Finalizada em: 02/11/2013

Capítulo Único



Já se faziam horas que eu admirava aquela garota, e, se isso ainda não era suficiente para fazer com que eu me sentisse um maníaco, ainda tinha o fato da garota ser minha prima.
Mas a culpa de ser completamente gostosa é dela.
tinha 17 anos, dois anos mais nova que eu e, perto dela, meu passatempo predileto era esse, sorrir com malícia quando ela mordia os lábios, o que, aliás, era uma mania dela que me deixava louco. Sempre tive uma queda por garotas mordendo os lábios. Sempre imaginava elas mordendo outras coisas...
No caso dela, eu imaginava tudo.
Imaginava gritando meu nome quando eu estivesse dentro dela. Imaginava a garota gemendo embaixo de meu corpo enquanto eu a penetrava com força.

Sua prima, seu filho da puta doente. Sua prima.

Respirei fundo, tentando olhar para o outro lado antes que a excitação ficasse óbvia dentro da minha calça. Não consegui. Se ela pelo menos estivesse com uma roupa mais comprida, ou não sorrisse daquele jeito perto dos outros... Mas ela era assim, pelo menos perto de conhecidos. Com outras pessoas, ela era um pouco tímida.
E por isso eu apostava que ela era virgem. Adoraria ser o primeiro.

Sua prima.

Como minha consciência era chata!
Eu estava em uma festa de família no sítio do nosso avô. Na verdade, eu era o antissocial da festa de família. Não que eu não gostasse dos outros, mas me imaginar comendo-a era bem mais divertido e eu com certeza já teria feito isso se não estivéssemos rodeados de pessoas toda vez, ou se todas as vezes que estivéssemos sozinhos ela não desse um jeito de fugir logo.
Eu sorri malicioso mais uma vez quando o olhar dela caiu sobre mim. se aproximou. Ela só fazia isso quando estávamos em um lugar aberto e com muitas testemunhas.
Sempre que eu sorria de lado, para provocar, lógico, ela caia perfeitamente e respirava fundo... E quando eu aparecia sem camiseta? Eu adorava aparecer sem camiseta perto dela.
— Vai ficar para sempre aí, emburrado? — ela disse sorrindo enquanto se jogava ao meu lado no sofá, ainda mantendo uma distância "segura", e cruzou as pernas. Eu acompanhei o movimento com o olhar e ficou vermelha embora tentasse fingir que não tinha visto nada.
Queria saber se ela iria corar assim quando estivesse entre suas pernas...
! — meu pai chamou e somente alguns segundos depois ele apareceu. — Acabou a cerveja, vai lá comprar mais, por favor. — ele me jogou a carteira e as chaves do carro. Aqui tudo era longe demais para se ir a pé e o único mercado era na outra cidade.
Segurei um sorriso. Meu pai me entenderia na mesma hora.
— Beleza. Vamos comigo, ? Eu nunca acerto aquele lugar. — falei sério, já me levantando, apenas para manter uma pose. Ela fez o mesmo, mas ficou subitamente nervosa, colocando as mãos no bolso do short.
— Tudo bem. — murmurou. — Haam... Avisa minha mãe, tio?
— Aviso, é melhor mesmo irem os dois. Não confio meu carro na mão dele sozinho não. — falou com humor e ela riu, mordendo os lábios em seguida. — Vão com cuidado.
Caminhamos lado a lado sem falar nada. Ela ainda mantinha as mãos no bolso e agora não me encarava mais. sequer erguia a cabeça para andar.
— Tudo bem? — perguntei cínico enquanto abria a porta da Hilux preta do meu pai. Ela concordou com a cabeça, entrando no carro. Dei a partida e, por minutos, ninguém abriu a boca. — Sério que você não vai falar nada o caminho inteiro? — perguntei com um tom de brincadeira, tentando deixá-la à vontade.
— Você tem que virar a esquerda. — falou e, após eu seguir seu comando, a garota se calou novamente embora sorrisse.
Lancei um olhar irônico.
— Isso foi só pra dizer que falou?
Ela concordou com a cabeça, fazendo-me rir mais uma vez, porém, olhar para ela era um pecado e, ao fazer isso, não consegui evitar que meu olhar caísse rapidamente por suas pernas.

Você não vai deixar a garota mais confortável admirando suas pernas.

Mas tudo o que eu pensava era em tirar aqueles shorts e enfiar meu pau nela para saciar o desejo que eu escondia há anos.
Segurei o volante com mais força.

E o insulfilm do carro é escuro o suficiente para que ninguém nos veja.

Meu cérebro aparentemente era bipolar.
— Tudo bem? — foi a vez dela de perguntar, percebendo meu desconforto.
Eu não queria assustar a garota, assim como também não queria comer minha prima... Não, na verdade, era o que eu mais queria, mas sabia que era errado.
Mesmo assim, parei o carro no acostamento.
A estrada naquele trecho era asfaltada, porém ela era velha e esburacada. A vegetação era alta, cercada por árvores e não passava nenhum carro. Exatamente no acostamento, a folhagem das árvores eram mais compridas e caíam por ali, deixando a área um tanto quanto "escondida". Não cobria o carro, até porque não tinha nem como, mas as folhas encostavam no teto.
? — ela chamou novamente, agora já preocupada. — Está tudo bem? — soltou o cinto, aproximando-se de mim, e eu ergui a cabeça, encontrando seu olhar. Lentamente ela foi voltando ao seu lugar, ainda me encarando.
Eu neguei com a cabeça.
— Não graças a você, que me enlouquece. — falei, descendo o olhar novamente por seu corpo e ela me seguiu, fazendo o mesmo enquanto mordia seus lábios rosados. Eu acharia que era provocação se a expressão em seu rosto não demonstrasse todo seu nervosismo.
Voltei a encará-la. não fazia ou falava nada, apenas me olhava com receio enquanto sua respiração ficava mais rápida.
— Você é meu primo. — falou. Eu sorri vitorioso. disse isso na mesma maneira como eu repetia para mim mesmo a todo momento para tentar tirar certos pensamentos de minha mente.
Eu me aproximei dela aos poucos enquanto se afastava, porém, quando ela já chegara na porta que a impedia de ir mais para trás, eu a puxei pela cintura, fazendo seu corpo se colar com o meu, beijando-a. Ela não demonstrou nenhuma resistência, muito pelo contrário, jogou os braços por meu pescoço e correspondeu ao beijo enquanto agarrava minha nuca.
Só o toque de seus lábios já tinha me deixado com calor. Eu duvidada que aquele carro tivesse espaço suficiente para que eu fizesse com ela tudo o que eu queria, mas dava para me virar. A única coisa com que eu me importava no momento era em fazê-la gemer, e aqui ninguém nos ouviria.
Puxei para meu colo e pulei com ela para o banco do passageiro onde ela estava até então, sem parar de beijá-la. Cada uma das suas pernas ao lado do meu corpo e, enquanto uma de minhas mãos puxava seus cabelos levemente, a outra eu deixei que subisse por baixo da blusa que ela usava. Mordi seus lábios quando já estava sem ar e voltei minha atenção para seu pescoço, distribuindo beijos e mordidas por lá. deixou que um baixo gemido sexy escapasse por seus lábios entreabertos e se mexeu involuntariamente contra o volume entre minhas pernas. Ela gemeu baixinho mais uma vez e eu sorri com os lábios em seu pescoço.
— Tira a camisa. — ela pediu em um sussurro ofegante e eu me afastei dela apenas o necessário para fazer isso antes de voltar a beijá-la. Ela correspondeu mais uma vez, embora agora parecesse tomar mais cuidado para não pressionar seu corpo contra minha ereção, como tinha feito antes.
descia uma de suas mãos por minha barriga enquanto eu deixava que as minhas encontrassem sua bunda. Segurando com força ali, eu pressionei novamente seu corpo contra o meu. Ela gemeu baixo quando sentiu novamente meu pênis e arranhou meu tórax enquanto fazia isso.
Meu corpo inteiro gritava. Minha ereção escondida pela roupa clamava por ela enquanto meu cérebro pedia desesperadamente para que eu tirasse toda sua roupa e a comesse com força.
Era hora de parar de brincar.
Arranquei sua blusa rapidamente. Ela parecia querer protestar, principalmente quando seu sutiã foi parar no chão do carro, mas ela se calou quando minha boca encontrou seus seios, e mordeu seu lábio inferior, contendo outro gemido.
jogou a cabeça para trás, deixando que seus cabelos caíssem por suas costas. Segurei seu corpo com força contra o meu, deixando que meus lábios sugassem seus mamilos por alguns minutos.
— Seria bem mais divertido continuar isso no banco de trás — falei em seu ouvido, mas, em seguida, a encarei ainda com meu rosto próximo ao seu.
A princípio ela não fez nada, nem ao menos abriu seus olhos para olhar para mim, mas quando o fez, vi que ela não tinha muita certeza do que fazia. Ela estava insegura, como se estivesse analisando ainda se deveria ou não sair correndo dali. Eu não podia deixar que ela fizesse isso ou temia que eu fosse obrigado a me masturbar pelo resto da vida pensando em tudo que eu podia ter feito com ela aqui, mas que não fiz.
Voltei a beijá-la antes que ela fizesse qualquer coisa, enquanto deixava que minhas mãos voltassem para suas coxas e, antes que ela tivesse tempo para perceber, eu me levantei apenas o suficiente para abaixar o banco da frente e nos levar ao de trás.
Coloquei-a deitada sobre o banco e me deitei sobre ela, ainda entre suas pernas, e esfreguei meu membro contra o jeans de seu short. arfou, agarrando meus cabelos, porém manteve o movimento. Seu corpo já se contorcia embaixo ao meu, fazendo com que a pressão ali aumentasse e eu sorri malicioso, interrompendo aquilo.
Ela soltou um gemidinho em protesto e eu abocanhei seus seios enquanto abria o botão de seu short. Em seguida, abri o zíper e deixei que minha mão penetrasse o jeans, encontrando sua vagina por cima do material de sua calcinha. Queria sentir quando ela estivesse molhada e pronta para mim, mas minha ereção pulsou quando senti o pano já completamente molhado. Meu pênis estava louco para invadi-la, ainda mais estando molhada e escorregaria daquela maneira.
Pressionei meu dedo médio contra seu clitóris. Ela, mais uma vez, se contorceu, jogando a cabeça para trás, mesmo que estivesse encostada no banco. Fiz movimentos circulares ali, ainda chupando os seios da garota, que gemeu baixo, arranhando minhas costas com força suficiente para machucar. Não me importei, muito pelo contrário, tudo aquilo me deixava ainda mais excitado: ela movendo seu corpo contra minha mão que a estimulava, seus olhos fechados e seus lábios entreabertos, deixando escapar leves gemidos. Sua mão que agarrava meus cabelos enquanto a outra me arranhava, o tecido da sua calcinha ficando, se possível, ainda mais molhado...

O gosto deve ser ótimo. Chupe ela, faça-a gritar. Não era isso que você queria? Ela é toda sua.

Oh, sim, ela era toda minha agora e eu a faria lembrar esse dia.
Tirei minha mão de dentro de seu short e o puxei para baixo junto com sua calcinha. ergueu as pernas para me ajudar a tirá-los, mas as manteve fechadas em seguida.
Delicadamente, eu tentei separar suas pernas e ela apertou suas pálpebras com mais força umas contra as outras. Tinha em seu rosto uma expressão um tanto quando receosa, talvez amedrontada... Isso só me dava mais vontade de continuar, e, aos poucos, ela deixou suas pernas se abrirem para mim.
Distribui beijos por sua barriga, deixando minha língua passar por ali e, segurando sua cintura, puxei-a para a ponta do banco. Ajoelhei-me no chão, ficando cara a cara com sua intimidade completamente úmida. Ela praticamente escorria para mim.
ainda não tinha aberto os olhos. Na verdade, em momento nenhum ela tinha feito isso, mas quando meus dedos entraram dentro dela, a garota se esqueceu da vergonha e gemeu alto, agarrando-se aos bancos. Eu sorri, retirando meus dedos molhados dali, imaginando quando fosse meu pau entrando apertadinho naquele local quente. Pensando nisso, penetrei meus dedos nela outra vez. E novamente depois dessa, mantendo movimentos constantes a vendo gemer e se contorcer sob o toque enquanto me arranhava e se agarrava no banco.
Minha língua não demorou para encontrar sua vagina e quando fez, sufocou um grito, agarrando-se em meus cabeços. Deixei que meus dedos entrassem e saíssem furiosamente de dentro dela enquanto a chupava e lambia, sentindo seu gosto em minha língua. Não aguentaria manter aquilo por muito tempo, mas queria fazê-la gozar para mim antes de fudê-la com vontade. Era apenas nisso que eu pensava enquanto enfiava meus dedos ali.
não demorou muito para começar a gemer cada vez mais alto. Eu sabia que estava vindo. Seus pés estavam em minhas costas, sua coxa estava apoiada em meu ombro enquanto sua outra perna eu segurava bem aberta encostada no banco, porém, quando um grito escapou de seus pequenos lábios no momento em que seu corpo estremecia violentamente, ela tentou se soltar.
Sem dar tempo para que seu corpo se recuperasse, eu abri rapidamente minhas calças, deixando que meu membro ereto escapasse finalmente dali e a penetrasse.
Eu sabia que existia a possibilidade da garota ser virgem, mas estava tão desesperado que não consegui me preocupar com isso. Simplesmente forcei meu pênis para dentro dela, vendo gritar mais uma vez, pressionando seu corpo contra o meu. Eu mesmo acabei soltando uma exclamação de prazer quando deslizei pela região que era ainda mais apertadinha do que eu tinha imaginado. Sem perder tempo, comecei a me mover ali, mantendo o mesmo ritmo e mesma força enquanto mordia minha orelha para abafar seus gritos, sem muito sucesso.
... — ela chamou, mas sua voz falhou. — Mais...
E eu fiz exatamente o contrário. Retirei meu membro completamente molhado e lambuzado de dentro dela, colocando-o lá novamente bem devagar.
Ela protestou com um resmungo.
— Você quer mais? — sussurrei em seu ouvido com malícia, sem me mover dentro dela. concordou com a cabeça, abrindo os olhos para me encarar e eu sorri voltando a me mover, aumentando a velocidade gradativamente e recebendo gemidos cada vez mais altos no percurso. Quando ela gritou, pediu por mais novamente.
Eu fiz o que ela queria dessa vez, movendo-me com força. Eu sentia o suor escorrer por meu corpo enquanto ela me agarrava, deixando por minhas costas as marcas de suas unhas.
Eu a fiz gritar. A cada grito ela pedia por mais e, mesmo sem saber como, eu fazia o que ela pedia. Quanto mais vezes meu pau entrava, mais ele escorregava para dentro. Era como se ela se moldasse para receber cada penetração. já respirava com dificuldade, mas movia-se contra meu pênis para me ajudar.
O segundo orgasmo a atingiu, fazendo com que gritasse mais uma vez, e, por mais que eu quisesse continuar com aquilo pelo dia inteiro, também já não aguentava mais. Deixei que o orgasmo me atingisse, gozando dentro dela sem me importar, e não contendo meu próprio gemido. Seu corpo estremecia próximo ao meu enquanto eu deslizava meu pênis, agora lentamente, dentro dela até senti-lo deslizar para fora, já mole novamente.
O som de nossa respiração alta e completamente irregular era o único som que podíamos ouvir dentro do carro.
Ficamos alguns minutos daquela maneira, sem nos mover. Apenas um apoiado no outro. Seu corpo relaxado contra o meu. Sua cabeça estava em meu ombro, seus braços ao meu redor.
— A gente... A gente precisa ir. — ela sussurrou ofegante, levantando o rosto e me soltando. Concordei com a cabeça. Já tinha até mesmo me esquecido de que pessoas nos esperavam em casa. Tinha me esquecido de tudo.
Coloquei meu pênis de volta para dentro da calça e a fechei novamente. Enquanto cansado, jogava-me ao seu lado no banco do carro. rapidamente juntou suas pernas e, colocando os pés no banco, colocou-as junto ao seu corpo. escondendo os seios. Ela parecia tentar decidir a melhor maneira de agir, mas não falou mais nada.
— Quer que eu vá pra frente pra você se trocar? — perguntei. tentando ser compreensivo. A reação dela me fazia questionar novamente se ela era virgem. Eu tinha quase certeza de que sim, embora fosse meio normal as mulheres terem essa vontade de esconder o corpo depois do sexo. Eu achava bem idiota, levando-se em consideração tudo que faziam antes, mas dei um crédito para ela. tinha acabado de transar com o primo. Se isso parecia sujo para mim, eu tentava imaginar o que ela pensava... E se ela ainda fosse realmente virgem? Eu tentei me sentir culpado, porém, não conseguia, na verdade. Com certeza tentaria mais uma vez se tivesse oportunidade.
Ela concordou com a cabeça e eu pulei para o banco da frente, entregando-a as peças de roupa que estavam lá.
Eu sabia que a intenção de ir para frente era deixar que a garota pelo menos se vestisse em paz, mas não resisti à vontade de espiá-la pelo retrovisor.
vestiu rapidamente suas roupas íntimas e colocou o sutiã com uma facilidade que eu nunca teria para tirá-lo. Era definitivamente a peça de roupa que eu mais odiava.
— Já pode ir se quiser. — ela falou com a voz firme, mas dava para notar que ela tinha se esforçado para fazer isso.
Eu concordei com a cabeça novamente, desviando o olhar do espelho quando ela me encarou por ele e eu segurei um sorriso enquanto dava partida no carro. Voltei a espiar em seguida.
Ela terminou de se vestir e parou sentada no banco de trás, olhando para o nada por alguns segundos.
Eu daria tudo para saber no que ela pensava, porém, logo ela deu de ombros e pulou para o banco da frente, respirando fundo.
— Ninguém pode saber disso. — ela falou, encarando-me.
— Nosso segredo. — concordei.

Nosso segredo sujo.



Eu não conseguia acreditar no que eu tinha feito.
Meu primo, eu simplesmente tinha perdido minha virgindade com meu primo e, para piorar, eu não conseguia parar de relembrar isso. Em pensar no quanto aquilo tinha sido bom.
Sempre pensei na minha primeira vez e morria de medo dela. Ia doer? Eu ia sangrar? E, no final, tudo o que eu senti foi melhor do que eu poderia ter imaginado. Bom, confesso ter ficado um pouco dolorida, mas o que eu esperava depois de ter implorado várias vezes por mais? Eu fiz uma careta ao pensar nisso. O que eu tinha feito?
Tentei obrigar, pela milésima vez hoje, o meu cérebro a parar de pensar nele dentro de mim para dormir, mas eu acho que meu subconsciente já sabia que eu não conseguiria fazer isso, pois nem a luz do abajur na cabeceira da minha cama eu apaguei enquanto voltava a pensar nele me beijando. Nas mãos dele tocando todas as partes do meu corpo.
Quando percebi, minhas próprias mãos já acariciavam minha vagina por cima da calcinha. Fiquei com vergonha de mim mesma por estar fazendo aquilo, no entanto, no mesmo momento a sensação dele fazendo isso me atingiu em cheio e eu deixei que minha mão deslizasse para dentro.
Eu não tinha idéia de onde ficava o clitóris. Fazia apenas uma ideia por ter sentido fazer isso, mas quando comecei a fazer os mesmos movimentos circulares que ele tinha feito em mim mais cedo, eu tive certeza de que tinha acertado. Não consegui conter um gemido fraco.
Meus dedos escorregavam. Eu já me sentia molhada, mas não achava mais isso nojento. Eu tinha era vontade de colocar meus dedos da boca para sentir novamente o gosto que tinha sentido quando ele me beijou após ter tirado a língua dali, mas não fiz por vergonha de mim mesma.
Outra coisa que tentei fazer foi descer meus dedos para fazê-los entrarem dentro de mim, mas também não tive coragem para tanto. Voltei para a região onde estava anteriormente, enquanto imagina ele ali. Imaginava sua língua ali molhando ainda mais a região.
Minha porta se abriu e eu, assustada, parei o que estava fazendo. Era tarde demais. já tinha visto e o desejo ficou estampado em sua face.
Eu me sentei rapidamente na cama e fechei as pernas, completamente envergonhada do que tinha feito e mais ainda por estar pensando nele no momento. Sentia meu rosto queimar.
— Deveria ser pecado você fazer isso, mas continua. — ele pediu com um tom de súplica.
Eu não respondi nada. Por algum motivo, eu simplesmente perdi a voz.
se aproximou da cama. Ele tinha acabado de sair do banho, seus cabelos estavam molhados e sua camiseta branca tinha algumas gotas de água, como se ele tivesse se secado com pressa e as deixado passar.
— Continua pra mim. — repetiu, se sentando na cama de frente para mim.
— Eu não... não... Eu não sei... — gaguejei. Decidi que era por isso que eu não falava perto dele.
Ele engatinhou até mim e ainda sem me tocar, me beijou. Era inevitável não correspondê-lo, mas ele logo separou nossos lábios e, ainda me encarando, tirou minha calcinha.
— Eu te ajudo. — sussurrou provocantemente em meu ouvido quando jogou a peça de roupa para o lado. Senti os pelos de meus braços se eriçarem e umedeci meus lábios automaticamente.
subiu uma de suas mãos pelo lado de dentro de minhas pernas, as separando novamente uma da outra, entretanto, para meu desapontamento, passou direto por minha vagina, a ignorando para subir por minha barriga.
Ele me beijou novamente com sua mão parada ali, e rompeu os beijos apenas para descê-los para meu pescoço, em seguida para meu ombro.
— É só pensar em mim te tocando. — sussurrou novamente, mordiscando o lóbulo de minha orelha em seguida. — Eu te digo o que fazer se precisar. Só se toque para mim. — continuou enquanto levava uma de minhas mãos novamente até minha intimidade, agora ainda mais molhada. — Continue o que fazia antes. — disse e eu o obedeci, reiniciando os movimentos ali. Ele subiu mais minha camisola para que pudesse olhar o que eu fazia, mesmo ainda estando inclinado contra mim, com a boca perto de meu ouvido. Ele sorriu, soltando devagar a mão que segurava minha cintura enquanto se afastava lentamente, para que pudesse ficar exatamente de frente para mim. — Penetre devagar um de seus dedos. — falou baixo. Neguei com a cabeça.
Eu poderia não ter feito nada ainda, mas já sentia minha respiração ofegante e excitada graças a ele. Minhas mãos soavam de nervoso e eu sentia meu rosto queimar de vergonha.
— Não...
— Ah, consegue sim. É só deslizá-lo para dentro. — continuou ele, falando baixo, como se lesse meus pensamentos.
O encarando, fiz lentamente o que ele dizia, deixando que meu dedo médio escorregasse pela região, já completamente molhada e, sem me dar conta, meu dedo entrou. Soltei o ar que eu não me lembrava de estar segurando enquanto fechava os olhos. Aquilo não era bom como quando ele tinha feito. Era diferente quando você colocava seus próprios dedos ali, mas aquilo, somado as sensações que ele provocava em simplesmente estar ali, já eram o suficiente para intensificar as coisas ao máximo.
Mantendo os olhos fechados, comecei a movimentar meus dedos ali vagarosamente, ciente da presença dele na minha frente. Sem que eu percebesse, meu corpo havia começado a se mover contra meus dedos em movimentos semelhantemente lentos.
Ouvi resmungar algo, mas não abri meus olhos.
— Coloca outro dedo. — sussurrou. Entretanto, sua voz falhou no meio do caminho. Abri a boca para protestar, mas mordi meus lábios me calando e acabei cedendo a ele. Meu dedo indicador deslizou para junto do outro, deixando o caminho mais apertado e eu soltei outra exclamação. — Como... como é? — perguntou, deixando que sua voz falhasse novamente. Não sabia exatamente o que ele queria com aquilo.
— Bom... — minha voz saiu como um suspiro.
— Então continua... Mais rápido. — pediu e eu fiz. Rápido tornava melhor e eu continuei, deixando que um gemido escapasse por meus lábios enquanto me movia contra os lençóis da cama. Já não conseguia controlar minha respiração descompensada ou alguns gemidos que saíam dos meus lábios entreabertos.
Ouvi soltar uma exclamação. Tão baixa que, para ter certeza, abri meus olhos devagar para encará-lo. Suas mãos estavam dentro de suas calças, envolvendo seu membro completamente ereto, fazendo volume na região.
Se possível, fiquei ainda mais excitada. As lembranças dele dentro de mim me invadiram com força total naquele momento e, em um segundo, meus dedos já não eram grandes o suficiente. Eu precisava de mais que aquilo, no entanto, não parei. A sensação era ótima e percebi o quanto a cena o afetava.
Mordendo os lábios novamente, o encarei nos olhos e subi minha mão livre por meus seios. desviou o olhar para lá no mesmo momento, aumentando a agilidade de suas mãos. Meu olhar também se desviou, para seu membro, e fui tomada por uma tentação que nunca tive antes, muito pelo contrário. Sempre achei repugnante a ideia de colocar minha boca naquilo, mas o olhando daquela forma, a ideia me pareceu ótima. Eu queria que ele tirasse seu pênis para fora, queria ver direito o que ele fazia e o fato de não conseguir passou a me irritar subitamente.
Quando dei por mim, estava de frente a ele, meus lábios próximos aos seus. Eu sentia sua respiração irregular enquanto minha mão escorregava para dentro de sua calça, entrando em contato com a sua sobre sua ereção.
Ele me encarou com curiosidade e desejo, mas quando minha mão empurrou a sua dali, ele fechou os olhos. Iniciei movimentos ali, apenas para ver sua reação.
Prazer, era o que eu via estampado em sua face.
Com uma ajudinha da outra mão, puxei sua calça para baixo lentamente, apenas o suficiente para ver o que eu fazia antes de aumentar a velocidade dos movimentos. soltou um gemido baixo. No entanto, não tive tempo para voltar a encará-lo. Eu queria admirar a cena, mas ele me puxou para si, fazendo com que eu caísse em seu colo para me beijar quase que com desespero, enquanto agarrava minha coxa e fazia com que eu ficasse de frente para ele. Retribui seu beijo com o mesmo desejo, sem retirar minha mão de seu membro, que agora eu masturbava devagar.
Mas o pensamento anterior de ter sua ereção em minha boca não me deixava em paz.
Me soltei de e saí de seu colo sob um resmungo de protesto, mas quando meu olhar se caiu malicioso para seu pênis, ele se calou, analisando minha reação.
Um tanto quanto insegura, fui descendo em direção ao seu membro entre minhas mãos e assim que cheguei a altura certa, fechei os olhos e deixei que minha língua roçasse levemente a cabeça de seu pênis.
soltou outro gemido baixo, mesmo que este parecesse mais como um gemido de desespero. Olhei para seu rosto e soube como aquilo o provocava. Ele queria mais.
Lambi novamente a mesma região com mais vontade dessa vez, enquanto o masturbava lentamente. Pude ouvi-lo soltar o ar. Sorri com aquilo e deixei que os movimentos aumentassem. jogou a cabeça para trás com os olhos fechados e, me aproveitando do momento, levei minha boca até seu membro, o colocando dentro dela para explorar o máximo que conseguia com a língua. novamente gemeu baixo, da maneira mais sexy que eu poderia imaginar, aumentando meu desejo de tê-lo se movimentando dentro de mim. Foquei nesse pensamento, tentando imaginá-lo se movendo com força em mim enquanto o chupava e masturbava. se controlava, mordia os lábios, mas hora ou outra deixava que baixos murmúrios e suspiros escapassem. Sempre que isso acontecia, eu aumentava a ação de minha língua.
... — tentou chamar, sua voz saiu pela metade, sendo cortada por um gemido. — — tentou mais uma vez, no entanto, quando não parei para ouvi-lo, me puxou para cima novamente e, sem muita delicadeza, me jogou contra a cama, abrindo minhas pernas em seguida.
Ele me penetrou antes que eu tivesse tempo de pensar em qualquer coisa, ou na família inteira que estava em casa. Teria gritado se ele não tivesse tapado minha boca com a mão.
— Shiiiu — falou ofegante em meu ouvido, iniciando movimentos lentos em mim. Eu segurei seu pulso, concordando com a cabeça, e ele me soltou, continuando o que fazia com os lábios próximos aos meus.
Me agarrei a ele, suas costas estavam suadas assim como eu, que me esforçava ao máximo para não acordar a casa com meus gemidos que insistiam em escapar. Vendo meu esforço, me beijou, aumentando a velocidade quando o fez. Segurei com mais força em suas costas, o suficiente para deixar marcas e aquilo o fez se empolgar ainda mais. Eu me contorcia embaixo de seu corpo enquanto ele insistia em tentar abafar meus gemidos com seus lábios, quando ele sequer conseguia controlar a si próprio, que soltava exclamações baixas, parecidas com rosnados extremamente sedutores.
Ele segurou minha cintura, me puxando mais para ele, mesmo já estando deitado sobre mim, e deixou que sua cabeça caísse sobre o travesseiro o meu lado, onde escondeu seu rosto ao me penetrar com mais força.
Novamente, eu quis gritar em desespero, tamanho prazer eu sentia. Sabia que ficaria dias sentindo aquilo, mas só pensava em mais. Queria mais, queria que ele não parasse nunca. Precisei morder seu ombro para conter minha frustração e acabei puxando sua cabeça para mim novamente. Queria seus lábios.
me beijou com intensidade, mas nossas respirações descompensadas nos atrapalhavam. Tudo o que conseguíamos fazer nos concentrar em não gritar. Bom, duvidava que ele fosse fazer isso, mas eu certamente não demoraria muito.
— E... — acabei o chamando.
Ele apenas continuou o que fazia e me beijou novamente.
— Mais? — perguntou, sorrindo com malícia e, sem conseguir verbalizar qualquer coisa, concordei com a cabeça.
Não imaginava que fosse possível, mas ele conseguiu me surpreender mais uma vez, se movimentando ainda mais rápido em mim e precisou tapar minha boca novamente para que eu não gritasse. Mordi a palma de sua mão quando ele continuou com as investidas fortes e ele fez uma careta. Eu tinha certeza de que o objetivo não foi ter parecido sensual, mas, vindo dele, foi, e eu não tive tempo para me sentir culpada.
Eu percebia meu orgasmo vindo, e, por sua expressão, sabia que ele também não estava longe. levantou de cima de mim sem interromper os movimentos e se sentou, me puxando pelas pernas. Eu continuava deitada enquanto ele me penetrava e precisei esconder meu rosto contra os travesseiros, como ele tinha feito antes, para não gritar quando o ápice me atingiu. chegou lá comigo. Eu sentia o gozo escorrer entre minhas pernas, mas pouco me importei com isso. Daria um jeito do dia seguinte. No momento, estava mais preocupada com o cansaço que atingia meu corpo.
, respirando tão compulsivamente quanto eu, deixou que seu corpo caísse ao meu lado com a cabeça próxima a meu pescoço e passou um braço por minha cintura.
Sem nenhum motivo aparente, ele começou a rir.
?! — ele não parou. — O que foi? Ficou louco?
Sua risada foi substituída por um sorriso enquanto ele me encarava.
— Não. Não foi nada... — mas ele voltou a rir.
!
— Beleza, agora foi porque eu me imaginei completando sua pergunta com aquela famosa resposta tosca...
— Louco por você! — falamos juntos e começamos a rir. Na realidade, tivemos um ataque de risos.
— Vão dormir, crianças! — ouvimos alguém gritar ao longe e tentamos abafar nossas risadas um com a cabeça apoiada no ombro um do outro.
— A gente deve ter algum problema mental muito sério — falei, notando pela primeira vez que estava falando normalmente com ele, sem gaguejar ou ficar nervosa.
Também, se tivesse vergonha dele depois de tudo isso, uma voz falou em minha cabeça.
— Não sei você, mas eu definitivamente tenho. — falou ele. — E não quero ter que ir embora amanhã.
— Nem eu — concordei, surpreendendo a mim mesma.
— Vamos precisar arrumar mais festas em família. — disse ele — Espera, quando foi que as festas em família passaram a ter graça?
Sempre tiveram graça para mim quando ele aparecia sem camisa, mas eu ignorei esse pensamento e apenas dei de ombros.
riu, mas também não respondeu. Apenas ficou ali comigo até dormirmos.
Por sorte, ninguém deu sua falta.


Fim.



Nota da autora: Olá, pessoas! Espero que tenham gostado da fic assim como eu gostei de escrever! Hahahaha
Se tiverem interesse, vou deixar abaixo o link para me encontrar nas redes a fora e de outras fics, okay?
Obrigada por terem lido! <3



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» 04. Raining Spell For Love [Super Junior - Ficstape/Finalizada]
» 04. Two Ghosts [Harry Styles - Ficstape/Finalizada]
» 05. You Gotta Not [Little Mix - Ficstape/Finalizada
» 06. Heart Attack [One Direction - Ficstape/Finalizada]
» 06. Skit: Billboard Music Awards Speech [BTS - Ficstape/Finalizada
» 06. This Is Love [Super Junior - Ficstape/Finalizada]
» 06. Shades On [The Vamps - Ficstape/Finalizada]
» 07. Reflection [BTS - Ficstape/Finalizada]
» 08. Yeah, I Said It [Rihanna - Ficstape/Finalizada]
» 08. OMG! [Little Mix - Ficstape/Finalizada]
» 09. Honest [Shawn Mendes - Ficstape/Finalizada]
» 09. Secret [Maroon 5 - Ficstape/Finalizada]
» 10. Crazy [Shawn Mendes - Ficstape/Finalizada]
» 12. They Don't Know About Us [One Direction - Ficstape/Finalizada]
» 12. Too Much to Ask [One Direction - Ficstape/Finalizada]
» 12. She Was The One [The Vamps - Ficstape/Finalizada]
» 14. Lovestruck [The Vamps - Ficstape/Finalizada]
» 15. Smile [The Vamps - Ficstape/Finalizada]
» 17. Like I Would [One Direction - Ficstape/Finalizada]
» Mixtape: Don't Cry [Mixtape: Classic Rock/Finalizada]
» Mixtape: Na Sua Estante [Mixtape: Brasil 2000/Finalizada]
» Mixtape: Cartas Pra Você [Mixtape: Brasil 2000/Finalizada]
» MV: A Million Pieces [Music Video/Kpop - Kyuhyun]
» MV: I Need U [Music Video/Kpop - BTS]
» MV: Mansae [Music Video/Kpop - Seventeen]

SHORTFICS
» Survive The Halloween [Originais/Finalizada]
» Boy [One Direction/Finalizada]
» By Our Hearts [Super Junior/Finalizada]
» Shout About It [The Vamps/Finalizada
» My Dirty Secrets [Restritas (One Direction)/Finalizada
» Father's Little Girl... or not [Restritas (One Direction)/Finalizada


Qualquer erro nessa fanfic ou reclamações, somente no e-mail.


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