Última atualização: 04/09/2021

Capítulo único


Naquela noite, ela recebeu a notificação.
De um jeito franco, não esperava muita coisa. O pop up que indicava a mensagem recebida traria as mesmas propostas de sempre. A agitação em abri-lo não era pela nova solicitação do serviço — e sim pelo preço.
E os zeros que enxergou no corpo do e-mail aquele dia a fizeram esfregar os olhos e piscá-los várias vezes para se certificar de que não estava maluca. Como isso era possível?
As fotos de divulgação eram as mesmas. Não haviam fotos novas ou mais elaboradas. Elas foram tiradas há pouco tempo, resultado de um trabalho bem feito por um ex-colega de classe que insistiu que uma noite inesquecível poderia servir bem como pagamento, mas não era assim que as coisas funcionavam para . Se ele não entrasse em contato devidamente com a — seu nome de trabalho — e seguisse o protocolo para contratação devidamente, ela não lhe cederia nenhum atributo especial. Com isso, a garota apenas sorriu e pagou tudo em dinheiro, seguindo em frente graciosamente.
Mas aquela quantia oferecida no fim da mensagem era muito maior do que ela já viu ou recebeu. Ainda mais quando não havia nada de novo nas informações padrão inseridas no site: , 25 anos, a cura da sua síndrome de distância.
O nome veio do nada. No começo, ela não achava muito certo usar um sonho de infância para identificá-la naquele trabalho que passava bem longe de qualquer inocência. Mas e acabaram não tendo muita diferença entre si no fim das contas; o sonho continuava o mesmo. Não importava se todo o caminho para chegar até ele tivesse mudado drasticamente.
O que mais queria era encurtar a distância. Dela para o mundo.
O pensamento surgiu imediatamente ao olhar a quantia. A animação eufórica que vem antes das reflexões lógicas.
A desconfiança pairou logo em seguida. O valor era absurdo, era estranho. Ela tinha plena consciência do selo de qualidade de seu trabalho, chegando a repeti-lo com o mesmo cliente algumas vezes, mas não era nada que cobrasse mais do que alguns milhares de wons.
Com certeza, nada que chegasse perto dos 10 milhões que piscavam na tela.
Ela levantou-se da cadeira, começando uma caminhada em semi círculos. Releu a solicitação bastante formal em sua mente, tentando achar alguma brecha: uma mulher queria contratá-la para uma noite conjunta com seu marido. O primeiro parágrafo havia sido dedicado a reafirmar a beleza e o ar doce de . Era normal, simplista e direta. Não propunha nada do que já não tenha feito antes. Noites a três eram naturalmente mais caras, mesmo que não fossem tão caras assim.
Ela grunhiu e pegou o celular, começando a discar os números de Myeongjoo, mas parou imediatamente. A reação da amiga era tão previsível que ela não precisava gastar minutos da conta de telefone pra isso. Ela diria em alto e bom som: o que está esperando para aceitar?
E então ela visualizou Paris, Veneza, a Europa e a América juntas no meio dos zeros. E então, respirou fundo e começou a digitar sua resposta.

***


Já era quase meio dia quando a projeção se apagou.
O professor de História da Arte Moderna da Universidade de Seul encerrou a aula daquela sexta-feira com avisos rígidos sobre o trabalho de pesquisa que queria ver excepcionalmente na próxima semana, sem atrasos ou desculpas. Seu olhar por trás dos óculos eram fulminantes e severos, e os poucos alunos que ainda restavam em sua aula não passavam de sobreviventes. Sijin era um deles, mas não podia se chamar de corajoso. Estava mais para um eterno admirador.
Quando deixou a sala oval no fim daquela manhã, pegou o telefone vibrante nos bolsos e o apoiou nos ombros enquanto guardava os milhares de livros que era obrigado a abrir nas aulas do professor se quisesse se situar nem que fosse um pouco nas palavras dele.
— Alô? — atendeu ele.
— Preciso te contar uma coisa — a voz de soou animada do outro lado da linha. — Vamos almoçar.
— Isso é um pedido disfarçado de ordem? — ele ergueu as sobrancelhas e pegou o aparelho nas mãos. bufou do outro lado. — Na verdade, hoje não vou fazer cu doce. Meu cérebro está fritando depois de tentar decorar tantos patrimônios históricos e tudo que eu mais preciso é de um tiramisù.
— Patrimônios? É o professor Kim? — suspirou, abrindo um sorriso. — Que saudades...
— Infelizmente, está mais gostoso a cada dia — ele estalou a língua. — Hoje ele estava com uma aura diferente de todas, parecia até feliz…
— Feliz é a mulher que senta nele, isso sim — ela soltou uma risada. — E então, restaurante de carne em Itaewon?
— Quê? — Sijin parou no meio da escadaria da entrada.
— Confia em mim. É um convite.
O garoto riu, balançando a cabeça.
— Nem precisa dizer duas vezes.

***


O restaurante de carne era uma evolução comparada aos anos iniciais de na cidade. A reação de Sijin era totalmente compreensível; eles no máximo comeriam pele de porco em alguma barraquinha ao lado do rio Han. Em dias especiais, poderiam investir no frango frito com cerveja.
No começo, a faculdade era uma exigência desesperada e imposta pelos pais, que não aceitavam sonhos malucos de pessoas que queriam viajar o mundo sem nenhum objetivo concreto — e dizer que era por puro prazer era ainda mais absurdo e errado. nasceu para o prazer, seja ele servido em qualquer faceta. Ela só esperava alcançar todas elas, e seguia caminhando para isso.
Apesar de tudo, começou na faculdade e conheceu Sijin após pegá-lo fazendo um boquete em um garoto no banheiro de uma festa de recepção de calouros. Foi engraçado, principalmente pelo fato de que ela havia feito o mesmo no garoto na parede algumas horas atrás. A amizade se estendeu quando notaram fazer algumas disciplinas juntos, mesmo que tenha tomado as rédeas de sua vida em algum momento oportuno e largado tudo aquilo, que não passaria de perda de tempo para os seus sonhos. Ela sabia que Sijin era um grande amigo mesmo depois de ter aberto o jogo sobre seus planos para ganhar mais dinheiro em menos tempo, e desde então ele era seu maior confidente.
Às vezes, sentia falta da vida universitária e suas aulas com Sijin. Em especial, sentia falta de uma aula específica.
Com um professor específico.
Kim Namjoon era o tipo de homem que não pedia licença para entrar e bagunçar com suas fantasias.
O garoto ativou o sino de entrada ao passar pela porta, olhando ao redor até achar a garota sentada nos fundos de pernas cruzadas.
Ele deu um assobio ao se aproximar.
— Você tá uma gostosa nessa posição — ele sorriu, pegando o cardápio na mesma hora. — Jesus Cristo! Que lugar é esse? Meu emprego de meio período não paga nem uma salada aqui! O dono é seu cliente?
— Eca, não! — ela riu, estalando os dedos para algum garçom parado ao lado do balcão e ele prontamente obedeceu, trazendo uma garrafa de vinho. — É sobre isso que vim conversar. Acho que minha tour está prestes a se tornar real.
O garoto arregalou os olhos, apoiando os cotovelos na mesa.
— Como assim? Não sabia que tinha atingido sua meta. Achei que faltavam alguns milhões de wons.
— Esses milhões de wons acabaram de ser completados — ela sussurrou, bebendo um gole do vinho. Sijin juntou as sobrancelhas, confuso. — Tenho um trabalho especial hoje à noite.
Ele continuou com a mesma expressão, esperando que ela se explicasse. revirou os olhos e puxou o celular da bolsa, passando-o sobre a mesa. O rapaz olhou a foto branca já aberta no aparelho e soltou um suspiro surpreso e barulhento, que o fez colocar as mãos na boca logo em seguida.
— Por Deus, ! — ele tentou falar baixo, mas seus olhos arregalados não conseguiam freavam o choque. — O que é isso?! Isso é real?
— Aparentemente sim. Entrei em contato mais cedo e parece que um secretário me atendeu; é mais do que verdade. Inclusive o dinheiro.
— Meu deus do céu... — ele levou as mãos ao peito, ainda encarando os zeros. — Isso é muita grana! E você é uma delícia, mas eles não sabem disso ainda, como podem oferecer tudo isso logo de cara? Será que foi alguma recomendação?
— Também não sei — ela deu de ombros, pensando devagar sobre a hipótese. — Mas pensa comigo, esse provavelmente vai ser meu último trabalho antes que eu faça as malas e voe para bem longe daqui. Dar uma noite quente e eletrizante para um casal de meia idade não vai ser nada, Sijin. É uma chance única.
— Eu tô sinceramente impressionado — ele bufou, encostando-se na cadeira. — Eles devem ser algum casal chaebol ou o cara é o próprio CEO da Samsung, já pensou nisso? Tenho medo de eles abusarem no BDSM ou coisa assim.
— Já sei lidar com essas coisas — ela mordeu o lábio inferior e sorriu de forma travessa. Sijin balançou a cabeça, sabendo que com certeza não era alguém com que precisasse se preocupar. — Agora peça o que quiser porque vai ser a última refeição que eu pago. Pelo menos por um tempo.
Ele estreitou os olhos e os dois riram, chamando o garçom novamente logo em seguida.
A comida parecia estranhamente mais apetitosa naquele dia.

***


A roupa escolhida era anormal.
virou-se novamente no espelho, prestando atenção nos mínimos detalhes cruciais que não passavam batido pelos olhos dos clientes. Quando se solicitava um serviço, eles podiam e deviam especificar suas preferências de visual. Naquela mensagem em questão, as palavras ditas eram peculiares e jamais vistas antes por : cotidianamente natural.
Ela não sabia o que dizer sobre isso.
O natural era uma questão de ponto de vista, de personalidade individual. Se essa fosse a interpretação correta, ela estava muito bem vestida com uma saia jeans desfiada nas pontas, um suéter azul marinho e tênis all star. Era desse jeito que se vestia no dia a dia, mesmo que não fosse lá muito sexy. Ela estava acostumada a ir trabalhar com toneladas de maquiagem e figurinos exóticos e elaborados, e não sair como se estivesse indo para as aulas da faculdade.
Ela suspirou e decidiu que assim seria. Era melhor fazer sua própria releitura das palavras alheias do que seguir o padrão proposto de sua ocupação secreta.
Ela entrou no táxi e mencionou o endereço que lhe foi passado. Era em Gangnam, claro, numa área residencial bem no centro de toda a riqueza de Seul. A brincadeira sobre alegrar o dono da Samsung e sua esposa realmente pareceu muito real naquele momento. Ela suspirou e mandou uma mensagem para Sijin, dizendo que estava indo e desligou o celular.
O táxi parou bem na frente de uma enorme casa moderna, tão grande que não era possível visualizá-la por inteiro. O portão alto de ferro não tinha ferrugem, e era possível visualizar uma fonte circular há alguns quilômetros de gramado dali em frente. O coração de pareceu bater mais rápido. De repente, ela não tinha mais certeza se queria continuar.
Mas antes que tomasse qualquer decisão precipitada, um homem jovem e bonito colocou a cabeça para fora em um tipo de guarita e abriu um sorriso complacente.
— Senhorita ? — disse ele formalmente. Ela engoliu em seco e assentiu em resposta. — Finalmente chegou. Entre, por favor. Eles estão esperando.
Ela viu o portão ranger ao se abrir e de repente ela não podia mais fugir do caminho de pedras à frente. Suspirou e seguiu, sendo acompanhada de perto pelo segurança bonitão que não dizia mais nenhuma palavra. A confidencialidade era forte e diligente sobre todos os funcionários.
À medida que se aproximava da frente da casa, ela observou dois carros estacionados na lateral, extremamente reluzentes e tão caros que nem se atrevia a tentar adivinhar. Mas não era apenas isso que sugou seus olhos por um instante arrastado. Um deles era um Volvo baixo de cor vermelha berrante, capaz de parar o trânsito de Seul. O outro era um Jeep Renegade que lhe parecia estranhamente familiar, mas o barulho da porta da frente a tirou de qualquer hipótese que pudesse começar a formular.
— Por gentileza, senhorita — ele inclinou a cabeça para dentro, mantendo a porta dupla aberta para , que estava devagar demais e perdida em seus próprios devaneios.
Ela deu um sorrisinho de desculpas e entrou na grande casa. O fôlego a deixou por pelo menos um minuto inteiro.
O dourado quase a deixou cega. O piso elegante a deixou sem palavras, e seus passos davam eco diante de tanto silêncio. Visto de fora, parecia que só existiam ela e o segurança ali, e a ideia de ser ele o dono da mensagem passou pela sua cabeça também. Não que fosse se importar realmente; ele era um tremendo gato, e os ombros largos por debaixo do smoking a deixaram excitada.
— Pode me seguir por um instante — ele continuou andando em frente, agora em direção a escada. Ela olhou para os lados, captando cada detalhe da estrutura e tentando enxergar alguma coisa ali que denunciasse quem poderia ser seu dono, mas nada aparecia. A residência era a própria definição de minimalista. Em um corredor grande, o rapaz finalmente parou em frente a uma porta nos fundos e virou-se para .
— É por aqui. Fica tranquila, eles vão te adorar — ele deu uma piscadinha pra ela e todo o ar formal sumiu. Ela deixou um sorrisinho sair enquanto ele batia duas vezes na porta. — Divirta-se.
Ele sorriu mais uma vez antes de ir se retirando de fininho. Antes que ela pudesse pedir para que, talvez, ele ficasse por mais um pouco até que ela visse realmente quem a esperava, a porta se abriu.
E a visão da identidade revelada que teve a pegou como um soco no estômago.
De início, ele sorriu. Parecia animado, com o peito nu, a calça larga de moletom e os pés descalços, mas ele também percebeu. Viu que ela não era uma completa estranha, e o clima constrangedor tomou uma proporção de silêncio chocado mútuo. Ela só podia estar sonhando.
Aquele não podia ser Kim Namjoon, seu professor favorito da faculdade.
? — perguntou ele, com as sobrancelhas cruzadas.
— Sim... — ela respondeu depois de um tempo, tentando assimilar o tom de sua voz ao usar seu nome de trabalho.
Ele a encarou de cima a baixo, reparando em cada detalhe de seu corpo naquelas roupas comuns. Uma risada sarcástica escapou de sua garganta, e ele deu um passo pra trás.
— Não acredito que ela fez isso... — ele riu mais uma vez, agora inclinando a cabeça. — Vem, entra.
Ela entrou logo atrás dele e precisou se controlar para não reparar em tudo novamente. O quarto tinha uma enorme cama de dossel no centro, junto com sofás e poltronas de couro. Parecia bem comum, se não fosse o desenho gigante em tapeçaria que pegava toda a parede atrás da cabeceira da cama de Namjoon com sua bela esposa.
Bela esposa. Puta merda, se lembrava que seu professor era casado, e que a beleza dela era algo bastante comentado. A filha mais velha de um conglomerado. Um casal modelo e filantrópico. Como pode ter se envolvido naquilo? Ela não podia ser a esposa dita na mensagem…
O homem caminhou até uma espécie de frigobar, tirando de lá uma garrafa de champanhe e mais duas taças. Abriu sem grandes problemas e derramou o líquido para dentro delas, oferecendo uma para a garota ainda imóvel no meio do quarto. O jeito como ele se portava, tão natural e despojado a fez pensar em coisas, coisas que era acostumada a pensar em sua banheira depois de todas as aulas que tivera com ele.
— Professor... — ela disse de repente, e ele arqueou as sobrancelhas e balançou a cabeça.
— Não sou seu professor — ele disse simplesmente antes de tomar um gole. — Certo? — Claro, claro — ela assentiu rapidamente e bebeu um gole do líquido quente. sentiu um formigamento no ventre com a voz dele.
— Não imaginei o tipo de coisa que estaria fazendo quando saiu de vez — disse Namjoon, olhando-a por cima da taça.
— Você reparou quando eu saí? — ela perguntou, esquecendo-se do tom formal.
— Ah, com certeza reparei.
Ele sorriu.
— Ela já chegou? — a voz da mulher veio por trás de suas costas, e ela virou-se rapidamente.
Outra das tantas coisas surpreendentes que aquela casa escondia. A mulher vestida de lingerie púrpura e um kimono transparente esbanjava sensualidade e tesão só na forma como encarou dos pés à cabeça. Ela sentiu a mente girar ao ser fitada daquela forma. A mulher era estonteante. Só de imaginar tocar aqueles seios, sentia a boca secar.
— Hwasa, meu bem — Namjoon suspirou enquanto a esposa entrava no quarto, fechando a porta atrás de si. — Não me disse que convidaria apenas desconhecidas? Ela juntou as sobrancelhas, aproximando-se da garota que segurava a taça, olhando por toda extensão de seu rosto.
— Ela não me parece nada conhecida — disse Hwasa. — Mas é muito linda, não acha? — ela sorriu, passando os dedos pelo cabelo de , que foi atacada pelo cheiro maravilhoso da mulher.
— Ela me chamou de professor — ele disse simplesmente, terminando de secar sua bebida. Hwasa olhou para ele por um instante e soltou uma gargalhada.
— Não brinca! Você é aluna dele?
— Eu era limpou a garganta, notando que segurava a taça com mais força que o necessário. Hwasa não largava o sorriso de forma alguma. — Pulei fora no semestre passado.
— Interessante. Por que está fazendo essa cara, Joon? — ela fez um bico e caminhou até o homem, esticando um pouco os pés para beijá-lo. — Não era o que a gente queria? Gostosa e universitária?
— Um dos requisitos não foi cumprido — ele disse em tom divertido, retribuindo o beijo da mulher com mordiscadas sutis. Hwasa já esfregava as pernas uma na outra.
— Essa era uma das que você me contou que reparou um pouco mais?
Ele deu um sorriso, agora voltado para .
— Era, sim.
engoliu em seco, pensando novamente na ideia de sonho e de que ela provavelmente iria acordar ao cair da cama. Kim Namjoon a olhou com tanto apetite que suas células começaram a se agitar, queimando seu corpo por inteiro. Hwasa soltou um gritinho de excitação e se voltou para , olhando-a com admiração jovial e pegando seu rosto entre as mãos, beijando-a com leveza, abrindo caminho, esperando uma resposta da garota.
Ela quase se esqueceu da taça em suas mãos. Em algum momento, ela foi retirada dali, mas não se lembrava. Levou uma das mãos para o cabelo da mulher, abrindo a passagem para sua língua, deixando que ela tomasse sua boca com fervor e animação. Um fogo louco tomou conta de . Hwasa pôs uma das mãos em suas coxas, alisando os dedos com unhas gigantes pelo entorno de sua bunda no limite da saia e então subindo, indo de encontro à intimidade de , que molhava-se a cada minuto mais por debaixo da calcinha pequena de renda. estremeceu ao pensar o que ela faria, mas seus pés apenas cambalearam para trás enquanto Hwasa a jogava sentada ao pé da cama, passando uma língua pelos lábios avermelhados.
Namjoon sentiu a calça apertar imediatamente ao ver a posição com que a garota despencou. Sua saia levantou-se quase até a cintura e ele conseguiu visualizar a calcinha branca que brilhava. Sua esposa, em um movimento único, pegou em suas mãos e o aproximou de si mesma, beijando-o de forma quente e perversa, passando a língua recém compartilhada com a novata, atiçando os pensamentos sombrios que sabia que ele tinha com outras mulheres. Ele agarrou seus dois seios com as mãos, puxando o tecido para baixo sem delicadeza, pondo os dedos em cada mamilo e sentindo os gemidos dela estremecerem seu corpo.
Jesus Cristo, aquela mulher com tesão era o seu próprio bem estar.
Ela se afastou dele, sem se preocupar em se ajeitar e o puxou para o lado da garota, jogando os cabelos para trás.
— Agora, meu bem — ela se aproximou do rosto de , passando os dedos levemente sobre seus lábios. — Hora de recepcionar o meu marido.
Hwasa deu mais uma piscadinha para antes de beijá-la levemente e se separar, andando até o frigobar novamente e encher um copo com whisky. olhou hesitante para o homem à sua frente, que tinha as mãos fechadas sobre seu volume gritante enquanto encarava o ponto branco por debaixo de sua saia. O corpo dela ardeu em chamas com aqueles olhos, os mesmos de suas fantasias na banheira, os loucos sonhos em que engolia com toda vontade aquele volume que antes era imaginário.
Mas não foi por muito tempo. Hwasa sentou-se na poltrona em frente a cama, jogando as pernas para cima e abertas, encarando-a com um sorriso.
— Vamos, bela . Não deixe meu homem esperando.
sentiu o lábio inferior entre os dentes ao encarar a mulher naquela posição e se levantou, sentindo a calcinha encharcar apenas com o clima do lugar. Ela olhou para o homem, que ainda tinha a mesma expressão, mas agora encarava a esposa do outro lado, um desejo sem igual tomando conta de sua feição normalmente gelada. se ajoelhou, não precisando de muito para puxar a calça de moletom para baixo, deixando o membro duro escapar para fora com rapidez, cedendo-a a visão maravilhada de seus fetiches que se tornavam reais. Ela sentiu sua boca produzir mais saliva que o normal.
Abocanhou o homem com vontade, com ânimo, com tudo que vinha atormentando sua mente desde que o vira pela primeira vez. Ela tratou de levá-lo até o limite de sua garganta, sentindo o líquido quente de pré gozo vazar pela cabeça, girando os olhos para cima com os gemidos prazerosos que ouvia dele. Namjoon pegou nos cabelos da garota, afundando o pênis em sua língua, tirando e colocando por várias sessões repetidas até que a mesma lambesse toda a parte de fora, virando a cabeça para trás e encarando-o com um sorriso safado no rosto. Minha nossa, quanto tempo ela guardou aquele sorriso?
Ela agarrou a ereção com uma mão, masturbando-o com entusiasmo e inclinou a cabeça brevemente para a poltrona a tempo de ver Hwasa passeando com os dedos por cima de sua calcinha púrpura, bebendo um gole do whisky enquanto se preparava para se acariciar. A visão mexeu com o pensamento de Namjoon, que sentiu o membro ser devorado mais uma vez com força, enquanto chupava e mordia suas bolas em movimentos certeiros e imediatos. Ela só queria aquilo tudo dentro dela, mas não precisava ser tão esperta para notar quem realmente estava no controle de tudo ali. E ela estava mais do que disposta a fazer o que os dois mandassem.
Um outro gemido invadiu o quarto, sem ser o do homem tendo o pau consumido. Hwasa já estava sem a calcinha, largada em qualquer canto pelo quarto enquanto se masturbava com prazer com as lamúrias do marido. Ele segurava os cabelos de com mais força enquanto via as expressões prazerosas da mulher na poltrona, tocando-se com energia pelo boquete bem feito.
— Não quero que goze ainda, amor — ela conseguiu dizer em meio ao torpor, lambendo os dedos com seu próprio gosto. — Deixa ela sentar um pouquinho em você.
ouviu a voz, afastando o rosto melado lentamente com a língua para fora. Namjoon olhou para a garota embaixo e um acesso de prazer libidinoso tomou conta de si, puxando-a para cima rapidamente enquanto lambia sua bochecha úmida, chegando até sua boca, onde sugou seus lábios em um beijo maluco e desesperado. Ela agarrou seu pescoço, sentindo a vibração entre suas pernas, um desejo quente e grotesco pelo homem, que era delicioso como pensou. Ele passou as pernas dela pela sua cintura, não soltando de sua boca, enquanto andava com ela até a mulher sentada do outro lado, depositando seu corpo no colo da esposa, que sorriu satisfeita.
sentiu as mãos da mulher subirem seu suéter, revelando seus seios para as mesmas mãos que os apertaram e mordiscaram, lambendo-os por completo. Já as mãos de Namjoon foram para arrancar sua saia, encarando a calcinha branca que tanto o hipnotizou antes de se livrar da mesma também. Um fascínio intenso tomou conta daqueles olhos que pareciam famintos. Hwasa abriu as pernas da garota com delicadeza, levando seus dedos e as unhas por seu clítoris de leve, como uma brincadeira, abrindo os grandes lábios, que fizeram soltar um gemido agudo. Ela seria capaz de gozar só com a troca de olhares dos dois e de seus toques mais sutis.
— O que você quer, meu bem? — ela perguntou, diretamente para o homem abaixado na altura do quadril de . Ele mordeu os lábios e sorriu.
— Quero foder com ela inteira — ele respondeu, levando um dos dedos para a intimidade encharcada de jinie, que arfou com os dois naquela região. — Porra, ela tá super molhada...
— Eu gosto assim... — Hwasa tirou o dedo da garota e levou-os à boca da mesma, que lambeu com os olhos fechados enquanto sentia os dedos de Namjoon ainda passeando em sua entrada, como uma tortura. Hwasa virou a cabeça dela para a sua, beijando-a novamente com dedicação, fazendo com que dobrasse o pescoço o máximo que conseguisse para aprofundar o beijo. Aquela mulher era o prazer encarnado e seus lábios eram viciantes, assim como os do marido. Ela queria os lábios dela em seus seios de novo, estava disposta a pedir por isso.
— Senta bem gostoso nele pra mim, tudo bem? — a voz dela era doce em seu nariz, e assentiu imediatamente, acatando a ordem. Namjoon retirou os dedos da garota e colocou-os na boca de Hwasa, que chupou como uma selvagem todo o líquido e depois recebendo um beijo lascivo do marido. Ele encarou com luxúria e então andou até a cama, deitando-se sobre ela com o pau erguido enquanto esperava sua próxima surpresa.
levantou-se lentamente, recebendo um tapa feroz de Hwasa na bunda, andando até o homem. Ela mordeu os lábios com desejo pelo membro, querendo engoli-lo de novo, e subiu em cima dele. Namjoon tinha a boca meio aberta em uma respiração lenta, e encarou Hwasa pelos ombros antes de sentar de uma vez, com empenho.
Um grito escapou de sua garganta. Algo surpreendente estava escondido naquele pau enorme e ela sentiu isso diretamente dentro de si. Ela ouviu o gemido contido do homem embaixo e sorriu com o frenesi louco que se apoderou de si, que a obrigou a subir e descer com afinco e determinação, embaralhando todo o pensamento lógico que pudesse ter, todas as dúvidas que teve sobre estar ali ou não. Namjoon espalmou sua bunda, agarrando-a com força, entoando palavrões que soavam como música para , que ia ainda mais rápido ao ouvi-lo. O barulho de seus corpos se batendo deixava Hwasa completamente louca, já agarrando os cabelos enquanto se acariciava com fúria, completamente atraída pela bunda da garota que batia no pau de seu homem com uma beleza erótica tentadora, ainda usando seus all star.
Namjoon rosnou, olhando os seios dela pularem junto com seu corpo, parecendo chamá-lo com ansiedade, implorando por sua boca. Ele se sentou, puxando o corpo dela para mais perto, afundando o rosto em seus mamilos, segurando forte em seu quadril como sinal de que não parasse. já sentia o corpo suar, a respiração falha enquanto gemia como uma desalmada pelo pau daquele homem que a atormentou por tanto tempo. Ela rebolou por cima dele, temendo o orgasmo que se aproximava cada vez mais, fazendo-a fechar os olhos com cada toque dele, que provavelmente seria irreversível para sua memória. Quando ele agarrou sua cintura e investiu por baixo por conta própria, ela deu um grito seco quando o prazer a tomou em cheio e escapuliu de sua intimidade em doses altas, sentindo os espasmos da coisa enquanto tremia as pálpebras de choque.
Namjoon deitou novamente, ofegante, enquanto dava um tempo para a garota se recuperar. Ela desabou para o outro lado, afastando alguns fios de cabelo da testa molhada, observando o peito do homem subir e descer enquanto seus olhos iam para a esposa na poltrona.
— Eu sei como é, querida — a voz de Hwasa a fez olhá-la também, agora completamente nua e aberta como antes, com o copo de whisky pairando em uma das mãos. — Por que não engole um pouco enquanto se recupera? — ela ergueu uma sobrancelha.
sentiu que a mulher lia a sua mente. Ela abriu um largo sorriso cheio de ousadia enquanto se colocava de joelhos para que a mulher a visse, agarrando o pau ainda duro de Namjoon e enfiando-o na boca de uma vez só.
não via o rosto do homem, mas ouviu o chiado maluco em suas costas. Ela estava mais preocupada agora em observar Hwasa e seus dedos nervosos no clitóris, enquanto mordia os lábios exasperada. empinou-se ao lado do corpo dele, masturbando-o enquanto o lambia por inteiro, sem tirar os olhos de Hwasa. Sentiu a intimidade inchar novamente, pedinte, molhando-se por completo com a cena da mulher e suas expressões. Em um segundo, ela sentiu os dedos grandes e delicados de Namjoon entrarem em si, causando um tremor na base de suas coxas. Ele entrou com rapidez, batendo em sua bunda novamente, deixando-a ainda mais excitada. Esse casal sabia como bater, era impressionante.
O desejo escorria ainda mais de , e um dedo molhado em sua entrada nas nádegas a deixou em transe por meio segundo. O movimento foi suave, devagar, umedecendo seu outro canal com o líquido que descia logo abaixo, deixando-a a ponto de entrar em combustão. Ela chupou o homem com mais vontade, gananciosa, maluca para que ele continuasse. Namjoon mordeu os lábios com a permissão e olhou para a esposa, que o encarava com um sorriso cúmplice, assentindo a cabeça com destreza.
— Deixa ele te foder com vontade, meu bem — Hwasa disse em meio aos gemidos, sabendo o que precisava para alcançar seu ápice. apenas sorriu em concordância enquanto não se atrevia a largar aquele pau, sentindo em seguida o dedo entrar em sua via mais apertada, fazendo o mundo girar por alguns instantes. A ideia de ter aquilo tudo que engolia dentro de suas nádegas a deixava em um estado de chama viva. Esse homem acabaria com ela e era o que ela mais queria. Por fim, ergueu a cabeça, limpando a boca do líquido do homem novamente enquanto ele se inclinava para lamber seus lábios de novo.
— Eu quero ver — gemeu Hwasa, segurando os cabelos com força enquanto observava a dupla com certa urgência. Ela estava quase lá, e Namjoon sabia disso. Usou seu melhor sorriso de aliado enquanto deitava novamente, apoiado sobre os cotovelos enquanto sentava-se de costas para a mulher na poltrona, posicionando o pau agora entre o bumbum, descendo devagar enquanto mordia os lábios para se acostumar.
Não foi preciso muito. O pau do homem estava tão molhado quanto ela, e ele deslizou para dentro inteiro aos poucos, saindo devagar para então entrar de novo com mais afinco, iniciando movimentos padronizados e ritmados. Namjoon sentia o pau apertado como nunca, e aquilo o deixava tentado a deixar que gozasse. O rosto de tremeluzia em expressões safadas e perversas, e ela murmurava coisas desconexas para que ele continuasse mais rápido.
— Rápido... Coloca tudo... — ela rangia, apertando os seios e abaixando o corpo até encostar seu nariz no dele logo abaixo. Uma estocada firme e violenta partiu do homem, que segurou a bunda dela com as duas mãos enquanto as afastava ainda mais, dando mais liberdade para que seu pênis entrasse e saísse com agilidade. Ela enfiou a língua em sua boca, iniciando um beijo várias vezes interrompido por , que gritava enquanto tinha a bunda maltratada por aquele homem, e Hwasa chegava a seu ápice e deixava que seus gritos se misturassem aos da garota.
Sem interrompê-los, ela se levantou e juntou-se aos dois na cama, acariciando as costas de , enquanto esta tinha a cabeça afundada na boca de seu marido. Hwasa puxou os cabelos da garota que caíam para o lado e ergueu a cabeça, beijando-a sem pudor algum, sentindo Namjoon aumentar os movimentos com a aproximação. A mulher então deu uma piscadela para o homem, que parou de repente, tirando a garota delicadamente de cima de si e tomando a boca da esposa com vontade, com uma fome imensurável, como se a implorasse que fosse sua vez. Ela se afastou lentamente, passando a língua nos lábios enquanto encarava , que terminou de se deitar e se preparava para sua sessão de observadora enquanto Namjoon passava para trás da mulher.
Mas não foi pra isso que ela havia sido chamada ali.
— Vai, amor — Hwasa disse manhosa, sentindo as mãos de Namjoon apertarem seu quadril. — Do jeito que eu gosto.
Ele sorriu enquanto se posicionava entre as nádegas dela. Enquanto isso, Hwasa engatinhou com cuidado até a boca de , beijando-a com ardor enquanto tinha o rosto agarrado pela garota, desejosa pela sua língua. A mulher mordeu a boca de , descendo os beijos pelo seu pescoço enquanto sentia a primeira estocada do homem. Ela gemeu na curva de seu pescoço, fazendo a garota ficar excitada e tendenciosa a descer os dedos e começar a se acariciar, mas Hwasa foi mais rápida. Ela passou a língua pelos mamilos de antes de chegar de vez no meio de suas pernas abertas, dando uma mordida sutil nos grandes lábios antes de afundar sua língua na intimidade da garota.
fechou os olhos com o tamanho tesão que se apoderou de si. A libido nas alturas a fez se esquecer de tudo. Hwasa a penetrou com um dedo, as unhas enormes raspando em suas paredes e deixando-a sem ar. A língua dela brincava com sua vulva, tecendo um caminho glorioso enquanto a mesma sentia espasmos com as estocadas fortes de Namjoon atrás de si, espalmando sua bunda com avidez, abrindo ainda mais as pernas e o quadril empinado. Aquela mulher parecia algo fora do planeta Terra; tudo nela chamava o pecado, a libertinagem. Namjoon faria de tudo para que ela se sentisse totalmente inteira e nas nuvens.
Hwasa chupava a intimidade de com malícia, com obscenidade, em um desespero para que a mulher gozasse mais uma vez. Sua mente fazia um esforço sobre-humano para se concentrar no prazer da garota enquanto recebia as estocadas deliciosas do marido, mas isso tornava o clima ainda mais quente pra ela. gemia com o trabalho bem feito, agarrando os cabelos de Hwasa com força enquanto sentia os dedos circulando dentro de si, indo e voltando em potência máxima. Ela sabia exatamente onde tocava e não iria demorar muito até que ela explodisse de novo. Mexeu o quadril na boca da mulher, querendo ainda mais movimentação, ainda mais a indecência daquela língua enquanto Hwasa sorria por cima de sua barriga, cruzando as sobrancelhas com os tapas de Namjoon e suas investidas cada vez mais a sério. Tudo era demais.
— Eu vou... — tentou dizer, mas veio antes que terminasse. O líquido vazou para fora, na boca da mulher enquanto ela se afastava para lamber os lábios. Namjoon se retirou de dentro dela, sabendo o que Hwasa pediria em seguida. Ele trocou beijos fervorosos com a esposa e meteu um dos dedos na intimidade de , sentindo-a mais molhada do que nunca, puxando um deles para lamber o gozo. O mesmo que estava nos lábios de Hwasa, que foram tomados novamente por ele, que se sentia feliz ao ver o sorriso satisfeito nos lábios da esposa.
— Fez direitinho... — ela sussurrou na boca dele, selvagem, devassa. Só aquilo já o deixou pronto de novo para qualquer coisa. Ela mordeu os lábios enquanto ele ainda continuava esfregando . Hwasa se prontificou ao lado da garota ainda aberta, puxando o homem para que se deitasse, afundando sua boca em torno do pênis ainda erguido. Ela puxou para que a fizesse companhia, agora com as duas em um revezamento conjunto em lamber e chupar o membro do homem, que passou um dos braços atrás da cabeça e se viu relaxado enquanto mantinha os olhos fechados e deixava que o prazer o consumisse. Daquele jeito ele não aguentaria mais esperar, e Hwasa sabia disso. Ela abocanhava sua glande com jeito, com maestria, com todos os anos juntos com seu parceiro que provavam que os dois conheciam cada centímetro e cada vontade escondida um do outro. As perfeitas almas gêmeas que já havia percebido logo de cara.
Namjoon grunhiu, apoiando-se nos cotovelos afim de ver as duas garotas que chupavam toda a sua extensão, trocando líquido pré gozo com as línguas, beijando-se e voltando a ele enquanto melavam totalmente seu pênis. Ele achou que ficaria louco com a visão e sentiu prontamente os espasmos atravessando seu corpo, informando o que estava por vir. Ele se remexeu até que Hwasa entendesse e puxasse para trás, dando-lhe mais um beijo e uma risadinha ao ver Namjoon se levantar da cama depressa. As duas morderam os lábios e engatinharam para o limite da cama, sentando em seus joelhos enquanto estendiam a língua para o homem que fazia sua última masturbação antes do esperma sair como um jato, batendo nos rostos da dupla, que lutou por um espaço para garantir sua própria parte.
Ele estava ofegante. Suas costas e testa eram puro suor, assim como as duas garotas que brilhavam com a luz da lâmpada amarelada. passou a língua pelo líquido que voou até seu queixo, pegando-o entre os dedos enquanto Hwasa teve a bochecha atingida, puxando tudo até sua boca e engolindo enquanto encarava Namjoon. Ele se sentiu exausto por um momento, depois de ter se segurado por tanto tempo, mas o alívio foi instantâneo ao ver sua mulher tão feliz e realizada. sentiu a língua de Hwasa em sua bochecha em uma provocação divertida, e ela sussurrou em seu ouvido:
— Quer uma bebida antes do segundo round?

***


sentiu um clarão por debaixo das pálpebras e não sabia dizer se era a luz do sol ou a troca de potência da lâmpada.
Ela abriu os olhos devagar, sentindo todo o corpo doído e lembrando-se vagamente da noite anterior. Os lençóis que a cobriam eram finos, e a cama era maior do que se recordava, onde toda a diversão tinha acontecido. Ela encarou ao redor devagar, vendo que estava no mesmo cômodo, mas sozinha. Suas roupas estavam devidamente dobradas em cima da cômoda, e não havia nem sinal de Hwasa ou Namjoon, apesar da cama bagunçada não a deixar mentir sobre a presença deles ali. Ela não sabia que horas eram e nem onde seu celular estava, mas o barulho da porta se abrindo a fez ficar em alerta e sentar-se lentamente, puxando um pedaço de lençol para cima.
O rosto amigável era do segurança do dia anterior, que entrava com um sorriso complacente e divertido no rosto.
— Bom dia, senhorita ... Espero que tenha tido uma ótima noite — ele encarou a cama com discrição, que fez ficar constrangida por um momento. — Meu nome é Jimin, por falar nisso. Esqueci de me apresentar ontem.
— Olá, Jimin — ela respondeu, ainda cruzando as sobrancelhas. — Onde estão o...
— Namjoon e Hwasa? — ele disse na frente. — Ah, eles saíram para um compromisso importante. Envolve países e ONGs. É um pouco complicado, mas não é meu trabalho saber os detalhes. Vim pra dizer que pode tomar um banho e escolher qualquer roupa que quiser do closet, assim como se servir do brunch que te espera lá embaixo. Vou levá-la de volta pra casa quando estiver pronta.
Ela piscou os olhos algumas vezes para o rapaz, que parecia perfeitamente confortável em frente a garota nua sob um lençol fino, cabelos bagunçados e o aroma de sexo exalando em todo lugar. Ela apenas assentiu em concordância e o viu começar a caminhar até a porta, parando repentinamente de novo para olhá-la.
— Ah, e pode verificar sua conta bancária pelo serviço de ontem. Acho que eles gostaram muito de você.
Ele sorriu e se retirou, fechando a porta silenciosamente para deixá-la a sós.
ficou ainda mais confusa e começou a procurar o celular ou sua bolsa, que foi jogada de início ao chão quando chegou. Ela se levantou, desfazendo-se dos lençóis e procurando a mesma, que agora estava perfeitamente pendurada em um cabideiro provençal e correu para apanhar o aparelho. Ao abrir o aplicativo do banco, ela arfou com o choque.
O valor havia duplicado. E os zeros ainda estavam ali.
soltou uma risada de descrença, olhando para a pintura em tapeçaria do casal na parede atrás da cama, grata por terem dado a ela a chance de realizar o seu maior desejo e torcendo para encontrá-los de novo algum dia.




Fim.



Nota da autora: Gente, não sei o que rolou. A culpa é toda da Biba. Só tenho isso a dizer ahahahaah! Apesar disso, me diz o que achou dessa pouca vergonha e dá um confere nas minhas outras fics se tiver interesse (escrevo coisas mais calminhas, juro). Um beijo e até a próxima <3





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