Finalizada em: 30/01/2019
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Capítulo Único

entrou no camarim batendo a porta com mais força que o necessário e logo se jogou no sofá-cama ao lado da pequena janela. Não se preocupou em trocar de roupa, tampouco em tirar a maquiagem que ainda usava, mesmo que odiasse dormir com maquiagem no rosto, já que sempre acordava com os olhos inchados e irritados. Ele estava frustrado demais para pensar em qualquer uma daquelas coisas no momento.
Não que o ator estivesse encontrando qualquer tipo de problemas no novo filme que estava gravando, longe disso. Costumava ter uma fácil adaptação, logo se tornara amigo de todo o elenco, a equipe de filmagem e produção o acolhera desde o primeiro dia, assim como os maquiadores e figurinistas.
era uma pessoa extremamente fácil de se lidar, não tinha problemas em conversar com as pessoas, qualquer que fosse o assunto, e nunca recusava um convite para um programa com os amigos, fosse ir a uma festa na sexta-feira à noite ou fazer uma caminhada num domingo de manhã. Ele não tinha problemas, tampouco, em se fazer claro quando o assunto era garotas. Então por que, mesmo depois de dois longos meses, ainda não havia conseguido se fazer ser levado a sério por ?
A Assistente de Direção lhe encantara desde o primeiro dia, a moça calma, serena e muito simpática era o equilíbrio perfeito ao diretor duro e rígido que era Chris Nelson. Durante toda a produção do filme ela estava sempre correndo e cuidando de mil coisas diferentes, era esforçada e dedicada a cada tarefa que Chris lhe passava, sempre simpática e brincalhona com todos do elenco, deixando todos encantados com seu carisma.
Ele chegou a elogiá-la, certo dia. As bochechas da garota coraram tanto que quase podiam ser confundidas com a camiseta vermelha que ela usava. pensou que isso poderia ser um ponto positivo para ele, mas então outras vinte pessoas elogiaram o novo corte de cabelo de , e a assistente de direção corou igualmente para todos os elogios: “Fala sério, eu só repiquei um pouco mais a parte de trás…”.
Ele até mesmo chegou a chamá-la para sair, mas o que recebeu em resposta foi apenas uma risada alta, como se tivesse acabado de ouvir a melhor das piadas e um “Ah, , que ótima ideia!” e quando ele finalmente se alegrou por ter conseguido algo, ela completou, dizendo: “Vamos combinar com o resto do pessoal”.
Tentara de tudo, decidiu então por uma abordagem diferente, dizendo que também tinha interesse em direção, e chegou a pedir a ela alguns conselhos sobre o ramo, pois gostaria de se inteirar mais sobre o assunto. conversou com ele por vários minutos sobre sua experiência pessoal trabalhando como assistente de direção, e quando pensou que encontrara o momento perfeito para se aproximar mais da garota, ela lhe jogou mais um balde de água fria: “Não se preocupe, vou te passar o contato do meu professor e então você poderá tirar todas as suas dúvidas, ele é muito receptivo e está sempre disposto a ajudar.”
já não via mais saída. A garota não havia entendido nenhuma das suas indiretas, e não havia respondido a nenhuma das suas diretas. Ela parecia se esquivar de todas as tentativas de aproximação dele, e ele chegou até mesmo a pensar que ela poderia estar querendo evitar contato com ele, mas então percebeu que apenas não o levava a sério. Não o levava a sério porque não entendia o fato dele estar interessado nela de verdade.
Uma pontinha de esperança surgiu quando a moça passara a cumprimentá-lo, puxar assunto, e fazer comentários da vida pessoal. acreditou que essas conversas casuais poderiam ser um sinal de que começara a se interessar por ele também, mas ele logo percebeu que a mudança de atitude da garota se dava pelo simples fato dela já não ficar mais tímida do seu lado, após dois meses de produção ela havia criado certa intimidade com ele, e passou a tratá-lo como como qualquer outra pessoa no set de gravações.
bufou, jogando a cabeça para trás, puxou o travesseiro e o apertou em cima do rosto, abafando um grito frustrado. Mas que garota difícil!
Era fato que suas técnicas de aproximação não estavam funcionando com , e mesmo que não funcionassem, ele sempre a pegava o encarando e conversando com ele mais do que com os outros membros da equipe, podia ser ilusão, coisas que sua mente inventava para consolá-lo, mas preferia acreditar que o que sentia era recíproco.
O ator só queria uma chance, uma única chance, de colocá-la contra a parede e dizer, com todas as palavras, o que sentia. Dizer que tinha dificuldades de falar quando ela estava por perto, que seus olhos o deixavam sem foco, e que seu perfume tinha se tornado seu aroma preferido no mundo todo. Dizer a ela que o que era uma admiração no começo, se transformou em verdadeira idolatria, pois a garota era extremamente profissional no trabalho, e ninguém tinha mais paixão do que ela ali naquele set, ele podia dizer com toda certeza, pois observá-la trabalhar também se tornara seu hobbie. Queria poder dizer a ela que sentia as próprias bochechas corarem cada vez que ouvia seu nome sair da boca da garota, e que já não sabia mais como disfarçar o desejo que sentia por ela porque, apesar dela mesma não perceber o quanto ele a queria, os pensamentos de pareciam bem óbvios para o restante da equipe de filmagem.
Ele queria apenas poder falar para ela. Falar de forma clara e direta, objetiva, de forma a não deixar mais dúvidas. Colocá-la contra a parede e beijá-la com intensidade como imaginara tantas vezes em sua cabeça, tocar sua cintura com firmeza de encontro com o seu corpo e tocá-la sem restrições. queria para si. Mas não fazia ideia de como faria isso, além da garota raramente estar sozinha, ele já não tinha mais sua fiel confiança quando estava ao lado dela. Já não conseguia mais colocar as palavras em ordem ou fazer-se coerente.
A esse ponto tinha certeza que estava perdido. Perdidamente apaixonado pela assistente de direção que parecia não fazer ideia dos seus sentimentos por ela.

Seus pensamentos foram interrompidos por uma batida leve na porta, se levantou assustado, deixando o travesseiro cair para o lado, sem se dar conta da bagunça que seu cabelo estava, torcendo para que quem quer que fosse não tivesse ouvido seus gritos frustrados e abafados.
? — Ele não precisou esperar que ela abrisse a porta e colocasse a cabeça para dentro para saber que era ela, sua voz era irreconhecível para o corpo do ator, que já reagira com todos os habituais efeitos de palpitação e suor frio. — Com licença. — Ela sorriu docemente, e entrou rápido no quarto, fechando a porta atrás de si e se aproximando do sofá-cama onde o rapaz estava deitado.
, entretanto, só conseguiu prestar atenção nela. Encarou a moça descaradamente, sem se importar se ela perceberia algo, olhou para seus cabelos bagunçados, os fios rebeldes jogados para todos os lados, fugindo do rabo de cabelo que ela havia feito mais cedo, seus olhos brilhavam como sempre, e em seus lábios havia o mais lindo dos sorrisos.
— Sem contar que parece que vai chover, espero que isso não atrapalhe as gravações, atrasaria todo o cronograma e já estamos em cima do prazo… — balançou a cabeça em concordância, mesmo não sabendo bem do que ela estava falando, tinha se perdido em algum ponto do movimento dos lábios da futura diretora. Mas independente do que fosse, ele concordava. Ela estava certa. Ela estava sempre certa. — ? — Chamou preocupada, o olhando. — Você está bem? Parece meio… — Abobado? tinha certeza de que deveria estar com cara de idiota no momento, ali, sentado no sofá, com as pernas cruzadas, os cabelos sobre os olhos, a olhando pelos últimos minutos sem proferir nenhuma palavra.
— Desculpe, eu estava dormindo. — ele mentiu e isso pareceu ser o suficiente para ela, pois não o questionou de novo sobre a cara de palerma que ele fazia, somente sorriu de lado para ele enquanto rolava os olhos — O que aconteceu? — Questionou o rapaz, decidido a prestar atenção dessa vez, já que tinha certeza que o único motivo para ir até seu camarim era algo ter acontecido, até então todas as vezes que precisavam de algo ela lhe enviava uma mensagem ou ligava no seu celular.
— Estou responsável pelos roteiros hoje — Ela deu de ombros balançando as folhas e estendendo-as para ele — São as cenas de amanhã, Chris fez algumas alterações — podia sentir toda a admiração que ela sentia pelo diretor pelo simples fato de citar seu nome e sorriu com isso, pegou o roteiro que a moça lhe entregou e colocou na mesinha ao lado do sofá. — E também vamos ter que gravar algumas cenas noturnas, um dos aparelhos de gravação acabou queimando hoje à tarde, e o técnico disse que só conseguiria nos entregar o aparelho arrumado hoje à noite e pensamos em gravar as cenas hoje mesmo para não atrasar o cronograma, o que você acha? — fez uma careta como se o fato de gravar a noite não lhe agradasse e suspirou, massageando os próprios ombros.
— Sem problemas! — não era como se ele tivesse planos melhores para aquela noite. Provavelmente passaria horas pensando em e em como ele conseguia não ser claro o bastante sobre seus sentimentos por ela. — Muito estresse? — Comentou apontando para os ombros e ela sorriu de lado.
— Só um pouco cansada, mas já terminei por hoje — Ela sorriu para ele, e sentiu o coração derreter — Aliás, terminei até a hora da gravação noturna, né? — Rolou os olhos e ele riu do drama que ela fazia.
— Você poderia ter me ligado. Não precisava ter vindo até aqui. — Ela sorriu de lado antes de respondê-lo.
— Ah, eu mandei uma mensagem para você. Como não me respondeu, achei melhor vir até aqui avisar. — Ela deu de ombros, apontando para o celular dele que se encontrava do outro lado do sofá. apenas balançou a cabeça em sinal de concordância.
Os segundos que se passaram foram de completo silêncio, ambos sem graça por motivo algum. deixando-se dominar pela frustração e pela insegurança que passara a rondá-lo quando estava perto dela, ela perguntando a si mesma porque decidira ir ali mesmo sem necessidade. decidiu naquele momento que era hora de ir embora então sorriu levemente para o ator antes de virar as costas.
E foi quando percebeu. Estavam os dois sozinhos naquele trailer, não estavam? Sem atores em volta querendo praticar cenas com ele, ou alguém da equipe de produção chamando para checar as últimas cenas gravadas… Nada de pessoas em volta, sem interrupções.
Não era isso que estava pedindo aos Céus poucos minutos antes? Então… Por que ele ainda estava parado vendo a garota que ocupava todos os seus sonhos lhe dar as costas e ir em direção à porta para ir embora?
! — Chamou com certo desespero na voz, se levantando do sofá, a moça o olhou assustada e ele sorriu de forma reconfortante, por ter conseguido pará-la a tempo. — Não vá. — Pediu simplesmente, sem dar mais explicações e o olhar dela suavizou — Senta aqui, vamos conversar um pouco — Ele deu a ideia, apontando para o sofá, sendo respondido com um único sorriso dela.
— Claro. — A moça sentou-se no sofá, junto com ele, ambos sentados de lado, virados um para o outro, para que pudessem conversar melhor naquela posição. — Sobre o que quer conversar, ? — perguntou suavemente e ele sentiu o nervosismo tomar conta de si, sem saber se era toda aquela proximidade ou se era efeito do que estava prestes a fazer.
confirmou se a atenção da garota estava nele, antes de perguntar o que desejava:
— O que é preciso para que alguém consiga chamar a sua atenção? — O rapaz se amaldiçoou internamente. Era isso? Depois de tanto tempo desejando por uma chance de se declarar verdadeiramente, isso era o melhor que ele conseguia dizer? Ela, como já era de se esperar, riu. Ela sempre ria de , pois o achava extremamente fofo.
fez um bico enquanto pensava, fazendo uma careta que deveria ser engraçada, mas travou encarando os lábios da moça, desejando-os para si, mordeu a própria boca desejoso e respirou fundo para poder voltar a se concentrar.
— Tudo chama a minha atenção, . — Ela respondeu por fim e ele sabia que isso era verdade, tinha o dom de perceber cada mínimo detalhe em uma cena e de enxergar cada coisinha que estivesse fora do lugar, estava sempre inteirada com tudo que acontecia no set e participando das brincadeiras de todos. Mas não estava falando sobre seu dom para a profissão que escolhera. — Então nem é preciso de muito esforço para que eu preste atenção em algo. — Ela completou por fim dando de ombros.
— Bem, eu estou me esforçando bastante. — ele respondeu, torcendo para que aquela indireta fosse acatada. — Estou me esforçando de verdade, mas você não percebe.
— É claro que percebo, ! — Ela respondeu confiante — Todos percebem! — prendeu a respiração, era tão evidente assim o que sentia? Mas antes que pudesse de fato se alegrar, como já era comum acontecer com , ela completou com o balde de água fria — Você é um ator excelente, sabe disso, não sabe? Se continuar se esforçando assim, não vejo por que não ganharia um Oscar daqui alguns anos. Mas sabe, você precisa sair um pouco da sua zona de conforto, trabalhar em filmes… — passou os dedos pelo cabelo, frustrado.
— Não é disso que estou falando. — disse suspirando, a interrompendo. Caramba, como ele poderia ser mais claro do que já estava sendo? — Estou tentando chamar a sua atenção desde o dia que te conheci, , mas você parece não me notar.
… É impossível não te notar. — ela disse rindo, rolando os olhos. — Você tem a risada mais escandalosa do mundo e é lindo! E quando você tá atuando, não tem pra ninguém! Pode perguntar pra todo mundo, todos vão concordar comigo, todo mundo te nota. — suspirou alto e olhou para cima, buscando alguma força divina que pudesse lhe dar paciência e clareza. Ou ele não estava se fazendo entender, ou realmente não estava o levando a sério.
— Mas não quero chamar a atenção de todo mundo, quero chamar a sua. Quero que você me note. — mordeu os lábios confusa.
— Eu sempre noto você. — Respondeu rapidamente, com a testa franzida, então arregalou os olhos como se tivesse percebido o que tinha contado. — Digo, eu gosto de você, de verdade. — Fechou os olhos, como se repreendendo a si mesma e suspirou antes de continuar. — Gosto de toda a equipe. Para ser bem sincera, essa é uma das melhores equipes que já trabalhei… — E então ele entendeu, era recíproco, mas ela estava tão insegura quanto ele. Constatar aquilo foi como se todo seu ânimo tivesse se reerguido, todas as vezes que achou que percebia algum sinal vindo dela, não era coisa da sua cabeça. não era tímida, muito pelo contrário, era brincalhona e fazia piada e pegadinhas com todos no set, até mesmo no próprio Chris Nelson, todos amavam a forma como ela era extrovertida e animava o local de trabalho, ao mesmo tempo que era extremamente profissional. Ele nunca entendera por que ela era tão quieta e tímida perto dele. Até agora.
— Você não facilita mesmo as coisas, não é? — ele riu fraco e as bochechas dela coraram, ao mesmo tempo em que o sorriso em seus lábios vacilou. E então, tomando a coragem que ele buscava desde o início, ele se inclinou na direção dela e a olhou nos olhos, falando pausadamente. — Vou tentar ser bem direto, ok? Eu gosto de você, gosto de verdade, e não quero que você “goste de mim como gosta de toda a equipe”. Não quero ser apenas mais um colega de trabalho seu. Eu quero mais, eu quero ser mais. E eu pensei… — passou as mãos pelos cabelos, deixando-os ainda mais bagunçados. — Acho que, talvez, você também possa querer… Querer mais. — A expressão dela passara de confusa para completamente surpresa, e no lugar da testa franzida, a garota tinha as sobrancelhas erguidas. — Pensei que isso estava bem claro pelas indiretas que dei a você esses meses todos, especialmente quando a chamei para sair. — ele continuou, dessa vez sem o tom de voz confiante, ainda inclinado na direção dela.
— Achei que você só estava brincando. — ela disse rindo nervosa, ainda surpresa demais para falar uma frase mais longa.
— Bem, eu não estava. — Ele sorriu para ela também e olhou para baixo, não sabia em qual exato momento tinha criado coragem para se aproximar tanto dela, seus joelhos estavam encostados e ela estava perto demais.
Foi nesse momento que o silêncio se instalou, não era um silêncio desagradável, tampouco constrangedor, se prestassem atenção podiam até ouvir ambos pensando. percebia aos poucos o que havia acabado de dizer, dividido entre o sentimento de dever cumprido, por ter finalmente colocado seus pensamentos para fora, e o arrependimento, pois ainda teria longos meses de filmagens, e seriam meses extremamente constrangedores ao lado de se ela simplesmente lhe desse um fora. O que, parando para pensar naquele momento, parecia ser completamente possível de se acontecer, pensou.
Ele levantou os olhos, respirando fundo, e a observou. A moça se encontrava com os olhos baixos, como se refletisse tudo que ele lhe falara, brincava com os próprios dedos e mantinha o lábio inferior entre os dentes.
? — Chamou, segurando os dedos dela, os parando e travando-os aos seus.
— Eu não sei o que dizer. Eu nunca pensei que você pudesse querer algo comigo… Eu… Não sei.— Ela confessou, ainda confusa, o olhando e logo voltando a morder o próprio lábio, encarou o gesto e suspirou. Deus, como ele queria estar fazendo aquilo por ela. Então, percebeu que vinha se contendo a tempo demais e que aquela conversa deveria ter acontecido muito antes. Ele não iria se conter mais.
Ele soltou suas mãos das dela, e as subiu, segurando o rosto de para que ela pudesse ver o que estava prestes a fazer, com o polegar direito, acariciou seu lábio inferior, o soltando dos seus dentes e se inclinou na direção dela.
— Você é perfeita — Sussurrou — E não consigo te tirar da cabeça desde a primeira vez que te vi. — Ela piscou os olhos, surpresa, suspirando lentamente e sorriu, voltando a se aproximar, sentindo ambas as respirações pesarem enquanto fazia isso, ele fez o percurso de forma lenta, dando a ela tempo suficiente para escapar se não o quisesse, mas ela não o fez. percebeu quando os olhos de se perderam em seus lábios e soube que ela queria aquilo tanto quanto ele, finalizou o percurso então, e antes de qualquer coisa, matou sua vontade, mordendo o lábio inferior dela de forma carinhosa. Ela suspirou quando ele o fez, ele a olhou antes de avançar e sentiu que seu coração sairia pela boca antes de conseguir beijá-la, tão linda, com os olhos fechados, esperando por aquele momento tanto quanto ele.
Tocou seus lábios com os seus, e por fim, os tomou para si. Sua boca macia ficou incerta no primeiro instante, como se duvidasse que aquilo poderia realmente estar acontecendo, fez um leve carinho em sua bochecha e moveu mão direita, encaixando-a em sua nuca, a puxando para mais perto de si, aprofundando a intensidade do beijo. A garota recebeu seus beijos ainda hesitante por alguns segundos e se afastou.
A olhou dentro dos olhos para confirmar se ela estava bem, se ele não havia ultrapassado nenhum limite ou entendido errado os sinais que tinha interpretado, ela o encarou de volta, com as bochechas coradas e sorriu, estavam tão próximos que ele podia sentir a respiração dela em sua boca e então ela fechou os olhos novamente, passou seus braços ao redor do pescoço de e o beijou novamente, dessa vez, quando sua boca o atingiu, ela era tudo, menos incerta.
Ela tinha um gosto quente e delicioso, o rapaz suspirou, sem acreditar que finalmente estava provando dos lábios que desejara por tanto tempo, suas mãos subiram da cintura da garota, para seu pescoço, novamente a puxando mais para perto de si, intensificando mais o beijo, a outra mão, perdeu-se no rabo de cavalo que ela usava, logo o puxando para baixo para soltar os cabelos dela, que ele amava. Sua mão se perdeu em suas mechas, e ele a beijou até que perdessem a noção do tempo.
Estavam ambos sem fôlego e esgotados quando, por fim se separaram, separou suas línguas para dar início a uma interminável sequência de beijos castos em seus lábios, alternou os beijos em seu rosto, em sua testa e na ponta do nariz.
! — Ralhou, em tom de brincadeira, enquanto ele beijava qualquer parte de seu rosto que estivesse ao seu alcance, o ator deu um selinho estalado em seus lábios e sorriu para ela com uma falsa cara de inocência.
— Quis fazer isso por tempo demais para me controlar agora — brincou, colocando uma mecha do cabelo dela atrás da orelha. — Quer que eu pare? — Ela negou com a cabeça, ainda sorrindo e deu mais um selinho em seus lábios. — Ótimo, pois eu não queria parar. — Ele a tomou em seus braços de novo e a beijou novamente, tinha a sensação que jamais se cansaria da sua boca junta à dela, e naquele momento, só queria mais e mais dos seus beijos e ela se deixou beijar.

— Que tal aquele jantar agora? — Ela perguntou após um último selinho casto, ele a encarou novamente, as bochechas coradas, os cabelos bagunçados e um sorriso leve no rosto, podia apostar que não estava muito diferente disso, tinha até medo de se olhar no espelho e encarar a situação de seus cabelos.
— Ah, então a senhorita está aqui com segundas intenções? — fez uma falsa cara de surpresa.
— Óbvio. Só estou aqui pela comida, , achei que estava claro desde o início. — Ela respondeu e ambos riram quando ele fez uma cara de ofendido.
— Eu acho uma ótima ideia. — Ele voltou ao assunto, animado, já se levantando e a puxando pela mão, passou os dedos pelos cabelos, tentando arrumá-los em vão e ela riu, o puxando pela mão em sua direção.
— Seu cabelo tá parecendo um ninho — Brincou, quando ele virou para ela, levantou-se levemente para alcançar o topo da sua cabeça, e pousou as mãos em sua cintura, enquanto ela passava os dedos em suas mechas para arrumá-las. Ele estava tão feliz, que não conseguia controlar o sorriso, a garota que ocupara seus pensamentos por tanto tempo estava ali, com ele, brincando e o beijando da forma que sempre imaginara. — Prontinho. — Ela lhe deu um último selinho em e abriu a porta.
— Mas que droga. — Murmurou, encarando a chuva que caía do lado de fora, estavam tão distraídos que sequer perceberam a tempestade que se iniciara, agora estavam presos no trailer de .
— O que fazemos agora? — A moça fez um muxoxo de frente para a porta e suspirou, passando o braço por ela e fechando a porta.
— Eu tenho uma ideia. — se aproximou, a prensando contra a porta, sugando seu lábio inferior e a puxando pela cintura. — E você precisa entender que eu estou falando sério. — Alertou e ela sorriu com a implicância dele, antes que a puxasse pela cintura e tomasse seus lábios, a língua invadindo sua boca, sentindo seu gosto.
percebeu que estava fodido assim que suas línguas se encontraram, um arrepio desceu por sua espinha até se concentrar em um ponto atrás do umbigo. Estava louco por aquela garota, e completamente apaixonado.

Ele sorria, com aquele sorriso maravilhosos, com suas brincadeiras bobas e desajeitadas e queria beijá-lo, queria sentir seu corpo próximo ao dela e ouvir sua voz em seu ouvido. Se algumas horas antes alguém tivesse lhe dito que seria beijada por , ela daria risada e diria que não tinha tanta sorte assim na vida.
Mas ali estava ela.
Sentindo seu gosto, seus lábios a tocando. O arrepio percorrendo sua pele a cada toque que ele lhe dava. Suas mãos apertaram sua cintura, com uma segurança que a fez tremer, tremer em seu abraço, em seus beijos. Era que a beijava, que a abraçava e acariciava sua cintura. Aquele homem lindo com todo seu cuidado e sorriso maravilhoso, com a risada mais escandalosa, as pintinhas no rosto e a cicatriz perto do queixo. O mesmo que ela elogiara tantas vezes, puxara assunto sem motivos e sempre procurava um motivo para procurar no set, aquele por quem babava no set e admirava muitas vezes mais.
Ali sentia uma vontade incontrolável de sorrir, enquanto o beijava, pois não queria parar de beijá-lo, suas mãos estavam agarrando os cabelos em sua nuca, mantendo seus corpos pressionados, desceu as mãos de sua cintura, acariciando o caminho que fazia até seu quadril, enroscou seu dedo no passador da calça e puxou seu quadril de encontro ao seu, suspirou com aquele contato e ele apertou sua cintura em resposta, inserindo suas mãos embaixo da blusa, acariciando suas costas e cintura, o rapaz subiu a mão lentamente até encontrar a taça sutiã da moça.
a acariciou por cima do sutiã e apertou seu seio levemente, sorriu quando ela suspirou e sentia a respiração de ambos começarem a pesar, não havia mais hesitação. Com a mão que não estava ocupada, ele e trancou a porta, a moça não pareceu perceber, e ele sentiu seu corpo arrepiar quando sentiu suas mãos também por baixo de sua camiseta, passando as unhas levemente por seu abdômen e cintura.
O rapaz soltou seus lábios, sem conseguir conter mais uma mordida no lábio inferior dela, e o desceu lentamente por seu pescoço, trilhando o caminho com beijos e ouvindo a respiração pesada e os suspiros da moça que apertava sua cintura. mal percebeu quando começou a dar lentos passos, sentia sua mão firme em sua cintura, o puxando para cada vez mais perto de si, mas estava perdido e inebriado no perfume dela.
Interrompeu-se somente para tirar a camiseta de do caminho, que em algum momento pisara nos próprios tênis e os tirara também, os chutando para o lado. a segurou enquanto a deitava no sofá-cama, ajoelhando-se por cima dela. Ele a encarou e sorriu, abertamente, daquela forma que só ele sabia fazer, a encarando com as faces coradas, os cabelos bagunçados, seus seios emoldurados por um sutiã preto mexendo-se devido a respiração ofegante. Como era linda.
voltou então para sua missão inicial, explorar o corpo da moça e matar toda a vontade que vinha cultivando até então, voltou a dar um selinho em seus lábios e desceu sua boca, ao pescoço e o vale entre seus seios, os tocou por cima da lingerie e quando eles se encaixaram perfeitamente em suas mãos teve certeza que haviam sido feitos para si, ela por inteiro havia sido sob encomenda para ele, com todas suas imperfeições, ela era muito melhor do que sequer imaginara.
gemeu baixinho quando ele começou a acariciar seus seios e levantou-se levemente para que ele pudesse abrir o fecho em suas costas, o tirando e jogando para o lado, logo o rapaz voltou a beijar do ponto onde havia parado anteriormente, o vale entre seus seios e enquanto encaixava um deles em sua mão, o massageando, direcionou sua boca ao outro, sua língua tocou o mamilo rígido de e a moça gemeu mais uma vez.
As carícias que recebia já estavam a levando a loucura e sabia que se tornaria muito pior, ou melhor. Mas não eram as mãos de em seu corpo ou seu olhar sob ela que mais lhe apetecia. Era sua boca.
Sua boca que brincava com aquele sorriso imoral em seus lábios, e seu hálito suave e quente em sua pele, a tocando e a enchendo de beijos a deixava repleta de sentimentos. se sentia leve, quase mole, fraca. Era como se cada toque de conseguisse sugar todas suas energias, a deixando aberta e entregue. Ela queria seus beijos mais do que queria oxigênio naquele momento, e ele cedia às suas vontades, espalhava beijos onde pudesse alcançar, sua saliva fazendo rastros que a deixavam arrepiada a cada vez que sua respiração a atingia, mas a beijava tão lentamente que parecia uma tortura.
Por Deus, ela sequer se lembraria de seu próprio nome naquele momento, o corpo de lhe cobria e ela podia sentir a rigidez de sua ereção em suas coxas, que se contraíram, apertando-se em um desejo libidinoso. Quando os beijos do ator, por fim, chegaram ao cós de sua calça, ele abriu o botão lentamente, procurando os olhos de , novamente lhe dando tempo para qualquer reação negativa, mas ela não existiu e jamais poderia.
Quando ele a olhava sorrindo normalmente, já era o suficiente para lhe tirar o fôlego, mas naquele momento, seu sorriso habitual misturado com algo safado e erótico a desorientava, tirava seu fôlego e deixava suas pernas débeis. Ele desabotoou a calça também preta que a moça usava e baixou o zíper, descendo sua calça e beijando todo caminho de pele que era descoberto. Por fim, a encarou somente de calcinha pela primeira vez, e suspirou.
— Você é linda. — Sussurrou em seu ouvido, subindo a mão por suas pernas e encaixando o joelho dela em sua cintura, encaixando-se entre o espaço que lhe foi concedido, suspirou ao ouvi-la gemer baixinho quando sua pélvis ainda coberta pela calça de moletom encontrou sua entrada pulsante.
acariciou o corpo da garota, fazendo o caminho que desejava e adentrando abdômen abaixo, tirou sua calcinha e tocou seus pelos ralos e curtos, a massageou com dois dedos, testando sua umidade e pressionando seu polegar no botão que a torturava, ela gemeu alto com o contato e ele sentiu seu membro expandir-se ainda mais com isso, engrandeceu-se para frente e para os lados, para onde houvesse espaço para o sangue pulsar. Largo e firme, empurrando o moletom para longe de si.
Ele sentiu-se desejoso, e sem conter a si mesmo, abaixou-se e provou das parte interna das coxas da moça, logo se aproximando do que lhe era desejado, esticou a língua a lambendo por inteiro, testando seu sabor, ela estava completamente molhada, sentiu sua mão em seus cabelos, entendendo isso como um sinal para que pudesse continuar, abocanhou-a, dando leve chupadas nos locais certos e brincando com a língua em seu grelo, a esse ponto já não conseguia mais controlar os gemidos e revirou os olhos quando a penetrou com a língua, a sobressaltando e deixando sem fôlego, enquanto a penetrava lentamente, sentindo seu gosto tocar sua língua, o segurou pelo cabelo, e o puxou para si, ele lambeu os lábios marotamente, antes de s encaixar novamente entre suas pernas e dar um selinho em sua boca.
Ela o encarou e quis que ele se despisse para que pudesse desbravar seu corpo também, mas o rapaz ainda estava intacto, a não ser pelos lábios levemente inchados e os cabelos bagunçados, decidindo que era sua vez, encaixou a outra perna em sua cintura e tentou virá-lo a força, mas estava firme em sua posição e tudo que conseguiu foi forçar ainda mais o encontro de suas pélvis, fazendo com que dessa vez ele gemesse junto com ela, devido o contato inesperado em sua ereção sensível.
Entendendo o que ela queria, trocou de lugar com a garota, deitando-se na cama e deixando-a sentar em seu colo, e teve certeza que ela o deixaria louco antes que pudesse soletrar seu nome. A camiseta branca que vestia logo se foi e o rapaz apoiou as costas no encosto do sofá, ficando apenas parcialmente deitado, enquanto ela distribuía beijos em seu pescoço, raspando os dentes levemente por ali, fazendo-o arrepiar, logo também se livrou de suas calças, o deixando somente de cueca boxer, seu membro duro erguendo a cueca preta que vestia, ignorando a parte de seu corpo que mais pedia atenção, voltou a sentar-se em seu colo, e aquele contato mais direto, junto com o pensamento de que somente aquele pedaço de pano os separavam, levou a loucura.
Quando ela o tocou, por cima da cueca, não pôde conter o gemido que escapou de seus lábios, de forma abafada e estrangulada, estava desejoso por ela a tanto tempo, fazia semanas que acordava suado e insatisfeito por conta daquela garota, que quando ela tirou o tecido do caminho e acariciou seu membro, soube que explodiria se ela o tocasse de forma mais intensa.
Só de imaginá-la tocando-o, o acariciando ou o lambendo, já sentia os espasmos em seu corpo, estava ansioso demais por ela e explodiria assim que ela encostasse nele, mas naquele momento ele tinha outros planos.
Sentou-se ereto, se afastando do encosto do sofá para que pudesse beijá-la mais facilmente, o encontro de seus lábios se dando de imediato, de forma muito mais quente e desesperada, cada rebolada que a moça dava em seu colo o fazia ver estrelas. Desceu a mão direita e colocou-a entre os dois, testando a umidade entre suas pernas, que conseguia ser ainda maior que antes, sentindo-a quente em suas mãos, rebolou procurando um contato maior e o ator sabia exatamente o que ela procurava. Ao mesmo tempo em que sugou sua língua, escorregou o primeiro dedo para dentro dela, fazendo com que ela gemesse em sua boca e seu membro doesse, implorando por atenção, logo juntou outro dedo ao anterior, e quando começou a movê-los, desgrudou seus lábios e manteve apenas sua testa apoiada na de , gemendo baixinho enquanto ele movia os dedos dentro dela, ele a observou cavalgando seus dedos com a mais sublime expressão de prazer.
O rapaz mal percebeu quando parou, até que ela se inclinou sobre ele, tocando seu membro no processo, o acariciando e massageando com firmeza, sentia seu membro pulsar, gemendo e sussurrando o nome de, estava de olhos fechados, sentindo seus toques por completo, quando ouviu sua voz, sussurrada em seu ouvido.
— Eu quero você, . — Ele perdeu o controle, virou-se, ficando por cima da garota dessa vez, deitou-a suavemente e posicionou-se em sua entrada, aquele simples toque o fez querer mais e mais, e quando finalmente escorregou para dentro dela, não pôde conter o gemido de satisfação, encarou e a quis como nunca quisera alguém antes, a boca entreaberta, os olhos fechados, o rosto emoldurado pelos cabelos que se espalhavam na cama e seus gemidos que aumentavam conforme ele aumentava a velocidade das investidas.
inclinou-se na direção de, prendendo suas pernas em sua cintura, sentindo seu membro ir mais fundo dentro dela, tomou sua boca, ao mesmo tempo em que massageava seus seios, apertando-os, beliscando levemente o bico, fazendo-a segurar seus ombros, raspando as unhas por ali e puxando-o para mais perto.
A moça rebolava contra seu membro, e assim que percebeu que seus gemidos aumentaram, manteve a velocidade em que estava e desceu a mão que antes estava em sua cintura para o botão entre suas pernas, deu um ultimo selinho em seus lábios e afastou-se brevemente, só para poder observá-la, não queria perder sequer um detalhe e vê-la chegar a seu ápice era um show que não perderia. Ele pressionou o polegar, rolando o carocinho para entre o polegar e o indicador, apertando e massageando o botão para lhe dar o máximo de prazer, enfiou as unhas de leve em seu pescoço, procurando um apoio e gemendo intensamente, a cabeça jogada para trás, os olhos fechados de prazer, o gemido interminável, pedia por mais em sussurros abafados e quase incompreensíveis e ele lhe deu.
Com um último beliscão, combinado com uma estocada funda, seu gemido se prolongou e se fez mais agudo, ele a acompanhava com gemidos falhos e roucos, e quando ela mordeu os lábios e sussurrou um “Ah, , desfazendo-se em seus braços, o ator sentiu a perna amolecer e fora sua vez de acabar com duas ultimas estocadas, enrijecendo seu corpo e se desfazendo por completo.

não sabia a quanto tempo se encontrava deitado lado a lado com ela, as pernas enroscadas e seus dedos perdidos nos cabelos volumosos e macios, num cafuné lento. Estava maravilhado com a sensação de tê-la em seus braços, eles conversavam e sorriam, ela tirava gargalhadas dele contando das vezes que tentou chamar sua atenção também e ele não lhe dera bola.
Não queriam se preocupar com como aquele relacionamento seria naquele momento, se precisariam contar aos outros ou ao mundo, tudo que precisavam naquele momento era daquele cafuné e das risadas e carinhos trocados. Estavam severamente fodidos e apaixonados. Dois idiotas que haviam perdido tempo demais com seus temores e haviam finalmente se encontrado.
Haviam esquecido do mundo, da chuva que àquele ponto já tinha parado e das gravações noturnas, até ouvirem um celular tocar,, procurou o celular com toque conhecido e o achou na mesinha, ao lado do de , sentou-se na cama, a camiseta dele cobrindo seu corpo parcialmente, seu cheiro se espalhando por tudo, pegou o aparelho, no visor brilhava o nome de Frank, o segundo assistente de direção, atendeu o telefone, sendo distraída por , que desenhava pequenos redemoinhos em suas pernas descobertas, a encarando com um sorriso no rosto.
, o Chris tá te procurando em todo canto, precisamos alinhar a direção junto com ele antes das cenas noturnas. — revirou os olhos ao ouvir a voz do rapaz mesmo a distância e segurou o riso.
— Eu dei uma saída, daqui uns dez minutos eu chego ai. — Respondeu sem aprofundar as explicações e encarou seus dedos entrelaçados ao do rapaz a sua frente, não queria sair dali. — Na sala do Chris, né? — Frank respondeu com um resmungo e se despediu, a moça se vestiu, colocando a calça jeans que vestia antes e substituindo a camiseta de pela própria.
— Precisa mesmo ir? — fez drama e a garota riu, assentindo, inclinou-se no sofá-cama, lhe dando um último beijo, que era pra ser apenas um selinho, mas o rapaz o intensificou, prendendo as mãos em seus cabelos e puxando para seu colo.
. — A moça ralhou, segurando uma risada, separando seus lábios e ele deu uma última mordida em sua boca. A moça se levantou e se direcionou para a porta, quando abriu o trinco e estava saindo, o ator a chamou e ela o encarou, curiosa.
— Posso passar na sua sala para tirar umas duvidas antes das gravações? — Perguntou com uma falsa cara de inocência e riu.
— Pode, e pode me levar para aquele jantar depois. — Ela deu uma piscadela e saiu do trailer, com um sorriso no rosto e o coração leve.
, sentado em sua cama, carregava o próprio sorriso bobo, pensando consigo mesmo que deveria rezar mais vezes, já que seus pedidos estavam sendo atendidos de forma tão maravilhosa.




FIM



Nota da autora - Larys: Oi, Oi, ! Menina do Céu, que delicia esse dia com , né? Contar pra vocês que tudo começou com uma foto do Noah e eu gritando pra Maria que precisava de uma restrita, pois aquela foto era digna de uma capa bem hot, claro que eu não imaginei que minha amiga era tão puritana e que a restrita ia sobrar pra mim. HUSAHSUAHUSA mas aqui estamos, dois dias depois dessa ideia com a fic completinha e bem quente! Escrever com a Angel é sempre um prazer, né, então nem preciso ficar citando isso aqui, porque ela é maravilhosa sempre e em tudo que faz! Obrigada a você que leu e não esquece de deixar um comentário, viu? Titia ama vocês! ♥


Outras Fanfics Larys:

FICSTAPES:
05. Paradise [Ficstape #133 - BTS]
6. 내게 (To Me) [Ficstape #104: GOT7 – 7 for 7 ]
7. Runaway [Ficstape #108: Super Junior – Replay]
8. The Winner Takes it All [Ficstape #115 – Abba Gold – Greatest Hits]
9. Flower [Ficstape #120: Seventeen - Teen Age] 9. [Special Track] So Amazing [Ficstape #112 – Shinee – 1 Of 1]
10. Jenny [Ficstape #084: The Maine – Pioneer]
11. Lonely [Ficstape #071: The Maine – Lovely, Little, Lonely]

MUSIC VIDEOS:
MV: Runaway - Bobby [Music Video: KPOP]

SHORTFICS:
My Boy [Outros – Shortfics]
O Casal Favorito [Outros – Shortfics]
The Midnight Train [K-Pop – Restritas – Finalizada]


Nota da autora - Maria: Nem preciso dizer que essa fanfic foi uma das mais divertidas a escrever, né? (e a mais rápida também!) Larys é uma rainha que escreve maravilhosamente bem, e eu amo as restritas dela, então é óbvio que a fanfic ficaria toda amorzinho e safada na mesma proporção, HAHAHAHAHA Amei demais escrever essas dezesseis páginas, e amei o fato de ter feito uma fanfic com meu crush Noah. Espero que vocês tenham gostado da leitura como gostei de a escrever <3 Deixem um comentário no final e façam duas autoras felizes! Beijos de luz
Angel


Outras Fanfics Maria: Longfic
Ainda Lembro de Você [Outros – Em Andamento]

Tempo Certo (Outros – Em Andamento]

Shortfics:
21 Months [Atores – Shortfics]
Babá Temporária [Outros – Shortfics]
Because of the War [Especial FFOBS - Shortfics]
Café com Chocolate [Outros – Shortfics]
Elemental [The Originals – Shortfics]
O Conto da Sereia [Especial FFOBS - Shortfics]
O Garoto do Metrô [Especial FFOBS - Shortfics]
Rumor [Kpop – KARD – Shortfics]
She Was Here [Especial FFOBS - Doramas]
Sorry Sorry [Kpop – Super Junior – Shortfics]
Welcome to a new world [Mcfly – Shortfics]

Ficstapes:
05. Paradise [Ficstape #133 - BTS]
06. Every Road [Ficstape #58 - The Maine]
07. Face [Ficstape #104 – GOT7]
10. What If I [Ficstape #36 - Meghan Trainor]
12. Epilogue: Young Forever [Ficstape # 103 - BTS]

15. Does Your Mother Know [Ficstape #115 – Abba Gold – Greatest Hits]

Music Videos:
MV: Change [MV: Kpop]
MV: Run & Run [MV: Kpop]
MV: Hola Hola [MV: Kpop]


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