse.
Os meninos estavam encantados com ela. "Alguma coisa ela já fez", eu pensei, sorrindo maliciosamente sem perceber.
Todos entraram e começaram a se espalhar. Além dos meninos que eu já conhecia, ainda tinham duas morenas altas, e uma loira um pouco mais baixa que eu, que estava acompanhada de um moreno alto de olhos verdes.
Após todos entrarem, fechei a porta. Naomi entrou conversando com Nate e Liam. O jeito como eles olhavam para ela, não me deixou com nenhuma dúvida de que alguma coisa ela fez para encantá-los, e esse pensamento fez com que eu voltasse a sorrir com malícia, de novo sem perceber.
Chuck chegou mais perto de mim e sussurrou em meu ouvido "esse sorriso é por minha causa?", me constrangendo e fazendo eu tirar o sorriso imediatamente.
Ainda bem perto de mim, ele passou os braços pela minha cintura. As meninas já tinham me falado de Chuck, e como ele era, e eu já sabia lidar. Aproximei meu rosto com delicadeza perto do seu ouvido e sussurrei o arrepiando:
"Desculpe-me, Chuck, você não faz meu tipo." Depois rocei os lábios de leve em sua bochecha, com um jeito amigável. Na mesma hora, B me chamou. Dei um sorriso inocente para Chuck, e me direcionei para onde B estava, ainda rindo do rosto sem expressão dele.
- ! – ela disse, animada. – Quero que conheça alguns amigos, Laura e Nina - disse, apontando para as duas morenas. – Toni, e seu namorado, Justin.
- Olá – disse, sendo simpática. – Sou .
Eles acenaram e sorriram.
Após pedir licença, fui falar com Serena.
- S. – A interrompi enquanto conversava com Liam.
- Oi, . – Era a primeira vez que ela me chamava como Blair. – Estávamos falando de você –ela disse, carregando um sorriso malicioso.
- Hum... Bem ou mal? – perguntei, rindo.
- Bem, é claro – disse Liam, me fazendo corar.
- Liam estava a fim de lhe conhecer. – Ela foi direto ao ponto.
- Eu adoraria – eu disse, sorrindo. Aliás, ele era lindo.
- Ótimo, então vou deixar vocês conversarem, porque eu não sou vela – ela disse, meio que engolindo palavras.
- Serena – disse em um tom fraco, mais perto, para ela ouvir. – Você está bebendo o quê?
- Tudo. – Ah... que maravilha, isso explicava.
- Não acha melhor parar? – perguntei, sem querer me intrometer.
- Obrigada, amiga. – Ela me abraçou. – Obrigada por tentar cuidar de mim, mas eu estou bem – disse, rindo.
Bem não era a melhor palavra.
Ela se afastou de mim, e sussurrou em meu ouvido: "vai fundo, ele tem pegada" e saiu às gargalhadas.
Ele era muito legal. Cheguei a conclusão depois que conversamos. Eu estava prestes a ceder às investidas dele, quando Nate chamou a atenção de todos.
- Eu queria fazer um pedido a Blair Waldorf.
B. se levantou e foi em direção a ele, que estava no meio da sala.
- Quer namorar comigo? – perguntou, com uma caixinha na mão.
Capítulo oito
- Aceito sua proposta, Archibald – ela disse e em seguida o beijou.
- Que tal um presentinho de namoro? – Nate perguntou, entregando a caixinha na mão dela.
Ela abriu. Era um colar e imediatamente quis colocar. Quando ele colocou, ela deu outro beijo nele e começou a mostrar para todos, explodindo de felicidade.
Quando ela chegou perto, pude ver que era um colar de ouro com as iniciais deles. N e B.
Após o pedido de namoro, só faltavam meia hora para todos irem embora.
Foi aí que eu cedi às investidas de Liam.
Ele me beijava de um jeito caloroso e especial e os beijos ficavam urgentes e ferozes mais e mais.
Até o fim da festa, nós ficamos nos beijando. Quando deu onze horas, todos começaram a ir embora, por livre e espontânea vontade.
Nós nos arrumamos e deitamos na enorme cama de Blair. Eu, Serena, Blair e Naomi, respectivamente. E ficamos conversando sob a luz do abajur, menos S. que só escutava, por estar um pouco bêbada.
- Estou muito feliz – comentou B.
- Hum... Como não haveria de estar? – perguntou Naomi.
Ela sorriu.
- Ah... Vocês viram a se agarrando com o Liam? –perguntou Naomi em um tom brincalhão.
- Hum... Acho que agora só quem vai ficar solteira é a Serena – comentou B.
- Não, eu não quero nada sério. Hoje nós só ficamos –expliquei.
- Ah... mas ele é tão lindo – disse Naomi. – Se o Ethan não estivesse me esperando...
- O Ethan também é lindo e é seu namorado – disse B.
- Sim, ele é.
- Vamos dormir, pelo amor de Deus – disse Serena.
Nós começamos a rir.
- Tá, vamos. Mas S, com quem você vai ao baile? –perguntou B.
- Que baile? – Naomi se intrometeu.
- O baile de início de ano.
- É na quinta – falou S, pela segunda vez.
- Ah... que pena. Eu vou embora na quarta – disse Naomi, choramingando.
- Mas já? – perguntei.
- Sim, mas eu posso ajudar vocês a comprarem seus vestidos.
- Ótimo, iremos amanhã, então – disse B.
- Hum... Tive uma ideia. Que tal irmos para o baile com vestidos exclusivos por ? Minha mãe pode desenhar.
- Brilhante – disse B. – Pena que minha mãe não está aqui para ajudar.
- Então tá combinado. Amanhã compraremos bolsas e sapatos. –Disse Naomi.
- Tá – dissemos.
- S? Responda-me. Com quem você vai? – perguntou B.
- Eu iria ou com o Liam ou com o desagradável do Chuck –disse S. sonolenta –, mas acho que a vai querer ir com o Liam. Então só sobra o Chuck.
- Hum... – eu disse, tendo uma ideia. – ode levar um acompanhante que não seja da escola?
- Sim – respondeu S.
- Então já sei com quem eu vou – eu disse.
- Então eu vou com o Liam – ela disse.
- Com quem você vai? – perguntou Naomi a mim.
- hum... Não tenho certeza ainda. Amanhã eu falo.
- Podemos dormir agora? – perguntou S, já irritada.
- Boa noite. – Nós demos umas as outras.
Antes de desligar o abajur que estava ao meu lado, eu peguei meu Blackberry, e comecei a digitar uma mensagem.
E aí? Já tá com saudades? Beijo.
E enviei. Em pouquíssimos minutos o meu celular vibrou.
Hm... Não estou conseguindo dormir. Estou ocupado demais pensando em você.
Eu sorri ao ler, e respondi.
Que tal nos encontrarmos na quinta? Vai ter um baile do meu colégio, e eu gostaria que você viesse comigo.
A resposta chegou mais rápido que a primeira.
Faço qualquer coisa para te ver logo, te vejo na quinta de tarde. Beijo na boca. PS: eu ainda te amo. Tomara que eu ainda seja seu amado .
Eu senti um arrepio na nuca e mandei outra mensagem.
PS: Eu também. PS²: você é.
Coloquei o celular de volta no criado mudo, e desliguei o abajur.
Capítulo nove
Pela manhã, o despertador tocou e nós nos levantamos depressa; a única que ficou dormindo foi Naomi, enquanto nós nos arrumávamos para ir ao colégio. Eu coloquei uma meia calça de bolinha preta bem delicada, com uma saia que eu comprara com minha mãe e S quando fomos às compras; terminei de vestir uma blusa de rendinha, e uma das minhas botas prediletas. Serena vestiu uma calça preta, com uma blusa preta um pouco aberta atrás, com uma jaqueta cor creme e uma linda sandália, que compramos com minha mãe. Blair pôs um vestidinho curto delicado de manga comprida cor bege, com uma bota de couro sem salto batendo no joelho.
- Vocês não precisam ir de uniforme? – perguntou Naomi, em um tom fraco.
- Não por enquanto. À partir da segunda semana –respondeu B.
- Ah... – Naomi disse e voltou para debaixo das cobertas.
Quando ficamos prontas, fomos comer algo. Sentamos à mesa que estava servido o café da manhã, e nos deliciamos com o enorme banquete. Quando terminamos, fomos escovar os dentes, e em seguida pegamos nossos sobretudos e nossas bolsas e descemos.
- Hoje nós vamos com Henri – disse B.
- Henri? – perguntei enquanto descíamos pelo elevador.
- Sim, o meu motorista particular.
O motorista de B. era como o meu, bonito. "Será que todos os choferes de NY são lindos assim?" Pensei, depois que entramos no carro.
Nós chegamos ao Constance e, ao sair do carro, percebi os olhares como no dia anterior. Só que tinha uma diferença... Estavam bem pior.
- Todos já devem estar sabendo do meu namoro com Nate – disse Blair baixinho.
- Com certeza – disse S, mexendo no celular. – Olha isso aqui.
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Olá, Upper East Siders!
Dizem que a nossa querida Queen B está de anel novo. Anel de compromisso. Isso só veremos no colégio. Será mesmo que N optou por um relacionamento sério? Ou o anel não quer dizer nada?
- Nós lemos o que estava escrito no blog, um blog chamado Gossip girl.
- Quem será que fez isso? – perguntei, desviando o olhar da tela do celular.
- Eu não sei quem fez, mas essa pessoa está falando de você também – respondeu S, me entregando o celular.
O que vocês acharam da novata? Ela surpreendeu a todos na escola começando a andar com B e S. O que será que ela fez? E aí, Upper East Side, qual a mágica da novata? Vamos tentar descobrir, porque a mágica é grande, já que logo que chegou já se engraçou com nossos queridos C e L. A novata não é tão santa quanto parece.
Você sabe que me ama,
Gossip Girl
- Como... Como... Como ela sabe disso? – perguntei, perplexa.
- Calma, – disse Blair. – Nós vamos descobrir quem é essa tal de Gossip girl.
- Tomara que sim, B.
Capitulo dez
Nós entramos no colégio e fomos seguidas por muitos olhares. Pelo resto do dia foi assim; as pessoas ficavam olhando e comentando. Ao sairmos, fomos fazer compras como era combinado. Naomi já estava dentro do carro de Blair. Nós compramos vários sapatos e bolsas. Depois fomos até a minha casa e ficamos com a minha mãe a tarde toda desenhando os nossos vestidos.
- Você ligou para o ? – perguntou mamãe, enquanto desenhava o vestido de Serena, sem desviar o olhar para o papel.
- Sim, ele vai vir me visitar na quinta, e vai comigo para o baile.
- Você vai para o baile da escola com ? – perguntou B, enquanto olhava uma revista com Naomi sentada no sofá.
- Sim.
- Que ótimo, querida – disse minha mãe.
- Serena, qual a cor que você vai querer? – mamãe perguntou, ainda concentrada no desenho.
- Hum... Que tal preto? – perguntou S.
- Ótimo. Preto não tem erro.
Quando minha mãe terminou de desenhar todos os nossos vestidos. Nós ficamos um tempo no meu quarto conversando. S estava na beira da cama mexendo no celular, Naomi estava comigo e com B sentada no sofá do meu quarto.
- Vocês tem de ver isso – disse S, nos entregando o celular.
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Nosso querido C está em ruínas, dizem que ele não foi á escola porque passou toda a noite bebendo e se fartando de mulheres. A cada dia que passa ele está mais parecido com o pai, e como diz o ditado, tal pai, tal filho.
- De quem ela está falando? – perguntei.
- Chuck! – disse B.
- Isso está passando do limite – disse Naomi, enquanto líamos.
Há uma carne nova no Uper East Side, a adorável prima da querida Queen B. Ela está se dando super bem com as amigas de B, e com os amigos também. Depois do ano novo, não existe um só garoto que não a quer por perto. Ela se demonstrou divertida enquanto se esfregava com a metade dos caras da festa, mas deve ser por isso que ela se dá bem com S; elas são do mesmo tipo de mulher. Vocês que se cuidem, meninas, pois algo me diz que seus namoros estão em perigo.
Você sabe que me ama,
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A perplexidade me tomou.
- Quem deve ser essa vadia? – perguntou Naomi, chocada. – Eu ainda não estava namorando o Ethan. Eu podia fazer o que quiser...
- Calma, Naomi. Isso é só uma fofoqueira idiota. Não vamos nos rebaixar ao seu nível. Nós somos a matéria. E se alguém quer mesmo saber de nós é porque nos dar valor. E nós merecemos – disse B, com um sorriso torto. – Isso é até bom por um lado, sabe?
- Eu não entendo – eu disse.
- É sim, porque com poucas horas, a Gossip girl já está famosa, e ao invés de sermos sua manchete e inimiga, podemos ser sua amiga. É um tipo de paparazzi virtual. E nós somos os famosos. Você pode perceber que ela só está falando da elite de Manhattan. Nós somos a elite. Qualquer pessoa se mataria por fazer parte. E ela deixa bem claro que nós fazemos.
Comecei a entender o pensamento de Blair. E era totalmente verdade, talvez não fosse tão ruim.
- Vamos? – disse B.
- Vamos – respondeu Naomi.
- Meninas, qualquer coisa nós estaremos lá em cima fazendo massagem. A massagista está disponível para vocês também.
- Não, eu tenho mesmo que ir para casa – respondeu S.
- Tá, nos vemos amanhã então – disse Blair, dando um abraço em mim e em seguida em Serena.
- Até amanhã, lindas – disse Naomi.
Elas saíram e só sobrou eu e Serena.
- Vou ligar para o meu motorista – ela disse.
- Não. Não precisa. Eu te levo.
Nós pegamos nossas bolsas, e saímos do meu quarto.
- Para onde vocês vão? – perguntou mamãe.
- Nós vamos deixar a Serena. Volto em uma hora.
- Volte logo, o Patrick trará uns amigos para jantar.
Assenti e em seguida fui para o elevador. Quando nós entramos no carro, eu perguntei a S:
- O Chuck tem problemas com o pai? – perguntei, curiosa.
- Ele é Chuck Bass, tem problemas com todos.
- Mas ele mora na casa dos pais?
- A mãe dele morreu, e o pai é dono do New York Palace Hotel, mas os dois não são muito próximos. Chuck mora na cobertura, sozinho.
- Ah...
Depois que deixamos S em seu prédio, eu perguntei a Jack:
- Você sabe onde é o New York Palace Hotel?
- Sim.
- É para lá que vamos agora.
Capítulo Onze
Depois que o carro parou, pedi a Jack que me esperasse lá embaixo.
Não pedi informação na recepção, a que S tinha me dado já era bastante.
Enquanto estava no elevador, comecei a refletir sobre o que tinha pensado no carro.
Eu realmente não vi Chuck no colégio hoje, e pelo que eu soube dele, aquela historia da Gossip Girl podia ser mesmo verdade. Senti pena de Chuck; ele foi muito receptivo comigo no primeiro dia escolar. “Ele estava com segunda intenções”, pensei.
Não foi difícil achar o apartamento de Chuck, por só ter uma cobertura. Apertei a campainha, mas ninguém abriu.
Na hora decidi me atrever a entrar. A porta estava aberta. Abri a porta, entrei de fininho e me deparei com Chuck deitado no chão da sala só de cueca.
Dei uma olhada para ver se tinha mais alguém no apartamento. Estava vazio. Tentei acordar Chuck, logo sentindo o fedor do álcool. O arrastei para o sofá, que para minha sorte era baixo, ele ficava falando algumas coisas estranhas impossíveis de se traduzir. “O que fazer agora?” Pensei alto.
Peguei um copo que estava em cima da bancada e cheirei. Whisky. Ainda com o copo na mão, fui em direção ao banheiro, passei com rapidez água no copo e enchi. Peguei uma toalha de rosto e voltei para a sala.
Comecei a molhar a toalha com a água do copo e passar no rosto de Chuck para ele acordar. Com um tempo ele foi despertando.
- Você? – perguntou.
- Depois eu te explico. – Desconversei. – O que diabos você fez de noite?
- Nada de anormal – respondeu, fechando os olhos.
- Eu estou aqui para ajudar você. Mas eu não sei o que fazer para curar isso. Eu nunca fiquei tão bêbada assim. Que tal você me dar uma dica?
- Eu não estou bêbado! – disse, tentando se levantar, sem obter sucesso.
- Está vendo? Você mal consegue se levantar.
- Na geladeira, tem um suco... – ele disse, com o rosto franzido. Parecendo que estava sentindo dor de cabeça.
Não esperei ele terminar e fui para a cozinha. Abri a geladeira, que só tinha mais e mais bebida. Achei uma jarra de suco, a única que tinha, e coloquei em um copo. Levei para ele.
- Obrigado – ele disse, enquanto tomava o suco.
Quando ele terminou, disse que ia tomar um banho.
- Não quer vir comigo? – perguntou.
- Chuck! – Eu o reprimi.
Ele deu aquela risadinha dele e foi para o quarto. Eu fiquei esperando na sala. Quando ele saiu do banho, só estava com uma toalha enrolada na cintura.
- Chuck, que tal você se vestir? – eu disse.
- Tá bom – disse, voltando para o quarto, entediado.
Em segundos ele já estava na sala de novo. Vestido.
- Eu pensei que você tinha dito que eu não fazia o seu tipo – ele disse, brincando, com um sorriso malicioso.
- E não faz, mas não é por isso que nós não podemos ser amigos.
Ele rolou os olhos.
- Ótimo. Então você pode começar me dizendo como você veio parar aqui – ele disse.
Eu comecei explicando a historia da Gossip Girl, e em seguida porque eu estava ali.
- Eu estou aqui porque eu gosto de você, como amigo. –Dei ênfase à última palavra.
- Vai ser ótimo ter uma amiga – ele disse.
- Tá, mas agora eu tenho quer ir.
- Você é uma pessoa boa, – ele disse, de um modo engraçado.
- Eu já tenho apelido? – perguntei, rindo.
- Amigos têm de ter apelidos.
- Tá, Bass – eu disse.
Ele riu. Depois, saí de seu apartamento.
Enquanto andava em direção ao carro, esbarrei em um cara. Nate.
- Ah... Oi – ele disse.
- Oi.
- Você estava no apartamento de Chuck? – perguntou, curioso.
- Sim.
- Vocês estão...? – perguntou.
- Não. Eu só sou amiga dele. Só amiga.
- Ah... Estranho. Chuck não tem amigas; ele sempre tem segundas intenções com elas.
- Agora ele tem – eu disse. – Desculpe, tenho que ir.
Acenei para ele e entrei no carro antes que Jack saísse para abrir a porta.
- Para casa, Jack – eu disse.
Chegando em casa, fui tomar um bom banho demorado e em seguida fui jantar com minha mãe e Patrick. Mas quando cheguei à sala, além de mamãe e Patrick ainda tinham mais três pessoas. Uma delas eu reconheci.
Capítulo Doze
- ! Esses são Dan e Jenny Humphrey. Eles são filhos de Rufus, que é um amigo antigo de Patrick.
- Olá – eu disse, acenando para os dois.
O primeiro tinha a aparência bonita, um tanto sexy. A segunda eu já conhecia, quando veio perguntar na aula de Língua Espanhola o que eu tinha feito para ficar amiga de Blair e Serena.
- Oi – eu disse, particularmente para a menina loira.
- Ah... Vocês duas já se conhecem? – Patrick perguntou.
- Mais ou menos – respondi.
- Querida, que tal você fazer sala para eles enquanto o jantar não é servido?
- Ótimo.
Jenny tagarelava sobre toda sua vida, contando sobre um pouco de tudo. Dan ficou calado, só escutando. Eu já estava cansada, e resolvi perguntar a ela se ela queria ver meu guarda-roupa, porque ela já estava há tempos falando que queria ser estilista...
Quando chegamos ao meu quarto, fiquei sentada com Dan no sofá e ela ficou abrindo porta por porta. Olhando cada detalhe.
- Desculpe. Ela é assim mesmo – disse Dan, pela primeira vez.
- Não tem nada não. E aí, você estuda onde? – perguntei.
- Eu? Eu estudo no mesmo colégio que você e na mesma sala de Artes, Biologia e Química.
- Ah... Eu nunca vi você – eu disse, desconfortável.
Ele sorriu.
- Não se preocupe; já estou acostumado.
- Não, eu me preocupo sim, não sei como eu deixei de reparar você.
- As meninas só reparam nos mais bonitos hoje em dia e esquecem os mais inteligentes.
- Outro motivo para eu reparar em você – falei, deixando-o surpreso. Aliás, eu estava entediada. Precisava de uma boa diversão.
Eu fiquei o xavecando por um bom tempo enquanto ele não dizia nada.
Jenny ainda olhava meu guarda-roupa, maravilhada, sem poder escutar o que estávamos falando.
- Jenny! – chamou Rufus, na porta do quarto.
- Sim, papai?
- Você pode ir pegar meu celular que eu esqueci no carro?
- Sim – disse a ele e depois os dois saíram.
- Eu volto logo para terminar de ver – Jenny voltou e disse rapidamente.
Dan riu.
- Você é amiga da Serena Van der Woodsen, não é? –perguntou, quebrando o silêncio.
- Sou, por quê? Você tem uma queda por ela? – perguntei, me divertindo.
Ele arregalou os olhos.
- Não é difícil arrumar um cara que tenha uma queda pela Serena – expliquei.
- Ah... Mas... Você acha que eu tenho chance? –perguntou.
- Só se você fizer isso nela – disse e para a surpresa dele, rocei meus lábios nos dele.
No começo ele ficou surpreso.
- Você...? – perguntou, boquiaberto.
- Desencana, só mostrei como você deve fazer nela. –Mentalmente, eu estava tendo um ataque de risos.
Ele sorriu. E me surpreendeu.
- Eu acho que talvez você tivesse que me mostrar de novo.
Dessa vez eu fui em direção aos seus lábios lentamente, segurando na sua nuca.
Nós estávamos nos beijando quando alguém entrou no quarto.
- Jenny! – ele murmurou, separando sua boca da minha.
- Ops, desculpa.
- Sem problemas – eu disse, sorrindo.
Ela continuou a ver as roupas e Dan ficou com uma expressão indecifrável no rosto.
Nós fomos jantar e não nos falamos mais. Na hora de ele ir embora. eu disse baixinho para ninguém perceber:
- Você tem chances com ela.
- Obrigada – ele sussurrou.
Depois de me preparar para dormir, caí no sono.
De manhã Jack me levou para o Constance. Encontrei-me com Serena e Blair dentro do colégio. Nós estávamos conversando, quando Chuck veio em nossa direção.
- , eu queria falar com você.
Eu, Blair e Serena trocamos olhares.
Eu respondi que tudo bem e saí ao lado dele.
- Eu só queria agradecer de novo. E dizer para você se sentir lisonjeada por ser a única que eu não vou ser um canalha.
- Já estou me sentindo – brinquei.
- Sério, você foi demais ontem – disse, rindo.
- Chuck, tenho que ir. Depois nós conversamos.
- Abraço de amigo? – perguntou.
Eu respondi com um abraço e em seguida rocei os lábios em sua bochecha.
- No fundo, você também é uma boa pessoa, Chuck.
- Não diga isso perto de ninguém – ele falou, assustado.
- Não se preocupe; seu segredo está seguro comigo. Tchau, Mister Bass.
- Tchau, linda –disse, sorrindo, e pela primeira vez, um sorriso sincero.
Voltei para perto de B e S.
- Não precisa dizer... Nós já sabemos – disse S, me entregando o celular.
Flagras: Nossa mais nova querida fazendo uma visita para C. O que será que tá rolando? Veremos no baile se e C estão mesmo juntos.
Xoxo
Gossip girl.
- Isso só pode ser brincadeira – eu disse. – Será que ela vai colocar todos nossos passos nesse site idiota?
Blair e Serena ainda estavam caladas.
- Você está ficando com Chuck Bass? – perguntou Blair.
- Não. Ontem, depois que eu deixei S, fiquei pensando no que estava escrito nesse site idiota. Então eu decidi ir dar uma olhada, aliás, ele é Chuck Bass, ele não tem amigos além de Nate. Quando eu cheguei lá ele estava bêbado. Ele me pediu um suco, eu peguei na geladeira, e depois ele me agradeceu. Eu fui embora e só.
- Tá, mas cuidado com ele.
- Eu sei lidar com esse tipo de pessoa, B.
Ela sorriu.
- Ótimo. Vamos pra a aula, senão nós vamos nos atrasar.
Capítulo Treze
Durante a aula de química, uma das que eu fazia sem B e S, Dan veio falar comigo.
- Oi – ele disse.
- Oi – eu disse, lembrando o quão vadia eu fui na noite anterior. – Me desculpe por ontem.
Ele sorriu.
- Você está se desculpando por me beijar? – perguntou, brincando.
- Eu estava pensando... Serena ainda não tem ninguém para ir ao baile, que tal você convidá-la? – Menti.
- Eu vou viajar amanhã de manhã. Vou morar com a minha mãe por um ano.
- Ah... Boa viagem, então.
- Obrigado.
Depois do término do horário escolar, eu, B e S, fomos deixar Naomi no aeroporto.
- Tchau, Naomi! – dissemos, abraçando-a.
- Tchau, lindas, vou voltar o quanto antes.
- Vou sentir saudade! – eu disse.
- Eu também, –ela disse me abraçando novamente.
- Manda um beijo para a Jen – disse B, se referindo à irmã de Naomi.
Depois que deixamos ela no aeroporto, fomos para o hotel do pai de Chuck. Ficamos na cobertura dele por um bom tempo conversando com ele e Nate. Depois fomos para casa nos arrumar porque tínhamos combinado de jantar no restaurante do hotel.
Mais ou menos umas nove horas da noite, nós voltamos para o hotel. Sentamos numa mesa que Chuck tinha reservado. Éramos seis. Eu, Serena, Blair, Liam, Chuck e Nate.
Eu estava me sentindo à vontade com eles. Era como se fôssemos amigos há um bom tempo.
Minha amizade com Blair e Serena já era grande, e eu não estava me sentindo indiferente com Liam só porque tinha ficado com ele. Nate estava começando a conversar mais comigo, e Chuck estava me respeitando como não respeitava mais ninguém.
Eu definitivamente estava gostando de morar em NY.
A manhã escolar de quinta foi igual a todas as outras manhãs.
Estávamos saindo da escola quando eu vi um carro conhecido.
- B, eu já vou. O tá me esperando no carro.
- Ah... Então nos vemos às quatro? – Nós tínhamos marcado para ir pro salão.
- Sim – eu disse, dei um abraço nelas e fui andando para o carro.
Eu entrei no carro. Ele estava lindo como sempre. Eu o abracei e o beijei.
- Eu estava mesmo com saudades – ele disse.
- Tenho certeza – eu disse, sorrindo.
- Para onde você quer ir? – perguntou.
- Hum... Que tal irmos ao Central Park? – perguntei.
- , eu acho que não vai dar certo – ele disse.
Comecei a me lembrar das fãs neuróticas.
- Vamos para minha casa, então – eu disse.
- Ótimo, mas você tem que me guiar – ele disse, rindo.
Quando chegamos ao apartamento, mamãe abraçou .
- Quanto tempo, querido – ela disse. – Pena que Patrick está no trabalho.
- É, uma pena – ele disse.
Depois do almoço, nós ficamos no meu quarto assistindo filme e comendo pipoca. Ele estava do mesmo jeito, carinhoso, me dando pipoca na boca, alisando meu cabelo, enquanto eu estava deitada com a cabeça encostada em seu peito no sofá.
- Que horas você vai se arrumar? – ele perguntou.
- Às quatro horas.
- Hum... Já são três e vinte – ele disse, olhando no relógio.
- Ainda tenho quarenta minutos.
Ele sorriu e passou os braços em volta de mim, e eu segurei a sua nuca, beijando-o.
- Eu vou fazer um teste para um papel em um seriado –ele disse me beijando.
- Tenho certeza que você vai passar – eu disse, tirando a sua camisa.
- Que bom que você acha disso – ele disse, me levando para a cama.
#-#
Eu o deixei na cama, cochilando, e fui tomar um banho rápido.
Troquei-me e fui dar um último beijo nele.
- Que tal você colocar uma roupa? – perguntei.
- Com certeza; não quero correr o risco que sua mãe me veja.
- Eu vou para o salão com as meninas, você pode ficar aqui ou ir para o quarto que mamãe mandou preparar para você.
- Vou me trocar e depois vou descer para pegar minhas roupas no carro.
- Ótimo. Eu volto em mais ou menos duas horas; o baile só é às nove mesmo.
- Tá. Vou terminar de assistir esse filme super interessante.
- Hum... Como se você tivesse prestado atenção nele.
Capítulo Catorze
Eu fui para o apartamento de B e em seguida fomos para o salão de beleza. Encontramos com S lá. Nós fizemos penteados comuns. Serena fez um coque alto, meio desfiado e usou com um batom rosa bebê e um olho marcado. Blair fez um coque trançado e a maquiagem foi básica, e eu aproveitei para dar um corte nas pontas, e fiz um coque deixando algumas mechas do meu cabelo soltas. A minha maquiagem era igualmente básica como a de B.
Após sairmos do salão, fomos para uma loja da minha mãe, pegar os vestidos. Henri, o motorista de B, entrou na loja e saiu com nossos vestidos embrulhados dentro de caixas.
Eram três caixas.
Quando ele nos entregou, nós imediatamente abrimos.
Na minha caixa, tinha um bilhete. Atrás do bilhete, tinha a seguinte mensagem: Leia em voz alta.
Eu comecei a ler:
- Queridas, fiquei surpresa ao saber que vocês tinham depositado o dinheiro dos vestidos na conta da loja. Realmente não precisava. Os vestidos são presentes. E com o dinheiro de vocês, eu aluguei uma limusine maior do que a que vocês estavam pensando. Ela vai estar esperando vocês às nove e quinze na porta do prédio. Desejo uma ótima festa a todas. Assinado: .
- Que legal, agora, graças à mamãe, nós não iremos só chamar atenção, iremos chamar muita atenção – eu disse.
- Ah, não seja boba, , tia é um doce – disse Serena.
Eu sorri.
- O que vocês acharam do meu vestido? – perguntou B.
- Está magnífico – eu disse, olhando para ele.
O vestido era todo trabalhado de um azul turquesa, com um ombro só.
Em seguida S mostrou o dela que era igualmente lindo. Era um tubinho preto de renda.
O meu era um rosa curto, tomara-que-caia, trabalhado no busto.
Henri levou S para casa e em seguida nos levou.
Subi para o meu apartamento e me deparei com mamãe, Patrick e conversando na sala.
- Ah... Oi – eu disse, cobrindo meu rosto com meu blazer.
- Filha, está tão ruim assim?
- Engraçadinha. Vocês só vão ver na hora. E mamãe? Vai ser um ótimo show quando nós chegarmos ao baile do colégio numa limusine de celebridade – eu disse, enquanto ia para o meu quarto.
Quando cheguei no meu quarto, escutei risos.
Retirei o vestido da caixa enorme e vesti. Peguei um sapato que eu comprara com as meninas, e uma bolsa-carteira Marc Jacobs de corações.
Fui ver se minha maquiagem precisava de retoque. Passei um batom cor de boca, e gritei para ir se arrumar logo.
Quando olhei no relógio, ainda eram oito e meia. Sentei na cama, e comecei a ler uns emails pelo celular, com preguiça de entrar no computador.
Não tinham emails muito interessantes. Só alguns de amigas de LA, dizendo que iriam me visitar nas férias. O que me fez ter uma saudade repentina. Ainda com a internet do celular ativada, eu entrei em um site que nunca entrara antes. www.gossipgirl.net
No começo não tinha nada de interessante, mas passando o olhar novamente, tinha um que me interessei.
Nossa queridíssima T. terminou o relacionamento com J. Ele não está nada contente com isso. Está rolando uns boatos de que T. descobriu que J. se envolveu com drogas depois que ele a agrediu. O que foi um pouco engraçado, por que quem no Upper East Side não sabia disso? T. está precisando se informar um pouco mais.
T. e J.
Eu estava me recordando... Toni e Justin. Aqueles que estavam na casa de B na festa de pijama.
Até que a Gossip Girl não era tão ruim. Ela fazia as pessoas ficarem por dentro de tudo.
Quando olhei novamente para a hora, eram nove e dez.
Me levantei da cama, coloquei o celular na bolsa carteira, e saí do meu quarto em direção à sala. estava sentado no sofá de terno, me esperando.
Ele passou um minuto olhando para mim parado.
- Ótimo, vai ficar aí parado? – perguntei, já irritada.
Ele sorriu e veio em minha direção, beijando as costas da minha mão.
- Você está linda – elogiou-me.
Na mesma hora minha mãe apareceu na sala.
- Ah... Você está linda, querida.
- Obrigada, mãe.
- Vamos? – perguntei ao .
- Sim, minha linda.
Passei o braço pelo braço dele e saímos de casa.
Quando estávamos no elevador, meu celular vibrou. Uma mensagem.
Já estou aqui embaixo com o Liam.
Nate já subiu para pegar Blair.
Beijos, S. Não precisei responder a mensagem, porque o elevador logo se abriu.
Quando avistei Serena e Liam, pareciam um casal de deuses.
- S! Você está linda – eu disse.
- Você está maravilhosa – ela disse.
- Este é . Esta é Serena Van der Woodsen e Liam Court.
- Olá – disse S.
- Oi – disse , sem tirar os olhos dela.
Não era nenhuma novidade isso.
Deixei os três conversando e mandei uma mensagem para Chuck.
Chuck, Onde você está? . Meu celular vibrou.
Estou indo para aí agora, . Eu não queria chegar de limusine à sós com Toni. Fiquei perplexa.
Toni, que terminou o namoro hoje? A que o namorado se drogou e bateu nela? Meu celular vibrou novamente.
Essa mesma. Mandei uma última antes de ver B.
Você é louco, Mister Bass. Blair estava magnífica. E com Nate ao seu lado, ficava mais bonita ainda.
Eu apresentei para quem faltava, entramos na limusine e ficamos bebendo champanhe à espera de Chuck, que chegou com Toni à tiracolo. Depois que todos estavam no carro, fomos para o baile.
Capítulo Quinze
Ao chegarmos no baile, toda a atenção foi para nós, como previsto. Sentamos todos numa mesa. Eu, , que conversava animadamente com S, que estava ao lado de Liam, Blair, Nate, Chuck e Toni.
“Talvez eu devesse ter vindo com Liam mesmo”, pensei enquanto olhava entediada para e S.
Quando colocaram uma música um tanto divertida, Nate e Blair, Chuck e Toni foram dançar. Só sobraram nós quatro. Eu, , Serena e Liam.
Sendo sincera comigo mesma, cheguei a conclusão que eu não era nem namorada mesmo de , eu não precisava realmente ficar com ele aquela noite, e aquela tarde foi como tínhamos combinado, só para relembrar os velhos tempos. Para ser direta, eu chamei a atenção de e Serena.
- Que tal dois vocês irem dançar? – perguntei, animada. –Vocês estão se dando tão bem.
Era engraçado ver a cara de perplexidade deles.
olhou para mim profundamente.
- Eu não me importo, . Eu fui verdadeira quando disse que lhe amava pela mensagem, mas eu te amo. Você é um dos meus melhores amigos.
- Você quer dançar? – perguntou para S, que olhou para Liam.
- Sem problemas – disse Liam.
- Obrigada, – ela disse e em seguida foi dançar com .
- Legal o que você fez – disse Liam.
- Muito legal. Amanhã vai estar na Gossip Girl – eu disse, rindo.
- Você está linda, quer dançar?
- Ah... Achei que você nunca iria pedir – eu disse, me levantando.
Nós ficamos dançando por um longo período, até começar um tumulto no meio da pista de dança. Quando eu fui olhar, não me admirei.
Justin, ex-namorado de Toni, estava parecendo um louco tentando bater em Chuck, mas era impossibilitado por outros meninos.
Ele gritava todos os piores palavrões com Chuck, que gargalhava.
“Ótimo, vamos ter panqueca de Chuck.” Pensei.
Quando Justin conseguiu uma brecha, voou para cima de Chuck, dando-lhe um muro.
Chuck continuava a gargalhar.
- Liam, pelo amor de Deus, tira o Chuck dali.
Liam rapidamente segurou no braço de Chuck e o tirou daquele lugar, deixando alguns seguranças expulsarem Justin da festa.
Quando tudo começou a voltar ao normal e as pessoas começaram a dançar de novo, nem parecia que tinha acontecido confusão nenhuma.
Liam não se importou em chamar outra pessoa para dançar, enquanto eu pegava gelo para o olho roxo de Chuck. Um grande olho roxo.
Eu estava passando gelo no olho dele.
- Chuck, você é louco – eu disse.
- Você já me disse isso.
- E você estragou meu baile e minha dança – eu disse, rindo.
- Que tal uma dança com um amigo? – perguntou.
- Hum... Aceito sua proposta, Mister Bass.
Nós nos levantamos e fomos dançar, como amigos.
Quando começaram a anunciar a rainha e o rei do baile, todos ficaram olhando para o palco, com uma enorme curiosidade.
Não me surpreendi quando anunciaram.
- Senhorita Waldorf e Senhor Archibald.
Queen B: Queen B sempre.
Fim.Nota da Autora: Perdoem-me pela falta de emoções, hahaha. Vou explicar: LWB é uma série fic, então, eu tinha que fazer a primeira parte uma coisa bem prática, só para vocês entenderem como entraram no mundinho Upper East Side. Prometo que a próxima parte - La vie sans frontières - 2 - Desastres e catástrofes - terá mais emoção (muito mais)! Vou disponibilizar a descrição da parte 2: Sua vida era o que todas as outras garotas desejavam, mas tudo começa a mudar; nem sempre as mudanças são para melhor. Em La vie sans frontières - 2 - Desastres e catástrofes, você irá aprender que tudo tem o seu preço,principalmente a perfeição.
Vejo vocês na continuação, que não vai demorar para entrar. Queria agradecer-las por lerem e a Amy por me aguentar e betar sempre com carinho *.*
Por favor, comentem! Os comentários me deixam mais do que feliz. E deem sua opnião sobre quem você quer ficar no fim! Um grande beijo! Bia Guimarães.
ps. Indico When I'm hurt da that, que foi super fofa e fez essa capa linda *.*
Nota da Beta: Olá!
Hey, flor, precisa agradecer não ^^
Comentem. Não demora, faz a autora feliz e evita possíveis sequestros - só um toque =) Qualquer erro encontrado nesta fanfiction é meu. Por favor, me avise aqui. Obrigada.
Amy Moore xx