Dizem por aí que amor é cego... Mas quem diria que eu o enxergaria de baixo do nariz, assim tão na cara? Certo que sempre tava na tela, mas você sempre duvida até se tornar realidade, até que alguém tome uma atitude. Esse foi meu caso, meu e deles, diga- se de passagem, quem iria imaginar que meus únicos amigos iam se apaixonar por mim? E pior, eu não saber quem escolher, afinal, amava os dois! Eu não podia ficar com os dois de uma vez, podia? Eu sei, parece loucura, mas vou tentar lembrar como tudo começou...
Capitulo 01
Eu sempre fui do tipo de garota que não brincava de boneca, que não chorava por ter caído, que não vivia sonhando com coisas fúteis... Eu sempre brincava de bola, chegava toda esfolada, suja, e meus melhores e únicos amigos eram garotos. Não que eu não seja feminina, eu até sou, mas não morro se a unha quebrar e não gosto das frescuras que a maioria das menininhas da minha idade tem. Vamos começar pelo começo...
Morávamos no mesmo condomínio desde que nascemos e, conseqüentemente, nos encontrávamos no parquinho, nossas mães fizeram amizade e daí viramos amigos inseparáveis. Desde criança sabia que eles eram os únicos que precisava ter como amigos e isso bastava. Eles eram os melhores amigos que eu podia ter. Cada um do seu jeito especial de ser e de me tratar como uma princesa... Vou confessar que fiquei mal acostumada desde cedo. Mas fazer o que se eles sabiam como agradar uma mulher (lê- se menina)?
Mas todo o negócio de paixonite começou mesmo quando tínhamos, ah, sei lá, 11 anos... Pré-adolescência, hormônios à flor da pele... As curiosidades chegavam com o passar do tempo. Como éramos muito curiosos, demos nosso primeiro beijo juntos. Claro, eu beijei os dois e antes que pense que foi um beijo triplo... Não foi! Eles fizeram pedra, papel e tesoura e, tcharam, o me beijou primeiro, depois veio o . Mas não foi o primeiro selinho. Foi beijo de verdade, beijo de língua e confesso que já sentia uma vontade de não parar de beijar os dois. Mas sempre pensando: "beijar é bom, mas eles são apenas meus amigos!”
Vocês devem estar pensando: gulosa, hein, garota? Mas é que cada um tinha seu jeito de me beijar, um mais delicado e o outro mais selvagem. Que mais eu podia querer? Eram duas combinações perfeitas e um completava o outro. Isso durou por muito tempo... A gente se juntava e vamos nos beijar? Vamos! Não queríamos perder a prática. Éramos amigos de mente aberta e, pra não ter briga, eles revezavam e eu sempre saia no lucro, pois sempre beijava em dobro, HAHA. Mas, com o tempo, começaram a fazer gozações sobre nós, com os 13 pra 14 anos (quando digo 13 é porque todos tínhamos a mesma idade, só pela diferença de meses, é claro) e nós fomos tachados de gays na escola. Mas os guys não faziam nada pra tirar a fama, muitas meninas se jogavam pra eles (afinal, eles eram lindos), mas eles não davam bola. Eu nunca entendia o motivo (ou, digamos, preferia fingir que não sabia... Melhor, queria não acreditar), mas hoje em dia sei o porquê (com todas as letras).
Aos 17 anos, éramos amigos desde o berço praticamente e inseparáveis. O ano acabando e tínhamos feito o maldito vestibular. Pelo visto nem eu nem iríamos passar pra segunda fase, apenas o nosso amigo nerd, . Por um milagre dos grandes fomos convidados para uma festa do pessoal da escola, (não éramos de nos enturmar, nosso circulo de amizade se limitava a nós três) e como comemorar melhor uma derrota quase certa? Festa!
- Vamos afogar nossas mágoas, não é, ? Tenho certeza que só o nerd do passou no vestibular, então vamos tomar birita até cair! - disse me agarrando pela cintura e me dando um beijo na bochecha.
- Ei, a gente nem sabe ainda, dude, pra que sofrer por antecipação? – disse me puxando pela mão e me girando pra dar uma volta. - Uau, a ta uma delícia, não ta?
- Dude, ela sempre é uma delícia. – disse , me abraçando por trás e depois beijando meu pescoço.
- Meninos, parem com isso que eu fico com vergonha. - Disse, me desfazendo do abraço de , soltando da mão do e indo pra frente do espelho, fingindo ir olhar a maquiagem que era apenas uma sombra preta esfumaçada, lápis no olho e um brilho cor de boca. – Vamos, antes que minha mãe me veja assim e desista de me deixar ir?
Cada um agarrou um dos meus braços e saímos.
A festa estava lotada e assim que chegamos todos os olhares bateram sobre nós três. É, pensei, isso é uma armadilha pra nos humilhar em público... Fudeu! Mas nada aconteceu além dos olhares indiscretos.
- Cara, eles nem disfarçam, não?
- O quê? - perguntou que vinha com cervejas para nós três.
- Eles tão te secando, . Como a gente disse, você ta uma delicia nesse vestido. - disse antes de dar um gole na cerveja.
- Ah, é isso? Nem acho... Eles devem pensar: “Olha, lá vem o trio Maravilha, as duas bibas e a sapata incurável!”. - Gargalhei.
- Ou eles pensam: “Esses caras tem sorte, os dois pegam a mina mais linda da escola...” - Disse , me olhando com cara de bobo safado.
- Será? – olhei e essa hipótese me parecia bem mais atraente que a minha.
- Claro, tirando a parte da mina mais gata. – mostrei a língua. – Sabe, eu tive uma idéia. Vamos atiçar eles.
Fomos pro meio da sala, junto ao pessoal que dançava uma música eletrônica que eu não conhecia, então a música perfeita para o meu plano começou a tocar. 3, da Britney Spears. Incrível o destino, não? Sorri e chamei os dois com o dedo indicador.
1, 2, 3
Not only you and me (Não só eu e você)
Got one eighty degrees (Fiquei a cento e oitenta graus)
And I'm caught in between (E estou presa no meio)
Countin' (Contando)
1, 2, 3
Peter, Paul & Mary
Gettin' down with 3P (Mandando ver a 3)
Everybody loves *** (Todo mundo ama ***)
Countin' (Contando)
Comei dançando solta, levantando o cabelo com uma mão e passando a mão na cintura com a outra enquanto cada um deles ia pra um lado, também dançando soltos. ficando na minha frente e atrás. Agarrei na blusa de que dançava quase colado a mim, enquanto dançava com as mãos em minha cintura, me abraçando por trás, também colando em mim. Eu queria gravar a cena e ver a cara de tacho das pessoas que olhavam espantadas pra nós. Eu ri e me esfreguei mais ainda em , enquanto chegava mais perto de mim. Éramos um sanduíche humano e eu era o recheio. Sorri com malícia pra uma menina que já tinha pedido pra ficar com , ela olhava em estado de choque.
Babe, pick a night (Querido, escolha uma noite)
To come out and play (Para sair e se divertir)
If it's alright (Se estiver tudo bem)
What do you say? (O que você me diz?)
Merrier the more (Quanto mais, melhor)
Triple fun that way (Diversão tripla, daquele jeito)
Twister on the floor (Arrasando na pista)
What do you say? (O que você acha?)
Are you in? (Você está dentro?)
Livin' in sin is the new thing (yeah) (Viver em pecado é a nova onda (sim))
Are you in (Você está dentro ?)
I am countin'!( Estou contando!)
Já podia sentir a “animação” dos meninos e sorri. Fui descendo de leve e logo depois subi dando uma leve empinada em . Passei as mãos na cintura e subi levantando os cabelos mostrando a nuca. Morri, alguns meninos olhavam com a cara mais tarada de todas pra mim e logo depois recebi um beijo de , no pescoço. Covardia, né? Mudei de posição, agora ficando de frente pra e segurando em seu pescoço, enquanto me abraçava por trás e seguia minha coreografia enquanto subia e descia as mãos na minha cintura.
1, 2, 3
Not only you and me (Não só eu e você)
Got one eighty degrees (Fiquei a cento e oitenta graus)
And I'm caught in between (E estou presa no meio)
Countin' (contando)
1, 2, 3
Peter, Paul & Mary
Gettin' down with 3P (Mandando ver a 3)
Everybody loves *** (Todo mundo ama ***)
Countin'(contando)
Three is a charm (Três é um fetiche)
Two is not the same (Dois não é a mesma coisa)
I don't see the harm (Eu não vejo mal algum)
So are you game? (Então, você topa?)
Lets' make a team (Vamos formar uma equipe)
Make 'em say my name (Fazê-los dizer o meu nome)
Lovin' the extreme (Amando ao extremo.)
Now are you game? (Agora você está no jogo?)
sorriu enquanto levantou minha perna até a altura do seu quadril e me colou mais ainda nele. É, ele realmente estava “feliz” em me ver. também não ficava pra trás e começou a subir e descer as mãos pela minha cintura até o quadril também, me fazendo arrepiar. Meu Deus, o que é isso? Eles realmente estavam gostando da brincadeira e admito que eu também. A maioria das meninas dançavam soltas, meio afetadas e nem sabiam direito em que prestar atenção, se na música ou na gente. Já os meninos dançavam soltos olhando com cara de tarados. Aprovando nossa performance.
Are you in (Você está dentro?)
Livin' in sin is the new thing (Viver em pecado é a nova onda)
Are you in (Você está dentro?)
I am countin'! (Estou contando!)
1, 2, 3
Not only you and me (Não só eu e você)
Got one eighty degrees (Fiquei a cento oitenta graus)
And I'm caught in between (E estou presa no meio)
Countin' (Contando)
1, 2, 3
Peter, Paul & Mary
Gettin' down with 3P (Mandando ver a 3)
Everybody loves *** (Todo mundo ama ***)
Desci a perna que estava colada no quadril de e ele me olhou, protestando. Sorri e empurrei com a bunda. Olhei pra ele que também protestou. Cada um deles ficou quase parado no lugar espantado com o porquê da nossa “separação”. Rebolei, descendo devagar e tentando não mostrar o que não devia, afinal, aquele vestido realmente era curto. Quando subi, mais rápido, empinando a bunda e deixando um sorriso no rosto de cada um deles (e alguns caras da festa), voltei a ficar de costas pra , que abraçou minha barriga, e puxei Mike pela gola da blusa. Estávamos tão colados que parecia que íamos nos fundir.
What we do is innocent (O que fazemos é inocente)
Just for fun and nothin' meant (Só por diversão e sem outras intenções)
If you don't like the company (Se você não gosta da companhia)
Let's just do it you and me (Vamos fazer só você e eu)
You and me... (Você e eu ...)
Or three... (Ou três...)
Or four... (Ou quatro...)
- On the floor! (- No chão!)
Quando a música parou e outra mais lenta começou, saímos do meio da sala, que já não estava tão lotada depois de nossa coreografia. Saímos rindo, quase sem ar, e fomos para o quintal que estava mais fresco que na casa.
- Cara, foi perfeito, esses manés nunca vão esquecer essa noite. – Eu disse rindo sem jeito.
- Vou pegar cerveja, alguém quer?
- Eu! - dissemos eu e , ao mesmo tempo, e rimos.
- E quem esqueceria depois dessa nossa dança? Eu NUNCA vou esquecer. - Disse , meio envergonhado. - Ok, vou buscar, depois dessa, to morrendo de calor. - E saiu com um sorriso maroto.
- E quem não ta? Tá vendo, , todos estão olhando pra nós... Acho que estão esperando uma cena de sexo agora.
- Ah, pois vão ficar na vontade então. – E rimos juntos, logo depois veio com nossas cervejas. Na varanda só tinha casais, então fomos pra piscina. Tirei meu All Star e coloquei os pés na água. e fizeram o mesmo e sentaram um de cada um ao meu lado, me abraçando em seguida. Peguei minha cerveja levantei um pouco e propus um brinde: “À nossa amizade!”
Acho que eles estavam bêbados, ou não ouviram bem, pois nenhum fez sinal de que iria brindar. Levantei mais ainda o copo e levantou o seu e encostou no meu, mesmo que depois de quase um minuto de silêncio, juntou o seu aos nossos e brindamos à nossa amizade.
Capitulo 02
Na manhã seguinte acordamos com o sol batendo nos olhos, pois ainda estávamos perto da piscina. no chão, eu abraçada ao seu peito e do lado oposto, segurando minhas pernas. Quero dizer, eu e acordamos, porque ainda dormia feito um bebê. Depois de alguns minutos tentando, finalmente levantou. Muita gente ainda dormia lá mesmo pela varanda e em todos os cômodos em que passamos da casa. Chamamos um táxi e cada um foi pra casa.
Eu só acordei mesmo às seis horas da tarde, com AQUELA ressaca. “Nunca mais eu vou beber.” Olhei meu celular, que estava no modo silencioso por causa do meu sono de beleza e ressaca, e nele tinham milhares de chamadas não atendidas e mensagens. Resolvi abrir uma delas, pois não conhecia o número.
“Oi, gatinha, dança daquele jeitinho comigo também?”
Ah, que lindo, vão tirar onda com a cara da gente! Tá, eu procurei, nem ligo, só ignorar. Peraê! Como eles conseguiram meu número? Decidi abrir apenas as mensagens de números conhecidos: basicamente e .
“, estão te mandando mensagens anônimas pro celular? Recebi várias... Me liga assim que acordar, já mandei mensagem pro . Beijos ”
“Caraca, nunca recebi tantas mensagens na minha vida! As meninas me convidando pra sair, me chamando de gostoso. Obrigado, Britney, e, claro, s2. pediu pra gente se encontrar depois que você acordar. Beijos, gata.”
Sorri fraco e joguei o celular na cama. Como não tinha tomado banho desde a festa e a ressaca tava me matando, resolvi tomar uma ducha fria pra amenizar as tensões. Depois de alguns minutos em baixo do chuveiro, até que eu me sentia melhor, mas uma coisa ainda martelava na minha cabeça. Um sentimento estranho... Um não, vários sentimentos ao mesmo tempo. Alguns eu nunca tinha sentido em relação a eles... Pois nunca tive motivos... Mas agora...
Será que eu estava incomodada com as mensagens, estava com ciúmes dos meus únicos e melhores amigos? Agora me resta saber o porquê desses ciúmes. Nunca fui assim... Será que é normal sentir isso? Será que eu sentia algo mais que amizade pelos dois? OS DOIS? Meu coração batia rápido e apertado. Eu preferi não pensar muito nisso, não agora, ainda não... “Deve ser a maldita ressaca, é isso.” Quando abri meu guarda-roupa, vi fotos nossas grudadas nas portas e meu estômago embrulhou. Peguei uma blusa frouxa e um short um pouco curto, afinal, de casa não saio mais hoje. Desci e fiz um café bem forte. Depois de bem preparada psicologicamente, liguei pra os dois virem me encontrar em casa.
Estava sentada na escada da varanda (com os pensamentos bem longe dali), quando senti um abraço de lado e um beijo no topo da minha cabeça. Fechei os olhos e sorri instantaneamente, ele sentou ao meu lado. Em menos de um minuto, chegou e me beijou no rosto, sorri e logo ele trocou cumprimentos de “caras” com .
Fomos para o meu quarto e olhamos as mensagens recebidas, rindo da maioria delas. É, tínhamos conquistados alguns fãs (a maioria inesperada, outras nem tanto). Principalmente , que foi convidado até pra ir ao baile de formatura por duas boazudas patys, que só pegavam os jogadores de futebol e playboys da escola. também tinha sido convidado para o baile por várias garotas conhecidas (infelizmente todas lindas). Putz, o ano letivo realmente estava no fim e, dessa vez, tínhamos que comparecer à festa... Afinal, íamos nos formar. Isso me faz lembrar: Com quem eu vou? Será que vai ser como sempre: nós três, ou eles iam com as meninas que convidaram eles? Fudeu, não vou ter par pro baile. Apesar de ser convidada por vários meninos, claro que eu não aceitaria... Minha mente já viajava na maionese quando meus pensamentos foram interrompidos pela voz da minha mãe. Ela havia acabado de chegar das compras com meu pai e me chamava para ir à cozinha. Quando entramos, encontramos uma pizza enorme a nossa espera. Eles sabiam que os guys apareceriam a qualquer momento, por isso a pizza grande. Comemos, assistimos TV e quando nos demos conta já estava tarde e na manhã seguinte tínhamos aula. Nos despedimos e ficamos de nos encontrar de manhã. Sempre íamos e voltávamos juntos da escola.
Quando deitei na minha cama, olhei um dos porta-retratos com uma foto de nós três fazendo careta com nossas fantasias de carnaval. Estávamos tão felizes... Notei que uma lágrima havia caído quando senti o gosto salgado na minha boca. Será que eu estou apaixonada pelos meus dois amigos? Os dois? Não podia pensar na minha vida sem eles... Eles eram a minha vida, afinal. Como poderia escolher só um deles? Será que eles também me amam assim? Ou só como amiga? Olhei para todos os porta-retratos e vi que não havia um momento da minha vida em que eles não estivessem. E agora, se eles começarem a namorar alguma das garotas das mensagens? Senti um aperto no peito: e se eles não me amarem como eu os amo? E se eles levaram tudo na esportiva e só me viam como amiga? Meus olhos pesaram e comecei a lembrar da época em que demos nosso primeiro beijo.
Capitulo 03
Na segunda, ainda éramos o assunto principal da escola. As meninas davam em cima de e descaradamente. Eu começava a sentir ciúmes, admito, mas não ousaria falar nada sobre isso. Alguns meninos até vinham me convidar para ir ao baile, mas eu sempre respondia que já tinha par. O que era meio verdade... Eu acho. Mas como só tínhamos duas semanas de aula e as provas chegavam, não me preocupei tanto assim. O resultado do vestibular saiu e, como já havíamos previsto, nem eu nem passamos pra segunda fase. Só havia conseguido... Depois de pensar bem, até que nossa comemoração, louca, diga-se de passagem, serviu pra alguma coisa... Além de tudo, descobri que estou apaixonada... Se não fosse trágico seria cômico. Afinal, tudo era mais fácil antes de descobrir minha paixonite por eles.
Flashback on
Estávamos brincando no playground, que naquela hora não tinha mais ninguém. Deitamos no chão da casinha do escorregador, descansando, quando se sentou e nos olhou com uma cara sapeca.
- Me digam uma coisa... Vocês já beijaram na boca?
- Ah, mas é claro, eu já beijei a Luana.
- Quem? A Luana, sua prima de óculos e aparelho? Prima não vale. - Eu disse, sentando ao lado de .
- E eu duvido que tenha sido beijo de verdade, dude, eu falo de beijo de língua.
- Ah, de língua... Eu nunca beijei ninguém. - falou, também sentando com uma cara desapontada.
- Nem eu. - Falei – E você, , já beijou alguém?
- Não. Fato que todos nós somos BV. Concordam?
- Sim. – Falamos eu e , ao mesmo tempo, rindo.
- E se... - falou, corando de leve e olhando pro chão. – A gente podia deixar de ser BV.
- Como assim? – perguntou com os olhos brilhando.
- Se a deixasse, a gente podia... Não é?
- Ah, ta, entendi... - eles me olharam com uma ponta de esperança nos olhos e não pude negar. – Ok, mas quem vai me beijar primeiro?
Flashback off
Era semana de provas e sempre íamos para a casa de estudar. Como ele era o mais nerd, sempre nos dava explicações melhores que as dos professores. O que mais tinha dificuldades na maioria das matérias era o . Era tão bonitinho ver os dois se ajudando... Ai, meu coração aceleravam e meus pensamentos iam longe. Tanto que os dois me chamavam e eu demorei segundos pra assimilar que era comigo.
- , amor... - ai, meu coração, outra vez. me chamava e acenava na frente dos meus olhos que saiam aos poucos do transe.
- Eu?
- Nossa, ta tão concentrada assim na matéria? Eu e o estávamos falando sobre o baile.
- Ah. - Falei sem muito interesse, já que com certeza eles falariam das suas acompanhantes boazudas e definitivamente eu não queria ouvir.
- Ah, o quê? - perguntou espantado. - Quer dizer que não vai com a gente? Obrigado por não nos falar antes.
- O quê? Eu pensei que...
- Xiii cara, pelo visto seremos eu e você. - Falou rindo e pegando na mão de de leve, fazendo cara de bixa afetada.
- Não, meninos, seremos nós três... Como sempre... - falei, com os olhos brilhando - Mas eu pensei que fossem com aquelas garotas boazudas, populares... Que estavam dando mole pra vocês!
- E por que iríamos com elas? - Perguntou .
- Elas são lindas, gostosonas, populares... E estavam dando mole pras vocês! - Dã?
- E você não aceitou os convites dos caras que te convidaram? - Perguntou outra vez, enquanto ria baixo, gostando da situação.
- Ah, eu...
- Isso mesmo! Elas nem sabiam da nossa existência antes da festa. - falou , me abraçando de lado.
- A gente nunca trocaria você por nenhuma daquelas patricinhas fúteis e mimadas da escola. Além disso... Você é muito mais linda e sexy que todas elas juntas. – falou, me abraçando do outro lado.
- Eu estava tão insegura...
- E por que não perguntou antes? - perguntou, quase roçando a boca no meu ouvido e me fazendo arrepiar.
- É, nós já tínhamos combinado tudo antes. Nunca mudaríamos de idéia ou faríamos alguma coisa sem te contar antes. - Falou , beijando minha testa. Eles brincam mesmo com meu pobre coração, agora feliz.
- Desculpa, meninos, acho que eu to estressada com as provas, por não ter passado no vestibular... Não saber o que vou fazer depois da escola. Eu sei que devia ter conversado antes! Desculpem mesmo... Vocês são os melhores... Amo vocês! - Beijei a bochecha de cada um. - Mas vamos estudar!
- Nós também te amamos, lindona estressada. - me beijou na bochecha.
- Você é a nossa garota. - também me beijou do outro lado do rosto.
- E vocês são meus guys. - Abracei-os o mais forte que pude, sentindo uma alegria imensa por ter eles ao meu lado.
Depois disso voltamos aos estudos e tudo me parecia bem mais claro. Parecia que tinha visto passarinho verde.
Capitulo 04
A semana de provas havia passado e os resultados saíram. Nós três tínhamos sido aprovados. A nossa única preocupação era com o baile de formatura. E, sim eu estava preocupada: não tinha roupa! Já arrancava todos os cabelos da cabeça quando minha mãe me chamou pra fazer compras e coisas de mulherzinha. Confesso que não era ruim fazer isso com minha mãe, era até legal. Era um dos poucos momentos que não compartilhava com os guys, como eles diziam, era coisa de mulherzinha e minha mãe fazia questão de me acompanhar.
Ela já fazia planos de irmos ao salão: cabelo, unhas, depilação, limpeza de pele... Quando tudo acabou já era noite, então corremos pra casa, ou tudo seria em vão se perdesse a festa! Tínhamos vinte minutos pra tomar banho nos vestir e chegarmos à escola.
Aquele foi o banho mais rápido e eficiente da minha vida. Corri para o meu quarto e vesti meu vestido novo. É, até que não ficou ruim... Maquiei-me caprichosamente, afinal, era um adeus àqueles nojentos da escola. Tinha que passar boa impressão pelo menos nas fotos. Era um último adeus. Sorria ao imaginar a cena e, quando dei por mim, a campainha tocava lá em baixo. Os meninos já haviam chegado... Dei uma ultima olhada no espelho e desci. e estavam se socando de brincadeira e nem perceberam quando cheguei à sala. Cruzei os braços e pigarreei; finalmente eles me olharam com a boca aberta. “Meu Deus, será que eu borrei o rímel? Eu sabia que ia ficar uma merda!”
- O que foi? - perguntei, mas não obtive resposta - Ok, se não me falarem o que tem de errado, vou voltar pro meu quarto agora! Então falem!
- Filha, você ta linda! Quero tirar uma foto de vocês.
- Então por que esses dois tão com essa cara? – Finalmente eles sorriram.
- Fiu, fiu! Você ta linda, ... - disse . - A senhora quem escolheu o vestido, não foi?
- Eu mesma, lindo, não é? Vamos, se juntem. Quero fotos antes de sair de casa.
- O que tem o vestido? – perguntei afobada.
- Está deslumbrante... E muito sexy. - falou quase cochichando no meu ouvido a última frase, fazendo-me sorrir e arrepiar um pouco.
- Ah, então obrigada, meninos. Vamos logo, mãe, a gente vai se atrasar. - , que estava do meu lado direito, me abraçou pelo ombro e entrelaçou o meu braço no seu. Sorri e minha mãe tirou a foto. Deve ter ficado bonita, mas não queria ver, pois estávamos atrasados. Corremos para o carro e dez minutos depois chegamos, afinal, não morávamos longe da escola. Como o esperado, a festa já havia começado, procuramos nossos lugares e sentamos pra escutar o blá-blá-blá do discurso.
Terminadas as formalidades, a festa começou mesmo. Minha mãe já havia chorado litros e tirado milhares de fotos nossas. Meu pai tinha ido do trabalho e os pais dos guys também estavam lá. Todos juntos e não sabíamos quem eram os pais mais corujas. A mãe de filmou toda a chatice da entrega de diplomas e tal. Os pais de concorriam com os meus pra saber quem tirava mais fotos. Depois de uma hora de festa, nossos pais se despediram, porque era uma sexta e teriam que trabalhar no sábado bem cedo, nos deram o dinheiro do táxi, já que somos quase vizinhos, e foram para casa.
Agora sim a festa ia esquentar, pelo menos para nós três. A pista estava lotada e todos dançavam uma música do Cobra Starship com a Leighton Meester: Good Girls Go Bad, que acabava de começar a tocar. Puxei os dois pelas gravatas e sorri, enquanto abriam espaço para passarmos. Enquanto andávamos, eu tentava dançar no ritmo da música.
I know your type (Eu conheço seu tipo)
Yeah, daddy's little girl (Sim, filhinha do papai)
Just take a bite (one bite) (Apenas experimente)
Let me shake up your world (Me deixe balançar o seu mundo)
Cuz just one night (Porque só uma noite)
Couldn't be so wrong (Não pode ser tão errado)
I'm gonna make you lose control (Vou fazê-la perder o controle.)
Fomos pra o meio da pista e começamos a dançar não tão juntos como na festa. Alguns olhavam como se esperassem um replay de 3, da festa anterior. Na escola não, né? Não tão explícito. Se bem que a gente já tinha passado de ano mesmo. Que se foda!
She was so shy (Ela estava tão tímida)
'til i drove her wild (Até eu fazê-la pirar)
Puxei a gravata de até trazê-lo pra mais perto de mim, quando estávamos a ponto de nos beijarmos, me virei pra , que parecia tenso com alguma coisa. Fiz o mesmo com ele e no final ele já não estava tão tenso. É, eu brinco com o meu próprio coração e, a cada vez que me aproximava deles, percebia que eles também estavam gostando da brincadeira. Puxei os dois e cantei desafinado: I make them good boys go bad. Eles sorriam ao ouvir a frase.
I make them good girls go bad (Eu faço as boas garotas ficarem más.)
I make them good girls go bad (Eu faço as boas garotas ficarem más.)
You were hangin in the corner with your five best friends (Você estava parada no seu canto com suas cinco melhores amigas.)
You heard that i was trouble but you couldn't resist (Você ouviu que eu era encrenca, mas não conseguiu resistir.)
- Não seja por isso. - Falou , me puxando pela cintura e me colando ao seu corpo. Ele cantava rouco no meu ouvido:
I make them good girls go bad (Eu faço as boas garotas ficarem más.)
I make them good girls go (good girls go) (Eu faço as boas garotas ficarem más.)
Fechei os olhos e sorri. Quando dei por mim, havia me soltado e me puxava também pela cintura, me afastando um pouco de , que sorria. Ele fez movimentos de sobe e desce pela lateral do meu corpo e, chegando perto da perna, subiu de leve meu vestido, mostrando um pouco a minha perna não tão coberta. Arregalei os olhos e fiz cara de espanto, mesmo não conseguindo conter os risos.
Oh, she gotta way with the boys in the place (Oh, ela leva jeito com os garotos do lugar)
Treat 'em like they dont stand a chance (Trata eles como se eles não tivessem chance.)
And he gotta way with the girls in the back (E ele leva jeito com as garotas de trás)
Actin' like they're too hott to dance (Agindo como se elas fossem muito gostosas para dançar.)
Ele me soltou e eu me afastei um pouco vendo, pela primeira vez, que éramos novamente a atração da festa. Olhei para os meus espectadores e sorri, vendo um menino dançar sem jeito com uma garota patricinha, o puxei pela gravata enquanto a menina abria a boca pra falar alguma coisa. Percebendo o que queria fazer, os guys se aproximaram dela e fizeram um sanduíche como em 3. A menina sorria feito boba agora. Enquanto eu dançava com o garoto que ainda estava de boca aberta, parecia que estava no mundo da lua.
Yeah, she gotta way with the boys in the place (Sim, ela leva jeito com os garotos do lugar)
Treat 'em like they dont stand a chance (Trata eles como se eles não tivessem chance.)
And he gotta way with the girls in the back (E ele leva jeito com as garotas de trás)
Actin' like they're too hot to dance (Agindo como se elas fossem muito gostosas para dançar)
Quando ele começou a voltar à Terra, tentou passar a mão na minha perna como tinha feito, dei-lhe um tapa na mão enquanto o largava com cara de paisagem e agora puxava meus pares pra dançar o fim da música.
I make them good girls go bad (Eu faço as boas garotas ficarem más.)
I make them good girls go (Eu faço as boas garotas ficarem)
Good girls go bad (boas garotas ficarem más.)
I was hangin in the corner with my five best friends (Eu estava parada no meu canto com minhas cinco melhores amigas.)
I heard that you were trouble but i couldn't resist (Sei que você era encrenca, mas não consegui resistir.)
havia me puxado pela cintura, me fazendo agarrar seu pescoço, ele sorria enquanto me fazia virar para trás devagar. Sorri lembrando de uma cena de Dirty dance. Agora ele me subia devagar quando estava quase reta novamente ele literalmente cheirava meu pescoço. Arrepiei-me e fechei os olhos e, quando dei por mim, me pegava pela mão enquanto me abraçava por trás. Ok, mal me recomponho de um e vem o outro. Eu dançava mesmo com as pernas bambas e quando olhei pra e ele se encaixou para finalizar a música, dando um fatality em mim. Fechei os olhos e sorri, enquanto cheirava meu pescoço também e me abraçava de frente, me fazendo sentir o quanto estava feliz em me ver.
I make them good girls go bad (Eu faço as boas garotas ficarem más.)
I make them good girls go bad (Eu faço as boas garotas ficarem más.)
I make them good girls go (good girls go) (Eu faço as boas garotas ficarem más)(boas garotas ficarem)
Quando a música acabou, paramos de dançar e nos olhamos arfando de tão cansados, afinal, foram 3 minutos e 16 segundos bem aproveitados, diga-se de passagem. Peguei na mão de cada um e nos afastamos da pista de dança. Quando nos afastamos da multidão, soltei as mãos deles e falei que ia ao banheiro. Chegando lá percebi que mesmo depois de alguns minutos meu coração ainda batia acelerado. Me olhei no espelho, ajeitei o meu vestido que depois da dança estava meio torto e tentei arrumar o cabelo assanhado. "Respire fundo, ... Foi apenas uma dança, deixe de fantasiar coisas. Eles são seus amigos, eles estavam apenas se divertindo com você. Agora saia desse bendito banheiro antes que eles pensem que você ta fazendo outra coisa.” Sai do banheiro e sorri pra eles.
- Tava um caos, por que não me avisaram? - dei alguns socos nos braços deles que sorriram.
- Que tal outra dança? – sugeriu .
- E vocês ainda têm fôlego? Eu comecei a malhar há pouco tempo, ainda não tenho esse fôlego todo não!
- E se dançarmos uma lenta? Cada um dança uma vez. – falou , com os olhos que nem de cachorro pidão e fazia biquinho. Assim você me mata.
- Que dó... Ok, só porque hoje é a formatura. Quem vai primeiro?
Novamente eles tiraram na sorte e saiu primeiro. Fomos pra pista de dança novamente enquanto olhavam com espanto, porque não estava conosco.
A música que tocava era uma das preferidas de , que sorriu ao perceber que eu também havia notado pelos primeiros acordes. Chegando num ponto qualquer do salão, ele me abraçou pela cintura e pegou em uma das minhas mãos. Meu coração acelerou e pude sentir sua respiração bater no meu pescoço. Ele começou a cantar no meu ouvido:
There's a pain that sleeps inside (Existe uma dor que dorme dentro de mim)
It sleeps with just one eye (Que dorme só com um olho aberto)
And awakens the moment that you leave (E acorda no instante em que você vai embora)
Though I try to look away (Apesar de eu tentar me distrair)
The pain it still remains (A dor permanece)
Only leaving when you're next to me (E só desaparece quando você está perto de mim)
Ele colocou a minha mão no seu peito e pude sentir seu coração tão acelerado quanto o meu. Olhei nos olhos dele e senti um arrepio.
Do you know that everytime you're near (Você sabia que toda vez que você está por perto)
Everybody else seems far away? (Todos parecem estar tão distantes?)
So can you come and make them disappear? (Então, você poderia vir e fazê-los desaparecer?)
Make them disappear and we can stay (Faça-os desaparecer e nós poderemos ficar juntos)
Meu coração quase saia pela boca e eu não conseguia mais olhar pra ele. Então coloquei minha cabeça no seu peito, o abraçando com mais força, ainda sentindo seu coração bater rápido. Por que ele tinha que cantar tão suave ao meu ouvido? E essa letra tão sugestiva?
So I stand and look around (Então eu fico de pé e olho ao redor)
Distracted by the sounds (Distraído pelos sons)
Of everyone and everything I see (De todos e de tudo o que eu vejo)
And I search through every face (E eu procuro em todos os rostos)
Without a single trace of the person (Mas não consigo achar rastros)
The person that I need (Da pessoa de que eu preciso)
Do you know that everytime you're near (Você sabia que toda vez que você está por perto)
Everybody else seems far away? (Todos parecem estar tão distantes?)
So can you come and make them disappear? (Então, você poderia vir e fazê-los desaparecer?)
Make them disappear and we can stay (Faça-os desaparecer e nós poderemos ficar juntos)
É, definitivamente, músicas lentas eram bem mais perigosas que as agitadas. Minhas pernas ficaram bambas quando ele começou a fazer cafuné no meu cabelo. Achei que teria um infarto ali mesmo.
So can you come and make them disappear? (Então, você poderia vir e fazê-los desaparecer?)
Make them disappear and we can stay (Faça-os desaparecer e nós poderemos ficar juntos)
Ele levantou minha cabeça e roçou o seu nariz na minha bochecha, fechei os olhos e pude o sentir beijando cada um dos meus olhos. Os abri novamente e vi que sua boca estava perigosamente perto da minha, ainda cantando.
There's a pain that sleeps inside (Existe uma dor que dorme dentro de mim)
It sleeps with just one eye (Que dorme só com um olho aberto)
And awakens the moment that you leave (E acorda no instante em que você vai embora)
Though I try to look away (Apesar de eu tentar me distrair)
The pain it still remains (A dor permanece)
Only leaving when you're next to me (E só desaparece quando você está perto de mim)
Do you know that everytime you're near (Você sabia que toda vez que você está por perto)
Everybody else seems far away? (Todos parecem estar tão distantes?)
So can you come and make them disappear? (Então, você poderia vir e fazê-los desaparecer?)
Make them disappear and we can stay (Faça-os desaparecer e nós poderemos ficar juntos)
- , você sabe que eu te amo, não sabe? - Ele perguntou, encostando os lábios no meu ouvido.
- Sim, eu também te amo, .
- Você sabe que o também te ama, não sabe?
- Sim, somos...
- Eu sei que somos amigos, mas não é só amor de amigo o que sentimos por você, . O é meu brother e é por isso que não te beijo aqui e agora.
- Como assim, ?
- A gente precisa conversar... Sério. Depois da dança do , ok? Nós três... Eu, você e ele.
Não consegui responder nada, apenas fechei os olhos e o abracei novamente. A música havia acabado e, quando percebi, já não dançava. Abri os olhos e vi , que sorria ao nosso lado. me conduziu até ele e senti sua mão se soltar da minha.
- Daqui a pouco, , daqui a pouco.
Ele saiu e senti a mão de segurar a minha e me pegar pela cintura. Pensava milhões de coisas ao mesmo tempo, nem sabia identificar que música tocava. Abracei com força, ele retribuiu o abraço e beijou o topo da minha cabeça.
- Ele falou com você, não foi?
- Uhum.
- Não se preocupe, , não precisa tremer tanto. Se não quiser hoje, a gente entende.
- Desculpa. Mas é que eu to tensa. Mas eu realmente quero conversar com os dois.
- Ok, agora relaxa! Você ta muito nervosa. Nós queremos você viva, de preferência, acordada. -Sorri enquanto ele beijava de leve meu pescoço e eu afundava mais meu rosto no seu peito. Quando finalmente consegui relaxar, a música havia parado e uma bem agitada começou a tocar. E novamente meu coração acelerou batendo praticamente no ritmo da música. chegou perto novamente e quando dei por mim ele e me conduziam pra fora do ginásio.
Capitulo 05
Fomos para um corredor bastante conhecido: o dos laboratórios de química e biologia. abriu uma das portas, verificou se não havia ninguém lá dentro e entramos. Logo ele fechou a porta e trancou. Sentei em um dos bancos e senti um calafrio passar pelo meu corpo: é agora! Eles também pegaram bancos e sentaram de frente pra mim, eu sentia minhas mãos tremerem, mas fingi que olhava apenas pro esmalte. Senti uma mão puxando a minha e vi que era .
- Ela está tremendo assim desde a hora que começamos a dançar. Você tem certeza que ta se sentindo bem, ?
- Estou bem sim, eu só estou um pouco nervosa... Afinal, não é todo dia que você se forma e descobre que seus melhores amigos são apaixonados por você... - Falei, levantando a cabeça e os encarando. Notei que eles estavam tensos com essa última frase e completei - Assim como você é apaixonada por eles.
O olhar tenso deles se tornou um olhar de alívio e pude perceber que não tremia tanto. pegou a minha outra mão e apertei a sua. Ele sorriu e perguntou:
- Quando se deu conta, que... Era “apaixonada” por nós?
- 3... - Então rimos juntos.
- Sabe, a gente se deu conta beeeem antes de 3. - falou , sem jeito.
- Quando então?
- Que a gente lembre, mais ou menos desde a época do parquinho... Ou até antes... Não lembramos ao certo. A gente já sentia que gostava de você mais do que amigos. Então eu quis saber se realmente era amor depois de te beijar. E não deu outra, realmente é amor. - Falou , colocando a outra mão em cima das nossas mãos entrelaçadas.
- Mas por que não abriram o jogo antes?
- Porque a gente via que você só nos via como amigos... Não queríamos perder você! – Falou . – A gente tinha medo de te espantar e você não voltar a falar com a gente depois!
- E vocês nunca sentiram ciúmes um do outro? - Perguntei sem pensar. Vendo os dois se entreolharem e sorrirem.
- Sim, mas somos brothers, não podíamos deixar o ciúme acabar com a nossa amizade... - Falou outra vez.
- Então, , quando você percebeu que gostava da gente... Por que não abriu o jogo também? - Perguntou . - A gente sempre fez de tudo pra você notar que gostávamos de você...
- Eu tive medo de vocês terem levado na esportiva... Vocês ficaram tão felizes com os convites das meninas... Principalmente você, . - Rimos e ele se levantou chegando mais perto de mim.
- Eu NUNCA te trocaria por nenhuma garota do mundo, . - ele falou perto do meu ouvido, me fazendo arrepiar. – Nenhum de nós. - Soltei sua mão, peguei na sua nuca e apertei. Fiquei de pé e puxei , que ainda estava sentado. Ele entendeu o recado e chegou mais perto de nós.
me segurou pela cintura por trás e começou a beijar meu pescoço dando leves mordidinhas, me fazendo arrepiar. pegou em meu rosto e começou a beijar minha testa, nariz e me deu um selinho. Olhei em seus olhos e pude perceber que ele quase que pedia permissão pra ir adiante. Fechei os olhos e sorri, ele me beijou suavemente fazendo massagem com sua língua na minha. foi descendo os beijos e chegou aos meus ombros. Com uma das mãos, segurei seu pescoço e arranhei de leve. foi me dando selinhos e partimos o beijo. Quando me dei conta, estava na minha frente e me beijou com aquele jeitão selvagem dele. Ele me beijava e mordia meus lábios, me fazendo gemer baixo. descia as mãos por minha cintura e quadril e, na volta, levantava meu vestido. Juro que não sabia quem me dava mais arrepios. Senti travar quando chegou às minhas costelas. Peguei sua mão e coloquei em meu seio. Ele apertou e gemeu no meu ouvido. percebeu e colocou a mão no outro seio, sugou meu lábio inferior, enquanto desceu a mão que não estava no meu seio para a minha perna. Ele já levantava meu vestido quando ouvimos um barulho vir lá de fora. Abri meus olhos imediatamente e nos entreolhamos preocupados, mas em nenhum momento tiraram as mãos de mim. As vozes se calaram por segundos e logo depois mexeram na maçaneta. Gelei e tirei as mãos bobas de cima de mim, tentando me arrumar. Depois de algumas tentativas, desistiram e ouvimos uma porta de uma das salas ao lado ser aberta e logo depois sendo fechada bruscamente.
- Deve ser algum casal se pegando. – Cochichou .
- É, mas podia ser algum professor e, se fosse, teríamos que dar explicações, a eles e aos nossos pais. O que não seria nada legal nessas condições. É melhor a gente voltar pra festa...
- Mas, ... – me abraçou e beijou meu rosto. – A gente esperou quase 17 anos por isso!
- É, mas se esperaram tanto assim, algumas horas a mais ou a menos não vão matar a gente. Por favor! - Fiz cara de cãozinho de pet shop (que fazia sempre eles aceitarem tudo o que eu pedisse). Os dois bufaram e cada um pegou em uma das minhas mãos, enquanto andamos até a porta. destrancou a porta, abriu o mais suavemente possível para não fazer barulho e olhou se o corredor estava livre.
- Ok, está limpo. - ele sussurrou e saímos de fininho. Quando já fechava a porta, ouvimos o casal rindo. Gelei novamente e andamos o mais rápido possível.
Voltando ao ginásio, fomos direto ao bar pegar refrigerantes (afinal era a única bebida que nos vendiam ali). Depois de recuperar o fôlego dos beijos e dos sustos voltamos pra pista de dança.
Quando chamamos o táxi, já era altas horas da madrugada e fomos para minha casa. Entramos e fomos direto para o quintal, tentando não acordar meus pais. Tirei meus sapatos e joguei num canto da varanda. Os dois, que já estavam sentados na escada da varanda, só me observavam.
- Desse jeito vou ficar constrangida... – Falei, me sentando entre os dois e abraçando pelos ombros.
- Não pode nos culpar de ser nossa musa. - Disse , beijando minha bochecha e passando as costas dos dedos em meu queixo. Fechei os olhos e sorri.
- Assim vocês me deixam mal acostumada. Vou acabar acreditando.
- E agora vamos mentir? – Perguntou ao meu ouvido, mordendo meu lóbulo logo depois, me fazendo arrepiar.
– Vocês vão acabar me matando de tanta alegria, sabia? - Disse beijando a bochecha de cada um.
- Você é nossa alegria, . - Disse . - Você é nossa vida. – Tirei minhas mãos dos ombros deles e peguei nas mãos de cada um, apertando.
- Vocês são minha vida. – Beijei novamente a bochechas de cada um e senti meus olhos se encherem de lágrimas de alegria.
Capitulo 06
Acordei de manhã com os barulhos de minha mãe na cozinha e o cheirinho de café da manhã que ela fazia. Estava abraçada a , com uma das pernas entrelaçadas à dele e fazia conchinha em mim. Me levantei bruscamente, (pois não sabia que tipo de reação ela poderia ter ao nos ver assim) e acordei os dois. Eles me olhavam com cara de quem não estava entendendo nada, até que ouviram minha mãe falar com alguém, talvez no telefone. Em seguida levantaram e entrei pela cozinha.
- Bom dia, mamãe. – Beijei seu rosto e sentei na bancada.
- Bom dia, filha... E vocês, por que não entram? – Fudeu... Será que ela nos viu dormindo agarrados? O que ela deve to pensado de mim?
- Bom dia, tia. – Falou , beijando a testa da minha mãe e sentando numa cadeira.
- Bom dia. – falou e beijou sua mão.
- Acabei de falar com sua mãe, , ela estava preocupada. Devia ligar pra sua também, , ela também deve estar preocupada com você.
- Ok, tia, vou ligar. - Pegou o celular e ligou, saindo para o quintal novamente.
- Devíamos fazer uma surpresa pra ele...
- Como assim, mãe?
- Meu Deus, não me diga que esqueceu que daqui a duas semanas ele faz aniversário?
- Completamente!
- Ninguém lembrou, mãe...
- Shh, não falem nada, ele está voltando. Então, a festa foi boa, meninos? - minha mãe falou na maior naturalidade como se não tivesse acabado de combinar uma surpresa pra seu “quase futuro genro”.
- Foi ótima, tia. A melhor de todas. – falou , sentando de novo.
Comemos as panquecas que minha mãe tinha feito e depois de um tempo conversando sobre a festa (metade da festa, a outra metade, claro, não contamos) minha mãe quase os expulsou: “pois tínhamos que dormir direito... Recuperar a noite de sono perdida...”. Fui deixá-los na porta da frente enquanto minha mãe terminava de se arrumar para trabalhar.
- À tarde... Ok?
- Ok. - Falou , sorrindo e mandando beijos. foi e voltou me dando um selinho tão rápido que não pude desviar. Apesar do medo de alguém ver e do susto, sorri para ele e mandei beijos, fechando a porta atrás de mim. Fui para o meu quarto e tomei um banho caprichado. Quando me olhei no espelho, sorria feito boba, sem nem perceber. Escovei os dentes e cai na cama, ainda sorrindo. Com certeza teria sonhos felizes.
Acordei com meu celular tocando em algum canto do meu quarto, que eu desconhecia completamente. Quando finalmente o encontrei, atendi sem nem enxergar direito quem era:
- Já ta acordada, ? - reconheci a voz de ansiosa. Não pude evitar sorrir, mesmo sendo acordada de um sono tão bom.
- Uhum. – Respondi, sentindo que estava rouca depois de tanto dormir.
- Tô indo aí... Vou avisar ao ... Beijo, te amo. – desligou logo em seguida.
Levantei e fui lavar o rosto. Troquei de roupa, penteei os cabelos e, quando descia a escada, a campainha tocou. Corri e abri a porta. Mal abri e ele já tinha agarrado minha cintura e fechado a porta atrás de si. Abri os olhos e vi que era . Ele me beijava como se fosse a última coisa que iria fazer na vida. Mal tive tempo para respirar e ele puxou minhas pernas para que eu entrelaçasse na sua cintura. Ele praticamente me jogou no sofá e deitou por cima de mim.
- Que é isso, ? - falei, tentando buscar o ar que ainda me restava nos pulmões.
- Tava com saudades... Afinal, passei a noite e a manhã inteira esperando por isso. – Quando pensei em abrir a boca para responder, a campainha tocou novamente. Sorri de lado, enquanto ele saia de cima de mim para que eu pudesse levantar. Abri a porta e vi um sorriso de orelha a orelha no rosto de , me afastei e ele passou. Tranquei a porta e me deu um selinho. Peguei na sua mão e o levei pra sentar no sofá junto de .
- Guys... Vocês acham que minha mãe viu a gente dormindo agarrados?
- Ah, não sei... Por quê? Ela falou alguma coisa? - Perguntou , preocupado.
- Não... Deixa pra lá, vou tentar investigar mais tarde, quando ela chegar.
- Agora que tal a gente... Se divertir um pouco antes de ela chegar do trabalho? – Perguntou , me puxando para seu colo e beijando meu pescoço.
- Ótima idéia. - Falei, puxando pela blusa e o beijando. Ele sentou mais próximo e segurou meu rosto com as duas mãos. segurou meu cabelo e jogou de lado, passando a mão na minha nuca e beijando em seguida. Depois, deu mordidinhas e desceu as mãos pelos meus ombros e foi deslizando para meu busto. Passei minhas mãos na sua nuca e puxei seu cabelo de leve. Parece que ele gostou e deslizou de vez as mãos para os meus seios. havia soltado meu rosto e começou a passar as mãos nas minhas pernas, com movimentos de sobe e desce na parte externa das coxas. Depois deslizou as mãos, abrindo um pouco minhas pernas, me fazendo abrir os olhos, o encarando. Ele foi beijando mais devagar, quase parando, enquanto descia as mãos pela minha barriga, me fazendo gemer ao sentir suas mãos geladas subirem aos meus seios novamente por baixo da blusa. Eu ia ficar louca... Com uma das mãos, peguei a mão de e apertei de leve por cima da blusa, enquanto puxava a nuca de pra não parar o beijo.
Ele me encarou ainda de olhos abertos enquanto fazia o trajeto anterior na parte interna das minhas coxas. Ele continuou e, chegando perto da minha virilha, ele parou e abriu devagar as minhas pernas novamente. Fechei os olhos e ele passou a mão na minha intimidade por cima da calcinha. Gememos ao mesmo tempo. Parti o beijo e tentei respirar me encostando ao peito de e sentindo sua ereção nas minhas costas. ofegava e se assustou quando comecei a puxar sua camisa ainda encostada em . Ele entendeu o recado e tirou a blusa em questão de segundos. Tirei a mão de que ainda estava no meu seio e comecei a puxar a sua blusa. Ele tirou e me virei para beijá-lo sentando agora de frente para o seu peito. Ele me beijou com vontade, mas logo foi partindo o beijo e levantando a minha blusa. Sai de seu colo ficando em pé vendo os dois sentados um ao lado outro, sorri maliciosamente e tirei a blusa jogando em cima da mesa de centro. Eles olhavam meus seios nus com tanto desejo que nem pude sentir vergonha.
levantou novamente e começou a me beijar como se dependesse disso pra sobreviver enquanto me puxava para mais perto, quase nos fundindo. começou a descer as mãos em minhas costas nuas e desceu até minha saia, a descendo aos poucos. Arrepiei quando senti suas mãos na minha bunda e, quando percebi, estava só de calcinha. Ele subia e descia as mãos entre minha bunda e a parte interna das minhas coxs beijando onde passava as mãos anteriormente. sorriu e também desceu as mãos para minha bunda, apertando e gemendo ao meu ouvido me deixando mais excitada ainda. me puxou para um beijo mais selvagem, vindo dele (ele sempre era o mais calmo e carinhoso). Logo ele desceu os beijos pelo meu pescoço e busto. Beijou delicadamente meu seio e depois passou a língua em meu mamilo, deixando-o mais rígido ainda e me arrepiando outra vez. brincava com o elástico da minha calcinha enquanto beijava minha barriga.
- Ah, meninos, assim é covardia... Enquanto eu to quase nua aqui, vocês ainda estão vestidos!
- Tira minha roupa, então... - Disse com malícia.
- Ok, garotão. - Abri o cinto dele, os botões da calça (que ele usava bem baixa) e logo ela caiu, mostrando a cueca azul marinho e o tamanho da sua excitação. Beijei sua barriga e fui subindo os beijos, arranhando seu peito, o deixando arrepiado. Olhei pra que sorriu e me chamou com o dedo. Tirei o cinto, abri os botões da sua calça e deslizei com dificuldade por causa da sua excitação. Fiz o mesmo percurso entre sua barriga e peito.
- Devíamos subir... - Falei, pegando umas peças de roupa que estavam ao meu alcance. - Não quero ter um torcicolo depois... Minha cama deve ser muito mais confortável que o sofá.
- É verdade, vamos subir. – me segurou nos braços como se eu fosse uma pluma e foi subindo as escadas sem nenhuma dificuldade.
- Ei, sabidinho...
Quando dei por mim estava na porta do meu quarto. Ele abriu e correu até a minha cama me jogando. Rimos e ele deitou por cima de mim, me olhando nos olhos e passando a mão nos meus cabelos.
- Te amo, sabia? - Ele falou rouco.
- Eu também te amo. – E nos beijamos com calma enquanto ele descia uma das mãos por minha barriga e puxava minha calcinha. – Queria te pedir uma coisa...
- O que quiser. - Disse ele sentando e o apoiei minha cabeça na mão.
- Eu queria que... tirasse minha virgindade. – Ele me olhou confuso. – Não pense bobagem! Quero que seja nosso presente de aniversário. Mas não quero que ela saiba, entende?
- Ok.
- Jura que entende? Que não vai ficar chateado?
- Por que ele ficaria chateado? – apareceu na porta com as peças de roupas que haviam ficado na sala.
- Nada não, cara. – sorriu fraco e me deu um selinho. – Bobagem.
Sorri agradecida e voltei a beijá-lo. sentou ao meu lado e começou a pegar em meus seios, depois lambendo e sugando. Gemi involuntariamente ainda beijando e apertou o outro seio. Finalmente tirou minha calcinha, partindo o beijo, ele olhou pra minha intimidade.
- , amigão, você tem camisinha aí... Não tem?
- Sim, dude, eu tenho.
- Eu fiquei tão ansioso que acabei esquecendo de trazer. Ai eu contei pra , ela me disse que não rola.
- Ah, então era isso? Que merda, hein, cara?
- É, a gente não pode arriscar, né? - Eu estava tão aliviada e ao mesmo tempo... Triste por ter que mentir. nunca aceitaria se não fosse assim. E como o conhecia tão bem quanto eu, sabia disso.
- Ah, dude, não enrola não, porque senão eu pego a camisinha de você. Olha pra ... Eu tô morrendo de tesão.
- Ah, pode deixar, eu vou dar conta do recado. Esse é o dia mais feliz da minha vida. - E me puxou para um beijo calmo. deitou ao meu lado e começou a me beijar e dar leves mordidas em meu pescoço. Eu passava a mão por seu peito e fui descendo lentamente até chegar ao seu membro ainda por cima da cueca. Ele gemeu baixo em meu ouvido me deixando mais excitada e comecei a fazer movimentos de sobe e desce por cima da cueca o fazendo gemer mais alto.
- ... Vamos logo. – Falei interrompendo o beijo.
- Só um minuto, . – Ele correu até o bolso da calça e tirou a camisinha. ainda gemia baixo quando comecei a tirar sua cueca. se aproximou e desci sua cueca também. Ele se animou e rasgou o pacote da camisinha a colocando sem dificuldade. Não era a primeira vez que os via nus, mas desde a vez que os vi assim, eles “cresceram” e muito. – Se eu te machucar, me avisa, ok?
- Ok, vem. - O puxei pra perto e ele me deu um selinho ficando por cima de mim. Ele me penetrou devagar e eu gemi de dor. Ele me olhou assustado. – Não pare, pode continuar. Se eu não agüentar eu te aviso. – Ele voltou a me beijar e começou a se movimentar dentro de mim. Mordi de leve seu lábio e ele foi diminuindo a velocidade. – Não pára. Eu agüento. - Falei, sem afastar meus lábios dos dele. Ele continuou no mesmo ritmo e, quando o arranhava, ele se arrepiava involuntariamente e dava uma estocada com mais força. Depois de um tempo a dor foi se transformando em prazer.
- , eu... Não agüento mais... Eu vou...
- Não pára... Só mais um pouco, . - E o beijei, mordendo e sugando seu lábio inferior com força. Ele aumentou o ritmo e logo eu relaxei... Logo ele foi diminuindo o ritmo e deitou ao meu lado me abraçando. Quando se deitou ao meu lado e me abraçou, lembrei que não tinha mais lhe dado atenção. Ele beijou minha testa e o apertei com força. Ficamos um tempo assim os três abraçados. Até que eu ouvi um barulho lá em baixo que me fez gelar.
Continua
Nota da Autora: Agora sim meninas começou.... As 3 amigas (Andressa, Aline e Carol) que já leram sabem.... Minha imaginação foi muito fértil apatir daí 66'. Como TODOS (inclusive o RAFAEL) queriam começou a sacanagem... =D ADORO!
Primeiro tinha que ter um romance porque senão num dá pra dar né? >.< ahsuahsuahushaus tá parei.... Quero agradecer aos meu leitores fiéis : Obrigada por lerem e comentarem e aumentarem meu auto-estima.
Vocês são 1000! Podem deixar que não vai demorar a ter att... Beijos até mais... o/
Qualquer dúvida... Tô por aqui cats:
http://meadiciona.com/daniesakura
Qualquer erro, envie um email diretamente para mim em scheffer.lara@gmail.com. Xx.