
Beta-reader: Deh
1º Capítulo - Nós, fãns...
Como sempre, eu e as meninas estamos aqui, reunidas no meu bagunçado quarto, com a pintura mais feia do que a cara da de manhã. Enfim, estamos aqui no computador e respectivamente ouvindo músicas dos nossos deuses da Inglaterra. e estão vendo as novidades dos Mcguys na Internet, está batendo nas coisas com as baquetas que eu dei para ela quase no final do ano. E eu? Estou pensando como a vida às vezes é injusta. Tipo, eu sempre imaginei estar um dia ao lado do Poynter, ele acariciando os meus cabelos enquanto eu estou lhe dizendo como ele é perfeito e é O cara da minha vida. Mas NÃO! Ele com certeza deve estar se engolindo com a P*** da namorada dele: Frankie! Ou, como eu prefiro chamar, FrankU. Combina mais com a cara de lesada, burra, estúpida dela! Eu a ODEIO com todas as minhas forças (e olha que eu não sou fraca). Enfim, é bom pensar às vezes no "impossível".
Eu e as garotas somos muito parecidas em alguns aspectos. Como: Amamos o McFLY; Cada uma tem um favorito; Temos esperanças que um dia vamos encontrar eles; e não ligamos para o que os outros iram falar de nós quando estivermos juntos!
Eu sou a mais "sonhadora" de nós quatro. Ninguém sabe o quanto o meu amor pelo Dougie é grande. Eu tento dizer a elas em formas de palavras, sonhos, músicas, fotos, mas ainda é insuficiente! Minha mãe fala que eu estou idolatrando ele, só porque eu tenho 10 pôsteres, no meu quarto, do McFLY e em cada um deles tem um coraçãozinho no Poynter. Eu realmente não ligo para o que o pessoal fala. O pessoal da minha escola fica dizendo que eu sou uma besta por pensar que o Dougie um dia vai namorar comigo. Se eu fosse tão besta assim, não teria tirado o meu BV com um dos caras mais lindos do meu colégio.
*Flashback*
Eu fui jogar bola com um amigo do meu irmão chamado Ricardo. Ele tem um irmão de 17 anos MUITO lindo! O único problema é que ele tem o problema do Danny, a lerdeza. Mas é lindo! É Fernando. Quando chegamos lá, meu irmão foi jogar com Ricardo e o outro amigo deles, Greg. Vilma (a empregada da casa de Ricardo e Fernando) estava conversando com Fernando, e eu fiquei lá, boiando. Depois, todos eles foram jogar bola (inclusive Vilma) e eu me sentei em um banco, para observar. Eles começaram a fazer cobranças de pênaltis. Foi a vez de Fernando. Antes dele chutar, ele olhou para mim por cima do ombro, fazendo todos olharem para mim. Ele voltou a cabeça para a barra e, quando eu menos esperava, ele fez um gol! Foi um gol para mim! Fiquei bem feliz! Depois, quando começou a escurecer, todos saímos da quadra. Eu fui para o parquinho e ele veio atrás de mim. Me sentei no balanço e comecei a me balançar. Quando eu observei, todos estavam lá na frente. Menos ele. Me levantei do balanço e sai andando. Quando percebi que alguém me puxou pelo braço e me deixou contra a parede. Aqueles lindos olhos verdes me encaravam com um aspecto de amor. Ele chegou bem perto de mim e encostou os seu lábios na minha orelha esquerda, me fazendo estremecer. Ele disse: "Você me deixa doidinho, sabia?". Eu estremeci. Suas mãos envolveram minha cintura e, quando eu me dou por conta, ele encostou a sua testa na minha. De repente nossas bocas já estavam juntas! Sua língua era quente e delicada. Eu tentava fazer os mesmos movimentos que ele. Mas era praticamente impossível. Depois, ele me soltou, seus lábios estavam vermelhos. Eu estava tonta. Eu queria sentir isso novamente. Mas uma voz fininha ocupou o ambiente: "FERNANDO! Tua mãe tá te chamando! Larga a garota e sobe!". Era Vilma. Eu fiquei com um ódio! Ele se afastou e me deu um beijo na bochecha e piscou o olho para mim. Minhas pernas estavam bambas! Ele saiu correndo e dizendo: "JÁ TÔ INDO!". Eu não consegui me mexer! Meu irmão chegou e disse: "E ai? Beijou ou não beijou?". Eu fiz um sinal positivo com a cabeça e ele me puxou pelo braço me tirando do transe. O meu primeiro beijo foi perfeito.
*Flashback off*
- ... Você tá bem? - perguntou passando a mão na frente do meu rosto de um lado para o outro. Eu balancei a cabeça como se fosse acordar.
- Tô sim! Só foi uma lembrança que passou pela minha cabeça - respondi.
- HUMM... Aquela que você beijou o Fernando? - parece que lê a mente das pessoas de vez em quando.
- Como você sabe? Você lê mentes? - falei indignada.
- Não! Mas bem que queria. Eu deduzi que você estava se lembrando disso, porque você fez uma cara de mal. E depois cara de abestalhada. Eu te conheço, garota - ela respondeu. Fiquem sem graça.
- Se você me conhecer mais, vai estar sabendo quando eu estiver ovulando. - Eu dei uma risada irônica.
- Eca. É melhor ficar por assim mesmo. E então? Vocês ficaram com algum carinha esses dias? - A era especialista nesse lance de ficar. Já tinha até ficado com o primo gostoso, o Thiago. E o namorou o irmão da por um bom tempo. - Eu fiquei essa semana com um carinha da minha rua. O Victor. Pense num bicho lindo!
- AH! Dãnadjinha! Eu sabia! Você nunca passa uma semana sem ficar com algum cara - se pronunciou.
- Fala sério!
- Sério. - Eu sempre fazia isso com ela! Toda vez que ela pedia para "falar sério" eu dizia "sério". Ela deu aquela olhada mortal para mim, que não pude conter uma risada.
- Ele me chamou para ir em uma lanchonete então fomos. Quando eu tava perto de chegar em casa, ele me puxou pela cintura e começou a falar coisas no meu ouvido! Tipo... ENLOQUECI!
Eu adorava ir para a casa da ! E fica bem melhor quando as meninas também vão! Eu estava lá, contando para elas como foi a minha ficada com o Victor, até que a mãe da bateu na porta do quarto e entrou.
- Oi, meninas. Vocês souberam da novidade? - a nossa querida titia disse com um sorriso de orelha a orelha.
- Mãe, o que a senhora tá falando? - perguntou bem curiosa.
- Bem, eu tenho muitos contatos por ai, e vocês sabem que quando eu tenho uma novidade do interesse de vocês, eu sempre conto, né? - ela iniciou.
- AHAN! - dissemos em uníssono.
- Então! Eu soube que os amores de vocês - e ela apontou para a tonelada de pôsteres do McFLY no quarto da - vão vir para o Brasil! De novo. - Ao terminar ela tampou os ouvidos com as mãos.
- AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!!!!! - Todas nós gritamos e pulamos uma em cima da outra, formando um abraço coletivo.
- OMG!! Eu não acredito! MelDELS!! - A tava abobalhada com a notícia.
- Mãe! Você é demais! - pulou em cima da mãe dela, que lhe deu um abraço bem apertado e deu um beijo na testa da filha.
- Own! Que fofinho! - eu falei fazendo uma cara bem fofinha!
- Mas quando é que eles vão vir? - perguntou para a mãe de .
- AH! Eles vão vir em Maio.
- No mês do meu aniversário! - eu falei e comecei a bater palmas.
- Que legal!
- Temos que começar a providenciar tudo! Não quero deixar nada para cima do dia. - , como sempre, adiantada.
- Mas ainda é Janeiro. Estamos de férias! Graças a DEUS! - falou levantando as mãos para o céu.
- É mesmo - concordei
Eu e as meninas somos um pouco diferentes. 1º - Eu tenho 20 anos; tem 17 (mas ela prefere dizer que tem 18 para dizer que a diferença de idade dela com o Poynter não é tão grande), mas parece ter mais; tem 19; e tem 17 como a . Nós estudávamos em escolas diferentes. A ainda estuda, mas já vai acabar esse ano. As pessoas pensam que, por sermos do Brasil, falarmos outra língua e termos uma "grande'' diferença de idade, nós não podemos namorar os McGuys. Tá, eu sei que as possibilidades são mínimas, mas nada é impossível! As esperanças sempre são as últimas que morrem. E as nossas NUNCA vão morrer. Eu acho.
A mãe da já tinha saído. Permaneceu um silêncio por um longo tempo, até que a o quebrou.
- Eu não acredito! Vai ser a primeira vez que iremos ver eles! A primeira vez que eu vou ver o MEU Tom! EI! Eu acabei de ter uma idéia! Que tal nós fazermos alguma coisa que faça com que eles possam falar com nós? Um cartaz?
- Não. Eles nunca fazem nada com os cartazes que veem na multidão - falou e se pôs a pensar em alguma forma de fazer eles nos verem.
- É melhor nó irmos pensando de acordo com o tempo. Talvez possa aparecer alguma coisa nas nossas cabeças - eu falei. Só Deus sabe o que irá acontecer nesse dia.
Eu não posso acreditar. Como será ver o Tom Fletcher "pessoalmente"? Ele me parece ser tão simpático, divertido, PERFEITO. Ta, perfeito ele já é até por foto! Eu não sei ao certo se minha mãe irá deixar eu ir com as meninas. Minha mãe sempre fala "lá não é lugar de uma garota descente, como você, estar". Eu fico com um pouco de raiva. A melhor coisa a fazer é obedecer. Vou orar todos os dias para que eu possa ir para esse show.
- Gente, vocês acham que minha mãe vai deixar eu ir? - perguntei a elas para saber quais seriam as idéias delas.
- Se ela não deixar, eu te amarro no capô do carro do meu pai e te levo até lá! - , exagerada como sempre!
- Fala sério - a disse.
- SÉRIO! - A ama fazer isso para irritar a . É legal ver a cara de brava da .
- Então, já passou alguma idéia na sua cabeça para fazer para os "deuses"? - me perguntou.
- Ainda não. Mas vai, querida, relaxe!
- Galerinha, eu tava pensando... - a começou a dizer até ser interrompida por .
- GENTE! Ela pensou! Vamos ver o que ela tava pensado, um milagre como esses acontece raramente! - Só foi a ter terminado de dizer que a lhe deu um belo pedala.
- Engraçadinha! Sim... Continuando, eu tava pensando em a gente se mudar.
- Como assim? - A deixou de usar o computador para poder ouvir o que a tinha a declarar.
- É! Se mudar. Para uma casa só nossa, nós quatro! Sem regras ou pais para dizer o que fazer, sem hora para chegar em casa! Tudo bem liberal!
- A-M-E-I! MelDels! Que milagre! - A novamente tirou onda, mas não levou um pedala da .
- E melhor! Que tal a gente se mudar para... - a nem terminou de falar, pois eu já a interrompi.
- Inglaterra! - eu dei a ideia indo beeemm além.
- Não viaja, ! Inglaterra é muito longe - disse.
- Nem vem, , com essas historinhas... - disse.
A se levantou da cadeira e começou a andar de um lado para o outro como se estivesse fazendo uma palestra.
- Tá, mas minha mãe não vai deixar eu ir sem alguém responsável por mim, pelo menos até eu completar 18 anos.
- Fácil! Nós levamos alguém com a gente - a deu a ideia como se fosse simples. Mas quem? Nós inventamos esse lance de se mudar já para nos "livrar" dos nossos pais. E temos que levar alguém como "babá"? Será um pouco chato.
- Tá. Mas quem iremos levar conosco? - UAU! Eu falei tão chique agora.
- BIBA! - todas dissemos em um uníssono. Biba é muito legal! Ela tem 33 anos e parece ter a nossa idade. Ela nunca teve um namorado fixo. Sempre ficava com uns carinhas da rua. É bem ligada nas coisas, e cozinha PERFEITAMENTE!
- Ótima ideia! Biba vai nos ajudar quando nós precisarmos. Imagina se a gente não encontra o McFLY lá? - falou deixando uma paralisada e babando para o computador. Vei, o que aconteceu com a minha amiga?
- OMG! O que deu em você criatura? - a perguntou olhando para a , que está quase chorando.
- ELA VAI MORRER!!!!!! CHAMEM UM MÉDICO! - a gritou e começou a correr para a porta, até que eu puxei ela pela a gola da blusa.
- Volta aqui, sua perua! - Eu a deixei sentada ao meu lado.
- Ai! Isso doeu. , você pode dizer o que está acontecendo? - a perguntou passando a mão pelo pescoço. A se levantou e sentou na cadeira onde a tava sentada. Ela começou a mexer no site exclusivo do Poynter. Até que ela começou a chorar e rir ao mesmo tempo!
- A garota fumou! , tais maconhada? - a perguntou passando a mão pelas costas da menina. A não falava nada. Ela apontou para o monitor do computador. Nos aproximamos. O site do McFly Addiction estava aberto em uma página do Dougie. Dizia:
“Dougie e Frankie realmente terminaram”
"Bom, agora uma fonte próxima ao casal nos disse que é verdade, ‘Dougie e Frankie terminaram, sim’.
Nossa fonte nos contou que detalhes sobre a razão do casal se separar são desconhecidas, mas mencionou algo interessante sobre como um dos JLS pode ter causado atrito no relacionamento deles.
Foi só no mês passado que Frankie foi pega deixando a festa de aniversário de Aston Merrygold, celebrando os 22 anos da estrela na boate Alto em Londres - dois dias depois de termos flagrado Dougie em um show do Lostprophets, rindo com seus amigos."
Ao terminarmos de ler, a colocou a mão na boca e começou a chorar e rir ao mesmo tempo, de novo!
- Eu não acredito! ELE ACABOU COM A VADIA! Mais um milagre no dia! Mais chances para a - eu disse dando um abraço na , que ainda chorava.
- Meu Poynter - foi a única coisa que saiu da boca dela. Tinha um atalho para ver as fotos da Franku com o Harry e o Dougie. Ela é 100% uma P***. E agora que nós iremos para a Inglaterra, quem sabe, hein?
2º Capitulo - A verdade.
Dougie Poynter
Eu estou muito triste com o meu término com a Frankie. E o pior de tudo: ela não se feriu nem tanto. Acho que isso que ela fez comigo foi apenas um jogo para colocar ela no topo da fama. Que ridículo! E tem mais. Ela, namorando comigo, disse que o encontro perfeito para ela era com o Robert Pattinson. Agora que ela me descartou do campo, pode ficar com ele. Mas eu não sei se ele vai querer ela, já que está com a Kristen. Enfim, vou sobreviver vivendo no meu mundo. Eu estava bêbado de amor, como a música do Boys Like Girls diz. Mas daqui a alguns meses eu vou para o Brasil. E lá tem muitas garotas gostosas. As brasileiras tem uma bunda, OMG! Eu preciso sair dessa ressaca. Pegar umas brasileiras boas, antes nós vamos passar por Manchester. E lá também tem garotas muito bonitas. Sem comparação com as brasileiras. Parece que jogaram uma praga em cima de nós. O Tom tá de mal com Gio. O Harry nunca mais falou com a Izzy e a Frankie acaba de acabar comigo. Sorte do Danny, que tá solteiro. Quem sabe daqui para lá eu não encontro outra mina para mim?
Tom Fletcher
- Mas, Tom, eu te amo! Só foi um beijinho e nada mais! Eu juro! Você sabe que eu não fiz por querer.
- Giovana Falcone, poupe suas desculpas! Se você realmente me amasse, teria me dito que foi para um pub com a Izzy e ficou com um dos meus melhores amigos, o James Bourne! Você tem idéia o quanto isso dói em mim?
- Me descupa! Eu juro que não vai mais acontecer.
- Claro que não vai! Porque eu tô acabando com você agora. Me deixe em paz! Você era a garota que eu imaginava mãe dos meus filhos! Agora você nem amiga dá para ser! - eu terminei de dizer aquelas duras palavras, dei as costas e sai andando com passos fortes. Era muita cara de pau mesmo! Como pude ser tão cego! Como ela teve a ousadia! É melhor eu ir falar com o Harry, que deve tá em um rio de lágrimas por causa da Izzy.
Harry Judd
- AAHH!!!! Como ela pode fazer isso comigo? Ela é uma puta de quinta mesmo! Eu nunca mais quero ver a cara dela! - Eu tava com os olhos vermelhos e com o nariz escorrendo de tanto chorar. Eu passei mais de 4 anos com a Izzy e ela simplesmente fica com o Charlie e o Matt do Busted no mesmo dia, no mesmo lugar e na mesma hora! Como ela queria que eu reagisse com uma notícia dessa? Ficar saltitando feito um veado no pasto? Ela que está muito enganada!
- Calma, cara. Eu tô aqui para te ajudar! Não só eu, mas o Dougie e o Tom também! - Danny parecia uma mãe às vezes.
- Va... Valeu, cara! - gaguejei.
- OMG! - O Tom entrou na sala da casa do Danny como um furacão. Ele também está com as maçãs do rosto vermelhas.
- O que foi com você, cara? - o Danny perguntou para o Tom, olhando por cima do ombro.
- Acabei de sair da casa da Giovanna.
- IXI! Como foi lá? - Danny fez aquela cara de dor.
- Acabei com ela.
- AH! Você a matou? Porque acabar com uma pessoa, só matando - Danny falou irônico.
- Muito engraçadinho! Mas você sabe o que eu quis dizer - Tom respondeu.
- AAAAHHHHHH - eu dei um grito e comecei a chorar de novo parecendo uma garotinha.
- Cara, você é bem gay sabia? - o Tom disse para mim, sentando no sofá e passando os canais da TV com o controle remoto.
- Você não ficou abalado com o rompimento teu e da Gio não, Tom? - Danny perguntou sentando ao lado dele.
- Na verdade, eu aprendi uma coisa: recupere-se de um amor achando outro.
- Uau! Isso foi bem profundo. Que gay! - O Danny era literalmente a lerdeza em gente!
- É melhor ficar quietinho, mamãe. - O Tom deu uma tapinha na bochecha do Danny.
Eu tenho um pouco de sorte. O Danny tá solteiro e espero que fique até eu encontrar ele. Sonho com ele todos os dias. Aqueles olhos, aquele sorriso, aquele tanquinho, MELDELS! Eu deliro com a voz dele, é muito linda, é mais doce que mel. Tenho pena da e da porque os McGuys delas estão ocupados. Eu e a estamos com TUDO! Eu espero que Julho venha logo para nos mudarmos para a Inglaterra. Ainda estamos decidindo as coisas e, o principal, como contar às nossas mães.
- Alô? Mãe? Sou eu, . Você pode vim agora aqui para casa da ? Quando chegar eu te explico. É coisa boa. Tchau! - tinha acabado de falar com a mãe dela. - Prontinho! Minha mãe já tá vindo!
- Eu já liguei para a minha também. Daqui a pouco ela tá aqui - a disse colocando as suas coisas dentro da mochila dela.
- Minha mãe disse que vinha me buscar aqui às 16:30 e já são 16:15. Então nem adianta ligar - eu falei.
- E a minha tá aqui! - a disse com um sorriso irônico no rosto.
- Legal! Biba vai ficar chocada quando souber que vai para a Inglaterra com a gente.
30 min depois
- Então, mães, eu e as garotas temos uma proposta para vocês - a falou e esfregou uma mão na outra (mania).
- Nós queremos nos mudar. - Quando a disse isso, as quatro mães caíram na gargalhada. - HEY! Não é brincadeira! É sério!
- Tá. E onde vocês querem ir morar? - a mãe da perguntou depois de ter se recuperado da crise.
- Inglaterra - dissemos em um uníssono. Típico de nós. As mamães caíram na gargalhada de novo.
- Vocês acham que os pais de vocês vão deixar? - a minha mãe perguntou cruzando os braços.
- Sei lá - eu respondi
- Se vocês quiserem ir, por mim, tudo bem. Mais vão ter que levar alguém junto - a mãe da disse.
- Já decidimos. Vai ser a Biba. - Biba está varrendo a sala. Quando ela escutou, deixou a vassoura cair.
- Eu? Por quê? - ela perguntou com os olhos brilhando de alegria.
- Porque você é legal. E já é maior de idade. Simples - a disse.
- Legal. A Margarida - é o nome verdadeiro de Biba - pode ir - a mãe da disse.
- Então? Nós podemos ir? - eu perguntei. Elas se olharam e depois se levantaram.
- Podem. Com algumas condições. Nós iremos escolher o lugar onde irão morar em Londres e nas férias vocês vem para cá ou nós vamos para lá.
- AAAAAAAAHHHHHHHHH!!!!!!! - nós gritamos e abraçamos as nossas mães, que caíram novamente no sofá.
- VAMOS PARA LONDRES! - a falou tão abobalhada que parecia uma criança de 4 anos.
- Agora vocês vão ter que enfrentar alguém bem pior que nós - a mãe da falou depois que saímos de cima delas. - Os seus pais.
- Ai! - a falou.
- Pai, eu posso? - eu perguntei com medo.
- Veja, filha, eu aceito você ir para a Inglaterra, agora me prometa que vai se comportar e qualquer coisa vai nos ligar. - Eu amo meu pai. Ele é tão compreensivo!
- PROMETO! - eu gritei e lhe dei um abraço bem forte.
- Vou te mandar dinheiro TODO mês.
- Legal!
- Então, pai? Tá fechado? Tudo certo mesmo?
- Ahan! Eu quero que você evolua. Você está com 19 anos! E antes de ir para lá, vai fazer 20 anos. Eu te dou todo o meu apoio!
- Ah pai! Eu sabia que podia contar com você. Obrigada!
- De nada, minha filha. Eu te amo! E quando eu for lá te visitar, espero ver um genro.
- O que você fez com o meu pai? - eu estranhei completamente!
- É! Você com 18 anos já deve ter alguém para formar uma família!
- PAI! EU TE AMO!!!
- Pai, por favor, por favor, por favor, deixa eu ir! Eu preciso crescer! Não posso ficar toda minha vida em baixo da asa do meu pai!
- Tem certeza que é isso que você quer?
- MAIS QUE TUDO!
- Tá bom! Agora me prometa que não vai namorar ninguém.
- O senhor tá exagerando!
- PAI! Isso é muito injusto! Como você quer que eu evolua! Quer que eu vire freira?
- É o que um pai mais deseja de uma filha!
- FALA SÉRIO!!! Você tá querendo me matar? Minhas amigas vão estar lá! Eu vou estudar em uma escola que vai ter por lá, Biba vai com a gente, é de maior (só na idade) e você vai me visitar em cada verão! Pelo amor de Deus! Deixa eu ir!
- Daqui para lá nós vamos pensando.
- Me mate logo, é mais fácil! - Eu saí do quarto me debulhando em lágrimas e bati a porta com bastante força. - Que inferno!
Eu adormeci depois de tanto chorar. Acordei com o meu celular tocando.
- Alô?
", é a . Que voz é essa?"
- Eu chorei a noite toda.
"Por quê?"
- Meu pai não deixou eu ir.
"O QUÊ?
- É verdade. E o seu? Deixou?
"SIM! Depois eu te conto o resto. Vou ligar para as meninas."
- Tá ok. Bye!
"Bye!"
- Alô? ? Oi, é a .
- Eu percebi.
- Teu pai deixou?
- Ahan!
- O meu também.
- Sabe se o pai da deixou?
- Ele não deixou ela ir.
- O QUÊ? Eu vou falar com ele! Eu não vou para a Inglaterra sem ela!
- Eu também não! Vamos fazer assim, me encontra lá no parque que a gente vai para a empresa do pai de e fala com ele.
- Ok.
- Oi! E ai? Preparada para enfrentar a fera? - eu perguntei à quando chegamos ao parque.
- Vamos lá! - Entramos na empresa. Era tão grande. Fomos ao balcão de informações e pedimos para falar com o pai da . A moça nos explicou como chegar até lá. Fizemos todo o trajeto como a mulher tinha nos explicado. Acabamos chegando em uma porta de vidro grande. Batemos e depois ouvimos um "pode entrar". Abrimos vagarosamente a porta.
- Oi, meninas! - O pai da estava atrás de uma escrivaninha preta e sentado em uma cadeira de coro, mexendo em um Laptop. - A que devo a honra de receber a visita das duas?
- Nós gostaríamos de conversar com você.
- Sentem-se.
- Obrigada. - Nós sentamos.
- Podem falar. - Nós explicamos a história. Terminamos e fomos embora.
- Vamos falar com a .
- Vamos. - Eu peguei o celular e disquei o número dela.
- Alô? ? OI! Sou eu, !
- Oi, ! Tudo bom?
- Mais ou menos.
- Como assim mais ou menos?
- Olha eu não posso te dizer nada por telefone. Nós precisamos nos encontrar.
- Ok então. Onde?
- Vai lá para casa por volta das 15:00 horas que eu te explico tudo.
- Ok! - Ela desligou o telefone. Em seguida, eu e a fomos para a casa dela num tiro de disparo.
15 min depois.
- Cadê a ? Caramba! Que demora! - A era impaciente.
- Você disse para ela vim às 15:00 horas. Ainda são 13:45. Relaxa - eu tentei, disse tentei, acalmá-la. Mas como acalmar uma pilha que acabou de ser carregada? Enfim, ficamos assistindo Just my luck enquanto a "tartaruga" não chegava. Toda vez que o Jones passava, suspirava milhões de vezes. Eu amo a parte que ele tira onda com o Dougie. "O Dougie chora toda noite com saudade da mãe dele!". Amo! Continuando... A campainha tocou.
- AMÉM! - a deu um grito e saiu correndo para atender a porta.
- ! Vem, entra! - eu a chamei com a mão.
- O que é que vocês tem de "mais ou menos" para me contar? - ela perguntou depois de ter sentado no sofá. Eu e a ficamos de pé em frente dela.
- Bem... Eu e a fomos na empresa do seu pai falar com ele.
- O QUÊ? Vocês foram falar o que com ele? - ela nos perguntou com um certo medo no rosto.
- Bem, como você disse para mim que o seu pai não tinha deixado você ir para a Inglaterra com a gente, resolvemos falar com ele. - Ela já estava preste a chorar. Seus olhos brilhavam parecendo o mar de manhã. Ela mordeu o lábio inferior e estava com os braços cruzados.
- O que foi que ele disse? - ela nos perguntou. Meu coração estava acelerado, e podia ouvir a pulsação da ir a quase 100 batimentos. Nós sabíamos como seria a reação da , ela iria surtar. - FALEM DE UMA VEZ! - insistiu. A deu um pulinho para trás, fazendo-me soltar uma risadinha.
- Tá. Ele... deixou - eu falei pausadamente para ela não pular em cima do meu pescoço e começar a gritar "Eu vou para a cidade do Dougie!"
- Sério? - Um sorriso se abriu em seus lábios avermelhados de tanto ela os mordeu. Ela não conseguiu segurar as lágrimas e abraçou eu e a pelo o pescoço.
- Vocês são as melhores amigas que uma garota pode ter - ela falou nos nossos ouvidos, que estavam separados pela sua cabeça. Eu lhe dei um abraço mais apertado ainda.
- Bem. Agora nós precisamos começar a nos preparar para o show e para a nossa nova cidade! - eu falei depois que ela nos soltou.
Fevereiro
Março
Abril
Aniversário da !
Finalmente,Maio
Aniversário da !
3° Capítulo - O grande dia.
- MENINAS! Caramba! Nós vamos chegar atrasadas! Eu quero pegar um lugar bom, ok? Não quero ficar tão longe do MEU FLETCHER! - a gritava andando de um lado para o outro, esfregando as mãos bem rápido.
- Já cheguei. E ae? Como eu tô? Quero que o Sr. Poynter babe lá no palco enquanto eu grito e me esgoelo por ele. - A estava realmente muito bonita. Estava usando uma blusa branca escrito "I S2 McFLY", que tem um coração vermelho estampado do lado esquerdo da blusa. Dentro do coração está o nome do Dougie. Ela está com uma calça jeans escura e com uma corrente pendurada do meio da cintura até o lado esquerdo, está usando um All star roxo e seu cabelo está preso em um rabo-de-cavalo alto. Eu usava um shorts que vai até a metade da coxa com uma blusa igual a da (todas nós estávamos com a mesma camisa, a única diferença é que no coração estava o nome de cada um que nós gostamos) e um All star preto cano alto, meu cabelo estava solto, mas eu levei uma presilha caso eles resolvessem cantar Please, Please. A é mais safadinha, resolveu ir de saia para provocar o Fletcher. Imagina ela pulando lá e a saia subindo até o pescoço? Ela estava usando All star rosa cheio de estrelinhas, o cabelo estava com uma parte presa por umas presilhas estilo Pin-up. A foi de calça jeans escura, com um All star branco (que ia sair de lá preto de tanto pisão de pés que nós iremos levar) e o cabelo estava com duas chuchinhas, parecendo uma criança (como se ela não fosse uma...Kkkk...).
- Vamo lá, cambada. O Juddão me espera! - a disse nos chamando pela mão e caminhando em direção a porta quase torando o quadril de tanto rebolar.
Eu não acredito! Eu e minhas melhores amigas no show do McFLY com o acompanhamento especial da minha mãe (que não ia deixar eu ir sozinha para um lugar como esse). Fomos o caminho inteiro cantando o CD Radio:Active deles. Cada uma ia dar um presentinho para o amado. Eu ia dar para o Dougie um ursinho que segurava um coração dizendo "I love you" e tinha um cartão com minha foto e com uma mensagem que eu deixei para ele. A ira dar para o Tomzinho o Bob Esponja vestindo a blusa do Brasil com um cartãozinho também. A ira dar para o Danny um macaco com uma banana na mão e um cartão (também) e a ira dar para o Harry um tigre segurando duas baquetas azuis e um cartãozinho também. Todas nós demos ursinhos de pelúcia segurando alguma coisa e acompanhado por um cartão. Chegamos à casa de shows. Tem uma fila enorme de garotas, fã clubs e até gays dando gritinhos bem histéricos. Deu um aperto no coração quando eu vi várias garotas segurando cartazes com coisas como "Dougie, casa comigo?" ou "Dougie, it's All About You". Eu e as meninas descemos do carro e saímos correndo. Furamos a fila e nem perceberam. Entregamos os ingressos e corremos para perto do palco. Tinha umas garotas que estavam na nossa frente. Combinamos de ficar no meio, assim dava para ver todos os garotos bem direitinho. Ficamos uma hora e meia esperando eles. Até que vários gritos percorreram o ambiente quando as luzes se apagaram. Eu olhei para frente e me deparei com uma pessoa sardenta com olhos azuis e uma blusa cinza gola V. Olho para trás do palco e vejo uma pessoa com uma blusa preta levantando as baquetas para cima. Olho para o lado direito e vejo um cara com cabelos estilo "Edward Cullen" e com um grande sorriso deixando aparecer sua linda covinha. E, finalmente, quando eu olho o canto direito do palco, o vejo. O Cara, o meu sonho, minha vida.
Dougie Poynter
Meu Deus! Quanta garota linda! Estávamos muito impressionados no primeiro show que fizemos em Outubro, mas agora nem se compara com antes! Eu tenho que ver se tem alguém no meu estilo.
- E ae galera! - o Tom gritou no microfone enquanto arrumava a guitarra.
- Quanta garota LINDA! - o Danny falou quando já estava com a guitarra posicionada apontando para a platéia.
Meu Deus do céu! Eu não acredito que estou aqui! É um sonho? Meu Deus! É o TOM FLETCHER!!! MEU TOM!
- AAAAAHHHHH!!!!!! TOM!!! EU TE AMO!!!!! - eu gritei, mas era impossível ele escutar com tantas garotas gritando ao mesmo tempo!
- DANNY DELÍCIA!!!! CASA COMIGO!!! - a também gritou com as mãos levantadas. GOD! O que aconteceu com a ? Ela estava pálida! E os olhos vermelhos!
- GENTE! Olha a - eu falei apontando para ela, que tava chorando. Meu DEUS! Como essa menina chora!
- ? VOCÊ TÁ BEM? - A gritou bem no meu ouvido. Agora não vou mais poder ouvir o mono-cova cantar.
- É ele? É ele? É ele? - ela disse apontando para o Dougie, que estava arrumando o baixo azul brilhante. Ele usava uma blusa listrada azul, combinava com o baixo.
- É ELE SIM!!! - eu disse balançando-a pelos ombros.
- AAAHH!!!! POYNTER, POYNTER!!! - ela disse levantando as mãos e chamando-o. Por incrível que pareça, ele olhou para ela e deu um sorriso. MEU DEUS! O Dougie sorriu para a !!! Ou foi o que nós deduzimos.
- GENTE!!! ELE SORRIU PARA MIM!!! PARA MIM!!! PARA MIM!!!! - ela disse chorando. Own! É tão fofinho.
- PARA VOCÊ! PARA VOCÊ! PARA VOCÊ! - nós três (eu, e ) dissemos. Estamos bem próximo do palco.
- GENTE! Vamos jogar os ursinhos para eles. - A disse, pegando o macaco e jogando para o Danny. Eu fiz o mesmo com o Bob. A jogou tão forte que, se o Danny não tivesse abaixado, iria direto na cara dele. E a deu um beijo no ursinho que ira dar para o Dougie e jogou para ele. O 1º a pegar foi... (adivinha?) TOM!!! Ele pegou o Bob Esponja e começou a cantar a musiquinha do começo.
- VOCÊS ESTÃO PRONTAS, CRIANÇAS? - ele disse (*-*).
- ESTAMOS, CAPITÃO! - todas gritamos!
- EU NÃO OUVIR DIREITO!!! - perguntou novamente.
- ESTAMOS CAPITÃO! - gritamos novamente.
- Então vamos arrasar! - ele disse dando uma olhada para o Bob e sorriu. Ele colocou o Bob no chão novamente.
- Gente, eu ganhei uma replica minha! - o Danny disse se abaixando e pegando o macaco. Abriu o cartãozinho e deu um olhada para a platéia, até parar os olhos na , que está se abanando com as mãos. Colocou o macaco no chão como o Tom.
O Tom e o Danny já tinham pegado os presentinhos que a e a tinham dado. O Harry olhou para a bateria, até encontrar o tigrão que eu tinha dado para ele. Ele o pegou.
- GWROOOUUNN!!!! - ele fez o barulho de um tigrão e o lance da mãozinha. Meu DEUS! Me mate! NÃO! Se não assim eu não vejo o meu tigrão! ELE É MUITO LINDO VENDO CARA A CARA! Essa Izzy é sortuda! Pronto. A vai começar a chorar, porque o Dougie não pegou o dela. Depois que o Harry fez as gracinhas com o tigre, ele abriu o cartão.
- Valeu, . – Tá, agora eu surtei! Ou eu fui abduzida ou o Harry disse ""!!! *Morri*. O Dougie procurava o dele no palco. Enfim, achou um ursinho de cabeça para baixo segurando um coraçãozinho. Ele pegou e olhou para a de novo. Eita bichinha SORTUDA!
Ele abriu o cartão e deu um sorriso de orelha a orelha. QUE LINDO!
- Obrigada pelos presentes, meninas - o Dougie disse apontado para nós. AAAAAAAHHHHHHHH!!!!!!!!!! O HARRY TÁ OLHANDO PARA MIM! Comecei a mandar um monte de beijinhos para ele. QUE DEUS GREGO!
Esse é O melhor dia da minha vida! Eles agora sabem que nós existimos. E, pelo visto, gostaram dos nossos presentinhos. QUE PERFEITO!
- JONES!!! EU TE AMO!!! CASA COMIGO!!! CASA COMIGOO!!! - Eu estava DOIDA! Deu a louca na fã do McFLY! Mas quer o que? É para endoidar mesmo!
Muitas músicas já haviam passado: One for the Radio; Corrupted; That Girl; 5 colors in her hair; Star Girl; Do ya; I'll be ok... VÁRIAS! Foi a vez de Transylvania.
- Minha MÚSICA! - a disse pulando. Ela não parava de chorar e/ou gritar o nome do Dougie.
- E essa música é especialmente para uma pessoa especial - o Dougie disse olhando para a , que tava fazendo coraçãozinho com as mãos. Não posso mentir, eles formariam um casal lindo!
A começou a se abanar com as mãos.
Anne Boleyn she kept a tin
Which all her hopes and dreams were in
She plans to run away with him forever
(never to be seen again)
Leaves a note and starts to choke
Can feel the lump that's in her throat
It's raining and she leaves her coat in silence
Era tão lindo vê-los cantando. Nem preciso dizer que a não parava de se esgoelar do meu lado. Coitada.
People marching to the drums
Everybody's having fun
To the sound of love
Ugly is the world we're on
If I'm right then prove me wrong
I'm stunned to find a place I belong
É muito lindo mesmo!
Ele praticamente dedicou "Transylvania" para mim! Eu dei mil suspiros quando ele "olhou" para mim.
É tão perfeito! As chances agora eram maiores, já que ele estava solteiro. E EU TAMBÉM!
Mais também as chances são impossiveis, contando com o fato de que ele mora em outro país e fala uma língua que eu ainda estou apredendo a dominar, a diferença de idades vai fazer com que muitas barreiras sejam formadas de acordo com o tempo. Eu não gostava de lembrar daquilo, me fazia chorar. DEUS! Eu não tenho controle com as minhas lágrimas. Fato. Quando eles terminaram de cantar, eu comecei a gritar muito! Eu não acreditava em amor platônico. Até que eu comecei a conhecer melhor o McFLY e ele apareceu. Foi tão rápido. Tão inesperado. Eu sempre pensava no melhor para mim. E esperava que ele pudesse me conhecer, só me conhecer. Pois, assim, ninguém poderia dizer que eu não posso amar ele, porque ele não me conhece. Eu tenho esperanças, tenho sonhos e não vivo na realidade. As meninas tentam colocar um pingo de realidade na minha vida, mas é dificil quando Dougie Poynter existe.
- Obrigado, Brasil! Nós amamos vocês! Até a próxima! - o Tom disse dando tchau para toda a multidão. O pior momento tinha chegado. A despedida. A começou a chorar e a limpava as lágrimas, a estava gritando "Harry! CASA COMIGO?!" e eu estava imóvel.
- Foi ótimo estar com vocês aqui, hoje e agora! AMO TODAS! - o disse no microfone do Tom. Ele pegou as suas baquetas e chegou bem perto das fãs. Sem menos ninguém esperar, a puxou as baquetas da mão do Harry, que olhou para ela com um grande sorriso do rosto. Ela começou a gritar o nome dele. O Tom veio com várias palhetas na mão e começou a jogá-las e destribui-las para as fãs. A deu um tapa na mão da e saiu correndo para pegar as palhetas. Ela esticou a mão bem alta. O Tom entregou para ela duas palhetas, uma preta e outra amarela. A mandou vários beijos para ele, que retribuio com uma piscada muito sexy! O Danny tava jogando as palhetas e mandando beijos para as fãns. A foi lá e pegou uma palheta vermelha e mandou um beijo no ar para o Danny, que deu aquele sorriso (*-*). Eu? Tava apreciando o Dougie dar as palhetas verde limão para as fãns dele (¬¬). Ele sorriu e piscou para mim.
- ! Vem embora! - eu tentava chamá-la, mas a coitada tava imóvel. Por onde eu passava, eu era olhada com olhares maus. Às vezes eu ouvia "Ela que pegou as baquetas do Harry". Mas eu nem ligava. Fui andando em direção à , que estava mais parada do que galinha chocando. - ! Eu tô te chamando há horas! Vamos embora! Tua mãe foi a primeira a sair. Ela disse que era para a gente se encontrar com ela atrás da casa de shows - eu falava para ela (que era a mesma coisa que falar com uma pedra 'no momento') enquanto a puxava pelo braço. Saimos da casa de shows e nos deparamos com um monte de garotas chorando e se descabelando pelos 'deuses'.
- Graças a Deus! Tinha pensado que vocês tinham se perdido! - A mãe da estava desesperada. A ainda está imóvel. Eu a peguei pelos ombros e comecei a gritar.
- GAROTA!!! O QUE DEU EM VOCÊ??? TÁ ME ASSUSTANDO!!! - eu disse balançando a pelos ombros. As garotas e a mãe da tavam assustadas também. Mas acho que não pela , e sim por mim. - Foi mal! Ela tá assim desde o momento que eu a peguei para vim para cá. - A nossa titia (eu chamo ela assim =D) assentiu. Fomos em direção do carro. A gente ia dormir na casa da , já que a gente veio com a mãe dela.
Chegando lá, eu fui tomar um banho. Eu tirei a blusa vagarosamente e a deixei aberta em cima do colchão onde iamos dormir e coloquei as baquetas do Harry em cima da mesma. Fui para o banheiro e tomei uma ducha. Coloquei o meu baby-doll e me deitei no colchão, abraçando a blusa que enrolava as baquetas. O show passou pela minha cabeça como uma retrospectiva, cada momento, cada pulo que eu dei, cada palavra que saiu da boca que eu mais desejo beijar. Eu nem acreditava que aquilo tinha realmente acontecido. Eu senti alguém pular em cima de mim cantarolando.
- Do ya, do ya, do ya love me? Do you need a little time? Do ya, do ya, do you want me? Oh, I hold you when you cry! - a cantava bem alto no meu ouvido. Eu a empurrei pelo ombro, caiu rindo do outro lado do colchão. - Aquilo realmente aconteceu? Eu não acredito que o Tom Fletcher piscou para MIM! - ela enfatizou bem a última palavra.
- Era o que eu tava me perguntando aqui. Meu DEUS! Eu não tô acreditando ainda! Por mim, eu queria repetir esse momento milhões e milhões de vezes.
- Eu também, miga! - Às vezes tem coisas boas que só podem ser feitas uma vez na vida, mas tem coisas chatas que nós temos que repetir todo dia, como a escola! Não que eu não gostasse da escola, mas era chato. Ainda bem que não estudo mais.
- Então, mundiça, o que vamos fazer? Sonhar? - a nos perguntou aparecendo na nossa frente, colocando as mãos na cintura e fazendo pose de Super-Girl. Eu comecei a rir.
- Sei lá, você é a dona da casa, então você inventa - eu a respondi. me levantando e sentando na cama enorme da , que estava coberta por um lençol com estampa de florzinhas azuis.
- Mas vocês são as convidadas, então vocês decidem.
- Eu tenho uma ideia do que podemos fazer essa... madrugada - a disse sentando-se ao meu lado e colocando seu braço esquerdo sobre o meu ombro.
- Beleza, fala ae - a disse.
- Nós podiamos ver um lugar para nos instalarmos em Londres. Não podemos chegar lá sem casa, sem nada. É melhor ir providênciando.
- UAU! A Jones falou tão culta agora... Me senti um lixo. - A como sempre exagerada.
- Se isso foi um elogio, obrigada. - A abriu aquele sorriso colgate que só ela sabe [n/a: Realmente, a Ray sabe abrir um sorriso.]. Ela se levantou e foi em direção ao computador. Puxou a cadeira que estava em baixo do birô e se sentou, abrindo uma página da internet. Ela colocou no Google: "Imóveis londrinos". A primeira página que apareceu tinha várias casas, apartamentos e condomínios para se viver em Londres.
- Vocês vão querer o quê? Casa, apartamento...? - ela nos perguntou.
- Eu vou querer apartamento. Não tem para que nós vivermos em uma casa enorme se só tem nós cinco - eu falei analisando o monitor que mostrava uma sequência de casas e apartamentos.
- Eu concordo com a . Imagina nós quatro, com Biba, em um apartamento em Londres? Ai... Só de pensar eu me arrepio toda - a disse me apoiando. Se ajoelhou ao outro lado da , apontando para um apartamento enorme e bem bonito que dava para a vista do London Eye.
A clicou em cima da imagem que mostrava a sala do apartamento. Cada quadradinho que estava mostrando era uma foto de cada cômodo do apartamento. Ele tinha três suites; um banheiro social; uma sala para dois ambientes; uma cozinha e uma varanda.
- Até que esse não tá tão rium assim. Por quanto ele tá? - a disse olhando para o monitor por cima do ombro da .
- 25.000 Euros. UAU! Quanto vale o euro? - eu disse arregalando os olhos.
- Eu sei lá! Só sei que é bem caro! Vamos ver outros apartamentos e se gostarmos de algum mais barato, nós mostramos para os nossos pais.
- Beleza - a disse fazendo sinal de positivo com a mão. A pegou o mouse e arrastou ele até outra página da internet. Ela clicou e foi pesquisar mais imóveis.
Olhamos uns trezentos apartamentos, mas não achamos nem um comparado àquele. Não era fácil encontrar um apartamento no centro de Londres com a vista para o London Eye.
- Galerinha, eu não achei nem um apartamento melhor que esse. Até que achei, mas eram muito caro! Quem concorda comigo? - eu perguntei me levantado do chão. Percebi que era a única acordada. As outras já tinham pegado no sono. Eu me deitei no meu colchão e fui dormir.
4º Capítulo - Vivendo um pouco na realidade.
Harry Judd
Cara... Eu nunca imaginei que podia ter tanta garota no nosso show. E o melhor, gostosas! Meu vei... Tinha uma morena bem hot pulando no meio daquele monte de garota, ela tava suada! Eu tava vendo a hora do meu amiginho íntimo se animar, sabe... Enfim, amei ter feito esse show.
- Caras, vocês viram aquelas quatro brasileiras gostosas que tavam pulando no meio da mutidão? - o Danny perguntou se sentando na cadeira que estava de frente a um grande espelho. - A garota do Fletcher tava de saia! Pense em umas pernas viu... Só não babei porque tava ocupado apreciando os peitos da garota que se esgoelava, por quem? Por quem? POR MIM! - O Danny era convencido só um pouquinho, sabe...
- A garota que eu entreguei as baquetas, ou melhor, que ela arrancou de mim, era muito gostosa, se ela fosse uma torta, não estaria mais viva - eu disse me lembrando dela. UAU! Que garota!
- Segura o Judd, que ele tá muito solto, sabe... - o Dougie disse me olhando como se estivesse surpreendido com as minhas palavras, fala sério! Ela devia ter uns 19 anos. Ou menos. Eu não ligo para esse lance de idade. Eu posso ter 24 anos, mas eu tenho mente de um garoto de 14 anos! Eu amo ser criança. Fato.
- Que nada! Eu tô livre e desimpedido para fazer qualquer coisa. Não tenho mais uma mala para levar em tudo o que é canto.
- Falou e disse, dude! Elas não nos merecem! - O mono-cova do Tom tava da mesma onda que eu e o Dougie. Eu ainda tô abalado com o rompimento meu e da Izzy. Mas eu vou recuperar. Com os dudes, em uma semana eu já tô com outra. Mas agora eu só tô pensando naquela garota. Meu Deus! Será que eu tô surtando?
- A que tava perto da garota do Danny, tinha uma que MEU DEUS!!! O que era aquilo? Eu acho que nós não fizemos um show. Fomos para um aeroporto. AQUILO ERA UM AVIÃO!!! O moleque aqui quase pula junto com ela - o Dougie disse apontando para o meio das pernas. Ele tava na mesma situação que eu. - Babei, e muito! Ela devia ter uns 17 anos, parecia ser muito madura para a idade dela, tirando o fato de ter um amor platônico por mim.
- Poynter! Seu pedófilo! Como você pode gostar de uma garota que é 5 anos mais nova do que você? - o Tom perguntou. Ele era muito certinho. Não vejo nada contra nisso. O que vale é o amor. - Nada contra, mas eu não namoraria uma garota 8 anos mais nova do que eu. É ridiculo. Imagina o que as revistas vão falar? "Tom Fletcher namora uma pirralha!" Ia ser o fim da minha reputação!
- Que gay, cara! As revistas que se fodam, eu não tô nem ligando para o que dizem. Sei que é tudo mentira! Tavam dizendo que eu tava namorando a Pixie Lott. Tá, ela é gostosa, mas é muito patricinha, não é o meu tipo - Danny disse.
- Realmente, Fletcher! Eu não vejo nada demais namorar uma garota 5 anos mais nova. É fofinho! - eu disse apertando as bochechas do Tom, que me deu uma tapa em seguida.
- E, cara, aquela garota que tava dando vários gritos para você não deve ter mais de 17 anos. Ela é muito bonita. Não se ofenda - o Dougie disse enquanto abria a geladeira e pegava uma cerveja.
- Mudando de pato para galinha... - Cada comparação que eu invento - Nós vamos voltar para Londres quando?
- Vamos passar na Argentina, depois vamos ter uma turnê na Europa, agora em Junho, e depois vamos parar por um tempo - o Tom disse olhando a agenda dele, eu não tinha uma dessas. Já bastava ter o Fletch de lado toda hora.
- Amém! Eu preciso de uma folga - o Danny disse se virando e indo em direção ao banheiro.
- Tô louco para voltar para Londres. - Bem, eu e Dougie estávamos com vontade de voltar para casa.
Junho
Julho
Faltam 3 dias para irmos para Londres, eu tinha enviado o meu curriíulo para uma escola que ficava próximo do nosso apartamento (nós tinhamos comprado aquele apartamento). A e as outras garotas vão ficar trabalhando em uma loja pela manhã enquanto eu estou na escola. Eu ia levar o meu baixo e o meu amplificador. Eu e as meninas temos uma banda cover. Era muito difícil fazer músicas quando se tem várias ideias na cabeça. Nós iamos levar os nossos instrumentos. A irá levar o violão preto e a guitarra roxa. A irá levar a guitarra vermelha que tinha ganhado no aniversário de 15 anos. Eu ia levar o baixo azul brilhoso (inspiração do Sr. Poynter). E a vai ter que deixar a bateria dela, mas vai levar as baquetas que eu dei para ela e as baquetas que ela arrancou do Harry. O nome da nossa banda cover é Sweet Girls [n/a: Criativo não?]. Nós amamos fazer cover de: Avril Lavigne, Paramore, Jojo, Demi Lovato, Evanecence, Jessie James, MCFLY... e um monte ae. Biba está doidinha para ir logo para lá. Ela disse que não ia desgrudar de nenhuma de nós um minuto. Quando eu fosse para lá, eu ia ganhar muitas coisas, mas ia perder bastante também, como minha cadela Geneviv, meu quarto "ridículo", o carinho dos meus pais todo o dia, a implicância do meu irmão, muitas amigas e colegas, o calor do verão, os corpos molhados dos garotos gostosos que eu via na praia... Tantas coisas. Enfim, eu tinha que me ligar nas coisas boas que eu ia ganhar, vou ver neve uma boa parte do tempo, vou visitar lugares muito conhecidos em todo o mundo, e as chances de conhecer o McFLY, ver Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rubert Grint, J.K. Rolling, um moi de gente famosa! E, quem sabe, até fazer a nossa banda dar certo. Enfim, o nosso voô vai sair às três da madrugada, então provavelmente, nós iriamos chegar lá por volta da tarde. Eu não ligo a que horas chegaremos lá, estou me importanto em chegar lá. É a realização de um grande sonho.
2 dias depois
Danny Jones
- Finalmente em casa! - eu disse me jogando no sofá.
- Cara, eu tô morto! Como esse trabalho cansa! - o Dougie disse abrindo a geladeira e pegando uma cerveja para nós dois. O Tom foi para a casa dele e Harry disse que ia fazer alguma coisa que eu não tô lembrado. Me esqueço das coisas fácil!
- E ae, cara? Como vai com as conquistas? Eu tô zero! Claro, fiquei com algumas na Espanha, mas nada! - eu disse abrindo a cerveja e dando um gole.
- Pois é, dude, eu ainda tô na mesma de sempre, sem garotas, sem ânimo de ir atrás delas.
- Dois! Ela são muito complicadas. Uma hora diz que nos ama e depois dá um pé na bunda que faz a gente parar no Japão.
- Concordo. Hey, se lembra dos shows no Brasil? DEUS! O que era aquilo? Eu fui para o céu! Pense quanta garota gostosa!
- E aquelas que deram os brinquedinhos que você dorme toda noite abraçado.
- Eu não durmo abraçado a ele.
- Me explica por que naquela noite que você tava com medo de dormir sozinho, me chamou para dormir contigo e quando eu cheguei na sua casa, tava você com um pijama listrado em cima do sofá abraçado com o ursinho "I love you"?
- ELE É BOM DE ABRAÇAR, TÁ! E, além do mais, você também ama o seu macaco! Fica até conversando com ele.
- Nós somos da mesma espécie! Ele me entende!
- Aquele urso tem o cheiro dela... - Dougie disse com uma cara de apaixonado, me arrepiei todinho.
- Cheiro de quem?
- Da garota que me deu esse presente. Ela era tão linda! Você viu como ela gritava o meu nome? Era muito massa! - Ele olhou para o além. Eu olhei para o mesmo ponto onde o olhar dele se fixava e não achei nada. Ele tá pirando? Passei a minha mão na frente do rosto dele.
- Dougie, você tá bem?
- Tô ótimo! Ótimo! Melhor impossivel - E ele ainda continuava olhando para o além.
- DOUGIE, VOCÊ FOI APIDUZIDO??? PELO O AMOR DE DEUS!!!
- Cara, eu tô bem! Só foi um transe. - Ele balançou a cabeça e deu um gole na cerveja.
- Eu me lembro da garota que me deu esse presente. Ela era hot. Beeem hot. - Sem comentários.
- Daria de tudo para voltar àquele lugar. O problema é como encontrá-la.
- Relaxa e goza, dude! Quem sabe um dia ela não aparece, hein? O amor aparece quando você menos espera.
- Cara, o que você fez com o Danny Jones e onde tá ele? - Dougie me olhou com medo. Eu disse alguma coisa demais?
- Dude, ainda sou eu! Daniel Alan David Jones.
- Foi demais da sua parte ter dito isso. Valeu. Agora a melhor coisa a fazer é relaxar.
5º Capítulo - O sonho começa agora.
CHEGOU O GRANDE DIA!!!!! Tô tão feliz! E um pouquinho triste também. Vou sentir saudade do meu irmão, da minha mãe, do meu pai! Um monte de gente. Mas lá vou conhecer pessoas novas. Londres arraza!
- Vamos, mãe! As meninas já estão me esperando no aeroporto! - eu a chamei perto da escada. Ela desceu rápidamente, percebi que seus olhos estavam inchados. - O que foi, mãe? Você não tava chorando não, né? - Eu a abracei pelo pescoço. Percebi que algumas lágrimas cairam sobre o meu ombro. A soltei. - Eu te amo! Não fique triste! Eu sempre vou te ligar, ou mandar mensagens. Não se preocupe.
- Minha filhinha. Eu te vi crescer, vi você cair de biscicleta, dar os primeiros passos, chamar o meu nome - ela dizia acariciando minha cabeça -, ter vários amores, amadurecer. E agora, estou vendo você ir para um outro país. - Ela deixou escapar algumas lágrimas. Eu as limpei e dei um beijo na sua bochecha. Estendi a minha mão.
- Vamos?
- Vamos - ela concordou. Eu a puxei para fora de casa. Entramos no carro e fomos em direção ao aeroporto.
Cadê a que não chega? Caramba! Eu vou ficar encharcada com as lágrimas da minha mãe aqui do meu lado. Já está eu, e . Falta 30 minutos para o nosso voô partir. Nós estávamos esperando a para fazer o Check-in. A é bem melosa, ela já tinha chorado umas mil vezes, a mãe dela nem se fala. A tava bem ansiosa, dava gritinhos, abraçava a mãe, o pai, chegou a beijar o irmão na bochecha! Fiquei passada. GRAÇAS A DEUS!!! A chegou com os pais e o irmão mala. Todo mundo tem irmão, menos eu. Tenho uma irmã que irá se casar. Que seja bem feliz para o lado dela. Ela é insurpotavel, mas a amo!!! Enfim, todas nós já estamos aqui.
- GRAÇAS A DEUS! Que demora hein ! Pensei que tivesse presa no vaso sanitário! - a disse indo em direção ao balcão do Check-in com os pais. Cada uma fez o Check-in. Ainda bem que não teve problema com as malas. Ia atrasar bastante se desse. Fomos andando em direção ao portão de embarque número 13, que irá para São Paulo e de lá para Londres! Eu estou bem ansiosa. Só imagino eu em Londres com as minhas amigas no momento. Chegamos na frente do portão, onde várias pessoas se despediam e choravam, como nossas mães iam fazer. Minha mãe me abraçou bem forte.
- OH MINHA FILHA! Tem certeza que isso é a coisa certa? - ela me perguntou ainda me abraçando. Eu estava sem ar, então não tinha como responder.
- Mãe... tá... me sufocando - eu falei bem baixinho. Ela me largou, fazendo-me respirar metade do ar que tinha no ambiente. Eu a abraçei e ela retribuio o abraço. - Mãe, isso é a coisa certa! Não se preocupe, ok? Vou te ligar todos os dias! Se não der, vou mandar mensagens com fotos. Eu te amo! - Nesse momento não tinha como não deixar escapar uma lágrima. Eu chorei um pouco, ainda abraçada a ela.
- Eu também te amo, minha filha. - Ela me abraçou mais forte. Quando me largou, fui em direção ao meu pai. Dei um forte abraço também e disse que o amava muito. Depois falei com a minha irmã e o meu cunhado.
- Bom, acho que é isso. Eu vou entrando. Amo vocês. - Mandei um beijo no ar para meus parentes e passei pelo portão 13. O meu destino.
- Mãe! Vou sentir muito sua falta. Sempre ligue para mim. Vou te mandar cartas e um moi de coisa - eu disse à minha mãe e lhe dei uma bejo na bochecha, sendo acompanhado pelo um forte abraço.
- Não se esqueça de mim, tá, filha.
- Como vou esquecer da pessoa que me colocou no mundo? Sem você, eu não estaria indo para Londres!
- É mesmo! - Ela me deu um beijo na bochecha e me soltou. Fui em direção ao meu pai.
- PAI! Eu te amo muito! Mande dinheiro para mim todos os meses! Não se esqueça! - eu falei para ele bem perto do ouvindo enquanto nos abraçávamos.
- Pode deixar! Isso com certeza não vai fazer falta.
- Você vai! E muita! Te amo!
- Também te amo, minha pequenina! - Depois do momento com o meu pai, fui falar com o meu irmão.
- Olha, se você encontrar alguma britânica gostosa, não se esquece de dizer que tem um irmão, tá?
- Seu aproveitador de irmãs! - eu disse para ele com uma cara de nojo. Depois dei um abraço leve e o soltei.
- AMO VOCÊS, FAMÍLIA! - eu falei bem alto quando passei pelo portão de embarque. Mandei um beijo para os parentes das minhas amigas e fui andando para a fiscalização de matériais.
- Mãe, pai, obrigada! Sem vocês eu não estaria realizando o meu maior sonho! - eu disse dando um abraço coletivo nos dois.
- Tem certeza que você vai ficar bem? - Minha mãe preocupada, como sempre. Irei sentir muita falta dela.
- Tenho, mãe! Não se preocupe.
- Ok! - Algumas lágrimas caíram dos seus olhos. Eu as limpeis e dei um beijo nela. Fiz o mesmo com o meu pai, que também estava chorando (e depois diz que homem não chora). Fui falar com o pirralho no meu irmão.
- Se comporta, sua peste! Quando você for para lá, já quero te vê um moçinho.
- Você também, tristesa! Se encontrar alguma menina com peito e bunda me diz. Ae eu saio correndo daqui.
- Muito engraçadinho. - Dei um abraço nele e fui andando ao portão de embarque. No meio do caminho parei. – Vamos, ! - Ela estava se despedindo rapidamente dos pais, ela já tinha se despedido em casa. Dei um "último" tchau para os meus pais, que retribuiram com um sorriso. Fui em direção ao portão, sendo seguida por Biba e . Biba falou com todo mundo bem rápido. Tinha se despedido dos pais e dos irmãos pelo telefone. Entramos no portão e fomos para a fiscalização.
Entramos no avião da Tam. Ele parece maior. Eu e a ficamos na mesma fileira. As cadeiras eram agrupadas de 3 em 3. Na frente, ficou eu e , atrás de nós ficou Biba, e . Eu fiquei na janela, ficou no meio e uma mulher beeem chique sentou do outro lado dela. A ficou na janela atrás de mim, a ficou no meio e Biba no corredor. Eu fiz um sinal com a mão para a vir mais para a frente. Ela se abaixou e eu me virei um pouco.
- , bota esse sonífero na água da Biba para ela dormir. Ela fica enjoada com a altitude - eu susurrei para ela não poder ouvir.
- Beleza. A vai distrair ela enquanto eu coloco.
- Ótimo. Hey, não se esqueça de botar uma dose que aguente até a Inglaterra.
- Pode deixar comigo. - Eu me coloquei de forma ereta no banco esperando a fazer alguma coisa, até que eu ouvir ela dizer algo.
- BIBA! Olha que cara lindo que vai passar do seu lado. - Eu dei uma olhada para elas entre a minha cadeira e a da , Biba não tirava os olhos do carinha até que eu vi uma mão pegar o seu copo de água e colocar uma tonelada de sonífero. MEU DEUS! Eu esqueci que a é exagerada! Ela vai colocar o sonífero todinho! Fudeu geral! Ela terminou e me passou o saquinho do sonífero por baixo da cadeira. Quando eu o peguei, senti uma grande falta de sonífero. Praticamente não tinha nada. Eu balancei vagarozamente ele para ver se tinha alguma coisa dentro. Um barulho de areia se mexendo. A estava com os olhos arregalados e respirando ofegante.
- , você tá bem? Quer alguma coisa?
- Eu tô bem, eu pareço bem, eu tô bem! - ela falava rápidamente segurando os braços da poltrona. Segurei a sua mão, que está suando frio.
- Quer sonífero? - ofereci.
- Quero! Vai me acalmar. Com certeza. Coloca aí. - Eu só fiz despejar o resto de "areia" que tinha na embalagem. Ela revirou o copo na boca tomando a água meio rosada e se aconchegou na cadeira apertando a minha mão.
- Relaxa aí um pouquinho - eu disse para ela, retirando minha mão devagar para poder ver como Biba estava. O copo estava vazio e ela, com os olhos pesados. A não parava de rir da coitada. Eu revirei os olhos e me coloquei no meu lugar.
" Senhores passageiros, gostariamos que prestassem atenção ao pequeno vídeo de segurança que irá aparecer na televisão que está posta à sua frente." O videozinho chato apareceu e as aeromoças faziam cada movimento que mostravam, com as máscaras respiratórias. Quando terminou, a vozinha apareceu de novo. "Senhores passageiros, apertem os cintos, pois nós iremos decolar." Eu olhei para trás e Biba dormia como a .
e estavam de mãos dadas. Eu fiz sinal de positivo para elas e elas retribuíram com um sorriso de orelha a orelha. Me virei para frente. O avião começou a correr bem rápido e eu apertei mais ainda as mãos na cadeira. Senti que uma grande leveza apareceu por baixo de nós. Olhei para baixo através da janela e vi pela "última" vez minha cidade. Algumas lágrimas caíram enquanto aquela imagem passava. A mão gelada da bateu em meu ombro e me entregou um papel embrulhado. Quando eu desdobrei, estava escrito: "Viva LONDRES!".
VAMOS PARA LONDRES! VAMOS PARA LONDRES! Eu estava sem reação ao ver pela "última" vez nossa cidade. A cidade onde eu morei por um bom tempo. É demais essa sensação! Biba e estavam dormindo profundamente. Agora, quando olhávamos através da janela, só viamos terra.
"Queridos passageiros, estamos sobrevoando a cidade de São Paulo. Por favor, apertem os cintos, pois iremos pousar."
Primeira parada! São Paulo! Depois de 30 minutos, LONDRES! I can't believe!
30 minutos depois
- O que foi que eu perdi? - ouvi a falar rapidamente enquanto acordava espantada.
- Calma, ! Não perdeu nada ainda não! Você acordou mesmo na hora em quem nos vamos partir para Londres - a respondeu calmamente.
- Que sorte. E a Biba? Ela ainda tá dormindo? - ela falou colcando a mão no peito esquerdo.
- É capaz dela ficar assim por um bom tempo! - a disse dando uma risada.
- A é muito exagerada.
- Concordo! - A voizinha absurda começou a falar.
"Senhores passageiros, apertem os cintos, iremos partir para Londres."
Quando ela disse Londres, eu me arrepiei toda. É demais para uma garota só.
Eu e as meninas tivemos que deixar muitas coisas que gostávamos. Mas eu estou levando algo muito precioso para mim! Minha guitarra! Adoro ela! Me lembra do Tonzinho! Eu esqueci! Me esqueci de trazer um casaco! Droga! Tô ferrada! O frio lá deve estar tão rigoroso que eu vou ficar congelada! Claro, e quem não ficaria com uma micro saia e uma blusa sem alças, com um All Star e uma meiona que cobria metade da canela? Tá, eu também estou com umas luvas, mas elas não cobrem os dedos. E o colar que eu fiz com uma paleta do Tom combina. Meu estilo está bem Rock n' Roll!
(roupa). A
tinha colocado uma calça jeans bem apertadinha em cima que soltava um pouco em baixo, com uma blusa de alças que amarrava no pescoço e levava um moletom vermelho na mão (que não estava usando). Sua sandália combinava com a bolsa listrada. Ela usava um colar bem grande que tem um pingente de uma nota musical vermelha.
(roupa)
A estava super styler! Estava combinando TUDO! Até o colar imitou com o da ! Ela estava com uma calça da Zara, um casaco vermelho com a gola cheia de plumas que combina com a melissa vermelha. A blusa de manguinha, azul, branca e preta combina com a bolsa.
(roupa) A estava com uma regata super fofa e uma leguin por baixo. A bolsa combina com os tênis. Ela estava parecendo uma criança, mas continuava com um ar de adolescente. Ela usava um moletom só por emergência.
(roupa).
Todas nós estávamos lindas! Modéstia à parte.
Que tédio. Todo mundo pegou um cochilo e eu estava acordada. Sem nada para fazer. O livro que eu estava lendo eu deixei dentro da minha mala. Espero que ele volte inteiro. Opa, o que é isso? AH MEU DEUS!!! Turbulência! EU ODEIO ISSO! Calma,
, você vai ficar bem! Não se preocupe. Ai, graças a Deus. Parou. Até agora já teve três turbulências, contando com essa.
"Senhores passageiros, estamos sobrevoando a cidade de Londres. Por favor, mantenham-se nos seus lugares enquanto o avião pousa.'' AH MEU DEUS!!!! Que cidade perfeita! Eu estava olhando pela janela, apoiada em , que começou a acordar.
- , ! Nós chegamos!!!
- Sério? Que perfeita! - Ela olhava junto comigo agora.
- Olha o London Eye! É bem maior do que eu pensava!
- Claro, você só viu por foto, que no máximo tem 30 cm². O que você queria? O próprio London Eye?
- Ah, , também não é para tanto, né? Eu quero conhecer cada cantinho de Londres. Deve ser como nos filmes. "No pique de Londres", estrelado por , , e !!! Uhu! Emocionante! Contando com a participação especial de BIBA!
- Agora eu senti firmeza! Tem que ser tudo! E muito mais!
- ... Olha! A gente já chegou! - disse batendo no ombro da , que acordava.
- UHU! Londres arrasa! Como é linda! Muito melhor que nos filmes! - disse coçando os olhos e colocando o casaco vermelho. - Nós ainda estamos dentro do avião e já tá fazendo frio. Imagina quando a gente descer? A vai se ferrar com essa roupinha super sexy! Mas quando nós formos pegar a nossa mala, você pega um casaco seu.
- Boa ideia! Valeu, ! Chama a .
- Pode deixar - ela respondeu e foi cutucar a , que escorava-se na mulher do lado.
- Tá, mas quem vai acordar Biba? Ela ainda tá dormindo! - disse olhando Biba, que babava. Eca. Nesse clima dá vontade de dormir mesmo.
- Gente, vocês acham que vai dar para olhar tudo o que combinamos? - perguntei olhando para a e, depois, olhando para a , que estava virada para a gente.
- Realmente, acho melhor só visitarmos alguns lugares. Os três primeiros lugares que combinamos. Beleza? - disse.
- Mudando de pato para baleia, como vamos levar Biba? Ela tá morta! - eu disse espantada e dando ênfase à última palavra.
- Ai menina, nem fala uma coisa dessa. Vamos passar no apartamento, colocamos nossas coisas nos nossos quartos e deixamos Biba no dela. Ai, saimos para dá um rolé - a disse tirando o bloquinho e uma caneta da bolsa, para remarcar todos os nossos planos para hoje.
- Vai ser bom passar lá porque eu troco de roupa e ponho mais tecido em cima de mim - eu disse cruzando os braços e fazendo movimentos verticais com as mãos nos antebraços. A sacudio o braço de Biba umas cinco vezes, mas ela não deu sinal de que estava acordado, ou viva. Cruzes!
"Senhores passageiros, apertem os cintos pois iremos pousar, mantenham-se nos seus lugares quando as portas forem abertas. Só poderá sair quando o avião estiver completamente parado." Depois de uns 15 minutos, quando eu e as meninas percebemos que a imagem "se aproximava", sentimos o peso embaixo. A velocidade do avião foi diminuindo. Ele deu uma leve curva e parou. Todos os passagiros começaram a se levantar e pegar a bagagem de mão. A pegou a bagagem dela e da , que estava conciente no momento. Eu me levantei, peguei a minha bagagem e a da . A saiu da passagem e se colocou no corredor. Ela se abaixou em direção de Biba e começou a mexer no braço dela.
- Acho que você deu sonífero demais a ela - a disse chegando perto delas e a puxando pelo braço. Biba abriu os olhos.
- Oi. Oi. Como é o meu nome? - Coitada! Está dopada!
- Se ela morrer, a culpa é sua! - disse com a cara fechada, levando Biba pela cintura, enquanto ela se apoiava nos ombros da com o braço esquerdo. A arrastava ela pelo outro braço. Eu e tivemos que levar as coisas das meninas e de Biba nas mãos. Nos despedimos das aeromoças e descemos para a sala onde ficam nossas malas.
Chegamos lá. A se sentou em uma cadeira e colocou Biba ao seu lado. Biba colocou a cabeça no ombro da , que olhou para a com a maior cara de malvada. Ui! Eu fiquei observando as malas passarem esperando as minhas malas aparecerem. A da passou e ela pegou. Depois a da passou, sendo seguida pelas de . Todas as malas passaram e nós pegamos. Fomos em direção a , que estava sendo o travesseiro de Biba. Ela pegou Biba na mesma posição do avião. Fomos andando em direção aos táxis que estavam estacionados na frente do aeroporto. Todo mundo olhava para mim. Só porque eu tô assim. Preconceito com os brasileiros. Ou será que é porque eu ainda tô falando em português com a ? Nós entramos em um táxi e pedimos para ele se dirigir ao endereço do nosso apartamento.
Uns 30 minutos se passaram e o táxi parou na frente de um prédio bem grande, que aparentava ter uns 15 andares. Descemos. O motorista nos ajudou a levar as malas até o elevador, porque estava ocupada carregando uma malona! Nós pedimos para ele nos esperar em baixo, porque iamos sair novamente. Subimos para o 8º andar, onde era o nosso apartamento. Quando abrimos a porta, nosso queixo foi parar no chão. Era enorme! Muito lindo! Os móveis combinavam com a tonalidade de caramelo da parede, onde tinha uma grande foto de nós quatro pendurada. Ao lado do grande sofá, que tem capacidade para 4 pessoas, tinha uma mesinha onde estava um porta retrato de Biba, ao lado havia um telefone. Na frente do sofá, uma TV de plasma que estava acompanhada por um home theater. Na sala de jantar, tinha uma mesa para oito pessoas, quatro de um lado e quatro do outro. Ao lado da mesa havia uma grande estante com todos os nossos livros, revistas, DVDs e CDs. Ao lado da estante, uma porta de vidro, onde ficava a cozinha. Era bem pequena, mas cabia todos os eletrodomésticos. Quando você anda entre a grande mesa da sala de estar e a área da televisão, se depara com quatro portas, a primeira do lado esquedo, é o banheiro social; a segunda do lado esquerdo é o quarto de Biba; a primeira porta do lado direito é o meu quarto e o da ; e a segunda porta do lado direito é o quarto da e da . Nós vamos dividir os quartos. Cada quarto (menos o de Biba) tem banheiro. O meu quarto e o da é pintado de laranja com florzinhas vermelhas e borboletas amarelas. Minha cama fica do lado da janela e a da fica do lado do quarda-roupa e do banheiro. Entre nossas camas tem uma mesinha com um abajur e uma foto de nós quatro. De frente para nossa cama, tem três prateleiras. A de cima está com fotos minhas, da minha família, das minhas amigas e amigos. A de baixo está as fotos da . E a de baixo está com nossas coisas de se produzir, como escova de cabelo, batom, maquiagem, presilhas e um monte de coisas. O quarto da e da é do mesmo estilo que o nosso. A única diferença é que a parede do quarto delas é azul [N/A: A cara da minha Judd, Rafý] com estrelas prateadas. Em baixo das prateleiras ficam os nossos instrumentos e os amplificadores. O de Biba é normal. Mas não tem instrumento. Na parede do lado das prateleiras fica um birô com os nossos laptops. Nosso apartamento é bem dividido. Nós o amamos. É bem confortável. E tem uma bela vista de Londres.
- AAAAAHHHH!!!!!! - gritou do quarto dela. Eu dei um pulo de susto.
- Porra, !!!! Que susto! Quer me matar? - perguntou com a mão no coração depois de ter saido correndo do quarto de Biba. Ela ainda estava dormindo. A escrevia um bilhete para ela, dizendo que nós iamos dar um rolé por Londres e qualquer coisa ela nos ligava. Eu fui ver o que era. Quando chegei lá, a bateria azul reluzente da estava lá, ao lado do baixo azul brilhosos da . Os olhos da brilhavam.
- Que legal! Agora todos os nossos instrumentos estão aqui - eu disse voltando para o meu quarto para trocar de roupa. Eu peguei uma blusa com mangas, um moletom branco e uma calça jeans. Coloquei tudo em mim, depois tive que colocar novamente meu All Star. Peguei minha bolsa e fui para a sala.
(roupa)
Minha bateria tava aqui! Que legal! Eu e as meninas temos agora mais uma coisa para fazer nas horas vagas. Tocar os instrumentos! Fui para a sala. Já estava a , a e agora eu! Ficamos conversando um pouquinho esperando a chegar.
- Estou pronta. Vamos? - A tava linda com aquela roupa. Nos levantamos. Chamamos o elevador e descemos.
Entramos no táxi e pedimos para ele nos deixar no Hyde Park. Ele entrou por grandes avenidas e lugares desconhecidos, até chegar em um ambiente aberto, cheio de árvores, flores e plantas. Tinha muitas pessoas andando, pais brincando com as crianças, namorados se beijando, era um lindo lugar para ficar, refletir. Eu e as meninas pagamos o táxi e descemos. Ficamos andando, conversando e brincando, na maioria do tempo. Muitas pessoas nos olhavam. Do jeito que eu sou discreta, comecei a acenar para eles. E se fosse um garoto, mandava beijinhos. [n/a: Ela faz isso mesmo quando saimos para algum lugar]. Nos sentamos em um banco, depois de tanto andarmos.
- É, gente. Chegamos! Eu nunca imaginei que podia ser tão frio! Mas é aconchegante. Imagina vir para um lugar desse com o namorado - disse olhando os namorados se beijando.
- Você quis dizer o Poynter e você nesse lugar - a lhe corrigiu.
- Cara, você lê minha mente! É! Imagina. Eu e o Dougie andando por essa grama tão bem cuidada. Seria perfeito. Seria a realização de mais um sonho. Um dos principais já foi feito. Estar aqui! Com vocês, em Londres.
- ONW! Valeu, more! Era o nosso sonho também estar aqui! - eu disse apertando as bochechas dela. Claro que depois ela me deu um tapa.
- Vamos continuar andando! Estamos em Londres, não se pode perder nem um momento! - a disse dando um pulo.
- Concordo com ! Hey, eu tava pensando... - eu falei, me colocando ao lado dela.
- A pensa, gente! - a fez gracinha.
- Continuando, vamos passar no London Eye hoje! Eu quero muito conhecer! EU TÔ IMPLORANDO! - Eu juntei minhas mãos e comecei a balançar, como todo mundo faz. As meninas se levantaram.
- Boa ideia! Vamos para o London eye! - a disse me puxando pela mão enquanto eu dava pulinhos de alegria. e foram andando atrás de nós conversando sobre a Coca-Cola ser tão gostosa. Aff. Enfim... Fomos andando até o portão do Hyde Park. Chamamos um táxi, pedimos para ele nos levar até o London eye. Ele deu partida e foi.
Bem, chegamos. É enorme! Bem grande. Nunca imaginei que poderia ser tão grande. Pagamos o táxi e fomos andando para um lugar cheio de gente. O que pode tá acontecendo?
6º Capítulo - London Eye (recomendo colocar para carregar: Wanted - Jessie James)
Tom Fletcher
Eu e os caras estávamos no London eye. Resolvemos dar uma volta. Lembrar dos momentos que passamos. Fomos andando, até que estava bem tranquilo. Não tinha muita gente. Até agora, só umas 5 fãs pararam para tirar fotos com a gente e pedir autógrafos. Hoje é sábado, por isso tá tendo mais um daqueles shows beneficientes para ajudar instituições de crianças carentes. Nós quatro paramos para observar as pessoas se apresentando. Que legal! Os shows são abertos. Qualquer um pode se apresentar. Mas eu e os dudes estávamos sem a mínima vontade de tocar. Preferimos só ficar assistindo mesmo.
- Que legal! Vamos ficar olhando. Quem sabe não aparece uma garota? - o Harry disse arqueando uma sobrancelha.
- Cara, você tá desesperado! Relaxa! Vai aparecer uma para você a qualquer momento. Não se preocupe - o Danny disse lhe dando uma tapinha nas costas.
- O Danny me disse uma coisa que eu fiquei pensando... - o Dougie começou a dizer cruzando os braços.
- Agora ele pensa - eu disse tirando onda dele, acabei recebendo um olhar mortal.
- Eu fiquei pensando, nem venha tirar onda Fletcher, o amor aparece quando a gente menos espera. Isso é verdade! - ele continuou.
- Você está apaixonado, Poynter? - Nós três perguntamos para ele, em coro, depois que ele fez a maior cara de bestão para o palco. Claro, ele é um bestão, mas ficou mais ainda! Eu e os caras olhamos para onde ele tava olhando e, tenho que admitir, meu queixo foi para no chão. Meu Deus, o que é aquilo?
Legal! Show beneficiente! Eu acho esses shows tão legais. Tão com fé! Para pessoas que realmente precisam. Eu não acredito! Você pode se apresentar de graça! É uma ótima hora para eu e das meninas revelarmos os nossos talentos.
- GAROTAS! Vamos nos apresentar nesse show beneficiente? Vamos, vamos! Vai ser divertido. Vamos ganhar fãs! - disse animada.
- Não é má ideia. Topam? - a me apoiou.
- Por mim, tudo bem. E você, ? - a disse apontando para a .
- Tem muita gente. Meus dedos estão frouxos. Eu nem me lembro muito dos acordes das músicas que nós cantamos - a disse ficando uma plantação de pimenta.
- FALA SÉRIO!!! Que descupa mais besta! Só podia ser a Jones mesmo - a disse ficando estressada.
- Qualquer coisa eu te acoberto. Se você errar uma nota, eu dou cobertura. Não se preocupe! Você vai estar com a gente - a disse passando uma das mãos pelos ombros da .
- Ok então - ela concordou dando um grande suspiro depois.
- Legal! Que música nós vamos tocar? Já sei! Wanted! Da Jessie James. Vai ser legal! - disse.
- Ótimo. Sei essa música todinha! - a disse fazendo um sinal de positivo. Fomos andando até o balcão de inscrições. Tinha uma mulher mascando chiclete de uma forma nojenta. Eca. Eu e as meninas nos inscrevemos e ela disse que nós seriamos as próximas. Ai, deu aquele frio na barriga. Os carinhas que tavam fazendo malabarismo desceram da escada nos desejando sorte. A estava na frente, ela começou subir as escadas sendo acompanhada por , e, por fim, eu. Tem bastante gente. O clima está frio, o céu, cinza, como se estivesse pronto para chover. Eu peguei o baixo que estava posicionado do lado esquerdo do palco, a ajustava o microfône para o tamanho dela, como a . Elas colocaram as guitarras e checaram se estavam afinadas. Estavam perfeitas. Dei uma olhada por cima do ombro, para saber como a estava. Ela estava com as baquetas que eu dei nas mãos. Ela levantou e deu três batidinhas. A começou a cantar junto com a .
I wanna lie in my bed
And do nothing
I don't care what anyone says
I got you on my mind
Thinking about one thing
Gonna show you how I do it best
A cantou a primeira estrofe segurando firme no microfone. Ela terminou e deu uma olhada para mim com um meio sorriso no rosto. A ia cantar o próximo.
Put my lips on your mouth
Keep you coming around
Cause I like it yeah
Put your hands on my hips
Take me down sink their ship
Boy I can't resist
Um parágrafo cantava uma. Uma vez , outro cantava a e eu só no apoio. Outras vezes elas dividiam a mesma parte. Cada coisa que a dizia, ela tocava na parte que era citada, como os lábios, o quadril, enfim, fazendo muitas caras sexys! Hey, eu conheço aquelas pessoas, mas tá dificil de dizer quem são com esses óculos escuros cobrindo o rosto deles.
I wanna wear my hair up in a mess
Cut off jeans can you get with that
Give you some like you never had
Cause I only wanna be wanted by you
I wanna teach you ‘till you're begging me
And you're on your knees and it's had to breath
And every other time's just a memory
Cause I only wanna be wanted by you
Eu não posso estar acreditando, não mesmo!
Those other guys
When they call
I might answer
But you're the one I'm thinking ‘bout
So baby don't disappoint
Just move faster
And show me what you're feeling now
Put your lips on my mouth
Keep it coming around
Cause I like it yeah
Nothing's wrong
It's all right
Got permission from me tonight
So turn off the lights
Turn off the lights
I wanna wear my hair up in a mess
Cut off jeans can you get with that
Give you some like you never had
Cause I only wanna be wanted by you
I wanna teach you ‘till you're begging me
And you're on your knees and it's had to breath
And every other time's just a memory
Cause I only wanna be wanted by you
Now I'm going crazy
I'm tired of waiting
My lips are on fire
I just want you to know
I'm losing my patience
For the time that you've wasted
Put your lips on my mouth
Put your lips on my mouth
Put your lips on my
I wanna wear my hair up in a mess
Cut off jeans can you get with that
Give you some like you never had
Cause I only wanna be wanted by you
I wanna teach you ‘till you're begging me
And you're on your knees and it's had to breath
And every other time's just a memory
Cause I only wanna be wanted by you
I wanna wear my hair up in a mess
Cut off jeans can you get with that
Give you some like you never had
Cause I only wanna be wanted by you
I wanna teach you ‘till you're begging me....
And you're on your knees and it's had to breath
And every other time's just a memory
Cause I only wanna be wanted by you
Terminamos de tocar e recebemos muitos aplausos. Deus, não podem ser eles. Não pode! O pessoal começou a gritar um "bis" para a gente. Eles querem que a gente toque mais? Nós iremos tocar mais!
Dougie Poynter
- Ei! Não são aquelas garotas que nós vimos em um dos shows do Brasil? - o Danny perguntou olhando para a do meio.
- São elas mesmo! É impressão minha ou elas estão maiores? - o Tom perguntou. Meu Deus! Como ela tá linda! Todas!
- GOZEI!! - o Danny disse colocando a mão entre as pernas! É normal para um macaco.
-Daniel! Controle-se. São... apenas... garotas... OMG! - Tom falou pausadamente, quase babando para a garota do canto direito, que estava colocando a mão no quadril e rebolando de um lado para o outro. Cara, o que ela tá fazendo? Eu não consegui tirar os olhos da menina mais alta. Ela que me deu o ursinho. Eu tenho certeza. Tem a foto dela no bilhete. Mas tá muito diferente. Ela está nos olhando de um jeito estranho. Será que ela nos reconheceu? Acho que não. Ou sim. Sei lá. Eu não ligo. Não mesmo.
- Poynter, fecha a boca, tá babando - o Tom disse dando uma tapinha de leve no meu queixo, que estava literalmente aberto. - O que foi? Ficou hipnotizado com a baixista? - Ele cruzou os braços e deu um sorriso olhando novamente para o palco.
- Cara, elas são tão novinhas, mas tem um corpo de gente grande. Com certeza tem. A baterista é muito gata, vei - o Harry disse se esticando um pouco para ver melhor a garota de trás. Eu tenho que descobrir o nome dela. Tenho mesmo. Depois que elas sairem, nós vamos atrás delas. Calma, Dougie. Você precisa ser calmo.
- Alguém sabe o nome delas? - o Tom perguntou colocando a mão no queixo.
- Eu não sei. Não sei. - O Danny não parava de olhar para a do meio. A música continuou e elas sempre fazendo dancinhas esquisitas e dando pulinhos. Tenho que admitir, não tirei os olhos dos peitos da baixista. Enfim... A música acabou. Elas foram mais aplaudidas do que as outras apresentações. As pessoas começaram a gritar "bis". Olhei para o lado, os dudes estavam com as mãos para cima, batendo palmas e gritando "bis" também. Eu fiz o mesmo. Elas riram olhando uma para as outras. As dos cantos trocaram de instrumentos. A do lado direito estava com o baixo e a do esquerdo com a guitarra.
- Vamos cantar Remember December, de Demi Lovato - a do lado esquerdo disse. Elas começaram a tocar os primeiros acordes. Então ela começou a cantar. Que voz.
- Vamos cantar Remember December, de Demi Lovato - a disse após ter trocado de instrumento com . Começamos a cantar e as pessoas foram à loucura. Tinha gente cantando junto, gente pulando, gritando, é uma sensação ótima. Tem quatro sujeitos lá atrás, de todo mundo, nos olhando. O do meio não para de me olhar. Tô até ficando com medo. A sabia dessa música melhor que eu e , por isso ela que cantou dessa vez. E os acordes era melhor ela fazer.
- Obrigada! Até a próxima - a se despediu depois que terminamos de tocar a música, ela tirou a guitarra e a colocou no apoio. Saimos dando tchau para todos.
- QUE LEGAL!! UHU!!! - a saiu vibrando.
- Foi bom mesmo! Eu adorei! Seria ótimo repitir essa aventura milhões e milhões de vezes - a disse guardando as baquetas no bolso.
- O que você achou, ? ?!?!
- UÉ? Para onde ela foi? - a perguntou olhando de um lado para o outro.
- Ela saiu correndo para aquele lado - a mulher do balcão disse apontando para frente.
- Valeu. Vamos, meninas - a disse, saindo correndo na direção para onde a mulher apontou.
Quando saimos do palco, eu nem pensei duas vezes, sai correndo para o lugar onde eles estavam. Vai que era eles mesmo. Eu surtava! Fui correndo bem rápido, até que um monte de gente chegou perto de mim.
- ME DÁ UM AUTÓGRAFO! ME DÁ UM AUTÓGRAFO - todos começaram a dizer bem rápido, na mesma hora e na mesma tonalidade de voz. Quase fiquei surda.
- Vocês me dão lincença, eu tô procurando umas pessoas. - Eu saí correndo novamente. O pessoal ficou com a maior cara de monte atrás de mim. Sai correndo olhando para trás. Quando virei para frente, bati em um muro de pessoas. - Ai descu... OMG! - Eu parei de falar quando vi as pessoas que estava procurando. - São, aqui, agora, eu, minhas, McFLY! - Eu saí atropelando palavras enquanto eles me olhavam com uma cara engraçada. - Eu não acredito! Eu não acredito! Eu não acredito! - eu repetia a frase mil vezes, e eles só riam. - Oi!
- Oi! - eles disseram em coro.
- Então, nós vimos vocês se apresentando. Você canta muito bem - o Tom disse para mim, dando um sorriso e mostrando a sua linda covinha. Ai que fofo! – Oi, meu nome é Tom. Mas eu acho que você já sabe.
- Com certeza eu sei! E também sei muito mais! Eu sou . Na verdade, . Prefiro assim. DEUSINHO DO CÉU! Você é Dougie Poynter? - eu falei quase gritando quando ele tirou os óculos escuros e deixou amostra os seus lindo olhos azuis. QUE OLHOS!
- Sou. Parabéns! Vocês arrasaram - ele disse apertando minha mão. Eu não tinha reação. Ele soltou minha mão. Eu dei um abraço bem forte nele pela cintura.
- DOUGIE! Eu te amo muito, muito, muito! Você não faz ideia! Meu maior sonho era te conhecer. Quando eu soube que você acabou com Frankie, eu chorei vales de felicidade por você estar solteiro! Ai, eu nem acredito que eu te conheço! - eu falei as coisas bem rápidas, enquanto sentia seu perfume, sua força me envolvendo, seus músculos, seu calor.
- Sério? Eu sou o amor da sua vida? - ele me disse quando eu o soltei e deixei um espaço para ele poder respirar.
- Com certeza. Eu tenho 17 anos. Eu comecei a te amar quando eu tinha 13 - respondi.
- Uau! Faz bastante tempo. Enfim, cadê as suas amigas? - o Harry perguntou arqueando uma sobrancelha. Ai Harry, não faz isso comigo. Eu fiquei olhando com a maior cara de tapada para ele, enquanto o safadinho procurava as loucas das minhas BFFs.
- Eu não... sei. Eu saí correndo depois que saimos do palco - eu disse pausadamente, apreciando a sobrancelha masculina mais perfeita do mundo.
- Você poderia dizer o nome de cada uma das suas amigas? - o Tom perguntou se sentando em um banco próximo de nós. Danny o acompanhou. Como no banco só cabiam três pessoas, o Harry rapidamente se sentou ao lado do Danny. Eu e Dougie sobramos. OH GOD! Ele se sentou no chão e cruzou as pernas. Seus olhos foram acompanhando meu corpo, de pé a cabeça. Quando ele chegou em meus olhos, ficou vermelho. Eu, atrevida, me sentei ao lado dele. AH! Você acha que eu ia perder a chance de sentar ao lado de Dougie Poynter? NEVER!
- A do lado direito é a - eu disse para o Tom, que apertou a bochecha do lado esquerdo deixando amostra de sua linda covinha. Babei! - A do meio é a ... - Fui interrompida.
- , , , ... É para memorizar - disse o Danny repetindo várias vezes o apelidio da .
- Continuando, a de trás é a - eu disse, percebendo o Harry se encolher no banco e seus olhinhos ficarem mais azuis. Babei²! - E eu sou ! - eu disse dando um grande sorriso para os garotos, fazendo o Dougie dar um sorriso super tímido. Babei³! Deus! Como eu vou falar para o Dougie o que eu sinto por ele?
Ficamos conversando, dando risadas e eu babando litros por eles. São muito mais lindos pessoalmente. Até que eu olhei para o maldito relógio!
- DEUS!!! As meninas vão me matar! Eu preciso ir para o apartamento! Caras, eu queria muito, muito, muito ficar mais tempo com vocês. Como queria. Mas eu tenho que ir. Minhas amigas devem está doidas atrás de mim. - Eu me levantei, os garotos também.
- Já? Foi ótimo ter conversado com uma fã nossa. E o melhor, brasileira - disse Tom, super gentil. OWN!
- Obrigada. Foi ótimo conversar com os meus ídolos. Eu amo vocês para caramba! Eu nem sei como demonstrar - eu disse bem baixinho.
- Obrigado - eles disseram em coro.
- Espero que nós possamos nos encontrar mais vezes - Danny disse.
- Com certeza! Olha, esse é o número do meu telefone, qualquer coisa me liga. Eu vou estar com ele ligado 24 horas. Podem ligar a hora que quiserem. Até mesmo a cobrar! - eu disse após ter escrito meu número na mão do Dougie. Para ele nunca esquecer. Me aproximei do Danny, dei um beijo em sua bochecha sardenta, fui no Judd e lhe dei um beijo na bochecha também. Andei até o Tom e fiz o mesmo que tinha feito com Danny e Harry. Só para constar, eles retribuiram. Agora é o Poynter! Eu tinha que fazer alguma provocação. Cheguei bem perto dele e lhe abaixei, puxando pelo ombro. Minha boca ficou bem próxima do ouvido dele.
- Eu te amo, mais que tudo! Você não faz ideia! Sou pequena, mas posso ser tudo ao seu lado - eu disse sussurrando em seu ouvido. Minha boca desceu, e no canto direito da boca dele eu lhe dei um meia lua. Me arrepiei inteira. Ele também se arrepiou. Sai correndo olhando para trás, sobre o ombro, dando tchau para os caras e deixando um Dougie paralisado. O QUE FOI QUE EU FIZ?
Me virei para frente e fui correndo para o palco, esperando que as meninas estivessem lá. Mas quem disse que eu estou pensando nisso?
Dougie Poynter
- Eu te amo, mais que tudo! Você não faz ideia! Sou pequena, mas posso ser tudo ao seu lado - ela me disse bem perto do meu ouvido. Fiquei paralisado. Ela escorregou a cabeça, e estacionou um meia lua em mim! De repente, ela saiu correndo dando tchau para nós e olhando para mim com um lindo sorriso estampado em seu rosto infantil. Ela está mexendo comigo. E como está.
- DOUGIE! O que foi isso? Cara, ela quase te beijou! O que foi que ela te disse no ouvido? – o Tom disse, digo, gritou, me balançando pelos ombros. Nenhuma palavra saiu da minha boca.
- ELE FOI ABDUZIDO!!! Chamem um médico!!! - disse o Danny, o senhor exagerado e super discreto.
- Ela disse... ela disse... ela disse - eu tentei começar a dizer alguma coisa. Me sentei no banco e coloquei minha mão na testa.
- Desembucha logo! O que foi que a garota te disse? - o Harry insistiu.
- Ela disse... "Eu te amo, mais que tudo! Você não faz ideia! Sou pequena, mas posso ser tudo ao seu lado" - eu disse. Os três patetas abriram a boca. Eles estão com a maior cara de monte. - E depois me deu um meia lua. Eu tô sonhando? - eu perguntei para os caras que já começaram a se recuperar.
- Dude, você já beijou um monte de mulher gostosa! Eu disse mulher! E ficou desse jeito só por mais uma fã que te deu um meia lua? Cara, aterriza. Ela tem 17 anos! Você tem 22! Cinco anos de diferença! - o Tom disse como se isso fosse o maior pecado do mundo!
- Não vem com essa não, Tom. Essa sua teoria é ridicula! Todas as mulheres que eu beijei, transei e não sei se engravidei - e espero que não - não me amavam. Só queriam ficar com Dougie Poynter. Baixista do McFLY. Não Douglas Lee Poynter. O quase adulto que nasceu em Ossex. NÃO! Eram só um bando de interesseiras! Mas aquela garota não! Deu para perceber da forma que ela disse. FODA-SE QUEM ACHA ISSO RIDÍCULO! - eu disse abrindo os meus braços no ar e gritando para o céu.
- Concordo com a menininha ai - disse o Danny apontando para mim. Eu levantei minha mão em direção da cabeça dele e levantei o dedo do meio. Eu abaxei a mão.
- É verdade, Tom. Poxa! Não tem nada demais. O que vale é o amor - o sentimental do Harry disse.
- Nesse termo você tem razão. Tá, tenho que dizer que é fofinho ter visto vocês dois se abraçando. E a forma como ela fala inglês é bem parecida com a forma como o Dougie fala. UÉ? Sou observador. Não se ofenda, Poynter - disse Tom dando uma de "esperto". Fala sério.
- Se você encontrasse uma garota bem bonita, gostosa, talentosa e tivesse 17 anos, você namoraria com ela se ela fosse de quatro por você? - eu perguntei, cruzando os braços e levantando uma sobrancelha.
- Ah, se eu gostasse dela também, acho que poderia rolar alguma coisa - disse o Tom meio desconfiado.
- E você acha que aquela tem quantos anos? Mais que 20 não é mesmo!
- Tá, uma garota de 20 anos que eu namoraria. Ela é bem gostosa. E faz o meu tipo. GRAÇAS A DEUS! - Tom disse levantando as mãos para o céu. O celular dele interrompeu o momento de glória dele. É o Fletch. Ele deve nos querer no estúdio. Tom atendeu o celular, falou rapidamente com Fletch e disse que era para nos encontrar em 5 minutos no estúdio. Diga ai, eu conheço bem nossa babá.
- Vamos, meninas – a disse nos chamando enquanto ainda corria. Andamos por vários lugares perto do London Eye e nada de encontrar a . Teve uma hora que cansamos de correr e paramos em um parque que ficava bem próximo de lá. Estávamos sentadas em baixo de uma árvore.
- Quando eu encontrar a , eu vou matá-la. O que tão de importante ela foi fazer para ter saido daquela maneira? E não ter nos ligado ou ao menos nos ter avisado - disse a , vermelha de tanto correr. Ela transpirava profundamente. Eu estava morrendo de sede. Dei uma olhada ao redor para ver se tinha alguma sorveteria ou uma lanchonete. Avistei uma lanchonete bem próxima ao lugar onde nós estamos.
- Eu vou comprar uma água. Alguém quer? - eu perguntei me levantando e batendo a mão na bunda para tirar a sujeira da minha calça.
- Eu quero. Compra uma para mim, depois eu te pago - disse a , suplicando.
- Ok. E você, ? Vai querer? - perguntei.
- Eu pego um pouquinho da água de vocês - ela respondeu.
- Se eu deixar né - disse a dando uma de dificil.
- Claro que você vai deixar. Você me ama - disse dando um sorriso irônico.
- Tô indo. BYE! - eu disse me virando para a lanchonete. Quando menos percebo, vejo uma criatura suada, sentada na mesinha da lanchonete. Fui me aproximando e percebo que é a . Ela tinha corrido uma maratona todinha para estar naquele estado? Cruzes!
- ? O que diabos você tá fazendo aqui? Eu e as meninas estávamos te procurando - eu disse chegando perto dela e me sentando na mesinha junto com ela. Ela estava com a cabeça apoiada na mesa, envolvida pelos braços.
- , eu tô sonhando? Eu não tô acreditando - ela disse limpando a testa com a mão e enxugando-a no guardanapo.
- Como assim? Eu não tô entendendo. Você tá tão pálida, até que parece que viu um fantasma. Me fala o que aconteceu - eu insisti para ela me dizer. Deve ter acontecido alguma coisa para ela ter ficado desse jeito. A chora fácil, mas se assusta muito dificil.
- Desde o começo do show que eu percebi que tinha quatro pessoas nos olhando bastante. Eu os conhecia de algum lugar, sendo que eu não tava lembranda de onde. Quando saimos, eu nem pensei duas vezes, saí correndo feito uma doida e acabei me deparando com eles... - Ela suspirou bem funto, e fechou os olhos.
- Se deparou com quem?
- McFly - ela disse após abrir os olhos.
- O QUÊ? - eu disse levando minhas mãos a boca. SAFADA! Conheceu os deliciosos dos McGuys e nem nos chamou.
- Isso mesmo. Eu não acreditei. Fiquei com a maoir cara de lesada. , eles são muito perfeitos. Tipo, quando eu vi a covinha do Tom, a sobrancelha do Harry, as sardinhas do Danny e o DOUGIE POYNTER - ela falou dando ênfase à última pessoa. OH! Por que será?
- CACHORRA! Conheceu o meu Harry e aposto que nem falou em mim. - Eu fiz cara de emburrada e cruzei os braços.
- Tem razão, eu não falei de você, ele que pediu para eu falar de você - ela disse dando um sorriso.
- O Harry... Harry Judd? - eu falei gaguejando.
- Sim. Nossa, ele é bem simpático. Muito lindo.
- Tira o olho! Ele é meu!
- Pode deixar. O Dougie já está marcado para mim. - Ela fez uma cara de pevertida. UI! A sua cor já tinha voltado para a forma padrão.
- Como assim marcado? , o que diabos você fez com o anão? - eu disse com um ar de mistério.
- Olha, quando eu terminar de dizer o que aconteceu, quero que você me diga o que você acha - ela se antecipou.
- Desembucha logo.
- Na hora de se despedir, porque eu lembrei que vocês poderiam estar me procurando, eu dei um beijo na bochecha de cada um, nada demais, ok? Continuando, quando chegou a hora de se despedir do meu amado, eu me aproximei dele, falei bem perto do ouvido dele "Eu te amo, mais que tudo! Você não faz ideia! Sou pequena, mas posso ser tudo ao seu lado." - Quando ela disse isso, me queixo foi parar no chão. - E depois eu dei um meia lua nele. - Meu queixo agora só não parou no inferno porque eu sou uma santa. Tá, mentira, mas ela é bem atrevida! Com certeza é.
- Oh my FUCK GOD!!! Você é muito atrevida. O que ele fez? - perguntei desesperada. Se fosse eu, tacava um beijão no Judd.
- Ele ficou paralisado. Eu não tive culpa de ter deixado ele daquele jeito. - Ela fez uma cara dengosa, de bebê inocente.
- Não, magina. Mas sério, se fosse eu, tacava um beijaço no Judd. Ele com aqueles braços, aquele tanquinho que você lava todas as lojas de lingerie do mundo. Dispense! - Nossa, chega, deu um calorão de repente. Eu tirei o meu casaco e o pendurei na cadeira.
- É porque eu queria deixar o Dougie só com vontade de mais, sabe? Eu também entreguei o meu celular a eles. Qualquer hora é capaz deles ligarem para mim.
- ÓTIMO! Quando eles ligarem quero estar do seu lado. Enfim, um dia eu conheço Harry Judd. Agora eu tenho como conhecê-lo! Se eu não o conhecer, é porque meu destino é virar freira, lésbica ou morrer!
- EITA EXAGERO! E eu vou virar santa! - Fiz cara de "séria". - Mas só quem pode ficar sabendo desse lance é nós quatro. Eu vou contar para as meninas. Olha, quando eu disse o teu nome para o Harry, ele ficou todo encolhidinho. Foi tão fofo - ela disse apertando as próprias bochechas.
- MEU JUDD!!! AAAAAHHH!!! - eu gritei. Mas me lembrei de uma coisinha que eu não deveria. AFFF!!!!! Izzy! - Mas ele tá namorando a Izzéta. Não tem como ele namorar duas ao mesmo tempo, só se ele for um perfeito galinha.
- Galinha ele não é, porque ele é um tigrão - a disse fazendo gracinha. Até nas horas sérias ela fica brincando. - E eles estão solteiros. TODOS ELES!!! Incluindo o seu Judd.
- O QUÊ? ELE ACABOU COM A DESGRAÇADA? AAAAHHH!!!! - eu disse gritando para ela, que imediatamente tampou as orelhas com as mãos.
- SIM! Vamos indo antes que as meninas nos matem - ela disse se levantando da cadeira e pegando a bolsa, que estavca na mesma posição que o meu casaco. Eu entrei na lanchonete e comprei duas garrafas de água de 500 mls. Fomos andando em direção à árvore onde estavam as meninas. Chegamos lá e a deu um pulo bem grande quando me viu.
- !!! Onde você se enfiou? - ela gritou.
- Eu fui conferir uma coisa - ela respondeu olhando para mim.
- Que coisa? - a insistiu.
- Foi o seguinte. - explicou para as meninas, cada detalhe, cada coisa que eles falaram sobre elas e tal.
- OH MY FUCK GOD!!! Eu não acredito! O Tom gostou de mim! Emocionate! - disse abanando o rosto com as mãos.
- AHAN! E mais, a qualquer hora eles podem ligar para mim. Então, fiquem atentas - nos alertou.
- OK! - nós três dissemos em coro.
- Vamos andando para o apartamento. Biba já deve ter acordado - a disse, se levantando e esticando a mão em direção da . Ela segurou e se levantou. Fomos andando em direção ao lugar onde estavam estacionado vários táxis. Pegamos um e fomos para o nosso apartamento.
Já chegamos. Só 15 minutos do London Eye para o apartamento. Pagamos o táxi e andamos em direção à portaria. Biba estava nos esperando.
- SUAS LOUCAS!!! PARA ONDE VOCÊS FORAM? - Ela estava desesperada.
- Calma, Biba. Não estavamos a fim de ficar presa no apê. Então resolvemos conhecer a cidade - a disse dando uma explicação.
- Mas o importante é que já estamos aqui. Vamos subir, garotas - eu disse andando em direção ao elevador. Chegamos ao nosso andar. Abri a porta do apartamento e fui em direção ao meu quarto. Deitei na cama. Estava bem cansada. Acabei pegando um cochilo.
7º Capítulo - Tudo por causa do Green Park.
Tinhamos acabado de chegar no apê. Eu coloquei uma roupa limpa em cima da cama e fui tomar um banho para esfriar a memória.
Tomei um banho de exatamente de 12 minutos, refrescante e relaxante, coloquei a minha roupa, um moleton velho e um short jeans com meias três-quartos. Me deitei na cama e comecei a pensar, até que estava um silêncio agradável. Por fim, alguém começou a gritar.
- GENTE, SÃO ELES!!! Corre! VEM PARA CÁ! - Era a gritando para o telefone.
- Como você sabe que são eles se não tem o número deles? - eu perguntei, chegando rapidamente no quarto.
- Porque não é o número de ninguém que eu conheço. Só pode ser deles - ela disse desperadamente.
- Atende de uma vez! - a disse. Estávamos todas sentadas ao redor do celular da , que não parava de tocar "Friday night".
- Alô? - a atendeu, colocando no viva voz.
- ? É o Dougie! - a sua linda e suave voz respondeu à da minha amiga.
- Dougie? Eu não acredito que você ligou para mim! - A é a única que fala.
- Pois é. Eu e os caras... - ele disse dando uma pausa.
- OI - eles disseram em couro. AI DEUS!!! A VOZ DO TOM!
- Estávamos querendo conhecer as outras garotas. Elas tão ai? - ele perguntou meio tímido.
- SIM!!! - nós dissemos juntas. Na verdade, não dissemos, gritamos.
- AH! Oi, garotas! - O Tom disse! OMG!! O TOM DISSE OI PARA NÓS!!!
- O...oi - respondemos.
- Elas tão meio nervosas por falarem com vocês - a disse nos acobertando.
- Não tem problema. OI! Quem tá falando é o Danny! - A colocou a mão na boca e algumas lágrimas cairam de seus olhos.
- OI DANNY!!!!! É a ! EU TE AMO MUITOOO!!! - ela disse para o telefone.
- A tinha me dito. Você canta muito bem! Parabéns! - Ela começou a chorar mais ainda.
- BRIGADA!!! Você canta muuito bem! Eu te amo! - ela disse para ele.
- VALEU! Oh, o Harry quer falar com a da bateria - o Danny disse. AÊ !!! SE DEU BEM!
- Alô? É a ? - a voz grossa do Harry começou a ecoar no ambiente. A estava paralisada. Ela pegou o telefone.
- É sim! OH MY GOD! Eu não acredito que eu tô falando com você! Será que eu tô pirando? - a disse entre risos e lágrimas.
- Não, não. É a pura realidade. Olha, você toca bateria muito bem! Me senti um lixo - ele disse querendo dar uma de modesto.
- QUÉ ISSO, JUDD! Nunca que eu vou tocar melhor que você! Você é demais na bateria. Eu praticamente comecei agora - a disse. OWN! As vozes dos dois combinam. É muito fofo.
- Brigado! Hey, vocês tem quantos anos? - o Harry perguntou.
- A tem 19, a tem 17, a tem 18 e eu tenho 20 - ela disse meio baixinho. Era estranho ver quatro meninas de idades diferentes serem melhores amigas. É a vida. Vivendo e aprendendo.
- UAU! Vocês tem idades diferentes. Pensei que vocês tivessem uns 15 ou 16 anos. Sério! - disse o Tom admirado.
- Pois é. Nós já somos meio grandinhas - a disse percebendo que o Tom ficou bem surpreso. - Tom, quem tá falando é . Eu só queria te dizer que te amo muito. E a nos contou que vocês estão solteiros agora. Por isso, eu estou muito feliz! E gostaria muito de te conhecer. Muito mesmo!
- Foi por isso que nós ligamos. O pirralho do Dougie tava doidinho querendo ligar para a . - A corou na hora. - Então pensamos se vocês não queriam sair amanhã com nós. À tarde. No Green Park. Às 14:00 horas. E ai? Topam?
- COM CERTEZA! - nós dissemos bem alto.
- Mas nós temos que levar a nossa "babá" junto - a disse fazendo aspas com as mãos.
- Ah! Vocês também tem uma é? - o Dougie perguntou. Fofo.
- AHAN! Mas quem é o de vocês? - a perguntou. Como a coitada é lesada.
- O Fletch! Nós vamos fazer várias coisas lá. Por isso ela vai ficar entretida em várias coisas com o Fletch - o Harry, sabichão, respondeu na hora.
- Legal, mas só lembrando, ela não fala muito bem inglês - eu disse só para constar.
- Não tem problema. Então? Combinado? - o Danny perguntou. Se a fosse um picolé, estaria toda derretida agora.
- Tá! Amanhã no Green Park às 14:00 horas. Estaremos lá. Podem nos esperar - afirmei.
- Tá bom. Tchau, meninas - o Tom se despediu.
- Tchau, TOM! - respondemos em coro.
- Eu te amo! - falei rápidamente. Cada um se despediu. A desligou o telefone.
- Isso aconteceu? Sério. - A estava besta. Ela não precisa conversar com o Harry Judd para ser, mas ela estava mais ainda.
- Ahan, baby! Eu falei com Tom Fletcher! TOM FLETCHER! - eu respondi para ela.
- O Dougie tava querendo falar comigo. Ele tá querendo sair comigo. EU NÃO ACREDITO!!! - A e o seu surto de choro. Deus!
- O Danny é muito fofo!!!! ALGUÉM VIU COMO ELE É FOFO?!?!?!?!?!?!?!?!?! - a perguntou.
- Nós não vimos, ouvimos - corrigi. Ela me olhou com uma cara de matar.
- Nós vamos com que roupa? Preciso abalar com o coração do Juddão - a disse colocando sua mala sobre a cama e abrindo a mesma. Tinha uma tonelada de roupa. Acho que vamos ter que comprar mais um quarda-roupa. Enfim, ela foi colocando no cabide as roupas e pendurando no quarda-roupa dela. Eu e fomos fazer o mesmo. Provavelmente a também.
Terminamos. Ficou tudo bem bonitinho. Ai. Minha barriga está roncando. Vou falar com as meninas.
- GIRLS!!! Eu tô com fome! - a disse colocando a mão na barriga. Andamos em direção da geladeira, abrimos e pegamos tudo que tem de gorduroso e delicioso.
- CHOCOLATE!!!! - a disse abrindo as mãos e pegando o pacote de biscoito recheado.
- Vamos assistir algum filme - a disse, ligando a tevê e colocando dentro do aparelho um DVD. É "Confissões de uma adolescente em crise". É bem a nossa cara. O filme é meio chatinho porque é com a burra da Lindsay Lohan, que preferiu uma mulher ao Harry. Desperdício! Nos sentamos no sofá, menos a , que sentou no chão. Louquinha a garota.
- Eu me indentifico muito nesse filme. É bem a nossa cara - eu disse.
- Cara, eu ainda não tô acreditando.Vamos conhecer o McFLY! Fora a , que já conhece - a disse olhando com uma cara de "só podia ser a mesmo".
- É incrivel como eles são simpáticos, fofos, perfeitos, engraçados, maravilhosos... - eu disse com um ar de amor, pensando no Tom.
- Simplifique, tudo de ÓTIMO! - a deu ênfase à última palavra.
- Eu quero ir bem chique - a disse. Ela usa roupas beeeem formais. São lindas, mas é bem chique. Às vezes ela se despojava.
- Eu vou levar o me skate. Tem uma pista bem grande, perfeita para andar de skate. - A é a mais despojada. Às vezes ela era tãão despojada que acabava ficando horrível. Não que ela seja, mas as roupas dela ficam ridículas. Ela AMA andar de skate. Trouxe dois para Londres.
- Eu vou normal mesmo. Um estilo Judd. - A se veste muito bem! Ela gosta (ama) de mostrar o finalzinho da barriguinha super sexy dela.
- Eu vou com um vestidinho curto. Mas como está frio, eu vou colocar uma meia-calça por baixo. - Eu adoro vestidos, de preferência curtos. Amo mostrar as pernas. Elas são bem hot.
- Acho que vamos arrasar. Vamos combinar uma coisa, nós temos que ficar com os caras que gostamos. Eu com o Nanico, a com o Tigrão, a com o Macaco e a com o Monocova do Tom - a disse fazendo coraçãozinho com as mãos.
- Boa ideia. Agora eu quero conhecer os outros caras. Com certeza! - a disse.
- Realmente. Também quero pegar autógrafo, tirar fotos. Ai que lindo! - eu disse.
Eu e as meninas, depois da nossa festinha, que foi até as 18:00 horas, fomos dormir. Eu acabei de acordar. Olhei para o lado, para a cama da , que ainda está dormindo. Me levantei para tomar um banho e ir tomar café da manhã. Peguei a minha toalha e fui para o banheiro do meu quarto. Tirei a minha camisola de setim e pendurei-a ao gancho que tinha para as roupas. Liguei o chuveiro e deixei a água morna escorrer sobre minhas costas e escorrer por todo o corpo até cair no chão. Tomei uma ducha de exatamente 5 minutos. Me troquei, penteei os cabelos e fui para a sala.
- Bom dia - eu disse para , que estava jogando Guitar Hero 3. Ela é demais. Eu me sinto um lixo quando a vejo jogando. Me sentei ao lado dela e lhe dei um abraço.
- Bom dia, minha flor. E ai? Preparada para ver o seu Fletcher? - ela disse dando um risinho.
- Eu ainda nem acredito. Isso vai além do que eu imaginava.
- Eu nunca imaginei que o Dougie pudesse me conhecer daquele jeito.
- Como assim o Dougie te conhecer?
- Eu já o conhecia. Ele não me conhecia. Eu sei tudo sobre ele. Já o vi no show. Enfim, só faltava ele me conhecer.
- É verdade. A tá dormindo?
- Provavelmente. Eu já separei a minha roupa de ir. É massa. E confortavel o suficiente para andar de skate.
- Você e seu skate. Hey, tá chovendo! Eu nem vi!
- Oh , você descobriu o Reino Unido! Parabéns! - a
disse soltando o controle e dando palminhas. Nós não temos a guitarra para tocar, então jogamos com o controle [n/a: É mais fácil].
- Muito engraçadinha, senhorita Poynter! - Eu e ficamos conversando, tirando onda da cara de uma e da outra, rindo, brincando, jogando Play Station 2. Até que as meninas foram acordando. Nós tinhamos resolvido almoçar fora, para depois irmos para o Green Park. Nos arrumamos e fomos embora. Eu estou com um vestido florido bege, com uma meia calça da mesma cor do vestido e uma bolsa que combina com o casaco.
(roupa).
A está com uma legging verde limão que combina com o tênis da Nike e uma blusa preta que combina com a bolsa da Puma.
(roupa).
A está com uma uma blusa listrada, com uma jaqueta prata, calça jeans escura, uma bolsa que combina com o cinto e All Star.
(roupa).
A está bem estilosa. Uma roupa com cor predominante rosa. O casaco, a calça, a bolsa e a sandália são rosa. A blusa é branca.
(roupa).
Fomos para um restaurante bem legal. Almoçamos tranquilamente e fomos andando para o Green Park, que não fica tão longe do restaurate.
Chegamos. Tem uma grande área para andar de skate (a vai adorar), uma área para as crianças brincarem, uma área para caminhar e outra para ficar apreciando a vista do parque. É enorme. Sentamos em um banco.
- Meninas, eu vi uma loja cheia de doces e coisas gostosas. Eu vou dar uma passadinha lá. Qual quer coisa me liguem - Biba disse se levantando e saiu andando em direção da entrada principal. A vimos andar até a outra rua e virar a esquina.
- Eu vou andar de skate. Quando eles chegarem, vão me chamar, ok? - a disse pegando o skate e saiu andando em cima dele até o lado dos skatistas. Eu e as meninas ficamos sentadas.
- Quem tá nervosa? - a disse esfregando as mãos.
- Eu tô um pouquinho. É o McFly. O que vocês querem? - disse a super-hiper-mega nervosa.
- Gente, se eu não conseguir falar nada, diz para o Tom que eu o amo demais! - eu disse.
- Pode deixar. Mas do jeito que você é, é capaz de não calar a matraca um minuto - a disse tirando onda.
- Fato! - a falou.
Tom Fletcher
- Cara, você vai se casar por acaso? - Eu e os dudes estamos esperando o Harry terminar de se arrumar na casa dele. Eu tô dividindo o sofá de dois lugares com o Dougie, que não para de esfregar as mãos. O Danny está sentado em uma poltrona, com a perna direita apoiada no joelho da perna esquerda. Até que enfim o Harry desceu das escadas.
- Tô pronto. Quando o lance é garota, tem que estar no ponto - ele disse pronuciando o seu ponto de vista.
- Eu concordo. Vamos? - Dougie disse se levantando e indo em direção da porta.
- Vamos - eu disse me levantando, sendo seguido por Danny e Harry.
Entramos no meu carro e fomos em direção do Green Park.
Chegamos lá. Tem bastante gente. Tá, não tem TANTA assim, mas tem uma boa quantidade. Eu estacionei o carro e desci, como os outros caras. Passamos pela entrada principal e fomos andando. Danny tá olhando para todos os lados. Como se eu não soubesse o que ou "quem" ele está procurando.
- Gente, não são aquelas garotas? - o Harry disse apontando para duas garotas sentadas em um banco embaixo de uma árvore, enquando outra dava comida para um macacinho bem fofinho.
- São elas sim! Mas tá faltando uma. A que nós conhecemos. - eu disse, vendo o Dougie abaixar a cabeça.
- Vamos lá. - O Harry saiu andando com pose de fodão até eu puxá-lo pela gola da camisa.
- Espera. Tá vendo como o Dougie tá? - eu disse soltando a camisa dele.
- Dudes, olhem para aquela garota - o Danny disse apontando para uma garota que está rodando o skate no ar. Depois que ela aterrissou, ela pulou bem alto e saiu escorregando por cima do corrimão, se equilibrando com o skate. UAU! O queixo do Dougie foi parar no chão.
- Oh My God! Quem é aquela garota? - eu perguntei olhando para ela.
- É a garota do Poynter! A ! Isso! Ai, dude! Se deu bem! - o Harry disse dando uma tapinha nas costas dele. Ele está paralisado. Não é a primeira vez que ele fica assim. É a segunda. A primeira foi quando ela deu um meia lua nele.
- É melhor nós irmos andando falar com elas - Danny disse andando vagarosamente por nós. O Dougie foi em direção da .
Chegamos bem perto delas. A , eu acho que o nome dela é , está de costas para mim, como as outras duas. Eu toquei em seu ombro. Ela se virou e foi me olhando de baixo para cima. Seus olhos se arregalaram quando ela viu o meu rosto.
- Oi. Você é a ? - eu perguntei. Ela acentio com a cabeça. Acho que a deixei sem voz. Dá licença! Sou Tom Fletcher!
- Oi! Eu sou a ! - a garota que está do lado da disse dando um grande abraço no Harry. Ele, espertinho que é, a abraçou também.
- Pelo visto você gosta de macacos. Então vai gostar de mim rápidinho! - o Danny disse para a garota que acariciava o macaco.
- Esse não é comparado a você! - ela disse e depois deu um grande abraço nele.
- Meu Deus! Você é Tom? Tom Fletcher? - A se levantou e me tocou. Ela abriu um grande sorriso. Eu retribuí. Ela olhou para minha covinha. - Nossa! Eu não tô acreditando! É você mesmo! - Ela me deu um abraço bem forte.
Eu não ia ficar parado. Abracei-a também. Ela me soltou, percebi que seus olhos estão molhados.
- Tá chorando? - perguntei a ela.
- Parece óbvio. Eu sempre imaginei você comigo! Mas eu nunca imaginei assim. - Ela olhou para o lado e arregalou os olhos. Quando a aterrissou no chão, ela estava de costas para o Dougie. Quando ela olhou por cima do ombro, o viu. Ela perdeu o equilíbrio e acabou caindo. Dougie saiu correndo e foi ajudá-la a se levantar. Quando ela se levantou, os dois ficaram bem próximos. Ui! Senti um clima. A olhou para mim e começou a rir.
- A é doidinha pelo Dougie já faz um bom tempo. Ela merece - ela disse. Que legal. Ela é bem amigavel.
- Tô sabendo. Hey, você quer dar uma volta comigo pelo parque? - eu perguntei para ela.
- Com certeza! Eu nem sei por onde começar! Tom, eu te amo muito! Você não faz ideia! - ela disse, me olhando bem nos olhos.
Eu fiquei sem graça.
- Legal! Vamos andar. Assim você vai me contando sobre você, e quem sabe eu também fale um pouco de mim.
- Bom ideia! - Ela fez joinha. Fomos andando até a parte de caminhada. Eu estou com as mãos nos bolsos. Não sou louco de já sair segurando a mão dela.
Harry Judd
- Oi, meu nome é ! - a garota da bateria do show beneficente disse me dando um abraço. Eu a abracei também.
- Oi! Você toca muito bem bateria! - eu disse depois que ela me soltou.
- Valeu! Eu me inspiro em você - ela disse ficando vermelha.
- Valeu! Você tem quantos anos mesmo? - eu perguntei de novo.
- Tenho 20. Nem parece com o meu jeito de criança.
- Nossa! Eu pensava que você tinha uns 17.
- Sério? - Eu balancei a cabeça em sinal de "sim". - Obrigada.
- De nada. Você quer tomar um soverte comigo? - eu perguntei apontando para uma sorveteria.
- Com certeza!! Harold Mark Christopher Judd, você faz o meu coração disparar mais rápido do que um tigre.
- Sério? Que legal! - A é bem bonita pessoalmente. Quando eu a vi tocando bateria, estava longe. Mas de perto, é outra coisa, com certeza!
- Você é muito bonita - eu disse. Ela imediatamente corou. Ela olha para baixo, não consegue olhar para mim.
- Obrigada. Você é comparável com um vampiro. - Os vampiros são bonitos, né? Na verdade, perfeitos.
- Uau! Ser comparado com uma pessoa perfeita. Que nem tem alma.
- Não no sentido imortal, mas no sentido da beleza - ela disse já olhando para mim.
- Ah! Que legal. Pelo visto, você gosta de Twilight.
- Na verdade, amo! Queria um Edward Cullen para mim - ela disse dando um sorriso. Quando ela disse que preferia um sanguessuga, eu abaixei a cabeça e comecei a andar olhando para os pés.
- Mas prefiro bateristas ingleses. - UOU! O lance mudou, olhei para ela, que me encara.
- Sério? Pois eu não conheço nenhum baterista bonito o suficiente para namorar você. - Dei uma de tímido.
- Pois eu sei - ela disse e beijou a minha bochecha. Foi como um flssh. Sua boca quente e grossa, encostando na minha pele fina e fria. Ela continuou a andar (nós estávamos parados desde quando ela disse "mas prefiro bateristas ingleses"). Chegamos à sorveteria. Ela pediu um sorveter de chocolate com calda de morango na casquinha. Eu pedi um de flocos com calda de caramelo. Fomos andando até a pista de caminhada e começamos a conversar e a tomar o nosso sorvete.
- Então, o que tá achando de Londres? - quis puxar assunto. Ela deu uma colherada no sorvete.
- É bem fria. Nunca a imaginei assim. Mas é bem aconchegante.
- Eu também acho isso. É bom mesmo quando está nevando. Eu e os caras vamos para as montanhas cobertas de neve e esquiamos. - Era ótimo! O Dougie sempre caia primeiro. Muitas vezes o Danny o empurrava. Eu ria pra caramba.
- Deve ser ótimo! Eu nunca vi neve. Espero ver logo.
- É bem provavel nevar amanhã, já que o clima está assim.
- Espero.
Dougie Poynter
Deus! Que garota incrível. Ela deu um triplo com o skate. Nem eu consigo. Tá, na verdade, consigo, mas ela fez perfeitamente. E depois saiu escorregando pelo corrimão. Fui me aproximando dela. Quando ela aterrissou, estava de costas para mim, até que ela olhou para as garotas e as viu com os caras. E depois virou a cabeça para minha direção, e acabou caindo. Fui correndo ajudá-la a se levantar.
- Você tá bem? - eu perguntei a puxando pelo braço.
- Tô sim. - Ela ficou em pé e começou a ajeitar a roupa. Cara, ela com essa legging ficava bem gostosa! Ui.
- Aquilo que você fez foi muito massa. Pode me dizer como faz? - eu perguntei tentando me aproximar mais dela.
- Claro - ela disse pegando o skate, dando algumas pedaladas e repetindo a mesma manobra que eu tinha visto quando cheguei. Meu queixo foi parar no chão.
- Isso foi incrível. Será que eu posso tentar?
- Obrigada! Claro! - Ela me deu o skaite. Eu peguei e fui pedalando. Ela está um pouco atrás de mim. Quando fui dar o salto para girar o skate, me descontrolei e acabei caindo, puxando a . Eu estou de barriga para cima e ela está deitada sobre mim. Suas mãos estão apoiandas no meu peitoral. Seu cabelo escorrega, formando duas cortinas dos meus lados. Seus olhos estão escarando os meus. Eu estou com uma vontade imença de beijá-la. Sua boca rosada se destaca na sua pele macia e aveludada. Aproximo o meu rosto do dela. Mas ela é mais rápida do que eu. Em um segundo, se põe de pé em apenas um pulo para trás. Eu fico imóvel. Odeio quando me causam essa sensação. Ela esticou a mão. Eu a segurei e me levantei.
- Desculpa - eu disse.
- Não tem problema. Acontece com todo mundo.
- É. Eu sei.
- Eu vou me sentar, quer vim? - ela me convidou, sentando em um banco e dando uma tapinha no lado vazio dela. Fui andando e me sentei ao seu lado.
- Como é o nome da sua banda? - mudei de assunto completamente. Na verdade, nós não estávamos conversando. Mas do nada eu perguntei.
- É Sweet Girls - ela me disse, olhando para as mãos entrelaçadas que estão apoiadas nas suas pernas.
- Bem criativo.
- Valeu.
- Você é uma grande fã nossa, quer dizer, do McFly?
- Bastante! Tenho mais de 10 pôsteres de vocês! Tenho vários CDs e o documentário do Radio:Active de vocês.
- Poxa! É bastante coisa!
- Eu sei.
- Quem é o seu favorito? - eu perguntei. Mas como eu sou burro!!! Eu abaixei a cabeça e balancei como se fosse esquecer alguma coisa.
- Como? - ela perguntou passada.
- Nada não. Esquece.
- AH! Quem é o meu favorito do McFly? Huumm... - Ela fez cara de pensativa. - É você. - Eu olhei para ela. Seus olhos estão brilhando. - Dougie, eu te amo desde quando eu tinha 13 anos. Hoje tenho 17. Sei que nossa idade não se bate, mas eu não tô nem ai. Não ligo para o que as pessoas falam do que eu sinto por você. Você não faz ideia do quanto eu te amo.
- Nenhuma garota falou isso para mim. - Ela olhou para mim com um olhar mortal, depois cruzou os braços. - Tá, um monte. Mas nada comparado ao jeito que você falou. - Eu fui me aproximando dela, fechando os olhos para poder selá-la em um beijo.
- Mas ainda temos que nos conhecer melhor - ela disse colocando a mão na frente da minha boca.
- Como assim? Você fala que me ama e não quer me beijar? - eu perguntei arqueando uma sobrancelha.
- É tudo o que eu mais quero. Mas temos que ir com calma - ela disse.
- Concordo. Vamos passear. - Eu me levantei do banco. Estiquei a mão na direção dela. Ela segurou e fomos andando de mãos dadas.
Danny Jones
- Pelo visto você gosta de macacos. Então vai gostar de mim rápidinho! - eu disse para a garota que acaricia o macaco.
- Esse não é comparado a você! - ela disse e depois deu um grande abraço em mim. Retribui o abraço também. Ela me soltou ainda com o grande sorriso no rosto. Seus olhos brilham mais que mil estrelas no céu. - Nem acredito que acabei de abraçar Danny Jones! Meu Deus! Você é Danny Jones! Eu sou louca por você! Você não faz ideia! - ela disse desesperadamente. Eu arregalei os olhos. - Meu Deus! Que olhos! Cara, você é perfeito! - ela disse.
- Brigado. Você é bem fofa - eu disse querendo ser legal com ela. Ela sorriu e me abraçou novamente. Ela me soltou.
- Vamos passear? Tem um parquinho aqui perto. Eu queria ir para lá - ela disse. Nós fomos andando em direção do parquinho, que está com várias crianças. A se sentou em um balanço. Eu a rodeei e comecei a lhe balançar. Quando eu encostei as minhas mãos em suas costas, ela se arrepiou todinha. Dei um sorriso. Ela jogou o cabelo para trás e eu pude sentir o cheiro de rosas do campo. Nossa! Que cheiro bom.
- Danny. Para! - ela pediu. Eu segurei a sua cintura para poder parar de balançar. Ela me olhou por cima do ombro, eu encarei os seus lindos olhos. Eram profundos e apaixonantes.
- Vamos nos sentar em baixo daquela árvore? - eu perguntei apontando para uma grande árvore que fica perto do parquinho.
- VAMOS! - disse se levantando do balanço e correndo para baixo da árvore. Ela se sentou e colocou as mãos em cima dos joelhos, que estão flexionados. Eu me sentei ao seu lado. Me bateu uma fome.
- Me deu vontade de comer chantilly com morango. - É uma delícia. Já fazia muito tempo que eu não comia essa saborosa sobremesa. O morango doce misturado com o chantily cremoso, escorregando na boca, que delícia!
- Você também gosta? Eu amo chantilly com morango - ela disse espantada. Não acredito! Como nós tinhamos coisas em comum!
- Eu também! Como o chantilly derrete na boca junto com o morango! Nossa! É espetacular! - eu disse quase babando.
- É ótimo! Eu amo! Gosto de comer quando tô sozinha, fica melhor. Parece que o gosto fica mais forte.
- Eu também! Como nós temos coisas em comum. - É verdade! Muitas vezes nós, garotos, temos que concordar com a garota e gostar das mesmas coisas que elas só para surpreendê-las. Mas com não! Ela gosta de várias coisas como eu. Isso faz com que eu possa ser eu mesmo com ela.
- É verdade! - ela falou baixinho. Sua voz é infantil, mas, ao mesmo tempo, de uma jovem adulta e delicada. Eu gosto de ver como a roupa que ela está usando alinha as formas do seu corpo pequeno e delicado. Como os seus lindos fios de cabelo caiam sobre o seu rosto pálido. A forma como ela coloca uma mecha do cabelo atrás das orelhas. Eu estou ao lado dela. Não tão longe, mas também nem tão perto. - Eu estou com frio - ela disse após o vento soprar forte em cima de nós. Ela apertou o casaco e cruzou os braços. Eu me juntei um pouco mais dela e a envolvi em meus braços. Ela olhou para mim um pouco espantanda e depois pousou sua cabeça em meu ombro. O cheiro das flores aumentou. Seus olhos se fecharam e eu encostei minha cabeça por cima da sua. Ela é muito bonita. Nunca diria que ela tem 19 anos. Ficamos assim por um bom tempo, sem nos preocuparmos com nada ou com ninguém.
Deus!!!! Eu tô andando de mãos dadas com o Dougie Poynter. O cara da minha vida! O cara que sempre faz eu suspirar milhões de vezes! Eu não consegui ver nem uma das minhas BFFs com os outros McGuys. Muitas pessoas estão passando por nós e nos olha de relance. Eu me encolho mais a cada olhar em cima de mim. Mas me solto mais quando Dougie sorri para mim. Nossa! Esse sorriso me mata. Nossos passos são lentos. Eu praticamente nem ando. Meus pés estão dormentes. Dougie que me conduz.
- Então, você toca baixo, hein? - ele me perguntou. Parecia bem óbvio depois que ele me viu tocar no show beneficente. Ele acabou de dar uma de Danny Jones. Enfim, eu parei de andar, consequentemente, ele parou também.
- Parece. Você ainda pergunta depois de ter me visto tocar no show lá no London Eye?
- Poderia ser outra pessoa tocando para você.
- Fala sério!
- Eu tô brincando! Você toca bem para caramba!
- Brigada! Eu sempre tento fazer o solo de Lies que você faz. Sem comentários.
- Que legal. Eu te ensino depois.
- Sério??? VALEU! - eu disse dando um abraço nele. Ele me abraçou pela cintura. Suas mãos seguraram a minha cintura e eu coloquei minhas mãos em seu peitoral. Nossa! O que é isso? Seu rosto está se aproximando do meu. Eu não tenho nenhuma reação. Faz alguma coisa, ! Eu virei o meu rosto para o lado direito. Depois, a única coisa que senti, foi um beijo na minha bochecha. Quente e macio. Eu sinto que minhas pernas estão dormentes. Dougie provocador!
- Gostou? - ele me perguntou olhando-me nos olhos. Cara, QUE OLHOS! Suas mãos subiram e seguraram o meu rosto. Está suando e quente. Eu incondicionalmente o empurrei e saí correndo feito uma doida. Cara! O que foi que eu fiz? Deixe de ter um beijo de Dougie Poynter marcado em meus lábios, para ter lágrimas em meu rosto. Que droga! Eu sou uma perfeita estúpida. Como eu pude ter deixado uma oportunidade como essa passar? O vento frio bate em meu rosto quente e o esfria, espalhando as lágrimas em toda a bochecha. Não conheço nada do lugar, então estou correndo para o além. Acabei parando em um banco que fica perto do portão principal do parque. As lágrimas caem. Eu as enxugo, mas a cada 100 que eu limpava 1000 chegavam.
Depois de um tempo, eu já tinha parado. Minhas pálpebras estão pesadas, eu estou quase dormindo. Até que uma mão tocou o meu ombro. Eu me virei delicadamente.
- , eu e as meninas estávamos te procurando! Onde você se enfiou? - a me perguntou, se sentando do meu lado e colocando o braço por cima dos meus ombros.
- Eu estava aqui - eu disse olhando ao redor. - Cadê o Harry e os outros caras? - eu perguntei olhando por cima dos ombros dela, vendo a e a se aproximarem. Eu não vi nenhum dos guys.
- O Fletch ligou para Tom pedindo para eles se encontrarem com ele. Então eles tiveram que ir. Todos mandaram um beijo para você - a disse.
- Ótimo! - eu disse meio desapontada. Quem não estaria? Ter perdido a melhor chance de beija Dougie Poynter.
O Danny está me abraçando! E tá apoiando a cabeça na minha. Nossa, essa sensação é perfeita. Sabe quando você se sente completa? Quando nada está lhe faltando? Pois então, é assim que eu me sinto. Segura e nada aqui me preocupa. Nossa! Quem era aquela que estava correndo feito uma doida por aqui? OMG!!! Era a ! Ela tá de legging verde limão!
- Danny, a passou por nós bem rápido. Você a viu? - eu perguntei para ele, levantando um pouco a cabeça para poder ver o seu rosto.
- Vi. Mas não sabia quem era. - Eu me desencostei dele. Fui me levantando. Ele fez o mesmo. Fomos andando na direção para onde a tinha ido. Quando começamos a andar, o Dougie apareceu por trás de nós.
- Dougie? O que aconteceu com você? - Danny perguntou espantado, olhando para o rosto pálido do Dougie. Ele está curvado, apoiando-se nos joelhos. Sua respiração é ofegante e ele não para de transpirar.
- Foi a . Eu estava quase perto de beijá-la, mas ela me empurrou e saiu correndo. Mais uma vez ela me deixou plantado - ele disse. Coitado. Com a você tem que agir com calma. Nada para ela é fácil. E nada com ela é fácil. - Sinceramente, eu não sei o que deu em mim. Depois que eu a vi pela primeira vez, senti uma atração tão forte que fico hipnotizado.
- Você não é o único - Danny disse olhando para mim e dando aquele sorriso. Senti minhas bochechas esquentarem. Dougie olhou para mim também. O Harry chegou até nós correndo.
- Dudes, o Fletch ligou para o Tom. Pediu para nos encontrarmos com ele - ele disse. Todos vieram até mim e me deram um beijo na bochecha. Nossa. O Danny é muito lindo, cara! Eu os vi correndo em direção do Tom, que acenava para mim. Eu fiz o mesmo para ele. Fui andando e me encontrei com a .
- Como foi tudo com você e o Tom? – perguntei.
- P-E-R-F-E-I-T-O! - ela disse pausadamente. - E você e o Danny?
- Tipo, ficamos sentados embaixo de uma árvore, beeeeeem juntinhos - eu disse olhando para os meus pés.
- HUUUM... Ae, ! Mandou bem! - ela disse dando uns aplausos. Nossa, eu nem acredito que isso aconteceu. Vimos a se aproximar de nós duas.
- Gente, vocês viram a ? Eu não tô vendo ela por nenhum canto - ela disse dando uma olhada em volta. Realmente, onde foi que ela se enfiou? O Dougie disse que ela tinha saído correndo. Eu até vi. Mas não sei para onde ela foi. Óbvio!
- O Dougie tentou beijá-la, mas ela saiu correndo - eu disse.
- O DOUGIE O QUÊ? - as duas perguntaram em um unissono.
- É isso mesmo que vocês ouviram. Mas não digam para ela, sabe como a é...
- Que tal nos separarmos? Quando encontrarmos ela, ligamos uma para outra. Eu vou por aqui - a disse apontando para a esquerda.
- Eu vou por aqui - disse apontando para frente.
- Então eu vou por aqui - falei andando para a direita.
Cara, já tô andando há anos e nada da , e nenhuma das meninas ligou. Minha bunda tá vibrando. Meu celular. O tirei do bolso e cliquei em atender.
- ?
"Eu tô com a ! Liga para a e venham para a entrada principal."
- Ok! - Desliguei e comecei a discar os números da Fletcher. - , a encontrou a . Nos encontra na entrada do Parque. - Ela desligou e eu fui andando (quase correndo) para o portão.
Avistei as meninas logo. A está sentada em um banco com a . A também está chegando perto delas, como eu.
- Cadê o Harry e os outros caras? - a perguntou.
- O Fletch ligou para Tom pedindo para eles se encontrarem com ele. Então eles tiveram que ir. Todos mandaram um beijo para você - eu disse.
- Ótimo! - Ai. Parecia que ela nem queria ver eles pintados de ouro. Me arrepiei toda.
- Nossa! Calma, criança! Eles não te fizeram nenhum mal - a disse levantando as mãos em sinal de paz.
- Eu sei. Eu fiz para mim mesma! - ela disse apontando para o coração.
- Own, fofinha! Num fica triste não - eu disse me sentando no colo dela e arrumando os seus cabelos.
- Mas haverá outras chances - disse tantando confortá-la.
- Mas se essa for a última vez que nós vimos eles? E se eles não quiserem mais falar conosco? - Nossa! sempre acha um jeito de contrariar nossas teorias.
- Não tem problema! Ele já te conheceu, e você o conheceu. Claro que não foi do jeito que você imaginava, mas aconteceu. - É verdade. A sempre imaginou encontrar Dougie em um sessão de autógrafos e ele se apaixonar por ela a primeira vez que a olhasse. Impossivel, eu sei, mas na cabeça dela entra TUDO e muito mais!
- Nada acontece do jeito que nós queremos. Muito menos os sonhos, pensamentos e até mesmo fantásias. - A foi profunda.
- Valeu, galera, sabia que podia contar com vocês - disse enxugando as lágrimas. Nos levantamos e fomos chamar um táxi.
Chegamos em casa. Fui tomar um banho e esfriar a cabeça. Eu preciso colocar os meus pensamentos no lugar. Biba nos ligou e disse que já está no apartamento nos esperando para jantar. Pegamos o elevador e subimos para o oitavo andar. Ele parou, descemos e entramos no apê. Nos deparamos com uma mesa cheia de comidas deliciosas. O apitite está grande, então fui me arrumar logo. Entrei no meu quarto, peguei as minhas roupas e fui para o banheiro tomar uma bela ducha. E aqui estou eu! Embaixo de uma água morninha, que está batendo levemente nas minhas costas. Estou com os olhos fechados. Essa tarde está passando em minha memória. Cada toque, cada olhar, cada respiração que eu dei. E ele. Nossa! Era incrível como o que eu mais queria foi além do que eu esperava. Um vazio imenso me apertou o peito quando acabo de abrir os olhos e não o vejo aqui, comigo. Independente do lugar e de como estou, mas ele sempre vai continuar o mesmo no meu coração. Umas lágrimas estão descendo sobre meu rosto, mas não posso sentí-las. Não sei se é por felicidade, por ter o conhecido, ou de tristeza, por não ter passado daquilo. Apenas abraços e conversas. Nada demais para ele. Para mim foi tudo, claro. Desliquei o chuveiro e saí do boxe. Estou passando a toalha por todo o meu corpo quente. Peguei as minhas roupas e as coloquei. O frio está bem rigoroso, por isso estou bem aconchegante, um moleton meio antigo, com uma calça fumê. Coloquei meias e nem me preocupei em colocar uma sádalia ou sapatos. Sai do banheiro.
- Até que enfim, Dama da água! Pensei que tivesse se afogado! - A é nesse estilo mesmo. Ela entrou rapidamente no banheiro e pude ouvir o chuveiro sendo ligado. Saí do quarto e fui para a sala. A e a já estão sentadas comendo um belo de um bolo. Me junto a elas e vou colocando minhas refeições. Torradas com geléia de morango, café com leite e nuttela com pão.
- Estão pensando em fazer o quê amanhã? - perguntou passando a manteiga na torrada.
- Sei lá. O que você quer? - perguntei a ela.
- Sei lá também. E você, ? - Eu e olhamos para ela, que está mexendo o achocolatado vagarosamente. Ela nos olhou espantada.
- O quê?
- O que você quer fazer amanhã? - repeti a pergunta.
- Por mim, nada. Não estou com ânimo para sair - ela disse, voltando a olhar para o achocolatado.
- VAMOS, ! Please! - a insistiu.
- Não, . Se vocês quiserem, vão! Não fiquem presas aqui em casa por minha causa.
- Ok! Mas seria melhor se você estivesse com nós - eu disse.
Quando a tá mal, é melhor ninguém mexer, sabe. É igual a leão faminto, ninguém pode chegar perto que parece que vai devorar. Enfim, depois do jantar eu e as meninas fomos dormir, estávamos muito cansadas. No começo, foi difícil, mas depois eu consegui. Imagina com quem eu sonhei? OH! Harold Mark Christoph Judd. O bendito gostosão inglês que eu AAAAAMMMMMOOOOOOO!!!!!! E me levantei cedo e fui para sala. Tomei cafá da manhã e fui me arrumar para sair com a , a e Biba. Peguei uma roupa bem legal no meu armário e fui para a sala esperar as meninas se arrumarem. E estou aqui, assistindo um programa culinário que Biba amou! A acaba de chegar. Ela se sentou do meu lado.
GRAÇAS A DEUS!!! Pensei que a tivesse ficado presa no quarto, porque ela tava demorando demais. Nos levantamos e saimos do apê. A sabia que nós iamos sair. Então fomos para o centro de Londres fazer COMPRAS!!! Vai ser demais.
Eu vi a se arrumando, mas não estava com vontade de me levantar, então fiquei na cama fingindo que estava dormindo. Depois de um tempo, a porta da sala se fechou e um silêncio absoluto se estabeleceu no ambiente. Me levantei e fui para o banheiro. Lavei o meu rosto, penteei os cabelos e fui para a cozinha. Preparei um pão com presunto e queijo e fui comer. Depois, lavei o que tinha sujado e voltei para o meu banheiro. Escovei os dentes, troquei de roupa e fui jogar Guitar Hero 3. E agora já estou na 3ª música, My name is Jonas. É demais essa música. Aii!! QUE SUSTO!!! O meu celular tá tocando. Dei stop no jogo e atendi o meu telefone.
- Alô?
- ? Oi! Sou eu! Dougie. - OMFG (Oh My F*ck God)!!!!! Eu não acredito!!!! Minhas pernas adormeceram na hora em que ele disse o nome dele. Meu vei, essa voz.
- Ah! Oi, Dougie! - eu falei.
- Oi! Hey, você está fazendo o quê?
- Nada. Eu tô em casa, as meninas saíram. Foram dar uma volta no centro.
- Ah! Eu também tô sem nada para fazer. O Fletch nos deu uma folga hoje.
- Que legal!
- Então, eu tava pensando de nós nos encontrarmos. Que tal? - Eu comecei a tremer. Minha voz desapareceu. Mais uma chance! É agora ou nunca!
- Tá certo. Mas eu não tô muito a fim de sair de casa, não - eu disse.
- Tá ok, então me dá o endereço do seu apartamento que eu passo ai. - DOUGIE POYNTER VAI VIM NO MEU APÊ??? GOD!!!
Eu dei o endereço. Ele disse que em 15 minutos ia chegar aqui. Fui correndo para o meu quarto quando ele desligou o telefone. Abri o meu armário e peguei um short, um casaco e uma blusinha regata. Peguei uma par de meias não muito grandes. Coloquei tudo sobre mim, depois coloquei um pouco de gloss em meus lábios e fui para a sala.
(roupa)
Quando eu sentei no sofá e cliquei em "resume" do video game, o campainha toca. Meu olhar se voltou imediatamente para a porta. Cliquei novamente no botão stop, me levantei, fiquei de frente para a porta, me arrumei rapidamente e girei a maçaneta. Dois olhos azuis me olharam de baixo para cima, até chegar em meu rosto e soltar um lindo sorriso pela boca pequena.
- Oi! - ele disse me abraçando. Eu estou imóvel. Nossa, que calorzinho bom! - Então, vai me deixar do lado de fora é? - Irônico.
- Ah! Descupa. Pode entrar - disse dando passagem para ele.
- Nossa! Seu apartamente é muito bonito.
- Obrigada. Senta - eu disse me sentando no sofá e batendo no lado vazio do mesmo. Ele se aproximou e sentou do meu lado.
- Você joga Guitar Hero? Que maneiro! - ele disse pegando o outro controle que está desligado - Vamos um contra o outro?
- Claro. - Eu coloquei o jogo para o "Multiplayer". - Escolhe uma música.
- Vamos... One! De Metallica.
- ÓTIMA! Eu amo essa música! - Apertei em play e fomos jogar. Nós estamos no nivel do Hard, então a música está beeeem rápida. No final, quem ganhou? Quem ganhou? EU! – HÁ, POYNTER! Perdeu! - disse.
- Ai não precisa ser cruel.
- Onw! Não faz essa carinha de cachorrinho perdido - eu disse apertando as bochechas dele. Suas mãos rapidamente foram para a minha cintura. E exitei. Eu coloquei as mãos em seus ombros. Ele me puxou em um movimento rápido para bem perto dele. As cortinas estão fechadas, apenas uma pequena luz escapa da brecha do meio delas. O dia não está tãão claro, mas não está tãão frio.
- Dougie, o que você está fazendo? - eu perguntei.
- Nada. Eu só quero está bem perto de você. - Dougie me puxou para perto dele.
- Não seja por isso. - Eu me ajeitei ao seu lado. Ele colocou uma das mãos por cima dos meus ombros.
- Assim tá melhor - ele disse. Ele pegou a minha mão direita e entrelaçou os meus dedos nos dele. Eu o olhei e ele está com um grande sorriso no rosto. A sua outra mão faz movimentos carinhosos no meu ombro.
- E..eu não tô mais a fim de jogar - eu gaguejei no começo. Eu me levantei e desliguei o play station. Peguei o controle da Sky, me sentei no mesmo lugar onde estava antes e coloquei no canal de músicas. Está passando a música Sexy Chick do Akon. Cara, logo essa, toda vez que eu escuto ela eu tenho que dançar. Mas na frente do Dougie vai ser meio constrangedor. Então eu só fiquei me mexendo e cantando.
- Você gosta dessa música? - ele me perguntou se levantando e esticando a mão em minha direção. - Quer dançar? - Isso! Era o que eu estava esperando. Eu segurei a mão dele e comecei a me mexer no ritmo da música. Ele me segurou pela cintura, eu envolvi o seu pescoço em meus braços. Começamos a dançar bastante. Eu rebolava e ele só ia de um lado para o outro. Comecei a rir. - Você dança muito bem!
- Valeu. - Ficamos dançando até que nem percebemos a música acabar. Então ficamos assim pelo resto das outras músicas que passavam.
- Então, por que você saiu daquele jeito ontem? - Eu abaixei a cabeça.
- Prefiro não comentar - eu disse baixinho.
- Ok. O que você tem mais medo? - Eu levantei a cabeça e o encarei.
- Bem, não vou mentir para você, tenho um pouco de medo de escuro. Mas antes de te conhecer, tinha medo de te decepcionar.
- Então pode ir tirando esse medo da sua cabeça - ele disse colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha.
- Obrigada. Mas o meu medo atual é te perder - eu disse meio baixinho.
- Esse também pode tirar da sua cabeça. Eu te prometo... - Eu o interrompi.
- Não prometa nada. Ninguém sabe o futuro, só Deus.
- Ok então.
- E qual é o seu medo? Um eu já sei, escuro.
- É. Mas depois que você apareceu, eu tenho medo de te decepcionar.
- Nunca! Só se você fizer alguma coisa muito grave, capaz de colocar a vida de muitas pessoas em risco, ai sim eu me decepciono com você.
- Você acha que eu sou capaz de fazer isso? - ele perguntou entre risos.
- Não. - Eu sorri para ele. Quando eu olho para a tevê está passando Falling in Love deles. - Olha quem tá passando na TV!
- Sou eu! - Ele começou a gargalhar.
- Eu amo esse clipe! É tão fofo. Você mesmo, sem comentários. Toda vez que você aparece é capaz de eu engolir a televisão. - Eu comecei a rir. [N/a: É verdade, eu sempre começo a gritar e dizer "DOUGIE, EU TE AMO!"]
- Quando você faz caretas e nojeiras, eu amo! As meninas viram a cara, eu não. Ha! - eu disse olhando a TV. Ele é tão fofo! Nossa! Sem comparação. Ficamos dançando e dançando.
Depois que Falling in love acabou ele se sentou e me puxou para bem perto dele. E assim ficamos. Ele entrelaçou os dedos nos meus cabelos e ficou fazendo massagens nele. Está ótimo. Tudo.
- Nossa! Você deveria ser massagista! - tirei onda.
- Não, não. Prefiro ser baixista mesmo. - Ele soltou uma risada irônica.
- Com certeza. Mas você é ótimo nisso. - Eu estou de olhos fechados. Eu abro e percebo que ele me encara. - O que foi? - perguntei olhando para ele.
- Nada. Você é muito bonita. - Senti minhas pernas adormeceram. Como ele falou foi bem sincero. Eu sempre quis um cara assim, engraçado, romântico, talentoso, bonito, o suficiente para mim.
- Obrigada. Você também é muito bonito, como eu já havia dito. - Borboletas começam a voar em minha barriga. Ai. Esse friozinho chato do primeiro dia de aula.
- Qual é o seu objetivo, no momento? - ele me perguntou.
- Terminar a escola. Não vejo a hora. É o maior saco, minhas amigas livres e eu ainda presa aquele inferno. - Revirei os olhos. Não aguento mais. Ainda bem que eu vou terminar esse ano. Tipo, eu sou a pirralha da turma. Tenho 17 anos, a tem 18, a tem 19 e a tem 20. Uma escadinha.
- Mas se concentre bastante nas aulas. Eu também terminei a escola nos empurrões. Minha mãe. Sabe como é. - E como.
- Ahan. Mas então, vou ser como a Alice nos país das maravilhas. Sem saber para onde ir, só caindo em armadilhas e lugares estranhos.
- Ah... - Eu peguei o controle e desliguei a TV. Se fez um silêncio no ambiente. Até que eu ouvi a maçaneta dos fundos girar. Dei um pulo do sofá.
- Quem é? - eu perguntei indo em direção à cozinha. A porta se abriu e eu vi minhas amigas e Biba. – Oi, meninas! Voltaram cedo.
- Tinha alguém com o pé doendo - a disse olhando para a , que tira as sandálias de salto alto. Aff, ela tem que começar a andar de tênis.
- Dougie? - a disse espantada quando chegou na sala.
- Oi! Tudo bom? - ele perguntou se levantando e lhe dando um abraço.
- Tudo. O que você está fazendo aqui? - Ela me olhou por cima do ombro com um meio sorriso no rosto. Eu só abaixei a cabeça.
- Ah, resolvi dar uma passadinha por aqui para saber como vocês estão. - Ele olhou para todo mundo.
- Que bom! Então, quer almoçar conosco? - a perguntou após se sentar no sofá.
- Não, valeu. Eu combinei de sair com os caras. Qualquer coisa eu ligo para vocês, quer dizer, para a . - Eu levantei a cabeça e vi que todos os olhares estavam virados para mim. Dougie saiu andando para a porta dos fundos, eu o acompanhei.
- Você tem que ir mesmo? - eu perguntei fazendo voz de choro.
- Tenho, mas eu te ligo. Não se preocupe. Pega o meu número. - Ele me falou o seu número.
- Pronto. - Eu fechei o meu celular e guardei no bolso.
- Tchau. - Ele me deu um beijo na bochecha e saiu. Eu fechei a porta e fui para a sala. As meninas estão sentadas na sofá e Biba tá colocando as coisas para nós almoçarmos.
- GAROTA!!! - se levantou do sofá. - Gostei de ver! E ai? Rolou ou não rolou?
- O quê? - eu perguntei bem normal, como se nada estivesse acontecido, e nada aconteceu. Tá, quase nada.
- Você tá com o Poynter? - A se levantou para dar apoio.
- Não. - Abaixei a cabeça.
- Mas pelo menos vocês conversaram sobre muita coisa pelo que eu pude ver. - A está massageando os pés. Ai.
- É... Conversamos, brincamos, dançamos, paqueramos... - falei meio desconfiada.
- CONTA TUDO!!! - A e a me puxaram para sentar no sofá.
- Então, ele ligou para mim depois de um tempo que eu acordei. Ele pediu para a gente sair, mas eu não tava a fim de sair de casa, então ele se ofereceu para passar por aqui. Ai eu dei o nosso endereço a ele, ele passou aqui e ficamos conversando.
- Mas o que exatamente vocês fizeram aqui? - tá querendo realmente saber de TUDO!
- Nós jogamos Guitar Hero. Dançamos "Sexy chick", dançamos um monte de músicas, passou "Falling in love". Ele disse que eu era bonita, me deu conselhos.
- Já é um bom começo. Espera um pouquinho, ele ainda tem que se acostumar com o seu jeito - disse.
- Concordo com a . Às vezes ela pode parecer meio louquinha, mas é nossa best! - a disse dando um abraço beeeeeem apertado na .
- Valeu, gente. Eu precisava muito da opinião de vocês. - Eu olhei para elas. Ela fizeram coraçãozinho com as mãos. Attóron!
- Meninas, venham comer - Biba disse se sentando na mesa. Eu me levantei e ajudei a a se levantar.
Danny Jones
- Acho legal essa sua ideia. Quem sabe não vai ser uma boa para você conhecer melhor a . - Harry dá conselhos ótimos. Por isso fui pedir ajuda a ele. Sabe, como eu gamei na brasileira , eu tava pensando (EU PENSEI) em chamar ela para ir ao baile de máscaras que vai ter em um hotel lá no centro de Londres. Acho que ela irá gostar.
- Hey dudes, o quê vocês estão fazendo? - Tom disse saindo do banheiro. Eu, ele e o Harry estamos na minha casa. O Dougie nos dispensou hoje. Enfim, estamos na sala falando sobre várias coisas, resumam, meninas.
- O Danny tá pensando... - O Harry foi interrompido por Tom.
- ELE PENSOU? - Tom disse abismado.
- Também fiquei surpreso no começo. Enfim, ele tava pensando em chamar a , aquela garota do Green Park, para ir ao baile de máscaras com ele. O que você acha? - Harry continuou a falar.
- Acho legal. Até porque você vai cobrir essa sua careta, porque isso não é um rosto. - Tom, suuuuuuper amigo.
- Valeu, cara! - Fiz joinha para ele.
- De nada. - Irônia do Fletcher.
- E você, Judd, o que você tá programando para esse final de semana? - Tom perguntou.
- Sei lá. Ultimamente eu tenho pensado, não tirem onda - Tom tava prestes a falar idiotice -, em chamar a para sair comigo. Ir a praia, passear. Sabe, para nós nos conhecermos melhor. - Um sorriso malicioso brotou no rosto do Judd.
- HUUUUUMM!!!! Tem alguém se apaixonando! Mas eu não posso dizer nada. - Tom tirou onda. Mas como assim "mas eu não posso dizer nada"? Suspeito.
- Como assim, dude? - eu perguntei.
- O quê? - Ele fez cara de confuso. Me engana que eu gosto, mono-cova!
- Como assim "mas não posso dizer nada"?
- Ah! É porque eu tô meio a fim da , sabe. Ela é bem extrovertida, engraçada, se permite brincar com ela e é muito linda!
- Nossa, sentir um pinguinho de amor aí. Não um pingo, mas uma cachoeira de amor - Harry se pronunciou. O Tom está mostrando um comportamento diferente depois que conheceu a .
- Ah! Não brinca, Judd. Eu fico com vergonha! - Tom disse ficando vermelho.
- Primeira vez que vejo o Tom com vergonha - eu disse estranhando.
- Concordo com o macaco - Harry me apoiou. Ouvi a campainha tocar. Me levantei e fui atender. Quando abrir a porta, vi uma criança com um maior sorriso no rosto.
- AE PIRRALHO!!! - eu disse para Dougie, que entrou na minha casa como se fosse dele.
- Oi! - Ele tá em choque? Ah! Já sei! Só pode ser coisa da .
- Quem é, Danny? - Tom gritou da sala.
- É o Dougie! - eu respondi na mesma tonalidade de voz que ele. Eu fui andando atrás de Dougie, que cambaleava.
- O que houve com ele? - Harry disse espantado.
- Sei lá. Ele só disse "oi" e já foi entrando com essa cara de abilolado. - Ele se sentou do lado do Harry no sofá.
- O que aconteceu, Dougie? - Tom perguntou para ele, chacoalhando-o pelos ombros.
- A - ele respondeu com um ar de tabacudo que só Deus sabe.
- AH HA! Eu tava desconfiando! Mas agora eu tenho certeza! - eu disse dando uma gargalhada.
- O que foi que teve? - Harry perguntou.
- Eu tava sem nada para fazer, e tava com a maior vontade de vê-la. Então liguei para a e perguntei se ela tava a fim de sair. Mas ela não quis, preferiu ficar em casa. Então eu me oferecir para passar na casa dela, e ela deixou. Eu fui para lá e ficamos conversando e jogando Guitar Hero, até dançamos! Sexy Chick! Não uma das minhas músicas favoritas, mas já que ela tava dançando, né. Ela é muito linda! Não sei como não pode ter um namorado! Deveria ser crime!
- Abaixa o fogo do Dougie! Cara, relaxa! Não dê muito na cara que você tá a fim dela! Tem que mostrar segurança. - Como eu disse, o Harry tem bons conselhos.
- Valeu, dude! É verdade! Eu tenho que programar a forma perfeita de ficar com ela. - O Dougie foi o mais afetado de nós quatro. Tenho que admitir que elas são lindas! E principalmente a . Quando eu a vi, me hipnotizei na hora.
- Acho que nós quatro achamos quem procurávamos - Tom disse pensativo.
- Ahan! Mas tipo, eu não sei como isso aconteceu. Tipo, foi bem de repente - Dougie disse. Eu nunca tinha sofrido isso, até que algumas vezes, mas eu até tô gostando mesmo da . Ela me parece ser bem simpática, bonita, e tal. - Eu tô com fome. Bora comer.
- O quê? Mulher? - eu disse. Brinks.
- Não, seu leso! Comida mesmo! - Dougie disse me dando um pedala. Odeio quando fazem isso em mim! E o incrível é que é sempre em mim!
- Dudes, eu vou ficar um pouquinho lá fora. Qualquer coisa me chamem! - Harry disse indo em direção da porta dos fundos.
Eu terminei o meu almoço e coloquei os pratos na louça. Acho que vou dar uma caminhada para fazer a digestão.
- Gente, eu vou dar uma volta pelo quarteirão, qualquer coisa, me liguem - eu disse saindo pela porta principal.
- OK! - Foi o que eu ouvir depois que fechei a porta. Chamei o elevador e apertei o "P". O elevador parou. Estou andando para a rua. Como o calor aumentou, eu tive que trocar de roupa. Coloquei um shorts branco e uma blusinha de alcinha, uma sapatilha vermelha que combina com a bolsa. E estou usando os meus óculos escuros. Super styler!
(roupa) Fui andando pela rua. O vento bate levemente em meu rosto suado. Virei a esquina e entro na rua que cruza com a nossa (Jura?) e continuei andando, apreciando a paisagem, as árvores verdes, a grama bem cuidada, os cachorros fazendo caca. Enfim, virei a esquina novamente. Entrei na rua paralela a nossa. Vi um banquinho de frente a uma casa branca (não é a dos EUA) bem grande! Corri até o banco e me sentei. Escorreguei nele e apoiei a minha cabeça no apoio. Deixei os meus ouvidos irem além do que o vento me trazia. Ouvir criaças brincando, cachorros latino, namorados se beijando... Eu sinto falta do meu ex. Muitas garotas sentem. Mas esse é dificil. O nome dele é Kolin. Cara! Ele tem os olhos verdes, é moreno, de barriga tanquinho, joga football, tem os cabelos lisos, é alto, tem os lábios delineados. Ele é tipo O cara dos sonhos. Mas como todo mundo, ele tem defeitos, e como todo garoto, tem ciúmes. Acabamos por besteira. Mas até que eu tô melhor. Antes, minha piscóloga disse que eu podia entrar em estado de depressão pelo jeito que eu estava. Mas graças às minhas amigas, minha família e, principalmente, Deus, eu me recuperei. A sensação tá boa, até que uma mão tocou em meu ombro. Dei um pulo. Me coloco de forma ereta no banco e olho para trás. A luz do sol impede que eu veja quem é. Até que ele fala.
- Oi, ! Tudo bem? - OMG! É o HARRY! Surto.
- Ah... ah... tudo - gaguejei. DROGA! Eu fico assim quando tô nervosa.
- O que você tá fazendo aqui? - ele me perguntou. Seus olhos estavam beeeeeeeem azuis, suas bochechas estão vermelhas e seu cabelo está bagunçado, de uma forma muito atraente. Ele contornou o banco e se sentou ao meu lado. - Eu dei uma passadinha na casa do Danny - ele disse apontando para a grande casa branca atrás de nós.
- Essa é a casa do Danny? Que linda! - Eu fiquei surpreendida. É bem grande para o coitado do Danny. Sem ofenças.
- É mesmo! Hey, e você? O que faz por aqui? - ele me perguntou. Nossa, a forma como ele fala me deixa sem fôlego. Ele apoiou o braço no encosto. O vento franco bateu em meu rosto e o meu cabelo voou da mesma forma que o vento ia. Eu vi os seus olhos encarar as minhas pernas! AI! Que vergonha! O Harry tá me secando!
- Eu resolvi dar uma voltinha. Conhecer melhor o meu quarteirão - falei olhando para baixo.
- Você mora por aqui? - ele me perguntou.
- A rua paralela a essa - eu disse apontando para o outro lado da rua.
- Legal. Olha, esse final de semana, eu não estou sem nada para fazer. Então, eu queria saber se você gostaria de ir à praia comigo? - Ele fez o lance da sobrancelha. Ai Tigrão!!!!!! Ele vai me matar de calor aqui!
- O quê? Ah... ah... claro! Por que não?! - Eu não estou acreditando! Acabei de marcar um... "ENCONTRO" com o HAROLD MARK CHRISTOPH JUDD!!!!!!
- Beleza, qualquer coisa eu te ligo. Ah! Mas eu não tenho o seu número. Será que você pode me dar?
- Por que não? - Eu entreguei o meu celular para ele e ele me entregou o dele. Que celular maneiro! Na capa está uma foto dele muito HOT! Eu digitei o meu número e devolvi para ele. Ele fez o mesmo.
- Prontinho. Quer entrar? Os caras estão lá dentro. - Ele apontou para a porta.
- Não, vai ser muito incômodo. Aliás, as meninas já devem estar pensando que eu fui seguestrada. É melhor eu ir andando. - Eu me levantei. Ele se levantou também.
- Tudo bem. Eu vou entrar. Até mais. - Ele me abraçou. O HARRY TÁ ME TOCANDO!!!! Ele se afastou um pouco e me deu um beijo na bochecha, bem friozinho. Aposto que saiu faiscas, já que minhas bochechas estão fervendo.
- Tchau. - Eu o vi correr para dentro da casa do Danny, enquanto eu fiquei parada do lado de fora. Dei meia volta e voltei a andar. Fui acelarando os passos, até que já estava correndo. Eu não sinto as minhas pernas, elas, automaticamente, estão me levando de volta para o apartamento. Cheguei. Chamei o elevador, entrei, cliquei no botão do 8º andar, entrei no apê.
- Que cara é essa? Parece que viu um fantasma - disse se levantando do sofá. A saiu do quarto com as mãos esticadas, já sei até por que. E a não apareceu.
- Um fantasma muito lindo! - Fui andando até o sofá e empurrei os pés da para poder sentar. A se sentou do outro lado.
- Foi bem o tigrão do Judd. Han? - A me cutucou com o cotovelo.
- Foi. Eu disse a vocês que ia dar uma volta. - Elas concordaram com a cabeça.- Então, eu encontrei a casa do Danny, mas não sabia que era dele. Então me sentei no banco que fica de frente para a casa dele. Até que o Harry apareceu, se sentou do meu lado e ficou puxando assunto. ADIVINHA O QUE ACONTECEU? - eu perguntei dando pulinhos sentada.
- ELE TE BEIJOU!!!!! - e disseram juntas. E abriram um sorriso colgate!
- Não. Ele me chamou para ir à praia!!! - eu disse dando pulinho novamente.
- AAAAAHHHH!!!!- elas gritaram e me abraçaram. Fui esmagada.
- Agora, cadê a ? - Olhei para os lados.
- Ah! Ela tá no quarto - a disse apontando para a porta do meu quarto. Me levantei e bati na porta.
- Posso entrar? - perguntei.
- Pode! - Ouvi a gritar do outro lado. Girei a maçaneta e entrei. Ela está sentada na cama, com o laptop no colo.
- O que você está fazendo? - perguntei me sentando do lado dela. Ela está em mais uma daquelas páginas de fofocas dos famosos e tá vendo uma foto de Dougie com a Franku saindo de um hotel super chique daqui de Londres. Ela encara a foto com um certo olhar perturbador. Sem descrições. Sua mão está fechada. - ... Eles terminaram. Não se preocupa.
- Eu sei. Mas eu fico com tanta raiva dela. Só de ver a cara de cavala que ela tem. E ainda por cima, ser considerada a mulher com o corpo mais "bem feito" do mundo! - Uma lágrima escapou de seus olhos inchados.
- Mas ela agora é passado na vida do Dougie. Não se preocupe. Você é o presente e o futuro dele. Eu te garanto! - eu disse massageando as costas dela. A apoiou a cabeça em meu ombro.
- Valeu, ! Mas eu tenho tanto medo que ela volte.
- Se ela voltar, eu desço o cassete nela! Com as meninas e você! Afinal, para quê serve as baquetas, além de fazer eu brilhar na bateria? - Eu a confortei em um abraço. Ela o retribuiu. Eu a soltei e a segurei pelos ombros. - Olha, eu tenho uma notícia ÓTIMA!!! Adivinha? - Fiz cara de suspense.
- Você ganhou um transplante de célebro de graça?!?!?! - ela disse com uma cara de feliz. Fiz cara de indignada.
- Nops! Eu vou sair com o Harry! - eu disse beeeeem animada.
- SÉRIO? QUE LEGAL! - Ela me abraçou.
- Eu ainda nem acredito.
- Se fosse eu, também não acreditaria. Vocês vão para onde?
- Vamos para a praia.
- Quando?
- No final de semana.
- AMANHÃ É SABÁDO!!
- O My F... - Não terminei.- GOD!!!
- É melhor começar a se arrumar, Miss Simpatia!
- Me ajuda?
- Com certeza! - Nos levantamos e pegamos uma mala. Abri o meu guarda-roupa e fui tirando umas roupas para mim. Peguei dois biquínis para mim e um maiô. Um dos biquínis é amarelo com florzinhas laranja e o outro é vermelho. O maiô é azul. Fui colocando tudo na minha mala da Kipling e fui arrumar as coisas da parte íntima. Calcinha, sutiãs, escova de dente, maquiagem, sabonete, enfim, TUDO que se precisa para ficar linda!
Eu e a acabamos de arrumar as coisas.
- Boa Sorte, ! - me disse após ter se jogado na cama.
- Obrigada. - Fiz o mesmo que ela. Fiquei olhando para o teto e a imagem que vi hoje de tarde passou em minhas mente. Um Harry suado, com as bochechas vermelhas, conversando comigo, me chamando para sair, sorrindo...
- É melhor dar antes. Você vai precisar! - ela disse fazendo joinha. Se referindo à sorte.
- Valeu! Você é a melhor pirralha do mundo! - Ela me deu um olhar mortal. Mandei um beijo pelo ar para ela, que esticou a boca formando um sorriso super forçado. Ela se levantou e foi para o banheiro. Eu fiquei deitada, do mesmo jeito, me lembrando de Harry.
Tom Fletcher
- Amém! Pensamos que você ia ficar lá fora pelo resto da vida! - Danny disse levantando as mãos para o céu (teto) depois que o Harry entrou. Ele tinha saído não sei para onde.
- Só passei uns 10 minutos fora. Já sei que faço falta, mas não é para tanto! - ele disse se sentando do meu lado e pegando um controle para jogar WWE comigo. Nossa! Eu vou perder feio! Do jeito que o Harry é... - Vamos lá, mamãe! Quero ver se você me ganha. - ele disse apertando minhas bochechas.
- Claro que eu te ganho! Na beleza! - Dei um sorriso super esticado para ele. Apertei em "Resume game" e começamos a jogar. Eu estou jogando com o Jonh Cena e o Harry tá jogando com Christian. - Então... O que foi fazer lá fora? - perguntei após ele ter me dado uma voadora (no sentido do jogo).
- Fui tomar um ar, e acabei encontrando a ! Até a chamei para ir comigo para praia esse final de semana.
- Harry, amanhã é sábado! - Ele jogou o controle.
- O QUÊ?! - Ele se levantou. Ele vai surtar.
- É isso mesmo! É melhor se programar e marcar logo um lugar para vocês ficarem por lá - eu disse dando um pause no jogo.
- Valeu! Tenho que ir para casa! Dougie, continua para mim! - Ele saiu em um pé de carreira. Dougie se sentou do meu lado e continuamos a jogar.
- Ultimamente, o Harry tá bem estranho - Dougie comentou.
- Só ele não, meu chapa! - Eu dei umas tapinhas nas costas dele.
- Nós estamos na mesma maré, dude!
- Ahan!
- Você tem alguma coisa para esse final de semana? - Dougie me perguntou.
- Não, não... Sei lá. Não tenho mais nada para fazer agora que eu e a Gio terminamos...
- Eu também. Mas vou te confessar uma coisa, essas garotas que conhecemos, elas são lindas! E tem uma a fim de você, dude! Se eu fosse você, não ficava esperando por um milagre, ia atrás dela.
- Realmente. Eu não tinha pensado nisso. - Ele me fez abrir os olhos. A é muito bonita, eu deveria dar uma chance para ela. - Eu vou ver o que posso fazer amanhã.
- Veja mesmo! - Dougie nunca foi tão esperto em toda a sua infância! Agora eu fiquei pensando nela. Como ficamos no Green Park. Acho que vale a pena.
Harry Judd
- Valeu! Tenho que ir para casa! Dougie, continua para mim - eu disse, peguei minhas coisas e saí porta afora. Peguei o meu telefone e disquei o número de um hotel onde eu sempre fico nessa praia. Aposto que a vai gostar.
- Alô? - a recepsionista atendeu.
- Oi! Eu quero reservar dois quartos para amanhã. Suíte na cobertura.
- Qual o seu nome, senhor?
- Harold Judd.
- Okay. As suítes já estão reservadas. Qual a forma de pagamento?
- Amanhã nós acertamos. Eu vou deixar o meu telefone para emergência.
- Ok. - Dei o meu telefone e outros dados que precisavam ser resistrados para a recepcionista. Desliguei o celular. Vou ligar para o Fletch alugar para mim um Jeep. Vai facilitar bastante.
- Fletch? Oi, sou eu! Harry! - falei após ele atender.
- Oi, Judd! Me diga o que deseja!
- Você pode alugar para mim um Jeep? Vou precisar para amanhã - eu falo no telefone e dirijo o meu carro ao mesmo tempo, diga ae... Sou o superman!
- Pode deixar! Eu peço para deixar na sua casa?
- Ahan!
- Beleza. Tchau. - Ele desligou o celular, me concentrei no trânsito. Até que hoje não está tão movimentado. Cheguei em casa. Peguei as minhas coisas e desci. Abri a porta e entrei. Corri para o meu quarto e fui enfiando tudo que iria precisar para amanhã.
Até que terminei rápido. Deixa eu ver se falta alguma coisa... Não. É só isso. Agora eu tenho que ligar para a . Peguei o meu celular e procurei o número dela. Apertei em "chamar". Depois de uns 5 segundos ela atendeu. Minhas mãos começaram a suar.
- Alô? - A sua voz...
- , é o Harry. - Alguma coisa caiu do outro lado da linha.
- Ah! Oi, Harry. Tudo bom? - ela me perguntou de um jeito meigo.
- Tudo! Olha, eu lembrei que amanhã já o final de semana, então por volta das 8:30 da manhã eu passo ai na tua casa para te pegar para irmos à praia, ok?
- Para me pegar ou para me buscar? - O que eu disse?!?!
- Ah... Eu te busco depois eu te pego... - O QUE EU FALEI?!?!?!?! - Enfim, amanhã eu posso te buscar as 8:30 da manhã? - falei certinho.
- Tudo bem! Eu já tô com as minhas coisas prontas. Toma o meu endereço - ela disce o nome da rua onde ela e as meninas moram. Realmente, fica bem perto da casa do Danny.
- Legal, amanhã passo para te buscar. Tchau, beijos.
- Tchau, beijos. - Ela desligou o telefone. Eu fiz o mesmo. Fui tomar um banho para refletir sobre a vida, o que realmente eu quero. Peguei uma toalha e fui para o banheiro. Liguei o chuveiro e entrei no box. Permiti que a água escorregasse por todo o meu corpo vagarosamente. Passei o sabonete por meu corpo e me enxaguei. Saí do box. Me enrolei na toalha e fui ver as mensagens que ficaram na secretária eletrônica. A 1ª.
Harry, amor, eu tô com muitas saudades suas! Estou muito arrependida pelo que fiz. Volta para mim! Te amo!"
Fiz cara de desgosto quando vi que era a Izzy. Nossa, depois do que ela me fez passar, eu não volto com ela nem a pau! Voltei para o meu quarto, coloquei uma boxer limpa e me deitei na cama. Meus pensamentos voaram. Se espalharam pelo ar. Apenas um ficou. Os olhos pretos, os cabelos cachedos, o rosto infantil, a garota. . Quando menos esperei, já estava dormindo.
8º Capítulo - "...Pois achei o que faltava em mim." (Recomendo colocar para carregar a música : Dream - Khorus)
- Gente, como eu tô? - A nos acordou de 7:00 horas da manhã só para se arrumar, para ela ir perfeita para o encontro dela com o Harry. Mas é 7:10 da manhã de SÁBADO!!! Ela daqui a pouco vai surtar.
- , você tá linda! Não se preocupe. O Harry vai babar por você. - Ela está usando um shorts jeans, que quase não aparece por causa da blusa. Ela tá levando a mala preta na mão e uma bolsa vermelha que ela vai para todos os lugares. O tênis combina com o colar e o relógio. Um estilo bem praieiro.
(roupa)
- Vou acreditar em vocês. Mas eu não quero parecer muito atrevida.
- Mas você já é por si própria - disse enquanto arruma o cabelo dela.
- Muito engraçadinha, Jones!
- Meu espírito. - deu um grande sorriso.
- Acho que já está bom - disse após ter terminado de fazer a maquiagem da .
- Graças a Deus! Vamos para a sala. - Ela se levantou e saiu rebolando para a sala.
- De nada - eu e as meninas dissemos juntas. Ela voltou.
- OWN! Obrigada! Vocês são demais! - Ela nos abraçou. Retribuimos o abraço.
- Agora vamos para a sala, antes que o amor da chegue - disse. Eu e as meninas estamos de pijamas. Super fofas. Saímos do quarto da e da . Eu, a e a sentamos no sofá, a deitou no chão.
- Como você ta, ? - eu perguntei, colocando meu braço em volta dos ombros dela.
- Nervosa. Muito nervosa. Não, SUPER nervosa - ela disse esfregando uma mão à outra.
- Qualquer coisa, nos liga, nos mande torpedos, ou qualquer coisa do tipo - disse.
- Tudo bem! Não tem problema. Vou deixar você informadas - ela nos avisou. Ouvimos o interfone tocar. A se levantou e foi atender.
- Não é um principe no cavalo branco, mas é um baterista em um Jeep! - se levantou e foi andando em direção à porta.
- Ah!! Quase ia me esquecendo. - Ela deu meia volta e foi na parte de CDs da nossa estante. Pegou um CD e colocou na bolsa.
- O que você colocou dentro da bolsa? - a perguntou.
- O CD de Khorus. Sabe, vou mostrar um pouquinho do Brasil para o meu tigrão - respondeu.
- Vamos antes que ele se estresse - disse dando passagem para nós. Saímos e chamamos o elevador. Descemos. Passamos pela portaria e avistamos um Jeep preto, onde vimos um Harry de óculos escuro e boné, super sexy dando tchauzinho para a gente. Retribuímos. A deu um abraço em cada uma de nós e foi para o Jeep preto. Ela entrou e o Jeep deu partida.
- Que eles se divirtão - a disse entrando novamente para o prédio. Eu abracei a e entramos abraçadas.
- Oi - o cumprimentei, fechei a porta delicadamente após entrar no Jeep. Coloquei minhas coisas no banco de trás e pus o cinto de segurança.
- Oi! Como você está? - ele me perguntou. NOSSA!!! Ele tá muito gato! Quer dizer, ele é gato. Mas hoje ele caprichou. Esses óculos...
- Eu tô bem. - O carro começou a andar. Sua cara séria está vidrada no trânsito. - E você?
- Também. Eu reservei dois quartos para nós, em um dos hotéis que eu mais gosto de ficar quando vou para essa praia... - Ele me deu dois panfletos mostrando o hotel. É muito lindo! Com várias plantas e árvores. A piscina é enorme. Até que hoje vai fazer um calorzinho...
- Dois?
- É... dois. - Fez cara de pensativo. – Por quê?
- Nada. É muito bonito. - Devolvi os panfletos.
- Quando chegarmos lá, vai ser por volta das 11:30 então vamos almoçar em um restaurante que não fica tão longe do hotel.
- Tudo bem. Vai me contado as novas - comecei a puxar assunto.
- Ah... Eu não sei... Do que você gosta de falar?
- McFly! Música, televisão, livros...
- Huumm... - Ele fez cara de pensativo. - Você viu o filme Avatar?
- Sim! Os efeitos são demais!
- Ahan! Eu fui na estreia aqui em Londres. - Paramos no sinal. Ai que raiva!!! Eu não surpoto o trânsito! Só me atrapalha. Se não fosse por esses sinais, nós já estariamos quase no meio do caminho! (Exagerada nada.) - Quem fez esse filme deve ser muito inteligente.
- Com certeza - concordei.
Já estamos viajando há uma hora e meia e não chegamos nessa maldita praia! Se o tigrão não tivesse aqui, eu estaria morta.
- Que tédio! - falei colocando o meu braço na janela. O vento bate forte em meu rosto e leva o meu cabelo junto. Ainda bem que não estou suando. - Falta muito para chegar?
- Você me perguntou isso umas 10 vezes! Falta pouco, não se preocupe. - Ele colocou a mão em meu ombro. NOSSA! Me arrepiei inteira. - Você tá com frio? - ele me perguntou observando meus braços arrepiados.
- Não, não... É o vento, sabe. - Minhas bochechas começaram a arder. - Enfim... Quando chegarmos me chama. Vou dar um cochilo.
- Tudo bem. - Ele deu uma risada gostosa. Fechei os olhos, apoiei a minha cabeça no meu braço e descansei.
- ... ... Já chegamos. Acorda! - Harry me balança pelos ombros já faz um bom tempo. Abri os meus olhos vagarosamente e vi os seus olhos azuis. Me pus de forma correta no banco do passageiro.
- Onde estamos? - perguntei coçando os olhos. Olhei em volta e vi um mar totalmete azul. Perfeito. Olhei para o lado direito e vi um monte de coqueiros contorcidos. Olhei na direção oposta e vi o restaurante onde iríamos almoçar. Tirei o cinto e desci do carro.
- Já chegamos na praia. Você é uma pedra dormindo - ele me disse andando do meu lado.
- Já me disseram. - Entramos no restaurante. Não tem muitas pessoas, mas também não tem poucas. Sentamos em uma mesa. O garçom chegou, pegou os nossos pedidos e foi embora.
- O que está achando do nosso passeio? - ele perguntou olhando novamente o cardápio.
- Tá bem legal. Eu tô amando.
- Também. - Ele fechou o cardápio e colocou do lado.
Nossa comida chegou beeeeeeem rápido. Comemos e ficamos jogando papo fora. Pagamos a conta e voltamos para o carro.
- Hey... Podemos passar pela beira do mar? É tão bom - perguntei para ele, quando ele ligou o Jeep.
- Por que não? - Ele deu meia volta e colocou o Jeep na areia. Não tem absolutamente ninguém na praia. Harry safadinho!
- Não tem ninguém aqui! - falei colocando a cabeça para o lado de fora do carro. O sol já começava a se pôr. A cor alaranjada preencheu todo o céu. Como nos filmes. As gaivotas voam e fazem aquele barulho irritante. O vento era uma das únicas coisas que se podia ouvir. Não tinha bebês chorando, pessoas falando, nada. O sol começou a se esconder por trás do mar, refletindo sua luz sobre as águas claras do mar. É uma paisagem perfeita. Com nada para interromper. - Vamos descer? Quero sentir esse momento - falei. Harry parou o carro de frente para o mar. Eu abri a porta e desci. Claro que antes eu tirei os tênis, então deixei os meus pés aprofundarem na areia limpa. Me sentei.
- Aqui é muito bonito. - Ele sentou do meu lado. Ficamos encostados um no outro. Sua pele macia e quente encostando na minha. O vento bate levemente e trouxe para mim o seu cheiro doce masculino. Respirei fundo e o cheiro bagunçou toda a minha cabeça.
- Ahan! Você tem boa escolha de praia. - Dei um empurrãozinho apenas colocando um pouco do meu peso sobre ele. Nos olhamos... Ele deu um sorriso para mim, eu retribui. Ele tirou alguma coisa do bolso.
- Quer chiclete? Eu comprei enquanto você dormia. - Ele tirou um da pequena embalagem e me deu. Desembrulhei e coloquei na minha boca. HUUUM... menta. Meu gosto de chiclete favorito.
- Valeu - agradeci.
- ... Posso te fazer uma pergunta? - ele perguntou olhando para o horizonte.
- Claro.
- Do que você tem mais medo? - Ele virou a cabeça e olhou para mim.
- De poder fazer algumas coisas certas hoje e acabar quebrando a cara no futuro por essas coisas.
- Que tipo de coisas?
- Ah... Tem vários tipos, mas o que eu tenho mais medo é do amor. Com isso ninguém brinca. Eu me iludir com uma pessoa pensando que é amor e ela me usar... Só de pensar dói. - Coloquei a mão no coração. Me lembrei do Korin. Idiota!
- Eu sei como é... - Ele abaixou a cabeça. O sol desapareceu. Uma grande nuvem se colocou no lugar dela. Gotas de chuva caíam sobre nós a cada momento.
- É melhor a gente ir! Se não vamos ficar enxarcados. - Me levantei, ele estendeu a mão e pediu para eu ajudá-lo. Segurei e o puxei. Corremos para o carro.
- O carro não tá andando. - Ele girou a chave, pegou, mas não saiu do lugar.
- Acho que atolou. - Olhei pelo retrovisor e vi os pneus atolados na areia.
- Maravilha! Como vamos sair agora? - Ele bateu as mãos no volante.
- Que tal esperarmos a chuva passar? E depois tentamos novamente.
- Boa ideia.
- Posso colocar o meu CD? - A chuva a cada vez fica mais forte. Tirei o CD da bolsa e coloquei no CD player. A música Dream de Khorus começou a tocar. - Eu amo essa música.
- Eu a ouvi quando fomos para o Brasil. É linda. - Ele olhou fixamente para mim.
- Harry, posso te perguntar uma coisa? - Ele olhou em meus olhos. Seus olhos se destacam em seu rosto pálido.
- Claro. O quê?
- Qual o seu maior medo? - fiz a mesma pergunta. Ele sorriu.
- Nesse momento, é perder você. E tenho certeza que vai continuar em toda a minha vida. - Seu rosto foi se apróximando do meu vagarosamente. Sua mão veio parar em meu rosto molhado e frio. Seus lábios encostaram nos meus levemente. O gosto da menta ficou mais forte. Ele deu um selinho de leve em mim. Sua língua passou sobre os meus lábios pedindo para aprofundar o beijo e assim deixei. Nossas linguas se encontraram e docemente uma de suas mãos me segurou pela cintura enquanto a outra segurou o meu rosto. Coloquei meus braços em volta do seu pescoço e comecei a fazer massagem em seu cabelo molhado e fino. Nos afastamos por um momento.
- ... - Ele segurou o meu rosto e olhou em meus olhos. - Estou te amando! Muito! - Tudo o que está em volta desapareceu! Cadê o chão?????????
- Harry... - Ele puxou o meu rosto para se encontrar mais uma vez com os seus lábios. São macios e quentes. Eu percebi que em seu beijo ele foi carinhoso e delicado. O momento que eu sempre quis, mas nunca imaginei como. No afastamos novamente.
- Você não faz ideia o quanto eu te amo! No começo eu estava indeciso. Mas agora eu tenho a absoluta certeza!!! É você quem eu quero ao meu lado! Foda-se mãe, pai, MUNDO! - ele enfatizou a última palavra. - A única coisa que importa para mim agora é você! - Eu não resisti e comecei a chorar. Nunca nenhum cara foi tão sincero quanto ele. Ele beijou meu rosto enxugando as lágrimas. Tudo desapareceu. Só estava eu e ele. Eu o abracei fortemente. Agora que ele é meu, eu o beijei várias vezes.
- Harry, eu te amo, eu te amo, eu te amo! - eu disse abrindo um grande sorriso. Suspirei profundamente, pois achei o que faltava em mim.
Harry Judd
- Harry, eu te amo, eu te amo, eu te amo! - ela disse para mim com um grande sorriso no rosto. Depois que essa garota apareceu em minha vida, eu me transformei. Meu mundo ficou mais colorido, eu passei a enxergar a manhã de outra forma. A ver que a lua é redonda... Enfim, ela me mudou.
- Minha boneca! Você é minha!
- Sou sua! - ela disse me abraçando novamente. Eu a beijei mais uma vez.
- Como vamos sair daqui agora? - Olhei para o mar, ainda abraçado a ela, e a chuva ainda continua a cair forte.
- Acho que teremos que ficar aqui... - Ela deu um meio sorriso para mim. Beijei a sua testa.
- Você é linda, sabia...
- Já que você diz... - Ela se apoiou no meu ombro. - Eu sempre me imaginei com você, mas nunca imaginei como.
- E eu nunca me imaginei com uma fã. Agora eu sei que é a melhor coisa do mundo. - Ela soltou uma risada gostosa.
Ficamos assim por um bom tempo. Suspirei profundamente, pois achei o que faltava em mim.
- Posso te pedir uma coisa? - ela me perguntou.
- Tudo.
- Coloca a música novamente. E vamos lá fora. Preciso realmente descobrir com você a felicidade. - Coloquei a música para repetir e saimos do carro. Está sendo incrivel. A puxei pela cintura e acabamos caindo na areia molhada, a coloquei sobre mim e a envolvi em um abraço. Ela colocou as mãos sobre o meu peitoral e juntou nossas bocas novamente. Sem dúvida nenhuma, achei o que faltava em mim.
9º Cápitulo - Depois do frio, vem o calor... (Recomendo colocar para carregar (I love you - Celine Dion), e quando ela for mencionada, coloque para tocar.)
- Espero que eles se divirtam... - a falou depois que a saiu com o baterista dela. A me abraçou e entramos assim mesmo. Subimos para o apê para tomar um café da manhã decente. A nos acordou feito um furacão. Mas até que eu acordei na paz. Uma sensação boa... Não sei, mas algo que me preencheu perfeitamente. Senti que algo bom poderia acontecer. Não só pela , mas por mais alguém. Enfim, vamos deixar que o tempo resolva. Entramos no apê e fomos tomar café, eu e as meninas ainda estamos de pijamas! Nossa, que vergonha! Sentei na mesa e tomei um bom café bem forte.
Acabei. Agora é bom tomar um banho. Vamos lá. Retirei-me da mesa, me dirigir ao meu quarto, peguei as minhas coisas e entrei no banheiro. Liguei o chuveiro, entrei no box depois de ter tirado o pijama (OBV!) e permiti que água caísse sobre o meu corpo um tanto quanto suado.
Após 10 minutos de banho contados no relógio, e 5 minutos de arrumação pessoal, estou aqui, lendo o livro que tanto amo, Garoto encontra Garota, esse livro tem TUDO a ver comigo. Coloquei uma meiona que cobre toda a coxa, um shortinho, uma blusa regata e um casaco. Nem me importei em colocar sandálias. Me sentei na espreguiçadeira do meu quarto e o de (que compramos há pouco tempo) e fiquei lendo o meu livro. Até que o celular da começa a tocar e ela não vai atender, porque tá jogando Guitar Hero. Me levantei e fui atender. É um número diferente. Atendi.
- Alô?
Oi, ! É o Danny. Eu liguei para falar com a , passa o telefone para ela. - Ele não respirou nem um minuto enquanto falava.
- Danny! É a ! Como você conseguiu o número da ?
- ! Ah... Eu peguei com o Dougie, já que eu não tenho o seu, resolvi ligar para a !
- Ah! Então o que você quer falar comigo? - Sou curiosa, ok?
- Eu queria saber se você não quer ir comigo patinar no gelo? - OMG!!! Essa deve ser a sensação boa que eu tive de manhã! - Quer?
- CLARO! Mas tem um problema! - Me decepcionei quando lembrei um pequeno detalhe.
- Qual?
- Eu não sei patinar no gelo - falei quase sussurrando. Ele soltou uma risada. - Qual a graça?
- Nada não! Eu te ensino! É bem fácil!
- Okay! - Quem não quer ter aulas grátis de patinação no gelo com DANNY JONES?!?!?!?!
- Eu passo ai na tua casa às 17:00 horas.
- Mas você não sabe onde é a minha casa...
- Eu pego o endereço com o Dougie. Ele tem tudo o que eu preciso! - Soltou mais uma das suas risadas esplêndidas! Preciso dizer que derretir? OPS.
- Okay então...
- Tchau, beijos.
- Tchau!! - Ele desligou. Eu fiz o mesmo. Não saí do canto. Minha boca está aberta! Não consigo acreditar! Até que nem percebo que estou correndo para a sala. – GENTE, GENTE!!!! O Dannymechamouparasair!!!! - falei tudo junto.
- O quê? - e disseram juntas.
- O Danny me chamou para sair - falei vagarosamente para elas entenderem. Vamos dizer que é dificil para elas pensarem rápido.
- AAAAAAAAHHHHHHH!!!!!!!!!!!! - as duas gritaram e pularam em cima de mim. Biba até parou o que estava fazendo para ver o que tinha acontecido.
- Um surto - eu disse quase morrendo esmagada pelo abraço de urso que as garotas deram em mim.
- Parabéns, ! Te desejo toda sorte do mundo agora no seu encontro com o Danny! - me disse dando um beijo na minha bochecha.
- Biba, são que horas? - perguntou para Biba, que já tinha voltado à cozinha.
- 11:30 da manhã, baby! Já tá na hora do almoço, podem ir se sentando à mesa - Biba falou chegando à sala com uns pratos deliciosos nas mãos. Fomos para os nossos lugares almoçar.
AI! Isso DÓI! - eu disse colocando minha mão na cabeça. A puxou o meu cabelo muito forte! Depois que almoçamos, as meninas foram dormir. Eu fui me arrumar para o encontro! Quando elas acordaram, eu as chamei para poderem me ajudar a me arrumar. Eu estou vestindo uma saia de cintura alta com, uma blusa de manga comprida, com um lenço no pescoço super lindo. Uma bota de cano alto e uma bolsa super linda.
(roupa)
A não é sensível, por isso, ela puxou o meu cabelo com muita força.
- Descupa. Não tenho culpa se seu cabelo é ruim! - IDIOTA! Dei um tapa na mão dela para aprender a ser boazinha. - Foi mal!
- Foi PÉSSIMO!!! - disse a ela.
- Acho que terminei. - está fazendo a minha maquiagem. Ela é ótima nisso. Me levantei e fui me olhar no espelho. NOSSA!!! Pareço uma modelo.
- Você está linda - disse aparecendo atrás de mim. - Já são umas 16:30. Ele já deve estar chegando. A saiu e foi para a sala. De cabeça baixa. Ai! Eu sei bem o que é isso. Ela nunca teve um namorado firme. Já se apaixonou e quebrou a cara. O merdinha do Fernando. Que depois que tirou o BV dela, já tava namorando com uma garota no dia seguinte. Imbecil. A teve 2 namoros firmes. O Korin, que é lindo, e o Steven. Eu só tive um, como a . O meu foi o George. E o da foi o Adam. A só fica. Mas não tanto assim. Em média de uns sete, ou um pouco menos, ou um pouco mais. Sei lá. Fui atrás dela.
- O que foi, ? - perguntei a ela, passando o meu braço sobre os seus ombros. Ela limpou o rosto.
- Nada. Olha, se divirta com o Danny. Te desejo tudo de ótimo nesse encontro. - Ela está com os olhos vermelhos. Não muito, mas o suficiente para eu perceber.
- Não chora. - Eu a abracei. - Um dia vai chegar sua hora.
- Quando? Eu já tenho 17 anos! Pelo jeito, vou morrer virgem! - Ela se sentou no sofá e abraçou as pernas. Eu sentei ao seu lado. se sentou do outro lado.
- Nem queira namorar tão cedo! - falou.
- Por quê? - perguntou curiosa.
- Ah... porque... os garotos pensam, se é que pensam, que podem mandar em nós! - eu falei limpado suas lágrimas.
- É, eu sei desse motivo, mas eu não penso nisso. Eu quero alguém que possa me abraçar quando eu estiver triste, quando eu estiver feliz. Alguém que diga que me ama. Que me dê rosas vermelhas, caixas de chocolate, ursinhos de pelúcia, carinho...
- Ele existe. Mas não chegou a hora dele aparecer! Confie! Ele não vai desistir de uma garota linda, simpática, engraçada como você, ! - a encorajei.
- Vocês acham? - Ela olhou para mim e para a .
- Com certeza! - eu e dissemos juntas.
- Valeu gente. - Ela nos abraçou. O interfone tocou, OMG!!! Biba apareceu da cozinha.
- Tem um carinha na portaria chamando a . É melhor você descer! - Biba apontou para baixo. Me levantei e puxei as meninas pelas mãos delas. Saimos do apê, chamamos o elevador e descemos.
- Oi! - Danny disse depois que nos viu. Como ele tá lindo! Com uma calça jeans mostrando um pouco da boxer preta e branca. Uma blusa xadres e Adidas. Que sedutor. Lhe dei um abraço. As meninas o cumprimentaram com dois beijinhos na bochecha.
- Depois da patinação, vamos para onde? - perguntei para ele, colocando-me ao seu lado.
- Surpresa! Mas aposto que você vai gostar! - ele respondeu.
- É bom mesmo! - eu disse tirando onda. Dei tchau para as meninas e eu e Danny descemos as escadas da portaria e entramos no carro preto que estava estacionado na frente do prédio.
- Vamos conversar. O que você gosta de fazer? - ele perguntou puxando assunto.
- Ah... Tem várias coisas que eu gosto de fazer, mas eu acho que o que eu amo fazer é cantar.
- Legal! - Ele está bem concentrado na turbulência do trânsito. Eu apenas apreciava a vista e ele.
- Também gosto de tocar instrumentos, guitarra e piano são os meus favoritos.
- Não brinca! Jura? - Ele fez cara de surpreso.
- Ahan! Tenho muitas cantoras favoritas! Como Demi Lovato, Celine Dion, Taylor Swift, Miley Cyrus... Um monte!
- Boa escolha musical.
- Valeu. E você, o que gosta de fazer?
- Encher o saco do Harry. É hilário! - Ele soltou uma gargalhada. Ai, que fofo!
- Coitado! - Imagina eles "brigando". Eu não ia aguentar de tanto rir.
- Que nada. Ele sabe que é brincadeira.
- Ahh... - Passamos por vários sinais, ainda bem que estavam todos abertos, e carros.
- Chegamos. Não fica tão longe da sua casa.
- Percebi. - Ele estacionou o carro e desceu. Ele rodeou a frente do carro e abriu a porta para mim. Esticou a mão para eu poder sair.
- Que cavalheiro! Obrigada! - Sair com a ajuda dele. Meus olhinhos brilharam.
- De nada, milady! - Ele se curvou como reverência. Saímos andando em direção a grande entrada do shopping.
- Espero que goste.
- Tenho que admitir, estou com um friozinho na barriga.
- Não se preocupe! Confie em mim. - Atravessamos o grande portão e avistamos a patinação de gelo. Meu estômago começou a dar piruetas.
- OMG! - Pegamos uma ficha e sentamos no banco de espera. Somos os próximos. Tinha uma quantidade razoável de pessoas, mas o que se vê mais são adolescentes. - Não sei se consigo.
- Respire fundo. - Respirei o ar gelado. E depois o soltei. - Tá melhor?
- Um pouco.
- Vocês dois, é a vez de vocês - uma moça apontou para nós e disse que está na hora do show. Já tinhamos colocado os patins e as proteções. Ai.
- Vamos lá, ! Você consegue. - Ele se colocou na minha frente e está andando de costas, COMO ELE CONSEGUE? Fui arrasatando os pés beeeeeeeeeem devagar para poder chegar perto dele. Perdi o equilíbrio.
- SOCORRO! - Eu caí em seus braços. Nossa! Como são fortes!
- Eu vou segurar em suas mãos e vou lhe puxar, ok?
- Tudo bem. - Segurei as suas mãos. Ele me guia com tanta facilidade. Nossa, ele é perfeito!
- Você tá conseguindo. - Até que eu comecei a dominar essa coisa. Quando menos espero, ele me solta, eu estou andando de patins NO GELO!!! YUP!!! Olhei por cima do meu ombro e o vi dando palminhas para mim. Quando viro para frente, dou de cara com a parede. Caí no gelo. Ai minha bunda! Tá gelada. Não tenho força para levantar. Estou com os olhos fechados até que uma coisa aparece em minha frente e impede a luz.
- AI! MINHA BUNDA!!! - eu digo. Abro os olhos devagar e o vejo. - Danny!
- Oi! Você estava ótima! Vamos tentar novamente. - Ele me levantou e segurou as minhas mãos, rindo. Começamos a andar. Do nada, a dor da minha bunda passou.
- Anda do meu lado, Danny. - Ele se colocou do meu lado e segurou a minha mão. Ficamos andando em círculos de mãos dadas. Até que começou uma gritaria do lado de fora da patinação do gelo.
- DANNY!!! EU TE AMO!!! VOCÊ É LINDOOOOOOOOO - as meninas do lado de fora diziam para ele. Olhei para ele, suas bochechas estão vermelhas. OWN! Que fofinho!!!
- Danny, você acha melhor sairmos? - perguntei para ele. Ele assentiu. Descemos do ringue de gelo e colocamos nossos calçados. Dois seguranças nos ajudaram a sair de lá. Corremos para o carro e fomos para algum lugar.
- Agora eu vou te levar para a surpresa - Danny disse. Passamos por lugares estranhos que eu nunca ouvi falar e o carro parou na frente de um prédio bem grande. Saí do carro antes dele abrir a porta para mim. Olhei para cima e vi o quanto o prédio é extenso. Fomos andando para a entrada principal. Entramos no salão, que praticamente não tem ninguém. Pegamos o elevador e Danny clicou no botão do 3º andar. Chegamos ao nosso destino. Ele abriu a primeira porta que vimos na nossa frente. Vi vários instrumentos. OMG!!!!! É a guitarra preta do Danny! A guitarra vermelha do Tom!!! A bateria reluzente do Harry! E o baixo brilhoso do Dougie!
- Bem vinda ao nosso estúdio de gravação aqui em Londres - Danny disse entrando na sala. Eu o acompanhei.
- É perfeito! Nossa! Nunca entrei em um estúdio! É lindo! - Não tem ninguém. É um pouco abafado. Ele pegou o controle e ligou o ar condicionado. Tem uma pequena porta perto do equipamento de gravação. Ele a abriu e entrou, me puxando pela mão. Eu pude ver os instrumentos com mais clareza. São lindos. Me aproximei da guitarra dele e a toquei. QUE EMOÇÃO!
- Minha guitarra! Quer tocar? - ele perguntou pegando-a e colocando em mim. Pegou o fio que liga a guitarra ao amplificador. Instalou-a e apertou em uns botões. - Pode começar. - Passei a palheta levemente pelas cordas, o som abafou o lugar. Eu toquei uns acordes e a coloquei de volta ao apoio. Andei por todo o salão até que avistei o piano marrom.
- NÃO ACREDITO!!! - gritei e sentei no banquinho do piano. Ele se sentou ao meu lado.
- Toque alguma coisa - ele pediu. Pensei por um instante. Já sei. Comecei a tocar I love you de Celine Dion.
I must be crazy now
Maybe I dream too much
But when I think of you
I long to feel your touch
To whisper in your ear
Words that are old as time
Words only you would hear
If only you were mine
I wish I could go back to the very first day
I saw you
Should've made my move
When you looked in my eyes
'Cause by now
I know that you'd feel the way that I do
And I'd whisper these words as you'd lie here by my side
I love you
Please say you love me too,
These three words
They could change our lives forever
And I promise you that we will always be together
Till the end of time
Olhei para ele, que está concentrado na música que eu canto.
So today, I finally find
The courage deep inside
Just to walk right up to your door
But my body can't move when I finally get to it
Just like a thousand times before
Then without a word he handed me this letter
Read I hope this finds the way into your heart,
It said
I love you
Please say you love me too,
These three words
They could change our lives forever
And I promise you that we will always be together
Till the end of time
Well maybe I, I need a little love yeah
And maybe I, I need a little care
And maybe I, maybe you, maybe you, maybe you
Oh you need somebody just to hold you
If you do, just reach out
And I'll be there
I love you
Please say you love me too,
These three words
They could change our lives forever
And I promise you that we will always be together
I love you
Please say you love me too,
Till the end of time
Together, together forever...
- Então, o que achou? - perguntei depois que terminei. Ele segurou o meu rosto e meu beijou! AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!!!!! Danny está me beijando! Ele me deu um selinho demorado. Chega, aquele calorzinho subiu, depois do frio na patinação do gelo, veio o calor do estúdio de música, e de outras coisas...
- I love you too - ele disse para mim! É a resposta da música. Dei um sorriso. E ele voltou a encostar os seus lábios nos meus. Eu passei as minhas mãos pela sua cintura enquanto ele segurava o meu rosto firmemente. Danny passou a língua de leve em meus lábios pedindo permisão para ir mais fundo. Eu abri minha boca vagarosamente. Nossas línguas se encontraram e foi a melhor sensação da minha vida. Depois, eu rompi o beijo e o abracei.
- Danny, Danny, Danny! Eu te amo tanto! E realmente esperava que você também me amasse.
- Depois de tudo, eu não tenho dúvidas - ele respondeu.
- Eu também não. - Eu olhei em seus olhos. Ele me deu aquele lindo sorriso. Não pude resistir e o beijei. Antes tava com fome, mas depois dessa "refeição" já estou bem satisfeita.
- Que tal nós irmos jantar? - ele me perguntou se levantando do banquinho e me puxando junto.
- Beleza!
- Quer comer o quê?
- Comida chinesa!
- Ótimo. - Saímos após ele desligar tudo e fechar a porta. Pegamos o elevador e nos beijamos mais e mais. Ele é tão carinhoso! Nossa! Que perfeito. Fomos para o carro e ficamos conversando sobre nós até chegar ao restaurante chinês. Saímos e pedimos nossa comida.
- A comida é muito boa, hein? - eu disse comendo o frango xadrez.
- Com certeza. - Ele se mela todo comendo comida chinesa. Eu peguei um guardanapo e limpei a sua boca. - Valeu, my love!
- De nada, benzinho! - OWN!!! Que fofinho. Terminamos de comer, pagamos e fomos para o carro. Ele me levou para o meu apê.
- Danny, eu me diverti bastante hoje a noite! Muito obrigada.
- Eu que te agradeço por ser o meu tudo!
- Você quer me constranger - eu disse ficando vermelha. Ele apertou a minha bochecha e passou a mão para minha nunca, aproximando o nosso rosto e juntando os nossos lábios, formando um beijo quente e amoroso. Dei mais uns três selinhos nele e desci do carro.
- Tchau, linda! - ele me disse apertando o acelerador e indo embora. Eu dei tchau. Fui andando até o apê. Não sinto nada em mim. Estou completamente paralisada. Subi no elevador e fui para o apê.
- ! Como foi o encontro? - e perguntaram para mim depois que eu entrei no apartamento.
- Pelo jeito da cara dela, o negócio foi ÓTIMO! - disse tirando onda. Eu assenti com a cabeça e sentei no sofá.
- Gente, Danny disse que me amava! Quer dizer, que me ama! - eu disse abobalhada.
- SÉRIO? CONTA TUDO! - As meninas disseram se jogando do meu lado e fazendo caras de bebês pidões.
- Ahh... - Eu contei toda a história a elas. A cada momento, elas suspiravam. Dava até vergonha de dizer.
- QUE FOFO!!!!! - as louquinhas das minhas amigas disseram quando eu terminei de contar a minha realidade.
- Eu sei! Espero que possamos ficar juntos - respondi.
- E vão! Se o Danny não te pedir em namoro daqui a um tempo, eu o mato - disse fazendo poser de fortona.
- Vai, matar ele para você ver o que eu faço em você... – a ameacei. Na hora ela se encolheu.
- Eu te disse! Você aproveitou muito bem, ! Espero que vocês possam ficar juntos para sempre! - me abraçou e me deu um beijo na bochecha.
- Não se preocupe, vai chegar a sua hora também - a confortei. - A de vocês duas.
- Valeu, ! Agora é melhor nós irmos dormir. Biba não aguentou te esperar e preferiu ir dormir. Eu e ficamos aqui como boas amigas - disse. As duas fizeram sinal de positivo.
- Vocês são hilárias! Eu amo vocês! - Eu as abracei.
- Amamos você também! - elas disseram para mim. Nos levantamos e fomos para os nossos quartos. Como a tem medo de escuro, ela vai dormir com a gente. Eu fui ao banheiro, lavei meu rosto, escovei os meus dentes e coloquei meu pijama. Deitei na minha cama. Fiquei encarando o teto. Ai Danny... Ele não faz ideia o quanto é especial para mim...
Danny Jones
- Tchau, linda! - eu me despedi dela após ter a deixado no seu apartamento. Com certeza essa noite vai ficar na história da minha vida! Só de ter a visto cantando no show benificente eu fiquei babando, imagina agora, depois que eu a beijei... Meu coração foi para o céu e ficou por lá mesmo, nas mãos de uma anjinha, chamada ! Ela vai me protejer do mal que tem no mundo. Vai me levar a lugares perfeitos e vai sempre estar comigo, independentemente de onde eu esteja. Em todo o percurso de volta a minha casa eu fiquei pensando nela. Como ela é linda, sensível, atraente. Enquanto nós passeavamos eu percebi olhares de garotos em cima dela. Até fiquei com uma pontinha de ciúmes. Mas ela estava do meu lado. Comigo. E nem se importava com quem a olhava. Entrei em casa e fui tomar um banho para refletir. Após de ter me limpado, me deitei na cama só de boxer e fiquei assim mesmo. Como eu a queria aqui do meu lado. Abraçada a mim. Dizendo que me ama. Eu lhe dando carinhos. Mexendo eu seu cabelo castanho... Me deu um aperto no peito. Mas fechei os olhos e pensei nela. Acabei adormecendo.
10º Capítulo - Dois é melhor que um. (Recomendo colocar para carregar
(Two is better than one - Boys like girls) e quando ela for mencionada, coloque para tocar.)
Dougie Poynter
- É, Tom... Só ficou nós dois. Os outros foram atrás das meninas... - Eu estou falando com o Tom pelo telefone. Já que o Harry está muito ocupado com a , e o Danny está voando com a .
- É, dude... Mas não se preocupe... Hey, o que você está pensando em fazer hoje?
- Sei lá, talvez eu vá em algum pub, ou ficar em casa.
- Eu vou chamar a para sair. Sabe, almoçar, passear...
- Mais o que Fletcher? Vai dizendo. - Eu sei bem onde ele quer chegar com essa histósria de sair.
- Tá, eu tô gostando da , e dai? Algo contra?
- Calma ai, senhor apaixonado. Eu também tô gostando de uma das garotas.
- Isso TODO mundo sabe! Mas eu vou sair com a para saber se eu posso ter uma chance, sabe... Já saímos uma vez, quem sabe uma segunda não faça efeito...
- Vai com tudo, meu irmãozinho! Depois me conta tudo. Vou desligar. Tchau.
- Beleza. Tchau. - Eu desliguei o telefone e fui voltar a assistir o meu filme precioso, American Pie. Sozinho, em minha casa, no frio, enrolado no cobertor, vendo um monte de mulher que se acha a gostosa (porque American Pie é assim), comendo torta de morango [n/a: Pie=torta sacou? huahuahuahuahua] e sem nenhuma garota para me xavecar, chega a dar uma tristeza. O Tom vai se divertir à beça com a ... São 10:30 da manhã. O Harry foi embora ontem, o Danny saiu ontem com a , o Tom vai sair com a e eu vou sonhar em estar com a . Se eu a chamar para sair, ela vai me dar um chute na bunda... Eu tô logo vendo...
Acho que vou pegar mais uma cerveja.
Tom Fletcher
- Beleza. Tchau - Dougie me disse e desligou o telefone. Eu liguei para a .
- Alô? - É a voz da ...
- ! É o Tom! Tudo bom?
- Tudo.
- Hey... Passa o telefone para a , por favor - pedi delicadamente. Ouvi algum chiados do outro lado da linha.
- Tom? - A suspira fortemente.
- OI! Você tá bem?
- Tô, claro, por que não estaria?
- Sei lá. Enfim, queria saber se você quer almoçar comigo hoje? - perguntei levemente. Ela começou a suspirar mais fundo. ELA VAI INFARTAR!
- Ah, ah, ah... Claro! Com certeza! - ela disse levemente.
- Ótimo. Qualquer coisa eu ligo para a ...
- Toma o meu telefone. - Ela me deu o número do celular dela.
- Obrigado. Daqui a uns 20 minutos eu passo ai na sua casa.
- Como você vai vim para cá, sem ter o meu endereço?
- Dougie me deu. Tchau.
- Tchau. - O Dougie tinha anotado o endereço e o número do celular da no celular dele. Então eu e os caras pegamos, caso precisássemos. Antes de ir buscar a , eu vou passar na farmácia, pegar umas coisinhas... Virei a esquerda e avistei uma farmácia. Estacionei o carro e desci.
- Com licença, onde tem preservativos? - perguntei para o carinha que está atrás do balcão. Ele apontou para um lado da loja. Eu me dirigi até lá e peguei 5 camisinhas. Só Deus sabe o que eu vou fazer com elas. Fui no caixa, paguei e voltei para o carro. Guardei os "brinquedinhos" no porta luvas do carro. Acelerei o carro e fui em direção ao apartamento das meninas. Hoje o trânsito tá um "o". Então vai demorar um pouquinho para eu chegar lá, eu acho. Esperei o sinal abrir me retocando no espelho. Ouvi a buzina do carro atrás tocar. Acelerei o carro, entrei a esquerda e fui em frente. Avistei um prédio grande e chequei o nome para saber se era o das
meninas. Positivo! Desci do carro e vi a e a . Um sorriso brotou no rosto da . Ela veio andando em minha direção. Nossa, ela está linda! Tá com um vestido curto bege e uma sandália alta que combina com o mesmo. Uma bolsa bem chique e uns brincos que, por incrível que pareça, ilumina mais o seu rosto.
(roupa)
- OI! - ela me cumprimentou e me abraçou. Eu retribui o abraço. Olhei sobre o ombro dela e vi a dar tchau para mim. Eu acenei para ela também. Ela se virou e foi andando de volta para o elevador de cabeça baixa. O que pode ter acontecido?
- OI, ! Você está muito bonita! - Ela corou.
- Obrigada! Você também tá lindo! - Ela passou a mão pelos meus ombros.
- Valeu. Vamos? - eu perguntei para ela. Ela assentiu. Fomos em direção do carro. Abri a porta para ela, ela entrou. Rodiei o carro e entrei. Coloquei a chave e dei partida. - Hey, aconteceu alguma coisa com a ? - perguntei a ela.
- Não. Quer dizer, sim. É meio complicado. - Ela se enrolou nas palavras.
- Se você me disser, quem sabe eu não possa ajudar.
- Tá, é porque a ama o Dougie, e ela tá meio triste porque ele não a chamou para sair como vocês fizeram com a gente. - Primeiro ela apontou para mim depois apontou para si própria. - Então ela ficou feliz por você ter me chamado, mas triste por não ter ninguém com ela, e blá blá blá... - Era engraçado vê-la contar as histórias das amigas.
- Tipo, o Dougie gosta muito da . Mas, segundo ele, ela sempre o ignora, inclusive quando ele chega perto dela para beijá-la.
- A tem um certo medo. Ela nunca namorou. Firme, sabe?
- Ah... Entendo. - Já estavamos no 3º sinal. Eu ia levá-la para um restaurante italiano que tem comidas muito gostosas.
- Então, como ela sempre amou o Dougie, ela tem medo que ele possa magoá-la. Vamos dizer que Dougie já é bem experiente nesse assunto.
- Hãn... E como - eu disse. Dougie só não se deu bem com a Frankie porque ela é bem burrinha. Mas se não fosse por isso os dois já tariam casados. [n/a: Momento enfia o dedo indicador na guela ¬¬"]
- Então. A fica insegura.
- Mas uma coisa eu posso te garantir, o Dougie pode ser um pirralho, às vezes solta a franga, é chato em algumas horas, mas ele nunca é de brincadeira em um relacionamento. Ele escolhe bem quem ele quer.
- Eu percebo.
- Acho que o que falta para eles se juntarem é oportunidades. Qualquer dia, eu marco com os caras para nos encontrarmos na casa de um de nós, e vocês aparecem por lá. Até que nós deixamos os dois juntos e vemos o que dá.
- É POR ISSO QUE EU TE AMO! - colocou a mão na boca e arregalou os olhos. I can't belive!
- O que você disse? - eu perguntei fazendo cara de sapeca.
- Nada. Tom, se concentra no trânsito.
- Já chegamos. - Eu estacionei o carro, desci e abri a porta para a . Ela desceu meio cambaleando. Eu passo meu braço pelos ombros dela. Ela arregala os olhos novamente. Eu fui retirando.
- Não! Deixa o seu braço onde ele tava - ela pediu meio dengosa. Eu voltei a colocar o meu braço onde estava. Ela sorri abobalhada. Nos dirigimos ao balcão para pedir uma mesa. A moça que nos atendeu mostrou uma mesa no canto do restaurante. Andamos até lá. As pessoas ficam nos olhando. Ela se encolhe um pouco. Eu puxo a cadeira para ela se sentar.
- Obrigada. - Ela sentou e colocou a bolsa ao lado dela. Eu me sentei na cadeira que fica de frente para ela.
- O que desejam? - o garçom perguntou. Fizemos os nossos pedidos, o garçom se retirou.
- Nossa, todas as pessoas olharam para nós quando entramos - ela falou admirada.
- É, eu percebi. - Olhei em volta. O garçom trouxe o nosso pedido. Almoçamos tranquilamente. Paguei a conta e voltamos para o carro. Conversamos sobre tudo! De tudo um pouco.
- , quer conhecer a minha casa? - perguntei. Ela sorriu e assentiu. Me diriji ao caminho de casa. Eu não estou concentrado no trânsito. É como se as minhas mãos estivessem me conduzindo ao caminho de casa. E os meus pensamentos conduzidos a ela. O olhar, o cheiro, o sorriso, os gostos, tudo nela se liga a mim. Eu gostei demais de ter saido com ela. Chegamos em casa. Coloquei o carro na garagem e sai do mesmo. Abri a porta para ela entrar. Ela saiu e segurou em minha mão.
- Sua casa é linda - ela disse após abrir a porta que liga a garagem à cozinha. Ela anda em direção a sala e abre a boca quando vê a quantidade de CDs que eu tenho. - Quanto CD bom! Que ótimo gosto para música.
- Valeu. Você gosta do Boys like girls?
- AMO! Eles são demais. - Peguei o CD que estava na mão dela e coloquei para tocar no CD Player. Eu a segurei pela cintura quando Two is better than one começou a tocar. - Tem certeza que quer fazer isso? - Eu balancei a cabeça fazendo sinal de sim. Ela colocou os braços em volta do meu pescoço. Me arrepiei todo. Ela sorriu involutariamente.
- 'Cause maybe is true, that I can't live without you, maybe two is better than one, there's so much time! To figure out the rest of my life, and I thought that it got me coming undone... - eu disse para ela. Ela encara meu rosto seriamente. A sala está iluminada pela luz que entra pelo lado de fora da casa. Eu estou cantando bem devagar. Nós estamos dançando de acordo com o ritmo da música. Ela se aproximou de mim e encostou a cabeça em meu ombro. Eu estou com a cabeça perto do seu pescoço. Posso sentir o seu coração bater forte, ela respira profundo. Ela levantou a cabeça e pude sentir seu rosto meio molhado. São lágrimas, de alegria. E sorri involuntariamente. Eu fui aproximando o meu rosto com o dela. Encostei as nossas testas. Bem devagar, fui aproximando os nossos lábios, até que algo quente e doce tocou em minha boca. Lhe dei um selinho, depois passei a língua vagarosamente. Ela deu passagem para aprofundar o nosso beijo. Ela segura a minha nuca com firmeza e massageia o meu cabelo com uma das mãos. Ela é tão carinhosa. Aos poucos, a foi recuando. Eu a também. Lhe dei mais um selinho demorado e ela abriu os olhos.
- Com certeza dois é melhor que um - eu disse. Ela sorri. Ela segura a minha mão e me puxa para sentarmos no sofá. Eu sentei e ela me abraçou.
- Você me faz muito feliz, Tom - ela disse soltando uma risada gostosa. Nós estamos abraçados olhando para a TV, que não está passando nada.
- Você também. É bom estar do lado de quem se gosta. E para mim, é ótimo estar ao seu. - Eu beijei a sua testa. Ela gemeu baixo.
- Te amo! Muito mesmo. - Seus olhos começam a me encarar. Olho para ela. Dei um selinho demorado nela. Até que o Marvin pulou em cima de nós. Ela riu.
- Seu gatinho safado - eu disse colocando ele no meu colo. Ela começou a alisar os pelos amarelados de Marvin.
- Você é igual ao dono, bem sapeca. - Ela olhou para mim com um sorriso sarcástico. Eu dei um sorriso torto. Me sinto preenchido nesse momento. E vou continuar para o resto da vida, se for com a .
11º Capítulo - Quando eu olho para você... (Recomendo colocar para carregar
(When I look at you - Miley Cyrus) e quando ela for mencionada, coloque para tocar.)
- Boa sorte, ! Vai com tudo em cima do Tom - eu disse no evelador. Ela parece está bem nervosa.
- Como a disse, não se preocupe. Você vai estar com ela agora de manhã. Aproveita para conversar com ela sobre isso.
- Pode deixar. - Chegamos e descemos do elevador. Só foi nós chegarmos que o Tom apareceu na portaria. deu um sorriso enorme e foi falar com ele. O abraçou. Eu dei um sorriso e acenei para ele. Ele retribuiu. Dei meia volta e voltei para o elevador. Subi para o apê. Abri a porta e encontrei a na varanda conversando com alguém no celular. Já sei até quem é. Fui para o meu quarto. Deitei na cama e me abracei-me com a Jully (minha cachorrinha de pelúcia). Todo mundo tá se dando bem. Menos eu. Agora, por culpa de quem? MINHA! Por quê? Porque eu recusei os beijos de DOUGIE POYNTER! Algumas lágrimas caem sobre o meu travesseiro, que tem estampa de florzinhas. Começo a refleti sobre as coisas legais que tinham me acontecido quando cheguei em Londres. A melhor foi ter conhecido a minha banda favorita, minhas amigas estarem saindo com os faves delas. A pior de todas é que, em vez de poder estar sorrindo com elas com um companheiro, estou chorando sozinha. Deu um aperto no coração. Me levantei, fui no banheiro e lavei o rosto com água bem fria. Enxuguei levemente meu rosto, saí do banheiro, me sentei na poltrona e peguei meu livro, A Hospedeira de Stephenie Meyer, uma das minhas escritoras favoritas. Comecei a ler as páginas do livro, parece que eu estou saindo de uma história de terror e estou vivendo uma história de romance impossível, até parece. Ouvi alguém bater na porta do meu quarto.
- Pode entrar! - eu disse. A apareceu. Eu pulei da poltrona e fui abraçá-la. - !!! Que saudade! Parece que você foi embora um ano atrás.
- Eu também estou com saudades! Mas não sabia que faço tanta falta assim. - Ela gargalhou. Eu ri junto.
- Pois faz! Eu preciso de um ombro amigo agora.
- O que houve com a minha nanica? - ela perguntou se sentando na cama e me puxando para deitar em seu colo.
- Todo mundo tá se dando bem! Menos eu!
- Você vai começar com aquele lance...
- Não é aquele lance, é O lance! Eu não tô mais aguentando. Isso tá me matando.
- Desencana, ! Olha, a disse que o Danny tá chamando todo mundo para a casa dele hoje. Vamos?
- O Dougie vai? - perguntei com cara de manhosa.
- Indo ou não, você vai!
- Tá, agora me fala uma coisa. - Eu me levantei e olhei para ela, que sorri. - Como foi lá na praia com o tigrão?
- P-E-R-F-E-I-T-O!!! - ela falou pausadamente.
- ONW! Que lindo. - Eu apertei as bochechas dela. - Fala como foi.
- Bem, nós almoçamos em um restaurante bem legal quando chegamos, vimos o sol se pôr, nos beijamos...
- PARA TUDO!!! - eu interrompi. - VOCÊS O QUÊ???
- Isso mesmo! Nos beijamos ouvindo Dream de Khorus. Tipo, perfeito! Enfim, depois desatolamos o carro, fomos para o hotel e dormimos em quartos separados.
- AH! Que merda! Era para ter dormindo junto e ter feito o que os casais fazem depois que se casam!
- Na-na-ni-na NÃO! Eu sou uma garota decente! - Dei uma gargalhada depois do ponto de vista da . Cada louco com sua mania.
- Você? Decente? Nunca na floresta! - Gargalhei novamente.
- Ai, . Não precisa ser má tá?
- Continua.
- Dormimos em quartos separados, infelizmente, acordamos hoje de manhã, tomamos café da manhã juntinhos e voltamos para Londres.
- Foi uma bela viagem, hein?
- Ô se foi... E as coisas por aqui?
- e Danny saíram à noite, acabou de sair com o Tom e eu sou estúpida!
- Não é não! Só é muito apressada! Espere que a sua vez vai chegar. Agora vamos almoçar que eu tô com fome. - Ela se levantou.
- Já não bastou ter engolido o Harry à tarde, e talvez à noite, não? - Ela deu meia volta e olhou nos meus olhos. Eu me encolhi. Ela apontou o dedo no meu nariz. Eu olhei para ele.
- Não aconteceu nada! - Ela voltou a andar de volta para a porta. Eu me levantei também e fui me sentar para almoçar. A tá com um sorriso abobalhado no rosto. Eu revirei os olhos. A escreveu no prato dela "Harry" com o macarrão. Eu revirei os olhos novamente.
- Gente, o porteiro do prédio tava me secando! Ele é tão legal! Ele tem 36 anos e é solteiro! - Biba disse ficando vermelha. OMFG!!! Que merda! Agora, até Biba desencanou um cara! Oi, eu sou a Sra. Encalhada. A e a olharam para mim. Eu abaixei a cabeça. Comecei a comer minha comida em silêncio.
Terminei. Peguei o meu prato, coloquei na pia e fui para a varanda. Me sentei na bicama e fiquei observando o céu cinzento de Londres. Um vento frio passou por mim, me arrepiando toda.
- Posso me sentar com você? - disse, passando pela porta de vidro que liga a sala à varanda. Ele sentou do meu lado e abraçou as pernas.
- Você e o Danny estão se dando super bem, né? - perguntei para ela. Imediatamente, ela corou.
- Ahan! - ela sussurrou.
- Quer dizer, todas vocês estão se dando bem.
- Tá, eu não tô mais aguentando segurar.
- O que você tá falando, garota?
- O Dougie tá louco por você!
- O quê?
- É isso mesmo! Todos esses joguinhos que você tá fazendo com ele tá deixando o coração dele maior de amor por você!
- Sério? , isso é algum tipo de brincadeira?
- Você acha que eu brincaria com uma coisa dessas?
- Não, não.
- Então! , dá uma chance para o Dougie! Ele tá querendo ficar com você! Aproveita!
- Você acha que eu tenho mesmo que fazer isso?
- Com certeza! Antes, quando eramos fãs, nós viamos um Dougie completamente diferente! Agora que i conhecemos melhor, dá para se perceber que ele é outro!
- Também notei isso.
- Vamos para a casa do Danny e... - Ela não terminou de falar porque a chegou na varanda feito um louca.
- Gente, gente, gente, gente! - ela gritou e pulou e cima de nós.
- O que foi agora? - eu perguntei.
- O Tom me beijou! ME BEIJOU!!!
- Que ótimo! - disse dando um abraço nela.
- Parabéns, ! - eu disse dando um abraço nela também.
- Valeu. - Ela se deitou no meu colo.
- Continuando, vamos para a casa do Danny, você vai conversar com ele. E depois vamos ver no que dá - continuou. Eu pensei bem e assenti com a cabeça.
- Vamos para a casa do Danny? - perguntou, se levantando e ficando de pé na nossa frente.
- Ahan! - eu disse.
- Vou me arrumar. - saiu da varanda e foi correndo para o quarto dela e da . Eu me levantei e puxei a pela mão.
- Vamos nos arrumar também - falei.
- Com certeza. - Fomos em direção aos nossos quartos. Entrei e vi a se olhando no espelho vestindo um short azul que combina com a bolsinha, uma blusa branca e um casaco cinza, com uma bota da mesma cor que a blusa.
(roupa)
- Você tá linda! - eu disse fechando a porta.
- Valeu - ela agradeceu. Eu abri o meu armário e peguei uma roupa para usar, um short listrado vermelho e branco, uma blusa com as mesmas cores do short, uma bota estilo country e uma bolsinha de mão.
(roupa)
Coloquei tudo em mim.
- Estou pronta. - Fui ao banheiro e coloquei pasta sobre a minha escova de dente. Fiz a minha higiene bucal e voltei para o quarto. Coloquei um gloss em meus lábios e fui para a sala, onde todas as meninas estavam, prontas. A está usando um vestido rosa, uma bolsa rosa e uma sandália rosa. Tudo rosa. Parece que a foi no mundo pink.
(roupa)
A está usando um vestido também, mas é azul. Ela colocou uma sandália preta para destacar. A bolsa combina com o vestido. Tudo lindo.
(roupa)
- Meninas, eu vou ficar um pouquinho na portaria. Comprei umas coisas que já devem estar chegando - Biba disse. Eu e as meninas nos olhamos e sabemos bem o que ela comprou. A acompanhamos até o elevador social. Quando ele se fechou, corremos para o elevador de serviços. Descemos e saímos pelo portão onde os carros saem do prédio. E assim foi a nossa grande escapada. Fomos andando para a casa do Danny a pé. Ainda bem que não é tão longe.
- Chegamos - a nos disse quando paramos na frente de uma casa enorme branca.
- Ai, como eu estou? - perguntou, se arrumando.
- Você está linda! - eu disse passando a mão em seus cabelos.
- Valeu. Vamos. - Ela saiu rebolando na nossa frente. Tocou a campainha. O Danny abriu imediatamente. Ele arregalou os olhos e a olhou de baixo para cima. A ficou vermelha.
- Oi, baby! - Ele colocou a mão em volta da cintura dela e a beijou. Eu e as meninas fomos entrando. A correu para os braços de Tom e o beijou. E a se sentou no colo de Harry e tacou um beijaço de cinema. DROGA! Restou eu e Dougie. Ele apontou para o lado de fora da casa, onde fica o terraço. Ele se levantou e foi para o local onde ele apontou. Eu o segui. Deus, me ajude!
- Oi, . - Ele me abraçou. Ai God! Que mãos!
- Oi! Tudo bom? - Ele me soltou.
- Agora melhor que você chegou.
- Que isso! Me fala as novidades.
- Tô sem nada. - Nós sentamos no banquinho que fica embaixo de uma árvore.
- Ah... Vocês vão fazer mais algum show essa semana? - perguntei querendo puxar assunto. Mas a minha vontade era tacar um beijão nele.
Dougie Poynter
- Ah... Vocês vão fazer mais algum show essa semana? - Eu percebi que ela queria se livrar das investidas que eu tô dando. Mas comigo o lance é diferente.
- Sei lá. Se tiver, eu te aviso.
- Valeu. - Eu levantei os braços e coloquei sobre o encosto. Claro que um deles ficou por trás dela.
- Me fala sobre você. O que gosta, o que não gosta...
- Ah... depende. Eu gosto muito de ler revista, escutar música, mexer no computador... E o que eu não gosto é de coisas muito rápido sabe. Tudo para mim tem que ser devagar. - Droga. Eu sei bem o que ela tá querendo dizer.
- Como assim devagar? - pedi para exemplificar.
- Dougie, eu vou beber água. - Ela se levantou. Fui mais rápido e a puxei pela mão. Coloquei-a contra a parede. Ela me olhou indignada.
- Por que você é tão complicada, garota?
- Porque nada para mim é fácil.
- Mas foi fácil para você ter me deixado doido de amor. Por você - eu falei a puxando pela cintura. Ela colocou a mão no meu peitoral. A música da Miley Cyrus começou a tocar. Como é mesmo o nome?
- Coisa da ... - ela sussurrou.
- Como assim?
- Ela tá viciada nessa música. - Então ela começou a cantar a primeira parte da música. - Everybody need inspiration, everybody needs a soul. A beautiful melody, when the nights so long. 'Cause theres no guarentee, that this life is easy...
- Sua voz é perfeita - eu a elogiei, ela deu um sorriso.
- When my word is falling apart, when theres no light to break up the dark, thats when I... I look at you.
- É assim que eu me sinto a respeito de você. Quando não posso encontrar mais o meu caminho para casa é quando eu olho para você. Independentimente onde eu esteja. - Eu a puxei para mais perto. Delicadamente fui encostando minha boca na sua, até que ela segurou o meu pescoço e eu apertei um pouco mais sua cintura. Estar assim com ela é nada para mim. Eu queria mais. Nem o espaço entre a parede e o cimento é suficiente para mim. Ela se afastou. Eu abri os olhos e vi seus lindos olhos castanhos me encarado. Sua boca vermelha é como um imã para mim.
- Dougie, eu te amo! Muito mesmo! Você não faz ideia - ela me disse. Encostei as nossas testas.
- Eu te amo também. Muito! Mas eu quero você para sempre. Comigo. Independentemente do que pensem! Que se fodam quem se incomodar - eu sussurrei. Ela abre um grande sorriso. Eu dou um sorriso torto. Volto a colocar nossos lábios juntos. Passei levemente a língua para aprofundar o beijo. Ela abriu a boca vagarosamente. Eu a abracei pela cintura. E ela abraçou o meu pescoço. Nos separamos por um pouco e dei um abraço romântico nela. A chegou bem próximo do meu ouvido.
- Você é tudo o que eu preciso para ser feliz. - Me arrepiei todinho. Eu me separei um pouco dela e a olhei nos olhos. Segurei o seu rosto e a beijei novamente. O vazio do meu coração foi preenchido por quem eu queria que preenchesse.
- Vamos sair daqui como se nada tivesse acontecido. Para ver o que os bilolões lá fora acham – eu disse para ela. Ela abre um grande sorriso e concorda. Saimos, separados. Como se nada tivesse acontecido. Todo mundo tá com os olhos arregalados em cima da gente.
- Então... O que os dois estavam fazendo lá fora? - a perguntou. A deu uma cotovelada nela. - O quê? Sou curiosa!
- Nada. Apenas conversando - falou olhando para mim.
- Até parece. Falem logo! Vocês tavam se engolindo - a disse dando uma gargalhada. O Harry a abraçou por trás e lhe deu um beijo.
- Deixa eu resumir as coisas - eu disse, puxando a pela mão e tacando um beijo nela. Ela colocou os braços em volta do meu pescoço. Todo mundo começou a gritar.
- AE POYNTER!!!! - Harry disse, quer dizer, gritou.
- pegona!!!!! - a disse para tirar onda. Ela se afastou de mim e me abraçou pela cintura. Eu também a abracei. Todo mundo gritou mais ainda e se jogaram em cima da gente. Aos poucos, fomos no levantando. Eu abracei a pela cintura e fomos para a sala de TV. Cada um com as suas respectivas garotas. Danny se sentou no sofá com a , Harry dividiu a poltrona com a , e Tom se sentaram no chão comigo e . Ela se sentou entre as minhas pernas e se apoiou no meu corpo. Eu beijei o seu pescoço. Ela deu uma tapinha de leve na minha perna e virou a cabeça para mim e me deu um selinho. Me senti O cara mais feliz do mundo. Quer dizer, eu sou o cara mais feliz do mundo, ao lado da , qualquer um é.
12º Capítulo - Músicas, beijos e amassos. (Recomendo colocar para tocar as músicas que aparecerem nesse capítulo)
- Vamos ver se tem algum filme bom passando na TV - Danny disse pegando o controle e passando os canais. Até que ele para em algum canal.
- Que filme é esse? - perguntou. É o filme O massacre da serra elétrica. IIIHH... As meninas vão morrer de medo. Vou fazer graçinha.
- Que merda! O massacre da serra elétrica! Já assisti esse filme umas 10 vezes - disse para surpreender os garotos. Eles me olharam com os olhos arregalados.
- Vamos assistir! - disse dando palminhas.
- Não, não! É ridículo! - falou tampando os olhos com as mãos. Eu e a começamos a rir. É tão legal ver todo mundo juntinho, abraçadinhos... Ri involutariamente. Dougie olhou para mim com cara de confuso. Fiz sinal como se nada tivesse acontecido. Eu beijei sua bochecha. Ele me apertou mais ao seu tronco. Me encolhi.
- Vamos fazer o que então? - disse cruzando os braços e fazendo bico.
- Bem, já que estamos com o McFly... - sorriu com cara de sapeca. Ela olhou para todos nós. - Que tal vocês cantarem algumas músicas de vocês para a gente? - Ela mordeu o lábio inferior e riu. Eu olhei para os caras. Eles assentiram com a cabeça.
- Com uma condição - Harry disse se levantando junto com Dougie, Tom e Danny.
- Qual, baby? - perguntou.
- Depois que tocarmos uma música nossa, queremos que vocês toquem para a gente. - Ele fez sinal de positivo. Tom sorriu e fez cara de esperto. Dougie pegou o seu baixo, que não sei por que tá aqui. Danny pegou a guitarra e o amplificador, Tom pegou uma das guitarras do Danny e Harry foi levando as partes da bateria para a sala. Dougie voltou para o quarto e chegou com os microofones. Colocaram os instrumentos e os microofones da forma como ficam no palco. Ligaram tudo no amplificador e se reuniram de frente à bateria do Harry. Cochicharam alguma coisa e voltaram para os mesmos lugares. Harry bateu as baquetas e contou one, two, three, four, e começaram a cantar That girl. Um sorriso brotou no meu rosto e no das meninas.
Terminaram. Nós cantamos junto com eles, gritamos, batemos palmas e quase choramos. Eles riram demais.
- LINDOS! - gritou batendo palmas e correndo para o Tom, que a abraçou. Eu e as meninas fomos na direção deles, abraçando-os. Parabenizamo-os e cada casal se beijou.
- Agora é a nossa vez de tocar - falou tirando o baixo do Dougie. Harry se levantou do banquinho da bateria e fez movimento para eu sentar. Me sentei no banquinho e peguei as baquetas que ele tinha deixado em cima do tambor. As meninas vieram ao redor da "minha" bateria.
- O que vamos tocar? - perguntou.
- Sei lá... Que tal Dear Maria count me in, do All time Low? - sugeri.
- Boa! Mas quem canta são garotos - disse.
- Besteira. Fazemos na forma feminina - falou. Foram cada uma para os seus respectivos lugares. Bati as baquetas quatro vezes. Começamos a tocar. O queixo do Danny foi parar no chão quando a começou a cantar, tocar e rebolar ao mesmo tempo. A está fazendo charminho para cima do Dougie, que não tira os olhos dela, com uma cara pevertida. O Tom balança a cabeça no mesmo ritmo da música olhando para a , que acompanha nos rebolados. Percebi que o Harry está me olhado. Comecei a fazer caras e bocas para ele. Tentar, pelo menos, a fazer igual a ele. Nossa! Aquelas carinhas me deixam doida! Só de lembrar, passa um friozinho nas costas. Fui me levantando as poucos e tocar em pé. Ele arqueou uma sobrancelha e sorriu para mim. Dei um sorriso para ele. Ficamos dançando e nos divertindo bastante. Claro que eu tô com aquele friozinho na barriga, mas é normal. Não tô mais aguentando ficar em pé, vou me sentar. Assim tá melhor. Mas a minha cabeça não para no canto. Acho que a qualquer momento posso deslocar o meu pescoço. Minhas carinhas "sexys" tão deixando o Juddão com o queixo no chão.
HOU! Acabamos de tocar! Diga aí... Eu e as meninas arrasamos.
- NOSSA!!!! Acho que temos uma grande concorrência... - Tom disse abraçando a .
- Sério... Vocês são ótimas! - Danny falou nos aplaudindo e indo em direção da .
- Valeu, beinhé! - disse abraçando Danny pelo pescoço e lhe dando um selinho.
- Como eu tinha lhe dito, você toca pra caramba bateria. - Harry rodeou a bateria e me abraçou por trás. Ele beijou meu pescoço. Me arrepiei inteira. Dougie se levantou e abraçou a e beijou a bochecha dela. É tão bom ver todo mundo juntinho. Dei uma risadinha. Harry me olhou e me deu um selinho.
- Meu tigrão - disse em seu ouvido.
- GROOOONW! - ele fez o rugido de um tigre. Gargalhei.
- Vamos lá, pombinhos - disse puxando o Dougie pela mão e se jogando no sofá. Se o Dougie não fosse rápido, teria esmagado a . Fomos para a sala de televisão. Eu fico tontinha na casa do Danny. Imagina o próprio dono. Me sentei no chão junto com Harry. Ele me abraçou por cima dos ombros. Eu agarrei a sua cintura. Nossa, ele me faz sentir segura. Agora eu tenho a absoluta certeza de que eu o amo.
Danny Jones
Me sentei ao lado do Harry e da , que estão mais colados do que chiclete. A sentou no meu colo e me abraçou. Lhe dei mais um selinho demorado.
- Tá, o que vamos fazer? - disse entrelaçando os dedos da mão na mão do Dougie.
- Fala aí, Tom sabichão. - Dougie deu uma cotovelada na barriga dele.
- Verdade ou consequência? - Ele fez cara de confuso.
- UHU!!! Gostei - disse dando um beijo na covinha dele.
- Eu vou lá dentro buscar uma garrafa. Já volto - disse se levantando e correndo para a cozinha. Uma coisa facílima de achar em minha casa é cerveja. Consequentemente, garrafas! Só foi eu entrar na cozinha que vi três. Peguei a mais limpinha e voltei para a sala. Todo mundo já tinha formado a famosa rodinha e deixaram um espaço livre para mim entre a e o Harry. Me sentei lá e coloquei a garrafa no centro da circunferência.
- Quem vai começar? - perguntei.
- EU! - disse girando a garrafa. Parou para eu perguntar à . Ela fez cara de medo. Para entrar na brincadeira, fiz cara maliciosa.
- Então, ... Verdade ou consequência?
- Consequência! Sou ROCHA! - Ela bateu no meio do peito demonstrando coragem.
- Beleza. - Pensei por uns segundos. - AH RÁ! - Assustei todos.
- Que susto - disse colocando a mão no peito esquerdo.
- , passa a língua pelo pescoço do Tom.
- O QUÊ? - ela perguntou arregalando os olhos. - Quer dizer, eu não me importo em fazer com o Tom, mas na frente de todo mundo...
- VAI FAZER SIM! - disse dando umas tapinhas nas costas dela. A olhou para o Tom com uma cara de envergonhada, ele sorriu para ela. Ela colocou a cabeça no ombro dele e passou a língua vagarosamente. Eu olhei para o braço do Tom, está totalmente arrepiado. Gargalhei bem alto batendo palmas.
- MUUUUITO BOM!!! AMEI! - falei entre risos. tampou o rosto com as mãos, então o Tom a abraçou.
- HUUUMM QUE DELICIA!!!! - disse passando a língua no lábio superior. Todo mundo caiu na gargalhada.
- Tá, tá! Quem vai agora? - perguntou ainda vermelha.
- Eu! - disse, pegando a garrafa e a girando. - Harry pergunta para .
- Então, ... Verdade ou consequência? - Ele arqueou uma sobrancelha. Me sinto inferior quando o Harry faz isso.
- Verdade. Tenho um certo medo das consequências do McFly... - Ela fez cara de assustada e olhou para mim.
- Okay, é verdade que você dorme com fralda para não precisar ir ao banheiro à noite? - ele perguntou na maior cara de pau. A não aguentou e começou a rir descontroladamente. O Dougie a olhou com uma cara como se estivesse dizendo "O que você fez com a e onde está ela?".
- Tá querendo levar um tabefe na cara é, Judd? - mostrou a mão direita esticada.
- Não! Mas me responda.
- Claro que não, né!
- É porque ela faz na cama mesmo - disse tirando onda. Acabou levando um olhar mortal da não pude segurar e comecei a rir. Ela me deu uma tapinha no ombro.
- Foi mal, baby! - Dei um beijo na bochecha dela. Ela sorriu.
- Vamos continuar - Tom disse pegando a garrafa e girando no centro. Dougie para a .
Dougie deu um sorriso malicioso para ela.
- Aff... Já sei onde isso vai dar. - fez cara de entediada.
- Verdade ou conseguência? - Dougie perguntou.
- Conseguência - ela respondeu tentando arquear uma sobrancelha, mostrando ser corajosa. Uma 2.
- ÓTIMO! - Dougie riu alto. - Coloca a mão dentro das calças do Judd. - Ela fez cara de tarada.
- Tá, você tá exagerando. - Ela começou a ficar vermelha.
- Mas vai fazer sim! Nem que eu tenha que colocar. - A ficou com o queixo no chão.
- Ok! Judd, se me permite. - Ela levantou a mão e as balançou.
- Toda, dude. - Ele colocou as mãos na nunca e olhou para cima.
- OMG! Ela colocou mesmo! - disse colocando as mãos na boca.
- Sou Judd! - disse com a mão inteira dentro das calças do Harry. Todos nós percebemos algo subir na calça, e eu tenho certeza que não é a mão da , se fosse, ela não teria arregalado os olhos para um certo lugar...
- QUE MERDA! - Harry disse se levantando e correndo para o banheiro. Todo mundo caiu na risada. Menos a , que está massageando o braço, porque o Harry quase leva junto.
- Coitado! Acho que fiz muito mais além de ter colocado a mão dentro da calça dele. - Ela mordeu o lábio inferior.
- Vamos continuar - eu disse girando a garrafa. A pergunta para a . A se encolheu no sofá.
- A VINGANÇA! - deu uma risada maliciosa. – Então, , se você amar realmente o Dougie, vai consequência! - IIIHH!!!
- Tudo bem, pode me dizer o que fazer. - Senti um pouco de insegurança na voz da .
- Dougie, eu vou te deixar no mesmo estado que o Harry - falou para o anão.
- Quero mesmo ver! - ele disse.
- Okay! , coloca a mão dentro da blusa do Dougie e faz massagem na barriga dele enquanto você beija o pescoço dele! - A arregalou os olhos junto com Dougie. cruzou os braços e começou a rir. Eu esfreguei uma mão na outra e abracei a , Harry chegou, já com o "brinquedinho" no lugar, e se sentou ao lado da . Ela explicou para ele a consequência e ele riu alto.
- O QUÊ ESTÃO ESPERANDO!? - ele perguntou alto. A estremeceu.
- Dougie?
- Pode vim - ele disse levantando um pouco da camisa. A engoliu em seco e pôs a mão na barriga do Dougie. Ele enrijeceu. Ela se aproximou dele e começou a dar leves beijos no pescoço enquanto massagiava a barriga dele em movimentos circulares. Eu não paro de rir com a , o Tom e a . Dougie apoiou a cabeça na parede e está mordendo os lábios. A olha para ele constantemente. E ri algumas vezes. Até que a grande surpresa! Não é mão, não é o cinto, não é uma cobra, É O AMIGO DE FÉ DO DOUGIE!!! Acho que a conseguiu a consequência. Ela parou de beijá-lo.
- Nossa, eu fui para o céu e voltei - Dougie disse piscando os olhos. A começou a ficar envergonhada.
- OMG! Dougie... - a falou apontando para o meio das pernas dele. Todo mundo começou a rir. Ele puxou a almofada mais próxima e colocou entre as pernas. chegou perto do ouvido dele e falou alguma coisa. Esses dois...
Eu me aproximei do Dougie e falei no ouvido dele.
- Descupa, mas isso não foi nada do que eu realmente posso fazer! - Ele enrijeceu. Eu ri baixo. Nem um garoto consegue se controlar com uma mulher ao lado. Eu ri meio forçado.
- Você tá querendo me deixar doido, né? - ele me perguntou arqueando uma sobrancelha. Eu levantei os ombros como sinal de quem não sabe. Ele deu um sorriso torto. O abracei pela cintura e coloquei minha cabeça no ombro dele.
- Prosseguindo - disse girando a garrafa.
- Eu para o Harry - Tom falou. Ele esfregou uma mão na outra e pensou por um instante. - Já sei. Harry, você vai ter que dar três chupões na !
- Moleza! - ele disse puxando a pela cintura e chupando o seu pescoço. se arrepiou inteira e ficou com a boca aberta o tempo todo. Eu cai na gargalhada. Na verdade TODO mundo. Harry a olhou com uma cara pevertida. - E aí? Gostou?
- Digo a mesma coisa que o Dougie. Fui para o céu e voltei - ela respondeu.
- Mas eu posso fazer melhor - Harry falou arqueando uma sobrancelha. A começou a se abanar com as mãos.
- Por hoje tá bom - ela falou. - Vamos continuar. - A pegou a garrfa e a girou no centro.
- Dougie para a . – Eu coloquei minha boca perto da orelha do Dougie e disse: "Pede para a seduzir o Danny da forma mais sexy possivel." Dougie riu e assentiu com a cabeça.
- , seduza o nosso querido macaco da forma mais sexy possível!
- Mas eu nem disse o que eu quero - ela argumentou.
- Vamos dizer que você falou consequência. Agora faça! - eu ordenei. Ela se levantou e se ajoelhou atrás do Danny, colocando as pernas entre o quadril dele. Colocou os braços por cima dos ombros e agarrou o pescoço dele. Colocou a cabeça bem perto da orelha dele e deu uma leve mordida no lóbulo dele. Depois foi descendo a cabeça dando leves beijos pelo pescoço. Todo mundo ficou de boca aberta. O Danny tá completamente mole. A qualquer momento ele cai! Ela se levantou, o rodeou e se sentou ao lado dele.
- Feito. - Ela cruzou os braços e olhou para ele, que está mais paralisado do que o Dougie lá no London Eye.
- Acho que essa casa vai chegar ao céu com o que está acontecendo aqui - ele disse piscando os olhos e engolindo em seco.
- Acho que todo mundo sofreu um pouquinho aqui - Tom disse olhando a . - Me deu fome.
- A mim também - Dougie disse.
- Vamos comer - falei pegando o meu celular e ligando para uma pizzaria que não fica tão longe daqui. Pedi 4 pizzas de sabores diferentes. - Elas já estão sendo encaminhadas.
- Valeu, ! - todos disseram para mim. Dei um sorriso colgate.
5 minutos depois
- Nossa, essa pizza tá uma delicia! - Dougie falou pegando sua terceira fatia de pizza.
- Como isso vai caber ai dentro? - perguntei indignada.
- Quando se está com fome, até areia entra - Dougie disse dando uma mordida na pedaço de pizza.
- Eu não aguento mais - disse colocando a mão na barriga. Todo mundo já tinha comido seu pedaço de pizza, menos o Dougie. Ele tá esfomiado.
- Vamos, Dougie! Caramba! Você demora, hein! - disse batendo palmas.
- CALMA! - ele falou de boca cheia. Todo mundo tá na sala, o Dougie tá devorando a pizza na cozinha. Nossa! O tempo voa! Já são 18:30 da noite! O celular da tá tocando.
- Alô - ela atendeu e colocou no viva voz.
"CADÊ VOCÊS!!!!????" - Biba perguntou gritando para a .
- Ah... ah... - Ela começou a se enrolar. - Estamos no shopping!
"Então voltem para o apartamento! Isso não é hora de vocês ficarem andando por ai..."
- Fala sério!!! - disse dando uma gargalhada. O Dougie chegou na sala e deu um arroto enorme.
"Nossa! Quem fez isso?" - Biba perguntou.
- Ah... Foi a ! Acabamos de comer no McDonald's. - me deu um pedala.
"Ah... Certo. Se daqui a 5 minutos vocês não estiverem no apartamento, eu ligo para a polícia ir atrás de vocês!
- Okay. Já estamos indo para casa - disse.
"Tchau." - Ela desligou o celular.
- Temos que ir - disse fazendo bico.
- Então... Tchau - eu falei abraçando Danny e o beijando. As meninas se despidiram dos seus respectivos "amantes" e dos outros carinhas. Fomos correndo porta afora. Parecemos um bando de loucas na rua. Chegamos no prédio rapidinho. Biba nos esperava na portaria.
- ONDE VOCÊS ESTAVAM? - Biba gritou quando nos avistou subindo as escadas.
- Tava um tédio ficar presa no apartamento.
- Pelo menos poderiam ter me avisado.
- Foi uma descarga de adrenalina que desceu na gente - falou.
- Vamos subir, eu estou muito cansada - falou. Fomos a seguindo. Entramos no elevador e nos dirigimos ao oitavo andar.
Chegamos. Fui tomar um banho para relaxar. As meninas fizeram o mesmo. Preferi ser a última porque sempre passo mais tempo. Nenhuma de nós jantou, porque não tem lugar para colocar mais comida. Sai do quarto, já arrumada. Fui para o quarto da
e da , onde todas as meninas já me esperavam.
- E aí? - perguntei me sentando ao lado da na cama dela. A tá ao lado da olhando uma revista.
- Alguém acredita em alguma coisa que aconteceu hoje a tarde? - perguntou.
- Não, não. - negou com a cabeça.
- Eu não tô acreditando em TUDO! De repente nós chegamos em Londres e os McGuys já estam aos nossos pés - falei.
- Realmente. Mas namoro não rola nada... - disse. O celular da está tocando.
- OMG! É o Dougie! - ela disse encarando o celular.
- ATENDE! - dissemos. Ela atendeu e colocou no viva voz.
- Alô? - ela perguntou ofegando.
- Hey, ! Aqui é o Dougie, o Tom, o Danny e o Harry. - JURA?
- Ah! Oi, meninos!
- Oi! Olha pela janela do quarto - Tom disse. Eu e as meninas abrimos um sorriso e fomos ver o que de tãããão importante tinha na janela.
- SURPRESA! - Dougie disse no telefone. Todos os meninos estão na nossa rua, olhando para cima e se comunicando com nós pelo telefone. Eu e as meninas caimos na gargalhada.
- Vocês são loucos! - disse dando tchauzinho para o Danny, que me manda beijos. Tom faz coraçõezinhos para a , Harry dizia "I love you" para a e o Dougie fala coisas românticas para a pelo telefone, deixando-a sem graça.
- Nós vinhemos aqui para chamar vocês para sair. Que tal? - Harry falou. A concordou na hora. Eu e as outras meninas nos olhamos e aceitamos com a cabeça. Eles abriram um sorriso enorme.
- Mas tem um problema. Se Biba acordar, ela nos mata. Temos que chegar cedo - disse.
- Nós prometemos que vocês chegarão antes do sol nascer - Tom falou.
- E tem outro problema - falou. - Estamos de pijamas. Daqui para a se arrumar, só saimos no outro dia.
- Então venham de pijamas mesmo. Nós, praticamente, estamos de pijamas também - Dougie falou passando a mão dos ombros até o joelho. Todos estão de moletom. Fizemos sinal para eles esperarem. Eles fizeram sinal de positivo. A desligou o celular.
- Agora eu perguntou, alguém acredita no que está acontecendo? - falou sorrindo. Ela arrumou rapidamente os cabelos e colocou gloss. Eu e as meninas fizemos o mesmo. Nem nos preocupamos em pegar uma bolsa ou outra coisa. Só a que levou o celular. Atravessamos a sala na ponta dos pés e saimos. Antes colocamos as nossas pantufas, menos a , que não tem, ela colocou as havaianas. Saimos do apê beeeeeeem devagar e fomos para o elevador de serviços para não fazer tanto barulho. Descemos e corremos para a portaria como doidas. Encontramos os carinhas encostados no carro do Danny, logo atrás está o do Tom.
- OI!!! - falei abraçando o Danny e lhe dando um beijo. As meninas correram para os seus respectivos amores e falaram com os outros carinhas. - Então? Para onde vamos? - perguntei.
- Surpresa!
- Daniel e suas surpresas - falei revirando os olhos.
- Vamos logo antes que Biba acorde - disse.
- Quem é Biba mesmo? - Dougie perguntou.
- Nossa babá - disse entrando no carro do Danny. Eu, Danny, Dougie e vamos no carro do meu macaquinho. O resto vai no carro do Tonzinho.
- Que hora para chamar a gente para sair, hein? - disse massageando os braços. Dougie se sentou mais perto dela e a abraçou.
- É porque, onde vamos, não tem ninguém a essa hora da noite - Dougie disse.
- NOSSA! Que emocionante - disse. Eles ficam TÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO fofinhos juntos. Danny colocou a mão sobre a minha, que está apoiada a minha perna. Eu entrelacei os nossos dedos. Ele sorriu.
Depois de 17 minutos de percurso, em um trânsito enooooooorme, finalmente chegamos. Desci do carro como os outros. Em poucos segundos, Danny já está do meu lado, me segurando pela cintura.
- Então, vocês trouxeram a gente para um parque. Que emocionante - disse, abraçada ao Dougie.
- Ahan. Nós costumavamos vim para cá para brincar, correr, paquerar, enfim, esse é o nosso parque - Danny explicou. Nunca vi esse antes. Aparenta ser antigo. Os troncos das árvores desgastados, sem folhas ao topo. Não tem grama, apenas perto das árvores. Os brinquedos enferrujados, os bancos de madeira, pouco quebrado. Olhei em volta e realmente não tem ninguém. Acho que nunca tem ninguém.
- Legal. O que vamos fazer? - perguntou olhando o lugar.
- Vamos brincar e fazer muitas coisas - Harry disse beijando o seu pescoço.
Fizemos uma fogueira e nos sentamos ao redor dela. Finalmente os garotos pensaram! Eles trouxeram quatro cobertores, um para cada casal. Todo mundo ficou comendo marshmallow assado na fogueira, enrolados em um cobertor com o love.
- Vamos falar sobre nós - disse, colocando um marshmallow goela a baixo.
- Bem, eu sou a , tenho 20 anos, minhas melhores amigas são mais novas que eu, hoje moro em Londres, estou ficando com o baterista mais lindo do mundo e meu maior sonho é me casar com quem me ame mais do que eu o ame - ela disse fazendo joinha.
- NOSSA! Acho que eu posso fazer isso. - Harry beijou a sua cabeça.
- Minha vez! - estendeu a mão. - Meu nome é , tenho 18 anos, estou ficando com o mono-cova mais lindo do universo, meu aniversário é em Abril, sou uma das mais sem juízo da Sweet Girls e meu maior sonho é ter um filho e colocar o nome dele de Wilson!
- Eu não nasci gay! A culpa é do meu pai! Que contratou um tal de Wilson pra ser seu capatrás! - Dougie começou a cantar a música do A Wilson vai! Attóron!
- Continuando, eu só tava tirando onda! Nunca que eu quero ter um filho gay. Enfim, meu maior sonho, sem brincadeira, é fazer a Sweet Girls bombar! Tipo BOOOWN! - ela tentou, eu disse tentou, imitar uma bomba.
- Acabou? - perguntei. assentiu com a cabeça. - Agora sou eu. Meu nome é , tenho 19 anos, moro em Londres, estou dando uns amassos no macaco sardento mais LINDO - enfatizei a última característica - do mundo. Tenho uma banda cover, amo a Celine Dion, como ídola, e o meu maior sonho é poder tocar no estádio de Wembley para milhões de fãs das Sweet Girls. – Os olhinhos dela começou a brilhar. - Agora é a vez da .
- Eu! Vamos lá, tenho 17 anos, não preciso dizer o meu nome, moro em Londres com minhas melhores amigas e minha babá, estou ficando com O cara da minha vida e o meu maior sonho já foi realizado. - Ela beijou a bochecha do Dougie. Todo mundo fez um "Own". Ela o abraçou e o beijou profundamente. Ficamos assim por um bom tempo.
Até que o sono bateu. Me aconcheguei nos braços do Danny e fechei os olhos, é melhor do que uma cama. O frio intenso de Londres é incapaz de quebrar o calor que nasceu dentro de mim quando eu abracei o meu macaquinho. Quando eu estou com ele, é como se uma barreira se criasse ao redor de nós, como se ninguém pudesse quebrar o nosso abraço, beijo, amasso. Tanto faz. Eu sinto que ele não me trata como qualquer outra.
Tom Fletcher
As meninas falaram um pouquinho sobre elas e com isso eu percebi que elas realmente nos amam. Inclusive a . Ela se interesa bastante com a banda dela. Mesmo que elas não criem as músicas, mas fazem de coração. Algumas elas criaram, mas tem "vergonha" de cantá-las. As pálpebras da começaram a ficar pesadas. Eu a abracei, a enrolei mais ainda no cobertor e a pus no meu tronco. Ela gemeu baixo e se mexeu um pouco, como se estivesse aconchegada. Seus olhos foram se fechando aos poucos. Eu apoiei minha cabeça à sua.
Harry e conversam e se beijam, Dougie está dormindo no colo da , que está massageando seu cabelo (cabeça) e às vezes desce para as costas. A já tá dormindo junto com o Danny, e eu e a estamos assim.
Dougie Poynter
Todo mundo começou a fazer um "own" quando a falou que o sonho dela já tinha se realizado. Eu fiquei feliz por saber que era o sonho dela.
- Posso me deitar em seu colo? - perguntei. Ela bateu as mãos nas coxas. Eu pus minha cabeça nas coxas dela e a olhei. - Então, eu sou mesmo o seu sonho? - perguntei tirando um sorriso gostoso dela.
- Sempre. Eu te juro, antes, eu sofria demais. - A olhei sério. - Todo mundo pedia para eu aterrisar, para eu deixar de ser idiota por gostar de um cara que nem sabe que eu existo, que vive com outra mulher e tal. - Seus olhos começaram a ficar vermelhos. Uma lágrima caiu em meu rosto. Eu passei minha mão onde a lágriam havia deixado apenas a marca. Ela sorriu. - Dougie, eu não sei como você pode ter deixado a Frankie, ela é tudo que um cara quer! Ela tem bunda, peito, é rica. Eu sou apenas uma brasileira que acabou de chegar, eu não sou feito ela.
- Claro que não é! Você é mil vezes melhor! Você não precisa ter a mesma quantidade que ela. Você tem uma coisa que ela teve, mas não soube aproveitar.
- O quê?
- Meu coração. - Mais uma lágrima caiu sobre o meu rosto novamente. Ela sorriu. Eu a limpei e sorri.
- Você não existe, garoto! - ela disse passando a mão no meu rosto.
- O que eu mais quero agora é você! E mais nada importa. Já te disse isso.
- Eu sei. E acredito. Mas o que eu não entendo é o que te levou a gostar de mim? Os garotos da minha turma, lá no Brasil, diziam que eu era careta. Quase sempre tirei notas boas. Mas nunca fui de ser santinha. Sou eu mesma na frente de todo mundo - ela me disse.
- Isso dá para perceber. - Sorri. Ela me deu uma tapinha no ombro. Coloquei uma mecha do cabelo dela atrás de sua orelha. Seus olhos encararam minha boca e foram subindo até chegar em meus olhos. - Eu te amo! Muito.
- Também. - Sua boca se aproximou da minha, eu a beijei. Coloquei minha mão em sua nuca. Ela segurou meu rosto com as mãos. São graciosas, macias, um pouco sujas de areia, mas eu nem me importo. Ela se afastou um pouco. Senti sua respiração ofegante, vi sua boca avermelhada, senti seu hálito frio, mas quando bate em meu rosto vem quente. Seus cabelos caíram dos meus lados, formando uma cortina clara.
- , você faz o meu coração bater mais rápido e mais lento ao mesmo tempo. Seu olhar faz nascer dentro da minha barriga borboletas que voam constantemente. Sua boca é, para mim, o sangue humano para um vampiro. Sua pele é macia como algodão na água. Você é a peça principal do meu coração. - Ela sorriu. Nossa, que sorriso.
- Isso foi profundo - ela sussurrou. - Eu te amo. - Ela voltou a encostar os nossos lábios. Depois, ela se levantou e ficou me encarando, massageando meu rosto. Me virei de lado, ficando de frente para a barriga dela. Suas mãos desceram para as minhas costas. Me arrepiei. Quando menos percebi, já havia dormido. Também, quer o quê? Estou deitado em uma coxa feminina.
Harry Judd
- Eu amo o Blink 182! - Eu e a estamos falando sobre bandas, músicas, filmes... E ela também ama Blink 182!
- Também! Eu gosto do The Beatles, Red Hot Chili Peppers um monte aí - disse.
- Que belo gosto músical, Judd! - ela me elogiou.
- Valeu, você também tem! - agradeci. - Eu sou o baterista mais bonito do mundo?
- Para mim, com certeza! - ela disse. É incrivel, tudo o que ela fala eu começo a rir. A abracei e beijei sua bochecha.
- Valeu. Você, agora e sempre, vai ser minha baterista favorita. - Ela sorriu e me deu um selinho demorado.
13º Capítulo - "I can't belive!"
Duas semanas depois...
Bem... Já se passaram duas semanas, eu e as meninas ainda saímos (escondidas) com os McGuys, a vai começar hoje a escola dela, eu e as meninas vamos trabalhar em uma lojinha perto do apê, e vamos nos encontrar com os carinhas à noite. Estamos nos arrumando para o trabalho. Não é uma coisa tããão boa, mas vai. A saiu do quarto com um estilo totalmente estranho! Calça jeans rasgada, botas Converse beeem antigas, um moletom, que parece ser do irmão dela, e uma blusa "normal".
(roupa)
- , vai para onde vestida desse jeito? - perguntei, a olhando de baixo para cima, com uma cara de nojo.
- Para a escola, ué? Começa hoje! - Ela estalou os dedos na frente do meu rosto.
- É, eu sei. Mas vestida desse jeito?
- Algum problema?
- Não, não... - Fiz cara de indignada. Eu não gosto muito do estilo como ela se veste. Mas cada um tem sua opção de estilo.
- Vocês podem me levar para a escola, fico meio nervosa, sempre! - ela falou esfregando as mãos uma à outra. AH! Esqueci da surpresa principal! Compramos um carro. Um volvo C30! Idêntico ao do Edward Cullen. Nos achamos a Bella Swan. Um monte de gente já pediu para tirar foto com ele. É engraçado. Onde passamos, todo mundo fala "É o Edward Cullen!". E saiem correndo atrás do carro. Morro de rir. Só quem pode dirigir é eu, a e a . A ainda é pirralha. Tem que crescer mais um pouquinho.
- Vamo lá, cambada! - disse pegando as chaves e saindo do apê. A seguimos. Descemos para o estacionamento e entramos no carro. O portão se abriu e fomos em direção ao London High School, onde a vai estudar. Ainda bem que é o último ano dela. Paramos na entrada da escola. Ela desceu e apareceu na janela.
- Não se esqueçam de vim me buscar às 14:30 da tarde! Vou ficar esperando vocês!
- Pode deixar! Boa sorte - falamos juntas. Ela cruzou os dedos e foi andando. Graças a Deus, eu já passei por isso.
- Pode deixar! Boa sorte - as meninas me disseram em conjunto. Cruzei os dedos e fui andando em direção aos grandes portões da escola. É enorme. Tem vários prédios de dois a cinco andares. São de cor clara, predominando o azul e o dourado. Fui entrando vagarosamente para pode me localizar melhor. Pessoas correm de lá para cá, choram, gritam, se abraçam e tals. Sou realmente a Alice no país das maravilhas! É lindo, mas estranho. Não conheço ninguém. Minhas melhores amigas foram trabalhar e eu fui estudar! Olhei meu horário. Primeira aula: Química. Que legal! Sou ótima nessa máteria. Mentira, não sou! Odeio química! Para que eu quero saber sobre os gases que formam a atmosfera ou algo parecido? O importante é que eu respiro! Graças a Deus. Uma garota se aproximou de mim. A olhei de baixo para cima. Se veste como uma pirralha, eu não posso dizer nada. Mas está usando saia abaixo do joelho, blusa de mangas longas, óculos de grau e meias três-quartos. Dei um sorriso meio forçado.
- Oi! Meu nome é Giselle! - Ela estendeu a mão. Eu a agarrei e balancei como reverência.
- Oi! ! É novata? - perguntei.
- Não, não. Sou caloura a 4 anos - ela disse, colocando-se ao meu lado. Fomos andando ao 3º prédio. Atravessamos uma porta de vidro e nos deparamos com um corredor cheio de pessoas.
- Onde fica a sala de química? - perguntei mostrando o meu horário.
- Que legal! Temos quase todas as aulas juntas - ela falou abrindo um grande sorriso. Nem percebi, ela usa aparelho.
- Legal. Então vamos? - perguntei. Ela assentiu. Andamos até o final do corredor e entramos na penúltima sala da direita. Recebi olhares alegres e maliciosos. Algumas garotas me olharam de baixo para cima com uma certa cara. Mas preferi ignorá-las. Nós sentamos na 3ª fila, eu fiquei na 3ª banca e ela na 2ª, na minha frente. Ela se virou e começou a puxar assunto.
- Então, você veio de que escola?
- Eu sou brasileira.
- Que legal! Intercâmbio?
- Não. Me mudei com as minhas melhores amigas.
- Que legal. - Ela olhou para um canto da sala e suspirou. Eu me virei e olhei para o mesmo ponto. Tinha acabado de entrar um cara alto, não muito musculoso, de olhos verdes, cabelos descoloridos e com um sorriso encantador.
- Quem é? - perguntei o olhando de baixo para cima.
- Christoph! Ele é perfeito! - Ela suspirou mais uma vez. Já vi melhores, quer dizer, eu tenho (quase) um BEEEEM melhor.
- Já vi melhores - falei voltando a olhar para ela, que está quase babando.
- Você tem namorado? - ela me perguntou olhando-me.
- Não... - Eu não ia dizer a ela que tava saindo com o Dougie. Se ela gostasse do McFly? Ira surtar. - Hey, você gosta do McFly?
- Nossa, eles arrasam! Eu gosto muito deles, das músicas e tals. - Ela falou sorrindo.
- Ah... - Me encolhi. - Qual o seu favorito? - perguntei para tirar a prova.
- O Tom! Ele canta para caramba! E você? Gosta?
- Amo! Desde quando eu tinha 13 anos - falei. Ela olhou novamente para um certo canto da sala e fez cara de desgosto. Me virei e olhei. Uma patricinha entrou, se sentou no colo do tal Christoph e tascou um beijaço nele. Ela é beeem atrevida. Voltei a olhar para a Giselle. Ela me olhou e começou a sussurrar.
- Aquela é a Norah! A namorada do Christoph. Odeio ela.
- Relaxa. Eu sei bem como é isso - falei dando uma tapinha no ombro dela.
- Voltando ao nosso assunto - ela revirou os olhos -, qual o seu favorito do McFly? - Engoli em seco.
- O meu favorito é o Dougie... - falei.
- Ah... Ele é fofinho. A Norah gosta dele, já chegou a conhecê-lo. - Minhas mãos arderam. Mas eu nem me importei. O meu grande defeito, ciúmes.
- Que legal. - Engoli (mais uma vez) em seco. - Pelo menos, temos o mesmo gosto.
- Ah... Nem queira ter o mesmo gosto que ela. Tudo o que é dela tem que ser exclusivamente dela. - Aff... Mais uma loira no mundo. Para piorar, tem que ser loira. [N/A: Nada contra elas.]
- Ah tá... - O professou entrou na sala e fechou a porta. Ele se virou para a lousa e anotou seu nome. Sr. Hutten. Ele é baixinho, não tem muito cabelo no centro da cabeça, aparenta ter uns 45 anos. Para resumir o seu visual, se veste como se estivesse nos anos 30!
- Bom dia, pessoal! Sejam bem-vindos novamente - ele disse abrindo um sorriso. - Deixe-me ver as carinhas novas por aqui. - Ele passou o olho fila por fila até parar em mim. – Olá, mocinha! - Me encolhi.
- Oi - falei timidamente.
- Por favor, venha aqui para a frente e se apresente. - Ele mostrou o palquinho que fica de frente para as carteiras dos alunos. Me levantei e virei-me para os alunos.
- Oi, meu nome é , mas prefiro . - Ouvi alguém dizer no fundo "olha como ela se veste!" Abaixei a cabeça e encarei os pés. - Sou brasileira e tenho 17 anos - falei.
- Que bom, . Agora que já se apresentou, pode voltar para a sua carteira. Obrigado - Sr. Hutten falou dando uma tapinha nos meus ombros. Voltei para a cadeira e me afundei por ali mesmo. Devo está parecendo um pimentão de tanta vergonha.
- Bom dia, meninas! Sejam bem vindas ao Miss Independent! - Eu e as meninas fomos recebidas pela atendente. Que belo nome para uma loja de roupas femininas. Miss Independent! - Na sala dos funcionários tem explicando a função de cada um. Miss , você vai ficar no caixa. Tem explicando tudo lá.
- Falou - agradeceu e fez sinal de paz para a mulher. Ela foi em direção ao balcão do caixa. Uma garota foi ajudá-la a monitorar tudo.
- Vocês duas irão ficar no balcão, atendendo as clientes quando entrarem. As roupas estão organizadas por ordem de tamanho, do menor ao maior. - Ela mostrou a grande pratileira. - Perguntas?
- Quando começamos? - perguntou.
- Agora mesmo! Vão lá. Qualquer coisa, podem me procurar.
- Falou! - eu e dissemos fazendo sinal de paz. Ela nos olhou com uma cara estranha e deu um sorriso forçado. E agora começa o nosso dia!
Finalmente! Almoço! Estou faminta! passei três aulas seguidas com a Giselle, ela é beeeeem tagarela. Praticamente falamos de tudo. Entramos no grande refeitório. Foi fácil descrever onde me sentar, já que as mesas estão divididas por tribos. Patricinhas, jogadores de footbal, góticos, lideres de torcida, nerds. A Giselle se dirigiu a uma mesa onde só tem garotas do estilo dela. Como não tenho nem uma amizade na escola além dela, a segui. Peguei minha comida e me sentei ao seu lado.
- Gente, essa aqui é a . Essa é Giulia e Karen - ela me apresentou a duas garotas, uma branquinha dos olhos verdes com cabelos cacheados e outra banquinha com os cabelos lisos e olhos castanhos, respectivamente.
- Oi, gente. - Acenei. Elas acenaram também.
- Então, você é brasileira?
- Como sabem? - perguntei passada.
- Todo mundo está comentando de você! - Giulia me disse. Olhei ao redor e notei alguns olhares sobre mim.
- Ah... É, eu sou. - Dei um meio sorriso e comecei a comer a minha maçã.
- Eu e as meninas estamos felizes por ter conhecido você - Karen me disse, sorri como agradecimento.
- Então, pela intuição da Giselle, vocês gamam no Christoph... - Falei.
- Nossa, nem fala... - Giulia disse se abanando e olhando para a mesa onde ele está sentado. Olhei também. Não tive surpresa ao ver ele e a tal Norah agarrados.
- Ela é uma puta! - Karen falou. Nossa, a mão dela está fechada em cima da mesa.
- Calma! Eu já passei por isso. A melhor coisa é não ligar. Nem tudo dura para sempre - falei.
- Gente, a também gosta do McFly! - Giselle disse. Eu me encolhi.
- Ai, nem fala naqueles gostosos! Eu me arrepiou toda - a Giulia disse mostrando o braço. Eu ri.
- Qual o favorito de vocês? - perguntei.
- O meu é o Danny! Aquelas sardinha - Karen disse. A achou mais uma concorrente. Na verdade não, eu acho a bem mais bonita do que essa Karen.
- O meu é o Dougie! - O QUÊ?????? Deixei a maçã cair sem querer. A olhei com o meu olhar maligno. - Aquele jeitinho de moleque...
- Giulia... A também gosta do Dougie... - Giselle disse. Eu não acredito. Ela olhou para mim com uma cara de inocente.
- Mas para deixar claro, eu prefiro o Daniel Radcliffe! - ela me disse levantando as mãos em sinal de paz.
- É bom mesmo, mocinha! - falei apontando o dedo para ela. A coitada se encolheu. Já que minha maçã caiu, comecei a comer as batatas fritas. - Mas só para vocês saberem, minhas melhores amigas amam o Tom e o Danny, eu tenho 3 melhores amigas. A , que ama do Tom, a , que ama o Danny e a , que ama o Harry! E tem eu! Que sou louca pelo Poynter! - Elas me olharam com uma cara de desconfiada.
- Sabe, uma vez eu fui para o shopping e vi o Danny andando na patinação de gelo com uma garota. - Comecei a me engasgar com a batata frita. As meninas vieram ao meu lado e ficaram batendo nas minhas costas. Consegui voltar ao normal.
- Eu tô bem! - falei. Elas voltaram a sentar nos seus lugares.
- Voltando, tenho que assumir, ela é muito bonita - a Karen disse fazendo cara de triste. - Mas também é bem desastrada. Levou uma baita queda. - Típico da . Comecei a rir.
- Devo imaginar a cena - Giulia disse. O sinal tocou. Nos levantamos e fomos andando. Estou olhando para trás para poder falar com elas. Virei o rosto para a frente. AI!!!! MINHA CABEÇA!!!
- Sua idiota! Olha por onde anda! - a Norah disse olhando para mim com cara de "brava". Ela voltou a andar para frente e seguir o mesmo caminho que o Christoph e seus seguidores. Eu estou massagendo a minha cabeça. Nossa, que dor.
- Você tá legal? - Giselle perguntou.
- Estou. Vamos? - perguntei continuando a seguir o meu caminho, ainda passando a mão na cabeça.
- Então você consegue tirar a nota fiscal da cliente. - A Kim está me auxiliando a monitorar o caixa. É fácil. Já consegui atender uma quantidade razoável de pessoas, e ganhar uma grana boa também. As meninas também parecem está desenrolando lá no balcão. Às vezes, as pego conversando ou passando torpedos para alguém, então eu dou um bom puxão de orelha nelas.
- Será que eu posso dar uma pausa? - perguntei para a Kim, me levantando da cadeira. Ela assentiu. Fui falar com as meninas, não ia dar tempo de buscar a na escola. Mas eu tenho uma idéia perfeita para quem pode buscar.
- Hey, gente - falei atrevessando a portinha que dá acesso ao lado interior do balcão.
- Diz, Fletcher! - falou.
- Com muito orgulho! Não vai dar tempo de buscar a na escola - falei olhando para o relógio.
- É mesmo! Ela vai ficar uma fera com a gente! - falou.
- A não ser que uma pessoa vá buscar ela... - disse fazendo cara maliciosa. Na hora, a tirou o telefone do bolso e discou o número da tal pessoa.
- , quer carona? - Giulia me perguntou entrando no carro da mãe. Eu neguei com a cabeça. - Tudo bem. Te vejo amanhã. - Assim que ela terminou de falar o carro partiu.
- Só vou embora quando você for - Giselle disse.
- Valeu - agradeci.
- Eu também. - Karen me disse. Sorri como agradecimento. Que merda! Eu pedi de tudo para que as meninas fossem pontuais comigo. Já estão com 20 minutos de atraso.
- OMG! - Giselle e Karen disseram ao mesmo tempo olhando para o fim do estácionamento, vendo um carro preto correr em nossa direção. Apertei os olhos para poder enxergar melhor quem era. Você só pode está de brincadeira. Abri a boca, abismada.
- Hey, baby! Entra. - O carro estacionou na nossa frente. O vidro abaixou e mostrou um Dougie super sexy de óculos escuro. Me levantei.
- Tchau, meninas! - falei entrando no carro e dando um selinho rápido no Dougie. Elas ficaram com o queixo no chão. Eu vou matar as meninas por terem se atrasado, e agradecer por ter mandado o Dougie para me buscar. Todo mundo que está no estacionamento parou de fazer o que estavam fazendo para nos observar sair do local. Me encolhi um pouco no banco do passageiro. Não é qualquer uma que sai da escola acompanhada de Dougie Poynter.
- Como foi a escola? - ele me perguntou dando um meio sorriso. Nossa. Estou tão passada com o momento que nem o notei. Ele é muito bonito. Mas hoje ele deu uma caprichada. Está de óculos escuro, calça jeans lá no meio da bunda (como sempre), blusa xadres aberta, deixando a mostra uma blusa branca.
- Foi legal. As únicas amizades que eu fiz foi de nerds que amam o McFly. E por sinal, uma delas gosta de você. - Fiz cara de chateada. Ele sorriu.
- Não fica com cíumes. Elas não tem a mínima chance. Você é mais linda. - AI! Fiquei sem graça. Sorri involuntariamente.
- É bom saber - falei dando uma de "durona".
Ficamos conversando tanto que nem percebi que já havia chegado no prédio.
- Então... Quer subir para o apê comigo e descer o cacete nas meninas comigo? - falei arqueando uma sobrancelha. Ele me olhou com um certo medo.
- Por que faria isso? - ele perguntou preocupado.
- Porque elas não foram me buscar no meu primeiro dia de aula.
- Mas quem foi fui eu!
- Por isso que não vou machucar muito - falei dando um sorriso. Ele sorriu junto. Sua mão passou pela minha nuca e me puxou para um beijo quente e apaixonante. Coloquei minha mão em sua cintura. Nos separamos para poder respirar um pouco.
- Vai lá. Mais tarde eu e os dudes passamos aqui para pegar vocês.
- Pegar?
- Com certeza! - Ele fez cara pevertida. Sorri e lhe dei mais um selinho demorado. Desci do carro e esperei que ele partisse. Acenei para o carro, que sumiu pela rua. Subi as escadas da portaria, falei com o porteiro, entrei no elevador. Subi até o 8º andar. Toquei na campainha. Biba atendeu.
- Oi, ! Como foi a escola? - ela me perguntou abrindo passagem para eu entrar.
- Foi legal. Cadê as meninas? - perguntei olhando ao redor, percebendo um silêncio.
- No seu quarto - Biba me respondeu. Fui andando para o meu quarto. A porta está fechada. Nem perguntei se podia entrar, afinal, o quarto é meu!
- ! - as meninas disseram ao me ver entrando pela porta. Cruzei os braços por cima dos seios. Elas sorriram forçado.
- Suas idiotas, por que não foram me buscar? - perguntei.
- Não deu tempo. Estávamos trabalhando, e quando vimos o relógio já era tarde - explicou.
- Mas podiam me ligar, pelo menos?
- Queriamos que você tivesse uma surpresinha - disse dando um sorriso. Eu não aguentei e sorri abertamente. - E aí? Gostou?
- Não! Odiei! CLARO QUE GOSTEI!!! É o Dougie! - falei me jogando em cima delas e lhes dando um abraço em grupo.
- Me fala aí... Como foi na escola? - perguntou.
- Ah... As pessoas são bonitas, tem muitos caras gostosos, fiz amizade com três nerds, que por sinal, também gostam de McFly... - Elas nem deixaram eu terminar de falar.
- Qual é o favorito delas? - as garotas me perguntaram ao mesmo tempo.
- A Giulia gosta do Dougie... - Fiz cara de malvada. - A Giselle gosta do Tom. - abriu a boca. - e a Karen gosta do Danny. - cerrou os olhos. - Mas elas não tem chances com eles, porque nós somos mais lindas! - falei. A e a abriram o maior sorriso.
- Ainda bem que nenhuma delas gosta do Harry - falou, colocando uma mão no peito esquerdo.
- Tem umas patricinhas, como sempre. E o galã da escola. Mas eu ainda prefiro o Dougie.
Ficamos jogando papo fora até as horas passarem.
Tom Fletcher
Disquei o número do celular do Harry. Vamos decidir o que fazer hoje.
- Hey dude! - Harry atendeu.
- Aêw! O quê vamos fazer hoje? - perguntei.
- Huuum... - Ele pensou por uns segundos. - Já sei! Vamos chamar as meninas para sair!
- Ô anta! Mas eu já quero saber o que vamos fazer hoje com elas. - Às vezes o Harry dá uma de Danny.
- AAAAHHH!!! Sei lá. Você já falou com os outros caras?
- Não, não. O Dougie foi buscar a na escola.
- Ela ainda estuda?
- Ela tem 17 anos! Tá no último ano!
- AH! É mesmo. Sabe, eu acordei agora, então tô com a cabeça nas nuvens - se explicou.
- Eu percebi – disse. - Tô indo, tchau. Qualquer coisa me liga. - Ele fez "ahan" e desligou o celular. Fiz o mesmo. Fui para o meu quarto. Sentei na cama e comecei a pensar... É estranho, com tanta correria, não tenho um tempo para organizar os pensamentos. AI! Que susto! Quando a pessoa tem um pouco de paz, a campainha toca. Vou ver quem foi o filho da mãe, e não sei de um pai, que me pertubou. Me levantei da cama e fui andando em direção à porta.
- Oi, Tom! - Só podia ser o lezo do Danny mesmo.
- O que diabos você veio fazer aqui? - perguntei com mal humor.
- Ai, vim fazer uma visitinha ao meu bem querer! - Danny disse fazendo voz de mulher, abraçando-me e tascando um beijo na minha bochecha.
- Dude, se controla! - falei o empurrando. Ele gargalhou.
- Fala aí... Como você tá com a ? - ele perguntou abrindo a geladeira e pegando uma cerveja.
- De bom para ótimo! - respondi.
- Eu também. Mas estou pensando em colocar isso mais para a frente... - Ele fez cara de suspense.
- Como assim?
Depois que eu e as meninas conversamos, tomamos um banho e fomos para o quarto da e da . Até agora, conversamos sobre tudo. Mas ainda faltam algumas coisas.
- Eu tô estranhando - falou. Fizemos caras de confusas. - Já são 20:00 p.m. e os carinhas ainda não nos ligaram e não apareceram na janela. Tudo isso é muito estranho...
- Realmente. Eles sempre chegam cedo... - disse.
- Ah gente, talvez eles estejam fazendo alguma coisa... Sei lá. Mas não se preocupem. Tenho certeza que eles... - a nem terminou de falar e o celular da começou a tocar. - Olha aó... Disse o quê?
- Alô? - atendeu colocando no alto falante.
- Oi, ! É o Danny! Olha, hoje não vai dar para a gente sair. Estamos muito ocupados e temos que resolver algumas coisas de urgência. Mas não fica triste. Eu te ligo. Te amo. Beijos - ele falou rapidamente e desligou. Nem esperou a gente dizer "tchau". A fez cara de cachorro perdido.
- Ah... Como eu disse. Eles estão muito ocupados. Mas não tem problema. Amanhã é um novo dia - disse. Para ela é fácil, que viu o Dougie de manhã. Mas eu e as meninas não. Senti um aperto no peito. De repente a Izzy e o Harry passaram pela minha cabeça. Calma, ! Eles não podem vir! Isso não tem problema. Ele não está com ela. Hoje é segunda! Tem uma longa semana pela frente...
Eu e as meninas fomos dormir. A imagem do Harry com a Izzy não sai da minha cabeça. Me virei para olhar a janela. A lua cheia brilha mais do que uma bola de cristal. Fiquei observando o quanto ela é perfeita. Então novamente a imagem deles vieram na minha cabeça e se refletiu na lua. Mais uma vez, um nó no peito ficou mais forte. Não consegui e deixei escapar algumas lágrimas.
Sexta-Feira
- Oi,! Não vai dar para ficar com vocês hoje. Aqueles problemas de sempre. Te amo, beijos... - Hoje a vítima foi a . Não vimos os garotos a semana toda. Acho muito suspeito.
- Que merda! Passamos a semana toda sem falar com eles. E esses "probleminhas"... Oque devem ser? Eu juro que já estou suspeitando das frangas britânicas... - disse ficando vermelha de raiva. - Eu juro que se o Dougie não me contar quais são esses probleminhas, eu dou um fecho na cara dele que ele vai deixar de se chamar Dougie para ser chamado de Dog! Que MOTHER FUCKER!
- ! Nós temos vizinhos! - falou.
- Eles teraão que nos dar uma boa explicação.
- Quem somos nós para pedir satisfações deles? - falei. - Somos namoradas deles? NÃO! Somos noivas deles? NÃO! Somos mães deles? Não! Apenas fãs. Com as quais eles ficaram por pouco tempo! E nos largaram.
- Ai, ... Não precisa exagerar... - falou chorosa.
- Descupa. Mas eu tô achando que as pestes das exs deles voltaram para pertubá-los - expliquei. - Toda noite eu vejo a Izzy e o Harry refletidos na lua. De mãos dadas. Isso me dói muito. - Coloquei a mão no peito e comecei a chorar. - Depois de tudo o que passamos. De cada toque que ele me deu. De cada beijo... - Fechei os olhos. O gosto dos seus lábios vieram em minha boca. - Tento esquecer, mas foi forte. Depois dele ter dito que me amava! - Ficamos em silêncio. Voltei para o meu quarto. Me deitei na cama e desabei em lágrimas. Não aguento ser servida como brinquedo para os garotos. Suspirei fundo e me deitei. A entrou no quarto e se sentou ao meu lado.
- ... - Ela passou a mão sobre minha cabeça.
- Por que eu só sirvo como brinquedo? - perguntei a olhando.
- Você não é um brinquedo.
- Para os meninos sim! Primeiro foi o Steven... - UM IMBECIL! - Depois o Korin, agora a pessoa que eu mais queria ao meu lado. Que eu sempre imaginei me confortando. - Suspirei. - HARRY! - gritei o seu nome e me pus a chorar mais.
- Onw, amiga! - se deitou ao meu lado e me abraçou. Estou precisando de um desses.
- Valeu, ! Você é a irmã que eu nunca tive.
- E Simone?
- Aquilo nunca foi uma irmã. Tá mais para uma mala - ela gargalhou.
- Sabe, eu ainda acho que eles gostam da gente.
- Tais delirando, ? - Coloquei a mão na testa dela para ver se a temperatura tinha subido.
- Eu nem quero imaginar a possiblidade da Franku ter voltado para o Dougie. - Ela balançou a cabeça para "esquecer" o que havia dito.
- Se lembra o primeiro dia que o vimos. Quer dizer, eu, a e a . Você já é mais apressadinha.
- Não tenho culpa. Mas eu lembro do Green Park sim. A queda que eu levei quando o vi. - Ela sorriu. A acompanhei.
- É melhor nós irmos dormir - aconcelhei.
- Então eu vou lá. - se levantou, desligou a luz e deitou na cama. Mas uma vez fui observar a lua. Então a cena da praia se refletiu na lua. Eu estou vendo a hora do meu coração diminuir com tantos apertos que eu sintou quando relembro dos momentos que passei com o Harry. Então a parte da chuva chegou. Quando ele me puxou pela cintura e caimos na areia molhada. Ele me colocando por cima dele. O leve toque da sua boca na minha. A pressão da sua língua na minha. Ai Harry...
Harry Judd
- Dudes, vocês acham que isso é certo? Provavelmente as meninas já estejam querendo nos matar a esse ponto. Passamos a semana toda as excluindo - falei para os caras. Essa ideia do Dougie de nos afastarmos um pouco das meninas só para dar um "saudadezinha" é muito frouxo! Eu quero a comigo! Caramba. Será que é tão dificil fazer o que eu quero?
- Relaxa... do jeito que elas são, vão amar a suspresa que vamos fazer para elas - Dougie disse dando mais um gole na cerveja.
- Você não tá com saudade da ? - perguntei.
- É claro que eu tô. Mas eu quero manter um certo suspense.
- Às vezes eu tenho medo de você, dude - disse. Combinamos de nos encontrarmos aqui na casa do Dougie. Mas o Tom e o Danny não vão puderam vir. Então só ficou eu e o idiota do Dougie.
- Mas eu quero acabar com isso logo. Ainda bem que amanhã é sábado. O dia!
15º Capítulo - O dia.
- Meninas! Meninas! Meninas! - Cheguei no quarto da e da gritando feito uma louca, balançando o celular de um lado para o outro.
- QUE INFERNO! - resmungou colocando o travesseiro sobre a cabeça.
- Vocês não acreditam o que aconteceu. - A começou a se levantar e coçar os olhos.
- Fala de uma vez - disse.
- Tom mandou uma mensagem para mim dizendo que é para nós nos encontrarmos na casa do Danny.
- Bom para vocês. - A voltando a se deitar. Eu pulei em cima dela.
- Ô anta! Vocês também! - Ela voltou a olhar para mim.
- Mas eu não tô a fim de sair hoje - ela me disse. Mas eu senti que ela está doidinha para rever os caras.
- Vamos, vamos, vamos - insisti. - Hoje tá fazendo um dia tão lindo! Tá fazendo sol... - Sorri forçado. Ela olhou pela janela e observou a linda paisagem de Londres de manhã.
- Tá, tá. Eu vou. - Eu a abracei forte.
- VALEU! E você, Sra. Poynter?
- Pode ser - ela falou normalmente. Saí do quarto dando pulinhos. Estou com saudades do meu mono-cova.
- Vamos, . Eu já te chamei mil vezes. - A acordei novamente.
- Já vou - ela respondeu meio sonolenta.
- Masépriguisosa! - falei tudo junto. Ela se levantou e foi tomar um banho. Eu já estou pronta. Esperando as outras criaturas. Como está fazendo sol, coloquei um vestido laranja, meus óculos escuros, um tênis da mesma cor do vestido e só.
(roupa)
A finalmente saiu. Foi mais rápida hoje. Acho que é porque vai se encontrar com o Jones. Ai não quer perder tempo. Ela tá vestindo uma blusinha lilás, uma saia roxa, tênis meio rosado, óculos escuros e a bolsa que combina com a roupa.
(roupa)
Já se passaram 10 minutos e aquelas lerdezas não saíram. AMÉM!!! Os anjos gritam aleluia! A saiu. Ela colocou uma blusa amarrada nas pontas, uma saia preta, tênis da Nike e óculos escuros. Em seguida apareceu a Sra. Judd. Amém! Ela já vestiu essa roupa antes. Foi a mesma que ela saiu no dia em que o Harry a chamou para ir a praia. FOI MESMO! Mas por que ela tá indo com essa roupa?
- , por que você está vestindo a mesma roupa que você usou no dia em que o Harry lhe chamou para ir à praia? - perguntei.
- Para testar se os garotos tem boa memória - ela falou dando um sorriso malicioso.
- Okay. Vamos - falou se levantando, pegamos as malas (eles pediram para levarmos roupas), indo em direção a porta principal. Biba sabia que nós íamos sair. Mas não sabia com quem. Somos más.
Danny Jones
Os caras já chegaram aqui em casa para esperar as meninas. Estamos meio ansiosos. É estranho. Só Deus sabe como irá ser o comportamento delas depois do que fizemos. Não acho justo. Mas é coisa do Dougie. Se o cérebro dele for do mesmo tamanho que ele, não sai nada lá de dentro, pelo fato de não ter espaço o suficiente para sair.
- Cadê elas? - Tom perguntou balançando a perna esquerda. Estamos do lado de fora. Ai Deus. São elas. Tom parou de mexer a perna e as encarou. Dougie deixou cair o copo de água e abriu a boca. Harry se levantou rapidamente quando as viu. Eu estou paralisado. Elas vem contra o vento, fazendo os seus cabelos irem junto com ele. Estão usando mini-saias e estão extremamente sexys! Nossa! Aquela é a ? QUE PERNAS!
- Oi, meninos - disse estacionando na frente do Tom, que a olhou de baixo para cima e deu uma bela secada nas suas pernas. Não posso negar que também olhei. A veio falar comigo.
- Oi! - ela disse. Não resisti e a abracei. Ela também retribuiu.
- Estou com tantas saudades! - falei.
- Eu também. Mas por que vocês não quiseram sair com a gente? Já enjoaram?
- Vai ser dificil enjoar de uma garota tão linda... - Coloquei uma mecha do seu cabelo atrás da orelha. Ela ficou sem graça.
- Valeu. Me conta o que vocês fizeram a semana toda. - E lá fui eu inventar coisas para ela...
Eu e as meninas chegamos. Enquanto caminhamos em direção deles, seus olhos param de fazer tudo para nos observar. No começo até fiquei sem graça, mas depois fiquei me achando. Ai Deus! O Harry tá me encarando. Ele tá muito lindo. Está de boné com os óculos escuros preso na gola da camisa da Hurley. Está calçando um All Star cinza lindo. As meninas foram falar com os outros caras. A já está a altos papos com o Tom, já se abraçando com o Danny e a conversando com o Dougie normalmente, mas eu senti que ela tá querendo beijá-lo. Depois de ter passado tanto gloss. O Harry veio andando em minha direção. Olhei para trás.
- É com você mesmo que eu quero falar - ele disse. Me virei para a frente.
- Sério? Depois de uma semana? Não vai querer ir atrás de outra? - perguntei sem um pingo de dó. Mas doeu lá dentro...
- Ai, foi mal. Depois de uma semana exaustiva, com saudade sua, você diz isso. Ai. - Ele colocou a mão no peito.
- Você sentiu saudade minha? - Gargalhei.
- Senti. Mas o que eu posso perceber é que você nem se quer sentiu a minha falta. - Isso está doendo cada vez mais. Vê-lo em pé, na minha frente, do jeito que está, na pose que está, me deixa sem fôlego.
- Okay, Judd. Eu entrego as cartas, senti saudade sua - falei fazendo cara de séria. Tenho que mostrar pose de durona. Acho que ele está acostumado com garotas fáceis. CLARO! Ele passou quatro anos com a Izzy. Que dava para ele toda noite.
- Posso te dar um beijo? - Ai ai...
- Claro. Por que não? - Ele veio em minha direção pronto para me beijar. Quando nossos lábios estavam quase juntos, virei o rosto e ele beijou minha bochecha. Raios correram por todo o meu corpo. Me afastei dele. - Pronto. Já deu. - Ele ficou com o queixo no chão. Sai andando, deixando-o para trás.
- Vamos, galera. – O ouvi chamar todos. Eu, ele, e Dougie fomos no carro do Dougie. Tive que ir atrás com ele. Mas queria ficar longe. Para cessar a vontar que eu tô de beijá-lo e dizer que o amo.
- Oi! - Dougie me disse, colocando as mãos nos bolsos e se aproximando de mim.
- Oi - falei normalmente. Sem o abraçar e sem dizer nada. Olhei para os lados, para fingir que não estou me importanto com a presença dele na minha frente.
- E aí...
- E aí o quê? - perguntei.
- Aff... , não deu para a gente sair nesses úlimos dias. Não aconteceu nada - ele me falou de uma forma chorosa. Acho que estou derretendo.
- Eu sei. E respeito. Só não sei quais foram esses probleminhas que vocês disseram para a gente. Na verdade, teve algum problema ou vocês só disseram isso para se livrar de uma semana da gente e pegar todas em algum pub? - falei rapidamente. Ele engoliu em seco.
- Por que eu ficaria com outra garota, se já tenho você? - Ele quer me matar. Esse jeito galanteador.
- Porque você pode pensar que eu sou estúpida o suficiente para te fazer tudo o que você quiser. - Nossa. Essa eu coloquei pesado. Mas comigo o lance é diferente.
- Você não é estupida, e eu não estou pedindo pra você fazer nada, você faz por si própria. É linda, engraçada, minha. Isso basta. - Ai. Aposto que eu fiz a maior cara de abestalhada agora.
- Dougie, você acha mesmo que eu vou cair nessa sua ladainha? Só tenho 17 anos. Meu corpo ainda nem terminou de se modificar. Não sou feito as bitchs que você pega, ou pegava, nos pubs. Elas não tem uma coisa que eu tenho muito! Sentimento.
- Por isso sou louco por você. - Ele sempre acha um jeito de me colocar contra a parede.
- Vamos, gente - Harry falou. Dei meia volta e fui entrar no carro do Dougie. Fui na frente, para não ter que segurar vela do Harry e da . Coloquei o cinto de segurança e abri a janela. Apoiei o braço.
- Para onde vamos? - perguntou.
- Surpresa - Harry falou. revirou os olhos. Ele arqueou uma sobrancelha e começou a encarar as roupas que está vestindo. - Hey, essa roupa foi a que você usou quando eu te chamei para sair. - A arregalou os olhos e engoliu em seco. Virou o rosto e sorriu para o Harry.
- Parabéns! Você notou! - ela disse dando uma tapinha no ombro dele. Dougie deu partida no carro.
- Vamos morrer! - falei.
- Por quê? - perguntou.
- O Dougie está dirigindo. - O olhei com cara de irônica. Ele me olhou pelo canto do olho.
- Muito engraçadinha. - Ele sorriu forçado. Não pude deixar de dar uma risada.
Dougie Poynter
- Muito engraçadinha - falei após a ter tirado onda da minha cara. Aposto que ela só disse isso para chamar atenção. Mas essa risada que ela soltou... Nossa. É linda. Estou seguindo o Tom, que está passando por todo o trânsito como uma agulha passa pelo tecido.
- Para onde vamos? - insistiu novamente.
- Já disse. Surpresa - Harry respondeu. Pelo que pude perceber, a está meio incomodada. Todas as vezes que o Harry coloca o braço por cima dos ombros dela, ela retira. Ele me olhou, com cara de súplica. Eu levantei os ombros, identificando que não sabia.
- Então... Vamos colocar alguma música... - disse ligando o rádio e colocando em uma estação. Está começando a música do Lostprophets, Always All Ways [N/A: Valeu Vii! =D] . A olhou para a pelo o retrovisor e abriu um grande sorriso. As duas começaram a cantarolar.
- I guess I'm trying to say "I'm sorry" but it always comes out wrong, I think a part of you still loves me even though we are moving on... - Elas sorriram e deixaram a música seguir sozinha. olhou para Harry por cima do ombro. Eu e a percebemos e demos um sorriso. Eu a encarei, ela também fez o mesmo. Depois abaixou a cabeça, quebrando o nosso contato visual.
- And I wait 'til I'm on my own... - Ela cantou olhando as mãos entrelaçadas. Voltei a me focar no trânsito, mas minha mente insistia em virar a cabeça para observá-la.
Harry Judd
me olhou sobre o ombro. Eu a olhei também. Ela, discretamente, virou a cabeça para o lado oposto. Ô garota difícil! Fiquei queto. Peguei um papel que está em cima do banco e tirei uma caneta de dentro do porta luvas, que fica atrás da cadeira do Dougie. Escrevi.
"And I wait you all my own, and I wait for you to see, all the time I spend alone now, won't confort me."
Coloquei em cima da sua perna. Ela abaixou a cabeça, pegou o papel e olhou. Depois de alguns segundos, ela me olhou, novamente, por cima do ombro e deu um sorriso. Balancei a cabeça como sinal de "sim". Ela virou a cabeça para a janela do carro e ficou encarando a paisagem.
- Acho que chegamos - Dougie falou descendo do carro. Ele parou o carro de frente à "floresta" que fica na beira da estrada.Todos nós fizemos o mesmo. Olhei por cima do capô do carro e vi a olhando o papel que eu dei a . As duas sorriram e se abraçaram. Preferi não ir até lá. Dougie veio até minha direção.
- Como você e a estão? - ele perguntou.
- Por culpa sua, ela nem se quer tá falando direito comigo. - Dei um murrinho do braço dele.
- Foi mal. Acho que passamos dos limites - ele explicou. - Mas não se preoucupa. Vai ficar tudo bem.
- Espero que sim. Eu gosto muito da . Depois de todos os momentos que passamos juntos, acho que não estou mais gostando, provavelmente esteja - engoli em seco - apaixonado - falei olhando-a novamente.
- Então, falam-me... Por que diabos vocês não quiseram sair com a gente durante TODA a semana? - perguntou, enfatizando algumas palavras.
- Já dissemos, teve uns probleminhas e não podemos sair com vocês.
- Probleminhas uma merda. Eu tenho certeza que vocês só se afastaram da gente para pegar um moi aêw. - Foi minha vez de jogar as cartas. Mas é muita cara de pau mesmo... Eu tive que ir atrás com o Jones. E a foi na frente com o Tom.
- Tô com a . Se realmente teve "probleminhas" - fez aspas com as mãos quando disse probleminhas -, expliquem quais são. - Cruzou os braços. Tom encarou Danny pelo retrovisor com os olhos arregalados.
- Mais tarde vocês irão entender - Danny explicou.
- Mais tarde nada! Quero saber agora! Esperamos a semana toda - falei.
- Não se preocupa. Você vai saber. Eu juro - Tom disse.
- Certo - disse, virando-se para a janela.
- Chegamos - Tom falou, parando o carro no acostamento da estrada, que fica de frente para uma "floresta".
- Sério? Tem certeza? - perguntou, olhando o ambiente com um certo nojo. Típico.
- Tenho. Mas não vamos ficar aqui - Tom respondeu. Olhei para trás e vi as meninas de um lado do carro e os outros caras do outro. A mostrou alguma coisa para a , fazendo o queixo dela parar no chão.
- O que houve com a ? - perguntou se aproximando de mim.
- Sei lá. Mas pelas expressões faciais dela, talvez seja coisa boa. - Sorri para ela. - Vamos ver o que é. - Fomos andando em direção da e da .
- Olha o que o Harry escreveu para a . - Ela nos entregou um papel onde está escrito: "And I wait you all my own, and I wait for you to see, all the time I spend alone now, won't confort me." Abri a boca após ler.
- Que lindo, ! Acho que ele está realmente gostando de você! - disse, após ler junto comigo. A ficou vermelha.
- Eu disse isso a ela - falou. - Mas ela é teimosa. Quer dar uma de difícil.
- E tem que ser assim mesmo! Não vou jogar as cartas tão rápido não. Ele passou uma semana sem me ver, sem dizer nada, sem informar nada. Então não vou entregar tão rápido.
- Gente, eu já volto - disse, indo em direção ao Dougie. Essa ai se entrega fácil, fácil.
Tom Fletcher
- Essas garotas são mais difícieis que quebrar pedra com massinha de modelar - Harry falou cruzando os braços e observando o quarteto, que está reunido ao lado do carro do Dougie.
- Nem me fala. Eu escutei o canto da sereia, e agora estou hipnotizado - falei. A sereia foi uma que eu nunca imaginei que poderia estar em minha vida, nem sabia que ela existia. Até ela aparecer em minha vida. . Tudo nela me atrai. O sorriso, o olhar, os cabelos, o jeito meigo, carinhoso. Sinto um forte aperto no peito quando não a tenho por perto. Os xingamentos que ela me faz (fez), para mim, são elogios, vindos de sua boca.
- Acho que estamos sofrendo um temperamento apaixonante - Danny disse. O Dougie se distanciou um pouco de nós. Foi bem achar um pote de ouro no fim do arco-íris. Já que ele é um anão (gnomo). Ele se sentou do outro lado da pista, não sei para quê. Enfim, vi a sair de perto das meninas e ir até ele. IXI! Só Deus sabe o que esses dois fazem juntos. Hum, se depender do Dougie... A está perdida.
- Dudes, o que está realmente acontecendo com a gente? - Harry perguntou ao ver a jogar o cabelo para trás e dar um grande sorriso.
- Sei lá, dude. Será que elas são feiticeiras? - Danny perguntou depois de ver a dar uma gargalhada exagerada.
- Acho que não. Provavelmente, manipuladoras. Elas estão manipulando os nossos confusos corações - falei após dar uma quebradinha na cintura e ficar super sexy.
- Realmente - Harry disse colocando o braço direito por cima dos meus ombros. – Desde a primeira vez que a vi, senti algo. No começo eram só fãs, mas, agora, inexplicáveis.
- Ahan. Hey, vamos começar a andar. Demora daqui até lá - Danny disse andando em direção das meninas e as chamando para entrar na floresta. Elas nos acompanharam.
Dougie Poynter
Sai um pouco de perto dos meninos. Fui para o outro lado da pista e me sentei um cima de um tronco de uma árvore que havia caído.
A está andando em minha direção. Todas as vezes que ela se aproxima, meu coração começa a bater mais forte, com mais intensidade.
- Posso me sentar com você? - ela perguntou apontando para o meu lado direito. Assenti com a cabeça.
- Então, ao que devo a honra de tê-la sentada ao meu lado?
- Falou tão culto, Poynter. - Ela fez cara de admirada. Dei um sorriso "intelectual". - Ah, eu quero conversar com você.
- Pode começar - permiti que começasse a falar.
- Na segunda, quando você foi me buscar na escola, as meninas, no outro dia, quase me engoliam viva.
- Sério?
Flashback
Entrei na sala de História e todos os olhares se voltaram para mim. Silenciosamente, sentei-me na cadeira que fica atrás da Giulia. O professor continuou a escrever na louça. A Giulia me passou um papelzinho.
"Você namora o Dougie Poynter???????"
Terminando a pergunta com várias interrogações. Respondi.
"Não. Eu estou saindo com ele. É diferente"
Passei o papel por baixo da carteira. Ela o puxou e ouvi o seu lápis escrever no mesmo papel. Ela passou o papel para mim.
"Sortuda! Como aconteceu?"
"Eu semprei sonhei com o Dougie, ai, depois que eu me mudei para a Inglaterra, o conheci no meu primeiro dia. Depois, começamos a nos encontrar, até que nos beijamos na casa do Danny. AH! Minhas melhores amigas estão saindo com os outros McGuys. Por isso vocês tem que achar outros artistas famosos. O McFly tá ocupado. Para sempre!"
Passei o papel para ela. Já estou logo vendo como irá ser o meu dia. Ela passou o papel novamente.
"OKAY! Contanto que você me apresente a eles."
Revirei os olhos. Peguei o lápis e escrevi.
"Tudo bem! Mas só para você saber, O DOUGIE É MEU!"
Passei o papel para ela e fiz sinal para ela parar de mandar esses bilheitinhos. Ela fez sinal de positivo com a mão. Comecei a prestar atenção no professor.
Flashback off
- E foi assim a minha terça-feira - ela disse após me explicar como as amigas dela reagiram a nós estarmos saindo.
- Então você está ganhando proveito só porque está saindo comigo? - perguntei. Ela fez cara de chocada.
- Eu não estou me aproveitando de nada.
- Sei...
- Tá! Se não quiser acreditar... - Ela deu as costas.
- Eu acredito - falei a puxando pelo ombro. Ela olhou para mim fazendo bico. - Você fica fofa fazendo bico.
- Para. - Ela sorriu dengosa.
- É esse sorriso que eu estou esperando a semana toda. - As maçãs do seu rosto ficaram vermelhas em segundos.
- O pessoal está indo. Vamos com eles. - Ela se levantou e estendeu a mão para puxar-me. A segurei e fomos andando.
Estamos há 5 minutos caminhando. A não se cansa de reclamar.
- Que inferno! Quando vamos chegar a esse maldito lugar? - ela perguntou pela décima vez.
- , se você não fechar o pico, eu mesma vou fechar - disse. - Na verdade, eu peço para o Tom fechar, ele deve ser melhor. - Os dois a olharam com um olhar mortal. - Não está mais aqui quem falou. - A saiu correndo por entre as árvores, ficando um pouco longe da gente.
- , não vá muito longe para não se perder - Danny gritou.
- OK! - ela respondeu. Veio andando em nossa direção, até que parou. Começou a ficar pálida e imobilizada. Fomos andando em sua direção.
- Por que está com essa cara de monte, ? - perguntou. Seus olhos estão fixos em algum ponto da árvore que está à nossa frente. Ela levantou o braço e apontou para um certo ponto.
- COBRA!!!!!!!! - ela gritou e foi correndo para o lado por onde estamos caminhando. Todas as meninas começaram a gritar e correr atrás dela. Eu e os caras não pudemos ficar parados e fomos atrás delas. Não aguentei e comecei a rir horrores. Paramos e respiramos fundo.
- Que susto! - falou colocando a mão no peito esquerdo e tomando mais um gole de sua água mineral.
- A é doida o suficiente para ter nos matado de medo - disse sentando onde tinha parado. A saia dela subiu um pouco mais, deixando suas pernas mais a mostra. Arregalei os olhos.
- O que foi, Dougie? - Danny perguntou. Olhei para outro lugar.
- Nada. Olha! Um largato! - disse apontando para o chão, onde um largarto cinza com uma linha verde em suas costa se arrastava pelo chão. Peguei e o coloquei na palma da mão. - Que fofinho - disse fazendo carinho em suas costas.
- Eca! Que nojo! - gritou, colocando a mão na boca.
- Nojo é batom! E vocês passam todo dia na boca! - retruquei.
- Pelo menos, não tem um rabo e uma língua maior que o juízo da .
- Mas a língua de um largato é pequena - disse sem perceber o que havia dito. - HEEYY!!!!! Meu juízo não é pequeno! Eu só não o uso.
- Grande diferença! Vamos continuar a andar. Não falta muito - Tom disse, pegando a mala e levando nas costas. Nos levantamos e fomos andando.
GRAÇAS A DEUS! Chegamos! Não sinto minhas pernas. Estou completamente suado, preciso de um banho.
- Que lindo! - disse ficando admirada com a paisagem. É um grande lago, onde, ao seu final, vários pinheiros formam um muro verde, e, atrás deles, as montanhas formam uma linda cordilheira. E, perto do lago, quatro barracas estão armadas para os seus hóspedes.
- Quem está acampando? - perguntou ao ver o ambiente.
- Agora que chegamos, nós! - Harry disse colocando a mala dentro de uma das barracas.
- Vamos acampar? - perguntou.
- Parece! Essa é a nossa surpresa! Passamos a semana inteira planejando isso. Se contassemos a vocês iria perder a graça - Danny disse agarrando a pela cintura e beijando o seu pescoço. Ela se virou e o beijou.
- Quem teve essa ideia? - perguntou.
- O Dougie! Ele que planejou tudo. Mas o ajudamos em tudo - Harry respondeu. A me olhou boquiaberta. Os olhos da brilharam mais ainda, e não é por causa do sol, mas pela surpresa.
- Tá, isso sim foi uma surpresa - falou apontando para o Harry.
- Desculpa se você se magoou. Mas eu não queria estragar a surpresa. Sabia que você ia gosta - ele disse bem perto dela, mas não falou baixo o suficiente para eu não ouvir. Ela o olhou, agarrou seu pescoço e tascou-lhe um beijo. Eu e o pessoal começamos a gritar.
- Que LINDO!!! - disse apertando as próprias bochechas.
- Não seja por isso. - Tom a puxou pela cintura e a beijou também. Todo mundo gritou novamente. Olhei para a . Ela simplesmente virou a cara e ficou encarando a paisagem.
- ... - fingiu tossir. Ela foi andando em direção a uma barraca. Se enfiando lá dentro. - Ah Dougie, não se preocupa, ela é assim mesmo - disse dando umas tapinhas em minhas costas. Abaixei a cabeça.
- HEY SEUS BILOLÕES! VAMOS TOMAR BANHO!!! - a gritou, saindo da barraca apenas de biquíne, se jogando dentro do lago. Todos nós nos olhamos. Eu e os caras nem pensamos duas vezes, fomos tirando as roupas e ficamos só de boxer. Corremos para o lago e pulamos juntos. Ficamos jogando água um nos outros. A , a e a disseram que iriam colocar os biquínis, entraram nas barracas e se vestiram. Vieram andando em nossa direção na ponta dos pés. Começamos a jogar água nelas. Em poucos segundos, as três já estavam dentro do lago. Ficamos brincando por um bom tempo.
- Estou morrendo de frio - disse batendo o queixo, enrolada na toalha. O Tom a envolveu em um abraço e a apoiou em seu tronco. Só eu, a e o Harry que estamos dentro do lago, sem a mínima vontade de sair. Olhei para o Harry e fiz sinal para ele sair. Ele piscou para mim.
- Então, tá batendo aquela fome, vou ver o que tem para comer... - Harry disse saindo do lago. A me olhou com uma cara estranha.
- Eu não fiz nada. - Levantei os braços em sinal de paz. Ela balançou a cabeça. – Por que você é tão dificil? - perguntei. Ela deu um meio sorriso. Percebi que a distância entre nós ficava cada vez menor.
- Porque nada para mim é fácil! - ela disse. IXI! Só falta tocar a música da Miley Cyrus agora.
- Mas foi fácil para você ter me deixado louco de amor por você! - disse passando a mão pela cintura dela. Seus braços envolveram o meu pescoço.
- Não de novo, Poynter! - Ela sorriu se lembrando da tarde na casa do Danny.
- De novo sim! - Juntei nossas testas e levemente fui colocando os nossos lábios juntos. Senti seu corpo enrijecer quando minha língua se encontro à sua. A prensei mais a mim. Todos os sons tinham desaparecido, até mesmo a gritaria que os outros estão fazendo fora do lago. Nos separamos um pouco, mas deixei as nossas testas juntas.
- Você é tudo o que eu preciso para ser feliz - ela sussurrou.
- Você é tudo para mim! - falei. Ela sorriu e me deu um selinho em seguida.
- É melhor sairmos. Estou com fome - ela disse me puxando para fora do lago. A segui.
- Você é tudo para mim! - Dougie me disse após termos nos beijado. Me senti completa depois de ouvir aquelas palavras.
- É melhor sairmos. Estou com fome - falei o puxando para fora do lado. Ele veio me seguindo. A me entregou uma toalha com um grande sorriso no rosto. Eu senti minhas bochechas arderem. Peguei a mesma e passei no meu cabelo, descendo para todo o corpo. Dougie puxou-a da minha mão e começou a se enxugar com ela.
- Cambada! Vamos comer! - falou (gritou), batendo o garfo no copo, fazendo a maior barulheira. Sentamos na mesinha que os meninos tinham deixado ao lado das barracas. Pegamos os nossos pratos e fomos fazer a nossa refeição. Comemos entre conversas e risadas.
16º Capítulo - A fogueira.
Depois das brincadeiras no almoço e mais banhos no lago, os garotos foram pegar madeira para acender a fogueira. Eu e as meninas fomos tentar arrumar algo para acender o fogo. Graças a mim, que sempre ando com o meu estojo de fazer as unhas, trouxe acetona. A tem o isqueiro. Os garotos chegaram com as madeiras, colocaram ao redor dos troncos das árvores (que colocamos como um quadrado para sentarmos ao redor da fogueira). O sol começou a se pôr. Cada casalzinho sentou em um tronco. Eu e o Danny sentamos de frente para o lago, a e o Dougie se sentaram virados de frente para nós, a e o Harry ficaram do nosso lado direito e a e o Tom sentaram ao lado esquerdo. A fogueira não está com tanto fogo, porque acabamos de acender, mas daqui a um tempo, vai parecer que está acontecendo um incêndio. Cada casal está enrolado em um cobertor para se esquentar. Na verdade, eu nem preciso, estando com o Danny do meu lado... Me aconcheguei mais perto dele.
- Então, seus jackass, vamos fazer o quê? - perguntou colocando a cabeça no ombro do Harry.
- Sei lá, contar piada? - Tom sugeriu. Dougie abriu um grande sorriso.
- Eu começo - Dougie se profunciou dando palminhas. - Então, o que o picolé disse para a geladeira? - ele perguntou piscando os olhos várias vezes. Negamos com a cabeça. - "Você é tão fresquinha"... E o que a geladeira respondeu? "Fresca é você que tem um pau no cu". - Depois caiu na gargalhada. Rimos junto.
- Gostei, Doug - o elogiou. Ele pegou a cabeça dela e deu um beijo na sua bochecha.
- Eu vou pegar os marshmallows - disse se levantando. A lua já havia aparecido e o céu já está escuro o suficiente para dizer que já está de noite. As estrelas se destacam como purpurina sobre um papel fumê preto. - Cheguei. - abriu o pacote de marshmallow e saiu passando para cada um pegar o seu e colocar na vareta e comê-lo beeeeeeem quentinho.
- Quem será o próximo? - Dougie perguntou pegando o marshmallow e colocando ele goela abaixo.
- Eu! - Danny disse. - Joãozinho foi na feira porque a mãe dele pediu para que ele comprasse maracujá. Durante o seu percurso, ele viu uma mulher tomando banho, pela janela do banheiro. Depois de muito tempo a apreciando, ele chegou na venda. "Senhor quanto é o marajá?" Joãozinho perguntou ao homem. "Marajá? Não é maracujá, não?" O senhor corrigiu. "Sim senhor! Mas o problema é porque eu deixei o 'cu' no poste." - Todos nós caimos na risada. Só o Danny.
- Essa foi ótima! - elogiou o Danny também. O Dougie fez bico. - Mas eu prefiro a sua! - ela disse apertando a bochecha dele. O pirralho abriu um sorriso.
- VAMOS TIRAR FOTO! - eu disse me levantando e indo pegar a câmera na minha bolsa. Fui na barraca, peguei a câmera e voltei para a fogueira. A liguei e tirei uma foto minha e do Danny. O problema foi que eu tirei na hora em que o Danny estava colocando o marshmallow na boca. Saiu muito engraçada.
- Olha - disse mostrando ao Danny. Ele sorriu mostrando todo o marshmallow. Fiz cara de nojo. Peguei a câmera e fui tirar uma foto do Dougie e da . Eles estão conversando e rindo. A foto saiu com os dois sorrindo um para o outro. ONW! Ficou linda! Apontei a câmera para a e o Harry, que estão se beijando (engolindo). Tirei a foto na hora. Para ficar mais romântico, mostrei as estrelas ao fundo da imagem. Depois virei a máquina para o Tom e para a . A está colocando mashmellows na boquinha do Tom. Eu tirei a foto na hora em que ele abriu a boca. Ficou linda.
- Ficaram lindas - disse.
- Vamos tirar fotos nossas! Vamos! - Danny disse tirando a máquina da minha mão e a colocando na nossa frente, tirando uma foto. Quando fui ver, ele tinha feito careta. Não é novidade da parte do Danny. Ri muito.
Ouvi um barulho de câmera tirando foto enquanto eu dava um belo beijo de cinema no Harry. Nos separamos um pouco.
- Nossa! Você beija MUITO bem - ele enfatizou o "muito". Fiquei sem graça.
- Valeu. Você não é NADA mal - falei enfatizando o "nada". Ele sorriu.
- O que está achando? - ele me perguntou, abraçando-me e olhando para as estrelas. Fiz o mesmo.
- Perfeito. E melhor aqui do seu lado.
- Também - ele concordou falando a respeito de mim. Todas nós, com certeza, achamos quem procurávamos. Fiquei assim com ele por um bom tempo. Para mim, já tenho tudo só estando com o Harry do meu lado.
- Eu te amo - falei para ele.
- Eu te amo muito mais! - Ele me olhou e voltamos a nos beijar.
- Abre a boquinha, Tom! - eu disse colocando um marshmallow na dele. Ele o mastigou e engoliu.
- Fica mais gostoso sendo colocado por você na minha boca - ele disse. Beijei a covinha dele.
- Que bom. Lá vai mais um - disse. Ele abriu a boca e eu coloquei mais um marshmallow na boca dele.
- Não quero mais. Acho que vou engordar se comer mais. - Comecei a rir euforicamente. Tom riu junto.
- Tudo bem então - aceitei.
- ... Eu tenho uma coisa para te perguntar - ele disse me abraçando. Eu me aconcheguei mais.
- Pode perguntar até duas vezes se quiser. - Deixei. Ele me soltou e se ajoelhou aos meus pés. Minha boca foi parar no chão.
- ... Quer namorar comigo? - ele perguntou segurando minhas mãos. Todo mundo olhou para a gente. Mas eu nem ligava. Não tenho reação. OMG! Acho que vou dar mais um passo na vida...
17º Capítulo - Mais surpresas!
Tom Fletcher
- , você quer namorar comigo? - Segurei a mão dela, após ter me ajoelhado aos seus pés e ter feito o pedido que, eu acho, ela tanto esperava.
- Tom, eu estou sem palavras! - ela disse, abobalhada. Seus olhos brilharam mais, seu sorriso ficou mais aberto. Todo mundo nos encarava. Tenho que admitir que fiquem admirado com a minha astúcia. Sei que já pedi outras garotas em namoro, mas ela é diferente. Percebi que seus olhos se encheram de lágrimas, mas não eram de tristesa, eram de alégria. Sorri junto. Ela me puxou e me beijou. Acho que é um sim. - Claro que sim, sim, sim, sim! - ela repetiu várias vezes depois que nos separamos. Lhe dei vários selinhos rápidos. Todo mundo gritou e veio nos abraçar.
- TUDO DE BOM! - ouvi a dizer. Sorri. Os caras bateram em minhas costas como parabenização.
- , tudo de bom para você e o mono-cova! - disse assanhando o meu cabelo.
- Valeu, gente! Muito obrigada - agradeceu a todos.
- Idem! - falei olhando-os.
- Vamos deixar os pombinhos sozinhos por um tempo - disse se levantando. Todos voltaram para os seus lugares. Me sentei ao lado da e coloquei novamente o cobertor por cima de nós. Ela abraçou a minha cintura.
- É tão bom estar ao seu lado - me disse. - Tudo fica em paz. Tudo desaparesse - ela adicionou.
- Sinto o mesmo. Mas a única coisa que não fica em paz é o meu coração. Ele não para de gritar o seu nome. Querendo ter você sempre com ele.
- Mas agora tem, como o meu. Ele não quer outra pessoa a não ser Tom Fletcher. Esse cara. - Ela cutucou a minha barriga. Ri. Ela levantou a cabeça e me olhou nos olhos. - Eu te amo, muito, muito, muito. - Acho que é mania dela repetir as palavras.
- Eu também! Por isso quero namorar você. Sinto que teremos um lindo futuro pela frente - falei beijando o topo da sua cabeça.
- Também. É tão diferente para mim namorar o cara com quem eu sempre sonhei...
- E é estranho para mim namorar uma fã. Meio louquinha. - Ela bateu em minha perna. - Mas muito, muito, muito linda.
- Eu não sou louquinha. Mas sou linda! - Ela sorriu. Dei um meio sorriso. Coloquei a minha mão em sua bochehca e a massagiei.
Ela fechou os olhos, demonstrando que gostou do carinho.
- , quer namorar comigo? - ouvimos o Tom perguntar ajoelhado aos pés da . Cutuquei o Dougie para ele ver a cena. Ele abriu um grande sorriso. A não vai dizer nada?
- Tom, eu estou sem palavras! - Ela o puxou e o beijou apaixonadamente. Eu fiz um "onw" bem leve e me encostei no ombro do Dougie.
- Vamos atrapalhar! - Dougie se levantou para atrapalhar o momento da . Eu o puxei pela caça, colocando-o de volta onde estava.
- Mantenha sua bunda aqui! - ordenei. Ele assentiu com a cabeça. - Quando eles terminarem de se beijar, vamos lá. Você é um segura vela daqueles, hein?
- Às vezes - ele respondeu. - Mas prefirou que segurem vela para mim - ele disse me abraçando.
- Espera até conhecer o meu irmão. - Fiz cara de tédio. Ele sorriu e me beijou.
- AÊW TOM!!!!!! - Danny gritou batendo palmas.
- MANDOU BEM!!!! - Harry gritou.
- Acho que agora podemos falar com eles - disse me levantando e levando Dougie junto comigo. Abraçamos os pombinhos
- TUDO DE BOM! - disse. A sorriu. ONW! Eles ficam tão lindos juntos!
- , tudo de bom para você e para o mono-cova - falou.
- Valeu, gente! Muito obrigada - agradeceu.
- Idem - Tom disse.
- Vamos deixar os pombinhos sozinhos por um tempo - falei me levantando e puxando o Dougie, que estava agarrado ao Tom. Voltamos a sentar onde estávamos. Fiz cara de tédio para ele.
- Quê? - ele perguntou, jogando aquele olhar infantil para cima de mim.
- Nada... - falei irônica. - Enfim... Segunda você pode me levar para a escola ou tem algum problema? - Pisquei os olhos várias vezes.
- Tem. Meu carro tá sem gasolina e eu tenho preguiça de ir ao posto colocar - ele disse fazendo cara de bilolão.
- Aff... - Revirei os olhos e me virei para o lado oposto, fingindo observar o lago "negro".
- Eu estou brincando! - Ele me puxou pela cintura e me juntou para mais perto dele. - Claro que eu te levo. E se tiver mais probleminhas, tenho certeza que você vai gostar!
- Isso é fato! - Sorri. Coloquei meus braços por volta do pescoço dele. Ele deu três selinhos bem rápidos em mim.
- Vou te levar todos os dias se você quiser - ele me disse.
- Dougie, vai ser muito incômodo - falei. Ele sorriu.
- Nem se preocupe - ele insistiu.
- Tem certeza que não vai te atrapalhar? As meninas podem me levar. Ou eu posso ir a pé mesmo - expliquei. Não iria me sentir bem se ele perdesse algum compromisso por minha culpa.
- Não, não. Eu faço questão de te levar à escola. Assim, quando eu for conhecer os seus pais, eu vou poder dizer que contribui para os seus estudos.
- É mesmo. Gostei da ideia! - falei.
- Às vezes eu penso. - Ele sorriu forçado. Dei um beijo em sua bochecha. - É tão bom estar ao seu lado - ele disse olhando-me nos olhos. - Acho que poderia fazer do inferno o paraíso.
- Ai garoto. Nem brinca com uma coisa dessas. Você tá delirando? - Coloquei minha mão na testa dele. Ele negou com a cabeça.
- Acho que melhor do que essa sensação, só na cama.
- Agora eu tenho certeza que você está delirando! - disse sorrindo.
- Não, não - mais uma vez ele negou. Gargalhei. Apoiei minha cabeça em seu ombro descoberto. Pude sentir mais o seu cheiro forte. Ele apertou mais minha cintura. Apertei um pouco o seu pescoço. Ele suspirou fundo.
- Isso está acontecendo? - perguntei para ele, apreciando a fogueira e vendo a brincar com o Danny. Sorri involuntariamente.
- O quê? - ele perguntou me olhando.
- Isso. Esse momento. Eu nunca imaginei estar assim com você! Sempre imaginei estar com você, mas nunca imaginei como. Quais as possiblilidades de um dia estar bem próxima de você? - expliquei passando a mão pelo seu braço musculoso descoberto.
- Ah... Entendi. É, acho que posso compreender - ele falou.
- Er... Mas, sabe, eu fico feliz e triste ao mesmo tempo - disse.
- Como assim triste? - ele perguntou.
- Sabe... Eu tenho medo que um dia isso possa acabar.
- Hey hey... - Ele me segurou pelos ombros e encostou as nossas testas. Senti que algumas lágrimas iriam começar a marejar. - Eu te prometo que enquanto estivermos junto, vou fazer de tudo para ficarmos juntos. Te prometo. - O abracei e voltei a colocar a minha cabeça em seu ombro. Dougie retribuiu o meu abraço.
- E feliz por estar com você. Por ter te encontrado. Finalmente - expliquei o segundo ponto de vista.
- Também estou feliz com você. Acho que nunca tinha ficado com uma fã pelo fato de que elas não poderiam se controlar perto de mim. - Ele arregalou os olhos. Ri.
- Eu sou desse tipo? - perguntei.
- Ainda bem que não. - Ele sorriu. - Acho que ficaria triste se você surtasse todas as vezes que me visse. - Ele fez cara de triste.
- Sério? - Levantei a cabeça e o encarei.
- Sério! Mas você tem alto controle. Eu acho.
- Pode deixar que eu tenho sim - assegurei.
- UFA! - Ele passou a mão na testa. Ri. Estava ficando com sono. Bocejei. - Acho que está na hora da Bela Adormecida voltar para a cama, hein? - ele observou, passando a mão pelo meu queixo.
- Concordo. Estou com sono. Vou ir para a barraca. Te amo! - Lhe dei um beijo e me levantei. Fui andando para a barraca que eu e a iríamos dividir. Que merda! Eu queria dormir juntinho do Dougie. Mas ainda não estamos namorando. AINDA! Entrei lá e coloquei o meu pijama. Me deitei no colchão e me enrolei no lençol. Com poucos minutos, a chegou.
- Mas tu é franguinha mesmo!!! - ela disse sentando ao meu lado.
- Eu? Por quê? - perguntei olhando-a por cima do ombro.
- Porque em vez de você está abraçada com o Dougie lá fora, preferiu vir dormir. Agora ele tá lá, jogando pedrinhas para o lago - ela me disse apontando para a portinha da barraca.
- Tá, eu vou ficar com ele - disse pegando o lençol e me enrolando nele. A abriu a portinha da barraca e saiu. Eu a segui. Quando olhei para frente, um projeto de pessoa estava sentado bem perto do lago. O luz da lua batia nele apenas refletindo a sua sombra na areia. Fui andando vagarozamente, já que estava sem sandálias. Me sentei ao seu lado. Ele sorriu quando viu que era eu.
- HEY! Sabia que você não ia dormir sabendo que eu estava sozinho aqui fora. - Ele passou o braço pelos meus ombros. Eu me juntei mais a ele.
- Posso sentar no seu colo? É porque eu tô de pijama. - Abri o lençol deixando a mostra o meu baby-doll. Ele arregalou os olhos e abriu as penas. Me levantei e sentei no meio delas. - Assim tá melhor - falei me aconchegando nele. Ele envolveu os braços em mim.
- Se quiser dormir... - ele disse.
- Vou ficar por aqui mesmo. Estou em um lugar melhor o que um colchão. - Ele sorriu. O acompanhei. Fechei os olhos e tentei dormir, mas não consigo com Dougie por perto.
Danny Jones
- E foi assim que eu aprendi a andar de biscicleta. - A tinha acabado de me dizer como ela aprendeu a andar de biscleta. Foi de uma forma engraçada. Ri muito.
- Foi engraçado, mas ainda bem que você aprendeu - falei. Ela sorriu. - Eu aprendi da forma original. Primeiro com as rodinhas, depois tirando-as.
- SÉRIO? - fez cara de suspresa. Sorri irônico.
- Ahan! Mas quem me ensinou foi a Vicky. Como ela é a mais velha. - Peguei mais um marshmallow e comi.
- Ah... Quem me ensionou foi meu pai. - Sorri para ela. - Danny, você já pensou... - Não deixei ela terminar.
- Quase nunca eu penso, mas prossiga. - Ela gargalhou.
- Enfim, você já pensou em fazer outra coisa? Além de ser músico - ela me perguntou.
- Já. Acho que todos nós. Sempre chegam os momentos difíceis e pensamos em fazer outra coisa. Mas eu amo o que faço, e pretendo continuar por um bom tempo - expliquei. Ela assentiu com a cabeça.
- E você pensou em fazer o quê?
- Ah... Sei lá, mas eu gosto muito de fotebol. Acho que seria um jogador titular do Chelsea.
- Chelsea é o meu time favorito da Inglaterra! - ela me disse. Dei um grande sorriso.
- Legal! É incrivel como temos os mesmos gostos. Pelo menos, bem parecidos - falei. Realmente. Desda primeira conversa que tivemos juntos, percebi grandes semelhanças entre nós. Tudo nela me atrai. O sorriso, o jeito tímido, meigo, sua voz. Acho que, quando estou triste, basta pensar nela para ficar feliz novamente. Os dudes sempre dizem que eu nunca estou de mal humor ou triste. Mas às vezes temos os nossos momentos de fraqueza. Não é bom demonstrá-los, mas eles não se escondem.
- É mesmo! Eu aprendi muitas coisas com vocês! Inclusive a cantar. Uma das minhas grandes inspirações, quer dizer, a minha grade inspiração é você. O McFly. As músicas de vocês, é como se falassem com nós.
- Nossas músicas são principalmente voltadas para as nossas fãs. Claro que algumas fizemos para as nossas namoradas. - Ela revirou os olhos. Gargalhei. - Mas elas já foram descartadas, acho que agora as músicas podem ser feitas para vocês. - Lhe abracei dando-lhe um beijo na sua bochecha. Ela se aconchegou mais em meus braços.
- Espero que sim! Eu e as meninas escrevemos algumas músicas que falam do nosso amor por vocês. - Ela deu uma pausa. - Posso te dizer uma coisa? - ela me perguntou.
- Claro, até duas - disse.
- Eu ficava com tanta raiva da Olivia, da Georgia. Ou alguma coisa do tipo - ela me disse fechando as mãos.
- Mas elas não estão mais em minha vida.
- Mas já estiveram. E podem voltar. Eu tenho medo.
- Eu vou te assegurar que, se elas voltarem, não vão roubar o seu lugar no meu coração - disse. É verdade. Eu senti felicidade com as garotas, mas com a é diferente. Ela não só me faz feliz. Me faz ir além do que a paisagem me mostra, me faz viajar além da estrada.
- Me promete? - ela me perguntou.
- Te prometo - a assegurei. Ela me apertou mais. Retribui.
Após ter passado uma noite coladinha com o Juddão e ter dormido junto com um monte de mosquitos, estávamos novamente com o pé na estrada (areia) para voltar à nossa casa. Não aquento mais andar.
- Pelo... Pelo amor de Deus, vamos descansar - disse com a garganta seca. Retirei a garrafa de água de dentro da mochila e a revirei goela abaixo (a água). As meninas fizeram o mesmo.
- Vamos logo! Eu não quero chegar tão tarde em casa! - Tom disse. Aff...
- Calma ai, Tom! Deixa elas descansarem - Harry disse apontando para nós.
- Tudo bem, mas podem ir um pouco mais rápido - ele nos apressou.
- Por que você está com essa vontade toda de ir para casa? - perguntou.
- Surpresa - ele disse dando um grande sorriso, deixando a mostra a linda covinha.
- ONW! Qualquer dia eu infarto com uma dessas surpresas de vocês - disse.
- AI! Vira essa boca lá para o outro lado! Não quero perder minha namorada tão cedo - Tom disse lhe dando um beijo.
- Vamos lá, dois coelhinhos peludos com um rabinho interessante - disse se levantando e dando um pedala na cabeça da . Comecei a rir. Harry esticou a mão para me levantar. Eu a segurei e fui andando com o seu apoio.
- Um elefante atrapalha muita gente, dois elefantes atrapalham muito mais! - começou a cantarolar a música infernal do elefante.
- Duvido você chegar a vinte - Harry disse para a .
- Ela já chegou a cinquenta. E vai por mim, quase que eu morro nesse dia. Mas, graças a Deus, existe uma tecnologia chamada iPod - disse para ele, arrancando uma risada de todos, até mesmo da .
- Três elefantes atrapalham muita gente, quatro elefantes atrapalham muito mais! - ela prossegiu, e vai continuar durante um bom tempo.
- BATI O MEU RECORDE!!! - gritou após ter cantado até 51 elefantes! A estava vermelha de raiva, a tampou os ouvindos com as mãos e eu fiquei conversando com o Harry o caminho todo. - 52 elefantes atrapalham muita gente... - ela continuou.
- E uma atrapalha muito mais! - disse.
- NÃO! Eu sou completamente... - não deixou ela terminar.
- IRRITANTE! Pelo o amor do Senhor Jesus Cristo, PARA DE CANTAR! - implorou. Gargalhei. A se encolheu.
- Tá bom! Então eu vou cantar a do pente! - Ela fez cara infantil e começou a cantar a músiquinha do pente. - Meu amor quebrou o meu pente! Amor, me dê mais dois pentes! Meu amor quebrou três pentes! Amor, me dê quatro pentes! - Ela saiu saltitando pela floresta afora.
- Eu vou fazer ela calar a boca - Dougie disse correndo na direção dela. Já sei até o que ele vai fazer. Chegou por trás dela e a virou rapidamente. - Cala a boca! - E lhe deu um baita beijo. HUUUM!!!! Acho que depois dessa, a vai se fechar completamente.
- Graças a Deus! - disse levantando as mãos para o céu. A a acompanhou. Chegou a ficar um chiado estranho no ambiente.
- Nossa! Depois dessa, eu esqueci onde estava! - disse colocando a mão na testa depois que Dougie a soltou. - Acho que vou ter que começar de novo - ela disse. AI MEU DEUS!!!!
- Acho que terei que repetir a dose - ele disse pegando o rosto da e a beijando.
- Acho que ele vai ter que ficar assim por um bom tempo - falei. - Vamos andar. Os carros não estão muito longe. - Voltamos a andar deixando Dougie e para trás. Quando menos percebemos, eles já nos acompanhavam um pouco atrás.
Tom Fletcher
A sabe como irritar uma pessoa! E como sabe... Enfim, depois que o Dougie a calou, chegamos rapidamente no carro, acho que sei por que estávamos demorando tanto.
- Finalmente - disse após ligar o ar condicionado do carro. A e o Danny entraram em seguida, no banco de trás.
- Graças a Deus! Não vejo de chegar em casa e tomar um banho decente - disse. Olhei pelo retrovisor e vi Danny a abraçando. Quando olho para eles, vejo um amor verdadeiro. Como o dos outros casaizinhos. Como eu e Tom.
- Duas! - concordei. Ninguém merece ter que tomar banho em um lago. Além de estar poluindo, é péssimo ter que tomar banho sem a água estar filtrada.
- Então vomos logo! - Danny disse. Após ele ter terminado, Tom pisou o pé no acelerador e colocou o carro na pista. Olhei pelo retrovisor e vi o carro do Dougie logo atrás do nosso.
18º Capítulo - OMG!
Harry Judd
- BYE! - Deixamos as meninas no prédio delas e fomos para nossas respectivas casas. O Dougie iria me deixar na minha casa.
- O que você achou desse final de semana? - Dougie me perguntou. O olhei com um sorriso sarcástico no rosto. Ele deduziu logo o que eu quis dizer.
- Foi melhor do que perfeito - respondi.
- Nossa. Eu também achei. Estando com a , eu poderia ir para o inferno que ficaria tudo bem! - ele me disse.
- Idem! O que você acha que pode ter acontecido conosco? D epois que elas apareceram, tudo mudou - expliquei. Ele fez cara de pensativo, mas não colou.
- Ah dude, sei lá... Talvez tenhamos nos apaixonado - ele disse. Tá tudo bem, mas como? Isso aconteceu tão de repente.
- Como?
- Como todo mundo! Nos hipnotizamos com a forma delas tocarem os instrumentos, de cantarem. De gostarem de nós! - ele respondeu. Pode ser. Mas eu acho que ainda tem mais coisa.
- Talvez. Mas isso não é suficiente. Eu não gosto da só pela forma dela tocar bateria. Não! Eu gosto dela por ser linda, engraçada e me amar! - expliquei. Dougie parou o carro em frente à minha casa.
- Tchau, dude! Mais tarde nós conversamos - Dougie me falou. Abri a porta e desci. Olhei para o lado e vi o carro dele desaparecer. Peguei as chaves que estavam dentro do bolso e abri a porta. Liguei a luz. OMG!
- Izzy? - O quê? Como ela...?
- Esse final de semana foi perfeito! - Sinceramente, os carinhas capricharam! Eles realmente fizeram o meu paraíso o Mundo das maravilhas! Sem uma sombra de dúvida! E a melhor parte de tudo foi que eu passei bem pertinho do Danny, independentemente de quem estava nos acompanhando. Estou vendo as fotos que tiramos no acampamento. É tão hilário, passar cada momento junto com ele... Não me canso de dizer que fico completa. Quando ele fala coisas engraças no meu ouvido, ou até mesmo românticas... Ah Danyy...
- !!! EU TÔ TENTANDO FALAR COM VOCÊ! - gritou comigo. Acordei do transe. Estava tão desligada vendo as fotos minhas com o Danny que acabei nem percebendo que ela tava querendo falar comigo.
- Foi mal! Nem percebi que você estava falando comigo - expliquei calmamente. Ela se sentou do meu lado e me mostrou uma revista. OMG!!!! Somos eu e o Danny andando na patinação do gelo. E logo em seguida eu deitada sobre o solo sólido! Meu DEUS!!! - OH MY GOD!!!!! Eu estou em uma revista de fofocas!!! Vamos ver o que escreveram! - Comecei a ler o que tem em baixo das fotos.
Parece que o nosso querido guitarrista, Danny Jones, do McFly,
arrumou uma nova garota!
Pelas fotos mostradas acima,
ela parece ser meio desastrada...
Mas será que o Danny pensa assim?
Só ele sabe...
- Pelo visto, seu encontro com o Danny foi descoberto por todo o mundo... - tirou gracinha. Dei uma olhada mortal para ela. - Foi mal!
- E agora? Por onde eu for, vou ser reconhecida! - Me levantei da cama e comecei a andar de um lado para o outro, com as mãos na cabeça. Se eu fosse na rua, é bem capaz de alguem jogar uma pedra em mim. Por estar saindo com o Danny. E se uma das exs dele tivesse visto isso? VÃO QUERER ME MATAR!!!
- Sim... Mas você não vai poder passar o resto da sua vida presa aqui, né, ... - tem razão, eu não posso me prender muito a isso. Afinal, eu não estou tão nítida na imagem. Podem me confudir com outra pessoa. Mas, graças a Deus, não vou me confunfir com uma loira, porque eu não sou a Olivia, nem a Pixie Lott e nem a Gergia. Ou seja, eu não sou feia e nem burra!
- É, mas se... o Danny pensar que eu só estou saindo com ele para ganhar fama? Ou pensarem que o Danny só está saindo comigo para se aproveitar da minha pessoa? - perguntei ainda andando de um lado para o outro. - Nunca na floresta que eu vou me aproveitar de um garoto. Principalmente se for Danny Jones!
- Eu sei, honey! Mas o problema são as outras pessoas. Quando o Danny estava namorando as oxigenadas... você não fazia criticas más a elas? - Assenti com a cabeça. Mas se elas só tinham coisas ruins? Tenho culpa? - Então! As outras pessoas podem pensar da mesma forma, ou piores, como você!
- É verdade. - Parei de andar. Me sentei no chão. - Mas o próprio Danny disse para mim que me ama! Que realmente gosta de mim! Como eu vou achar que ele só está querendo se aproveitar?
- É verdade! Mas o próprio Danny disse para mim que me ama! Que realmente gosta de mim! Como eu vou achar que ele só está querendo se aproveitar? - A está desesperada! ONW! Eu não gosto de ver nem uma amiga minha sofrendo.
- Mas ele não está se aproveitando de você! Vai por mim! Se ele disse que te ama, acredite! Não ligue para o que as pessoas vão falar! Você mesma disse que não iria ligar para o que iriam inventar! - relembrei o que a havia me dito um bom tempo atrás.
- Eu sei! Mas antes eu nem fazia ideia de como é isso! Mas agora eu sei! - Ela começou a chorar.
- ... Você está fazendo tempestade em copo d'água! Relaxa! - Eu sentei ao lado dela e coloquei meu braço direito em volta dos seus ombros. A apoiou a cabeça em meu ombro.
- Eu não tô ligando pelo fato de ter aparecido na revista, mostrando quase a minha calcinha, mas pelo fato de que o Danny pode pensar que eu estou apenas usando ele. - Ela se pôs a chorar mais.
- Mas ele sabe que você não está o usando!
- Espero que sim! Mas eu também estou preocupada em o que podem inventar mais! Daqui a pouco, vão dizer que eu vou estar grávida dele!
- Vira essa boca para lá! - Levantei a mãos e a balancei para a frente.
- Mas é verdade!
- Você é muito dramática! Não se preocupa! - A campainha tocou. Ouvi a porta se abrir.
- Oi, Danny! - ouvi a dizer. A me olhou e se levantou rapidamente. Passou as mãos pelos olhos e nas bochechas. Estão batendo na porta. - ! Surpresa para você! - disse.
- Como eu estou? - sussurrou. Fiz sinal de positivo. Ela se sentou na cama e cruzou as pernas. Me levantei e abri a porta.
- Danny! - O abracei. Ele retribuiu. - Bem, vou deixar vocês a sós. Qualquer coisa, estou lá fora - disse apontando para fora. Saí e fechei a porta delicadamente. - Esse dois... - disse para mim mesma.
Danny Jones
- Oi, Danny! - me recepcionou. A abracei. Não consigo passar um minuto longe da . É a mesma coisa que viver sem chocolate. O gosto não sai da boca, você deseja todas as horas e, quando está com ele, não quer soltar por nada.
- OI! Onde a está? - perguntei para a , que deu permissão para eu entrar no apartamento delas. Fui entrando vagorozamente.
- Ela está no quarto. É por aqui. - Ela me levou até o quarto delas. Até que parou em frente de uma porta onde estava escrito: "Propriedade da e da , mantenha distância." A abaixou a cabeça e começou a rir, ficando vermelha. - Ignore a placa - ela me disse. Ela bateu na porta. - ! Surpresa para você! - ela disse olhando-me por cima do ombro. Eu sorri envergonhado. A abriu a porta.
- Danny! - Ela me abraçou. Eu retribui. - Vou deixar vocês a sós. Qualquer coisa, estou aqui fora. - Ela foi saindo e fechou a porta. A se levantou. Seus olhos estavam meio vermelhos. Fui me aproximando dela.
- O que houve com a minha princesa? - Ela mordeu os lábios e virou a cabeça para o lado esquerdo. Me sentei ao lado dela na cama e a abracei.
- Você viu? - ela me perguntou ainda virada para o lado esquerdo.
- Vi o quê? - perguntei. Do que ela está falando?
- Isso. - Ela colocou uma revista sobre a minha perna. OMG! É a gente, na patinação do gelo.
- , eu juro! Eu não sabia! - eu disse. Ela virou a cabeça para mim e me olhou nos olhos. Estavam vermelhos e cheios de súplicas. Um nó na garganta começou a se formar em minha garganta.
- Eu sei que você não sabia. Mas o que mais me incomoda é o que está escrito embaixo da foto. - Peguei a revista e li o que havia embaixo da maldita foto. Dizia: "Parece que o nosso querido guitarrista, Danny Jones, do McFly, arrumou uma nova garota! Pelas fotos mostradas acima, ela parece ser meio desastrada... Mas será que o Danny pensa assim? Só ele sabe...". Um ódio subiu em meu sangue. A pessoa já não pode sair com uma garota que ficam dizendo que eu estou a usando. Mas é muito idiotice mesmo.
- ... Não se preocupa com isso. - Joguei a revista para o lado e segurei o seu rosto angelical. Ela fechou os olhos. Lágrimas quentes caíam constantemente sobre minha mão.
- Eu te amo, Danny! Você sabe! Mas eu não quero ficar conhecida como mais uma em sua vida. - Ela apertou os lábios. Eu a abracei e a coloquei sobre o meu peitoral. Suas mãos estão envolvendo minha cintura com firmeza.
- Sei. Mas você não vai ser conhecida com "a outra". Você é única. - Beijei sua cabeça.
- Eu não suporto ver essas fofoquinhas que inventam... - ela disse. Uma de suas mãos saiu da minha cintura para enxugar as lágrimas.
- Também não. Vamos prometer um para o outro que não vamos ligar para o que dizem. Certo? – perguntei.
- Certo. A única coisa que eu quero é estar com você ao meu lado - ela disse me segurando pelos ombros. Juntei os nossos lábios, formando um beijo frio e quente, doce e salgado, apaixonante e agonizante. Tudo misturado. Nos avastamos por um momento.
- Não sei por que me preocupei tanto com isso - ela me disse. A abracei.
- Você é nova nesse lance - a expliquei.
- Talvez. Mas eu espero não ter que passar por isso novamente - ela me disse.
- Isso vai ser impossível.
- É mesmo! Eu estou saindo com você agora. - Sorri involuntariamente. - Mas vou superando.
- Ahan! Vai aprender comigo. - A soltei. Ela me olhou da mesma forma que antes. A única diferença é que agora vejo amor. Junto com felicidade. Segurei o seu rosto e voltei a juntar os nossos lábios. Fui aprofundando o beijo a cada toque que ela dava em mim. Ela foi me empurrando para deitar na cama. E eu o fiz. Ela parou.
- Danny... - ela disse deitada ao meu lado. Passei as mãos em seus cabelos.
- ... - Ela passou a mãos em minha nuca e juntou os nossos lábios. Eu a beijei profundamente. Ela massageiou o meu cabelo com os dedos. Senti que ela foi recuando, dando apenas selinhos estalados em mim. Nos separamos. - Quer namorar comigo? - Ela sorriu largamente.
- Em todas as palavras! Sim! Yes! Sí! Oui! - ela disse em português, inglês, espanhol e frânces, respectivamente.
- Même si le ciel tombe sur nous, I'll never stop loving you - falei em francês para ela. Ela fez uma cara de confusa.
- O que você disse?
- "Nem que a o céu caia sobre nós eu nunca vou deixar de te amar." - Ela sorriu abertamente. Não resisti e, mais uma vez, juntei nossos lábios, formando o nosso primeiro beijo de namoro.
Harry Judd
- O que você está fazendo aqui? - perguntei, cruzando os braços para o ser que estava em pé na minha frente.
- Harry! Eu senti muito a sua falta! - Izzy me disse, abraçando-me.
- Sai, garota! Eu já te disse! Depois do que você fez comigo, não quero ver a sua cara nem pintada a ouro.
- Mas ela não está pintada de ouro, e você está vendo. - Ela pegou a minha mão e passou sobre a sua face. Eu não sou covarde, por isso, não bati na cara dela. Mas é a minha grande vontade!
- Olha, Izzy, eu já te expliquei milhões de vezes, some da minha vida. - A empurrei levemente.
- É dificil para mim! - Ela fingiu chorar. Revirei os olhos. - Eu já soube da coisa que você está saindo! - COMO?
- Eu não estou saindo com uma coisa! Estou saindo com uma pessoa muito melhor que você!
- Ah é? Então me diz por que você disse para mim que poderia vir a mulher mais bonita do mundo que não iria me deixar?
- A mais bonita! Não a mais sexy, carinhosa, gostosa, perfeita!!!
- Querido, essa não existe!
- Existe sim! E por incrivel que pareça, eu estou saindo com ela!
- Aff... Olha, se você não a deixar, vai acabar se prejudicando, Judd!
- Como assim?
- Verá! - Ela estava vindo em minha direção, segurou o meu rosto e beijou a minha bochecha. Me soltou e saiu rebolando porta afora. Não acredito no que acabou de acontecer. Fui andando em direção do sofá. Me desabei por ali mesmo. Como uma pessoa pode infernizar a vida de uma pessoa tanto? Ela não faz ideia o quanto me incomoda! Passei as mãos em meus olhos. Preciso esquecer dela por um minuto, quer dizer, pela vida inteira.
- , eu estou sentindo algo ruim - falei passando a mão no coração. Sabe aquela sensação que algo não está certo? Que tem alguma coisa te incomodando e você faz de tudo para saber e não sabe?
- Como assim? Do nada você diz isso. Depois de ter passado um final de semana inteiro com o Juddão? - ela disse passando os canais da televisão. Olhei para a varanda. Vazia. Apenas o vento a preenchia-a. Biba foi para o supermercado com a . A coitada mal chegou em casa e já teve que sair. Eu fiquei no apê com as outras meninas, mas o acompanhamento bônus, do Danny.
- Não é isso. É outra coisa. Ah, esquece. Deve ser a TPM.
- Provavelmente. - Me levantei e andei para o meu quarto. Dei uma parada na frente da porta do quarto da e da para ver (ouvir) o que estava havendo lá dentro. Encostei um pouco na mesma e escutei beijos e lençol se mexendo. Soltei uma risada. Levantei-me e entrei no meu quarto. Deitei na cama. Virei-me para o lado da janela, para observar o céu de Londres. Sorri quando lembrei das palavras que o Harry disse para mim no acampamento. Fechei os olhos e lembrei das suas doces palavras...
Aff... A pessoa, com sono, tem que ir para o supermercado, comprar coisa, levar o carrinho e ter que fingir que tá animada. Fiquei apoiada no carrinho enquanto Biba colocava coisas dentro dele.
- Deixa eu ver se falta alguma coisa. Óleo, macarrão, farinha de trigo, biscoitos... - E dá-lhe mais mil coisas dentro do carrinho. AI!! Alguém bateu o carrinho na minha perna.
- AI!!! - disse colocando a mão no tornozelo. Levantei a cabeça. Não! Não pode ser!!! - Franku? Quer dizer, Frankie?
- Ai, descupa, florzinha! Você tá bem? - A Franku tá me tocando.
- Eu estou bem! – disse, tirando a mão dela de cima de mim. - Frankie? Francesca Sandford?
- Sou eu sim! - ela disse colocando as mãos na cintura e dando um sorriso super falso. - Você sabe quem eu sou?
- Mais do que deveria! Como você pôde? - Eu me levantei e cruzei os meus braços. Estava de frente para ela, com os olhos cerrados.
- Pude o quê? - Não sei como eu estou tendo tanto alto controle para ainda não ter voado no pescoço dela.
- Ter chifrado o Dougie sem piedade com o Calum? - falei friamente. Ela engoliu um seco.
- Eu não chifrei o Dougie.
- Ah! OK! Então vamos dizer que você tirou os chifres que a sua mãe colocou no seu pai e colocou no Dougie.
- Minha mãe não colocou chifres no meu pai! E eu não coloquei chifres no Dougie!
- Ah! Sim... Oh! - Irônica naaada! - Então você tava bem pulando no pasto, enquanto Dougie estava no show do Lostprophets?
- Não, eu... ah... - Ela se enrola nas palavras. Dei um sorriso irônico.
- Não minta para mim, Frank...ie - Não consigo pronuncia Frankie. Costume de chamar Franku. - Você chifrou o Dougie sem freios. E eu sei muito bem. - Discretamente, peguei meu celular e coloquei para gravar, sem ela perceber.
- Aff... Foi sim! E dai? Hoje, o que a gente não faz por fama?
- A gente uma vírgula! Eu não sou feito você! Com certeza não sou! Nunca que eu vou trair o Dougie.
- E como você vai trair ele se nem o conhece? - Agora ela cruzou os braços.
- Ah... Eu quiz dizer que nunca o trairia se o namorasse. Nem iria perder a chance de ficar com o cara mais lindo do universo! - Ela arregalou os olhos e me olhou de baixo para cima.
- Fala sério! Você, pelo visto, é mais uma fã do McFly...
- Mais uma não! Eu sou A fã do McFly! - a corrigi. Tirei minha câmera da bolsa. - Posso tirar uma foto com você? Sabe, para eu dizer para todos que te conheci. - Ou seja, a maior b*tch do mundo! AI QUE NOJO!!!! Ela tá me tocando. Ela se abaixou um pouco e juntou as nossas cabeça. Com a outra mão, coloquei dois chifrinhos nela. Dei o maior sorriso forçado para a câmera. O flash disparou. Ela saiu de perto de mim. Quando chegar no apê, vou me desinfetar por completo. - Obrigada!
- De nada! - ela agradeceu. - Acho melhor eu ir. O Cal... - Ela ia dizer Calum!!! Mas não terminou. - Tem uma pessoa me esperando. Tchau, fofinha!
- ! Fofinha para os íntimos! - falei dando um sorriso falso. Ela levantou as sobrancelhas e fez cara de indignada. Pisquei os olhos várias vezes. Ela segurou o carrinho e foi andando passando pelo meu lado, dando um tchauzinho apenas balançando os dedos. Fiz o mesmo que ela. Quando ela saiu da sessão onde eu estou, guardei a câmera e passei as mãos sobre as minhas roupas. EU ESTOU COM PULGAS!!!!! SOCORROOOOOO!!!!!
- Quem era a sua amiguinha? - Biba me perguntou, colocando no carrinho arroz e detergente. Acho que vou precisar desse também.
- Nunca! Ela tá mais para ser amiga do demo!
- MENINA! Vira essa boca para lá! Acho que terminei. Vamos para o caixa. - Peguei o carrinho e estou me dirigindo para o caixa 2, porque fica mais próximo da saída. OMG!!! A Franku tá desentupindo a boca do Calum. Abri a bolsa, peguei a câmera e... ok! Agora eu tenho a prova viva de que a Franku é uma b*tch! MUA-HA-HA-HA [N/A: Finge que é uma risada malvada.]!!! Biba pegou as coisas e colocou sobre o balcão para passar na maquininha. Eu não consigo tirar os olhos da Franku e do Calum. Até que enfim eles se separaram! Ela olhou para mim. Com um certo medo nos olhos. Fiz cara de surpresa. Ela deu o mesmo tchauzinho de antes. Fiz o mesmo. Sorri abertamente para eles. Até que enfim a Biba terminou esse inferno. Pegamos as coisas e fomos pegar um táxi.
Acho que, oficialmente, eu odeio a Franku!
Dougie Poynter
- Hey Charlie!!! Estava com saudades! - Os caras do Busted estão em minha casa. Eles saíram por um tempo, não sei bem qual foram os compromissos. Já tinha cumprimentado o James e o Matt, acabei de cumprimentar o Charlie.
- Estavamos com saudades suas também! - ele respondeu.
- Cadê os caras? - Matt perguntou.
- Ah! Eles saíram. O Danny foi se encontrar com uma garota, que vocês não conhecem, Tom disse que ia no shopping fazer alguma coisa e o Harry tá na casa dele. Acabei de deixar ele. E eu estou aqui!
- Me conta direito essa história do Danny com uma garota que nós não conhecemos - James pediu explicações.
- Ah... Conhecemos umas garotas muito bonitas, e acabamos nos apaixonando por elas.
- Quer dizer que você também está com uma? - James curioso como sempre.
- É. Mais ou menos. Ainda não assumimos nada. Mas eu gosto dela pra valer.
- Como é o nome dela?
- . Mas podem chamar de . Ou amor do Dougie - tirei onda. Eles riram.
- E tem alguma pra gente? Ou tá dificil? - Charlie perguntou.
- Bem... O grupinho delas são quatro. E nós nos apaixonamos pelas que nos corresponde. Por exemplo, a é louca por mim! E eu comecei a gostar dela. A primeira vez que ficamos foi na casa do Danny.
- Ah... Entendi. Mas elas não tem nem uma amiginha gostosa não? - Matt perguntou.
- Bem, a está estudando... - Charlie não deixou eu terminar.
- Ela estuda? Quantos anos essa garota tem?
- Estuda sim! E tem 17 anos.
- Ah! Sim, pegando garotas do seu nível! - James brincou. Ri com a brincadeira.
- É! Continuando, ela tem uma amigas bem legais. Eu não conheço elas, mas me parecem ser legais. - Estou me refirindo às meninas que vi com a na escola.
- Hum... mas fala dessa - Charlie pediu.
- Ah... Ela é novinha, mas parece ter uns 18 anos, é inteligente, engraçada, linda é apelido, charmosa sobrenome e perfeita é nome!
- Depois dessa, estou ansioso para conhecê-la - Charlie disse.
- Pode ir tirando o olho! Ela já tem dono! - falei. Os caras levantaram as mãos em sinal de paz. Eu não aguentei e ri à beça.
Depois que eu cheguei em Londres, esqueci que tem outras pessoas no mundo! Estou mandando mensagens para minha mãe, que deve estar desesperada no Brasil, pensando que eu não existo mais.
Mãe,
estou com muitas saudades de vocês,
até mesmo do John!
Mas eu não tenho culpa se aqui não tem ninguém para implicar.
Brincadeirinha =D
Tudo por aqui está bem.
Graças a Deus.
Tenho muitas novidades!
Mas só posso dizer pessoalmente.
Descupa!
Quero te ver logo!
Preciso do teu abraço maternal, dos seus cheiros em mim, que são capazes de tirar todo o meu odor.
Mas eu nem ligo.
Também estou com saudades do papai!
Manda um super beijo para ele.
Para todos vocês!
Amanhã eu te mando mais mensagens!
Com amor...
.
Acho que depois que minha mãe ler essa mensagem, milhões de lágrimas irão cair dos seus olhos. Igual a mim. Mas são de saudades, das coisas lá do Brasil. Inclusive da minha família.
- O que a senhorita está fazendo? - me perguntou, entrando no quarto.
- Dizendo para minha mãe que estou viva. - Fechei o laptop e o coloquei ao meu lado na cama. está fazendo o quê? Por que está passando a esponja de tomar banho nos braços, cabeça e corpo? - O que deu em você? Está com pulgas para estar se coçando desse jeito?
- AHAN!!! Você sabe de TUDO! Adivinha quem eu encontrei no supermercado? - Ela parou. Colocou a esponja onde se encontrava antes. Veio andando em minha direção e sentou-se ao meu lado.
- Sei lá! Tem tanto cachorro no mundo. - Ela me olhou com cara de quem já não aquenta mais ficar quieta.
- Não foi um cachorro. Foi uma cachorra. Chamada FRANKIE!!! - OMG!!! Ela só pode estar brincando. Quem foi que pode ter reencarnado a monga e ter colocado ela em um supermercado?
- SÉRIO? Não estou believando!!!!! - Eu e minhas manias de juntar tudo e formar um só.
- Ahan! Quer uma prova? - Assenti com a cabeça, paralisada. Ela pôs a mão na bolsa e tirou sua câmera de dentro da mesma. Ela a ligou e a posicionou em minha frente. OMG! A é má mesmo!!! Colocou até chifrinhos na Frank! Não estou aguentando de tanto rir! Alguém me ajuda!!!
- QUE HILÁRIO!!! , você é muito má! Coitada da Frankie! - Não que eu tenha pena dela, mas acho que depois que ela acabou com o Dougie, a bem que poderia pegar leve. Mas para a , pegar leve é a mesma coisa que dizer para o McFly deixar de ser gostosos! Ou seja, impossível!
- Pena uma merda!!! Depois dessa gravação que eu fiz, você vai ver quem vai ficar pelada! Sem pena nenhuma! - Ela pegou o celular e mexeu em alguma coisa, até que uma vozinha irritante perfurou os meus timpanos.
- , fala sério! Você gravou uma galinha cacarejando? - Cruzeis os braços.
- A galinha é a Frankie. Tenta escutar o que ela fala. - Ela aproximou mais o telefone à minha orelha. UI! Que coisa irritante. Parece uma sirene de bombeiro. Ou pior. Enfim, vamos tentar decifrar.
NOSSA! Quanta futilidade ela disse. Agora, as peninhas que eu tinha da Franku, voaram para o Dougie. Coitado!
- Peninha do Dougie. Ele não mereceu ela. Muito menos ela mereceu ele – disse para a , que, por algum motivo, ficou com uma cara mais surpresa que a minha. E é porque ela viu a Franku, falou com ela, encostou nela. UI! Dá até arrepios só de pensar.
- Pois é! Ela não conseguiu disfarçar com a máscara de cavala que ela carregava enquanto namorava o Dougie. Ou era a cara dela de verdade? Sei lá! Mas, a mim, ela não engana! Com certeza não!
- Okay... Hey, eu estou com fome. Vamos comer - falei me levantando e puxando a junto.
- Pode ser. Cadê a ? Eu só vi a na sala.
- Está tendo uma bela refeição com o Danny no quarto. - Levantei as sobrancelhas. Claro que a ficou com o queixo no chão, mas meus olhos não estão tããão surpresos. Claro, é de se esperar da isso. A puxei para irmos almoçar. Não fiquei surpresa ao ver uma literalmente esfomiada em "cima" da mesa, devorando tudo e (quase) todos.
- Calma, ! Deixa para os outros - disse, pegando os talheres e colocando a comida sobre o prato.
Almoçamos bem, menos a , que deve estar mais satisfeitas que nós.
Após alguns amassos que eu dei no Danny, nós nos cansamos. Ficamos deitados olhando um para o outro. É incrível como os seus olhos falam mais do que a sua boca. Acho que é porque ela está sempre ocupada. Ou cantando, ou fazendo gracinhas, ou fanzendo outras coisas. Uma de suas mãos subiu e se colocou em cima da minha bochecha. Fechei os olhos levemente para poder sentir melhor o leve toque de sua mão quente sobre minha face.
- É tão bom estar ao seu lado - ele me disse. Abri os olhos e encontrei os dele fixados em mim.
- Idem! Foi tão rápido que nem percebi o tempo passar. As horas voam quando estou com você.
- Digo o mesmo. Mas não é só o tempo que voa. Eu também. Estar com você é a mesma coisa que estar no céu.
- Ahan! - concordei com a cabeça. Ele se aproximou de mim e a distância entre nós ficou menor a cada segundo. Seus lábios tocaram os meus. A mão que segurava o meu rosto foi parar na nuca, ajudando a ficar um beijo resistente. Abri a boca levemente, percebendo que meus impulsos nervosos desejam mais. Assim como o meu coração.
19º Capítulo - Quando tudo está bem, algo ruim aparece.
- Oi, ! - me cumprimentou após ter fechado a porta do apartamento.
- Oi! Como foi lá?
- Teve umas partes boas e umas ruins - ela disse entrando no quarto dela e da . Voltei a olhar para a televisão, onde está passando um dos meus filmes favoritos. Romeu e Julienta. Que quem faz, por acaso, é Leonardo DiCaprio. Nossa, quando ele fala coisas românticas para a Julieta (que eu não gosto nem um pouco), suspiro milhões de vezes. É perfeito. Como eu queria ter um desses para mim. OPA!!! Eu tenho um beeeeem melhor.
- , atende para mim - Biba pediu, poiss o telefone está tocando. Me levantei e fui atender.
- Alô?
- Hey, baby! - É meu TomTom!
- Hey my love!
- Vamos sair? Estou com saudades! Não consigo passar um minuto longe de você! - Com certeza, tenho alguém beeeeem melhor que o Leo DiCaprio.
- Com certeza! Também estou morrendo de saudade sua. E olha que a gente nem passou uma semana separados. - Ele fez barulho de dor. ONW!!! Que cutchi-cutchi!
- Nem fala uma coisa dessa. Okay, eu passo ai na sua casa às 6:00 P.M. - Tenho compromisso hoje à noite. - Te amo, beijos!
- Tudo bem! Te amo também! Bye! - Ele desligou o telefone. Coloquei o telefone no gancho. Voltei a assistir ao meu filme.
Tom Fletcher
- Tudo bem! Te amo também! Bye! - Desliguei o telefone após ter falado com a .
- E vocês? Vão fazer o quê? - perguntei para os caras do Busted. Dougie me ligou há um tempo, e disse para eu vir para a casa dele, pois tinha uma surpresa para mim. Quando chego, me deparo com o James, o Charlie e o Matt.
- Acho que vamos em algum pub. Ou algo do tipo - Charlie respondeu.
- Desculpa, eu gostaria muito de ficar com vocês, mas eu planejei fazer umas coisas essa noite para a . Como estamos namorando, sabe? - expliquei.
- Não, Tom! Sem problema. Entendemos quando o lance é namorada - James disse.
- Que bom. Eu dei uma passadinha bem rápida para saber qual era a tão grande surpresa do Dougie. E foi uma baita surpresa. Tô indo. Beijos para todos! – disse, me levantando e tirando onda ao acabar de falar.
- Guarda os seus beijos para a , Tom. - É melhor. Fui em direção da porta, entrei no meu carro e me dirigi à minha casa.
Harry Judd
- Relaxa, Judd! Que coisa! Você vai acabar infartando a qualquer momento - digo para mim mesmo, andando de um lado para o outro. Eu quero que a Izzy fique bem longe da ! Se ela se atrever a tocar em um dos cachos do cabelo da , eu arranco a piruca loira que ela carrega na cabeça. Pego o meu celular e estou ligando para a , preciso ouvir a sua doce voz para acalmar-me.
- Alô? - sua linda voz respondeu aos chamados do telefone. Abro um grande sorriso ao ouví-la.
- ! Como é bom te ouvir! Eu preciso te ver agora! - falei desesperado.
- Calma. Respira fundo. - Fiz o que ela pediu. - Agora repete.
- Eu preciso te ver. Quero te abraçar, sentir a sua boca na minha.
- Eu também! Passa aqui em casa, assim a gente pode sair.
- Ótima ideia. Só vou me arrumar e depois passo na sua casa. Te amo muito!
- Também! Bye! - Ela desligou o telefone. Olhei para o relógio. 14:30. Okay. Acho que em 15 minitos consigo me arrumar. Saio correndo para o banheiro para tomar um bom banho. Tirei minhas roupas rapidamente, entro no box, ligo o chuveiro e deixo a água cair sobre mim.
Após 5 minutos de banho, já estou pronto. Fiz tudo o que devia, agora só ir para o carro e ir buscar a minha garota.
- Também! Bye! - Desliguei o celular. Vou me encontrar com o Juddão! Yep! Estou correndo para o banheiro, para tomar um banho e me arrumar.
Acabo de sair do banheiro. UI! Que frio. Abro o quarda roupa. Estou completamente indecisa sobre o que vou usar. Algo meio despojado. Achei uma perfeita! Peguei tudo e pus em mim.
((roupa))
Saí do quarto e a está ao meu lado, batendo na porta. A ainda está se engolindo com o Danny? Depois que chegar com um bebê, nem venha me pedir ajuda. Apesar que eu não resisto àquelas carinhas...
- ABRE A PORTA!!! EU QUERO ME ARRUMAR!!! - está literalmente desesperada.
- Aff... que saco. - abriu a porta, toda descabelada, com os lábios bem vermelhos, puxando o Danny pela mão, que não está tão arrumado assim, está até com três botões da camisa aberto. Eles foram andando para a varanda e se deitaram na bicama. A entrou no quarto e fechou a porta. Fui andando para a sala e me afundei no sofá, para esperar o Harry. O interfone tá tocando. Dei um pulo do sofá e sai correndo para atendê-lo.
- OI!
- O Harry está aqui na portaria - o Jim disse.
- Diga a ele que já estou descendo.
- Ok! - Coloquei o interfone no lugar. Saí pela porta dos fundos. Peguei o elevador.
Cheguei. OMG!!! A Biba tá beijando o JIM? O JIM? Com certeza as meninas precisam saber disso. Logo ao lado, está uma pessoa muito sexy. Mais que o normal. Com um olhar perturbador em cima do mais novo casal.
- Hey baby! - Ele me pegou pela cintura e me abraçou forte. Ai, essas mãos. Coloquei meus braços sobre os seus ombros. - Que saudade!
- Eu também! - Beijei sua cabeça. Ele segurou a minha cintura e nos separou por um instante. Ele olhou os meus olhos e abriu um grande sorriso. Sorri também. Ele juntou nossos lábios, formando um beijo rico em amor. Dei vários selinhos rápidos nele. Juntei as nossas testas. Segurei a sua mão e me coloquei ao lado dele. - Vamos.
- Ahan. - Ele colocou o braço por cima dos meus ombros. Meu braço está segurando a sua cintura. Fomos andando para o carro. Olhei por cima do ombro para ver se Biba ainda beijava o Jim. Agora eles estão conversando. Mas eu acho que é porque Biba me viu. Aposto que, quando eu e Harry sairmos, eles vão continuar o desentupidor.
- Por que você estava com tanta vontade de me ver?
- Porque eu não sobrevivo sem você.
- Brigada! Mas sério, por quê?
- Tá. Eu não estava afim de dizer, mas já que você insiste. - Ele está com cara de triste. - A Izzy estava lá em casa.
- O QUÊ? - Eu vou surtar nessa rua. Estamos na frente do carro. Ele se encostou no mesmo e me puxou para eu ficar por cima dele.
- Calma! Deixa eu te explicar. O Dougie me deixou em casa, depois que chegamos do acampamento. E quando eu entrei em casa, me deparei com uma alma penada. Izzy! Ela disse que me ama, que me quer de volta e que sabe que eu estou saindo com você.
- Foi bom você ter me dito. Assim vou ficar alerta 24 horas. - Olhei de um lado para outro.
- Mas eu te prometo, se alguma coisa acontecer a você...
- Hey! Nada vai acontecer comigo. Confie!
- Eu sei. Mas eu não sei o que a Izzy é capaz de fazer.
- Você deveria estar mais preocupado no que eu posso fazer com ela! - Ele soltou uma risada gostosa.
- Você pode fazer tudo com ela. Mas eu quero fazer tudo em você, e muito mais. - Ele juntou (mais uma vez) nossas bocas. Eu não resisto a esse charminho dele. Quem resiste?
- Vamos revisar, a segunda guerra mundia foi responsável pela primeira, que, por acaso, também foi causada pela Alemanha, que é burra o suficiente para ter causado duas guerra capazes de matar todo mundo! - Eu tenho que estudar muito para amanhã, já que vou ter um daqueles exames chatíssimos. O Sr. Klind não dá folga para a gente. Fica dizendo que vamos agradecê-lo no futuro. Mas o que a Alemanha vai ter a ver com a minha banda de Pop Rock? NADA! Eu preciso seriamente de algo para me distrair. A está se engolindo com o Danny na varanda, a está se arrumando para sair com o Tom, a está com o Judd, e o Dougie me mandou uma mensagem dizendo que está com os caras do Busted. Como eu queria conhecê-los. Na verdade QUERO! Ah! Biba disse que ia dar uma voltinha, nem sei para onde foi. Vou ligar para uma das meninas lá da escola.
- Giselle! - Liguei para a primeira que veio na minha cabeça. A Giselle. Em menos de milésimos, ela atendeu o telefone. Deve andar com ele na calcinha.
- ! Tudo bom? - ela me perguntou.
- Tudo. Hey, eu estou sem nada para fazer.
- E o Dougie? Já te dispensou?
- Não! Ele tá ocupado com a banda. Não posso ficar com ele toda hora.
- É verdade.
- Enfim, estou a fim de sair. Que tal nós nos encontrarmos? Comer uma pizza...
- Gostei! Vou me arrumar. Nos encontramos no shopping central daqui a 30 minutos.
- Tudo bem. - Desliguei o telefone. Coloquei uma roupa bem legal. Uma blusa azul, com uma calça legging preta por baixo, coloquei um cinto vermelho para se destacar, junto com a sandália da mesma cor. Penteei os meus cabelos e os deixei solto. Peguei a minha bolsa e fui para o elevador.
((roupa))
Chamei um táxi. Entrei no mesmo e me dirijo para o Shopping Mall.
Depois de 10 minutos de percurso, cheguei ao meu destino. Desci do estacionamento. Tem bastante gente hoje. Ando para a entrada principal do shopping. A poucos metros de mim, avisto uma pessoa que conheço. É a Giselle. Ela está andando em minha direção com um grande sorriso em seu rosto. Tento retribuir da mesma forma. Lhe dei um abraço.
- Então, hoje tem bastante gente... - ela me disse.
- Concordo. O que pode estar acontecendo? - perguntei. Fomos andando para a parte mais tumultuada. OMG! - ! Tom! O que vocês está fazendo aqui?
- OI! Vinhemos passear, como pessoas normais. MAS... - a respondeu. Os dois estão arrudiados de fãs do McFly. A tá vermelha de tanta raiva. Olho para a Giselle, que está com um sorriso abobalhado no rosto. Ela me olhou, dando um sorriso maior do que o da entrada.
- Giselle? Você está viva?
- É O TOM!!! - Ela o abraçou. Agora o bicho vai pegar. Eu olho para a , que está com um olhar suplicante para sair desse "inferno". Peguei a sua mão e a do Tom, e saio correndo segurando os dois. Todas as meninas estão correndo atrás de nós! Até mesmo a Giselle. Corri para o estacionamento. Ficamos por trás dos carros maiores.
- Valeu, ! Você é demais - o Tom me agradeceu. Dei um sorriso. - , me descupa, eu não imaginava que seria desse jeito - ele suplicou, lhe dando um beijo na bochecha.
- Tudo bem. Me leva para casa. Estou cansada depois de correr com esses sapatos.
- Okay - ele respondeu, dando um sorriso fofo em seguida.
- Bem, já fiz o meu trabalho. Agora eu vou indo. Tom, você podia autografar esse papel. É para minha colega. Ela gosta de você.
- A tarada que o agarrou? - fez cara de indgnada.
- Ela não é tarada. É um pouco doida.
- OKAY! - ela disse. Tom autografou o papel. Peguei e coloquei dentro da bolsa. Peguei o meu celular e digitei o número da Giselle.
- Giselle, venha para o estacionamento. Eu estou te esperando. Tchau - falei rapidamente. Ela disse que em segundos estaria aqui.
Cadê a Giselle? Já faz mais de 10 minutos que o Tom e a foram embora. E eu fiquei plantada aqui, esperando uma anta! Aff... Peguei o meu celular novamente, para ligar para a Giselle.
“, tive que voltar para casa, desculpa.” Ótimo. Quando abro o telefone, leio uma mensagem que a Giselle deixou para mim há 15 minutos. Dei meia volta, de cabeça baixa.
- ? - uma voz masculina chama meu nome. E não é a de Dougie. Dei meia volta e levantei a cabeça.
- Fernando? - COMO?
Depois de ter sido expulsa do meu próprio quarto, arrastei o Danny para a varanda. Onde está um friozinho melhor para tentar nos esfriar. Acho que vai ser bem dificil. Me deitei na bicama e Danny se juntou a mim. Me abraçando. Me aconcheguei mais em seus braços.
- Aqui está bem melhor que lá - ele disse em meu ouvido.
- Qualquer lugar com você é ótimo!
- Digo o mesmo a respeito de você. - Sorri.
- Como deve está as meninas? Com os seus respectivos namorados?
- A não está namorando o Dougie. Ainda. Nem o Harry está namorando a . Ainda.
- Mas praticamente sim! Eles saiem, se beijam. Eu considero que sim.
- É verdade. A única coisa que falta é o pedido.
- Ahan - concordei.
Após ter dado uns pegas no Harry, entramos no carro e fomos para a casa dele. Ele abriu a porta para eu poder entrar.
- Obrigada - agradeci. Ele me segurou pela cintura e foi me conduzindo para a sala.
- Eu vou pegar uma bebida para a gente. - Ele beijou a minha bochecha e foi andando com passos rápidos para a cozinha. Em segundos, ele já havia aparecido. - Cheguei.
- Você é rápido! - Peguei a Pepsi que ele segurava. Abri a mesma e dei um gole. Me sentei no sofá, cruzando as pernas. Ele me acompanhou.
- Como você vai? Passamos um bom tempo longe.
- Harry, ficamos o final de semana inteiro juntos. Acabamos de chegar, e em menos de segundos você me chama para sair.
- Mas cada minuto que eu fico longe de você é uma eternidade! Fico brigando com o relógio para as horas voarem. Quando estou sozinho, ele fica super lento, mas quando estou com você, ele voa! É incrível.
- Valeu! Comigo também! Na verdade, meu tempo nunca está lento depois que eu cheguei em Londres. Porque eu estou sempre com você! - Ele se aproximou de mim e me beijou. Retribui o mesmo carinho.
- Oi! Quanto tempo! - Ele está me abraçando!!! Nossa, como ele tá lindo!
- Fernando?
- Ai garota, você só sabe dizer isso? - ele disse, me empurrando pelos ombros.
- Descupa! É que eu estou chocada por te ver. - Balancei a cabeça e voltei a olhá-lo de baixo para cima. NOSSA!!! A blusa que ele está usando, aperfeiçoa bem o seu corpo. Os olhos dele estão mais brilhosos. O sorriso mais irradiante.
- Você está mais bonita. Quer dizer, você já era, mas agora está bem mais! - ele disse jogando o seu lado sedutor em cima de mim. Arregalei os olhos e fingi estar admirada. Mas até que eu gostei do elogio.
- Obrigada! Você também não está nada mal - falei passando a mão por seus braços. Ele me segurou pela cintura e colocou os nossos corpos juntos. Enrijeci com movimento. Posso ver os seus olhos bem mais de perto. A lembraça do parquinho, minha primeira sensação. Engoli em seco. Nossas bocas estão quase juntas.
- ? - uma voz diferente, doce, suave, infantil ocupou o espaço. Minhas mãos estão sobre o peitoral do Fernando. Então a única coisa a se fazer é empurrá-lo. E assim o fiz. Dei meia volta.
- Dougie, não é nada disso que você está pensando - falei indo em sua direção. Ele está com os olhos brilhantes. Mais do que o normal. São lágrimas.
- Eu não acredito! Pensei que você gostasse de mim! - ele quase gritou. Eu não vou resistir.
- Eu não gosto de você! - Ele arregalou os olhos. - EU TE AMO! - Enfatizei.
- Que bela forma de demonstrar! - Ele apontou para o Fernando, que está atrás de nós com os braços cruzados, nos olhando confuso.
- Ele me puxou a força! Eu não quero nada com ele! Entende! - eu gritei a última palavra. Senti meu rosto ficar quente. Toquei-o e as lágrimas já haviam sido liberadas. Ele saiu andando, passando pelo meu lado, dando passos fortes. Ele entrou no carro preto que estava estacionado perto do Fernando. Antes do Dougie entrar, ele olhou para Fernando com um olhar mortal. Depois passou os olhos para mim, ele está com um rosto suplicante. Mordi os lábios e olhei para baixo. As lágrimas caem sobre o solo. Os pneus cantaram sobre o atrito do estacionamento. Olhei para frente e avistei o carro virar à direita. Suspirei fundo e deixei as lágrimas cairem mais. Fernando está vindo em minha direção. - SAIA!!! VOCÊ NÃO FAZ IDEIA DO QUE ACABOU DE FAZER!!! - gritei com ele. Ele se assustou e deu um pulo para trás. Dei meia volta e sai correndo para a saída dos carros. Preciso andar para esfriar a cabeça.
20º Capítulo - Tentando o possivel.
Dougie Poynter
Entrei no carro com muita raiva, angustia, dor... Ai, não sei! Isso aconteceu? Eu não acredito! Tudo estava tão bem, até que um filho de uma mãe veio e pegou a minha garota. O rosto da não sai da minha cabeça. Suas lágrimas caindo sem cessar, o rosto agoniado com as palavras, o olhar suplicante. Deixei que lágrimas capirem, mas me esforcei bastante para elas não exagerarem. Depois que os caras do Busted foram para casa deles, eu resolvir dar uma passadinha no shopping para comprar mais ração para Flea. E acabo encontrando isso! As mulheres adoram chifrar o Poynter aqui.
- MERDA!!!!!! - gritei. Parei no sinal. Olho para a calçada. A está andando nela, de cabeça baixa e chorando muito. Encostei o carro ao lado de onde ela havia parado.
- O que você quer? - ela perguntou olhando para mim. Ela disse isso entre soluços.
- Entra. Precisamos conversar - disse calmamente. Ela olhou para cima e abaixou a cabeça novamente. Rodeou o carro e entrou no carro, sentando-se no banco do passageiro. Acelerei o carro, passando pelos outros, sem nem me concentrar no trânsito. Olhei para ela. Suas mão estão entrelaçadas, apoiadas nas pernas. Ela está com a cabeça baixa e está dando uns fungados. - Me descupa - iniciei. Ela me olhou.
- Tudo bem - ela disse baixo.
- Quem era aquele garoto?
- Um colega - ela disse voltando a olhar para as mãos.
- Eu não sei me controlar. Deveria ter te escutado primeiro, para depois dar um chilique. - Encostei o carro no acostamento. Me virei um pouco para poder vê-la melhor. Ela levantou a cabeça e está olhando para mim.
- Okay. - Deu uma leve pausa. - Eu te amo, você sabe melhor que ninguém! Eu nunca ficaria com nenhum cara estando com você.
- Mas só estamos saindo. No começo, eu queria ter certeza se queria colocar esse lance para a frente. Agora, eu tenho a absoluta certeza. - Ela deu um meio sorriso. Tentei retribuir da mesma forma. - , quer namorar comigo? - perguntei arqueando uma sobrancelha. Ela abaixou a cabeça e sorriu.
- Eu vou pensar, e te digo a resposta - ela disse levantando a cabeça e me olhando nos olhos.
- Eu vou respeitar a sua decisão. Mas eu quero que pense com cautela. E compaixão. - Ela balançou a cabeça, assentindo. Liguei o carro de novo e coloquei-o na pista. Estou me dirigindo à casa dela.
Estacionei o carro em frente à portaria. Já é a noite, portanto, as luzes estão acesas, mas ninguém pode nos ver dentro do carro, apenas se abrirmos os vidros.
- Obrigada pela carona - ela disse abrindo a porta do carro.
- Espera. - Segurei-a pela mão. Ela voltou a se sentar no banco.
- O quê?
- Promete que vai pensar?
- Claro.
- E meu beijo? Onde fica? - Ela sorriu e se aproximou de mim, colocando sua boca sobre a minha bochecha e deixando a marca do seu batom, rosa claro. Sorri. Ela saiu do carro e passou pelo portão da portaria. Olhou sobre o ombro e me manda tchau. Retribui. Ligo o carro e vou para casa. Tenho uma ideia para colocar em plano.
- Harry, já escureceu. Eu tenho que ir para casa. As meninas já devem estar sentindo a minha falta. - Ele me dá beijos por todo o pescoço. E eu não tenho como resistir.
- Fica só mais um pouquinho. Eu não quero ter que ficar mais tempo longe de você. - Ele me soltou e está me olhando nos olhos.
- Eu te prometo que amanhã iremos sair. - Ele sorriu e me beijou pela milésima vez. Mas eu AMO! Nos afastamos.
- , quer namorar comigo? Eu já nos considero namorados. Mas eu quero declarar oficialmente. - Ele sorriu. Tem como resistir?
- Esse pedido é igual aos seus beijos, irresistível! - Dei um beijo demorado nele. - Claro! Com certeza!
- Era isso que eu estava esperando! - Ele se levantou do sofá e está com a mão estendida para mim, para poder me levantar. A segurei e fomos andando para a garagem, onde o carro está quardado.
- Você está de brincadeira! - Harry disse olhando para o carro e vendo um certo recado dentro do mesmo. QUE ÓDIO!!!!! - , você...
- Eu sei. Não tem problema. - Arranquei o bilhete que estava no banco do motorista e entreguei a ele. Harry o segurou e leu em voz alta para eu poder ouvir também.
"Harry, tome cuidado!
A qualquer momento,
você pode sentir falta de alguma coisa,
quer dizer,
de alguém.
Com amor...
Izzy XoXo
- Filha de uma mãe! - ele disse amassando o bilhete e entrando no carro. Rodeei o mesmo e me sentei no banco do passageiro.
- Não se preocupa. Qualquer coisa que ela me fizer... - Fui interrompida.
- Ela não vai fazer nada com você! - Ele passa as mão sobre os meus cachos.
- Espero. - Eu me aproximei dele e lhe dei um beijo.
- Você tem mesmo que ir? - perguntei agarrando o Danny pela cintura. Ele passou a tarde inteira comigo. Preciso dizer que foi ÓTIMO?
- Descupa, mas tenho. Amanhã a gente se fala. E outras coisas também. - Ele me beijou. Nos separamos por um momento. Ele chamou o elevador. A apareceu dentro do elevandor. Deu um abraço no Danny e entrou no apê. O que aconteceu com ela? Mandei um beijo pelo ar para o Danny.
- ? ?! O que aconteceu com você? - Ela está sentada no sofá. Segurando a cabeça.
- Você não faz idéia de quem voltou! - Ela me disse? NÃO! A Franku tem que continuar onde ela estava. Ou seja, no cabaré.
- A Frankie?
- Deus me livre. - Ela fez o sinal da cruz.
- Quem então?
- O Fernando. - MY FUCKING GOD!!!
- Passada! Como você sabe?
- Eu fui para o shopping, com a Giselle, encontrei a e o Tom, salvei eles de um monte de fãs. Fui para o estacionamento e BUM! - Ela bateu as mãos. - Ele estava lá. Até que ele me pegou pela cintura e QUASE juntou os nossos lábios. E adivinha só? - Neguei com a cabeça. - O Dougie estava atrás de nós. - Coloquei as mãos na boca e arregalei os olhos. Que bela história de terror, com uma mistura de suspense e drama.
- TAIS DE BRINCADEIRA!!! - falei ainda com as mãos na boca. O som saiu abafado, mas deu para escutar.
- Não. É sério. Então nós dois tivemos uma baita discussão e ele foi embora com raiva.
- Ai ... - A abracei.
- Eu não terminei de falar. Eu gritei com o Fernando, ele se assustou, fui correndo para fora do shopping. Então o Dougie me viu andando pela calçada, pediu para eu entrar. E assim eu fiz. Ficamos conversando, ele pediu descupas, eu descupei e... - Ela puxou o "e".
- E...
- Ele me pediu em namoro. - Mais uma vez, coloquei as mãos na boca. Ela sorriu.
- E você aceitou?
- Ainda não.
- MAS TU É BURRA!!!!!! - eu gritei. Ela deu um pulo para trás.
- Eu vou aceitar. Calma! Mas eu não quero dar logo de bandeja. Tem que dar um certo medinho nele. Mas o Dougie sabe que eu vou aceitar.
- Quem não souber...
- Cadê as meninas? - ela me perguntou, olhando ao redor.
- A está tomando banho. E a ainda não chegou. Ah! Olha ela ai! - disse apontando para a , que está quase morrendo de tanto suspirar.
- Oi meninas! - Ela se sentou no sofá e colcou a mão na testa.
- O que aconteceu com você? - perguntou. A começou a explicar tudo. Tenho que admitir que fiquei o tempo todo com a boca aberta.
Depois de muita conversa, o sono bateu. Fomos para os nossos respectivos quartos, para conseguirmos mais energias para amanhã.
Depois que o Tom me deixou em casa, não aquentava mais. Precisava dormir, então tomei um banho bem rápido e fui direto para a cama. Em segundos já havia dormido. Acabo de acordar de um sonho perfeito. Espera ai, não é sonho, é a pura realidade. Me levanto e saio cambaleando para o banheiro. A já acordou e está escovando os dentes.
- Bom dia, more - disse lhe dando um beijo na bochecha.
- Bom dia - ela respondeu após ter cuspido na pia. Coloquei pasta sobre a minha escova e pus na minha boca. Fiz tudo bem direitinho. Coloquei minhas roupas para trabalhar.
- Gente, vão rápido! O Dougie me mandou uma mensagem dizendo que não vai poder me levar para a escola. Vamos! - disse entrando no o quarto como um furacão. Fui o mais rápido possível.
- Vamos – disse, abrindo a porta e indo em direção ao elevador. As meninas me seguiram.
- Chegamos. Qualquer coisa liga para a gente - disse estacionando o carro em frente aos grandes portões da escola da . Ela foi andando até se encontrar com a safada que se agarrou com o Tom no shopping.
- Vamos, ! - a apressou.
Desci do carro e fui andando ao encontro de Giselle e de Karen. Não avistei Giulia ainda.
- O Tom mandou para você. - Tirei o papel da calça jeans e entreguei a Giselle. Ela abriu um grande sorriso.
- VALEU!!!! - Ela me deu um abraço super forte, depois me soltou.
- Vamos, quero ver o gatíssimo Andrew na sala de Biologia - Karen disse, nos puxando pela mão. Fomos em direção à nossa sala.
- Quem é Andrew? - perguntei.
- É o carinha que a Karen tá saindo. Ele é bem bonito. É alto, nem muito forte e nem muito fraco - Giselle disse.
- Ah... - Acentuei.
- Ninguém merece. Estou exausta! - disse me sentando na minha carteira da sala de Ciências Humanas. Já é a nossa última aula. Ainda bem.
- Duas, colocaram as mais chatas em um dia só - Karen disse.
- Aham - concordei. O professor entrou na sala.
- Bom dia, pessoal! Abram o livro na parte das células... - Ele não terminou de falar. A senhora da secretaria está na porta com um lindo buquê de rosas vermelhas e algumas brancas. - Pois não?
- É para a Srta. Flinsy. - Sou eu! Ela disse o meu nome. Na verdade, o da minha mãe. Elisabeth Flinsy, o nome da mulher que me colocou no mundo. Me levantei, chocada, e peguei o lindo buquê. As flores brancas se destacam entre as vermelhas. Tem um cartãozinho do lado. Peguei-o e li.
Muitas flores,
para a flor mais linda do meu jardim.
As vermelhas são o meu amor por você.
As brancas são o que você me traz de melhor.
Paz.
Estou te esperando do lado de fora da escola.
Te amo XoXo
Dougie Poynter
Algumas lágrimas caíram sobre o cartão após eu ler essas lindas palavras. Todos olhos estão fixados em mim. Me sentei na banca, ainda cambalendo. Coloquei o buquê sobre a mesa e estou passando a mão levemente sobre as rosas. São perfeitas, de diferentes formatos, mas com o mesmo significado.
O professor voltou a falar, mas eu não consigo entender nada. Como?
O sinal tocou. Dei um pulo e estou andando pelos corredores rapidamente para sair desse lugar. Abro a porta. E lá está. Ele. De braços cruzados, encostado no carro preto, olhando para algum lugar. Seus olhos estão cobertos por um óculos RayBan super lindo.
E me viu. Abriu um grande sorriso ao me ver. Saio correndo para falar com ele. As flores estão sendo seguradas por mim como um bebê. Estou bem próximo dele. As segurei do lado. Ele me abraçou e me beija fortemente. Retribui da mesma forma. Nos separamos um pouco e ficamos com as testas uma na outra.
- Com certeza a minha resposta é sim - eu sussurrei. Ele sorriu abertamente e me beijou mais. Tem como resistir a isso? Não mesmo. Nos separamos e eu me afastei dele para poder entrar no carro. A Norah está olhando para mim com uma cara sem indentificação.
- Vamos, ! - ele me chamou já dentro do carro. Abrir a porta e entrei no mesmo. - O que foi? - ele perguntou, olhando para o lado de fora.
- Nada - disse olhando para ele. Um lindo sorriso brotou em seu rosto. Retribui da mesma forma. Ele acelerou e foi para a pista. Ele colocou a mão sobre a minha.
Danny Jones
Eu e os dudes estamos no estúdio, menos o Dougie, que foi buscar a na escola. Estamos escrevendo uma música para o nosso novo CD. Está indo muito bem.
- Acho que ficou melhor assim - Tom disse, fazendo os últimos acordes em sua guitarra.
- Concordo - Fletch concordou. Assenti com a cabeça.
- Vamos dar uma pausa. Meus braços estão suplicando - Harry disse por trás da bateria reluzente. Por que ele sempre tem que está sem camisa?
- Cinco minutos - Fletch falou. Harry pegou a sua garrafa de água e bebeu. Tirei a guitarra e a coloquei do meu lado. Me encostei no apoio do sofá. Fecho os olhos. Alguém sentou do meu lado. Abro os olhos e vejo o Tom completamente suado, sacudindo as mãos.
- O que foi, dude? - perguntei.
- Tô com as mãos suando.
- Por quê? - perguntei curioso.
- Sei lá. Todas as vezes que eu fico assim, algo vai acontecer.
- Algo bom ou ruim?
- Ai é que tá. Eu não sei. Mas na maioria das vezes não é nada bom.
- Deus nos livre. - Fiz o sinal da cruz. Se o Fletcher disse isso, só pode ser coisa ruim. Seja o que Deus quiser.
- Tchau, meninas, nos vemos amanhã. - Eu e as meninas nos despedimos das outras garotas que trabalham na loja. Entramos no Volvo e fomos para casa.
- Aquela não é a no carro do Dougie? - disse após avistar o carro preto do Dougie estacionado em frente ao nosso prédio. Assentimos com a cabeça. A está saindo do mesmo. Manda beijinhos para o Dougie pelo ar. NOSSA! Que lindo esse buquê de flores que ela está segurando!
- Você só pode estar de brincadeira! - disse abrindo a boca logo em seguida. Provavelmente olhando para o mesmo "objeto" que eu.
- Dougie deu flores para ela! QUE LINDO! - gritou. Ela estacionou o carro de frente à , que não sai do lugar.
- Ae princesa, o principe encantado deu flores? - tirei onda. Sai do carro e arranquei as flores das mãos da para pode apreciá-las melhor.
- Não são lindas? - disse passando a mão levemente sobre os botões vermelhos. Tem um cartãozinho ao lado. Eu o abri.
- "Muitas flores, para a flor mais linda do meu jardim. As vermelhas são o meu amor por você. As brancas são o que você me traz de melhor. Paz. Estou te esperando do lado de fora da escola. Te amo XoXo Dougie Poynter" - li o que tem escrito no cartão. Babei! - QUE LINDO!!!
- Então, vocês acham que eu não aceitei o pedido depois disso? CLARO QUE SIM! - ela gritou. A abraçamos. Tive que ter cuidado de não amassar as flores. A deu passagem para nós entrarmos no prédio. Fomos subindo as escadas.
Harry Judd
Eu e os dudes resolvemos almoçar depois que saímos do estúdio. Ligamos para o Dougie e pedimos para ele nos encontrar aqui no restaurante. Mas até agora ele não chegou. O Danny vai acabar comendo tudo. Eu já estou bem satisfeito.
- Graças a Deus! Pensei que você não ia vir mais - disse quando o Dougie entrou no restaurante. Ele está pálido. Suspirando profundamente. Acho que foi de tanto correr.
- Foi mal... fui... deixar a ... na casa dela - ele falou pausadamente. Em cada pausa, ele suspirava. Vix...
- Calma, cara, respira - Tom disse, colocando um dos braços sobre os ombros dele, e com a outra mão passando um copo com água gelada. Ele pegou e bebeu. Respirou fundo e continuou.
- Ela aceitou o meu pedido! - ele disse abrindo um grande sorriso.
- QUE LEGAL! - Danny disse, pegando a cerveja e dando mais um gole. - Um brinde às nossas atuais namoradas. - Pegamos os nossos copos e juntamos uns aos outros.
- Todos nós agora estamos comprometidos. Acho que as nossas fãs vão ter grandes concorrentes - disse brincando.
- Falando nisso, o que vamos fazer hoje? - Danny perguntou.
- Vamos ter que passar o dia todo no estúdio. Seria bom chamá-las...
- BOA IDEIA! - Dougie e Danny interromperam Tom na mesma hora. Ele se assustou. Ri da cena.
- Querem chamar as suas namoradas? - Fletch se intrometeu.
- POR FAVOR!!! - dissemos juntos, juntando as mãos.
- Okay - ele disse. Abrimos grandes sorrisos como "obrigado".
- Então temos que comprar logo as roupas - disse. Segundo a , irá ter um baile de boas vindas na escola dela, e podem levar convidados. Então ela vai nos levar com os nossos respectivos namorados. Que chique.
- Eu acho que eu vou com um não muito cheguei. Um mais reservado - expliquei.
- Gostei. Acho que eu tenho que parar de usar muito essas minhas roupinhas - disse.
- Concordo, você tem... - A foi interrompida pelo celular da .
- Alô? - ela atendeu. - OI! Sério? Não vai ter nenhum problema? Tá bom. Te amo, beijo. - Ela desligou.
- O que foi, e quem foi? - perguntei.
- Era o Dougie. Quem tá a fim de ir ao estúdio do McFly? - ela disse esfregando uma mão na outra. Eu e as meninas demos grandes sorrisos e fomos para os nossos respectivos quartos. Pera, eu e a já estamos no nosso. A e a foram para o delas. Peguei uma roupa muito linda. Uma calça jeans escura, com um blusa bege escura, meu All Star preto que combina com o meu casaco.
A colocou uma roupa branca com um colar, um short listrado verde e um All Star vermelho que combina com a bolsa. Para chamar atenção. Fomos para a sala. Nos encontramos com as meninas. A está usando uma blusa branca com uma boquinha na mesma, calça jeans escura, casaco cinza e um tênis que combina com a blusa. A está usando uma blusa regata da Nike, uma calça jeans rasgada, um tênis da Nike com os cadarços bem chamativos e um casaco preto. Saímos do apê, entramos no elevador e apertamos no botão do estacionamento. O mesmo desceu. Chegamos. O Volvo está logo na nossa frente. Entramos nele e saímos do prédio.
Tom Fletcher
As garotas disseram que em minutos já estariam aqui. Já se passou 5 minutos, acho que elas não vêm. Sei lá. Um som de batidas está vindo da porta.
- OI! - As lindas garotas, uma por sinal é mais, entraram com lindos sorrisos no rosto, falando com todos. Me levantei do sofá e fui cumprimentá-las.
- Oi - disse abrançando a , dando-lhe um selinho rápido. A puxei para sentar no sofá. Que droga. O Harry já está ocupando ele com a . Melhor nem comentar o que eles estão fazendo. Não é nada do que os casais fazem depois de casar. Alguns antes, mas não é nada disso. Fui para o outro sofá. Sentei-me e puxei a para sentar também. Ela se sentou no meu colo. Juntei os nossos lábios rapidamente. É irresistível estar ao lado dela e não beijá-la. Ela massageia o meu cabelo, enquanto eu faço carinhos em seu pescoço. Nos separamos por um momento.
- Tudo bom? - ela me perguntou.
- Agora que você está aqui, tudo está perfeito. - Suas bochechas ficaram vermelhas.
- Idem.
- Garotos, eu sei que o clima de vocês está bom, mas temos que voltar a trabalhar - Fletch interrompeu o nosso momento. A saiu de cima de mim. Me levantei e fui pegar a minha guitarra. As meninas se sentaram onde o Harry e a estavam se engolindo. Ficamos de frente a elas e começamos a cantar uma das músicas do novo CD.
Depois que entramos no estúdio, cada uma das garotas foram para o seu namorado. A foi "falar" com o Dougie, depois de um tempo os dois já estavam na parede. A está sentada no colo do Tom, beijando-o. A vai engolir a cabeça do Harry a qualquer momento no sofá. E eu e o Danny estamos conversando abraçadinhos. Claro que antes demos um belo beijo de cinema, mas eu me controlo. Não sou como as meninas. Só deixo o Danny na vontade.
- Então, todas as vezes que eu entro aqui, lembro de nós dois. Do piano, da música, do nosso primeiro beijo... - Ele me beijou. Retribui. Nos separamos. - Foi tão bom.
- Melhor que agora?
- Claro que não. Agora o lance é outro. Aquela vez, foi a primeira vez que ficamos. Agora estamos namorando. É diferente. E melhor. - Ri. Ele sorriu abertamente.
- Garotos, eu sei que o clima de vocês está bom, mas temos que voltar a trabalhar. - Fletch cortou o nosso barato.
- Vamos - disse para ele. Segurei a sua mão e puxei-o para dentro da salinha onde ficam os instrumentos. Me juntei às meninas no sofá. Eles pegaram os seus respectivos instrumentos e começaram a cantar uma música nova. É linda.
Depois que a música acabou, eles perguntaram o que nós achamos. Claro que é perfeita. Dissemos o que achamos. É demais. Eles sorriram abertamente.
- Muito bom, rapazes - Fletch parabenizou também. - E vocês, garotas? Tem algum talento?
- Temos uma banda cover - disse. - Se chama Sweet Girls. É engraçado - ela complementou dando uma risada.
- Que tal vocês mostrarem o que sabem? - Fletch propôs. Olhei para as meninas. Elas aceitaram com a cabeça. Nos levantamos do sofá, pegamos os instrumentos. Os garotos se sentaram onde estávamos. Começamos a tocar uma de nossas músicas preferidas. É My Happy Ending da Avril Lavigne. Além de ter um letra perfeita, a melodia é ótima para se tocar.
Dougie Poynter
Eu, sinceramente, não sei como garotas podem tocar tão bem. Cada acorde, cada movimento, me deixa paralisado. Não vou nem comentar as caras que elas fazem. Inclusive a . Nossa... a garota já é linda, e fazendo caras e bocas... fica sem comentários. Elas acabaram.
- Perfeito! Parabéns. - Fletch deu algumas palmas para as meninas. O acompanhamos.
- Obrigada! - disse envergonhada.
- Valeu mesmo! - agradeceu, abrindo um grande sorriso.
- Hey! Eu tenho uma novidade para vocês! - disse. Ela olhou para mim rapidamente. - Irá ter um baile na minha escola. E pode levar convidados. Então eu estou convidando vocês para irem com a gente. Cada um com o seu devido par. - Ela apontou para mim. Sorri. - E então? Vão querer ir? - Ela arqueou uma sobrancelha.
- Com certeza! - Tom afirmou.
- Festa é comigo mesmo - Harry disse.
- Estamos lá - Danny disse.
- Tudo bem - assenti.
- Ótimo. Irá ser nesse final de semana. Não se esqueçam - ela disse.
Sábado
21º Capítulo - O Baile.
- Como eu estou? - a perguntou aflita. Ela está usando um vestido preto, com umas listas bem claras, vermelhas. Está com um cinto vermelho no meio da cintura. Uma sapato da mesma cor do cinto e uma bolsa com a bandeira do Reino Unido. Eu estou usando um vestido curto preto com duas listras na borda, uma roxa e a outra verde, que cobre a meia-calça preta. Também estou usando uma sapato preto que combina com a bolsa. está usando um vestido preto e rosinha bem claro. Parece saia e top. A bolsa de mão combina com a sandália e o colar dá um toque de elegância ao modelito "casual". A está usando um vestido vermelho, com um grande detalhe ao meio e uma sandália prata, muito bonito. Simples e sufisticado. Estamos na sala esperando os garotos chegarem. A e a conversam normalmente. A se arruma no vidro da sala. E eu estou, mais uma vez, pensando. Não sei por quê, mas estou nervosa. Não é um nersosismo normal. É capaz de sufocar. Eu, sinceramente, não sei explicar essa sensação.
- Meninas, os seus namorados estão lá em baixo - Biba alertou. Ela já sabia que nós estamos namorando. Então não tem pra que ficar saindo escondido como antes. Mas até que era divertido.
- Vamos! – disse, me levantando e puxando as meninas. Saimos do apê. Entramos no elevador.
Harry Judd
Eu e os caras acabamos de chegar no prédio das meninas. Estamos bem arrumados. Cada um de Converse, calça jeans (não muito largona), blusa xadrez aberta, deixando à mostra a blusa branca de dentro. Estamos parecidos. A única diferença são as cores. OMG! Elas chegaram. Acho que elas vão morrer de frio com essas roupinhas. Vestidos super curtos. E o melhor: só para a gente. Olhei para os caras. O Dougie está paralisado (da mesma forma de sempre) olhando para a . O Tom já tirou umas 50 xerox da . O Danny está com um sorriso pervertido no rosto. Voltei a olhar para elas. Cara, eu estou na Palestina, a terra prometida. Se olhos comessem, a já estava a um bom tempo. Ela está bem próxima de mim. Abri os braços e lhe abracei, levantando-a um pouco.
- Você está bem gata - disse.
- Não posso dizer o mesmo. - Ela sorriu malicioso. - Não se tem comparação com um tigre. - Sorri abertamente.
- Nossa. Depois dessa, nem sei qual é o meu nome. - Ela gargalhou. Sua mão se juntou à minha e eu entrelacei os nossos dedos. Fomos andando em direção ao portão de saída, sendo acompanhados pelos outros.
Depois de um trânsito, não muito ruim, chegamos. Descemos do carro. Eu e a fomos com o Dougie e a no meu carro. Os outros foram no carro do Danny.
- O clima parece estar bom. – Dá para se ouvir o som da música vindo da quadra de esportes. As luzes também. Atravessamos o grande jardim e entramos na quadra. Milhões de olhares estão vidrados em nós. Minha barriga deu várias cambalhotas.
- É impressão minha ou todos estão olhando para nós? - Dougie disse a mim. Assenti com a cabeça. - Uau, acho que alguém por aqui é popular - ele disse olhando para a , que está pálida.
- Eu não sou popular. O motivo dos olhares em cima de nós é o McFly. - Ela sorriu. - Que estão super gatos. - Ela mordeu os lábios. Dougie a abraçou e lhe deu um beijo. Muitas pessoas arregalaram os olhos.
- vai ser a Rainha do baile - disse para o Danny, tirando onda. Fomos andando para uma mesa com capacidade de 8 pessoas. Sentamo-nos. Ficamos observando os adolescentes dançarem e se divertir no ritmo da música.
- Quem quer dançar? - perguntou. - Já faz um bom tempo que eu não mexo o esqueleto. - Ela sorriu forçado.
- Eu topo. Vamos - Danny disse, puxando-a pela mão. Os dois foram para um pouco longe de nós. O Danny tenta acompanhar os mesmos passos da . Mas é impossivel. A tem um rebolado incrível.
- Vamos dançar? Depois que eu vi a dançar com o Danny, me deu vontade - pediu para o Dougie. Ele fez cara de desgosto.
- Sabe o que é? É que eu não estou com vontade de soltar a franga hoje. Mas se quiser dançar, pode ir - ele disse, beijando sua bochecha.
- , vamos comigo, assim eu não fico sosinha - a pediu para a . Ela deu uma olhada para o Tom. Ele aceitou. As duas se levantaram e foram rebolar um pouco perto do Danny e da . Os dois patetas do nosso lado, do meu e do da , ficaram babando.
- Quando é que você vai fazer a mesma coisa? - perguntei bem perto do ouvido da . Ela apertou minha coxa mais ainda. Ui! Chegou a subir aquele fogo.
- Quando você quiser! - ela disse perto do meu ouvido. Deus...
- Danny, você dança muito engraçado! - disse para ele, enquanto ele tentava fazer o movimento de funk perto de mim. Caí na gargalhada.
- Estou bem? - ele perguntou fazendo sinal de positivo.
- Com certeza! - Ri mais ainda. Olhei ao redor e não vi a e a na mesa. AH! Elas estão um pouco atrás de nós, dançando com as colegas da .
- Vê a cara do Dougie e do Tom vendo as meninas dançarem - Danny disse para mim. Olhei para eles. MELDELS! Os dois estão quase ejaculando ali! Ri mais ainda.
Depois de dançar muito com o Danny, resolvemos parar um pouco. A e a não pararam um minuto. A e o Harry trocam carinhos aqui na mesa. O Dougie e o Tom estão conversando sobre a banda. E eu estou massageando a cabeça do Danny, que está suado.
- Vou pegar uma bebida - ouvi o Dougie dizer. Ele se levantou, passou pela e lhe disse alguma coisa no ouvido. Ela assentiu com a cabeça. Ele está no balcão de bebidas bebendo uma cerveja. Já faz um bom tempo que chegamos.
Dougie Poynter
- Vou pegar uma bebida - disse. Me levantei e fui para o balcão de bebidas. Passei pela . - Você dança muito. - Ela sorriu. - Eu vou pegar uma bebida. Qualquer coisa, eu estou lá - disse. Ela assentiu com a cabeça. Dei-lhe um selinho rápido.
- O que deseja? - p garçom perguntou.
- Uma cerveja - pedi. Ele trouxe já aberta. Dei um gole. Uma garota loira está vindo em minha direção. Eu já a vi em algum lugar.
- Dougie! - Ela sabe meu nome. Tá, ela já deve me conhecer. - Eu gosto muito de você! Você é lindo - ela começou a me fazer elogios.
- Obrigado. Você também é muito bonita - a elogiei também.
- Será que você poderia autografar esse papel para mim? - ela pediu gentilmente.
- Tudo bem. - Peguei o papel dela. - Como é seu nome? - perguntei para poder escrever para ela.
- Norah, Norah Justice. - Ela sorriu abertamente. Assinei o papel e entreguei a ela. - Posso fazer uma coisa que eu sempre tive vontade de fazer com você? - ela me perguntou.
- Depende. O que é? - perguntei.
- Isso. - Ela está me beijando! Ela está me beijando!
Tom Fletcher
- Você está de brincadeira - disse olhando para o mesmo ponto onde o Dougie está.
- Meu Deus! - colocou a mão na boca. O Dougie está beijando uma garota! E não é a !
- Cadê a ? - Harry perguntou, olhando ao redor. - Não estou a vendo.
- Vamos. - se levantou e puxou o Harry junto. A chegou pálida na mesa.
- A viu o Dougie beijando outra garota. E saiu correndo. - Ela se sentou na mesa, pegou o meu ponche e bebeu. - Tom, vamos procurar ela. - Ela se levantou e me puxou pela mão. Estamos andando para o lado de fora da quadra. AH! Olha ela lá. A e o Harry já estão consolando-a. Coitada.
Eu e a estávamos dançando, até que o Dougie chegou para mim e disse que ia pegar uma bebida. Continuei dançando. Meus pés vão cair a qualquer momento. Passei a mão para jogar o meu cabelo para trás. OMG! Eu estou bem? Será que as minhas lentes de contato estão embaçadas? Ou o Dougie está mesmo conversando com a Norah? My Fuck God! Ela está beijando ele! Parei geral. A dor dos meus pés passaram, o som da música eletrônica sumiu, os empurrões das pessoas não fazem a mínima diferença quando batem em mim. A imagem está ficando aguada. Coloquei a mão no rosto. São lágrimas. Dougie a soltou e olhou para o lado. Abro a boca, para poder sair algum som. Mas é inútil. Isso começou agora, imagina daqui a um mês. Quantas já deve ter pegado? Me viro e saio correndo sem ao menos perceber. As lágrimas caem mais, mas eu nem sinto diferença, pelo fato de que meu rosto estar suando. Prendi o meu cabelo com a mão, para poder respirar o ar congelado de Londres. Estou alucinando? Logo a Norah! A NORAH! A filha de uma b*tch. RAIVA! Olhei ao redor e vi a vir correndo segurando o Harry pela mão. Ela o soltou e me abraçou. Deixei as lágrimas cairem mais.
- Calma, ! Calma - ela me consola. Sinto a mão do Harry na minhas costas. Ela me soltou. Harry fez questão de me abraçar também. Tenho que assumir que me senti melhor com tanto carinho.
- Vocês... viram? - solucei. Eu não consigo parar de soluçar. O Harry colocou um braço por cima dor meus ombros. A colocou o braço na minha cintura.
- Vimos - eles responderam juntos.
- Como? Eu sou tão idiota! - As lágrimas estão saindo descontroladamente. O celular da está tocando. Ela o tirou da bolsa e atendeu.
- Você não é idiota! O Dougie é! Por ter deixado você plantada - Harry disse. A fingiu tossir, ainda no telefone. - Mas não fica triste.
- Não tem como... - Fui interrompida pela gritaria da .
- NÃO CHORA! - Ela deu o maior empurrão no Harry e me abraçou, quase me sufocando. Olhei para o Tom, que está arfando. Ela me soltou. Tonzinho também veio me abraçar. Hoje é meu dia.
- Obrigada, gente, por essa força. Agora eu preciso ir para casa - disse limpando as lágrimas.
- Nós te levamos - disse, desligando o celular e colocando na bolsa. - Biba ligou e disse que não vai dormir em casa. Só Deus sabe o que ela vai aprontar.
- Melhor. Assim ela não vai perguntar porque eu estou com a cara inchada. Vamos - disse. Dei mais um abraço no Tom e na e fomos andando para o carro. Preciso refletir sobre isso.
Dougie Poynter
Empurrei essa tal de Norah.
- Você é louca?! - quase gritei com ela.
- Vai dizer que não gostou. - Ela limpou o canto da boca. Não vou dizer que foi ruim. Ah meu DEUS! A ! Olho para o lado e a vejo. Seu rosto incompreensivo olhando para mim, com os olhos carregados de lágrimas. A luz azul do bar a iluma. Assim eu posso vê-la com mais clareza. Uma de suas mãos foi parar no rosto para limpar as lágrimas que começaram a cair. Ela saiu correndo para fora da quadra, atravessando tudo e todos. Pulei do banco e fui correndo atrás dela.
- Melhor não dude. - Danny me segurou pelo braço.
- Cara, eu tô fudido! A garota vai pensar que eu que beijei a doidinha lá! - Apontei para trás.
- Dougie, a essa hora, a já deve ter colocado milhões de coisas na cabeça, que podem explodir a qualquer momento - disse pacientimente. É normal para eles dizerem, já que nunca passaram por isso.
- O que eu vou fazer? - Coloquei a mão nos olhos. Aquele nó começou a se formar na minha garganta, prendendo o choro.
- Eu te levo para casa. Vai ser melhor. Vamos passar despercebidos pelo estacionamento. - Danny me puxou para fora da quadra. Avistei a sendo abraçada pelo Harry. Deu aquela ponta de ciúmes. Mas eu sei que não é nada, é apenas a amizade dos dois sendo mostrada por um abraço. Danny abriu a porta do carro para eu entrar. Entrei. A entrou e se sentou no banco da frente. O carro começou a andar. Paramos. Tom e entraram.
- DOUGLAS LEE POYNTER!!! - gritou. Olhei por cima do ombro e vi uma completamente brava. Arregalei os olhos.
- Eu sei, eu sei... Já aprendi a minha lição. A pior de todas. - Suspirei. Deixei uma lágrima cair sobre o banco de couro do carro do Danny. A fez cara de triste. Uma de suas mãos veio parar sobre os meus ombros. Coloquei a cabeça sobre o seu ombro. Ela faz carinho sobre o meu cabelo bagunçado.
- O que realmente aconteceu? - Tom quebrou o silêncio. Levantei a cabeça para poder olhar para o Tom.
- Eu fui autografar o papel daquela menina. Ai ela disse "posso fazer uma coisa que eu sempre quis com você?" - Fiz vozinha fina, parecendo uma garota. - Ai eu disse "Depende, o que é?". Ai ela disse "Isso". - Fiz vozinha fina e bati as mão como se fosse uma bomba.
- Nossa. Então a culpa não é sua - me apoiou. Assenti com a cabeça.
- Fica triste não, nanico - Danny brincou.
Chegamos em frente à minha casa.
- Obrigado pela carona. Amanhã, se eu não acordar, vocês já sabem que eu vou ter morrido. - Saí do carro. Me apoiei na janela do lado da .
- Que isso, menino. - deu uma tapa no meu braço. - Nunca. Deixa eu e as meninas ajeitarmos as coisas com a , ai eu falo contigo. Não se preocupa. - Ela acaricia o meu braço. Dei-lhe um beijo na cabeça e mandei outro para a . Dei tchau para os caras e entrei em casa. Fui direto para o quarto.
- MERDA! - gritei. Flea pulou em cima da cama e colocou a cabeça sobre minha barriga. Fiquei acariciando o seu pelo escuro e lembrando daquela cena.
Estamos indo em direção do nosso apê. A única coisa que se escuta é o motor do carro rugindo embaixo de nós e os soluços da . O Harry olha para mim com um olhar de súplica. Olhei pelo retrovisor e vi os olhos vermelhos da . Chegamos. A foi a primeira a sair do carro.
- Harry, você pode dormir aqui em casa hoje? O clima vai ser dificil - eu pedi para ele.
- Claro. Com certeza - ele assentiu. Dei-lhe um selinho demorado. - Mas vou precisar passar em casa para pegar as minhas coisas.
- Tudo bem. Até mais tarde. – Dei-lhe mais um beijo. Saí do carro. O carro foi embora. Me virei para falar com a donzela em apuros.
- Eu preciso subir - ela disse para mim. Passei meu braço sobre os seus ombros. Estamos andando com passos lentos. Praticamente eu que levo a , ela está se escorando em mim.
Depois de muitos esforços para levar a , eu consegui chegar no apê. A e a já estão prontas para a nossa missão. Fazer a se consolar com a gente.
- Galerinha do meu coração, eu chamei o Harry para vim dormir aqui. - A abaixou a cabeça.
- Você também? Eu chamei o Danny! - disse. Acho que vamos ter uma boa festa do pijama aqui.
- Eu não chamei o Tom. Vou me disponibilizar para ajudar a ! - Abracei a .
- Obrigada, ... - ela agradeceu chorosa.
- Eu vou dormir na sala com o Danny?
- Já vai dormir com ele? – perguntei, cruzando os braços.
- Estamos namorando... - A foi interrompida pela .
- Não me fala em namoro. - Ela deixou cair uma lágrima.
- Eu vou ajudar a a trocar de roupa. - foi conduzindo-a para o quarto para tirá-la daqui. O celular da está tocando.
- Okay! - disse. - Eles já estão lá embaixo. Eu vou buscá-los.
- Okay. Vou me arrumar. Vou dormir com o Harry no meu quarto. A e a dormem no seu.
- Tudo bem. Vou indo. - Ela saiu do apê.
- Eu vou ajudar a a trocar de roupa. - Tirei a para não começar o berreiro. Fomos para o quarto dela. Fechei a porta.
- Obrigada, ... Eu acho até melhor o Danny e o Harry estarem aqui hoje. Assim as meninas ficam melhor. Você deveria chamar o Tom. - A interrompi.
- Não. Eu quero me disponibilizar para você.
- Mas eu vou ocupar o tempo que você pode estar com Tom, abraçadinha. - Ela se sentou na cama e tirou as sandálias. Abri o guarda roupa e tirei um pijama para ela. Ela tirou o vestido e só está de calcinha e sutiã. Colocou o pijama que eu passei para ela e se deitou na cama.
- O Tom entende. Eu sei que poderia estar com ele, mas ele entende. E vamos ter a vida inteira pela frente. - A começou a chorar de novo. - Hey hey... - Me sentei ao seu lado.
- Só de lembrar nas coisas que ele me falava, dá um aperto no coração. - Ela apertou o pijama na parte do coração. - Acho que ele só fez isso por causa de Fernando. Que me viu com ele lá, daquele jeito... Mas você sabe que não aconteceu nada.
- Claro. - Acariciei os seus cabelos.
- Então, acho que ele só queria namorar comigo para eu sofrer mais. - Ela colocou as mãos no rosto. A voz do Danny apareceu no ambiente. Super silenciosa, sabe...
- Os garotos chegaram. Vamos falar com eles. - Puxei a . Saímos do quarto. Nossa. Eles estão sem camisa.
- AH! Aqui está a nossa pequenina! - Harry veio na direção da e a abraçou. O Danny veio fazer a mesma coisa. Os dois começaram a fazer cócegas nelas, fazendo-a soltar algumas risadas.
- Obrigada por vocês terem vindo. Assim vai ter uma diversão para a e para a .
- Obrigado você! Por ter nos deixado - Harry disse. - Então onde eu vou dormir? - ele perguntou.
- No meu quarto e o da . Segundo a esquerda - disse. Harry foi em direção ao mesmo.
- Acho que vou ficar mais feminina - ele disse dando uma quebradinha na cintura. Eu e as meninas rimos. Até a .
- E eu? - Danny perguntou, cruzando os braços. A arregalou os olhos.
- Sabia que você fica extremamente sexy sem camisa e com os braços cruzados? - ela disse sorrindo.
- Valeu. Sério, onde vamos dormir?
- Aqui na sala. No sofá bicama. - Ela deitou-se no sofá e bateu no lado para Danny a acompanhar. Ele pulou em cima do sofá e abraçou a pela cintura.
- Acho que eu vou para o meu quarto - disse, dando meia volta e entrando no quarto.
- Ai, gente, coitada da ... - Danny disse com dó.
- Eu não gosto de ver minha amiga assim. Dá para perceber que ela se magoou muito - disse. Harry chegou por trás dela e lhe deu um beijo no pescoço.
- Eu estou com sono. Vamos para o quarto - Harry disse, puxando-a pela mão e indo para o quarto. - Boa noite. Até amanhã de manhã.
- Boa noite para todos - disse, entrando no quarto e fechando a porta.
- Eu não vou ficar aqui segurando vela. Boa noite. Vou consolar a - disse dando tchau para o casalzinho deitado no sofá. Ele deram tchau. Fui para o quarto.
- Hoje promete - disse. Ela está deitanda na cama da , já que vai dormir no quarto comigo.
- Como assim?
- Harry e , em um quarto, dormindo, juntos, Harry tigrão, tigresa... - Ela arqueou uma sobrancelha.
- Aaahhh... - Entendi o que ela está querendo dizer.
- A mesma coisa com o Danny e com a . A única diferença é que o Danny é um macaco e a uma macaca. - Ela sorriu.
- Verdade. Mas não tem problema. - Me deitei na cama. - Boa noite, . Bom sonhos.
- Acho que vou ter um pesadelo. - Ela se virou de frente para a janela. Desliguei o abajur que está entre nós. Fechei os olhos para dormir. Claro, eu vou fechar os olhos bem para comer...
- Eu não vou ficar aqui segurando vela. Boa noite. Vou consolar a . - A se retirou da sala.
- Enfim sós. - Danny me puxou para mais perto dele e me beijou. Nossa, ele tem uma pegada inrresistível. E com a parte superior do seu corpo nu, fica melhor ainda. Nos afastamos um pouco.
- Vamos assistir a algum filme. Para o sono chegar mais rápido – disse, colocando minha cabeça sobre o seu peitoral descoberto. Que cheiro bom. Liguei a TV. Está passando Romeu e Julieta. Eu vou morrer de chorar aqui. Ficamos assistindo. Danny está me envolvendo em seus braços, enquanto eu estou abraçada à sua barriga.
Danny Jones
Eu e a estamos abraçados assistindo um daqueles filmes melosos, que o cara se mata, porque pensa que a namorada está morta, quando não tá. E depois ela se mata quando vê que ele morreu. A maior confusão. Em segundos, a já está dormindo. Peguei o controle de sua mão e desliguei a TV. Coloquei o cobertor sobre nós e me aconcheguei mais. Abracei-a novamente.
Harry Judd
- Vocês não ficam asfixiadas com tanta coisa no quarto? - perguntei olhando ao redor, observando a quantidade imensa de posters nossos e de outras bandas.
- Os posters são da . Ela é viciada em vocês. Achei até melhor ela não dormir aqui. Assim, não vai arrancar os posters por causa do Dougie. - Ela se deitou em uma cama. Arqueei uma sobrancelha.
- Onde eu vou dormir? - perguntei.
- Na cama da . É logo ali. - Ela apontou para a cama ao lado. Eu olhei para a mesma e voltei a olhar para a , que está com um sorriso de deboche no rosto.
- Você só pode estar de brincadeira. Eu não vou dormir ali. Eu vou dormir aqui – disse, deitando-me ao lado dela e a abraçando. Ela riu e me abraçou também. Uma de suas mãos se esticou e desligou o abajur, deixando tudo escuro. Apenas a luz da lua entra no quarto. Seu rosto ficou pálido, parecendo uma "vampira".
- Eu já disse que é bom estar ao seu lado? - ela sussurrou.
- Milhões de vezes - respondi. Ela fechou os olhos e se aconchegou mais em meus braços. Fiz o mesmo.
Estou tentando dormir. Mas aquela terrível cena não sai da minha cabeça. Já não tenho mais lágrimas pra descontar a raiva nelas.
Eu sei que é um pecado, mas, nesse exato momento, eu queria que o Dougie desaparecesse. Só de pensar nisso, um nó sufocante se cria no meu coração. Eu me deixei levar muito adiante. Minha cabeça dói. Não sei ao certo se isso é realmente dor. Só sei que incomoda.
Dougie Poynter
Que droga. Ela vai pensar que eu beijei aquela doidinha. Mas não foi. Eu não tive culpa alguma.
Apesar de me sentir culpado.
Sinto tanta falta dela aqui comigo.
Meu peito está apertado.
Tom Fletcher
A disse que essa noite iria ajudar a . Porque sabe que iria fazer o mesmo com ela. Apesar que eu nunca vou deixar que isso aconteça. É estranho estar sem a por perto, já que estamos passando a maior parte do tempo nos falando.
22º Capítulo - Tentando tudo de novo.
Que sono. Ainda estou de olhos fechados, com a mínima vontade de abri-los. Estou tentando tirar o meu braço de algo muito pesado. Vou abrindo os olhos vagarosamente. Deixei-os cerrados. Levantei um pouco a cabeça para ver melhor o que está do meu lado.
- Harry? – perguntei, balançando-o pelo braço descoberto. Ele está com um das mãos em baixo da cabeça, apoiando o rosto, e a outra sobre a minha cintura.
- Huum... - ele gemeu.
- Acorda. - Balancei novamente. Ele foi abrindo os olhos vagarosamente.
- Então não foi um sonho - ele falou baixo.
- Como assim?
- Não foi um sonho que eu dormi com você. - Ele sorriu. Sorri também. Dei um beijo na bochecha dele. Coloquei a cabeça sobre o seu peitoral.
- Parece um sonho mesmo - disse. Ele beijou o topo da minha cabeça.
- Estou com fome. -Ouvi a sua barriga roncar.
- Vamos nos levantar. - Dei um pulo e estiquei a mão. Ele a segurou e me abraçou. Nossa, ele não faz ideia do quanto me deixa sem fôlego.
- Vamos. - Ele me puxou pela mão e saímos do quarto.
Quando chegamos na cozinha, encontramps sentada na mesa. Comendo sozinha. Olhei para o Harry e ele fez uma cara de triste. - Bom dia, ! - Ele se aproximou dela e deu um beijo em sua cabeça. Acho o Harry super carinhoso, mas fico com uma pontinha de ciúmes.
- Oi, nanica! - disse e lhe dei um beijo na bochecha. Me sentei ao lado do Harry, de frente para a "solitária" do grupinho.
- Bom dia, casal perfeição. - Ela sorriu para mim e para o Harry.
- Como você dormiu? - Harry começou a puxar assunto.
- Você acha que eu dormi? - Ela mostrou os olhos. Estão cansados e as pálpebras estão pesadas. Logo abaixo está com olheras escuras.
- Não. - Ele abaixou a cabeça. Depois levantou a mesma e virou-a para a sala, onde a está dormindo abraçada com o Danny.
- Vamos acordar eles? - perguntei fazendo cara sapeca. Harry olhou para mim, concordando. - Eu vou pegar o chantilli. - Me levantei. Peguei o chantilli na geladeira e fui em direção a e ao Danny. Coloquei um pouco da mão da , que está estendida sobre a barriga do Danny. Harry começou a fazer cócegas no nariz dela de leve. Ela levantou a mão que está com o chantili e colocou no nariz, melando todo o seu rosto. Eu e Harry estamos rindo muito. Ela abriu os olhos e está nos encarando. Paramos de rir.
- O que diabos vocês fizeram em mim? - ela perguntou passando a mão no rosto. - Seus filhos de uma mãe! - Ela se levantou. Saí correndo para o quarto. - ABRA A PORTA SE FOR MULHER!
- Agora é que eu não vou abri mesmo. Eu não sou mulher. Eu ainda não transei!
- Fico meio desconfiada depois de ter dormindo junto com o Harry! - Caí na gargalhada. Abri a porta.
- Mas não aconteceu nada com nós dois, não é, Harry? - Olhei para Harry, que está sentado no sofá, conversando com o Danny.
- Bem, nós não fizemos nada, porque ela não quis. Mas por mim, poderia ter acontecido tudo e muito mais! - Ele fez cara pevertida! Abri a boca. Ele começou a rir. Pulei no sofá em cima dele. O abracei e lhe dei um beijo apaixonante.
- Bom dia, Danny! - disse depois que soltei o Harry. Peguei a cabeça do Danny e lhe dei um beijo na bochecha. Ele fez o mesmo comigo.
- Bom dia, fofinha! - ele retribuiu. A se sentou ao lado do Danny e o abraçou pela cintura. A não está mais por aqui. A acabou de acordar com o cabelo em pé. Eu e a começamos a gritar, assustando a , o Harry e o Danny.
- Bom dia para vocês também! - ela disse coçando os olhos. Ela se sentou na mesa e começou a comer.
- Bom dia, ! Aproveite bem o seu café da manhã! - Harry disse. Ela levantou a mão e fez sinal de positivo. O celular do Danny começou a tocar.
- Alô? Tom! - Danny atendeu.
- EU QUERO FALAR COM ELE! - A deu um pulo da cadeira e pulou em cima de nós, arrancando o celular da mão do Danny. – Oi, amor! Estou com saudades! Todo mundo coladinho aqui se beijando, com exeção da . Ela tá melhor. Tudo bem! Te amo muito! Beijo. - Ela desligou o telefone. - O meu grande-único-perfeito-maravilhoso...
- DIGA! - Ela foi elogiando o Tom, até eu e a a interromper.
- Ligou para saber se eu já havia acordado. Então como eu acordei, ele vem para cá! - Ela levantou as mãos e começou a bater palmas!
- Eh! Viva para a , agora vai voltar para o seu café da manhã - disse na maior cara de pau. Ela se levantou e foi saltitando para a mesa. Voltei a enconstar minha cabeça no ombro do meu tigrão.
Depois que a foi acordar a e o Danny, junto com o Harry, eu percebi que ia sobrar, então resolvir ir para o meu quarto tentar dormir. Estou muito cansada, exausta de tentar e não conseguir. Me deitei na cama, me enrolei mais ao adredon e fechei os meus olhos.
- Eu te amo, mas não está como antes! - Aquelas horríveis palavras vieram de sua linda boca, a qual eu beijei e disse que pertencia a mim.
- Eu sei! Mas podemos reconstruir isso novamente. Eu não quero te perder! - O abracei pela cintura. Um nó quase sufocante se criou em minha garganta, fazendo eu prender as lágrimas nos olhos.
- Cada toque que eu dou em você é como se eu voltasse cada coisa que fizemos - ele sussurrou. Me lembrei do nosso primeiro beijo. Ele me afastou pelos ombros. – , eu não posso, eu não quero! - Ele se virou e foi andando sobre o caminho que havíamos percorrido durante a tarde. Ele foi andando com passos lentos, até uma pessoa se colocar ao seu lado. Seus cabelos loiros voam de acordo com o vento frio de Londres. Ela me olhou por cima do ombro. Pude ver melhor a sua cara pálida e áspera, não fisicamente, mas sentimentalmente. Ela puxou a cabeça dele e lhe deu um beijo...
- NÃO!!! NÃO É VERDADE!!! - comecei a chorar descontroladamente. Isso não vai acontecer! Ela não vai roubar ele de mim! Não mesmo! Ele é meu! Ele disse que é meu!
Suspirei fundo. Deixei as lágrimas caírem mais e mais. A porta se abriu. Virei minha cabeça e vi o Harry e a .
- O que foi, amiga? - perguntou, sentando-se ao meu lado e me abraçando. Harry se sentou do outro e fez o mesmo. Deixei as lágrimas caírem.
- Eu sonhei com o Dougie. - Harry fez som de dor. Solucei. - Ele dizia que não queria me ver mais, que não me queria mais. E foi embora. Até se encontrar com a garota que ele beijou na festa. A tal Norah!
- ... Se eu conheço bem o Dougie, ele não iria ter feito aquilo por querer - Harry explicou.
- Então por que ele retribuiu? Ele até pegou na cintura dela! FALA SÉRIO! - gritei as últimas palavras.
- Mas ele ainda gosta de você! Eu tenho certeza! - Ele colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha.
- Concordo com o Harry. Na verdade, sempre concordo. Mas ele tem a pura razão. Se eu fosse você, daria mais uma chance para o Dougie - apoiou o namorado.
- Para ele fazer a mesma coisa? - Cruzei os braços e arqueei uma sobrancelha.
- Não! Para vocês ficarem juntos para sempre! Como você sempre sonhou! - ela me corrigiu. Me lembrei dos momentos que eu era apenas uma fã, não um briquedo de pegar e largar.
- Mas depois de tudo aquilo, eu fiquei com uma insegurança enorme! Ele tem que voltar a me fazer acreditar nele. - Acho que eu estou querendo demais para um garoto. Tô querendo nada! Eles querem uma garota que tenha peito, bunda e cabeça ao mesmo tempo.
- Hoje é domingo. Que tal você dar uma saidinha. Passear, segurar vela... - Harry propôs. Se eu ficar vendo eles se beijando e se engolindo, vou quere me matar.
- Sem chance! Você é louco? Quer que eu me suicide? - perguntei dando uma tapinha na cabeça dele.
- Foi mal - Harry se descupou.
- Agora eu discordei com o Harry. Se a quiser sair, ela chama as amigas dela. - Eles já haviam me soltado, agora estão um do lado do outro, abraçados.
- É... Qualquer coisa eu tenho Biba - disse.
- Vamos. Eu tenho que me arrumar. Vamos passar o dia todo fora - disse se levantando e puxando o Harry pela mão. Eles saíram dando tchauzinho para mim. Me deitei na cama e fechei os olhos novamente. Não para sonhar, mas para apagar tudo.
- O que foi isso? - perguntou pulando dos braços do Harry, após ouvir alguém gritar. E, por incrível que pareça, veio do quarto onde a dormiu. E era a voz da . - Vou lá ver. Harry, timbora! - Ela puxou o Harry pela mão e saiu andando em direção ao quarto.
- A tá sofrendo demais, não é? - Danny me perguntou. Oh, inteligência da minha vida. Ele pergunta isso depois de ter visto o estado da garota ontem e agora.
- Parece, né? Não tá vendo?! Ela tá quase morrendo. - Apontei a mão em direção do quarto, onde o Harry e a namorada tinham entrado. O interfone está tocando. A se levantou em um pulo e foi atender. Em segundos já estava aqui novamente.
- Acho que é o Tom - ele sussurrou.
- Eu não acho, tenho certeza! - Sorri. - O que vamos fazer hoje à tarde?
- Eu estava pensando...
- Você pensou! Uma dessas não se deve desperdiçar! Continua!
- Continuando... Que tal a gente ir para o cinema e não assistir o filme? - Ele fez cara sapeca. Entrei na brincadeira.
- E o que adianta ir para o cinema e não ver o filme? - Cruzei os braços.
- Para fazer isso. - Ele puxou minha cabeça e me beijou.
- Nossa! Esse pensamento foi perfeito! - Dei uma tapinha no ombro dele. Ele limpou os ombros e sorriu abertamente.
Tom Fletcher
Cheguei ao apartamento da . Só eu que não fui para o apê das meninas. Com exeção do Dougie, que deve estar em rios de lágrimas agora. Acho que vai ser uma boa se estiver alguém lá para consolá-lo. Subi no elevador e cliquei no botão do andar das meninas. Cheguei ao meu destino. Apertei na campainha.
- Oi! - abriu a mesma em segundos. A abracei e lhe dei um beijo romântico e eterno.
- Tudo bom? - perguntei após nos separarmos.
- Agora que você chegou, está ótimo! - Ela me puxou para dentro.
- Hey, sua bicha! Tudo bom! - Olha a forma como o Danny me cumprimenta!
- Oi, amor da minha vida! Eu estou bem! - Mandei beijinhos para ele e para a .
foi me conduzindo até a cozinha, para podermos ficar a sós.
Ela começou a me beijar, e beijar, até que eu não aquentei e comecei a retribuir os beijos do mesmo jeito, sendo de forma bem mais quente. Ha.
- , tá tudo bem? - perguntei entrando no nosso quarto, vendo uma pálida e respirando rapidamente em cima da cama.
Harry se sentou do lado direito dela e eu me sentei do lado esquerdo. Colocamos o braço em volta dos ombros dela, para confortá-la, o que eu acho meio difícil a esse ponto.
- Mais ou menos. - Ela respirou profundamente, fechando aquela sessão de respirações sucessivas. Passei a mão nas maçãs do seu rosto um tanto quanto avermelhado, limpado a área, que está completamente molhada.
- Você quer alguma coisa? - Harry perguntou preocupado. É tão fofo ver ele assim. Imagina nossos filhinhos? Foco, , foco!
- Não não, muito obrigada por terem se disponibilizado para terem vindo até aqui me confortar. - Ela colocou a cabeça no ombro do Harry.
Tá, não vou mentir, mas fiquei com um pouco de ciúmes. Mas então me lembrei da situação dela. Era melhor ficar quieta.
- Precisando... - Harry sorriu. Fiz um sinal para sair do quarto. Ele se levantou. Fiz o mesmo.
- , vamos conversar um pouquinho lá fora. Se não se importa.
- Tudo bem. - Segurei a mão do Harry e saímos do quarto.
É nesses momentos que você pergunta: "Que tipo de amiga é você". Ai, são nesses momentos que eu respondo: "A melhor de todas, que saiu do quarto da BFF só para colocar em plano para juntar ela e o namorado de volta, com o meu namorado". Entendeu?
Enfim, comecei a conversar com o Harry sobre a brilhante ideia de juntar novamente a e o Dougie.
Ele pareceu se interessar. Ainda bem.
Quando faz uma cara tipo "Eu tenho um plano foda" é que eu me assusto.
- Já sei o que eu tenho que fazer - disse para eu mesma, me levantando.
Fui para o banheiro, lavei meu rosto. Coloquei uma roupa casual, minhas havaianas e saí do quarto.
Percebi todos me olharem, mas os ignorei.
Desci no elevador e fui chamar um táxi.
Cheguei onde eu pretendia. Engoli em seco. Sem ao menos ter argumentos para falar. Balancei a cabeça, tirando esse pensamento de minha cabeça.
Toquei na campainha. Ouvi do outro lado da porta algué,m estranhamente de salto, vir em direção para atender.
- Frankie? - perguntei pasmada.
Dougie Poynter
Eu estava tão deprimido que preferir ligar para alguém, que viesse rapidamente. Não pude contar com os caras, porque tenho certeza que eles estão com as meninas, respectivamente, . Preferir deixar queto.
Então me passou pela cabeça chamar a Francesca, já que ela disse que sempre seremos amigos. Peguei o telefone na hora e liguei para ela.
Em menos de 10 minutos, ela apareceu.
Ficamos conversando, claro que algumas vezes ela fazia gestos nos quais ela sabe que eu não resisto em uma mulher. Mas consegui me controlar. O que me admirou muito.
Depois de muita conversa, a campainha tocou. Ela fez as honras de abrir a porta.
O salto agulha dela ecoou no ambiente, fazendo um barulho irritante.
Quando ela abriu a porta, me arrependi na hora de ter chamado-a.
- Frankie? - ouvi a perguntar, com o rosto branco feito nuvem.
Dei um pulo do sofá, arregalando os olhos.
Milhões de perguntas se fizeram em minha cabeça. "O que ela está fazendo aqui?"; "Onde isso vai dar?"; "OMG!"
- Hey! Eu te conheço! Você é aquela menina do supermercado, né? Que me fez aquele interrogatório sobre o Dougie? Espera um minuto, você e ele? OH MY GOD? - Francesca começou a tagarelar merda.
Como assim "interrogatório sobre o Dougie". Que putaria é essa?
- Sou eu sim, eu vim falar com um velho amigo meu. - Ela sorriu forçado. Engoli seco. - Mas eu acho que ele está muito ocupado. Descupa ter atrapalhado o casalzinho. - Ela se virou apreensiva e foi andando.
Me levantei e fui correndo atrás dela, ignorando completamente a presença da Frankie.
- ! Espera! - gritei. Ela se virou bruscamente, e percebi que seus olhos se desmonoravam em lágrimas. Fui andando em sua direção.
- Sai! Não toca em mim! - ela disse. Dei um passo para trás.
- Por que você veio aqui? - perguntei fitando os seus olhos.
- Para tentar resolver as coisas com você. Mas acho que você estava muito ocupado, com a Franku. - Ela levantou a mão apontando para a Frankie, que não sabia o que estava acontecendo.
- Eu e a Frankie não temos mais nada. Você sabe disso.
- Agora eu tenho as minhas dúvidas. - Ela olhou para baixo.
- Eu não tenho nado com ninguém. Eu sou exclusivamente seu. Você sabe disso. - Segurei os seus braços. Ela deu um passo para trás.
- Olha, eu não quero mais nada com você - ela disse olhando em meus olhos. - Você merece alguém bem melhor que eu.
- Não diga isso. A única pessoa que eu quero ao meu lado é você. - A abracei, ela me empurrou.
- Dougie, eu pensei que você fosse o cara certo para mim. Mas não. Nada é como queremos. - Ela saiu correndo. Iria ser inútil correr atrás de seu perdão. Então fiquei estático.
Que merda! Eu só faço porcaria em minha vida.
- Dougie, tá tudo bem? - Frankie apareceu atrás de mim. Me virei apreensivo.
- Não, não está mesmo. - Coloquei a mão na cintura.
- Eu posso ir embora, depois eu volto.
- Eu iria agradecer muito.
- Tudo bem então. Qualquer coisa eu estou aqui. - Ela me deu um beijo na bochecha e foi em direção ao seu carro.
Entrei em casa. Me desabei mais uma vez no sofá. Precisando de alguém para me consolar. Precisando da .
Danny Jones
- Onde diabos a foi? - Tom perguntou, voltando da cozinha com a .
- Só Deus sabe. Espero que ela tenha ido em direção da pessoa que falta aqui - disse.
- Vamos deixar ela bem à vontade. Só espero que daqui a 9 meses não tenha um bebê com a frauda suja - disse. Todos começamos a rir.
Estou tãããããão chateada. O que porra Franku tava fazendo na casa do Dougie? Huum. Bem, dando para ele, já que eu não estou lá, ele chamou a puta da luz vermelha.
Fui correndo para pegar um táxi. Não consegui sustentar as lágrimas. Um táxi chegou, fui em direção do mesmo e entrei, pedindo para que ele me levasse para casa.
Durante todo o percurso, fiquei pensando no que fazer a respeito disso. Afinal, tenho uma escola para ir, todos os dias, menos nos sábados e domingo, para minha sorte (e sobrevivência). Aquela merda.
Peguei meu telefone, ligando para o Andrew. Ele é super legal e ótimos em conselhos. Namorado de uma das minhas amigas escolares.
Comecei a conversar com ele, falei sobre o que aconteceu. Ele me deu vários conselhos, dos quais alguns eu até conseguiria seguir, outros, fora de cogitação.
Cheguei no apê. Entreguei o dinheiro ao taxista e entrei.
Subi para o apartamento, com a esperança que ninguém estivesse no mesmo.
E foi o que aconteceu. Entrei e não tinha ninguém.
Biba ultimamente tem saido para milhões de lugares, e muitas vezes só volta no outro dia. Ela sabe que estamos (eu, estava) namorando os McGuys, mas não sabe do que aconteceu.
Eu realmente preciso pensar.
Coloquei a Radio London para tocar. Falling for you da Colbie Caillat. Em seguida, Big girls don't cry da Fergie começou a tocar. Engoli em seco. Deixei a música soar em meus ouvidos.
Big girls don't cry, disse minha mente. A música acabou, e eu acabei de saber: grandes garotas não choram. E é o que eu tenho que fazer.
Chorar, não mesmo.
Sofrer, jamais.
Feliz, sempre.
Dougie, uma parte da minha vida, deixada para trás...
Tom Fletcher
Eu e o pessoal ficamos entediados em ficar no apê, então resolvemos ir em um Starbucks, que fica bem próximo.
Chegamos lá. Ficamos jogando papo fora, até que Harry nos anunciou uma coisa que, sinceramente, me admirei.
- Gente, eu e a vamos para os EUA. Em outubro - ele disse, segurando a mão da .
- Que legal! Se divirtam muito - falou.
- E vocês vão para que lugares dos States? - perguntei.
- Vamos para Los Angeles, depois Las Vegas e então San Francisco - respondeu.
- Tá sem! - disse arregalando os olhos. - Eu e TomTom vamos ficar por aqui mesmo. , não se esqueça de trazer um alfinete para mim.
- Okay, okay - ela disse. Ficamos conversando por um bom tempo.
Uma semana depois
- Deixa eu ver se falta alguma coisa. - Reecomecei a checar as minhas coisas. - Está tudo certo.
- Que bom - disse com a maior cara de tédio.
- Aff, , você tem que se descupar com o Dougie. Os dois estão errados. Ele por estar com um monte de perua, e você por não acreditar nele.
- Mas...
- Mas uma porra! Se arrume, bem bonita, vá conversar com ele. Até chegar em uma conclusão que favoreça os dois - disse puxando-a da cama. A empurrei em direção ao banheiro.
Ela tomou um banho e se arrumou, da forma de sempre, largada até os pés.
- Tudo bem, eu vou falar com ele - ela disse cruzando os braços. Pulei em cima dela, dando-lhe um abraço super forte.
Ela saiu do quarto. Espero que tudo dê certo.
23º Capítulo - Com o pé direito.
Só a mesmo para me tirar de dentro de casa para falar com aquele mala. A mala mais linda do mundo, por qual eu ainda sou apaixonada. FOCO!!!
Cheguei na casa dele em instantes.
Não havia carros na rua, ou pessoas. Subi a pequena escadaria. Apertei na campainha.
Em segundos, Harry abriu a porta. Um sorriso enorme se fez no seu rosto.
- Harry, o que você está fazendo aqui? - perguntei, enquanto ele me puxava para abraçá-lo.
- O Dougie tá te esperando. - E como ele sabia que eu viria?
Harry saiu da casa, eu entrei na casa dele. Fui andando vagarosamente pelo corredor. Não havia nenhuma luz acesa ou sinal de algum ser vivo; apenas eu e minha respiração ofegante. Cheguei em frente ao quarto dele, onde a porta se encontrava aberta.
Vi-o sentando na cama, olhando para baixo.
Ele levantou o rosto. Pude ver que seus lindos olhos azuis não estavam tão intensos como antes, e haviam olheiras por baixo dos mesmo. Seu cabeço estava bagunçado, como sempre.
- ? - Ele sorriu ao me ver. Dei um meio sorriso.
- Quero falar com você - dissemos na mesma hora. Ele se levantou e ficou na minha frente.
- Me descupa por tudo. Eu não queria ter beijado aquela garota, ela me puxou. E a Frankie, ela veio em minha casa só para pegar a cópia do CD da Britney Spears. Ai ficamos conversando, mas nada aconteceu. Espero que você acredite...
- Eu acredito - o cortei.
- Como? - ele perguntou absmado.
- É, eu acredito. O meu problema foi aceitar. Eu não queria te perder para ninguém. Quer dizer, não quero.
- E você não vai. Eu sempre vou ser seu. Já te disse. - Ele passou a mão em meu rosto. - Senti tanto a sua falta.
- Imagine eu - disse. Segurei suas mãos.
Ele me puxou, juntando-nos em um abraço. Meu mundo ficou completo novamente.
Me afastei um pouco dele para poder ver seus olhos azuis, agora bem radiantes, os quais passei mais de uma semana esperando para poder vê-los.
Subi minhas mãos e as envolvi no seu pescoço. Ele passou as suas mãos em minha cintura. Juntamo-nos mais ainda, nos beijando amorosamente, recompensando todo o tempo que não passamos juntos.
- Nunca senti tanta falta de alguém como senti a sua - ele me disse após nos separarmos. Sorri abertamente e o abracei.
Nos sentamos no chão e ficamos conversando sobre o que fizemos durante a semana.
Estava na casa do Tom, ajudando ele a terminar de compor uma música, que há semanas ele estava enrolado.
- E que tal assim, "I'm miss ya, baby, just stay here with me" - ele cantou, tocando junto com o violão.
Ficamos compondo músicas e brincando. Até que a fome bateu. Fui para a cozinha e preparei uns sanduíches para a gente.
Ficamos jogando papo fora.
Até que aquele soninho da tarde bateu. Fui para o quarto do Tom e me deitei em sua cama. Ouvi ele entrar no mesmo e se deitar ao meu lado. Ele passou o braço em cima da minha cintura.
Virei-me para poder vê-lo. Começamos a nos beijar, e beijar, até que, eu sem querer, me coloquei em cima dele, com as pernas em volta da sua cintura. Ele voltou a me puxar para beijar-me mais. Ele tirou o casaco que me aquecia.
Me levantei rapidamente.
- Tom, o que você está fazendo? - perguntei confusa.
- Ops... Entendo o que essas palavras querem expressar. Desculpa.
- Tudo bem. Hormônios, o que podemos fazer? - disse, sorrindo ironicamente.
- Danny! Cadê você? - Saí procurando o Danny na garagem do nosso prédio. Isso é ridículo. Ficar procurando o namorado na garagem. Senti duas mãos passarem em minha cintura. - AH! - eu gritei me virando, e rapidamente Danny me deu um selinho. - PORRA! Que susto. - Coloquei a mão no coração.
- Desculpa, princesa. Eu não queria te assustar. Só um pouquinho. - Ele sorriu abertamente. - Tem um carro vindo. Vamos nos esconder. - Ele me puxou para trás de um carro. Ficamos observando o carro entrar.
- Você é louco. Já te disseram, né? - perguntei, me apoiando nele.
- Já. Minha mãe. - Não aguentei e cai na risada. - Em falar em mãe, gostaria que você conhecesse minha família - ele disse me olhando.
- Tudo bem. Mas será que elas vão gostar de mim?
- E por que não gostariam? Você é perfeita. – Dei-lhe mas um beijo.
- Eu sei disso. HA! - Ele me puxou de novo.
Tom Fletcher
Por que a ignorou o meu pedido? Bem, a gente já está namorando há dois meses. É, ainda está muito cedo. Mas a melhor coisa é respeito. Acho que ela entende perfeitamente os desejos marculinos. Mais que beijo e amasso, tem que rolar sexo. Só de pensar nesse nome, uma onda de luxúria invade minhas veias. Nossa.
Enfim, eu tenho que me controlar.
No outro dia
Harry Judd
Estávamos na minha casa. Eu, , Danny e .
Mostrávamos o nosso roteiro lá nos EUA. Vai ser muito massa. Eu e a minha namorada em altas aventuras em Las Vegas! UHUL!
- Que invejinha nesse momento! - disse olhando pela quarta vez o pacote.
- Relaxa e goza que a vida é rosa! - disse para confortá-la. Nós caímos na risada.
- O problema é que vai ser no aniversário da . Mas acho que ela vai compreender. Afinal, vamos trazer um presente para ela de lá!
- Com certeza! Relaxa, não vai ter problemas. Esqueçam tudo! Aproveitem, amenizem todos os problemas - nos disse.
É, afinal, o que pode acontecer de ruim?
Outubro
- Vamos, , senão vamos chegar atrasados! - disse puxando-a pelo braço. Ela estava com a cara completamente inchada de tanto que chorou.
Os dudes vinheram nos trazer no aeroporto com as meninas. Nos despedimos e entramos no portão de embarque.
Chegamos cedíssimo no aeroporto por causa das nossas fãs. Sabe... tumulto.
Enfim, a foi o caminho todo olhando para trás e dando tchau para o pessoal. Fiz uma vez para ele. Eles retribuíram.
Ainda bem que a aceitou na boa o lance de irmos três dias antes do aniversário dela.
Só vamos voltar daqui há uma semana.
- Você está com tudo? - perguntou preocupada. Coloquei meu braço por cima dos ombros dela.
- Relaxa. Está tudo sobre controle. Vamos aproveitar - disse dando um beijo na sua bochecha.
- Com certeza. - Ela se virou e deu um selinho.

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Nota da Autora
17 de Junho de 2011
Hey meus anjinhos, não me matem pelo atraso da fic, vocês não fazem ideia de quanto eu estou com vontade de me matar por isso, mas se eu me matar, The First Time I Saw... You morre junto. hahaha, mas não vamos deixar isso acontecer ;D Os agradecimentos de sempre, as loucas das minhas amigas, a minha Beta fofa, e a todas vocês que acompanham o TFTIS...Y. Gostaria de dar as boas vindas as novas leitoras, vi que apareceram novas carinhas nos comentários.
Um aviso breve e importante, quando quiserem falar comigo, falem pelo twitter ou pelo orkut, e quando me add no orkut, digam que são uma das minhas leitoras, pois eu não aceito desconhecidos, mas se lerem o que faço, eu add com toodo o prazer ;D
Leiam as minhas outras fics! Summer Vacation e Transparent. Elas estão sem muita gente, estão precisando de leitoras. Não se esqueçam de comentar para eu saber quem está lendo as minhas fics hihi.
Bem, acho que é só isso. Se tiver de dizer mais alguma coisa, digo no próximo post o/
beijão para vcs ;*
- Babi A. -
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