Última atualização: 24/03/2022

Prólogo

Era mais um dia normal na UA, o Professor Aizawa havia comunicado que à qualquer instante receberiam uma aluna nova, algo sobre uma indicação, ele não havia explicado muito bem, mas dois grandes nomes haviam insistido para que a garota entrasse, e um deles era o All Might. Isso deixou todos empolgados, ela deveria ser incrível, bom, nem todos ficaram tão empolgados assim, alguns nem se importaram, um deles para ser específico. Bakugou, não estava nem aí para quem fosse entrar ou não. Até o momento que viu os longos cabelos loiros passarem por ele, ele a conhecia, ele sentiu seu coração pular, e fez a cara mais feia já vista pela 1-A.
— Oi… Er… Aqui é a 1-A, certo? — Perguntou a menina, com uma voz doce, quase angelical, que fez todos se virarem para ela.
— Sim. — Respondeu Iida, caminhando até ela. Bakugou se levantou da cadeira e apontou para ela.
— POR QUE VOCÊ ESTÁ AQUI? — Esbravejou ele, assustando a todos.
— Ka-Katsuki-kun… — A garota se encolheu, Izuku, que estava com a cabeça sobre a mesa, levantou-se para observar a aluna nova.
-chan! — Exclamou ele.
— Deku… Izuku-kun! — Respondeu a garota, sorrindo.
— Você ainda não me respondeu, por que está aqui? — Perguntou Bakugou, caminhando até ela.
— Porque… Porque eu quero ser uma heroína. — Respondeu, recuperando o fôlego.
— Vocês se conhecem? — Perguntou Kirishima, foi nesse momento que os três perceberam que todos da sala estavam assustados.
— A -chan estudava na mesma escola que eu e o Kacchan, é uma amiga de infância de nós dois, mas ela se mudou faz uns anos. — Explicou Izuku.
— Ela pode ser sua amiga, mas não é minha! — A garota arregalou os olhos, e todos perceberam que seus olhos ficaram marejados. — Ela não passa de uma traidora, e é uma perdedora assim como você. — Ele passou ao lado dela, empurrando-a com o ombro, antes que qualquer um pudesse defendê-la, ela o segurou pelo braço, fazendo Izuku tremer.
— Você continua sempre com raiva, não é?! — Ela riu fraco. — Tudo bem estar magoado, mas não permito que fale assim comigo na frente dos outros, até porque, se eu sou uma perdedora, o que você é? — O tom de voz da garota mudou, ficou um pouco sério, Bakugou pensou em responder, mas apenas soltou seu braço e saiu pela porta.
— E-eu não entendo! — Disse Izuku.
— Eu não sou mais criança, Deku, digo, Izuku-kun. — Ela sorriu.
— Tudo bem me chamar de Deku, não é mais uma ofensa para mim. — Izuku corou.
— Certo. — sorriu. — É um prazer, pessoal! Me chamo Mochizuki . — Os outros sorriram em retribuição. Shoto observava a conversa de seu lugar, ele continuava calado, enquanto Iida e Midoriya apresentavam todos à . Após as apresentações, Kirishima foi procurar Bakugou, pois a aula já estava para começar. Encontrou o rapaz bufando no corredor.
— Ei, o que está fazendo? — Perguntou o ruivo.
— Não me enche o saco. — Respondeu Bakugou.
— Eu não te entendo, como você é tão rude com uma pessoa tão delicada. — Bakugou revirou os olhos após escutar aquilo, sendo , ele não se conformava em como ela era fingida.
— É, tão delicada, ela parece tão inofensiva, mas pode te matar só com um toque. — Bakugou começou a caminhar de cabeça baixa para a sala, e Kirishima o seguiu.
— O que ela te fez, hein? — Perguntou o garoto, Bakugou suspirou; me deixou, seria a resposta verdadeira.
— Nasceu. — Respondeu ele, fazendo Kirishima ficar confuso. Não era como se esperasse um comportamento diferente vindo do seu amigo, mas ele estava diferente, Kirishima só não conseguia explicar como.

Quando voltaram para a sala, a maioria dos alunos estava ao redor da garota, e isso incomodou Bakugou mais ainda. Ele ficou observando de longe, não estava nem um pouco feliz com a situação. Principalmente por vê-la tratando Deku como um igual, significava que ela havia se tornado um inseto, igual a ele. O silêncio de Bakugou incomodava Kirishima, desde a conversa que tiveram no corredor.
— Midoriya?! — Cochichou o ruivo, Izuku se inclinou para escutá-lo. — O que o Bakugou quis dizer com “a pode te matar só com um toque”? — Perguntou.
— Ah, é a individualidade da -chan! Quando ela encosta as pontas dos dedos em alguém, ela emite eletricidade, que derrete as células da pessoa. — Respondeu o outro, fazendo Kirishima se assustar.
— Então, se ela lutar contra nós, vamos morrer?
— Não, essa é a carga máxima, quando éramos crianças, ela sempre evitava que o Kacchan se metesse em confusão, usando a individualidade. — Explicou Midoriya.
— Isso explica porque ele é assim. — Murmurou Kirishima.
— A conversa está boa, Kirishima e Midoriya? — Perguntou Aizawa, os dois ficaram quietos. — Como eu dizia, devido aos últimos acontecimentos, essa será uma semana de confraternização, em virtude do feriado também, mas, na próxima semana daremos passos importantes, então, espero que aproveitem a semana para praticar nos eventos que a escola irá ofertar, não é uma festa e nem mesmo uma comemoração, mas sim um meio de compartilharem o que sabem uns com os outros. — Todos ficaram eufóricos, achava uma completa perda de tempo, chegar atrasada e ainda se atrasar por mais uma semana.

Após a aula, todos saíram caminhando, quando começou a chover. Era perfeito, justamente no único dia que o pai de não poderia buscá-la, e ela sequer havia levado um guarda-chuva. Deku estava dividindo um guarda-chuva com Iida e Uraraka, ela nem ia perguntar se tinha espaço para ela, porque não tinha. Bakugou caminhava para casa, que era próxima a casa de , e do outro lado, Momo havia criado uma capa de chuva para Mina. A segunda opção parecia bem melhor, mas talvez ela ganharia uma chance de se acertar com Katsuki, então, correu até ele.
— Katsuki-kun! — Disse, enquanto corria, Bakugou continuou andando. — Katsuki! — Repetiu, irritada.
— O que é? — Perguntou ele, nem um pouco simpático.
— Pode me dar carona no seu guarda-chuva? — Perguntou, com uma voz mais suave que a anterior, fazendo Bakugou rir.
— Não. — Ele voltou a caminhar.
— Mas Katsuki-kun… — Ele a interrompeu.
— Eu disse não, agora sai do meu caminho. — Ele seguiu caminhando, deixando a garota cabisbaixa, sentindo a chuva caindo sobre seu corpo. Por um momento, a chuva parou, ela olhou para cima, achando que havia parado de chover, mas encontrou um guarda-chuva sobre sua cabeça, ela se virou para ver quem havia a salvado daquela chuva, que por sinal, estava aumentando. Eles não tinham sido apresentados, era o garoto com o cabelo metade branco e metade vermelho.
— Quer uma carona no meu guarda-chuva? — Perguntou ele.
— Você vai para a mesma direção que eu? — Perguntou , não queria incomodar.
— Não, mas não me importo de ir até lá. — O garoto começou a caminhar. — A chuva está aumentando, tem certeza que vai ficar parada? — se deu conta de que era a opção que havia restado, e caminhou ao lado dele.
— Obrigada. — Respondeu ela, sorrindo. O garoto apenas virou o olhar para ela por um segundo.
— Eu ouvi uns cochichos sobre você hoje, você foi indicada pelo meu… pelo Endeavor, não foi? — Perguntou ele, inclinou a cabeça.
— Você é o filho dele, né? Shoto? — Ele assentiu em resposta. — Fui indicada pelo All Might e pelo meu pai, não sei sobre o Endeavor, desculpe. — Todoroki assentiu, e virou seu olhar para a frente, parando de caminhar. Mei sentiu alguém puxando seu braço.
— Ela não precisa de você, então, pare de bancar o herózinho pra cima dela! — Esbravejou Bakugou, assustando a garota.
— Katsuki-kun, você enlouqueceu?!
— Eu acho o que ela não precisa é ser tratada da forma que você tem tratado desde que ela chegou na escola, e eu só estava tentando ajudar. — Respondeu Shoto, extremamente calmo, enquanto Bakugou fazia uma cara feia.
— Você quer brigar, é? Vem, seu merdi… — segurou o braço de Bakugou, e ele parou de falar. — Você quer parar com isso? — Sussurrou ele, voltando o olhar para Todoroki. — Não acabamos por aqui, cara de pavê. — não segurou a risada.
— Desculpe por isso, Shoto. — Disse ela.
— Não se preocupe, nos vemos depois. — Ele acenou e virou as costas para Mei e Bakugou.
— Até mais! — sorriu e acenou, quando virou-se para encarar Bakugou, ele estava furioso.
— “Até mais”? — Perguntou ele, irritado. Mei arqueou uma das sobrancelhas, e ele colocou a mão em suas costas, a guiando para caminharem juntos.
— O que deu em você, Katsuki-kun?! E que papo é esse da cara de pavê? — Ela voltou a rir.
— Não mude de assunto! — Bakugou bufou. — Eu pensei melhor e voltei para te buscar, e vi você andando com aquele meio a meio. — riu.
— E qual é o problema, está com ciúmes? — Se olhar matasse, estaria morta naquele momento.
— Quer calar essa boca antes que eu me arrependa? — gargalhou.
— Certo, desculpe! — Respondeu, segurando o riso.
— E da próxima vez que usar sua individualidade em mim, eu te explodo sem pensar duas vezes. — suspirou e segurou o braço de Bakugou.
— Eu não usei, e nem estou usando agora. — Ela sorriu. — Se esqueceu da sensação? E eu não consigo dar cargas tão fracas como antes, você certamente sentiria um incômodo. — Ele cerrou os olhos, desconfiado. — Desculpe.
— Pelo quê?
— Ter ido embora… — Ela encostou a cabeça no ombro dele, entrelaçando seus dedos nos dele. — Ter te deixado.
— Não é como se eu me importasse com isso.— Respondeu ele, com o olhar fixo para frente.
— É mesmo? Então, por que está tão bravo comigo? — Eles pararam de caminhar, estavam na frente da casa da garota.
— Porque… Porque… — Bakugou abaixou a cabeça. — Porque você me deixou. — Murmurou, sorriu e deu um beijo em sua bochecha.
— Mas estou aqui agora, então, não se preocupe. — Ela sorriu, e viu no canto dos lábios de Bakugou um leve sorriso, quase imperceptível. — Obrigada pela carona, Katsuki-kun!


Capítulo 1: Um novo amigo.

foi andando para a escola mais uma vez, seu pai estava muito ocupado desde que voltou para a cidade, e sua mãe estava cuidando do seu irmão mais novo, então ela tinha que ir andando. Assim que chegou na U.A, ela encontrou Shoto, e correu até ele para se desculpar pela última vez que se encontraram.
— Shoto-kun! — Ela o chamou, pois não estava conseguindo alcançá-lo, ele se virou para ela e parou de andar.
— Uh, Mochizuki-san… — Ela logo ficou vermelha quando ele a chamou assim e acenou com as mãos para que parasse.
— Por favor, me chama de , só . — Pediu, e Shoto assentiu.
— Certo, conseguiu chegar em casa sem se molhar? — Perguntou ele, e os dois começaram a caminhar juntos.
— Sim, meu medo era ser explodida no caminho, mas correu tudo bem. — A garota notou um sorriso singelo nos cantos dos lábios de Shoto.
— Fiquei mesmo preocupado com a atitude do Bakugou. — Respondeu o garoto.
— Ah, o Katsuki-kun não é uma má pessoa, ele só é um pouco temperamental. — tentou amenizar a situação, porque Bakugou realmente tinha feito uma cena no dia anterior. Não demorou muito para a conversa deles ser interrompida, enquanto conversavam e caminhavam distraídos, esbarrou em alguém e quase caiu, sendo segurada por Todoroki, assim que se recompôs, seus olhos cruzaram com os olhos vermelhos de Katsuki, que pareciam estar ardendo em chamas de raiva.
— Você não olha por onde anda, idiota? — Perguntou, ou melhor, esbravejou Bakugou.
— E o que você estava fazendo no caminho? — Retrucou a garota, ajeitando a roupa. — Obrigada, Shoto. — Todoroki a soltou, e Bakugou o encarou feio.
— Eu já estou indo. — Murmurou Todoroki.
— Espera! — Disse . — Você deveria parar de gritar, Katsuki-kun, assusta as pessoas. — Ela tinha certeza que tinha visto uma veia pulsando forte na testa do garoto, antes de ir ao encontro de Shoto. Um dos motivos de estar de volta, era recuperar sua vida antiga, mas ela não ia ficar perto de Bakugou se ele ficasse gritando com ela, Shoto era quieto e ela já havia se acostumado com a calmaria e o silêncio.

Eles caminharam pelo pátio da U.A, e observaram todas as barraquinhas distribuídas pelo local, em silêncio. Um silêncio confortável de se estar, não podia negar, e quando deixava de ser silêncio ainda era confortável, porque a voz do garoto era uma voz tranquila, ela havia voltado há pouco tempo e já era difícil lidar com Katsuki. Depois de andar pelo local e comprar algumas lembrancinhas e coisas para comer, eles se reuniram no local combinado pela turma 1A, para a primeira tarefa.
— O que será que é? — Perguntou .
— Não sei. — Respondeu Todoroki, entrando na fila.
— Sai da frente, meio a meio! — Disse Bakugou, empurrando Shoto e ficando ao lado de .
— Katsuki! — A garota cruzou os braços.
— Eu não vou sair. — Disse Shoto, como se estivesse desafiando Bakugou.
— Qual é o seu problema? — Perguntou , se as explosões saíssem de seus olhos, já estaria morta.
— Qual é o meu problema? Qual é o seu problema? Por que está desfilando por aí com esse meio a meio? — Bakugou cruzou os braços, Midoriya se aproximou com Kirishima, Denki, Uraraka e Iida, para ver o que estava acontecendo.
— Você está com ciúmes? — Perguntou Todoroki, se surpreendeu, porque ela ia dizer aquilo.
— É claro que está, ele me xinga, mas nunca assume que me ama. — arqueou uma sobrancelha e Bakugou a colocou contra a parede, colocando a mão ao seu lado, ela não sabia se ele queria matá-la ou beijá-la, mas suas pernas ficaram bambas.
— Ka-Kacchan! — Midoriya chamou a atenção de Bakugou, que se afastou, empurrando Todoroki.
— Se afasta dela, ou eu te mato. — Resmungou ele, voltando para a fila, Todoroki continuou ao lado de .
— Tudo bem, -chan? — Perguntou Midoriya, assentiu.
— Sim, é só o Katsuki sendo o Katsuki! — Ela sorriu, recuperando o fôlego.
— Não te incomoda ele agir assim? — Perguntou Uraraka.
— Me incomoda mais ele me ignorar, se ele age assim, é porque estamos bem! Tá tudo bem, ele aprende um dia. — Todos se surpreenderam com a atitude de , menos Midoriya, ele sabia como aqueles dois eram, e aparentemente ela nem estava o provocando ainda. Ele só estranhava o fato dela estar próxima de Todoroki.
-chan, você quer fazer dupla comigo? — Perguntou Midoriya.
— Dupla? Por isso essas duas filas! Você sabe qual vai ser a atividade? — Perguntou ela, Midoriya negou com a cabeça. — De qualquer forma, acho que vou ficar com o Shoto, se ele não se importar. — Todoroki assentiu, fazendo-a sorrir.
— Quando vocês ficaram próximos? — Perguntou Izuku.
— Não ficamos, ele foi legal comigo quando o Katsuki-kun estava sendo grosseiro, e eu quero retribuir. Ele está sempre sozinho. — Explicou ela.
— Entendo, então o Kacchan já fez isso outra vez longe de nós? — assentiu, em resposta a pergunta, Midoriya suspirou.
— Tudo certo, Izuku-kun, eu estou acostumada. — A garota sorriu, Izuku conhecia aqueles dois, e ver reagindo daquele jeito era estranho e até preocupante, mas talvez ela só tenha crescido, ele esperava que sim. Mas pelo menos ela parecia ter feito um novo amigo, Todoroki parecia se sentir à vontade falando com ela, e ele não tinha visto ele interagindo assim com alguém até o momento. Midoriya sorriu e voltou seu olhar para a frente, pôde enxergar o ódio que Bakugou estava sentindo, mas pelo visto ele teria que se acostumar com aquilo, não parecia estar interessada em respeitar o ciúmes dele. E isso quase o matava de raiva, talvez ele devesse ter continuado a ignorando, mas ele sempre se colocava ali, com ciúmes e raiva, sem admitir.
Vendo de fora, ela parecia estar feliz conversando com Todoroki, mais feliz do que se estivesse conversando com ele, talvez. Ele sentia uma raiva imensa ao pensar isso, mas ela olhou em seus olhos e sorriu por 5 segundos, não dava para ficar com raiva dela. Ainda mais quando foi o próprio comportamento dele que a fez se aproximar de outra pessoa, ele estava perdendo tempo em se importar.
— Eu nunca vi o Todoroki conversar tanto com alguém. — Disse Denki, Kirishima assentiu.
— Parece que eles já se conheciam, de onde eles se conheciam, Bakugou? — Kirishima se arrependeu da pergunta no mesmo momento que a fez, se Bakugou pudesse matá-lo com um olhar, ele estaria morto. O loiro caminhou até a garota atrás da fila e segurou seu braço.
— Você está fazendo isso para me provocar, não é? — Perguntou ele, sorriu.
— Tira isso da sua cabeça, Katsuki-kun, só fiz um novo amigo, desencana um pouco. — Respondeu ela, antes que Bakugou pudesse retrucar, um sorriso malicioso tomou conta do rosto da garota. — Até porque, se eu quisesse te provocar, você jamais estaria tentando conversar civilizadamente.
, você ainda é a minha melhor amiga? — Perguntou Bakugou, e ele estava falando muito sério. — Você pode fazer outros amigos e eu posso desencanar, até se for o meio a meio, mas eu ainda sou o seu melhor amigo? — se surpreendeu com a pergunta.
— Sim. — Respondeu ela, sorrindo, Bakugou a soltou e voltou para seu lugar.
— Você está bem? — Perguntou Shoto, ela assentiu, mas acho que dava para perceber que seus olhos estavam cheios de água, nada mudou. Ele só queria continuar sendo o melhor, o ciúmes não era por ela, e sim por uma posição, e ela não queria que ele fosse seu melhor amigo, ela nunca quis, sempre o seguiu de um lado para o outro e nunca admitiu seu amor por ele, e agora parecia ser tarde. Ela deveria ficar feliz por ele se importar, mas ela não conseguia, porque não era do jeito que ela queria. — Vem, já vai começar. — A voz de Shoto a fez despertar de seus pensamentos, e os olhos acolhedores do garoto aqueceram seu coração por um segundo, o bastante para trazê-la de volta para a realidade, pelo menos ela fez a amizade certa.


Continua...



Nota da autora: oii gente, tudo bem? espero que sim! espero que tenham gostado <3 vou deixar meu insta de autora, pra vcs conferirem minhas outras fics, e o grupo no whatsapp de leitoras, beijos!


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