Fanfic finalizada.

Capítulo Único

O cheiro dela estava impregnado em cada centímetro do meu corpo. Seu gosto despertava meus desejos mais insanos e nada além daquela mulher importava naquele momento. Eu só queria senti-la mais perto, grudar sua pele na minha, ouvir a agradável melodia que ecoava quando seus lábios pronunciavam meu nome em gemidos sôfregos.
Doce .
Tudo à minha volta pareceu passar como um borrão enquanto eu a levava ao lugar onde seríamos apenas nós dois e era insana a maneira como eu desejava aquilo e ao mesmo tempo queria simplesmente parar o carro para tomá-la em meus braços ali mesmo.
O ar pareceu finalmente escapar de meus pulmões assim que me vi somente com ela e sem me dar o trabalho de conter minhas reações, deixei um sorriso se formar em meus lábios assim que passou por mim.
Fechei a porta, não fazendo muita questão de trancá-la porque naquele momento eu só me importava com a visão bem diante dos meus olhos.
Aquela mulher era simplesmente deliciosa e toda minha.
Me encostei na porta atrás de mim, então levei uma das mãos até a gravata, afrouxando-a um pouco, sem desviar meu olhar dela por nenhum segundo sequer.
Não fiz questão alguma de disfarçar enquanto percorria o corpo dela de cima a baixo, devorando cada centímetro antes que minha boca fizesse o mesmo caminho.
Era insano o quanto eu desejava aquela mulher desde o primeiro momento em que meus olhos pousaram sobre ela. Havia algo em que me puxava em sua direção e era simplesmente delicioso me deixar levar.
Passei a língua pelos lábios, aprovando a visão dela inteira conforme rebolava ao andar até a janela e deixei a expressão sacana tomando minhas feições.
— Sinta-se em casa, baby girl.
olhou à sua volta, como se tomasse nota do ambiente, então virou-se, mordendo os lábios levemente, atraindo meu olhar momentaneamente para aquela região, logo abrindo um sorriso tendencioso.
— Com você, eu sempre me sinto, daddy.
— Ótimo. — Me mantive onde estava, sem mudar minha expressão, então indiquei a grande janela que havia no apartamento. — Gostou da vista?
— Não só da vista… — Ela caminhou para um pouco mais perto. — Mas adoro a ideia de que alguém pode ver o que fazemos aqui. — O desejo era evidente em seu olhar e eu não pude deixar de imaginar exatamente o que ela havia proposto.
— É mesmo? — Abri um pouco mais meu sorriso. — E o que você quer que vejam, doce ?
— Uhum… — soltou um muxoxo.
A mulher virou na minha direção, tombando a cabeça levemente, conforme me encarava. Seus olhos me estudaram por alguns instantes, então ela deu alguns passos na minha direção, parando só quando chegou bem próximo.
— Você me fodendo todinha, baby. — lambeu os lábios, ao passo que seus dedos tocaram meus ombros e ela os deslizou, fazendo desenhos abstratos pelo meu peito, por cima da roupa, até chegar à minha gravata. — Ela caiu muito bem em você, daddy.
Encarei seus lábios por alguns segundos, acompanhando os movimentos que ela fazia na minha gravata, então inclinei meu tronco levemente em sua direção.
— Tenho certeza de que em você ela irá cair muito melhor, baby girl.
Os olhos da mulher se acenderam em expectativa ao escutar minhas palavras e ela brincou mais um pouco com seus dedos em mim, dando toques delicados, conforme me encarava bem nos olhos.
— Ah, vai, é ? — provocou, enlaçando a gravata em sua mão e me puxando para mais perto dela. — Mal posso esperar para ver, baby. — Piscou, fazendo menção de se afastar ao me soltar.
Não deixei que ela o fizesse, no entanto, levando uma mão até sua cintura e a fazendo ficar ainda mais próxima do que antes.
— E quem disse que você vai ver, doce ? — Abri um sorriso de canto, erguendo uma sobrancelha de leve.
… — Foi fácil ver que sua respiração ficou levemente acelerada e dizer meu nome foi a única coisa que ela foi capaz de fazer, sem desgrudar os olhos dos meus.
— Me diga o que você quer, baby girl. — Meu tom de voz ficou um pouco mais rouco, enquanto eu retribuía seu olhar, sentindo o quanto a nossa proximidade mexia comigo.
trocou o peso entre as pernas em um claro sinal de nervosismo e as roçou, demonstrando como aquilo a tinha afetado de outras formas. A mulher nem sequer piscava e acho que nem se deu conta da mordida forte que deu nos próprios lábios ao encarar os meus com tanta avidez.
— Eu quero que use essa gravata em mim, daddy
Soltei o ar ao escutá-la dizer aquilo, então apertei sua cintura com um pouco mais de força e, num movimento rápido, inverti nossas posições, fazendo com que ficasse com as costas contra a porta.
Aproximei meus lábios dos seus, roçando devagar e seguindo até a lateral de seu rosto para murmurar em seu ouvido. Foi fácil perceber como sua pele se arrepiou e a respiração ficou ainda mais acelerada.
— Em você onde, ? — a instiguei, soltando sua cintura, mas mantendo seu corpo imprensado com o meu, me afastando apenas o suficiente para tirar a gravata.
— Filho da puta. — sorriu sacana, roçando o corpo no meu. — Você sabe onde, baby.
Soltei uma risada baixa contra sua pele e mais uma vez meus lábios roçaram nela.
— Então ergue as mãos, minha linda — mandei em um tom sério.
esboçou um sorriso e não hesitou em fazer o que eu havia pedido, erguendo as mãos à sua frente.
Arqueei uma sobrancelha com uma expressão bem sacana, então me afastei um pouco e desci meu olhar por todo o seu corpo até chegar à barra do vestido que usava, tornando a subir até suas mãos.
Mordi o canto da boca, apreciando o quanto aquela mulher era deliciosa, então tornei a me aproximar até que meus lábios estivessem praticamente colados aos de , que soltou um suspiro pesado.
Fixei meu olhar nela, então levei as mãos até seus pulsos, posicionando as mãos dela acima de sua cabeça e usando a gravata para dar um nó que a manteria bem firme, porém ao mesmo tempo não a machucaria.
Meus dedos então roçaram seus punhos e foram percorrendo toda a extensão de seus braços até que parassem em seus ombros e seguissem para suas costas. Os olhos de estavam presos aos meus e não desviei por nenhum segundo.
Beijei seus lábios de leve, sem aprofundar, apenas mantendo a provocação, e deslizei minhas mãos até sua bunda, onde apertei e delineei seu quadril. gemeu baixinho, soltando um muxoxo em uma clara demonstração de que queria mais.
Deixei um suspiro ecoar contra a boca de , então sorri de canto, descendo meus lábios até seu pescoço, roçando-os em sua pele e seguindo o caminho até o meio de seus seios enquanto me abaixava, adorando a forma como sua pele se arrepiou, ficando praticamente ajoelhado diante dela.
Minhas mãos acompanharam o percurso e quando meus dedos tocaram a barra do vestido dela, fiz exatamente o que tinha em mente, o deslizando por seu corpo, apalpando cada pedaço exposto de sua pele e só me contentando quando a peça estava atirada em algum canto do apartamento.
Em pé novamente, eu não consegui evitar olhá-la por inteiro mais uma vez. Ela me respondeu com um olhar ardente e o sorriso sacana estampado nos lábios.
Era surreal o quanto aquela mulher mexia comigo.
Eu a desejava tanto que quase não resisti ao impulso de tocar cada centímetro dela, tomá-la ali mesmo contra aquela porta.
Em vez disso, no entanto, meus olhos queimaram em sua direção.
— Agora vai até a cama e sobe nela, minha linda.
piscou algumas vezes conforme mordeu o lábio inferior, tombando levemente a cabeça para me encarar. Ao contrário do esperado, ela caminhou até a cama, rebolando lentamente.
— Como exatamente você me quer nela, baby? — Virou o rosto levemente ao fazer aquela pergunta.
Estreitei um pouco meu olhar, me virando completamente de frente para ela e começando a caminhar em sua direção enquanto minhas mãos se direcionavam até minha camisa, soltando os dois primeiros botões.
— Quero você deitada de bruços, com essa bunda deliciosa bem empinada para o daddy. — Meu tom de voz era firme.
sorriu levemente e então subiu na cama. Ela virou levemente o rosto para poder me olhar e ficou de bruços, mas não empinada o suficiente.
— Assim, daddy? — provocou manhosa.
Meus olhos se estreitaram um pouco mais e contive a vontade de soltar o ar, ligeiramente impaciente. Eu sabia muito bem que estava fazendo aquilo de propósito.
E eu definitivamente a puniria por aquela audácia.
Dei mais alguns passos em sua direção e era possível até mesmo ouvir o som de meus sapatos batendo contra o piso.
— Você sabe que não, baby girl. — Mantive o tom de voz e fui me aproximando dela lentamente.
Escutei uma risadinha ecoar dos lábios de , conforme um sorriso se formou.
— Vai ter que me explicar com detalhes o que quer de mim, baby. — Então ela se empinou um pouco mais, mas não o suficiente. — Ou pode vir até aqui e me colocar na posição correta.
Parei a poucos metros dela, terminando de desabotoar a camisa e me livrando dela sem nem um pouco de pressa.
Analisei a forma como estava deitada, até tombando um pouco minha cabeça para o lado e sentindo o quanto aquela visão dela me afetava.
Eu já estava duro de excitação desde o momento em que dançávamos naquela boate e vê-la daquela forma só me fazia pulsar ainda mais, quase dolorosamente.
— Tem certeza de que quer que eu arrume a sua posição, minha linda? — retruquei, percebendo minha voz ficar um tanto mais rouca.
fez questão de abrir as pernas e se empinou levemente, mordendo os lábios ao me encarar.
— Eu tenho, daddy.
Mal sabia ela que aquela era exatamente a resposta que eu desejava.
Contive um sorriso, deixando que meu olhar ardente de tesão parasse por algum tempo em sua bunda, então fiquei ainda mais próximo, levando uma mão até a base de suas costas, deslizando meus dedos por ali e os trazendo por toda a extensão de sua coluna, subindo até tocar sua nuca. se remexeu, soltando um gemidinho baixo e pude sentir sua pele arrepiar mais uma vez, aprovando os meus toques.
Com aquele ato, meu corpo ficou sobre o dela e eu fiz questão de roçar meu quadril em sua bunda, colocando um pouco de pressão para que ela sentisse a minha ereção e a mulher fez questão de roçar em mim.
Trouxe então meus dedos para a frente de seu pescoço, apertando a região e usando a outra mão para apalpar sua coxa, ameaçando acariciar a parte interna até dar um tranco e fazer com que se inclinasse e ficasse perfeitamente encaixada no meu quadril.
O jeito que ela estremeceu abaixo do meu corpo deixou claro o quanto aquilo a afetou e logo em seguida um gemido de prazer e frustração, por querer mais, escapou dela.
Baby...
Deixei minha respiração afetada bater contra seu ouvido e toquei seu ombro com meus lábios, deixando ali um chupão suave.
— Se você sair dessa posição, será punida. — Mais uma vez, minha voz estava firme e levemente rouca. — Fui claro?
me olhou de canto de olho de forma ardente, deixando bem claro o quanto estava adorando o que eu fazia com ela.
— Sim, senhor. — Sua resposta foi firme e obediente.
Deixei um sorriso se formar, enquanto meus lábios ainda estavam bem próximos de sua pele.
A resposta dela me afetou diretamente e eu precisei de muito autocontrole para não me livrar de uma vez do restante de minhas roupas para tomar aquela mulher do jeito que eu vinha desejando desde que a havia visto naquele restaurante.
— Ótimo — soltei em um tom mais baixo, movendo meu quadril contra o de , roçando nela mais uma vez e trazendo a mão de seu pescoço até seus cabelos, enlaçando-os de uma forma mais firme, puxando um pouco sua cabeça para frente para expor sua nuca para mim.
Vê-la toda entregue daquela forma estava me deixando louco.
Não resisti à vontade de tocar sua pele com meus lábios mais uma vez, então deixei alguns beijos em seu pescoço, descendo por suas costas e fazendo questão de traçar um caminho lento por toda a extensão de suas costas. Sua pele ficou toda arrepiada e ela se movimentou, roçando o corpo ao meu, conforme gemeu sôfrega.
Soltei seus cabelos e posicionei minhas duas mãos em sua bunda, acariciando sem pudor algum e abrindo um sorriso leviano porque eu estava praticamente com meu rosto no meio de suas pernas.
— Deliciosa — externei meus pensamentos, lambendo meus lábios ao ver o quanto estava afetada pelas minhas ações.
Então me aproximei a ponto de fazer meus lábios roçarem em sua bunda, ameaçando seguir para o meio de suas pernas, assistindo bem de perto cada uma das reações dela.
gemeu mais alto dessa vez e suas pernas estremeceram, conforme ela se moveu em busca de mais contato. Eu conseguia ouvir sua respiração ficando mais pesada e ela não hesitou em se empinar ainda mais, jogando sua bunda contra mim.
… — A voz dela era baixa, como se estivesse implorando por algo, e aquilo só me instigou a provocá-la ainda mais.
— O que foi, minha linda? — soprei contra sua pele, pressionando meus dedos e fazendo com que ela ficasse ainda mais exposta para mim.
— Eu quero você dentro de mim, baby — pediu baixinho, se movendo para aumentar a fricção de sua pele contra mim.
Ver a forma como ela se contorcia só tornava aquilo tudo mais divertido.
— Você quer, é? — deixei um tom manso ecoar de meus lábios, então passei a língua bem devagar em sua pele. — Qual parte minha você quer dentro de você?
— Você sabe, baby…. — Estava claro o desespero em sua voz.
— Quero que me diga, .
se movimentou e percebi uma tentativa de livrar-se da gravata que prendia seus pulsos. Meu olhar automaticamente se estreitou com aquilo.
— Eu quero seu pau atolado na minha bocetinha, daddy. — O tom de súplica era simplesmente delicioso, o que me fez pulsar de excitação mais uma vez.
De fato, eu estava louco para me atolar inteiro naquela mulher e se não gostasse tanto de provocá-la, era exatamente o que eu teria feito.
— O problema, baby girl, é que você acabou de tentar se soltar — fui falando em um tom pausado, como se fizesse questão daquilo para que ela entendesse. — E você sabe o que isso significa, não sabe?
Guiei uma mão até sua boceta, esfregando dois dedos em toda a sua extensão. A resposta de não veio, pois foi substituída pelo gemido alto que ela deixou escapar, conforme a mulher se moveu, tentando rebolar o quadril para se esfregar contra minha mão.
— Sim, eu sei… — sua voz era baixa e afetada. — Que serei castigada porque fui insolente.
Uma risadinha baixa escapou e mais uma vez ela se esfregou nos meus dedos.
Arqueei uma sobrancelha, mesmo que ela não conseguisse ver naquela posição.
— Sim. Você será. — Continuei deslizando meus dedos por sua boceta enquanto falava, sentindo o quanto ela estava molhada e me deliciando com aquilo. — Está se divertindo com isso, ? — Mais uma vez, meu tom de voz estava sério e eu fiz questão de deslizar os dois dedos para sua entrada, os atolando bem e movimentando dentro dela.
gemeu de uma forma deliciosa, afundando sua cabeça na cama e se contorcendo toda. Seu quadril moveu-se involuntariamente, ela tentou abrir um pouco mais as pernas e a senti apertar meus dedos bem gostoso.
— Eu estou, senhor — respondeu baixinho, mas em tom obediente. — Daddy
E dessa vez ela não tentou se soltar.
Aumentei um pouco a intensidade do que fazia, observando atentamente cada uma de suas reações e me deliciando com aquilo.
Subitamente, parei de socar em sua bocetinha e voltei a abrir sua bunda com as duas mãos para que dessa vez eu a tocasse com a minha língua. estremeceu, gemendo ainda mais do que antes e fez questão de se esfregar contra a minha boca.
Sem fazer nenhuma cerimônia, eu a deslizei com vontade, lambendo os grandes lábios, fazendo movimentos circulares ao chegar ao seu clítoris deliciosamente inchado e passando a chupá-lo com afinco.
! — gemeu, se abrindo toda e rebolando.
Minhas calças estavam cada vez mais apertadas, a ereção incomodando cada vez mais, então usei uma de minhas mãos para desafivelar o cinto e abrir o zíper, seguido pelo botão da peça, que automaticamente se afrouxou no meu quadril.
Coloquei mais intensidade em meus movimentos e ameacei socar a língua na boceta de , me segurando mais uma vez para não me render aos meus instintos.
— Por favor. — Sua voz foi de súplica, conforme ela se movia com cada vez mais intensidade, implorando silenciosamente para eu a foder com a minha boca.
Eu poderia provocá-la ainda mais, fazê-la me dizer que queria a minha língua atolada naquela bocetinha deliciosa, mas a verdade era que eu estava louco para fazer aquilo, então soltei o ar contra ela, vendo se arrepiar com o ato, e me inclinando mais para afundar bem meu rosto entre suas pernas e socar com vontade.
Apertei os dedos em sua bunda, fazendo questão de ir bem fundo e movimentei minha língua dentro dela, saindo, chupando seu grelinho com intensidade e depois voltando. Foi simplesmente delicioso escutar a forma entregue como ela gemeu, soltando palavrões baixinhos conforme rebolava com vontade contra a minha boca.
Minha respiração ficava cada vez mais ofegante, porém eu não ligava para aquilo. Tudo o que importava estava diante de mim e eu fazia questão de provar cada pedacinho daquela mulher.
— Ai, baby deixou escapar, conforme foi abrindo mais as suas pernas e se contorcendo toda.
Aquele ato me fez afundar ainda mais a minha língua em sua boceta e aproveitei para levar uma mão pela sua coxa, seguindo até sua virilha e raspando minhas unhas curtas ali antes de seguir para seu clítoris, onde iniciei movimentos circulares, sem parar de socar a minha língua em .
A pele dela ficou levemente arrepiada conforme senti suas pernas e quadris estremecerem e eu sabia muito bem o que aquilo indicava. gemeu ainda mais rápido e rebolou ainda mais gostoso contra a minha boca, facilitando o que eu fazia.
Deixei um grunhido rouco escapar, sem conseguir controlar o quanto os gemidos dela estavam me deixando afetado. Meu pau pulsava dolorosamente e isso só me instigava mais a chupar aquela mulher com afinco.
era deliciosa.
… — mais uma vez ela gemeu meu nome, se contorcendo toda e abrindo mais as pernas.
Precisei de muito controle para conter a vontade de parar com todas as provocações e apenas fodê-la de uma vez. Ouvir meu nome ecoar daquela forma mexia comigo, levando quase toda a sanidade que eu tinha.
Intensifiquei os movimentos de meus dedos em seu clítoris, me deliciando porque a cada segundo ficava ainda mais molhada, o que só fazia a minha língua ir mais fundo.
Ela tremia de um jeito tão gostoso que eu desejei senti-la se derramar na minha boca e, em resposta à sua fala, acabei deixando mais um grunhido escapar. Ela correspondeu aquilo se empurrando ainda mais e rebolando com mais intensidade.
Os gemidos dela tomavam conta do quarto naquela altura e estava claro que já não tinha mais controle algum sobre seu corpo. deu uma rebolada mais brusca e então se contorceu toda, gemendo de uma maneira mais prolongada.
Daddy — ela soltou em um tom de aviso quando um tremor mais forte a dominou. — Eu vou gozar…
Usei a mão que estava em sua bunda para segurá-la com mais firmeza, socando minha língua com ainda mais afinco, sem parar de esfregar seu grelinho, adorando ver a forma como se contorcia e chegava cada vez mais perto de seu ápice.
Eu deveria puni-la como disse que faria e deixá-la sem gozar como havia feito no restaurante, mas naquele momento eu não quis fazer aquilo e apenas parei de chupá-la por alguns segundos, para soprar de volta.
— Então goza bem gostoso pra mim, minha linda. — E mais uma vez afundei meu rosto entre suas pernas, colocando ainda mais intensidade nos movimentos de minha língua.
— Caralho — gemeu completamente afetada e estremeceu com mais intensidade, conforme rebolava contra minha boca.
Mais gemidos ecoaram no ambiente conforme ela abria ainda mais as pernas e elas estremeciam sem parar. , então, se empinou e passou a soltar diversos palavrões.
Não demorou muito para eu senti-la se derramar toda, melando minha boca com seu prazer. Mas ela não parou os movimentos que fazia com seu quadril, deixando claro que queria mais.
Fui lambendo cada gota de seu prazer, fazendo questão de deslizar minha língua de uma forma mais lenta que era o completo oposto dos movimentos de seu quadril.
— Tá gostoso rebolar desse jeito na minha cara, baby girl? — Tornei a segurar em sua bunda com as duas mãos, pressionando sua pele com vontade e sentindo uma vontade absurda de deixá-la toda vermelha.
— Muito — respondeu toda entregue, ainda tremendo devido ao seu ápice.
Ela fez questão de rebolar ainda mais, gemendo toda manhosa e se empinando bem gostoso para mim. Então ela foi diminuindo os movimentos, conforme os espasmos foram cessando.
Baby… — me chamou, como se pedisse por algo. — Eu quero te beijar.
Senti meu olhar se estreitar um pouco mais em sua direção. Ouvir aquilo me afetou de maneiras que eu nem compreendia completamente, mas de uma coisa eu tinha certeza.
Eu também queria beijá-la.
Então subi minhas mãos para sua cintura, apertando a região e voltei a trazer meu rosto para bem perto de seu ouvido.
— Vira de frente pra mim então, minha linda.
prontamente fez o que eu havia pedido e ela sequer piscava A mulher ficou bem próxima, passando os olhos pelos meus lábios primeiro, para depois subir até meu rosto.
— Sim, senhor. — Ela me encarava com luxúria no olhar.
— Quero sentir meu gosto misturado ao seu, baby. — Então tocou meus lábios com os seus delicadamente, mas sem aprofundar o ato.
Deixei que um sorriso se formasse em meus lábios e subi uma mão até seus cabelos, enroscando meus dedos nos fios e a puxando para que pudesse beijá-a com vontade.
Eu adorava provocar aquela mulher até o limite, mas me vi completamente incapaz de não atender àquele pedido tão desesperado.
Fiz questão de enroscar minha língua na de , de forma que compartilhássemos seu gosto, e ao mesmo tempo a guiei para que fosse até bem próximo da cabeceira da cama. soltou um suspiro afetado, conforme colocou meu lábio inferior entre os seus dentes, dando uma leve mordida, e sorriu levemente diante daquilo.
Sem quebrar o beijo, fui deitando-a na cama com o meu corpo perigosamente colado ao de , então diminuí o ritmo e selei meus lábios levemente nos seus para depois me afastar e encará-la.
— Erga os braços, .
A mulher não hesitou em fazer o que eu havia mandado, erguendo os braços enquanto me encarava cheia de expectativa pelo que aconteceria.
— Vai fazer o que comigo, daddy? — questionou manhosa.
Apesar daquele tom, eu conseguia ver o fogo em seus olhos.
Posicionei uma perna de cada lado de seu corpo, de forma que ficasse firme o suficiente para me inclinar sobre ela, abrindo a gaveta no bidê ao lado da cama e tirando de lá uma segunda gravata.
— Vou te amarrar na minha cama, baby girl. — Mais uma vez, eu sorri de canto, então segurei seus pulsos com uma mão, enquanto usava a outra para prendê-la à cabeceira.
estava tão deliciosamente entregue para mim naquele momento que eu poderia parar apenas para ficar apreciando aquela visão.
— Pela sua insolência de mais cedo, eu não deveria deixá-la ver o que vou fazer com você agora, doce . — Minha voz soou em um tom mais manso e eu simplesmente não conseguia desviar meu olhar dela.
— Não me lembro exatamente a que insolência está se referindo, daddy. Eu sempre cometo algumas. — Ela tinha um sorriso travesso nos lábios.
então passou os olhos por mim, lambendo a boca como se saboreasse algo e seu olhar parou bem em direção ao volume da minha calça.
— Delicioso.
Meus olhos demoraram nos lábios dela e tive certeza de que ardiam de desejo.
— Ah, você sabe exatamente a qual delas eu me refiro. — Então dei um puxão no nó feito na gravata, deixando evidente que era o fato de ela ter mexido as mãos no momento em que não deveria, escutando-a soltar um grunhido de satisfação.
Me afastei um pouco de , deixando meu tronco ereto enquanto permanecia com as pernas em volta dela e, aproveitando a forma como olhava para o volume em minhas calças, direcionei minhas mãos àquele lugar, puxando a peça para baixo e dando um jeito de me livrar dela sem necessariamente precisar sair de onde estava.
Apesar de não estar olhando para ela diretamente, eu sabia que a mulher me estudava minuciosamente.
Minha excitação ficou ainda mais evidente apenas coberta pelo tecido da cueca, então eu levei uma mão até ela, a acariciando e desviando meu olhar mais uma vez para .
— Gostando da vista, baby girl?
estreitou o olhar, passando a língua nos lábios e até salivando.
— Com certeza. Me dá até vontade de engolir ela todinha, baby. — E, mais uma vez, seus olhos ferveram na direção da minha ereção.
Mordi o canto da boca porque imediatamente a visão dela me chupando amarrada daquele jeito invadiu meus pensamentos. Então coloquei a mão por dentro da cueca, acariciando toda a extensão de meu pau e o tirando para fora do tecido, fazendo movimentos de vai e vem.
mordeu a boca com força e se remexeu toda, soltando um gemidinho afetado.
— Ah, é? É isso que você quer, minha linda? — provoquei, sem parar o que eu fazia e deixando um grunhido baixo escapar de meus lábios em seguida.
— Sim. Eu quero te engolir todinho — pediu toda entregue, esfregando sua perna em mim. — Você quer foder minha boquinha, daddy?
Mais uma vez, ela sequer piscava ao me encarar nos olhos.
Aumentei um pouco mais a intensidade dos movimentos de minha mão, sentindo que pulsava ainda mais e fechando um pouco os olhos antes de focar bem o meu olhar nela e passar a língua pelos lábios.
— Eu quero foder você inteira, doce . — Deixei que minha excitação falasse mais alto, então voltei a me aproximar de o suficiente para ela imaginar que eu cederia a mais um de seus pedidos desesperados.
Eu o faria, mas não naquele momento.
Outra vez o sorriso torto se formou em meus lábios e eu saí de cima dela para que pudesse me livrar da cueca e buscar em uma segunda gaveta algo que tornaria nossa brincadeira ainda mais interessante.
— De todas as maneiras — complementei a minha fala, mostrando o vibrador com sugador de clítoris
se remexeu na cama, apertando uma perna na outra, conforme seus olhos queimavam ao me olhar.
— Filho da puta… — murmurou baixinho, achando que eu não escutaria.
Meu olhar faiscou em sua direção e passei a língua pelos lábios, mais uma vez apreciando a visão daquela mulher deliciosa na minha cama, porém deixando uma sobrancelha se arquear.
— O que disse? — indaguei, instigando-a a dizer o xingamento em um tom mais alto, enquanto tornava a me aproximar dela.
me encarou nos olhos, passando a língua nos lábios e fazendo um som de estalo.
— Filho da puta. — Ela fez questão de mover seus pés, subindo um deles pela minha coxa direita e indo em direção à minha virilha. — Mas você já tinha me escutado, baby. Não tinha?
Acompanhei seu gesto com meu olhar, mordendo o canto da boca. Aquilo só fazia meu pau pulsar ainda mais, então eu usei a mão livre para tocar sua perna, subindo com meus dedos pelo seu tornozelo.
— Certas coisas eu prefiro ouvir em alto e bom som, baby girl — retruquei em um tom suave, raspando devagar minhas unhas curtas em sua pele.
foi subindo ainda mais seu pé, conforme assisti sua pele arrepiar levemente. Ela tinha uma expressão sacana no olhar e sequer piscava.
— Vou gemer bem alto para você então, daddy.
Direcionei meus olhos para os seus, então deixei um sorriso enviesado se formar em meus lábios.
— Bem alto.
Então tornei a me inclinar sobre ela, conforme meus dedos seguiram para sua coxa, acariciando a parte interna e pressionando a região.
Com o meu rosto rente ao de , passei a língua de leve por seus lábios e mantive meus olhos conectados aos seus. Ela sorriu e então lambeu a própria boca, sorrindo satisfeita.
— Abre as pernas pra mim, minha linda — soprei contra sua boca, me segurando para não a beijar com vontade naquele momento.
não hesitou em fazer o que eu havia pedido, abrindo-as bem.
— Seu gosto é delicioso, baby. Quero provar mais.
Aproveitei suas pernas bem abertas para apertar mais uma vez a parte interna, guiando meus dedos até sua virilha, pressionando a região e por fim chegando à sua boceta deliciosamente molhada. Não hesitei em acariciá-la, fazendo movimentos de vai e vem em seu clítoris.
Aquilo arrancou de um gemido baixo, misturado ao tremor que percorreu todo seu corpo.
— Quer provar mais o que, doce ? — Beijei seus lábios de leve, então parei de tocá-la para ligar o vibrador e guiá-lo até sua bocetinha, primeiro o esfregando em seu grelinho e não desgrudando meu olhar de seu rosto, apreciando suas reações.
arqueou as costas, se contorcendo toda, conforme tentou fechar as pernas. Seus olhos se reviraram nas órbitas e seu gemido saiu consideravelmente mais alto, o que me fez estremecer junto dela. Era simplesmente delicioso assisti-la daquela forma.
— Puta que pariu… — ela soltou aquilo de forma manhosa, conforme me encarou. — Sua boca… quero provar mais do gosto dela.
Soltei o ar com uma certa dificuldade, sem conseguir esconder como havia ficado afetado com o tom de sua voz e fui fazendo movimentos circulares em seu clítoris inchado, trocando as velocidades das vibrações e observando qual delas trazia as melhores reações.
revirou os olhos e foi uma delícia assistir as costas dela se arquearem, conforme se contorcia toda. Seus gemidos sôfregos preencheram todo o ambiente e cada vez que eu mudava a vibração, mais altos eles ficavam.
Encarei o rosto de por mais alguns segundos, sentindo que meu próprio corpo se contorcia em excitação junto ao dela, então cedi ao seu pedido, unindo nossos lábios em um beijo, abrindo um meio sorriso contra sua boca ao guiar o vibrador até sua entrada, socando-o bem devagar em sua boceta.
… — ela gemeu meu nome toda entregue, conforme rebolou, facilitando o que eu tinha acabado de fazer.
Seus olhos me encararam por alguns instantes, mas logo ela tratou de grudar a boca na minha dando início a mais um beijo intenso. enrolou sua língua na minha, a chupando conforme rebolava contra o vibrador. O jeito que ela me beijava deixava bem claro o quanto estava desesperada para fazer aquilo desde o início.
— Delicioso — soprou baixinho, mordendo meu lábio inferior com força. — Soca na bocetinha da baby girl, soca…
Aquela reação dela fez meu corpo se movimentar em sua direção. Meu pau pulsou tão intensamente que eu deixei um suspiro escapar de meus lábios e não hesitei em aumentar a intensidade, atolando o vibrador ainda mais fundo em sua bocetinha, enquanto o sugador estava deliciosamente posicionado em seu grelinho.
— Porra, … — Minha voz soou extremamente afetada. — Rebola bem gostoso para o daddy, minha linda.
Fiz questão de movimentar o vibrador em sua boceta, socando mais forte e o girando dentro dela.
— Gostosa do caralho.
tremeu com tanta intensidade que ela acabou jogando a cabeça para frente e a afundando na curva do meu pescoço. Então senti quando a mulher deu um chupão forte naquela região, gemendo ainda mais alto.
Sua gostosa do caralho, baby — ela soprou, se afastando para poder me olhar nos olhos. Suas costas mais uma vez se arquearam e grudou a boca na minha. — Me fode. Eu quero que soque seu pau na minha bocetinha gostosa, daddy.
Então ela tomou minha boca, dando início a um beijo intenso e sem parar de rebolar cada vez mais.
Suas palavras me fizeram perder o restante da sanidade que eu ainda tinha. Na verdade, eu nem sabia como estava aguentando tanto porque a cada segundo meu pau pulsava mais e eu latejava de tesão.
Retribuí o beijo de com vontade, enroscando minha língua na sua e movimentando o vibrador com mais intensidade, fazendo o corpo dela se contorcer ainda mais abaixo do meu, até que parei subitamente, puxando seu lábio inferior com meus dentes e mantendo minha boca rente à sua.
Tirei o vibrador de dentro dela e nem vi onde o deixei, porque meu foco naquele momento era apenas ela.
Busquei uma camisinha na cômoda ao lado, a vestindo rapidamente e posicionando meu pau em sua entrada.
Segurei em suas pernas com firmeza, fazendo enroscá-las na minha cintura, então fui me atolando por inteiro dentro dela bem devagar. soltou um gemido mais alto e me apertou com suas pernas.
No momento em que a toquei bem fundo, meus olhos se reviraram nas órbitas e meu corpo estremeceu, tamanho era o prazer que sentia.
— Caralho, minha linda. Que bocetinha gostosa — soprei contra sua boca, então retomei o beijo intenso, saindo por inteiro de dentro dela e voltando a me afundar com força.
Outro gemido escapou entre o beijo, conforme ela brincava com a minha língua, rebolando de forma lenta contra o meu quadril. Suas pernas me apertavam bem gostoso, facilitando para eu me atolar ainda mais nela, o que me fazia grunhir entre o beijo.
Eu até conseguia escutar o barulho da cabeceira em que ela estava presa a cada vez que se movia. Seu corpo estava quente de um jeito delicioso e sua boca tocava a minha em perfeita sincronia.
Meu corpo inteiro parecia estar em chamas. Eu conseguia sentir o suor escorrendo pelas minhas costas, mas não me importava com aquilo. Quanto mais eu me afundava em , mais queria estar dentro dela.
A forma como sua boceta engolia o meu pau estava me deixando louco, então segurei em sua bunda com força, socando com mais intensidade. Ela estava tão molhada que eu deslizava facilmente, estremecendo a cada estocada.
Meus lábios não desgrudavam de , mesmo que uma vez ou outra eu encontrasse dificuldades em manter o beijo, deixando alguns gemidos roucos escaparem.
Apertei sua pele com mais força, sentindo-a quente de um jeito delicioso e não contive a vontade de afastar a mão para deixar um tapa em sua bunda.
era gostosa demais para que eu não o fizesse.
— Eu quero tocar você, baby… — pediu, interrompendo o beijo.
Então ela deu uma rebolada mais lenta, passando a se mover naquele ritmo só para me torturar e fez questão de olhar no fundo dos meus olhos conforme fazia aquilo. Eles pareciam queimar na minha direção e estava bem claro o quanto estava adorando que eu a fodesse presa na minha cama.
Sem delicadeza alguma, porque não era preciso, ela colocou meu lábio inferior entre seus dentes e deu uma mordida, conforme sua boca foi tocando a região do meu queixo, roçando-o lentamente e me fazendo soltar mais um gemido rouco, completamente afetado por aquilo. Seu bafo quente bateu contra a minha pele até ela alcançar meu ouvido, gemendo bem gostoso.
… — o gemido foi acompanhado de uma rebolada mais brusca que me fez quase sair de dentro dela e me afundar inteiro novamente.
Estremeci ao sentir o tesão aumentar e estoquei com mais vontade, estalando mais um tapa gostoso em sua bunda e a apertando contra mim como se aquilo pudesse fundir nossos corpos de uma vez.
O pedido dela estava bem nítido em meus pensamentos ainda e conforme meu corpo se chocava contra o de , fazendo um barulho delicioso, eu só conseguia desejar mais uma coisa naquele momento.
— Eu quero que você me toque, minha linda — soprei, sem controlar o quanto o tesão afetava minha voz, então trouxe minhas mãos até os pulsos de , tratando de desfazer os laços que havia feito com as gravatas e sorrindo enviesado para ela quando a soltei de vez. — Pode tocar no seu daddy.
tinha um sorriso estampado no rosto ao me encarar e logo senti suas mãos tocarem os meus ombros. Ela encostou os lábios nos meus mais uma vez, conforme me encarava bem nos olhos e foi descendo seus dedos até chegar à altura da minha nuca, onde fez um carinho de leve, brincando com as suas unhas mais para cima, na região do meu cabelo.
— Todo meu — soprou baixo, aumentando o ritmo das reboladas que ela dava.
— Todo seu, doce . — Senti meu sorriso aumentar um pouco mais, porém aquilo não durou muito tempo, porque logo mais um grunhido rouco escapou de minha boca.
Sem cerimônia, ela embrenhou os dedos nos meus cabelos, os puxando com vontade, passando a se mover com cada vez mais intensidade. Seus peitos balançavam deliciosamente contra o meu peitoral e foi delicioso ver como seus olhos se reviraram.
Mesmo completamente entregue, ela desceu uma de suas mãos pelas minhas costas, cravando as unhas e me arranhando com vontade. Aquilo com certeza me deixaria com marcas e ela sabia o que fazia, pois me encarou com tesão no olhar ao me arranhar com mais força.
Dessa vez, meu corpo estremeceu de uma forma ainda mais intensa, a sensação da dor misturada ao prazer fez meus olhos se revirarem nas órbitas e um gemido mais alto ecoou de meus lábios, enquanto eu aumentava ainda mais a velocidade, me atolando por inteiro em .
— Porra, — soltei de forma rouca, subindo uma mão pela lateral de seu corpo e agarrando um de seus seios com vontade, adorando ver como ela se arrepiou.
Um sorriso brotou em seus lábios e a mulher mais uma vez me arranhou com intensidade, dessa vez grudando sua boca na minha. A forma como ela me beijou era intensa e cheia de desejo. puxou meu cabelo com força, dando uma rebolada mais brusca e senti sua boceta me engolir com força.
Sua outra mão seguiu até as minhas costas e ela teve mais firmeza para continuar o que estava fazendo na minha pele. Seu quadril se movia com cada vez mais velocidade e ela estava tão molhada que eu entrava e saía com facilidade, me atolando cada vez mais naquela mulher.
— O que foi, daddy? — questionou baixinho. — Gosta que eu te arranhe enquanto fode a minha bocetinha gostosa?
E mais uma vez ela me apertou deliciosamente. Toda vez que fazia aquilo, eu pulsava com mais intensidade e mal conseguia conter os espasmos de meu corpo.
A pressionei ainda mais, adorando a sensação gostosa de ter seu seio preenchendo minha mão e umedeci meus lábios antes de responder sua pergunta.
— Eu gosto, minha linda. Pode me arranhar todinho. — Então afundei meu rosto na curva de seu pescoço, grunhindo contra sua pele.
gemeu em resposta ao que havia dito a ela e cravou as unhas com vontade contra minha pele. Sua respiração ficou mais pesada, seus gemidos intensos e senti que ela diminuiu um pouco os ritmos das reboladas, conforme sua boceta me apertou com força.
Ela então se afastou um pouco, segurando-se com firmeza e a senti guiar sua outra mão para frente, levando-a até seu grelinho, passando a esfregá-lo com vontade. me apertava cada vez mais, conforme rebolava, me fazendo quase sempre sair completamente de dentro dela e voltando a socar bem fundo.
Minha visão escureceu com aquilo. Assisti-la se esfolando enquanto eu me atolava inteiro nela era simplesmente delicioso e me deixava ardendo de tesão.
Movimentei meu quadril com mais força e o som de nossos corpos se chocando se tornou ainda mais alto, o que só me atiçava ainda mais.
— Isso, minha linda, esfola bem gostoso esse grelinho enquanto seu daddy se afunda nessa bocetinha deliciosa — murmurei em um tom rouco e afetado.
Eu sentia que a qualquer momento eu explodiria de prazer e estava louco para que ela se derramasse no meu pau.
— Goza pra mim, baby pediu manhosa, rebolando com vontade e me prendendo com as suas pernas. — Quero que faça isso na minha boca.
Então ela passou a esfregar o grelinho com vontade, em movimentos circulares. Aquilo arrancou tremores de seu corpo e sua boceta me engoliu com afinco, deixando claro que ela estava próxima do ápice também.
— Caralho… — Aumentei o ritmo das estocadas, sentindo o prazer percorrer cada centímetro do meu corpo pela forma que sua bocetinha me apertava. — Eu vou encher a sua boquinha, minha linda. Vem pra mim também.
Desci a mão que estava em seu seio até a mão dela, passando a esfregar seu grelinho junto de . Ela sorriu para mim diante daquilo, gemendo bem gostoso toda manhosa.
apertou ainda mais as pernas à minha volta, passando a rebolar com intensidade, conforme suas costas arquearam. Sua respiração ficou mais acelerada, assim como a intensidade dos sons que ela emitia aumentaram e a forma como sua bocetinha me apertou deixou bem claro que estava quase lá.
Ela aumentou mais um pouco os movimentos de sua mão, esfolando seu grelinho e então afundou o rosto na curva de seu pescoço, conforme tremia. Sua bocetinha então primeiro se alargou, para depois me engolir com afinco e a senti escorrer deliciosamente.
… — gemeu, conforme gozava pela segunda vez de maneira intensa, tomada pelos espasmos lambendo seu corpo.
Assisti-la daquela forma mexia comigo de tal forma que eu não conseguiria me segurar nem mesmo se quisesse.
— Porra, você goza tão gostoso, baby girl — soprei, com a voz extremamente falha, sentindo que meu corpo estremecia ainda mais e tudo começava a girar à minha volta.
Me inclinei para alcançar a boca de com a minha, beijando-a intensamente, enquanto saía de dentro dela, sentindo meu pau melado pelo seu prazer e o acariciando intensamente.
Separei meus lábios dos seus, mantendo meu olhar fixo nela, sem parar de mover minha mão.
— Vem, minha linda, o daddy vai gozar nessa boca gostosa. Abre ela pra mim.
abriu um sorriso largo e não hesitou em ficar de quatro na minha frente. A mulher logo levou as mãos até minhas coxas, cravando as unhas e me arranhando como havia feito antes.
— Goza na boquinha gostosa da baby girl, daddy. — abriu a boca, me olhando com tesão.
Mais uma vez, a dor misturada ao prazer me fez revirar os olhos e bastou aquilo para que eu me entregasse por completo ao ápice, estremecendo ainda mais, tendo que apoiar uma mão na cabeceira da cama e me derramando intensamente na boca de .
Um grunhido mais alto escapou de meus lábios, as coisas giraram ainda mais e eu achei que não fosse mais parar de gozar.
Foquei meu olhar em e a visão dela com o meu prazer em seus lábios era uma das melhores que eu já havia tido.
— Puta que pariu — exalei, sentindo minha respiração bastante falha.
passou os dedos nos lábios, chupando com vontade e engoliu tudo sem tirar os olhos dos meus. Sua boca estava levemente inchada e aquilo era simplesmente delicioso de se ver.
— Gostoso — soprou baixo, já se ajoelhando na cama e ficando na minha frente.
levou uma mão até meu rosto e selou nossos lábios, para dividir comigo os nossos gostos misturados em sua boca. Coloquei mais intensidade no beijo, enroscando minha língua na sua com vontade e deixando um sorriso se formar conforme o ritmo foi diminuindo.
— Você que é deliciosa, doce .
Ela abriu um sorriso ao ouvir aquilo, então selou nossos lábios com mais força, para então se afastar. Acompanhei com o olhar e a vi caminhar pelo apartamento, logo pegando o vestido e foi colocando-o em seu corpo.
— A noite foi maravilhosa… Obrigada, baby. — Seu tom de voz parecia diferente de alguma forma, enquanto se vestia.
Aquilo me fez franzir levemente o cenho, incomodado ao entender o que ela estava fazendo, então passei a língua pelos lábios e me endireitei na cama, soltando um muxoxo e negando com a cabeça.
— Por que já está me agradecendo, minha linda? Quem disse que a nossa noite acabou? — Deixei um meio sorriso se moldar em meus lábios.
Ela parou o que fazia, virando para me encarar e a vi respirar fundo, demonstrando um certo nervosismo.
— Eu achei que precisaria voltar para o Succubus. — me encarava sem sequer piscar.
— Uma das vantagens de ser dono do lugar é que eu não preciso fazer nada que eu não queira, minha linda. E essa noite eu quero ficar com você — respondi, sem pestanejar.
Um sorriso tomou conta dos lábios dela em meio a uma risadinha leve.
Notei então que ela parou de se vestir, dando alguns passos para próximo da cama.
— Está me pedindo para passar a noite com você, ?
Mais uma vez, um sorriso enviesado tomou meus lábios.
— Você sabe que eu não peço nada, baby girl. Mas se você quiser passar a noite comigo, volta pra cá. — Indiquei o espaço ao meu lado, onde ela estava antes.
mais uma vez sorriu ao ouvir minhas palavras e apoiou-se na cama, engatinhando para perto de mim. Pensei que ela fosse deitar ao meu lado, mas em vez disso jogou uma perna de cada lado do meu corpo, ficando montada em mim.
— Também quero passar a noite com você, daddy. Essa e muitas outras. — tomou meus lábios, antes que eu pudesse dizer alguma coisa.
Não hesitei em retribuir o beijo, dessa vez de uma forma mais calma, levando minhas mãos até sua cintura e fazendo um carinho na região.
— Sou todinho seu, baby girl.


FIM



Nota das autoras: Não dá. Esse casal é absolutamente tudo!
Venham nos contar o que acharam!
Nos sigam em nossos instagrams e entrem em nossos grupos do whatsapp e facebook para receber avisos sobre novas fics, spoilers e interagir conosco!
Beijos e até a próxima.
Ste e Van ♥.

Redes sociais da Ste:


Redes sociais da Van:




Outras Fanfics da Ste:
Clique aqui para ler minhas outras histórias!

Outras Fanfics da Van:
Clique aqui para ler minhas outras histórias!


CAIXINHA DE COMENTÁRIOS

O Disqus está um pouco instável ultimamente e, às vezes, a caixinha de comentários pode não aparecer. Então, caso você queira deixar a autora feliz com um comentário, é só clicar AQUI.


comments powered by Disqus